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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

TAILÂNDIA: UM PAÍS SE MOLDA COM GENTE ASSIM


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Reformado há quase cinco anos tenho ocupado o meu tempo a escrever ou a viajar pela Tailândia.
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Por muitas vezes o tenho dito, e
stou ligado sentimentalmente pela afectividade, não só pela paz que neste Reino tenho gozado; constituído família; investi as minhas, parcas, economias granjeadas a poder dos calos das mãos.
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Não penso sair daqui e ficarem por cá as minhas cinzas. Dentro da minha reforma (não foi compulsiva), tenho ocupado o tempo a escrever e a viajar por este país; pelos meios rurais e observando o que se vai passando dentro do viver desta gente.
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Não faço turismo ou me deito de papo para o ar, na areia, numa das muitas praias que existem, das melhores, nas costas do mar de Andaman ou do Golfo da Tailândia.
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Sigo, disparado, rodando pelas estradas principais, secundárias e mais outras entre os arrozais e de outras culturas que esta generoso Reino, abençoado, produz com extrema abundância.
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Sou observador e não necessito de perguntar a este ou aquele habitante como segue a sua vida. O que os meus olhos vêm dizem-me que o povo tailandês, vive feliz, sob o signo da fertilidade de suas terras.
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Mas além do mais é um povo ambicioso que gosta de receber, os visitantes estrangeiros, à boa maneira dentro das regras de
hospitalidade.

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Um dos muitos milharais da província de Kanchanaburi. Ainda era manhã e orvalhados... Pensei nos milharais dos lameiros, quando neles se plantava o milho, da minha aldeia no sopé da Serra da Estrela.
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Entenda-se que a Tailândia, embora o julguem, não é Banguecoque a capital, mas está neste imenso território de muitos milhares de quilómetros, verdejantes, desde o Sul ao Norte.
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Ainda não vai há muito tempo, corri ao longo de três fronteiras (Camboja, Laos e Birmânia), cerca de 3.500 quilómetros e verifiquei a paz encontrada entre as pessoas, no seu viver despreocupado e “juntinhos” uns aos outros.
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Há o sentido tradicional do culto da família. Infelizmente este cada vez mais se vai dispersando na velha e bolorenta Europa a definhar-se dia após após dia e ignorando que o dragão asiático acordou, espreguiçou-se e não tarda que as suas sete ou mais línguas se estendam a todo o mundo ocidental.
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Hoje dia 31 de Dezembro de 2009 , o último dia do ano, estou junto à margem do Rio Kwai (província de Kanchanaburi) local que visitei mais de 10 vezes no decorrente ano.

As duas jovens junto ao jovem japonês. A comunhão de nacionalidades onde se conjuga o feliz bem estar
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Durante a calmaria do dia, estou no “bengalow” , que ocupo por 295 bahts (cerca de seis euros); nas manhãs e tardes de quando a frescura chegou rodo por entre as terras verdes e florestas para além das bermas das estradas. Sigo só com toda a tranquilidade porque sei que não sou molestado por um mau encontro.
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Ontem, depois de jantar no restaurante do “Jolly Frog” (Júlia Rã), onde habito até ao dia 3 de Janeiro de 2010, quedei-me a conversar com duas jovens estudantes e um japonês, sentados à mesa onde atendem os turistas, de mochila às costa, da agência “Good Times Travel”.
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As raparigas tailandesas, são comunicativas, curiosas e não menos ambiciosas. Gostam de perguntar de que país pertencemos, se gostamos da Tailândia e da sua culinária.
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Ora por aqui se vê que a juventude (aprendido na escola) são educadas em crianças para o orgulho e amor pátrio. Tudo pelo Reino da Tailândia e nada contra.
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E claro está, sendo este Reino uma monarquia secular, o seu Rei é venerado. Por mais vozes, alarvas, que existam, estrangeiras que a monarquia está em perigo, está fora de questão, porque já é uma árvore demasiada forte e com sólidas raízes que maus ventos a não derrubam.
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Eu disse algo à Orathai (conheço frases de humor tailandês) que a fez rir,,, Ao lado já refeita olha candidamente a objectiva da máquina fotográfica.
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Mas agora falo das duas estudantes, franzinas de corpo (ainda não entraram na comida rápida americana e nas coca-colas), uma com 20 anos e outra com 22. Não são naturais de Kanchanaburi, mas uma vinda das “Terras Altas” e outra do nordeste da Tailândia.
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São estudantes universitárias e pretendem graduar-se na indústria do turismo e desceram lá do norte e nordeste, para um curto estágio de e aproveitamento de férias de um mês para de perto, no futuro, lidarem e entenderem os visitantes estrangeiros.
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Iguais a estas duas jovens raparigas, juntam-se outras centenas delas que se estendem por outros locais que os turistas visitam.
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O jovem japonês, natural da cidade de Shiga está, precisamente em Kanchanaburi para aprender a língua tailandesa e levá-la com ele para o Japão.
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Um país se molda e desenvolve quando a juventude sequisosa de aprender e não menos ambiciosa se agarra de corpo e alma à causa do desenvolvimento do seu país.
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Hoje, aquilo que não era há um ano o Rio Kwai, está cheio de turistas estrangeiros.
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Pequenas estâncias ao longo da margem do rio e um pouco mais adiante não estagna a construção.
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Os preços convidativos e a boa maneira de servir e receber faz deste Reino um lugar apetecível para o turista, estrangeiro, visitar.
Feliz Novo Ano 2010

