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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ORA TOMEM LÁ PÉROLAS

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Europol
Polícias europeus vão investigar em Portugal

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Por LICÍNIO LIMA (Diário de Notícias)
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A partir de 1 de Janeiro, as competências da Europol vão ser reforçadas. Este serviço de polícia da União Europeia passa a ter poderes para mandar os Estados membros investigar determinados crimes, podendo também colocar polícias a acompanhar todas as diligências. Vai ser uma espécie de FBI
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A Europol, serviço de polícia da União Europeia (UE), vai reforçar os seus poderes de investigação no início do ano, quer quanto ao número de crimes que passa a poder averiguar quer quanto ao âmbito de intervenção em cada Estado membro. Vai ser uma espécie de FBI, mas ainda sem autonomia jurisdicional que lhe permita entrar e prender sem pedir licença a ninguém.
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À MARGEM: - Ao que o meu país chegou!
Isto é a subjugação total, de Portugal, aos países ricos da União Europeia e uma colonialização sofisticada.
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Ninguém a mim e a outros portugueses perguntou se queríamos ser europeus de quando o Mário Soares, calaceiramente, inseriu Portugal num espaço que nunca deu "cerejas".
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Repito calaceiramente porque Mário Soares, se arvorou em dono de Portugal e da União Europeia viriam "massas" em barda.
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Já nos chegava a "bandidagem" criminosa que constantemente penetra pelas fronteiras e "Portugal aberto" e uma porta aberta a toda a escumalha quanto mais os polícias de países que não se sabe de quais.
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Portugal um país de brandos costumes voltou num país onde a violência, os assaltos voltou no quotidiano.
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Portugal conseguiu ser independente e nele o Povo se governou bem ou mal, durante a II Guerra Mundial, enquanto os europeus se matavam uns aos outros.
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Hoje depois da paranoia da "merda" do 25 de Abril de 1974, e da "palhaçada" da democracia e das liberdades e, agora, sob a pata da União Europeia, Portugal está absolutamente nas lonas e o povo português sujeito à "merda" das asneiras que meia dúzia de "palhaços" produziram ao Povo de Portugal.
José Martins

DESENHAR ROUPAS INTERIORES DE MULHER UM "LOBBY" DE BERLUSCONI

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Paixões de Silvio Berlusconi


Cimeira Europeia
Berlusconi "entreteve" líderes europeus com desenhos de "lingerie" feminina
Enquanto os líderes europeus discutiam os apoios a dar aos países pobres para o combate às alterações climáticas, o primeiro-ministro italiano alegadamente desenhava "lingerie" feminina, para distribuir pelos seus colegas.
Enquanto os líderes europeus discutiam os apoios a dar aos países pobres para o combate às alterações climáticas, o primeiro-ministro italiano alegadamente desenhava “lingerie” feminina, para distribuir pelos seus colegas.
De acordo com uma notícia de hoje do “Telegraph”, Berlusconi colocou a circular os papeis com os seus desenhos, intitulados "roupas íntimas femininas ao longo dos tempos", enquanto decorriam as conversações sobre as alterações climáticas, em Bruxelas, na última sexta-feira.
Entre os líderes europeus presentes na cimeira estavam a chanceler Angela Merkel e a nova responsável pela política externa da união europeia, Catherine Ashton.
O jornal britânico dá conta que a equipa do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, também foi “presenteada” com alguns dos desenhos, mas terá ignorado.
Contudo, Marco Ventura, porta-voz de Berlusconi, insistiu que a notícia não tem fundamento. "Tenho falado com pessoas que estavam em Bruxelas, e isso não é verdade. Não sei de onde vêm esses rumores. Não sei nada sobre isso".
Com 73 anos, Berlusconi é dos líderes europeus mais polémicos. Este fim-de-semana foi de novo notícia em todo o mundo depois de ter sido alvo de uma agressão que o obrigou a ir ao hospital, onde ainda permanece.
Fontes: Jornal Económico

ATAQUE A BERLUSCONI

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Itália teme regresso à violência política
O ataque brutal sobre o Primeiro Ministro põe a nu as profundas divisões da sociedade italiana - Berlusconi: "Eu não entendo esse ódio. Porque seria e o que eu tenha feito de errado?"
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Miguel Mora - Roma -- 15/12/2009
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O envenenamento da política italiana não parará com o sague derramado pelo primeiro-ministro no Domingo, em Milão.
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A imagem de Silvio Berlusconi, após a agressão. selvagem, de Massimo Tartaglia, na porta do carro, olhando com espanto o seu agressor, reflete a tensão e a separação, dividir para metade o país.

