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terça-feira, 20 de outubro de 2009

OS CÃES DO AMANHECER – CRÓNICA DO RIO KWAI

Levanto-me cedo por volta das 5 horas. Ligo o computador e vejo os e-mails que me chegaram durante o meu dormir. Respondo a uns, deixo outros para mais tarde e apago os intrusos.
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Chegam as cinco e um quarto e estou pronto para a minha caminhada, de seis quilómetros, matinal, para conseguir diminuir a barriga que me cresceu.
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Os velhos da minha idade voltam nuns preguiçosos indolentes e se não mexem as pernas cada vez mais voltam nuns trôpegos.
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Os velhos, como eu, engordam mesmo que seja com um copo de água, aumenta-lhes no corpo o mau colesterol e para o controlar necessita de dar à perna.
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Disso me tem recomendado o meu médico de família que tem controlado e bem o meu viver.
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Quando saio da estância “Jolly Frog”, para caminhar, ainda a manhã não se apresenta clara e o sol só virá depois de uma hora.
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Muitos habitantes ainda dormem, outros já caminham ou rodam os seus veículos, tipo “side car” carregados de vegetais em direcção ao mercado local.
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Os mais tardios e os que aproveitaram a noite a emborcaram litros de cerveja, em meia dúzia de bares, estão a sair; alguns a cambalearem e apoiados ao parceiro que ainda consegue caminhar firme.
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Monges budistas enfileirados com noviços atrás lá seguem em procura de esmolas de almas, vivas, que esperam por eles junto à porta de suas residências.
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No meu caminhar que está agora a principiar, passo junto ao cemitério de guerra de Kanchanaburi, onde estão milhares de placas a assinalar a memória daqueles que morreram de febres, na construção da ponte em cima do Rio Kwai e do caminho-de-ferro da infâmia, subjugados às tropas imperais do Japão.
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Estou agora na estrada principal, onde poucos carros circulam. Ao centro das duas vias largas, e nos passeios as árvores jacarandeiras, carregadas de flores amarelas.
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No passeio ladeado ao meu caminhar os fogareiros a carvão já fumegam, dos restaurantes de rua e às minhas narinas chega-lhe o cheiro de carne assada.
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Chegam os primeiros clientes de motocicleta e escolhem a especialidade a comprar e num saco de plástico lá levam o pequeno-almoço para a família.
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Lá vou eu indo caminhando de passo cadenciado, sem corridinhas, (porque quem correu já não está para correr) em direcção ao sul e para os lados da ponte em cima do Rio Kwai.
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Mas o tema desta croniqueta é os cães e é nestes animais que eu vou teclar agora.
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O cão na Tailândia, embora não seja um animal sagrado como a vaca na Índia, é respeitado.
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Certo que há por todo este Reino uns milhares de cães vadios e até com consequências nefastas porque morre gente, que não foi medicada a tempo, mordida por esses animais.
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Na província de Kanchanaburi existe um asilo de cães, com umas centenas, novos e da terceira idade recolhidos pelo bom samaritano o General Chamlong Srimuang e bem conhecido na arena política tailandesa que salta para ela quando vê que as coisas não correm pelo melhor no Reino.
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O cão tailandês é dócil, inteligente e fiel ao seu dono.
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Ora desde Domingo passado e de quando comecei a caminhar, em Kanchanaburi, fui enfrentado por vários cães, porque além de ser um intruso era também um farangue (estrangeiro na Tailândia), que passava no seu território e a frente do estabelecimento do seu patrão que ainda dormia.
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Bastava um dar o sinal aos outros cães das redondezas e logo estes se colocavam em sentido como se para eles: “aqui há farangue”, vamos a ele e em força!
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Vi-me em palpos de aranha o primeiro dia para me ver livre da canzoada, caminhava em frente mas olhando para os lados não surgisse por aí um rafeiro e me mordesse uma canela.
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Mas para a ira dos cães ser abrandada, ao outro dia segui para a caminhada matinal com uma simples vara bambu, elástica e inquebrável, na mão para enxotar algum cão atrevido que pretendesse apertar os dentes às minhas canelas.
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Logo à passagem junto do primeiro rafeiro, deitado e com o nariz enfiando debaixo do rabo, se levantou para investir e amedrontar-me mas o pobre não reparou que eu naquela manhã seguia prevenido. Deu dois latidos e afastou-se de mim...
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Continuei o meu caminhar e nem um rafeiro mais levantou a “grimpa” naquela área.
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O primeiro avisou os outros colegas, rafeiros e transmitiu-lhe: “ temos o farangue em armas deixá-lo caminhar em paz".
José Martins

JOSE SARAMAGO - GATO EM TELHADO DE ZINCO QUENTE

Transcrevo na íntegra o texto abaixo e recebido através do e-mail.

