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segunda-feira, 28 de junho de 2010

A ECONOMIA PORTUGUESA EM CEROILAS ROTAS

Sócrates reúne com banqueiros para discutir escassez no crédito

Maria Teixeira Alves e Maria Ana Barroso
29/06/10 00:05


O primeiro-ministro José Sócrates teme os efeitos na economia do corte na concessão de crédito por parte dos bancos...

O primeiro-ministro José Sócrates teme os efeitos na economia do corte na concessão de crédito por parte dos bancos...

Presidentes do BCP, BES, CGD, BPI e Santander Totta estiveram ontem em São Bento.

Os cinco principais banqueiros nacionais foram ontem chamados a São Bento para discutir a actual situação do sector, concretamente a reduzida capacidade de financiamento à economia da banca portuguesa, factor que estará a preocupar o primeiro-ministro, José Sócrates.

Já os bancos querem que o Executivo tome mais medidas de contenção orçamental para ajudar a credibilizar a imagem do País junto dos mercados internacionais, o que permitiria facilitar o acesso a novos empréstimos por parte das instituições financeiras.

A reunião, segundo apurou o Diário Económico, terá acontecido a pedido de José Sócrates que contou com o seu ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos e do lado da banca com os presidentes da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Banco Comercial Português (BCP), Banco Espírito Santo (BES), Banco Português de Investimento (BPI) e Santander Totta.

O principal ponto da agenda da reunião consistiu em encontrar soluções para o financiamento do sistema financeiro nacional que, neste momento, já está a reflectir-se junto das empresas e particulares.

O primeiro-ministro está preocupado com os efeitos no tecido empresarial do corte da concessão de crédito e com a possível falência de empresas em resultado dessa contracção. Até porque o "fechar da torneira" dos bancos nos empréstimos concedidos ainda estará longe do seu pico.

P.S. - O que se passa é que Portugal perdeu o crédito perante a comunidade internacional da finança e agora José Sócrates pede aos bancos portugueses para reavivar o perdido. Sendo assim lá estamos nós os portugueses a pagar as favas aos bancos de Portugal e metidos numa bolha involuntariamente. Os banqueiros adoram as crises e delas tiram proveitos. O negócio deles é o dinheiro e venderam a alma ao diabo.

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