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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

VAMOS PARAR DE INSERIR MATERIAL

Durante oito dias e porque vamos fazer uma longa viagem este blogue apenas vai publicar: imagens e impressões daquilo que vamos observar pelo Centro, Este, Norte e Oeste da Tailândia. Voltaremos depois do dia 10 do corrente mês.
José Martins

MIGUEL CASTELO BRANCO: O INVESTIGADOR E O SEU ATRASO



Miguel Castelo Branco escreveu (30.09.09)
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"Há cerca de um ano, de passagem pela nossa embaixada em Banguecoque, uma das funcionárias teve a amabilidade de me oferecer uma pequena brochura intitulada A Portuguese in Singapore ... Dr Jose D'Almeida, 1825-1850. Desconhecia, então, que o nome de José de Almeida se cruzaria com o trabalho de investigação que aqui vou fazendo desde finais de 2007, como não fazia a mínima ideia da importância que os portugueses ainda mantinham em todo o Sudeste-Asiático nas décadas de 20, 30 e 40 do século XIX, antes da abertura da China ao mercado mundial por força da chamada Primeira Guerra do Ópio".... http://combustoes.blogspot.com/
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À MARGEM: Caí das núvens quando acabei de ler, parte de um trecho, escrito (acima inserido) pelo investigador Miguel Castelo Branco que na Tailândia já se encontra (creio há cerca ou mais de dois anos em Banguecoque) a investigar as "coisas" históricas entre Portugal e o Reino da Tailândia, com uma bolsa concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian, quando afirma que desconhecia a proeminente figura o Dr. José D´Almeida que viveu e morreu em Singapura.
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Não me vou aprofundar, demasiadamente em cima do assunto, por falta de tempo.
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Foi graças à amabilidade de uma funcionária da Embaixada de Portugal em Banguecoque que Miguel Castelo Branco teve a oferta de uma brochura de 4 páginas, escrita, em 1984, pelo meu saudoso amigo Padre Bata, que além de pároco da comunidade luso descendente em Singapura foi funcionário do Consulado Honorário de Portugal em Singapura, que a pedido do Embaixador Melo Gouveia escreveu (um pouco) em cima da vivência do Dr. José D´Almeida, em Singapura, onde existe uma rua com o seu nome.
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Sem me adiantar mais, irei em tempo publicar a bibliografia de tudo que foi escrito em cima da história de Portugal na Tailândia e aquilo que já havia a escrever já o foi, só o que seria necessário e para dar aquele brilhantismo ( já por aí anda a ser apregoado) às celebrações dos 500 anos, da chegada dos portugueses ao Antigo Reino do Sião, que tudo que foi publicado (felizmente comigo que não deixei perder) deveria ser reeditado ou compilado numa obra só.
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Proeminentes e reconhecidas figuras de valor as escreveram e deveriam voltar à ribalta.
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Voltando a Singapura, acima a imagen da capa da obra, aprofundada, de Monsenhor Manuel Teixeira "Portugal em Singapura", editada em 1985, com 495 páginas onde nela está o nome do Dr. José D´Almeida e outros, designados, da comunidade civil e religiosa, luso descendente, residente, assim como a história, dos primórdios da Cidade Nação desde que foi fundada.
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Monsenhor Manuel Teixeira na Nota Explicativa (pag 5):
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"Para que se não perca a memória do que fizemos em Singapura desde a fundação dessa cidade até 1981, vamos assinalar as pegadas que lá deixamos impressas".
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Eu entendo bem o Miguel Castelo Branco e onde ele quer chegar.... É que os dois anos já se foram e pagos pela Fundação Calouste Gulbenkian e que venham mais outros dois e continuar a queimar as pestanas dos olhos a ler e a investigar história de Portugal na Tailândia.
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Havia um velhote na minha aldeia que dizia: "Viver não custa...o que custa é saber"!
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Mas que fique aqui bem ciente:
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"Não faço concorrência a ninguém, apenas colocar a legalidade onde ela não existe e tentar acabar com as "basofiadelas", porque estas são, cosméticas, como as do velhote da minha terra: "o procurar saber viver".
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E para terminar:
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Sem me arrastar (Deus me livre!!!) aos pés do "poder", a polir os sapatos a ninguém ou em procura de uns "trocos" do Governo Português (compreendo as dificuldades económicas de momento); da riqueza, ostentosa, da Embaixada de Portugal em Banguecoque, já tenho luz verde para elaborar a "Obra" da minha vida.
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A que nunca, até hoje, foi escrita e será apresentada na altura própria e de quando as Celebrações dos 500 anos da Chegada dos Portugueses ao Antigo Reino do Sião".
José Martins
P. S. Para saber mais sobre o Dr. José D´Almeida clique:
http://infopedia.nl.sg/articles/SIP_102_2005-01-18.html

SANTANA LOPES: HOMEM ESPECTÁCULO


Santana Lopes anunciou o seu intento de ver a Feira Popular «no Parque da Bela Vista», no mesmo terreno que o actual executivo camarário destinou para o Instituto Português de Oncologia (IPO).
Uma questão de prioridades, e para festas, casinos e feiras não há como o Santana
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Avença: KAOS

ALBERTO JARDIM: "UM PAÍS LOUCO"


Jardim diz que Portugal "não é seguro" por ser "um país louco"
12h34m
O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse hoje que Portugal "não é seguro" por ser "um país louco", declarando ter "cada vez menos a ver com o rectângulo".

