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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

NA BOLA ESTÁ O FUTURO DE PORTUGAL

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É inqualificável esta ideia!!!
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Um NÃO rotundo da minha parte!
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Mundial bem longe!
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E devolvam-nos o dinheiro dos estádios que foram feitos à custa do erário público.
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Estes gajos querem-nos impingir um Mundial de futebol em 2018.
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Só despesa para a candidatura serão 2,8 milhões de euros e depois já querem mais estádios.
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O estádio do Algarve e o de Aveiro são um sugadouro de despesa, os outros é vê-los na TV sempre vazios.
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Não há quem ponha cobro a estes bandidos?
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Não há dinheiro para a cultura nem para o TGV, nem para o essencial e querem-nos trazer mais miséria... em nome de quê?
Mundial em Portugal... não muito obrigado!
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À MARGEM: O texto acima não é deste blogue... Mas somos de opinão que não andem por aí uns "gajos" a governarem-se à conta do futebol e a quererem impingir um produto que cada vez mais está a não ser relevante no povo português.
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É ver-se a RTP a fazer propaganda à merda do futebol como que se a bola fosse de primordial importância para este país.
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No tempo do Salazar diziam que o futebol era para afastar o público da política. E agora estes (os do Governo) não estão a usar o mesmo sistema?
José Martins

O MEU CAMINHAR – CRÓNICA DO RIO KWAI

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Hoje, como ontem, caminhei com a vergasta de bambu e a minha arma de defesa para me livrar de uma apertadela de dentes dos cães do amanhecer.
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Uns poucos, cobardolas, ladraram atrás das grades dos portões para me assustarem. Outros com a aparência amigável, notada no focinho, pretendem fazer as pazes.
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Vai ser amanhã que isso vai suceder com uns biscoitos que vou levar e deitar um (nunca fiar nos cães) distanciado aos mais irreverentes.
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O meu caminhar está a melhorar no tempo e passou a seis quilómetros à hora. Estou com isto a preparar-me para me inscrever na próxima meia maratona de Lisboa, correr o lado de José Sócrates e da Rosa Mota para ser filmado pelas câmaras dos nossos canais de televisão; voltar num “gajo”, velho, famoso e a seguir convidado pelo Goucha (SIC) e Júlia Pinheiro (TVI) para os seus programas, culturais, que levam ao público da praça Portugal.
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Nas minhas caminhadas matinais vem-me à mente muitas coisas que se passaram no dia anterior em Portugal, faço-lhe as minhas análises e críticas.
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Agora na ribalta o caso do livro Caim do José Saramago que cada vez mais se estar a voltar num “forreta” pelo dinheiro. O Saramago além de escrever livros que voltam numa mercadoria vendável, é um mestre em “marketing” e aquilo que o público gosta é a sua especialidade.
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Ora o Saramago foi “bera” como a ferrugem editar o livro “Caim” que logo no início saberia que iria dar estardalhaço a dar-lhe com um pau...
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Para já está em guerra com os católicos e judeus e vamos lá ver se os muçulmanos não se vão insurgir com o livro Caim. Em suma além de ter declarado guerra aos católicos e aos judeus tem pelo seu lado os ateus e vão ser os seus maiores clientes da obra.
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Um escritor quando escreve um livro e queima as pestanas horas a fio é para dele obter lucros, veste a pele dos leitores e procura colocar na obra toda a possível imaginação e fantasias ao paladar deles.

Tem sido assim que o José Saramago tem feito e honras a ele que de um simples serralheiro de moldar ferro chegou a ser laureado com Nobel da Literatura em 1998.
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Por exemplo o nosso Camilo Castelo Branco desde a sua juventude até morrer , viveu numa constante “pelintragem”. Era um “magricelas”, feio de cara, mas tinha o dom de conquistador e aliciava: "meninas românticas, solteironas e mulheres casadas, da cidade do Porto com os seus poemas de amor".
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Pescou, no anzol, a Ana Plácido, colocou os “palitos” na testa ao, “bonacheirão”, barrigudo e muito honrado comerciante do Porto, Manuel Pinheiro e a Justiça “malhou” com o Camilo e a Ana na Cadeia Civil do Porto, para os lados da Cordoaria.
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O Camilo fértil e imaginativo aproveitou-se da pena, para conseguir dar ao dente mais a Ana e os filhos que nasceriam depois, escrever desenfreadamente.
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Primeiro começou pelos folhetos que eram cantados pelos ceguinhos e outra gente da ralé pelas ruas do Porto, dramatizando como ele bem sabia os casos da polícia e crimes hediondos praticados na época que conseguia colocar as pessoas a lacrimejar ouvindo a cantilena. Os folhetos vendiam-se a dez reis de mel coado e o Camilo, assim ia vivendo.
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O José Saramago é igual ao Camilo Castelo Branco pegando em temas que bem sabe controversos, perante a sociedade mundial e lhes seria rentável a venda.
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Mas com uma diferença o Camilo dormia descansado, com os folhetos do ceguinho que escrevia, na sua cama e duvido que o Saramago durma sem sobressaltos o resto (certamente poucos devido à idade) dos seus dias na vida terrena.
José Martins

O FIO DA NAVALHA DE BERTA BRÁS - O SARAMAGO VAI VENDER O "CAIM" À BARDALHEIRA!




