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domingo, 17 de janeiro de 2010

A ESPANHA EM RISCO DE UMA CRISE IGUAL À GREGA

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Yolanda Gomez MADRID
A história se repete.
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Analistas, como, assim o futuraram, no ano anterior à introdução do euro, começam a falar de uma e duas velocidades na Europa.
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Na Europa dos grandes, aqueles que têm atravessado a crise com severa contracção, econômica, com aumentos moderados do déficit público e desajeitado, daqueles que disparam o vermelho que podem ter dificuldades de satisfazer o financiamento de sua dívida.
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Desde meados dos anos noventa, não é uma aposta hoje, de que a Espanha foi o primeiro orientador para o desfecho da crise.
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Pelo contrário, estão começando a colocar-nos no vagão, com já está na Grécia, e podemos estar com Portugal, Irlanda se não tomarmos medidas drásticas para reduzir o défice e reformas levadas a cabo para persuadir os mercados.
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Os especialistas consultados apontam os os riscos de contágio de uma crise igual à grega.
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Grécia, que já havia recebido punição de agências internacionais de notação de crédito para os seus elevados números vermelhos, nesta semana viu um episódio sem precedentes para um país que faz parte da união monetária: é acusado de falsificação de suas contas.
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A situação não é grega, nesse ponto, mas comparável à espanhola.
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Ninguém põe em dúvida a fiabilidade das contas do nosso Governo, mas analistas apontam algumas características comuns, incluindo o défice público excessivo, ao medo de que os mercados nos colocarem no mesmo pacote e criminalizar o financiamento da dívida pública espanhola.

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