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sábado, 31 de outubro de 2009

VÁ LÁ ENTENDER-SE ISTO... TANTA GENTE ENVOLVIDA DO PS NA "BURCA"...




Uma mão-cheia de socialistas na lista dos arguidos
por J.P.H.Ontem

O envolvimento de socialistas no processo "Face Oculta" não se limita a Armando Vara e à família Penedos (José Penedos, pai, e Paulo Penedos, filho). Na lista de arguidos estão outras duas figuras do partido: José Chocolate Contradanças e Domingos Paiva Nunes.

O primeiro aparece no processo dado ser administrador da IDD-Indústria de Desmilitarização e Defesa , uma empresa pública do grupo Empordef, tutelada pelo Ministério da Defesa Nacional. Contradanças contactou com Manuel Godinho, sendo que este pretendia que as suas empresas fizessem o tratamento de resíduos produzidos por aquela empresa estatal. O gestor público é uma figura de algum relevo no PS de Setúbal (a IDD fica sediada em Alcochete). Nas últimas eleições legislativas foi suplente na lista dos candidatos do PS a deputados por aquele círculo, lista encabeçada por Vieira da Silva, agora ministro da Economia, com a tutela dos fundos comunitários.

No processo autárquico disputou acesamente a candidatura do PS a presidente da Câmara de Sines mas perdeu para Idalino José.

Outro arguido com ligações ao PS é Domingos Paiva Nunes. Engenheiro de formação, foi funcionário durante alguns anos da câmara municipal de Sintra. Em 1997 integra a lista de Edite Estrela, que conquista um segundo mandato à frente da autarquia. É eleito vereador e fica com o importante pelouro das obras municipais até às eleições seguintes, em 2001, que Edite Estrela perde para Fernando Seara (PSD). Paiva Nunes transita então para a construtora Abrantina. E esta, por sua vez, passa a integrar, em 2007, o grupo Lena Construções, o grupo de construção civil proprietário do jornal "I".

Aparece no processo como administrador da EDP Imobiliário e, nessa qualidade, terá favorecido as empresas de Manuel Godinho em concursos. Segundo a investigação, recebeu do empresário aveirense um Mercedes avaliado em 161 mil euros. Logo, é suspeito de corrupção.
Diário de Notícias

A "BURCA" COM MAIS REVELAÇÕES

Tecnologia para investigação

Fornecedores da Mossad vendem 'escutas' à Judiciária

A PJ está Apetrechada actualmente com alguns dos mais modernos equipamentos de 'escutas ambientais' do mercado mundial. Grande parte do seu material mais sofisticado vem de Israel

Diário de Noticias

OBJECTOS REFERENCIADOS NA "BURCA"


Objectos referenciados na "Burca". Imagem lado esquerdo:Mercedes CL65, Valor 285.000 Euros. Imagem lado direito: Mercedes SL500, Valor 161.000 Euros.

"Paiva Nunes e Paulo Costa receberam de Manuel Godinho dois veículos topo gama, tendo o primeiro recebido um Mercedes SL 500 (avaliado em 161 mil euros) e o quadro superior da Galp um Mercedes CL 65 (avaliado em mais de 280 mil euros). A PJ de Aveiro entende que os dois veículos são uma contrapartida pelas decisões dos dois gestores". (SOL)
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À MARGEM: - Não entendo nem é mesmo para perceber se um "gajo" inserido num quadro, administrativo, de chefia, do Governo Português, se conduz uma das "bomba" (acima nas imagens) confortávelmente. Ou é burro ou faz dos outros (o Povo) que o vêm "camelos". O ditado é muito velho: "Quem lã vende e carneiros não tem de algum lado lhe vem"! Isto é o "jeitozinho" encanadinho, um "fraca chichas", que não tinha onde cair morto, nem o quiosque da esquina da rua dele lhe fiava um maço de cigarros, Português Suave, entrou na política ou o encaixaram num lugar do executivo do Governo e aí está o "burro" a corromper-se e a julgar os outros (o Povo) uns camelos!
José Martins

MAIS OU MENOS RELACIONADO COM A "BURCA" LUSITANA

Eu sei que todos já viram o video deste "cara". Em Portugal bem se necessitava de um igual e de "escacha" pessegueiro.

"A BURCA"

