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Um ministro francês acusa os Estados Unidos de ocupar o Haiti em lugar de ajudar
AP / EFE PARIS Atualizado Segunda-feira, 18-01-10 às 20: 23
Nações Unidas tem de investigar e esclarecer o papel dominante que os E.U. está jogando no terremoto do Haiti, disse um ministro do Exterior francês hoje. Nesse sentido, alegou que a utilização dos reforços foi para ajudar o Haiti, e não "ocupado".
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Na semana passada as forças militares dos E.U. viram-se obrigadas ajudar a aterragem um avião francês quando dava voltas aeroporto, lotado de trafego, em Port-au-Prince. O incidente levou o Ministro da Cooperação francês Alain Joyandet, a fazer uma denúncia. O avião pousou em segurança, eventualmente, no dia seguinte. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner advertiu os governos e grupos de ajuda de não discutir quando eles tentaram dar a sua ajuda ao Haiti.
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Um dia depois do terremoto a Força Aérea dos Estados Unidos, ocupou o aeroporto de Port-au-Prince, que operou um total de 600 vôos com pessoal humanitário, com provisão de necessidades básicas e evacuações.
Na América Latina, os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e Nicarágua, Daniel Ortega, têm argumentado que os E.U. está a explorar a tragédia do Haiti para "ocupar" o país militarmente.
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AP / EFE PARIS Atualizado Segunda-feira, 18-01-10 às 20: 23
Nações Unidas tem de investigar e esclarecer o papel dominante que os E.U. está jogando no terremoto do Haiti, disse um ministro do Exterior francês hoje. Nesse sentido, alegou que a utilização dos reforços foi para ajudar o Haiti, e não "ocupado".
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Na semana passada as forças militares dos E.U. viram-se obrigadas ajudar a aterragem um avião francês quando dava voltas aeroporto, lotado de trafego, em Port-au-Prince. O incidente levou o Ministro da Cooperação francês Alain Joyandet, a fazer uma denúncia. O avião pousou em segurança, eventualmente, no dia seguinte. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner advertiu os governos e grupos de ajuda de não discutir quando eles tentaram dar a sua ajuda ao Haiti.
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Um dia depois do terremoto a Força Aérea dos Estados Unidos, ocupou o aeroporto de Port-au-Prince, que operou um total de 600 vôos com pessoal humanitário, com provisão de necessidades básicas e evacuações.
Na América Latina, os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e Nicarágua, Daniel Ortega, têm argumentado que os E.U. está a explorar a tragédia do Haiti para "ocupar" o país militarmente.
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Os Estados Unidos tentaram abafar as críticas que recebeu não só da França, mas também de outros países. Assim, o Departamento de Estado dos E.U. emitiram um comunicado, conjunto, com o Governo do Haiti, garantindo, considerados "essenciais", os seus esforços no pedido de ajuda.
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O comunicado também recorda a conversa que Obama e o presidente haitiano 15 de Janeiro passado em que se comprometeram a coordenar a assistência entre as partes presentes no país do Caribe, o Governo do Haiti, da ONU, E.U., parceiros internacionais e organizações humanitárias.
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Quase uma semana após o terremoto, os E.U., que implementou o maior esforço humanitário em sua história recente, superando a cifra de 14.000 soldados no Haiti. Washington tem já 5.800 soldados no terreno e hoje, é esperado outro contigente de 7.500 soldados. A estes são adicionados 1.000 membros da 82. ª Divisão Aerotransportada do Exército Corps.
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