O MUNDO ESTRANHO DOS BEIJOS


Clique no video e aprenda aquilo que ainda não sabe... Beijar!!!


video

OS MOINHOS DE BELÉM

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Este Alegre Quixote continua a ir a jantares de apoio à sua candidatura a Belém para dizer que ainda não sabe aquilo que todos sabemos, que vai ser candidato. Uma coisa é certa, já mostrou não ser o que este país necessitava para sair da apatia e crise de valores em que se encontra. O limbo socialista em que vive, em que não é nem carne nem peixe, em que critica hoje os mesmos que apoia amanhã não dá nenhumas garantias. Quem não assume as suas posições com clareza e determinação, quem continua a fazer guerras a moinhos de vento acaba por não ser a mudança necessária.
Avença KAOS

A FANFARRONA EUROPA SE COMECE A CUIDAR...!!!

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O esplendor da cidade de Shangai (China)
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O comércio exterior na universalização da Política Externa Chinesa no século XXI, por Diego Pautasso

12/12/2009

A China deverá tornar-se o maior exportador mundial em 2009, superando a Alemanha, já que a crise financeira afectou mais profundamente o comércio exterior do país europeu.
O objectivo deste artigo é justamente buscar compreender como o comércio exterior tem sido fundamental no processo de universalização da Política Externa da China (PECh) no século XXI.
Em outras palavras, como a China tem utilizado o comércio exterior para promover o desenvolvimento e, consequentemente, para realizar a conversão do país à condição de potência mundial.
Para tanto, se faz necessário compreender o movimento de universalização da PECh assim como o papel exercido pelo comércio exterior na projeção internacional do país oriental.
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Para ler o resto do longo artigo clique em baixo:

O PREC-O PRAC E O TRAQUE

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Prec parlamentar

"heróis sem Deus e sem pátria"
O Parlamento está de regresso a um PREC em ponto pequeno. Depois das eleições, era consensual que a legislatura iria durar até metade e que depois das presidenciais haveria eleições legislativas. Agora, com a ‘Face Oculta’, o pacote de leis sobre o combate à corrupção, a guerra do orçamento rectificativo, a que há-de vir do orçamento para 2010, o tempo político, está-se a acelerar inexoravelmente.
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E toda a gente já percebeu que a legislatura vai ser pequeníssima, que os efeitos da crise económica na política são cada vez mais brutais e imprevisíveis e que o melhor é mesmo cada um tratar da sua vida. O clima de leilão que se vive na Assembleia da República é, por isso, mais próximo de um pequeno PREC do que de uma verdadeira negociação.
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A Esquerda converge para evitar um negócio do PS com a Direita; o PS vai semeando nos campos próximos do CDS e do PSD. Este oscila entre a oposição dura e a tentação de estender o braço ao Governo. Uma coisa é certa: neste tipo de clima político, dificilmente o País lucrará alguma coisa.
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Coisa que, de resto, é muito evidente no debate e na verdadeira luta partidária a que se assiste em torno dos projecto legislativos de combate ao crime económico.
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Muita parra e, mais uma vez, vamos ficar com muito pouca uva.

Eduardo Dâmaso

O PALHAÇO. OU NÓS, OU O PALHAÇO

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O palhaço é inimputável.
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De: Mário Crespo
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O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco.
E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento.
E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado.
O palhaço é um mentiroso.
O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas.
O palhaço é absoluto.
O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços.
O palhaço coloca notícias nos jornais.
O palhaço torna-nos descrentes.
Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si.
O palhaço mete medo.
Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas.
Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo.
Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo.
Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos.
E ele vende-se por isso.
Por qualquer preço.
O palhaço é cobarde.
É um cobarde impiedoso.
É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores.
Depois diz que não fez nada.
Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha.
O palhaço está em comissões que tiram conclusões.
Depois diz que não concluiu.
E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos.
O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas.
O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas.
E nos tribunais. Também.
O palhaço não tem género.
Por isso, para ele, o género não conta.
Tem o género que o mandam ter.
Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem.
O palhaço faz mal orçamentos.
E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios.
E depois dá. Porque o mandaram dar.
E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes.
Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro.
A fazerem figura de palhaços pobres.
O palhaço rouba. Dinheiro público.
E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal.
Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria.
E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer.
Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha.
O palhaço é inimputável.
Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço.
Nós é que estamos a mais.
E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar.
A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.
Mário Crespo

