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sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

SUA EXCELÊNCIA O EMBAIXADOR JORGE RITTO CONDENADO POR PEDÓFILO

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Há uns 12 anos passou por Banguecoque o proprietários da empresa “Mármores Galrão” de Pêro Pinheiro. O propósito era vender blocos de pedras decorativas às serrações da capital da Tailândia. Era eu, na altura o representante do ICEP.
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Depois de um dia de trabalho fomos jantar a um restaurante situado nas margens do rio Chão Prya. Conversa daqui e dali terminado o jantar junto à meia-noite. Fomos beber um café e tomar um brandy a um dos mais elegantes, hotel, da cidade de Banguecoque.
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Junto à uma hora da madrugada quando saía do hotel para dormir o resto da noite, vejo um embaixador de um grande país, membro da União Europeia abraçado a dois jovens do sexo masculino, que me era bastante familiar nas recepções e reuniões. O diplomata seguia feliz da vida e certamente iria acabar em um “bacanal” a três num “hotel de amor.
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Nos meandros das Necessidades bem por lá se sabia as tendências de Jorge Ritto e até dado como indesejável num país de África, há uns anos, porque foi apanhado a fazer ou não fazer sexo com um cidadão, daquele país, de cor negra. As autoridades daquele país tolerar-lhe-iam se estivesse acompanhado com um homem branco de pele mas nunca com um de cor. O racismo naquele país ainda vigorava.
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Sua excelência o embaixador continuou a sua carreira fosse ou não fosse o que agora o Tribunal o condenou que era e a ser despachado para chefiar missões de importância para Portugal.
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Em 1989, transportei a Ayuthaya e visitar o "Ban Portuguet" (Aldeia dos Portugueses) no meu carro um embaixador de Portugal, que era meu chefe e mais duas individualidades de uma fundação de Lisboa. Durante o trajecto o embaixador lastimava-se pela maricagem que havia nas Necessidades e dava-a em 50%/ 50% e que esta, vencia os 50% dos que eram machos.
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Por uns 7 anos eu e os meus colegas de trabalho tivemos de nos enfrentar com os “abichanados” entre portas e assistir, impávidos e serenos (olho da rua a quanto obrigas), às mais reles actividades dos “abichanados”, porque, a eles, outros se lhe viriam a juntar.
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Actividades que a todos não eram desconhecidas mesmo dos taxistas que estacionavam seus veículos junto ao local onde eu exercia funções.
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Naquela casa, que sempre respeitei aconteceram as coisas mais estranhas que se possam imaginar de “maricagens” e não só, a intriga que viriam depois porque os “abichanados” são mesmo gente para isso e afastar os machos que repudiam as miseráveis e sujas suas "abichanadelas".
José Martins

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