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terça-feira, 17 de novembro de 2009

OS SERVIDORES DO AL CAPONE

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Não vou aqui falar nos advogados portugueses, nos bons, nos famosos, nos pelintras e nos falsos.
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Vou referir-me aos defensores do patrão e chefe da quadrilha.
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Todos os ladrões defendem o chefe porque chefe é chefe e está tudo dito e ponto final!
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Em Portugal quando surge na Comunicação Social, casos sujos atirados para a praça pública pelos pelintras dos jornalistas, levantam-se os limpa sapatos do seu chefe a pretenderem defendê-lo, porque a sobrevivência deles depende do “padrinho”, ou melhor o chefe da quadrilha.
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Em Portugal e tristemente dize-lo nestes últimos anos nasceu a cidade dos “Quadrazais”, que embora, que nela não resida, uma máfia perigosa como a siciliana, dos anos 30, em Chicago, vai fazendo os seus assaltos, sem fazer “massacre”, característicos, no estilo do Al capone, que fazia num crivo todos aqueles que procurassem barrar-lhe o caminho de suas “malandragens” .
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Conseguia o Al capone, colocar a seu lado os governantes, e toda a máquina da Justiça.
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Ai deles que não alinhassem!
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As balas das metralhadoras dos seus “capangas” varavam-nos...
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Claro que em Portugal as quadrilhas de ladrões não são, assim,assim, tão violentas que fazem dos seus oponentes uma peneira.
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Em vez das balas usam a infuência e se os que que lhe querem barrar o caminho saberão que não caminharão no caminho do sucesso, mas ficam no principio dele e coxos que não poderão caminhar no carreiro das suas ambições.

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José Martins

http://pt.wikipedia.org/wiki/Al_Capone

AS DEZ DRAMA-COMÉDIAS DE PINTO MONTEIRO

Os 10 dramas de Pinto Monteiro
Teve uma raposa como animal de estimação, mas a caça à corrupção está a correr-lhe mal. Conseguiu uma condenação a um corrupto: uma multa de cinco mil euros. Suspeita que tem o telemóvel sob escuta e não consegue desembrulhar-se dos mega-processos. É o Procurador-geral da República portuguesa…
O discurso de posse prometia um vingador: "Várias leis foram elaboradas com o fim de combater a corrupção, várias experiências foram tentadas, várias iniciativas tomadas, mas a corrupção está aí, tão viva como sempre, minando a economia, corroendo os alicerces do Estado democrático.
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É aqui, penso, que se coloca um dos pontos-chave da luta contra a corrupção em Portugal. É fundamental a criação de um juízo de censura, de um desejo de punibilidade existente na consciência moral do homem médio, que por isso deve ser sensibilizado para o problema". Dito isto, Pinto Monteiro, 67 anos, natural de Almeida, tomou conta da Procuradoria-geral da República a nove de Outubro de 2006.
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Três anos depois, está embrulhado em mega-processos que envolvem o primeiro-ministro, proeminentes figuras do PS e do PSD, ex-autarcas e autarcas ainda em funções. Saberia Pinto Monteiro que os seus potenciais alvos não seriam criminosos vaga-lume, mas sim os agora mais conhecidos e notados da política nacional?
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Por causa da delicadeza dos casos, que passam pelos bancos, pelos partidos e pelo sector empresarial do Estado, Pinto Monteiro já foi chamado a Belém, a São Bento e à Assembleia da República. Mas, aparentemente, ninguém fica contente com as suas explicações. Foi acusado pelo PSD de ceder a pressões de José Sócrates nos casos BPN e Operação Furacão. Foi sugerido pelo PS para o cargo porque, dizia-se, não nutria simpatia pelos socialistas. Incomoda o CDS no caso dos “submarinos”, ainda que ninguém perceba nada do caso e que não exista acusação formal.