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Não me vou pronunciar no conteúdo da matéria, do livro Caim, mas apenas no escritor laureado com o Nobel da Literatura.

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Embora tenha algumas obras do Saramago na minha biblioteca nunca li uma completa.

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Prosa intricada, fastidiosa e difícil de entender.

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Em suma sem interesse algum para mim claro está e cada um que embrulhe o José Saramago como melhor lhe parecer.

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O escritor embrenhou-se em temas da Bíblia e nela foi encontrar o seu filão de oiro imiscuindo-se em temas que outro escritor não seria capaz de os criticar ou por “temor” ou pelas críticas a açambarcar.

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Declarou, aos jornalistas que Bíblia narra factos de crimes, incestos, guerras etc.etc .

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É conhecido que José Saramago é adepto do regime comunista (penso que desde começou a ser divulgado em Portugal) e, bem, ele sabe que o Lenine, Estaline e outros governantes que se seguiram, da União Soviética para que a doutrina entrasse na cabeça dos soviéticos foram dizimadas milhões de pessoas inocentes.

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Não serão estes crimes, do passado, que interessarão, como temas, o José Saramago escrever uma obra que certamente teria venda, estrondosa e garantida.

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Por último e recentemente, José Saramago, foi incluído, juntamente como o “fadista” Carlos do Carmo, pelo António Costa (ganhador das eleições da CML), como ponta de lança e imagem de marca para a campanha.

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José Saramago como é conhecido é a favor da união ibérica e que Portugal volte numa província espanhola.

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Entretanto José Saramago gosta tanto de Espanha que optou por viver numa ilha vulcânica, chamada Lanzarote, onde os poucos habitantes que lá nasceram (descendentes dos Guanches), não gostam dos espanhóis e até lhes chamam Godos (Visigodos).

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É o José Saramago que temos, apátrida e já uma pedra negra que saiu das entranhas de um vulcão da Ilha de Lanzarote onde vive, em segunda núpcias, com sua mulher espanhola a jornalista Pilar Del Rio.

José Martins

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Um escritor amargo – desrespeitoso – pessoa sem verdadeiro objectivo na vida !

José Saramago e seu último livro “ CAIM “

No passado domingo dia 18 de Outubro de 2009 os “ media “ noticiaram as inflamatórias palavras tristes de um escritor que tanta vez escreve sem saber o que diz.

Suas declarações não têm pés nem cabeça, e suas afirmações são puro disparate. O escritor atira para todos os lados, e parece alguém que está no corredor da cela e espera o dia de sua morte.
Saramago não é o único culpado, os “media “ também são culpados por pactuarem e transmitiram as palavras do escritor.

Do início ao fim não disse nada de uma pessoa responsável; faz interpretações que não existem, e agora refiro-me concretamente ao relato bíblico que deu nome ao livro “ CAIM “.

José Saramago disse: “ Caim matou o irmão porque não podia matar a Deus “. Acrescentou logo: “ É um Deus cruel, invejoso e insuportável”.

Abra comigo seu exemplar da Bíblia no mesmo relato citado pelo escritor José Saramago, ou seja Génesis capitulo 4: 3, 4 “ E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe, do fruto da terra, uma oferta ao Senhor. E Abel, também, trouxe dos primogénitos das suas ovelhas e da sua gordura: e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta .” Segundo a Tradução da Bíblia de João Ferreira de Almeida.

Aqui notamos que os dois irmãos trouxeram suas dádivas ou presentes e as ofertaram. Um trouxe produtos do campo que foi CAIM, e Abel trouxe ovelhas.

Agora lemos em Génesis 4:5 “ Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente e descaiu-lhe o seu semblante. “

O Criador não havia diferença de um dar os “ frutos da terra “ e os outros dar ovelhas. Deus o nosso Criador sabe e vê o que vai dentro de nosso coração, e conhece nossas motivações e nossa voluntariedade de coração com fé; daí o livro aos Hebreus 11: 4 é de ajudar para entendermos por que Deus olhava com mais apreço para a oferta de Abel. “ Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, (fé) depois de morto ainda fala. “

No versículo 5 de Génesis nós tínhamos lido “ E irou-se fortemente e descaiu-lhe o semblante.” A reacção de Caim à rejeição do seu sacrifício reflectiu seu verdadeiro espírito. Deus não aprovou a oferta formal e sem fé de Caim. Caim havia anteriormente desenvolvido uma péssima atitude de coração. Aí estava a razão de Deus olhar com mais apreço para a oferta de seu irmão Abel.

Deus advertiu a Caim

Lemos agora Génesis 4:6,7 “ E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não haverá aceitação de ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre e dominarás.”

Um Deus amoroso deu um bom conselho a Caim, e o aconselhou, não desenvolvas ódio pelo teu irmão. O Criador estava ciente do perigo que isso representava para Caim. Deus o advertiu, se continuares a desenvolver ódio, poderás tu conte-lo? Ou dominá-lo?

