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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

MANHÃ: "AO REDOR DA PONTE DO RIO KWAI"



NO PEDALAR É QUE VAI O GANHO!!!

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Logo pela manhã, vejo uma estranha bicicleta a poucos metros do "bengalow" que ocupo no "Jolly Frog".
Junto um homem, ainda novo, a preparar a partida.
Cheguei junto a ele e perguntei-lhe de onde vinha e para onde seguia.
Da Suiça, juntamente, com sua mulher e uma linda menina, para aí de uns quatro anos, sorridente e de olhos verdes.
O casal embarcou na Suiça de avião com as suas bicicletas, para Banguecoque.
Em Banguecoque adquiriu um atrelado para transportar a menina.
Pedalaram de Banguecoque a Sura Thani (sul da Tailândia), depois subiram, sempre pedalando a caminho das "Terras Altas" (Chiang Mai e Chiang Rai) e regressam a Banguecoque a dar à perna.
Bem mostras nos dá a paz que se goza neste Reino e a segurança que os turistas estrangeiros, confiam, em se atirarem à estrada pedalando.
E no pedalar é que está o ganho, fazer turismo por déz reis de mel coado.
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Lá vão eles a caminho das "Terras Altas" do Reino da Tailândia.

TRETAS E "LARETAS" ESTÃO OS PORTUGUESES CHEIOS ATÉ AO GARGALO...

A conversa da treta do discurso de ano novo

o Senhor

Este falou hoje a defender que era hora de todos se unirem na resolução dos problemas. Não os portugueses como cidadãos para resolverem os problemas de todos, mas os politiqueiros deste país para garantir a continuação do sistema e das mordomias de alguns. Avisou para a possibilidade de uma este país explodir e tenho a certeza que o seu maior medo é que seja a vez dele e os seus amigos, porque para muito português que estão no desemprego e na miséria há muito que a sua vida já explodiu. Fazer avisos e profetizar desgraças é coisa que muitos fazem, apresentar soluções já é mais difícil.

FOTO DO DIA

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OS APONTAMENTOS DE UM SENHOR EMBAIXADOR DE PORTUGAL

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Apontamentos


E, pronto! De umas centenas de milhares* de caracteres nasceu um livro de "Apontamentos" - ou melhor, um volume - com alguns estudos sobre coisas ligadas à minha profissão. A capa e contracapa estão "catitas", como diria o meu vizinho de rua Dâmaso Salcede (pelo menos, a acreditar na geografia urbana do Eça). Dentro de dias, estará à venda mas, devo reconhecer, não estou à espera dos respectivos "copyrights" para viver...

Espero que, daqui a um ano, não tenha razões para escrever alguns "Desapontamentos"...

*ver comentário

O "ACASALAMENTO" DAS BORBOLETAS

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O CASAMENTO E OS HILGAS [1]

João José Brandão Ferreira

Sejamos claros: nem tudo é tolerável nem tem de ser tolerável. Transformar a tolerância como virtude, em fraqueza a aproveitar pelos “espert
os”, além de ser uma falácia e uma injustiça, abre portas a perigos insuspeitos.

Nem todas as opiniões são respeitáveis, outra falácia adrede expendida… sobretudo as que violam as mais elementares base da Moral e, ou, do direito. Bem como as que são, simplesmente, insensatas.

A insistência em afirmar que somos todos iguais é outra cretinice que virou política e socialmente correcta. Nós somos, pelo contrário, todos diferentes.E os homens, como tal,também são diferentes das mulheres. O que todos devem ter é oportunidades e condições idênticas, mas isso prende-se com princípios de humanidade e de justiça relativa que se buscam desde o inicio dos tempos...

Há centenas de milhões de anos que na terra existem seres vivos, vegetais e animais, os mais diversos. Eles existem porque têm a capacidade de se reproduzir, através da existência de um elemento feminino e outro masculino e a natureza é tão perfeita que concebeu “sistemas” de atracção entre os géneros que garantissem a interacção reprodutiva.

A homossexualidade humana – inexistente em 99% das espécies é, a esta luz, um desvio genético, uma doença. E uma doença terminal, já que se, por absurdo, todos virássemos “gays” a espécie humana acabava…

Espalhando-se os homens pela terra,apesar das diferenças que sempre existiram de raça, cultura, crenças religiosas, etc., sempre estes viveram em grupo, criando sociedades mis ou menos complexas. Na sua espectacular diversidade, porém, a humanidade criou uma “célula” comum a toda ela: a família.
Esta forma-se, inicialmente, pela união de um homem e uma mulher, que considerações de ordem política, social e, ou, de afectos, uniram, a fim de partilharem o restante das suas vidas, protegerem-se e auxiliarem-se mutuamente e … terem filhos, perpetuando a espécie e a continuidade da família.

Da ligação dos cônjuges e dos seus descendentes passa a estabelecer-se uma rede mais ou menos complicada de laços familiares. A família passa a ser, deste modo, a estrutura mais elementar, sem embargo, mais fundamental da estabilidade de um grupo/tribo/nação/federação/estado, etc.

À figura que consubstanciou em termos jurídico/legais e sociais a existência de uma família, chamou-se casamento. E também isto a nível mundial, quer na sua fórmula exclusivamente civil ou acompanhada de um preceito religioso.

