22 de Janeiro de 2010 o dia apresentou-se sem sol.
Já ontem a
ssim aconteceu.
Talvez venha pela tarde.
Um dia sem sol tem mesmo graça que valha.
Um reformado como sou não tem, assim,assim, muita coisa para contar no espaço onde vive.
Voltei “caseirinho” e cá me vou arranjando conforme posso.
Já ontem a
ssim aconteceu.Talvez venha pela tarde.
Um dia sem sol tem mesmo graça que valha.
Um reformado como sou não tem, assim,assim, muita coisa para contar no espaço onde vive.
Voltei “caseirinho” e cá me vou arranjando conforme posso.
Na solidão não vivo, mesmo não tendo vizinhos portugueses, na “retrete” e juntos trocarmos dois dedos de conversa ou até jogar (mesmo não entendendo nada deste mister) uma biscada ou uma partida de dominó.
Cá vou “ruminando” o dia-a-dia vasculhando na internet e a par daquilo que se vai passando na arena internacional e na nossa casa Portugal.
Continuo a não ser adepto dos lençóis e continuo a dormir, umas 5 horas por noite, mai
s ou menos com a ex-PM, do Reino Unido, Margareth Thacher e o Marcelo Rebelo de Sousa.
Sou um velho ocupado e mantenho (pela graça do Bordalo Pinheiro) o humor constante dentro de mim.
Ajuda a viver!
E até, minha mulher, já deu por mim, sentado à minha mesa de trabalho, a rir-me, só, às gargalhadas!
Claro que ela não pensa: “pobre do velho está a ficar doidinho”.
Nada disso ela bem sabe que o rir faz desopilar o fígado e da figadeira não sofrer.
Hoje, ao calha, ripei a publicação “Camões – Revista de Letras e Cultura Lusófonas”, publicada em Janeiro de 1999, pelo Instituto Camões e de quando o Dr. Jorge Couto assumia a presidência.
Nessa altura, estava-se no tempo das “vacas gordos” e ainda, graças ao senhor, havia uns dinheirinhos, para publicar coisas bonitas.
Respiguei a brochura, trimestral (Janeiro a Março/1999) e maravilhei-lhe pelo conteúdo e pelas imagens inseridas.
A “Camões” é dedica, na sua totalidade, a Almeida Garrett, com artigos de várias personalidades ligadas à cultura.
Pouco li do excelente conteúdo literário (o farei com tempo), mas não resisti de copiar e publicar a litografia, satírica, de D.Maria II apertar o nariz ao Duke de Wellington.
Uma delícia!
Passem todos por aí um bom dia que eu por aqui vou arranjando-me mesmo dando uma gargalhadas só!
José Martins
Cá vou “ruminando” o dia-a-dia vasculhando na internet e a par daquilo que se vai passando na arena internacional e na nossa casa Portugal.
Continuo a não ser adepto dos lençóis e continuo a dormir, umas 5 horas por noite, mai
s ou menos com a ex-PM, do Reino Unido, Margareth Thacher e o Marcelo Rebelo de Sousa.Sou um velho ocupado e mantenho (pela graça do Bordalo Pinheiro) o humor constante dentro de mim.
Ajuda a viver!
E até, minha mulher, já deu por mim, sentado à minha mesa de trabalho, a rir-me, só, às gargalhadas!
Claro que ela não pensa: “pobre do velho está a ficar doidinho”.
Nada disso ela bem sabe que o rir faz desopilar o fígado e da figadeira não sofrer.
Hoje, ao calha, ripei a publicação “Camões – Revista de Letras e Cultura Lusófonas”, publicada em Janeiro de 1999, pelo Instituto Camões e de quando o Dr. Jorge Couto assumia a presidência.
Nessa altura, estava-se no tempo das “vacas gordos” e ainda, graças ao senhor, havia uns dinheirinhos, para publicar coisas bonitas.
Respiguei a brochura, trimestral (Janeiro a Março/1999) e maravilhei-lhe pelo conteúdo e pelas imagens inseridas.
A “Camões” é dedica, na sua totalidade, a Almeida Garrett, com artigos de várias personalidades ligadas à cultura.
Pouco li do excelente conteúdo literário (o farei com tempo), mas não resisti de copiar e publicar a litografia, satírica, de D.Maria II apertar o nariz ao Duke de Wellington.
Uma delícia!
Passem todos por aí um bom dia que eu por aqui vou arranjando-me mesmo dando uma gargalhadas só!
José Martins
Sem comentários:
Enviar um comentário