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Cavaco promete aos portugueses não ficar calado
Jornal de Notícias
Para dar resposta ao quadro negro que traça sobre o estado do país, o presidente da República desafia os partidos a chegarem a um entendimento no âmbito do Orçamento de Estado para 2010, porque, justificou, "podemos caminhar para uma situação explosiva".
> "Discurso inédito, fortíssimo e de ultimato"
> "Uso do discurso vai depender do Orçamento"
> Preocupações transversais do presidente
> Socialistas viram pedido de consenso para a Oposição
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> Socialistas viram pedido de consenso para a Oposição
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À MARGEM: Não apanhou de surpresa, os portugueses, o discurso do Presidente da República, que ontem proferiu à Nação.
Foi tarde, mas mais vale tarde que nunca, as palavras acertadas.
Desde há vários anos que os portugueses têm seguido embalados em mentiras, quer no Governo de José Sócrates como nos anteriores.
Ou melhor: Portugal nunca seguiu bem de governos desde implementada, em 25 de Abril de 1974, a liberdade.
Ora eu sou desse tempo e segui de perto o desenvolvimento, político, e a troca de primeiros ministros como quem troca de camisa.
Os que tomarem conta do Poder, não foi mais que um investimento pessoal sem capital.
O prestígio de Portugal, entre a comunidade dos países estrangeiros foi-se degenerando, lentamente e nos dias que correm, o pouco que ainda havia, está irremediavelmente perdido.
Perdeu-se o comércio internacional pela incúria e apostaram nos investimentos estrangeiros em Portugal. Por via disso milhares de portugueses sem trabalho.
A competitividade perante os mercados estrangeiros para onde ainda se vendia algo foi perdida e hoje, praticamente, não temos nada que vender.
Foi desprezada a agricultura quando ela seria o celeiro de Portugal e para suster crises e não estar um dependente das importação de géneros alimentares.
Hoje, segundo, o que li há tempos Portugal produz 20% de comida e 80% importada.
O nosso país sempre produziu, mesmo nas terras escarpadas e nos poucos vales que temos, suficiente comida para o povo se alimentar.
Portugal entrou no club da UE nos anos de 1986 e os governantes ficaram "paranoicos" e incutiram a paranoia, deles, ao Povo Português, como que um adulto desse uma mão cheia de rebuçados a uma criança e, vê-la, depois uma contente.
Não me vou adiantar mais, apenas afirmo, sem me enganar, que Portugal, duro dize-lo, caminha para a perda da independência.
Fácil de entender: quando alguém tem uma fazenda penhorada/hipotecada a outro alguém perde direito a ela.
Pode ficar a trabalhar nela mas será supervisionado pelo outro alguém, porque que este tem lá o seu capital e não o deseja perder.
José Martins

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