Pinto Monteiro chegou entre o rufar dos tambores justiceiros e a tentativa de apagar a má memória que tinha deixado o antecessor, Souto Moura. Um dia, confessou, julgava ter o telemóvel sob escuta. “Aquilo faz um barulho esquisito”. Seria apenas mais um dos principais garantes da democracia a ser escutado: Sócrates foi-o no âmbito do processo “Face Oculta”, o Presidente da República teme tê-lo sido – e disse-o publicamente.
É nesta República que Pinto Monteiro é Procurador-geral. E estes são os dez casos em que tem as mãos (e o pescoço) metidos.
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Os 10 dramas de Pinto Monteiro
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Casa Pia (em julgamento)
O julgamento do processo Casa Pia ameaça ultrapassar as 500 sessões. A acusação feita pelo Ministério Público, segundo as notícias que saem da sala de audiências, esboroa-se a cada sessão. Apenas os factos apresentados contra Carlos Silvino, o motorista da Casa Pia acusado de violação e proxenetismo se mantém em pé. Réus como Carlos Cruz ou Ferreira Diniz estão cada vez mais descansados, porque, aparentemente, os dias e as horas dos alegados crimes não coincidem com as provas e os testemunhos. E do socialista Paulo Pedroso já todos parecem ter-se esquecido. Pinto Monteiro apanhou o caso a meio, uma espécie de herança do seu antecessor, Souto Moura. Agora, o procurador João Aibéu tenta salvar a “honra do convento”, mas a cada acusação parecem surgir mais testemunhas, mais contra-provas e mais problemas. O caso, que data de 2003, ainda não tem fim à vista – nem se sabe onde param as certidões que em tempos o MP disse terem sido extraídas para mais investigações e acusações.
Carolina Salgado
Pinto Monteiro assegurou ao País que estava a ler o livro “Eu Carolina”, escrito pela ex-companheira de Pinto da Costa, o presidente do Futebol Clube do Porto. Leu, mas não disse se gostou ou não. As acusações de Carolina Salgado lá chegaram a tribunal, mas nem ela nem os alegados culpados de corrupção de árbitros, troca de favores por sexo com prostitutas e agressões físicas tiveram, neste caso, desfecho de cárcere. O outro processo, “Apito Dourado”, esse sim, já condenou pequenos dirigentes e agentes de segurança. Pinto da Costa, acusado no livro pela sua ex-mulher, escapou.
Voos da CIA
A edição portuguesa da revista “Focus” alertou para a existência de voos ilegais da CIA a passar em Portugal. Ana Gomes fez disso “cavalo de batalha” no Parlamento Europeu. O escândalo tornou-se mundial, mas Pinto Monteiro acabaria, já este ano, e depois de três anos de investigação, por arquivar o processo. O pingue-pongue entre Sócrates e Monteiro foi visível quando, no início de 2009, o primeiro-ministro remetia todas as respostas para a procuradoria. Em resumo: vários países, incluindo Espanha, provaram que o seu espaço aéreo foi violado pela secreta norte-americana. Mas no nosso país, um espaço aéreo utilizado, de certeza, pois as rotas que a Espanha e outros Estados indicaram tinham mesmo de cruzar o nosso céu, em Portugal, dizíamos, nada. Arquivado.
Freeport
Duas dores de cabeça. A primeira a investigação em si, com a aparente indigência do Ministério Público, que admitiu ter a investigação parada durante anos por causa da falta de recursos humanos em Alcochete. Depois, uma investigação que parecia andar a conta-gotas, ao sabor das notícias da comunicação social. Em causa a aprovação da construção de um espaço comercial às portas de Lisboa. Suspeita-se que uma firma britânica terá pago luvas a agentes políticos para aprovar o Freeport. À época, o principal responsável político era o actual primeiro-ministro, José Sócrates. Um vídeo mostra um dos promotores do negócio a acusar directamente Sócrates de ter recebido luvas. A investigação britânica foi arquivada, porque para nas terras de Sua Majestade, o assunto não passa de um caso de fuga ao fisco local. Por cá até já tem arguidos. Mas as sessões em tribunal tardam a ver-se. Outra dor de cabeça foi a alegada interferência do presidente do Eurojust, Lopes da Mota, junto dos dois procuradores que conduzem a investigação. Lopes da Mota foi acusado pelos homens de Pinto Monteiro. Mas o caso perdeu-se nas prateleiras da investigação. Ninguém foi condenado. Pinto Monteiro chegou a dizer que o Eurojust tinha sido afastado do processo – apesar de ser o organismo que deve coordenar as investigações das polícias da União Europeia. Mas era mentira: o Eurojust afastara-se ele mesmo, antes de o Procurador o solicitar.
UNI / Diploma de Sócrates
Mais um caso sem conclusão. Quando se soube que o actual primeiro-ministro tinha sido licenciado a um domingo e que o seu último exame tinha sido entregue por fax, Pinto Monteiro disse que iria investigar o caso. Nenhum resultado se conhece até agora. E a Universidade Independente acabou. Do processo de má gestão e desvios de dinheiro resulta apenas um detido, Rui Verde. Mas sobre a investigação à metodologia seguida na UNI para licenciar os seus alunos, nada mais se soube. Pelo menos da parte de Pinto Monteiro.
Maddie McCann
A menina de cinco anos, que desapareceu de um aldeamento turístico no Algarve, provocou mais uma troca de correspondência entre Portugal e Inglaterra. As autoridades britânicas criticaram violentamente a investigação portuguesa, que nunca foi capaz de se decidir por uma das duas teses: ou assassinato ou desaparecimento. Pinto Monteiro teve ainda de lidar com os desajustes da Polícia Judiciária, que ao despedir Gonçalo Amaral da investigação do caso o tornou um mártir. Amaral escreveu um livro onde afirma que Maddie morreu no quarto. Foi processado pelos pais da menina. A Procuradoria-geral da República, depois de algumas declarações de circunstância durante dois anos, decidiu arquivar o processo. Nem morta nem desaparecida. Apenas arquivada.
Bragaparques

