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Estou a executar o que gosto de fazer o jornalismo de mesa.
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Evidentemente, também, continuarei a fazer rep
ortagem no terreno e esta como não pode deixar de dar a conhecer ao Mundo a Tailândia, o país onde vivo há mais de trinta anos e constituí família.
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Tenho programada uma outra viagem, a partir de 5 Fevereiro, próximo, que ainda não sei qual o destino, guiando e levando comigo uma figura, bem conhecida, nos meios televisivos (canal privado) de Portugal.
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Deveremos rodar, além pela Tailândia, ao Camboja e visitarmos as ruínas de Angkor em Siamrep.
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Mas voltando ao jornalismo de mesa (umas 16/17 horas em alerta), faço-o, sem tirar nem pôr, como grandes jornais e outros órgãos de informação, o procedem com as liberdade que a Internet oferece, retirar daqui e de outra fonte.
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Porém levo vantagem, porque tenho difundido notícias que só passado 7 horas aparecem nas televisões portuguesas. A vantagem que levo no tempo mais 7 horas no Outono à Primavera e 6 desta estação ao Outuno.
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Pelos meus conhecimentos de vida, nas opiniões, falas-ei com a maior pureza e colocar no peito medalhas de ouro a quem as merece e de cortiça queimada aos que não merecem outras.
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Evidentemente que aceito, a responsabilidade e as críticas se me equivoquei e pedir desculpa se porventura estive errado nas minhas opiniões.
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Mas não aceito as ameaças gratuitas e chantagens a que já estive sujeito.
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Nós vivemos numa época em que a liberdade de pensamento e expressão é livre e por isso terá que ser respeitada.
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Não me abaixarei a poder nenhum ou me ajoelharei a seus sapatos e limpar-lhe o pó quando o poder não presta ou vale um “chavo”.
José Martins
Estou a executar o que gosto de fazer o jornalismo de mesa.
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Evidentemente, também, continuarei a fazer rep
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Tenho programada uma outra viagem, a partir de 5 Fevereiro, próximo, que ainda não sei qual o destino, guiando e levando comigo uma figura, bem conhecida, nos meios televisivos (canal privado) de Portugal.
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Deveremos rodar, além pela Tailândia, ao Camboja e visitarmos as ruínas de Angkor em Siamrep.
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Mas voltando ao jornalismo de mesa (umas 16/17 horas em alerta), faço-o, sem tirar nem pôr, como grandes jornais e outros órgãos de informação, o procedem com as liberdade que a Internet oferece, retirar daqui e de outra fonte.
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Porém levo vantagem, porque tenho difundido notícias que só passado 7 horas aparecem nas televisões portuguesas. A vantagem que levo no tempo mais 7 horas no Outono à Primavera e 6 desta estação ao Outuno.
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Pelos meus conhecimentos de vida, nas opiniões, falas-ei com a maior pureza e colocar no peito medalhas de ouro a quem as merece e de cortiça queimada aos que não merecem outras.
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Evidentemente que aceito, a responsabilidade e as críticas se me equivoquei e pedir desculpa se porventura estive errado nas minhas opiniões.
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Mas não aceito as ameaças gratuitas e chantagens a que já estive sujeito.
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Nós vivemos numa época em que a liberdade de pensamento e expressão é livre e por isso terá que ser respeitada.
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Não me abaixarei a poder nenhum ou me ajoelharei a seus sapatos e limpar-lhe o pó quando o poder não presta ou vale um “chavo”.
José Martins
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