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Peça de autoria do meu prezado amigo da "peitaça" Cambeta que informa de tudo que aconteceu, ontem dia da consoada em minha casa. Foi uma festa de Natal absolutamente de família e de amigos e com manda a tradição à portuguesa.
O articlista junto à porta de casa do seu estimado amigo José Martins, na Rama II em Bangkok, como se pode ver, o patriotismo está bem presente.
A Consoada é celebrada sobretudo em Portugal,e em todos os locais do mundo onde existam portugueses, no dia 24 de Dezembro de cada ano, o dia de véspera de Natal.
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Esta tradição leva as famílias a reunirem-se à volta da mesa de jantar, comendo uma refeição reforçada. Por ser uma festa de família, muitas pessoas percorrem longas distâncias para se juntarem aos seus familiares.
Foi justamente o aconteceu ontem, nesta cidade de Bangkok, na casa de meu estimado amigo José Martins.
Refeição
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A refeição da Consoada consiste, sobretudo, no bacalhau cozido, e termina com os doces, que são diferentes de região para região do país. Algumas destas sobremesas são a aletria, as rabanadas (no Norte do País], as filhoses, as filhó, o arroz doce (no Sul do País), os sonhos, coscorões, as broas castelar ou as azevias, para além do tradicional Bolo-Rei.
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Os preparativos para a ceia, ficou a cargo do cozinehiro chefe, e especial amigo Manuel Campos, tivemos galinha assada, bacalhau, como não podia faltar, ganso e aletria para além de variados doces, confeccionados pela donzela Maria, filha do amigo José Martins, e um bolo de chocolate, feito pela minha esposa, tudo isto bem regado com uma pomada alentejana, um tintol de primeira, só eu não bebi, e o amigo Zé, preveriu o branco.
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Foi uma ceia bem animada onde se juntaram cinco familias, sendo nós cinco portugueses, residentes na Tailândia, aliás quatro, pois o articulista vai e vem e se divide-se entre Macau e Bangkok.
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É de salientar que as esposas do pessoal presente são tailandesas.
A Consoada e os Presentes de Natal. Em Portugal, e não só, depois da Consoada, é tradição fazer a distribuição dos presentes de Natal, ontem igualmente aqui em Bangkok, não foi excepção, houve presentes para todos, o nosso amigo Engenheiro Rui Belo, ofertou a cada casal um belo cesto de fruta.
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A estimada filha do amigo Zé nos presenteou com uns bolos maravilhosos, por ela confecionados, e deu de presente ao pessoal algumas prendas bem giras.
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A esposa do amigo Marco do Vale, igualmente ofertou umas molduras bem giras, quem ficou com cara de parvo, foi o articulista, que para além do bolo de cholate nada mais levou, a não ser a pança para se satisfazer com a bela comida a presentada.
O articulista na sala onde se realizou a ceia, até a árvore de Natal não faltou, e estava bem iluminada
O meu estimado e velho amigo José Martins em seus aposentos
Très dos cinco portugueses presentes. O articulista à esquerda, José Martins ao centro e à direita Manuel Campos
A turma foi aumentando e nesta foto se junto o amigo Marcos do Vale, envergando uma camisola da seleção nacional
A mesa estava bem composta, falta só o pessoal sentar-se à mesa e ir enchendo os copos, já comida essa não faltava.
Os maravilhosos biscoitos confecionados pela gentil filha do amigo Zé Martins
O bolo de chocolate confecionado pela esposa do articulista
O último a chegar foi o estimado amigo Engenheiro Rui Belo, mas tinha â sua espera um dos seus pratos favotitos, o famoso bacalhau e o tinto alentejano, mas o nosso ilustre patrício veio carregado com duas garrafas de tinto das caves Anadia, que comprou em Bangkok.
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Aqui o nosso chefe de cozinha, Manuel Campos, junto de sua esposa e filho, cortando as galinhas.
O filho de novo amigo Campos junto com a esposa do amigo Marco do Vale e sua filha.
Os três da vida airada, somente o articulista não estava com os copos.
O amigo Manuel Campos, uma pessoa expcional, descansando um pouco na sala e biblioteca do nosso amigo Zé, dando dois dedos de conversa.
O amigo Marco do Vale, sempre bem disposto
Foto onde se pode ver â esquerda a esposa do nosso amigo Zé Martins, e em plano de fundo, o casal Manuel Campos
O amigo Marcos ainda não perdeu os costumes de sua terra, mas desta vez foi pelo garrafão em vez da bexiga!...
Por fim a faília Cambeta, não estando presente a sua filha mais velha, por motivos de serviço.
Para as filhas do artiulista, foi uma experiência bem agradavel, ficando desta forma a conhecer mais um dos costumes bem lusos.



















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