Um processo complicado, que implicava a tentativa de suborno de agentes políticos da Câmara Municipal de Lisboa por parte da empresa minhota Bragaparques, envolvida em vários negócios na capital – entre eles, o dos terrenos da antiga Feira Popular. Já em Fevereiro deste ano, e depois de serem ouvidas dezenas de pessoas, Domingos Névoa, o administrador da empresa, seria condenado a pagar uma mera multa de cinco mil euros por ter tentado corromper o vereador José Sá Fernandes, então do Bloco de Esquerda. A tentativa de corrupção foi gravada e publicada pelo jornal “Expresso”. Pinto Monteiro, sabe-se, ficou incomodado com a decisão judicial – considerou-a branda.
Portucale
O abate de sobreiros em terrenos perto de Lisboa e a eventual operação financeira que teria, alegadamente, levado dinheiro aos cofres partidários, esteve também sob alçada do actual Procurador Geral da República. O caso continua a ser investigado, sem conclusões. Os responsáveis políticos estão intocados, os responsáveis empresariais também. Pinto Monteiro nada diz sobre este processo há meses.
BPN
A alegada gestão danosa do Banco Português de Negócios já deteve o seu antigo dirigente, Oliveira e Costa, e lança sombra suspeita agora sobre várias pessoas, entre as quais Manuel Dias Loureiro, antigo Conselheiro de Estado e administrador do banco. O drama é tão grande que envolveu a nacionalização da instituição, não fosse o tecido bancário nacional rasgar-se. Ao Ministério Público pede-se que acuse os autores da má gestão e dos alegados ilícitos criminais. Mas até agora, nem sequer foi deduzida acusação contra Oliveira e Costa, que tem data limite de 21 de Novembro. “Esperemos que nessa altura – se não houver nenhum terramoto, se não houver nada que nos transtorne os planos –, os meus colegas, que estão a trabalhar neste processo muito complexo, consigam impedir a alteração da situação em que os arguidos se encontram”, disse Cândida Almeida, a procuradora que coordena o processo. Em suma: nos EUA Madoff foi acusado de fraude a 12 de Dezembro de 2008 e condenado a 29 de Junho de 2009. A 18 de Fevereiro de 2008 rebentou o escândalo BPN, que ainda nem sequer tem acusação formada.
Face Oculta
Um sucateiro de Águeda, vários quadros médios de empresas do sector empresarial do Estado, um vice-presidente do maior banco privado português – e amigo do primeiro-ministro – são as principais personagens da história mais recente dos escândalos portugueses. Na investigação a PJ escutou Armando Vara e José Sócrates em conversas sobre temas que, alegadamente, passam pela comunicação social, a salvação de um grupo privado de comunicação social e o financiamento do PS. As escutas a Vara e Sócrates sobrepuseram-se ao crime de colarinho branco. Uma guerra entre Pinto Monteiro e um velho adversário, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, fez com que as ditas conversas – gravadas em 52 cassetes – fossem ou estivessem a caminho da destruição. O Procurador desespera e anuncia que esta semana diz mais sobre o caso. Noronha do Nascimento, o presidente do “Supremo”, sacode a água do capote. A oposição critica a Justiça. O primeiro-ministro diz que isto “já passou todas as marcas”.
O Diábo

A FRASE DO DIA

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“"Ninguém acredita no funcionamento da Justiça e na sua independência face ao poder político"
Constança Cunha e Sá, "Correio da Manhã", 17-11-2009

ASSIS EM DEFESA DO SEU PATRÃO

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Doeu-me a alma de quando o Assis apanhou "baldadas" de lixo em Felgueiras, há uns anitos.
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O líder do parlamentar do PS, Francisco Assis, afirmou hoje que o primeiro-ministro, José Sócrates, tem sido alvo de uma tentativa de "homicídio de carácter" por parte de quem o tenta envolver no processo "Face Oculta" (Diário de Notícias)

PORTUGAL OCULTO

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O PORTUGAL OCULTO

“É verdade nua e crua que em Portugal a riqueza e os políticos são ocultos; os que não são ocultos são os pobres de espírito e de bens”

