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domingo, 28 de fevereiro de 2010

RIO KWAI: AS MIL E UMA FACE


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Autocarros coloridos e um turista despreocupado de mochila às costas

Esta magia da Ponte e do Rio Kwai já é uma parte da minha ida para a retrete (reformado).
Pirei-me mais uma vez de Banguecoque e cá estou, para aí ou mais, de duas dezenas de estadias na estância "Jolly Frog".
Está-se por aqui bem!
Eu adapto-me perfeitamente e assenta-me que nem uma luva de veludo uns 8 dias por cá em cada mês.
Fazer turismo não custa!
Difícel é saber para onde se vai e o custo do preço.
Não sou nada pretensioso nem "caganças" haja tido de me envaidecer que estive num daqueles hoteis onde há "jacusi" com pétalas de flores a boiar à superfície da água da banheira; SPA com bicicletas, de fazer de conta para pedalar; uns máquinas de pesos de subir e baixar, para criar musculatura e outros brinquedos giros, para gente "bem-benzinha".
No River Kwai, tenho tudo de borla num largo jardim onde a câmara da cidade instalou todos esses objectos para os residentes e estrangeiros.
O Governo do Reino da Tailândia, não se poupou a despesas de instalar nos jardins, das cidades e vilas estes objectos de exercícios corporais, porque sabe que é melhor gastar nestes aparelhos que ajudam a melhorar o funcionamento do coração do que as pessoas irem parar ao hospital e a despesa ser maior, com o tratamento, dado que custa apenas 30 bahts (um pouco mais de meio euro), mesmo que o doente necessite de uma operação de coração aberto e substituir artérias.
Ontem, depois da sesta, ao fim da tarde fui ver como as modas paravam junto à ponte em cima do Rio Kwai.
Andei por ali, anónimo, a premir o botão da minha companheira de viagem a Nikon D70 e o resultado está a seguir.
José Martins

O calor já não era por aí muito... mas os "farangues" (estrangeiros na Tailândia) despreocupados optam pela liberdade de mostrar a "peitaça". Lojas de "souvenires" há por todas as quinas e nas barracas. Por "tuta-e-meia" lá vai uma lembrançazinha para amigos que ficaram longe e com pena de não viajarem à Tailândia. Um souvenir do Rio Kwai, não é uma lembrança, mas um estatuto pessoal!


Os das duas rodas e da "pesada", frequentemente, viajam ao Rio Kwai. Não são violentos, não vestem casacos de couro e são uns gajos porreiros. Arrobas de lembranças executados de casca seca de cocos, sementes e pedras semi-preciosas. A concorrência é vasta e bom discutir o preço...Em toda a Ásia é assim... Sorrisos,sorrisos, mas negócios à parte!



Bananas e cocos do lavrado dos vendedores a preço ridículo. A vendedeira de ratinhos com corda e rodas.


Uma legião de de fotógrafos em modos de "papparazis" a focar o melhor ângulo da ponte. Um palminho de cara feminino, também, em procura da melhor focagem


Ele analisa a foto que tinha acabado de tirar à sua amada... Quem não seria, qual homem, o não faria, a uma "coisinha" tão fofa como ela é...!!!O vendedor de brochuras, amaricado, descansa encostado a uma bomba, de grosso calibre que não rebentou há 56 anos ao ser lançada dos céus, pelos aviões ingleses, para acabar com a ponte. Outras o viriam a fazer. O atento fotógrafo no meio dos carris para captar o melhor "boneco"


Os "putos" do Rio Kwai são iguais aos de todos do mundo. Gostam de sorvetes e levantar o dedo polegar: "porreiro". A ponte e o namorado fotógrafo.


Sem comentários. As imagens dizem tudo!

O audaz. A mulher que vende brochuras sobre a história da Ponte e a jovem fotógrafa.



Comentários? Para quê?



O negócio de venda de lembranças segue bem e à maneira. Sempre assim... a Ponte apinhada de gente. Qual crise de turistas, qual carapuça! A crise foi coisa de há uns meses...


20 bahts de bananas num saco plástico, descascando e comendo-as. Duas bombas europeias na fotografia junto a uma já sem vida... E ainda bem que está ali para a fotografia.


O pôr do sol chegou e a réstea de luz iluminou as plantas da flor do lótus da superfície do leito do rio. As flores transformadas em botões, fechando as pétalas que as voltarão abrir quando o sol raiar na manhã seguinte e inspirar algum poeta.

O sol esconde-se para lá das serras. Voltará a brilhar no dia seguinte.

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