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 14.12.09

Correio da Manhã

Nacional substitui Manuel Machado
Alentejo: Jovem furta autocarro
Vila Real: Atropelamento grave
José Antonio Reyes: Extremo no hospital
Bacelar Gouveia: Renuncia a cargo

Capa do PúblicoPúblico

Mais um golo de Makukula segura liderança do Kayserispor
Banfield sagrou-se pela primeira vez campeão argentino
Atlético Madrid volta a perder, apesar de golo de Simão
Alan Kardec quer ajudar o Benfica a conquistar títulos
Jesualdo diz que "era fundamental vencer" antes da visita à Luz

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Um dos mais famosos Pais Natais visita crianças do bairro na noite de consoada
Polícias europeus vão investigar em Portugal
Portugal cada vez mais na mira de redes internacionais do crime
Prevenção e combate ao crime
PSP e GNR perderam este ano 13 elementos que se suicidaram

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Clima: Primeiro-ministro australiano evocou risco de falhanço em Copenhaga
Guiné Conacri: Envio de militares é visto como "uma declaração de guerra" - Junta
Afeganistão: Oito polícias afegãos mortos no norte do país
China: Vice-presidente iniciou périplo pela Ásia
Venezuela: Chavez rejeita críticas de Clinton sobre as suas relações com o Irão


Capa do ii

Gripe A: seis óbitos na última semana e mais de 27 mil doentes observados com sintomas gripais
Climategate: director do centro de investigação do clima afasta-se do cargo
Portugueses identificam molécula responsável por metástases do cancro da mama
França: Prémio Goncourt de Poesia atribuído ao marroquino Abdellatif Laâbi
Meio milhar de casos de abuso sexual no Cairo durante a festa do Eid al Adha

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Petróleo regista maior ciclo de descidas em mais de 8 anos
Portas desafia Sócrates a negociar Orçamento para 2010
Madeira vota hoje empréstimo de 79 milhões
Abu Dhabi salva Dubai World
Obama pressiona bancos a emprestar dinheiro


Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Bolsas asiáticas invertem perdas depois de Abu Dhabi anunciar empréstimo ao Dubai
As notícias em foco na edição de hoje, dia 14 de Dezembro, no Negócios
Ministros do ambiente pressionados para chegarem a um novo texto
Governo segura clientes mas deixa BPP à beira do fim
Poceirão-Caia custa no mínimo 61 milhões por ano ao Estado

Capa do OjeOje

Boeing testa Dreamliner esta semana
Portucel quer parceiro local para fábrica
China lidera retoma global com indústria e importações a disparar
Autoeuropa prevê produzir mais 10%
Retoma no turismo nacional só em 2011

Capa do Destak
Destak

Ramirez e Aimar em tratamento na preparação para jogo com AEK
Jokanovic assume comando técnico do Nacional
Dragão com vitória fácil, na Luz a um ponto da liderança
Braga perde primeiros pontos em casa e continua igual a Benfica
Louçã acusa Sócrates de criar uma "crise política artificial"

Capa do 24 Horas24 Horas



Capa do A BolaA Bola

«Há dinheiro para investir em Janeiro» - Bettencourt
«Benfica é um sonho» - Kardec
«Estou nas mãos de Deus» - Pepe
Banfield campeão ao fim de 113 anos
Jokanovic é o treinador até final da época

Capa do RecordRecord

Já não bilhetes à venda
Airton recebido por Lula
Bettencourt: «Gastar o que tiver de ser para reforçar a ambição»
Alan Kardec: «Sou bom de cabeça»
Dragão dominador

Capa do O JogoO Jogo

Presidente da Ferrari diz que Massa é exemplo de inspiração
Manuel Fernandes: "Tínhamos que jogar com um certo equilíbrio para não sermos goleados"
Giggs eleito Personalidade Desportiva de 2009 pela BBC
Benfica conquista sexta vitória consecutiva
Sampdória e Roma empatam sem golos