A PORTUGUESA MARIA DA CONCEIÇÃO A MULHER DO ANO EM DUBAI

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Temos sim Marias e Maneis de Portugal que vão com as suas obras, no estrangeiros, dando nome à Pátria Lusa. Maria da Conceição é eleita a Mulher do Ano, em Dubai onde o dinheiro, ouro e petróleo corre como água, da montanha, a despenhar-se no vale.
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Maria, além de sua profissão de hospedeira de bordo de uma companhia de aviação de um dos setes Emiratos Árabe Unidos, dedica seus tempos livres a fins caricativos, a favor de crianças, em Bangladesh, um país afectado pela pobreza e as tragédias naturais. Os portugueses estão de parabéns.
José Martins
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Para ver as fotografias das actividades, caricativas, de Maria da Conceição clique no endereço abaixo
http://picasaweb.google.com/thedhakaproject.pt/THEDHAKAPROJECT02#

O PEDRO EM LISBOA

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O Pedro, fumando, a sua cigarrilhada, junto, à margem do Tejo

Procurado pela Interpol vive em Lisboa

Pedro Chiang foi acusado num caso de corrupção em Macau. Há dois meses fugiu para Portugal.

Hugo Franco e Gilberto Lopes (http://www.expresso.pt/)
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À MARGEM: Não se admirem por aí com esta notícia... Isto é banal em Macau que se situa em 43º. lugar entre os países corruptos do globo... Mas o Pedro até nem está com a face oculta, está a dá-la airosamente e ao fresco do rio Tejo. O Pedro deve saber muito e dos esquemas que existem em Macau. Deixar o Pedro viver a vida e fumar as suas "cigarrilhadas", em Portugal, onde até não nasceu, mas obteve a nacionalidade.
José Martins
Uma questão de honra

Uma questão de honra

Mark Felt foi um daqueles príncipes que o sólido ensino superior norte-americano produz com saudável regularidade. Tinha uma licenciatura em Direito de Georgetown e chegou a ser uma alta patente da marinha dos Estados Unidos. Com este formidável equipamento académico desempenhou missões complexas no Pentágono e na CIA.

Durante a guerra do Vietname serviu no Conselho Nacional de Segurança de Henry Kissinger. Acabou como Director Adjunto do equivalente americano à nossa Polícia Judiciária. Durante vários anos foi Director Geral interino do FBI. Foi nesse período que Mark Felt se tornou no Garganta Funda.

Muito se tem escrito sobre as motivações de um alto funcionário do aparelho judiciário americano na quebra do segredo de justiça no Watergate. Todo o curriculum de Felt impunha-lhe, instintivamente, a orientação clássica de manter reserva total sobre assuntos do Estado.

Hoje é consensual que Mark Felt só pode ter denunciado a traição presidencial de Nixon por uma razão. Para ele, militar e jurista, acabar com o saque da democracia americana era uma questão de honra. Pôr fim a uma presidência corrupta e totalitária era um imperativo constitucional.

Felt começou a orientar em segredo os repórteres do Washington Post quando constatou que todo o aparelho de estado americano tinha sido capturado na teia tecida pela Casa Branca de Nixon e que, com as provas a serem destruídas, os assaltos ao multipartidarismo ficariam impunes. A única saída era delegar poder na opinião pública para forçar os vários ramos executivos a cumprir as suas obrigações constitucionais.

Estamos a viver em Portugal momentos equiparáveis. Em tudo. Se os mecanismos judiciais ficarem entregues a si próprios, entre pulsões absurdamente garantisticas, infinitas possibilidades dilatórias que se acomodam nos seus meandros e as patéticas lutas de galos, os elementos de prova desaparecem ou são esquecidos. Os delitos ficam impunes e uma classe de prevaricadores calculistas perpetua-se no poder.

Face a isto, há quem no sistema judicial esteja consciente destas falhas do Estado e, por uma questão de honra e dever, esteja a fazer chegar à opinião pública elementos concretos e sólidos sobre aquilo que, até aqui, só se sussurrava em surdinas cúmplices. E assim sabe-se o que dizem as escutas e o que dizem as gravações feitas com câmaras ocultas que registam pedidos de subornos colossais.

Ficámos a conhecer as estratégias para amordaçar liberdades de informação com dinheiro do Estado. E sabemos tudo isto porque, felizmente, há gente de honra que o dá a conhecer. Por isso, eu confio no Procurador que mandou investigar as conversas de Vara com quem quer que fosse. Fê-lo porque achou que nelas haveria matéria de importância nacional. E há.

Confio no Juiz que autorizou as escutas quando detectou indícios de que entre os contactos de Vara havia faces até aqui ocultas com comportamentos intoleráveis. E, infelizmente o digo, confio, sobretudo, em quem com toda a dignidade democrática e grande risco pessoal, tem tomado a difícil decisão de trazer ao conhecimento público indícios de infâmias que, de outro modo, ficariam impunes.

