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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

MEMÓRIAS DE UM REPORTER,JORNALISTA, AMADOR

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Colhiam flores silvestres no campo. Guiava o carro, parei e quando deram por mim a fotografá-las, fugiram apavoradas, mas segurando, na mão, os dois ramitos de flores. O reporter, tendo pela frente imagens iguais a esta tem que saber controlar as emoções.
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Vão quase 15 anos (1995) Visitei o Mosteiro Thamkrabok, na província de Lopburi onde viviam 30 mil refugiados da etnia hmong. Parte dessa gente estava adictiva do ópio e além da desintoxicação, que era sujeita era, igualmente, refugiada.
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Pouco interessa aqui referir a razões porque ali se encontravam 30 mil almas, protegidas, dentro um templo budista.
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O Governo tailandês subsidiava a alimentação e assistência médica.
Não era fácil entrar no aldeiamento onde a população hmong se refugiava.
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Consegui a autorização e tirei imagens. Uma de outras que a lente da Nikon F3 focou, a que mais me impressionou foi a inserida acima.
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Outras, imagens, dramáticas, figuram nos meus arquivos onde se conta a visita ao Campo de Refugiados Cambogianos, na fronteira da Tailândia (1987) Camboja; depois em 1992 em Phnom Penh e ainda no mesmo ano em Manerplaw (na espessa floresta da Birmânia), no campo da resistência Karen que lutavam contra o regime da Birmânia imposto pela Junta Militar.
Jose Martins

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