José Martins

O FIO DA NAVALHA DE MÁRIO CRESPO

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O HORROR DO VAZIO
"Aborto, União Gay e Eutanásia"
"A morte do sentido de tudo"
"Onde não se nasce e se legisla para morrer"
"Adoção por gay,s, a Pornografia legalizada"
de: Mário Crespo
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secret
ário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia.

Duas propostas que em comum têm a ausência de vida.
A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril.
A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte.
No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche.
A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado.
Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise).
Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro.
Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal.
Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida.
O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência.
Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer.
Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos.
O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir).
E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie.
Sem isso não faz sentido.
Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã.
E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade.
São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime.
O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase.
Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.
Mário Crespo

O DOUTOR SOARES DEVERIA ERA DE ESTAR CALADINHO...

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Publicado 30 Dezembro 2009 11:07 (Jornal de Negócios)

Economia"Temos um défice assustador"
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A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.
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A expressão é de Mário Soares, o primeiro-ministro que, na década de 80, teve de negociar um empréstimo com o FMI numa altura em que Portugal exibia um défice orçamental comparável ao de hoje, superior a 8% do PIB.
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Num longo artigo publicado hoje na revista “Visão”, em que antecipa a chegada de 2010, o antigo chefe de Governo e Presidente da República escreve que "é óbvio que Portugal está em crise", traduzida num "défice assustador" e num "endividamento muito grande".
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Soares aponta ainda o dedo à repartição da riqueza em Portugal, que “continua a ser muito injusta”, e às “desigualdades sociais intoleráveis”, mas sublinha que “já passámos por crises piores” e que “não somos a Grécia”.
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"Encaremos, com inteligência, coragem e sem complexos as crises", designadamente na área da Justiça, que considera ser "a mais grave de todas".
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“Tenhamos confiança e bom senso”, recomenda Mário Soares, reconhecendo, porém, que ambas são características que “não abundam entre alguns políticos e empresários portugueses”.
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À MARGEM: É tempo de o Dr. Mário Soares estar caladinho, enfiar nos pés as "pantufas" e arrumar-se junto ao aquecedor, mais a Drª Maria Barroso.
Isto é muito complicado para a geração dos 30 anos entender a razão porque os portugueses se encontram uns pobres "Jós".
Bem é que depois do 25 de Abril de 1974 o Dr. Mário Soares foi um dos arquirectos da liberdade dos portugueses e os livrou do chicote do fascismo.
O que aconteceu foi que os que se apoderam do poder "lixaram" as toneladas de ouro que havia.
A roubalheira foi infame!
O Dr. Mário de quando Ministro dos Negócios Estrangeiros e depois, Primeiro Ministro e Presidente da República viajou por este mundo adiante a apregoar o Portugal democrático.
Até (alguns jornalistas) lhe deram o nome de Rajá, pelas grandes comitivas que o acompanhavam chegando atingir as 150 pessoas.
O certo que foi que na década 80 do século passado Portugal, económicamente, não pudia com um gata pela rabo.
Estava de tanga e as notas de escudo era um papel que não circulava em país nenhum do mundo (excepto nas ex-colónias portuguesas).
O país estava empenhadíssimo e ninguém lhe dava crédito nenhum.
Em 1982 o Dr. Mário Soares pede ajuda aos emigrantes (ainda havia milhares a viver em França nos bairros de lata) que emprestassem dinheiro ao Governo, que estaria absolutamente garantido e com um juro de 30% ao ano, desde que fosse em moeda estrangeira e nesta seria devolvido.
Foi isso mesmo.
O Estado Português devolveu o dinheiro em moeda estrangeira e com os respectivos juros.
Ora o Dr. Soares bem sabia que quando Portugal entrasse na União Europeia, 1986, viria muito dinheiro de Bruxelas e o suficiente para pagar a dívida contraída aos emigrantes.
O dinheiro entrou em Portugal e nada foi feito com o mesmo e as viagens continuam a ser efectuadas ao estrangeiro e qualquer "badameco" era ministro e todos viviam numa "barbuda".
Antes do colapso, de momento, económico mundial, Portugal já se encontrava "teso" e agora, para encobrir o desfalque firmam as palavras que Portugal está mau de finanças por via dessa crise.
Na década de 80 os emigrantes, com o seu sentido patriótico, emprestaram dinheiro a Portugal. Porém agora desconfio que o voltem a fazer, porque deixaram de confiar no país onde nasceram e o seu dinheiro não está seguro.
É ver aquilo que aconteceu ao BPN e ao BPP.
José Martins

