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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

HOMENAGEM A UNS POUCOS QUE FIZERAM TANTO

1º de Dezembro de 1640

A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendência e outras motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal. Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha. Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País, respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais. Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas, os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha. Esta situação leva a que se organize um movimento conspirador para a recuperação da independência, onde estão presentes elementos do clero e da nobreza. A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduz-se no Paço da Ribeira, onde reside a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mata o seu secretário Miguel de Vasconcelos e vem à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, rei de Portugal. Termina, assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal. A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País. Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.


Parece não haver dúvida de que a ideia de nacionalidade esteve por trás da restauração da independência plena de Portugal após 60 anos de monarquia dualista. Cinco séculos de governo próprio haviam forjado uma nação, fortalecendo-a até ao ponto de rejeitar qualquer espécie de união com o país vizinho. Para mais, a independência fora sempre um desafio a Castela e uma vontade de não ser confundido com ela.

Aclamação de D. João IV, da autoria de Veloso Salgado (Museu Militar, Lisboa)

Entre os dois estados foram sucessivas e acerbas as guerras, as únicas que Portugal realmente travou na Europa. Para a maioria dos Portugueses, os monarcas habsburgos não eram mais do que usurpadores, os Espanhóis, inimigos, e os seus partidários, traidores. Mas a Restauração carece de ser explicada por grande número de outros elementos.

Culturalmente, avançara depressa, entre 1580 e 1640, a castelhanização do País. Autores e artistas portugueses gravitavam nas órbitas da corte espanhola, fixavam residência em Espanha, aceitavam padrões espanhóis e escreviam cada vez mais em castelhano, contribuindo para a riqueza do teatro, da música ou da arte pictórica espanhóis e dando hoje a impressão errada de uma decadência cultural a partir de 1580. A perda de uma individualidade cultural era sentida por muitos portugueses, com reacções diversas a favor da língua pátria e da sua expressão em termos de prosa e poesia. Contudo, os intelectuais que assim reagiam sabiam perfeitamente que os seus esforços seriam vãos sem a recuperação da independência política.

Duquesa de Mântua

Economicamente, a situação piorara desde a década de 1620 ou até antes. Muitas das razões que haviam justificado a união das duas coroas ficaram ultrapassadas com a marcha da conjuntura económica. Todo o Império Português atravessava uma séria crise com a entrada em jogo de holandeses e ingleses. Portugal perdera o monopólio comercial na Ásia, África e Brasil, resultando daí que todos – a Coroa, a nobreza, o clero e a burguesia – haviam sofrido no montante das receitas. Os Espanhóis reagiam fortemente contra a presença portuguesa nos seus territórios, mediante vários processos, entre os quais a Inquisição, situação que suscitou grande animosidade nacionalista tanto em Portugal como em Espanha, aprofundando o fosso já cavado entre os dois países.

D. Margarida, duquesa de Mântua, neta de Filipe II, exerceu o governo de Portugal com autoridade de vice-rei e capitão-general de 1634 a 1640

Mesmo em Portugal, a situação económica estava longe de brilhante. Os produtores sofriam com a queda dos preços do trigo, do azeite e do carvão, só para dar alguns exemplos. A crise afectava as classes baixas, cuja pobreza aumentou sem disfarces, como, aliás, em muitos outros países da Europa. O aumento dos impostos tornava a situação ainda pior. Para explicar os tempos difíceis e apaziguar o descontentamento geral, a solução apresentava-se fácil e óbvia: a Espanha, causa de todos os males.

A conspiração a favor da independência começou em 1639, se não antes, congregando um grupo heterogéneo de nobres, clientes-funcionários da casa de Bragança, e elementos do alto e baixo clero. Em Novembro de 1640, a conspiração dos aristocratas conseguiu finalmente o apoio formal do duque de Bragança.

Reunião dos Conspiradores de 1640. Painel de azulejo no Palácio dos Condes de Almada, em Lisboa.

