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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

DIPLOMACIA: TEMPO DE ARREGAÇAR AS MANGAS DA CAMISA

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Diplomacia

Luís Amado: saída da crise vai ser complexa e difícil
04.01.2010 - 17:32 Por Lusa

"A saída da crise económica vai ser complexa e difícil porque a limitação do seu impacto foi conseguida à custa da dívida e vai obrigar à negociação do programa portug
uês no âmbito do Pacto de Estabilidade e Crescimento revisto, afirmou hoje Luís Amado.Daniel Rocha (arquivo)
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Segundo Amado, a crise internacional não atingiu “as proporções dramáticas” que se previam
“A gestão da crise foi complexa, mas a saída da crise vai ser mais complexa e mais difícil”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros português na abertura do Seminário Diplomático, ao falar da crise como um dos “problemas, riscos e ameaças” que vão condicionar a acção externa de Portugal em 2010.
Segundo Amado, a crise internacional não atingiu “as proporções dramáticas” que se previam graças “ao discernimento de alguns decisores internacionais para reagir”, mas “está longe de estar ultrapassada”..." (in Público 5.01.10)
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À MARGEM: Até que enfim que o ministro Luis Amado deu conta dos tempos difíceis. Estes há muito se arrastam...
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Bem será altura de Luis Amado ordene, o terminar as "capelinhas" e os seus embaixadores, acreditados, em países estrangeiros que arregacem as mangas da camisas peguem na pasta e vão vender aquilo que Portugal ainda tem para oferecer.
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Que os embaixadores se deixem de proas do casaco e da gravata...!!!
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Lembro aqui mais uma vez: "quando se deu o colapso económico da Ásia em principio de Julho de 1997 e que a Tailândia foi um dos países atingidos, o ministro dos Negócios Estrangeiros, ordenou aos seus embaixadores e cônsules, acreditados no estrangeiros, que se deslocassem a Banguecoque com a finalidade de receberem instruções.
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O ministro de então recomendou-lhes: "os senhores são os caixeiros viajantes da Tailândia, por isso têm que vender o que nosso país produz. Entretanto, pouco depois o embaixador acreditado em Tóquio (Japão), não acatou as ordens do ministro, recebeu ordem para regressar a Banguecoque e substituído por outro seu homólogo".
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Talvez fosse bom que o ministro usasse o mesmo método e fazer arregaçar as mangas da camisa aos embaixadores de Portugal.
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O tempo dos "galões dourados", dos Capitães da Índia; dos marqueses, barões, condes e viscondes é coisa de outras eras!
José Martins

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