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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

JOSÉ EDUARDO MONIZ: "ATAQUE DIRECTO"

Bem esperamos que Moniz traga a lume certas verdades... Pois é isso... Quem ventos semeia tempestades espera...!!! José Sócrates que comece a tomar umas aspirinas para lhe aliviar as dores de cabeça que José Eduardo Moniz lhe irá causar.
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Opinião
‘Ataque Directo’ é a nova crónica de José Eduardo Moniz
José Eduardo Moniz, Vice-presidente da Ongoing Media
12/01/10 00:05
Todas as terças-feiras, no Diário Económico, a opinião de José Eduardo Moniz sobre a actualidade nacional.
Esta é a primeira vez que escrevo para o Diário Económico. Faço-o entre viagens, por paragens bem longínquas. As notícias vão chegando nas asas da Internet, com complementos telefónicos de várias origens, em jeito de comentários ou desabafos. Nada que me faça pensar que o destino do País está em vias de mudar. Economia estagnada, desemprego confirmado acima dos 10%, défice a ultrapassar os 9% (de acordo com espíritos tolerantes na análise dos números), endividamento firme em valores comprometedores para o presente e o futuro. Em suma, dados que apontam para um retrato do qual a esperança se afasta, como um bem que nem tão cedo deixará de ser bastante escasso e que, portanto, permanece muito longe dos olhos e, mais ainda, dos corações.
Quantas gerações vão continuar a ter de viver com o cinto afivelado uns furos a menos do que aquilo que efectivamente seria suposto perante o real empobrecimento que mina Portugal e que tudo corrói? Os medíocres desempenhos de vários sectores industriais, os queixumes de largas faixas de comerciantes, as reclamações de muitas pequenas e médias empresas sobem de tom, de dia para dia, tornando mais evidente a falta de solidez e competitividade da nossa economia. Paira no ar a noção de que há um intransponível mar de problemas sem solução à vista e que ficará como herança para os nossos filhos e netos.
Para ler este artigo de opinião na íntegra consulte a edição de hoje do Diário Económico.

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