Conspiradores de 1640

Na manhã do 1º de Dezembro, um grupo de nobres atacou a sede do governo em Lisboa (Paço da Ribeira), prendeu a duquesa de Mântua, e matou ou feriu alguns membros da guarnição militar e funcionários, entre os quais o Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos. Seguidamente, os revoltosos percorreram a cidade, aclamando o novo estado de coisas, secundados pelo entusiasmo popular.

D. João IV

D. João foi aclamado como D. João IV, entrando em Lisboa alguns dias mais tarde. Por quase todo o Portugal metropolitano e ultramarino as notícias da mudança do regime e do novo juramento de fidelidade ao Bragança foram recebidas e obedecidas sem qualquer dúvida. Apenas Ceuta permaneceu fiel à causa de Filipe IV.

Como “governadores”, para gerirem os negócios públicos até à chegada do novo rei, foram escolhidos o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha, o de Braga, D. Sebastião de Matos de Noronha, e o visconde de Vila Nova de Cerveira, D. Lourenço de Lima. D. João IV entrou em Lisboa a 6 de Dezembro, cessando nesta data as funções dos “governadores”.

Retrato de D. João IV, por Avelar Rebelo, em 1643 (Paço de Vila Viçosa)

Proclamar a separação fora coisa relativamente fácil. Mais difícil seria conseguir mantê-la. Tal como em 1580, os portugueses de 1640 estavam longe de unidos. Se as classes inferiores conservavam intacta a fé nacionalista e aderiram a D. João IV sem sombra de dúvida, já a nobreza, muitas vezes com laços familiares em Espanha, hesitou e só parte dela alinhou firmemente com o duque de Bragança. O mesmo se poderia afirmar em relação ao clero.

O novo monarca português não gozava por certo de uma posição invejável. Do ponto de vista teórico, tornava-se necessário justificar a secessão: o novo monarca, longe de figurar como usurpador, reavera simplesmente aquilo que por direito legítimo lhe pertencia. Abundante bibliografia produzida em Portugal e fora dele a partir de 1640 procurou demonstrar os direitos reais do duque de Bragança. Se o trono jamais estivera vago de direito, tanto em 1580 como em 1640, não havia razões para qualquer tipo de eleição em cortes, o que retirava ao povo a importância que ele porventura teria, fosse o trono declarado vacante.

literatura autonomista

Numerosa literatura de pendor autonomista proliferou visando a legitimação

da subida ao trono de D. João IV.

Todo o reinado (1640-56) foi orientado por prioridades. Em primeiro lugar a reorganização do aparelho militar, com reparação de fortalezas das linhas defensivas fronteiriças, fortalecimento das guarnições e obtenção de material e reforços no estrangeiro. Paralelamente, uma intensa actividade diplomática junto das cortes da Europa – no sentido de obter apoio militar e financeiro, negociar tratados de paz ou de tréguas, e conseguir o reconhecimento da Restauração – e a reconquista do império ultramarino. A nível interno, a estabilidade do regime dependeu, antes de mais, do aniquilamento de toda a dissensão a favor de Espanha.

A guerra da Restauração mobilizou todos os esforços que Portugal podia despender e absorveu enormes somas de dinheiro. Pior do que isso, impediu o governo de conceder ajuda às frequentemente atacadas possessões ultramarinas. Mas, se o cerne do Império, pelo menos na Ásia, teve de ser sacrificado, salvou pelo menos a Metrópole de uma ocupação pelas forças espanholas.

Portugal não dispunha de um exército moderno, as suas forças eram escassas – sobretudo na fronteira terrestre –, as suas coudelarias haviam sido extintas, os seus melhores generais lutavam pela Espanha algures na Europa. Do lado português, tudo isto explica por que motivo a guerra se limitou em geral a operações fronteiriças de pouca envergadura. Do lado espanhol, é preciso lembrar que a Guerra dos Trinta Anos (prolongada em Espanha até 1659) e a questão da Catalunha (até 1652) demoraram quaisquer ofensivas de vulto. Regra geral, a guerra, que se prolongou por 28 anos, teve os seus altos e baixos para os dois contendores até ser assinado o Tratado de Lisboa, em 13 de Fevereiro de 1668, entre Afonso VI de Portugal e Carlos II de Espanha, em que este último reconhece a independência do nosso País.