O PS NA BERLINDA

A investigação do processo 'Face Oculta' destapou para já que muitoAdicionar imagems gestores do partido Socialista estão implicados no caso até ao pescoço.
Manuel Godinho, presidente da empresa de tratamentos de resíduos envolvida no processo ‘Face Oculta’, beneficiou de uma extensa rede de gestores ligados ao PS para conseguir os melhores negócios em várias empresas participadas pelo Estado.
O DIAP (Departamento de Investigação e Acção Penal) do Baixo Vouga e a Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro entendem ter provas de que Armando Vara, vice-presidente do Banco Comercial Português (BCP), juntamente com os gestores Lopes Barreira (Consulgal), Paiva Nunes (EDP Imobiliária), Paulo Costa (Galp) e António Contradanças (Empoderf), Carlos Vasconcellos (Refer), José Penedos (presidente da Rede Eléctrica Nacional) e Paulo Penedos (assessor da Comissão Executiva da PT) ajudaram de forma ilegítima Manuel Godinho e o seu grupo O2 a ganharem concursos públicos naquelas e noutras empresas.
A PJ entende que Armando Vara, Paulo Penedos, Paiva Nunes, Paulo Costa e Carlos Vasconcellos receberam avultadas contrapartidas financeiras e patrimoniais para ‘abrirem as portas’ daquelas empresas participadas pelo Estado às empresas de Manuel Godinho.
Vara e Lopes Barreira: figuras centrais
Armando Vara e Lopes Barreira são nomes centrais dessa «rede tentacular», segundo as palavras do DIAP do Baixo Vouga. Amigo de Vara e um dos fundadores da Fundação para a Prevenção e Segurança (polémica entidade que Vara criou enquanto secretário de Estado de António Guterres), Lopes Barreira tem um passado de ligação ao Partido Socialista, ‘mexendo-se’ muito bem nos corredores do poder. Em 1999 foi acusado pelo general Garcia dos Santos, então presidente da JAE (Junta Autónoma de Estradas), de o ter tentado pressionar para contratar militantes socialistas para os quadros daquela empresa pública. Anos antes, a Consulgal, de Lopes Barreira, tinha estado ‘debaixo de fogo’ por ter sido a autora do projecto de renovação da Linha do Norte – obra que, devido a vários erros de vários projectistas, teve um desvio financeiro de mais de 200 milhões de euros.
No processo ‘Face Oculta’, Lopes Barreira é dado como membro de uma «rede tentacular», que, «a troco de vantagens patrimoniais e/ou não patrimoniais» terá exercido a «sua influência junto de titulares de cargos governativos e políticos, titulares de cargos de direcção com capacidade de decisão ou com acesso a informação privilegiada, no sentido de favorecerem» as empresas de Manuel Godinho.

Contactos com governantes

Um mês depois, Lopes Barreira manifestou-se disponível a Godinho para falar com Jorge Coelho, presidente da Mota-Engil e ex-ministro de António Guterres, no sentido de lhe arranjarem trabalho para as suas empresas. Só em 2008, o grupo O2 facturou mais de 50 milhões de euros, quando no ano anterior não tinham ido além dos 24 milhões de euros.

Além de Coelho, Lopes Barreira afirmou a Godinho que possuía boas relações com o então ministro das Obras Públicas, Mário Lino (peça fundamental para desbloquear o conflito que a REFER tinha com Godinho) e com João Mira Gomes, secretário da Estado da Defesa. O empresário disponibilizou-se para falar com Gomes, seu amigo pessoal, para «espoletar o favorecimento do universo empresarial» do grupo O2 junto das empresas tuteladas pelo Ministério da Defesa, nomeadamente com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo – empresa com a qual Godinho se queixava não ter relações comerciais.

Vara apresenta a Godinho administrador da EDP

Armando Vara, por seu lado, apresentou a Godinho um administrador da EDP Imobiliário, chamado Paiva Nunes – tendo alegadamente solicitado cerca de 10 mil euros em numerário como contrapartida que lhe foram entregues no seu gabinete do BCP, na Av. José Malhoa, em Lisboa. Paiva Nunes, segundo a PJ de Aveiro, terá favorecido as empresas de Godinho em diversos concursos lançados por aquela empresa. Paiva Nunes chegou a pedir a Manuel Godinho que lhe indicasse três empresas para uma consulta ao mercado que o grupo EDP iria realizar, ao que o líder da O2 indicou duas sociedades por si lideradas e um empreiteiro da sua confiança. O objectivo era claro: o grupo de Godinho ganharia o concurso.

Através do gestor da EDP (que chegou a ser candidato do PS à Câmara de Sintra), Godinho ‘chegou’ a Paulo Costa, director de Relações Institucionais da Galp. Costa, que é dado por Paulo Penedos como «amigo de Armando Vara», ligou a Manuel Godinho no dia 3 de Junho de 2009 e discutiu com o gestor da O2 «pormenores capazes de possibilitar o favorecimento» da FRACON – Construção e Reparação Naval, Lda – uma das empresas do grupo O2.

Paiva Nunes e Paulo Costa receberam de Manuel Godinho dois veículos topo gama, tendo o primeiro recebido um Mercedes SL 500 (avaliado em 161 mil euros) e o quadro superior da Galp um Mercedes CL 65 (avaliado em mais de 280 mil euros). A PJ de Aveiro entende que os dois veículos são uma contrapartida pelas decisões dos dois gestores.

Gestor do PS apresenta ‘colega’ a Godinho

Paulo Costa apresentou a Godinho mais um gestor ligado ao PS: José António Contradanças. Ex-dirigente do PS e ex-administrador do Porto de Sines no tempo de Jorge Coelho como ministro das Obras Públicas, Contradanças é agora administrador de uma empresa do grupo EMPORDEF – holding estatal controlada pelo Estado através do Ministério da Defesa.