A luta que empreenderam, pela rectificação de um sistema que a corrupção e o medo incapacitaram, é muito perigosa. Desejo-lhes boa sorte. Nesta fase, travam a batalha fundamental para a sobrevivência da democracia em Portugal. Têm que continuar a lutar. Até que a oposição cumpra o seu dever e faça cair este governo.

2009 - LISTA DOS PAÍSES ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO

Rank

País / Território

CPI Placar 2009

Inquéritos Usado

Intervalo de confiança

1

Nova Zelândia

9,4

6

9,1-9,5

2

Dinamarca

9,3

6

9,1-9,5

3

Cingapura

9,2

9

9,0-9,4

3

Suécia

9,2

6

9,0-9,3

5

Suíça

9,0

6

8,9-9,1

6

Finlândia

8,9

6

8,4-9,4

6

Holanda

8,9

6

8,7-9,0

8

Austrália

8,7

8

8,3-9,0

8

Canadá

8,7

6

8,5-9,0

8

Islândia

8,7

4

7,5-9,4

11

Noruega

8,6

6

8,2-9,1

12

Hong Kong

8,2

8

7,9-8,5

12

Luxemburgo

8,2

6

7,6-8,8

14

Alemanha

8,0

6

7,7-8,3

14

Irlanda

8,0

6

7,8-8,4

16

Áustria

7,9

6

7,4-8,3

17

Japão

7,7

8

7,4-8,0

17

Reino Unido

7,7

6

7,3-8,2

19

Estados Unidos

7,5

8

6,9-8,0

20

Barbados

7,4

4

6,6-8,2

21

Bélgica

7,1

6

6,9-7,3

22

Catar

7,0

6

5,8-8,1

22

Santa Lúcia

7,0

3

6,7-7,5

24

França

6,9

6

6,5-7,3

25

Chile

6,7

7

6,5-6,9

25

Uruguai

6,7

5

6,4-7,1

27

Chipre

6,6

4

6,1-7,1

27

Estónia

6,6

8

6,1-6,9

27

Eslovênia

6,6

8

6,3-6,9

30

Emirados Árabes Unidos

6,5

5

5,5-7,5

31

São Vicente e Granadinas

6,4

3

4,9-7,5

32

Israel

6,1

6

5,4-6,7

32

Espanha

6,1

6

5,5-6,6

34

Dominica

5,9

3

4,9-6,7

35

Portugal

5,8

6

5,5-6,2

35

Porto Rico

5,8

4

5,2-6,3

37

Botsuana

5,6

6

5,1-6,3

37

Taiwan

5,6

9

5,4-5,9

39

Brunei Darussalam

5,5

4

4,7-6,4

39

Omã

5,5

5

4,4-6,5

39

Coreia (Sul)