Adaptado de A. H. de Oliveira Marques, “A Restauração e suas Consequências”, in História de Portugal, vol. II, Do Renascimento às Revoluções Liberais, Lisboa, Editorial Presença, 1998, pp. 176-201.

A DUBAI: A DUNA DESFEITA E O SONHO DE RIQUEZA DE MUITOS!

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Uma ilha artificial nos de moldes de uma palmeira construída em Dubai no mar do Golfo Pérsico

As dunas do deserto movimentam-se conforme a direcção dos ventos que lhes bate. O deserto tem miragens e eu que as observei, durante a minha longa estadia nos desertos da Arábia Saudita e Emiratos Arabes Unidos. Dubai foi antes um deserto, foi crescendo e de momento para outro gorou-se a grande duna económica. Hoje Dubai está à Beira da falência económica a qual se irá reflectir no mundo ocidental e não passa de uma miragem do deserto. A seguir seguem comentários de leitores do jornal The Times on line, relativos à crise económica de Dubai
José Martins
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Vallance Brian escreveu:
Pelo que entendi, Dubai usado para enviar e devedores falidos para a prisão por sua incapacidade de pagar suas dívidas. Tivemos muitas histórias na imprensa do ex-patriados de Dubai fugir e abandonar o seu automóvel no parque de estacionamento do aeroporto para evitar essas sanções. Será que estas penas severas agora também aplicável à família real de Dubai?

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JOHN grayer escreveu:
Assim que é a próxima bolha? Ouro?


Craig D escreveu:
Então, se eu morasse em Dubai e não pagasse a minha conta de cartão de crédito ou devolver um cheque, eu seguia direito para a cadeia .... Então eu assumo prisão dos homens do dinheiro na cadeia de Dubai ou é uma regra para nós e uma para eles?

Anthony Coleby escreveu:
Allan Dinnadge,
Eu concordo. Mas o problema é que as pessoas que vão agitar esta "crise" - a mídia, os profetas da desgraça ... não sei nada de Dubai (e muito pouco de outra coisa a leste de Margate)

James Beauvoir escreveu:
Sério? De onde é o The Times a obtenção das informações?

Prem Singh escreveu:
Vamos sofrer e banqueiros vão ficar rico novamente. Impostos mais altos aqui vêm

Carmyllie Martin escreveu:
O que estamos vendo são principais números, estes não incluem o off-valores de balanço, que, mais do que provável ser altamente orientadas e equivalem a um montante muito maior. O significado do que aconteceu foi, compreensivelmente, não completamente ressoava com o Ocidente. Dubai foi vigorosamente tentando provar que era o modelo para um estado novo mundo muçulmano e todos os olhos do Médio Oriente foi e é sobre ele, da falta de um sukuk Sharia é uma enorme perda de rosto para Dubai e em Sheik Mohammed particular. Para fazer este curso de ação teria sido um último recurso extremo! O problema vem no GCC é um de contágio, a maioria dos negócios é feito através de participações cruzadas, quando a confiança é batido cheques estão fechadas eo resultado disso é muito bem conhecido. Um último ponto, nós devemos olhar no Ocidente para entender a causa e efeito do que está acontecendo (pois terá um impacto sobre nós, lembre-se da OPEP!) E não bico para trás alguns dos disparates mordazes que foram aparecendo no a imprensa sobre o último número de dias.