Desta maneira, Deus comparou o pecado a um predador que esperava lançar-se sobre Caim caso ele persistisse em nutrir ressentimentos contra seu irmão.
Mas Caim não acatou esse conselho

Lemos agora Génesis 4:8 “ E falou Caim com seu irmão Abel: e sedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.”

Caim tornou-se assim um desobediente assassino de sangue frio. Não mostrou um pouco de remorso quando Deus lhe perguntou : “ Onde está Abel, teu irmão?” o versículo seguinte diz como Caim respondeu de modo insensível e insolente:” Não sei. Sou eu guardião de meu irmão? Génesis 4:9. Esta mentira descarada e a negação de responsabilidade revelavam a insensibilidade de Caim.

A Bíblia é um manual de bons conselhos
Daí tiramos uma lição para nós: Podemos aprender muito deste relato sobre Caim e Abel. O apóstolo João exortou os cristãos a amarem uns aos outros, “ não como Caim, que se originou do iníquo e que matou a seu irmão.” As obras de Caim “ eram iníquas, mas as de seu irmão eram justas.” João declarou também:” Todo aquele que odeia seu irmão é homicida, e vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna.” 1 João 3:11-15 .

A Bíblia é um manual de bons hábitos e bons conselhos!

O escritor José Saramago não sabendo do que fala, deita pela boca fora um inflamatória palavras sem respeito e de mau íntimo, dizendo: “ A Bíblia é um manual de maus costumes “. Deus é um Deus cruel e invejoso e que mostrou favor num e não noutro. Isso como vimos não é verdade!

A culpa de tanto disparate e de tanto absurdo não cabe só ao escritor, cabe também aos “ média “ que publicam tudo e qualquer coisa.

José Saramago na sua inflamatória continua com seus disparates dizendo: “ Um Deus que não Existe, nunca ninguém o viu “ . Mas existem tantas coisas e nós nunca as vimos!

O escritor por exemplo nunca viu o cérebro dele próprio, mas ele teu cérebro, ou não?!

José VALGODE - Alemanha


UM JOSÉ SARAMAGO CHEIO DE SORTE...ESCAPOU À FOGUEIRA DA INQUISIÇÃO!


"A Igreja Católica portuguesa reagiu em bloco ao novo romance de José Saramago, ainda o livro estava a ser posto à venda nas livrarias. Os primeiros comentários de uma polémica que está longe do seu auge, e das réplicas que decerto provocará, tiveram origem nas declarações que o Nobel efectuou domingo à noite em Penafiel, onde considerou que "sem a Bíblia seríamos outras pessoas. Provavelmente melhores". Depois, endureceu e afirmou: "Não percebo como é que a Bíblia se tornou um guia espiritual. Está cheia de horrores, incestos, traições, carnificinas." Referiu ainda que costuma chamar ao livro sagrado dos cristãos "um manual de maus costumes"
Fonte: Diário de Notícias
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À MARGEM: - O escritor José Samarago nasceu numa data certa!
O que seria desta criatura se tivesse vindo ao mundo na época, feroz, do Cardeal Dom Henrique...
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Teria sido torresmo esturricado na fogueira da Santa Inquisição em Lisboa.
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Porém o Caim não é filho da Igreja mas esta adoptou-o.
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O homem tanto foi ontem como é hoje um diabólico inventor e os da Igreja Católica foram uns natos na matéria, utilizando o terror do pecado aos que até não eram pecadores mas uns pobres diabos que os queimavam ou torturavam nos meandros da Justiça do Tribunal da Santa Inquisição.
José Martins

MAITÊGATE E A DOR DO MIGUEL


Maitê e o ex-namorado Miguel
Sousa Tavares diz que reacção portuguesa é «provinciana e saloia»

«É uma reacção provinciana e saloia dos portugueses. (...) Só um povo com complexos é que se sente melindrado com uma coisa destas. Não temos de estar sempre a ser elogiados como se fossemos um povo exemplar». É esta a opinião de Miguel Sousa Tavares quanto ao caso Maitê Proença – “o Maitêgate”, arriscamos a baptizar.
Vera Valadas Ferreira vferreira@destak.pt
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Ao Correio da Manhã, o escritor que em tempos terá tido um affair com a estrela brasileira frisa que esta «é uma grande actriz e uma grande escritora e vai continuar a ser».
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Entretanto, o site da actriz foi desactivado, não se sabe se devido a falha técnica ou a um ataque informático.
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Na Wikipédia os seus dados foram alterados, para se ler apenas «Maitê Proença Gallo (n. São Paulo, 28 Janeiro 1959) é uma estrela porno brasileira, também conhecida pelos seus comentários ignorantes que envergonham o povo brasileiro».