O HOMEM: A "BESTA QUADRADA" DEMOLIDORA DA NATUREZA

Patética Será? ...

CARTA ESCRITA NO ANO 2070

Isto que se apresenta neste e-mail, é aquilo que provavelmente não queremos que aconteça

Aos Nossos netos. Vamos Limitar-nos a lêr com atenção, no silêncio das palavras ...

Abraço

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AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 30.12.09

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Almancil: Apagão de horas
Vladimir Putin: Escudo atrapalha
Três homens resgatados de helicóptero
David Levine: Morte aos 83 anos
Rui Alves: Nacional vai à Luz

Capa do PúblicoPúblico

Investimento feito pela EDP em nova rede e na conservação da existente tem vindo a abrandar
Código Contributivo pode penalizar quase metade dos "independentes"
Accionado plano de contingência para abastecer ilha do Corvo com bens de primeira necessidade
Várias estradas cortadas em cinco distritos por causa do mau tempo
Obama fala em "falhas humanas e sistémicas" para justificar embarque de terrorista da Al-Qaeda

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Governo falha plano de nutricionistas
Cavaco dá luz verde ao Rectificativo emtempo recorde
Avaliação Simplex gera protestos até ao último dia
Mães com VIH vão ter leite artificial grátis
Novo vírus da gripe na Ásia é nova ameaça de pandemia

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Terrorismo: Membros da Al-Qaïda podem chegar aos 300 no Iémen - ministro
Birmânia: Carta de apoio de Brown para Aung San Suu Kyi
Diplomacia: Estados Unidos saúdam compromisso assumido pelo Chade e Sudão
Reino Unido: Grã-Bretanha recusou acolher o Xá do Irão após a revolução
Mau Tempo/Régua:Situação no rio Douro tende a estabilizar - Protecção Civil

Capa do ii

Quer saber quando é operado? Vá a www.portaldasaude.pt
PSD volta a questionar segredo das decisões sobre as escutas
Sócrates e Cavaco. A coabitação para os tempos de cólera
Paulo Rangel: “Sócrates está a comportar-se como um adolescente”
PSD admite pedir estado de calamidade, após conhecer estragos no Oeste

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Os filmes mais aguardados em 2010
ASAE comemora hoje quatro anos de existência
Fase de votação do orçamento participativo de Lisboa arranca hoje
Mau tempo: 17 distritos de Portugal Continental e Madeira sob aviso laranja
Cortiça: indústria de futuro

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Risco de falência de transportadora aérea e matérias-primas levam Ásia a desvalorizar
Preços de bens e serviços com aumentos moderados em 2010
Hoje é o dia do tudo ou nada para os docentes
As notícias em foco na edição de hoje, dia 30 de Dezembro, no Negócios
Central do Pico reabilitada para potenciar investigação sobre energia das ondas

Capa do OjeOje

Rendimento das famílias cai no 3º trimestre
Apple lança iSlate já em Janeiro
Consórcio CGD/Sonae Sierra vende Torre Oriente por 70 milhões
Vila Galé com vendas de 62 milhões
Abengoa emite mil milhões em obrigações

Capa do DestakDestak

Éder Luís confirmado como o terceiro reforço no mercado de Inverno
Previsões para o Douro impedem cruzeiros de passagem de ano
Ordem dos Médicos nota que homossexualidade não é doença
Nível de alerta terrorista elevado como precaução para presidência da UE
Alan Kardec e Airton às ordens de Jorge Jesus

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Portugueses são caros
Mercado em estudo
Orlando Sá na rampa de lançamento
Fluminense quer manter Edcarlos
«Quero colocar a Académica na rota dos títulos» - João Neto

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Manuel Fernandes: «Sinto-me lisonjeado com interesse do Sporting»
Del Horno fica para trás
Manuel Fernandes: «Estar no Mundial é um sonho possível»
Ansaldi está referenciado
Questão lateral

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Fernando Goméz: "Não emprestamos o Manuel Fernandes"
Pres. Génova “Há um acordo com o Inter para a transferência do Suazo”
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