5,5

9

5,3-5,7

42

Maurício

5,4

6

5,0-5,9

43

Costa Rica

5,3

5

4,7-5,9

43

Macau

5,3

3

3,3-6,9

45

Malta

5,2

4

4,0-6,2

46

Bahrein

5,1

5

4,2-5,8

46

Cabo Verde

5,1

3

3,3-7,0

46

Hungria

5,1

8

4,6-5,7

49

Butão

5,0

4

4,3-5,6

49

Jordânia

5,0

7

3,9-6,1

49

Polônia

5,0

8

4,5-5,5

52

República Tcheca

4,9

8

4,3-5,6

52

Lituânia

4,9

8

4,4-5,4

54

Seychelles

4,8

3

3,0-6,7

55

África do Sul

4,7

8

4,3-4,9

56

Letónia

4,5

6

4,1-4,9

56

Malásia

4,5

9

4,0-5,1

56

Namíbia

4,5

6

3,9-5,1

56

Samoa

4,5

3

3,3-5,3

56

Eslováquia

4,5

8

4,1-4,9

61

Cuba

4,4

3

3,5-5,1

61

Turquia

4,4

7

3,9-4,9

63

Itália

4,3

6

3,8-4,9

63

Arábia Saudita

4,3

5

3,1-5,3

65

Tunísia

4,2

6

3,0-5,5

66

Croácia

4,1

8

3,7-4,5

66

Geórgia

4,1

7

3,4-4,7

66

Kuwait

4,1

5

3,2-5,1

69

Gana

3,9

7

3,2-4,6

69

Montenegro

3,9

5

3,5-4,4

71

Bulgária

3,8

8

3,2-4,5

71

República da Macedónia

3,8

6

3,4-4,2

71

Grécia

3,8

6

3,2-4,3

71

Roménia

3,8

8

3,2-4,3

75

Brasil

3,7

7

3,3-4,3

75

Colômbia

3,7

7

3,1-4,3

75

Peru

3,7

7

3,4-4,1

75

Suriname

3,7

3

3,0-4,7

79

Burkina Fasso

3,6

7

2,8-4,4

79

China

3,6

9

3,0-4,2

79

Suazilândia

3,6

3

3,0-4,7

79

Trinidad e Tobago

3,6

4

3,0-4,3

83

Sérvia

3,5

6

3,3-3,9

84

El Salvador

3,4

5

3,0-3,8

84

Guatemala

3,4

5

3,0-3,9

84

Índia

3,4

10

3,2-3,6

84

Panamá

3,4

5

3,1-3,7

84

Tailândia

3,4

9

3,0-3,8

89

Lesoto

3,3

6

2,8-3,8

89

Malawi

3,3

7

2,7-3,9

89

México

3,3

7

3,2-3,5

89

Moldávia

3,3

6

2,7-4,0

89

Marrocos

3,3

6

2,8-3,9

89

Ruanda

3,3

4

2,9-3,7

95

Albânia

3,2

6

3,0-3,3

95

Vanuatu

3,2

3

2,3-4,7

97

Libéria

3,1

3

1,9-3,8

97

Sri Lanka

3,1

7

2,8-3,4

99

Bósnia-Herzegovina

3,0

7

2,6-3,4

99

República Dominicana

3,0

5

2,9-3,2

99

Jamaica

3,0

5

2,8-3,3

99

Madagascar

3,0

7

2,8-3,2

99

Senegal

3,0

7

2,5-3,6

99

Tonga

3,0

3

2,6-3,3

99

Zâmbia

3,0

7

2,8-3,2

106

Argentina

2,9

7

2,6-3,1

106

Benin

2,9

6

2,3-3,4

106

Gabão

2,9

3

2,6-3,1

106

Gâmbia

2,9

5

1,6-4,0

106

Níger

2,9

5

2,7-3,0

111

Argélia

2,8

6

2,5-3,1

111

Djibuti

2,8

4

2,3-3,2

111

Egito

2,8

6

2,6-3,1

111

Indonésia

2,8

9

2,4-3,2

111

Kiribati

2,8

3

2,3-3,3

111

Mali

2,8

6

2,4-3,2

111

São Tomé e Príncipe

2,8

3

2,4-3,3

111

Ilhas Salomão

2,8

3

2,3-3,3

111

Togo

2,8

5

1,9-3,9

120

Armênia

2,7

7

2,6-2,8

120

Bolívia

2,7

6

2,4-3,1

120

Etiópia

2,7

7

2,4-2,9

120

Casaquistão

2,7

7

2,1-3,3

120

Mongólia

2,7

7

2,4-3,0

120

Vietnã

2,7

9

2,4-3,1

126

Eritréia

2,6

4

1,6-3,8

126

Guiana

2,6

4

2,5-2,7

126

Síria

2,6

5

2,2-2,9

126

Tanzânia

2,6

7

2,4-2,9

130

Honduras

2,5

6

2,2-2,8

130

Líbano

2,5

3

1,9-3,1

130

Líbia

2,5

6

2,2-2,8

130

Maldivas

2,5

4

1,8-3,2

130

Mauritânia

2,5

7

2,0-3,3

130

Moçambique

2,5

7

2,3-2,8

130

Nicarágua

2,5

6

2,3-2,7

130

Nigéria

2,5

7

2,2-2,7

130

Uganda

2,5

7

2,1-2,8

139

Bangladesh

2,4

7

2,0-2,8

139

Belarus

2,4

4

2,0-2,8

139

Paquistão

2,4

7

2,1-2,7

139

Filipinas

2,4

9

2,1-2,7

143

Azerbaijão

2,3

7

2,0-2,6

143

Comores

2,3

3

1,6-3,3

143

Nepal

2,3

6

2,0-2,6

146

Camarões

2,2

7

1,9-2,6

146

Equador

2,2

5

2,0-2,5

146

Quênia

2,2

7

1,9-2,5

146

Rússia

2,2

8

1,9-2,4

146

Serra Leoa

2,2

5

1,9-2,4

146

Timor-Leste

2,2

5

1,8-2,6

146

Ucrânia

2,2

8

2,0-2,6

146

Zimbábue

2,2

7

1,7-2,8

154

Costa do Marfim

2,1

7

1,8-2,4

154

Papua Nova Guiné

2,1

5

1,7-2,5

154

Paraguai

2,1

5

1,7-2,5

154

Iêmen

2,1

4

1,6-2,5

158

Camboja

2,0

8

1,8-2,2

158

Central Africano República

2,0

4

1,9-2,2

158

Laos

2,0

4

1,6-2,6

158

Tadjiquistão

2,0

8

1,6-2,5

162

Angola

1,9

5

1,8-1,9

162

Congo Brazzaville

1,9

5

1,6-2,1

162

República Democrática do Congo

1,9

5

1,7-2,1

162

Guiné-Bissau

1,9

3

1,8-2,0

162