Contradanças ligou a Manuel Godinho no dia 5 de Junho de 2009, «dando-lhe conta que Paulo Costa lhe havia transmitido que estaria interessado em ser favorecido nos concursos e nas consultas públicas» na área dos resíduos industriais lançados pela empresa IDD – Indústria de Desmilitarização e Defesa, SA., lê-se no mandado de busca a que o SOL teve acesso.

A principal fonte na REFER

Carlos Vasconcellos, ex-administrador do grupo Refer, é mais um gestor público que alegadamente terá sido subornado por Manuel Godinho. Segundo a PJ, Vasconcelos terá recebido de Godinho cerca de 2.500 euros em numerário para que lhe «continuasse a fornecer informação privilegiada sobre o posicionamento, o pensar e o sentir da administração da Refer», segundo se pode ler no mandado das buscas realizadas na passada quarta-feira. Vasconcellos foi uma peça importante na tentativa de afastamento da administração liderada por Luís Pardal. O ex-administrador do grupo REFER, hoje simples funcionário, tinha sido afastado por Pardal depois de a empresa ter descoberto, através de um inquérito interno, o seu envolvimento nos alegados favorecimentos às empresas de Godinho nas adjudicações da gestora da rede ferroviária.

In 'Sol'

"BURCA" LUSITANA



Os esquemas fazer Vara da sucata - de empregado de Balcão um Administrador, administrativa passagem por ...

Promovido Armando Vara na CGD quando já estava sem BCP

A CGD avançou que uma subida de nível estava decidida antes de Armando Vara ter se desvinculado do Banco DR

Armando Vara foi promovido na Caixa Geral de Depósitos Um mês e meio depois de ter saído dos quadros do banco público para assumir uma vice-presidência do Banco Comercial Português.


Promovido Armando Vara na CGD quando já estava sem BCP

O antigo administrador da CGD foi promovido ao escalão máximo de vencimento, o que terá reflexos para efeitos de reforma.

A promoção foi decidida pelo Conselho de Administração da CGD a 27 de Fevereiro de 2008, sendo que, de acordo com informação oficial fornecida pelo banco, Armando Vara se desvinculou da Caixa no dia 15 de Janeiro de 2008.

A RTP não conseguiu Obter qualquer reacção de Armando Vara a esta notícia.

A CGD esclarece por seu lado que uma subida de nível de Armando Vara corresponde aos dois anos e meio em que prestou serviço como administrador.

De acordo com um zumbido uma CGD, essa subida de nível já estava decidida antes de Armando Vara Público se desvincular do Banco mas deliberada formalmente pode ser assim na primeira reunião do novo Conselho de Administração ...

António de Oliveira Martins

Armando Vara

Origem: Wikipédia, a Enciclopédia Livre.

Armando António Martins Vara (Vilar de Ossos, Vinhais, 19 de Fevereiro de 1954) Português e um político e administrador bancário


[1]
. Estudou Filosofia nd Universidade Nova de Lisboa, Abandonado Tendo a Universidade sem Obter o diploma de licenciatura. Mais tarde obteve o diploma de licenciatura no Curso de Relações Internacionais na agora defunta Universidade Independente, Três dias antes [2] [3] da sua nomeação para a Administração da Caixa Geral de Depósitos, Que deixou de Exercer cargo para assumir uma presidência do Banco Comercial Português[4].
Um mês e meio depois de ter abandonado a Caixa Geral de Depósitos para assumir uma vice-presidência do Banco Comercial Portugal foi promovido no banco público ao escalão máximo de vencimento, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma ..

Carreira política

Foi deputado à Assembleia da República nas IV, V, VI e VII Legislaturas.

Em 1991 foi candidato a presidente da Câmara Municipal da Amadora, TENDO perdido para um CDU. Foi vereador durante algum tempo.

No governo de António Guterres Primeiro foi um secretário de Estado da Administração Interna (1995-97), depois um secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna (1997-99).

Após a vitória eleitoral do PS em 1999, tornou-se ministro Adjunto do primeiro-ministro (1999-2000), com os pelouros da Juventude, Toxicodependência e Comunicação Social.
Vara recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna) Ea engenheiros que dele dependiam para projectar uma moradia que construiu perto de Montemor-o-Novo[6]


[7].
Em 2000, passou um ministro da Juventude e Desporto.

Ainda em 2000 viu-se forçado a pedir uma demissão ao surgirem notícias sobre alegadas irregularidades cometidas pela Fundação para a Prevenção e Segurança, que fundara no ano anterior, quando era secretário de Estado, processo que seria posteriormente arquivado.

Em Outubro de 2009, mantendo a sua característica honestidade, Armando Vara é um dos 12 arguidos constituídos No âmbito da operação Face Oculta desencadeada pelo Departamento de Investigação Criminal de Aveiro

Fonte: Heróis do Mar