O primeiro-ministro José Sócrates recusou hoje, em Pombal (Leiria), que a agricultura portuguesa constitua um fardo para o País, considerando que o sector puxa pela economia nacional.PÚBLICO
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"[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal", indicou Sócrates
“[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal. A agricultura portuguesa pode e deve ser um sector que puxa pelo País, que moderniza o nosso País”, disse José Sócrates durante uma cerimónia de celebração de contratos com empresários agrícolas ao abrigo do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).
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Na ocasião o primeiro-ministro destacou o exemplo da empresa Derovo - que visitou antes da cerimónia -, um grupo empresarial que labora no sector dos derivados de ovo para a indústria alimentar.
“Nenhum de nós calculava que houvesse tantos produtos finais que se obtêm a partir do ovo”, frisou José Sócrates.
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"[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal", indicou Sócrates
“[A agricultura] é um sector que quer puxar pelo país, não é nenhum fardo para Portugal. A agricultura portuguesa pode e deve ser um sector que puxa pelo País, que moderniza o nosso País”, disse José Sócrates durante uma cerimónia de celebração de contratos com empresários agrícolas ao abrigo do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).
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Na ocasião o primeiro-ministro destacou o exemplo da empresa Derovo - que visitou antes da cerimónia -, um grupo empresarial que labora no sector dos derivados de ovo para a indústria alimentar.
“Nenhum de nós calculava que houvesse tantos produtos finais que se obtêm a partir do ovo”, frisou José Sócrates.


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