A Slumlord escreveu:
História Errado! Os mercados estão caindo


Willam Flint escreveu:
Outra crise financeira iminente? E, graças à intervenção de bancos do Reino Unido ainda são empréstimos com risco demasiado em Dubai, bem como em casa: cartões de loja estão de volta na rua para todos (até mesmo ex-falidos), sem qualquer verificação de crédito próprio, empréstimos hipotecários é bobagem voltando, e os banqueiros estão rindo toda a maneira às suas contas bancárias na Suíça às nossas custas


Informação The Times - Tradução Google revisada

A CZARINA ANGOLANA

Clique em baixo e leia a reportagem publicada no "Público"

  • A face invisível dos negócios angolanos em Portugal
  • DEPOIS DO ACIDENTE TUDO BEM COM TIGER WOODS

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    Tiger Woods acompanhado de sua esposa Elin Nordgren de nacionalidade sueca.
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    Tiger Woods assume a responsabilidade pelo acidente
    Tiger Woods, o melhor golfista do mundo, que sofreu um acidente de carro recentemente, aceitou a responsabilidade por ele através de sua Web Woods e pede respeito para manter as informações privadas.
    O acidente, que ocorreu perto de sua casa na Flórida, aconteceu de quando o carro do golfista colidiu com um hidrante e uma árvore.
    O jogador, que estava preso dentro do veículo, foi socorrido por sua mulher, Elin Nordegren, que utilizou dois "sticks" de golfe do atleta para quebrar as janelas e arrastando o corpo.
    "Esta situação é culpa minha e é obviamente muito embaraçoso para a minha família e para mim", disse através de sua Web Woods.
    "Eu sou humano, eu não sou perfeito.
    Obviamente, vou garantir que isso não aconteça novamente.
    " O atleta, que na foto aparece ao lado de sua esposa em um torneio em São Francisco, em Outubro último, surgiram rumores, que existiam conflitos entre Tiger Woods e a esposa e teria sido a causa do acidente.
    "Este é um assunto privado e eu quero ficar bem.
    Entendo que existe a curiosidade, mas boatos falsos, infundados e maliciosos começam a circular sobre a minha família são irresponsáveis."
    AP / Reuters - 2009/11/29
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    P.S. Tiger Woods é filho de uma senhora tailandesa e pai americano.

    ERA SÓ MAIS ESTA QUE NOS FALTAVA...!!!

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    Faltava-nos mais esta!
    Gramarmos com a merda que os espanhóis defecam!
    Somos o quê? A retrete deles?
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    Ambiente
    Esgotos de Madrid no Tejo
    A Espanha está a canalizar os esgotos de Madrid para o rio Tejo e a desviar a água limpa das nascentes do rio para as regiões turísticas.


    Leia mais na edição em papel do jornal 'Correio da Manhã'

    AS LAMÚRIAS DE GENTE QUE SOFRE

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    Fonte: HEROISdoMAR
    A Ditadura e a Democracia vivida e comparada por mim .
    Nasci , vivi , fui educado e, trabalhei na social-ditadura , hoje em democracia , qual é o meu parecer , sem complexos como abservador atento e comparativo sobre as duas sociedades .
    A sociedade que hoje algumas pessoas lhe chamam ditadura e contam coisas do outro mundo , com fantasmas á mistura , onde eu vive e andei por esse País , nunca senti nada daquilo que por aí contam e dizem e trabalhei com gente de todo o teor da sociedade .
    Falei daquilo que tinha que falar sem preconceitos daquilo que falava . Senti na pele o que hoje é corrente,as cunhas indignado fiz uma reclamação e o médico em causa foi punido pela ordem pelo simples facto de um concurso a SACOR hoje GALP me ter reprovado na inspeção médica por ter "vertigens " , que era mentira.
    Hoje os atropelos que se fazem neste campo os melhores lugares são para os boys dos Partidos .
    Fala-se na imigração da ditadura que foi má eu tive familiares nessa condição , mas não era por falta de emprego , esses havia não eram bem remoderados . ~
    Hoje o que se assiste uma exploração muito pior que havia antigamente , poe-se no desemprego por dá cá aquela palha etc etc , tudo em nome de uma democracia .
    No tempo da outra senhora ainda havia hipóteses de se imigrar para a Europa hoje nem essa hipotese se tem.
    Os politicos falam em esquerda e direita , com um avontade que ninguem dislumbra o que eles querem dizer porque as politicas são as mesmas , só com um dogma .
    Tive esta semana a curiosodade de ouvir da Dª Catalina dignissima directora da Casa Pia á altura da pedófilia nessa instituição e o que ela disse de relevo , tinha convição até altura que era de "esquerda " , hoje não acredita em esquerda nem em direita e não acredita em NADA .
    É mesmo nesse NADA que eu acredito nestas gentes sem perfil para os cargos que ocupam que nos desgovernam e que andam por aí a dizer só baboseiras , como espionagem politica , fazem pressão á justiça para a pôr em causa e saberem passar pelo meio da chuva , enfim uma anarquia sem precedentes .