"[Portugal] não é um país seguro mas como é um país louco é natural também que não seja seguro", disse, Alberto João Jardim, num comentário à declaração de terça-feira à noite do Presidente da República, Cavaco Silva.
Fonte: Jornal de Notícias

ANINHAS GOMES - A MENINA TERRÍVEL


Aninhas de Timor e as suas habituais bocas. A gente até conhece a Aninhas... E de que maneira! Se isto acontecesse com o seu amigo Jorge Sampaio, estava caladinha que nem uma "ratinha".
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Segue peça do "Jornal de Notícias"

Ana Gomes acusa Cavaco Silva de ter feito uma comunicação "patética"
12h57m
A eurodeputada socialista considerou que, a partir de agora, o Governo terá de ter "muito paciência" com o Palácio de Belém.

Ana Gomes, candidata do PS à presidência da Câmara de Sintra, falava aos jornalistas momentos antes da inauguração do troço de auto-estrada que liga o nó da Circular Regional Externa de Lisboa (CREL) ao nó de Alcabideche da A5 -- cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates.

"A intervenção do Presidente da República encavacou todos os portugueses, porque foi patética. A construção que mostrou ter na sua cabeça e que a demonstrou perante todos os portugueses mostra que há um desfasamento com a realidade", considerou a dirigente socialista.

Sobre as críticas do Presidente da República ao facto de dirigentes socialistas terem apontando assessores de Belém como estando a colaborar com a elaboração do programa eleitoral do PSD, Ana Gomes referiu que "esses assessores, obviamente, não têm limitações de cidadania".

"Mas também acho que há uma crítica política que é legítima por parte de partidos a outros partidos por não terem gente capaz de elaborar um programa e terem de recorrer a assessores do Presidente da República", sustentou Ana Gomes.

"É patético que o Presidente da República tenha situado tudo quando estava na sua casa de férias a despachar diplomas, quando de facto tudo se passa há mais de um ano. Há um ano atrás quando um seu assessor de imprensa foi plantar no jornal Público a notícia que a Presidência estava cheia de angústias por supostamente estar a ser seguida e espiada", advogou a eurodeputada socialista.

Ana Gomes disse concordar com o teor da reacção oficial do PS, "pois o melhor é cortar o mal pela raiz".

Sobre as futuras relações entre São Bento e a Presidência da República, Ana Gomes declarou: "todos teremos de ter muita paciência".

AS VIRGENS PÚDICAS DE BELÉM E DE SÃO BENTO

O clube das virgens púdicas
Henrique Monteiro (www.expresso.pt)
8:00 Terça-feira, 29 de Set de 2009 Última actualização há 54 minutos

"Agora é qu
e se vê como se faz uma combinata", gritou José Junqueiro. Se o caso fosse ao contrário, seria outrem a gritar. O erro na frase é a palavra 'agora'. Coisas destas, infelizmente há cada vez mais...
Há mais de 30 anos que sou jornalista e há mais de 30 anos que assisto a combinatas, para utilizar a curiosa palavra de José Junqueiro. Assisto, mas recuso-as. A última que recusei foi na semana passada.

Há mais de 30 anos que vejo o PSD, o PS, elementos ligados a este ou a outro partido, instituição ou empresa, fornecerem a jornais dossiês mais ou menos conspirativos, elementos sem qualquer prova, teorias mirabolantes com o intuito de prejudicar adversários, concorrentes ou potenciais ameaças. A maioria das vezes, quando se investiga, chega-se a becos sem saída, a não acontecimentos, a meras coincidências. Outras vezes há casos.

A novidade não está na conspirata. Os jornais viveram e vivem disso. A novidade, o que mudou e mudou muito, foi a confiança nas instituições. Alguém, há 20 anos, ousaria pensar que uma fonte do primeiro-ministro ou do Presidente estava a mentir deliberadamente? Nunca! Mas há que dizer que essas fontes não tinham, então, a tendência manipuladora de hoje e menos ainda a sofisticação.

O que também mudou foi o modo como se publicam rumores não confirmados, opiniões sem fontes atribuídas, teorias sem rosto. Jornais, rádios e TV fazem compromissos inaceitáveis: Sobre o que publicam, o modo como publicam e - até, pasme-se! - sobre a origem dos documentos que publicam, fingindo virem de onde não vêm. As agências ou os peritos em comunicação, de que nenhum partido ou empresa prescinde, vieram prejudicar ainda mais este estado de coisas.

O que mudou foi o critério - a falta dele - com que se publicam informações. Os que pensam que isto também é, em parte, uma autocrítica, têm razão.

Nos últimos tempos, os postos mais altos da política portuguesa têm vindo a tornar-se cada vez mais especialistas nestes truques. De tal modo que, perante jornais independentes como o nosso, condenam a ousadia de termos noticiado factos. Factos como a estranha licenciatura do primeiro-ministro ou as acções que Cavaco teve na SLN.

Quem perde é a autoridade e a representatividade do Estado. É a democracia. Tenho dito e repetido que estou preocupado com esta espécie de dissolução ética em que a verdade tem menos valor do que os dividendos políticos.

E ninguém desconhece isto. Muito menos Cavaco, Sócrates ou todos os que se movimentam na política. Escusam de se armar em virgens púdicas; a insistência nestes temas tem como condão afundar mais e mais o respeito dos cidadãos pelos seus líderes.
Fariam melhor em calar-se.
Henrique Monteiro
Texto publicado na edição do Expresso de 25 de Setembro de 2009

30 MILHÕES AFUNDARAM-SE!

Submarinos

MP procura 30 milhões dos submarinos

Procuradores do Ministério Público entraram em três escritórios de advogados à procura de provas sobre o negócio da compra de dois submarinos conduzido, em 2004, por Paulo Portas. Os investigadores procuram...