Um dia de cada vez”
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Falou-se no Saramago e a minha amiga, muito enjoada – com medo que o céu lhe caia em cima, como o chefe dos Gauleses, Abraracourix, mas esperançada, também como ele – e todos nós, mesmo os desconfiados - de que “amanhã não será a véspera desse dia” - explicou que se trata duma polémica para vender:

- Ele não esteve nem um bocadinho preocupado. Vai vender que se farta. Agora que os Católicos e os Judeus reajam, temos de aceitar. Mas pronto, qualquer dia também não se fala mais nisso. Estamos esclarecidos.

Falou-se das contas públicas, da situação catastrófica, da ruína que não tem sentido para grande parte, porque continua a haver espectáculos cheios, de U2, de futebol e semelhantes, carros em barda, telemóveis topo de gama, muita viagem de férias...:

- Eu tive sempre medo de que acontecesse isso a este país. Mas não via ninguém preocupado. Incluindo a minha amiga de Economia, sem a mais pequena preocupação, porque a sua vida económica desliza “como um rio de brilhantes”...

Essa fez-me lembrar Cesário Verde em “Cristalizações” e felicitei-a pela comparação literária:

“E os charcos brilham tanto, que eu diria

Ter ante mim lagoas de brilhantes!”

Não ligou à interrupção, embalada no seu desespero:

- Quando vi na Argentina as pessoas às portas dos bancos pensei logo: Aqui também vai acontecer! E aqui aconteceu. Em pequena escala. Pessoas a dormir à porta do BPN. Mas isso já nem é nada. Um dia isto vai acontecer cá. Mas também não estou a dizer que adivinho. Nunca se discutiu isto dos Bancos a sério. Agora é a crise mundial... Como é que isto está? Não lhe dá agonia não ver saída?

- Claro! Vómitos...

- É o Sócrates que vai sofrer isto?

- Não, nem por sombras!

- O que é que vai acontecer? Há desempregados até dizer chega! Quando é que eles dizem o que se vai fazer? Até agora só vi: aumentaram a luz, o gasóleo; o rendimento mínimo fica na mesma...

- Agora é o leite...

- Quem sobrevive? O rendimento mínimo não sobe. E vamos lá a ver se não desce... Mas o que espanta são os milhares de lugares para os U2, já cheios. As pessoas dormem no chão a fazer fila. Mas se não for isto é outra coisa. O futebol, cheio.
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Os seus filhos não vão ver e os meus também não. E no entanto arranjam ali 50000 pessoas nas calmas. Também é verdade que a gente vai dizer assim: - E então eles não têm direito? São novos... Estou com medo deste país. Esta geração – a nova e a menos nova... Enfim!
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Um dia de cada vez, é o que devemos ter em mente. Eu gostava de saber como é que estamos de balança comercial: o que é que se exporta. O que se importa a gente sabe. Será que ele vai fazer o TGV? A Tap, de cavar a sete pés. Gastaram à doida, abusaram à doida. E quando foram buscar o brasileiro, ele recuperou bem. Mas agora está em crise. Então se aquilo vai abaixo, como é?

Quis mostrar que também sei coisas:

-Talvez se aliem à Tag de Angola.

Mas essa, a minha amiga não ouvira. E eu aproveitei para lhe ler um comentário que recebera por e-mail, encimado por uma linda foto de uma linda rapariga, noiva do Miguel Portas, portanto do BE, que, segunda na lista para Bruxelas, lá está, com o seu noivo, a ganhar bem...
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O sol quando nasce é para a esquerda, a direita, o centro... O resto, é a massa uniforme. Um dia de cada vez.
Berta Brás

JOSÉ SARAMAGO ARRANJOU-A BONITA...!!!


EURODEPUTADO DO PSD QUER QUE SARAMAGO DEIXE DE SER PORTUGUÊS
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O eurodeputado Mário David exortou o escritor José Saramago a renunciar à cidadania portuguesa por se sentir «envergonhado» com as recentes declarações do Prémio Nobel da Literatura sobre a Bíblia, apesar de não se declarar católico praticante.
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No sítio pessoal na Internet, o vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE), eleito pelo PSD, escreveu hoje que José Saramago «há uns anos, fez a ameaça de renunciar à cidadania portuguesa. Na altura, pensei quão ignóbil era esta atitude. Hoje, peço-lhe que a concretize... E depressa!».
«Tenho vergonha de o ter como compatriota! Ou julga que, a coberto da liberdade de expressão, se lhe aceitam todas as imbecilidades e impropérios?», questiona o eurodeputado.
No sábado, José Saramago lançou o novo livro, Caim, e considerou a Bíblia «um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana».
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Na sequência destas afirmações, reagiram vários representantes da Igreja Católica e da comunidade judaica em Portugal, criticando Saramago e acusando-o de estar a fazer um golpe publicitário para promover o livro.
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«Se a outorga do Prémio Nobel o deslumbrou, não lhe confere a autoridade para vilipendiar povos e confissões religiosas, valores que certamente desconhece mas que definem as pessoas de bom carácter», escreve ainda Mário David na Internet.
Contactato pela Agência Lusa, o eurodeputado disse que as afirmações «são pessoais e não representam o partido» porque foi eleito.
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«Não estou interessado em entrar em polémica», afiançou, acrescentando que também não quer «contribuir para dar publicidade ao livro».
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Questionado se já leu Caim, respondeu: «Não li, nem vou ler, ou é obrigatório?», ironizou.
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«Esta posição é pessoal e vincula-me só a mim. Nem sequer sou católico praticante, mas tenho o direito à indignação», justificou, acrescentando que se sentiu «violentado» pelas declarações do Nobel da Literatura sobre a Bíblia, que, na sua opinião, são «atentatórias da consciência e sentimentos dos outros».

Por jes em 10/20/2009 10:39:00 PM 2 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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