    Luis Afonso

    AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 30.11.09

    Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

    Avaliação de funcionários judiciais e médicos parada
    Avenida Frei Miguel Contreiras pode mudar de nome
    Maior ONG contra corrupção entra em Portugal
    Já poucos acreditam no regresso de Marcelo
    Homem mata ex-mulher e um militar da GNR a tiro

    Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

    Índia: Economia cresce 7,9% acima das expectativas
    Honduras: Porfírio Lobo declara-se vencedor, Elvin Santos reconhece a derrota nas presidenciais
    China/UE: PM chinês saúda entrada em vigor do Tratado de Lisboa
    Trânsito: Um morto em despiste de ligeiro na IC32 perto de Coina
    China/UE: PM chinês apela à cooperação mas recusa revalorizar o yuan e pelo ambiental mais arrojado

    Capa do ii

    Recolhas dos Bancos Alimentares Contra a Fome superaram as obtidas em 2008
    Apresentação de propostas para orçamento participativo de Lisboa termina hoje
    Honduras: comunidade internacional dividida em dia de eleições presidenciais
    Guarda civil ferido em Espanha em tiroteio com presumíveis terroristas
    Medidas contra o aquecimento global poderiam beneficiar saúde pública

    Capa do Diário EconómicoDiário Económico

    Petróleo sobe com apoio dos Emiratos ao Dubai
    As lições do Dubai
    Não é apenas moda o Brasil veio para ficar
    “Portugal tem mais a ganhar com o actual momento do Brasil”
    Justiça vista de Bruxelas

    Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

    Todos devem tirar "as devidas lições" da crise
    Cavaco desafia países a tirarem partido do "enorme potencial" da Cimeira Ibero-Americana
    BES e Caixa sem interesse na compra do nacionalizado BPN
    Caso "Sol" causa divergências no interior do conselho da ERC
    Hospitais EPE explicam 72% da queda dos gastos com pessoal

    Capa do OjeOje

    Todos devem tirar "as devidas lições" da crise, alerta Sócrates
    Economia da Índia cresce 7,9%, acima das expectativas
    Tóquio fecha sessão com subida forte no índice Nikkei
    CyberMonday chega hoje a Portugal com descontos em 50 lojas
    Dubai: O que são 80 mil milhões de dólares?

    Capa do DestakDestak

    Vitória sofrida coloca FC Porto a uma vitória do Benfica
    Grupo invade cárcere policial e liberta 28 presos no Rio de Janeiro
    Quatro polícias assassinados a tiro em Tacoma
    Miúdo rouba protagonismo com dança de Michael Jackson
    Golo de Ibrahimovic dá liderança e vitória sobre Real

    Capa do 24 Horas24 Horas


    Capa do A BolaA Bola

    Génova aperta cerco a Veloso
    Leões em Moçambique por Mexer
    Imagens do túnel sem agressões
    Flamengo a uma vitória do título
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    Capa do RecordRecord

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    Briosa é hipótese para Luisão
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    Abel condicionado

    Capa do O JogoO Jogo

    Boca Juniors e River Plate vão falhar próxima Taça Libertadores
    Lyon empata e falha subida à liderança
    Woods diz-se único culpado do acidente e denuncia "rumores infundados"
    Carlos Brito: ” É uma exibição ao encontro daquilo que tem vindo a ser o Rio Ave”
    Varela: "Tive que pensar depressa e acabei por ser feliz"