Quirguistão

1,9

7

1,8-2,1

162

Venezuela

1,9

7

1,8-2,0

168

Burundi

1,8

6

1,6-2,0

168

Guiné Equatorial

1,8

3

1,6-1,9

168

Guiné

1,8

5

1,7-1,8

168

Haiti

1,8

3

1,4-2,3

168

Irã

1,8

3

1,7-1,9

168

Turcomenistão

1,8

4

1,7-1,9

174

Uzbequistão

1,7

6

1,5-1,8

175

Chade

1,6

6

1,5-1,7

176

Iraque

1,5

3

1,2-1,8

176

Sudão

1,5

5

1,4-1,7

178

Myanmar

1,4

3

0,9-1,8

179

Afeganistão

1,3

4

1,0-1,5

180

Somália

1,1

3

0,9-1,4

ATÉ PARA SER POLÍTICO É PRECISO TER SORTE!

-
Em Agosto de 1976, abandonei a Rodésia, dois anos depois da independência de Moçambique, isto pelo facto de que o futuro,ali, seria incerto.
-
Fiz escala no aeroporto de Joanesburgo (África do Sul), para apanhar o avião da TAP para Lisboa. Era o meu adeus a África depois de 15 anos.
-
Em Joanesburgo, encontrei um colega meu, mecânico que regressava à Rodésia depois de um mês, de férias, em Portugal.
-
Encontrava-me apreensivo se iria ou não conseguir trabalho de mecânico na pátria que tinha deixado, como emigrante.
-
As noticias que me chegavam à Rodésia eram que por Portugal as coisas não seguiam pelo melhor. Perguntei ao meu amigo se iria ter ou não dificuldades de conseguir emprego.
-
Respondeu-me: “olha filias-te num partido e vais concerteza conseguir emprego...!!!
-
Não me conformou a resposta e pensei: seja o que for quando chegar a Portugal. O certo que foi que passado uns oito dias (apesar de já existir crise de trabalho), depois de responder a um anúncio estou a trabalhar, numa firma distribuidora de bebidas e a fazer a manutenção da frota de uns 15 carros e camiões.
-
Não foi fácil a adaptação, porque em 24 trabalhadores da empresa só eu e os dois patrões não eramos comunistas. A empresa estava completamente, infectada, politizada e estalinizada e quase rés vês os trabalhadores lhe pegarem as rédeas.
-
Para os meus colegas era um “facho” retornado e pior ainda por não ter alinhado em aceitar bilhetes de “borla” para me juntar à malta do Cunhal na festa Jamor.
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Passado oito meses saí novamente de Portugal em procura de novos horizontes no estrangeiro. O meu destino seria a Arábia Saudita. Numa manhã de Abril de 1977, parti do Aeroporto de Pedras Rubras em direcção a Londres, afim da companhia que me tinha contratado, por dois anos, como mecânico, ali me obter a visa, para poder entrar na Arábia Saudita.
-
Comigo, seguiam e com a mesma finalidade, dois portugueses, retornados de Angola, cuja profissão deles era a de perfuradores que tinham sido na Companhia dos Diamantes de Angola.
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Um deles, de nome de Araújo, ainda muito jovem, tinha experimentado a política e filiou-se no PS. Comprou todos e mais alguns livros que o instruísse sobre os meandros da política e não conseguiu guindar-se a lugar de topo. Começou, politicamente, como colador de cartazes nas paredes e ficou pelo caminho.
-
O Araújo foi politicamente um infeliz e retornou à estaca zero e à sua profissão de perfurador. Outros Araújos, viriam a ter mais sorte que ele e os do seu tempo enriqueceram à conta de habilidades e são (claro para o grupo deles), proeminentes figuras...
-
Pouco importa se sujaram ou não as mãos. O que lhes bastou foi o encher a “pança” e ir vivendo, parasitando, os dinheiros do erário público.
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A vida só há uma... Eles bem sabem disso e o dinheiro não tem face, mesmo oculta, que seja.
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José Martins

É DE TER PENA DESTE "POBRI-HOMEM"

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Processo 'Face Oculta'

José Penedos não entrega declaração no TC há dez anos

por ANA TOMÁS RIBEIRO

Hoje (Diário de Notícias)
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A última declaração de rendimentos entregue por José Penedos no Tribunal Constitucional data de 1999, quando este era deputado do PS no Parlamento.

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Como presidente da REN, nunca declarou nada àquele órgão. Os juristas dividem-se sobre o dever ou não de o fazer. O gestor, um dos arguidos no processo 'Face Oculta', é hoje ouvido no DIAP de Aveiro

ROMENOS À SOLTA NA EUROPA




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Espanha
Dez presos, em Espanha, por defraudar 800.000 euros através de falsos websites.
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Os detidos, de origem romena, enviaram 'emails' em nome de páginas a circular na Internet, de um serviço público e de uma companhia de navegação para obter identidades internacionais às quais burlavam dinheiro.
-
A polícia prendeu dez pessoas, a maioria, em Madrid, que formaram uma rede de burlões enviando mais de meio milhão de e-mails phishing (um tipo de fraude através da Internet) com os quais poderia ter atingido cerca de 800.000 € defraudando numerosas pessoas, efectuando compras, criaram leilões, abriram contas bancárias ou serviços contratuais. (El País)

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE - 17.11.09

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Quique Flores com sintomas de gripe A
Braga: Atingido por um carro
Famalicão: Roubou caçadeira
Trio armado rouba ouro e agride dono
Litos: Empate a três bolas

Capa do PúblicoPúblico

Selecção recebida na Bósnia com insultos e cuspidelas
AIEA pede mais esclarecimentos sobre o nuclear iraniano
Sorteio do Loto 2 (46º/2009)
Sorteio da Lotaria Clássica (46º/2009)
Proposta de Brown para transferir províncias para controlo afegão abre caminho a retirada

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Referendo divide PSD e vai hoje à comissão política
Governo falha registo de ADN dos criminosos
Morte de feto assusta grávidas
Presidente do STJ recebido por Cavaco no auge do caso
Orçamento para 2009 reprovado

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Petróleo: Barril de Brent baixa 0,15 dólares, para 78,61 dólares
Amarante: Dois idosos morrem em incêndio da sua habitação
China/EUA: Hu Jintao defende «alargamento do dialogo e cooperação» com Washington
PT: Lucro cai 14,2% até Setembro para 372 ME mas supera expectativas
Marinha: Apenas uma barra se mantém fechada na costa portuguesa

Capa do ii

Empresas de resíduos unidas em defesa dos interesses comuns
"Night Stalker": polícia inglesa detém agressor sexual de mais de 100 idosos
Austrália pede desculpa por 40 anos de abusos a crianças - vídeo
Mau tempo: alerta amarelo em quase todo o país
PIB japonês cresce 4,8% no terceiro trimestre

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

TMN perde receita média por cliente mas cresce nos dados
Lucro da PT cai 36,2%, melhor que o esperado
Meo atinge 505 mil clientes até Setembro
Ministra do Trabalho recebe hoje patrões e sindicatos
Constâncio divulga hoje previsões mais favoráveis para a economia

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Cavaco Silva recebe hoje presidente do STJ
Perdas de linhas telefónicas no melhor nível desde o quarto trimestre de 2004
Clientes pós-pagos da TMN já pesam 31,5% da base de subscritores
Investimento na rede fixa da PT aumentou 131 milhões de euros
Défice do fundo de pensões da PT diminui 220 milhões

Capa do OjeOje

Lucro da PT desce para 372 milhões de euros até Setembro
Barril de Brent baixa 0,15 dólares, para 78,61 dólares
Bolsa de Tóquio fecha sessão com perda de 0,62 por cento no índice Nikkei
Wall Street encerra em alta nos valores mais elevados do último ano
Soares da Costa quer mais Africa e Golfo

Capa do DestakDestak

Bill dos Tokio Hotel revela ter tido acidente grave
Alterações na circulação sanguínea provocaram morte do feto
Entrega-se o ladrão da carrinha com 11 milhões de euros após fuga
Mussolini descreve Hitler como sentimentalista de lágrima fácil
Peritos pedem lei mais restritiva, DGS diz que é cedo

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Más condições do relvado preocupam
Contactos por Danny
Entrevista a Saviola: «Além de ganhar, divertimo-nos em campo»
Sub-21: «Portugal tem poucas hipóteses», diz seleccionador da Grécia
Selecção tem recepção hostil na Bósnia, FPF prepara queixa

Capa do RecordRecord

Nova pirâmide para outro ciclo
Saviola: «Temos de continuar a jogar bom futebol»
O carrossel da Luz
Renovação completa
Problemas à esquerda

Capa do O JogoO Jogo

Bruno Alves e Deco reavaliados terça-feira
Jenson Button prestes a assinar pela McLaren, segundo o jornal Guardian
Káká diz que Messi é o “Melhor Jogador do Mundo de 2009”
Ronaldinho: “Estou mais adaptado ao futebol italiano”
III Divisão - Série Madeira: União Madeira vence Machico