Ora é este “status quo”, que o presente projecto de casamento entre pessoas do mesmo sexo, quer pôr em causa. Isto é, querem transpôr uma aberração genético/comportamental, para o edifício legal.

Em nome de quê? Pois caros leitores, em nome da igualdade de direitos. Ora a mim parece-me que não se deve dar direitos idênticos a coisas diferentes. Tão pouco passar vícios privados a públicas virtudes!

Ver dois tipos a beijarem-se na boca na rua mete-me nojo; se forem duas miúdas, talvez me excite. Certamente por ser macho. Mas eu não tenho nada que me enojar ou excitar em público. Por isso os vícios pessoais devem ter o recato adequado, não o folclore das marchas de orgulho gay … Orgulho em quê? De quê? Sobre quê?

Não podem casar? Azar, se tivessem os pés chatos também não podiam ir à tropa! Não se pretende discriminá-los. Eles é que se estão a auto descriminar.

Legislar sobre uma coisa que a própria natureza tornou repulsiva parece ser um desconchavo que só um relativismo moral doentio, justifica. Infelizmente a comunicação social por razões várias, tudo têm feito por banalizar a discussão do tema para o tornar “normal” e habitual… Fá-lo a qualquer hora, por qualquer meio e vai ao ponto de mostrar cenas semi-explícitas.

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Ao mesmo tempo vão condicionando, ardilosamente, a expressão pública de quem não concorda com o desaforo. Um dia destes ainda vamos ter que pedir desculpa por não pertencermos ao “clube” ou acrescentarmos com entusiasmo, que também gostaríamos de experimentar.

E não deixa de ser curioso notar que são aqueles que tanto se têm empenhado em destruir a família tradicional, em facilitar o divórcio, legalizar o aborto,a eutanásia, etc., isto é em sabotar as regras e implicações do casamento entre dois seres diferentes e normais, que agora se empenham tanto no casamento homossexual…

O que esta gente quer é ter público reconhecimento dos maus caminhos que trilha e tornar boa e respeitável algo que objectivamente não o é. E não venham dizer que ninguém tem nada com isso. Toda a gente tem a ver com isso. Um cidadão que urina na via pública não deve ser apenas um caso de polícia, merece censura social…

Ninguém defende que se maltratem os portadores deste desvio, doença ou o que se lhe queria chamar – normalidade é que não pode ser. Agora temos que nos precaver da “ditadura” de minorias e da imposição de comportamentos.

De facto o casamento de homos,lésbicas,transsexuais,etc, abre as portas de uma comporta, de consequências imprevisíveis, o que irá alargar exponencialmente as barbaridades já existentes, como lobbies gay; discotecas para gays, bairros (guetos?) para gays, festivais de filme gay, idem para literatura, exibição de agressividade gay (vide culto do culturismo e exibição pública atemorizadora); predominância em profissões ou empresas, etc., é o que já se vê por aí. E o aí, internacionalizou-se. Podem por isso antever o que nos poderá bater à porta: pedofilia q.b.; uma mulher casada com um cavalo; poligamia masculina e feminina; Ansião com a sua corte de eunucos; incesto legalizado e por aí fora. A perversão da mente humana não tem limites…

Deixámos para o fim a delicada questão da adopção de crianças e todo o género de experiências da bio genética, que é o corolário lógico deste tipo de união (e não devia passar disso): tal consideramos simplesmente como um crime contra a humanidade.

Que ninguém se atreva a dizer que este vendaval de imoralidade é inevitável ou irreversível. Inevitável é a gente morrer e mesmo assim só para aqueles que não acreditam na reincarnação ou numa qualquer forma de ressurreição.

Agora experimentem continuar confortavelmente sentados no vosso sofá a ver o tempo passar,sem se quererem incomodar com nada. Um dia acordam e…. a coisa passou a obrigatória!
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João José Brandão Ferreira
TCor Pilav (Ref)
[1] Vítimas da transumância sexual…

AS VERDADES DE MÁRIO CRESPO

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IMAGINEM

Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado deci
diam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento.

Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.

Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também.

Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham
ESTADO escrito na porta..

Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem
trabalha e não se quer reformar.

Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez porcento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias.
Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil
contos por mês.

Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.

Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.

Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam.

Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos
dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos.

Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

Imaginem as pensões que se podiam actualizar.

Imaginem todo esse dinheiro bem gerido.

Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade demais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete
empresas públicas em Portugal.

Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos.

MUITOS PARABÉNS AO KAOS

4º Aniversário do WeHaveKaosInTheGarden

4 anos blog

Iniciei este blog há 4 anos, não com a intenção de escrever grandes textos, de ser famoso ou de mudar o mundo. Tudo o que desejava e desejo, foi e é, poder dizer aquilo que penso de uma forma livre e sem nunca abdicar daquela que é a minha verdade. Podem ser, e são-no muitas vezes asneiras e até injustiças para alguns, mas é o que penso e aquilo em que acredito. Foram 4 anos em que muitas vezes me perguntei, (ainda hoje me pergunto), se valia a pena o esforço, as horas de sono perdidas e os momentos com a família que deixei fugir. Talvez não tenha valido, mas foram também muitas horas de prazer a fazer os bonecos, mas sobretudo quando vejo alguém sorrir ao ver um. Como digo no cabeçalho, se há quem chore de alegria porque não poderemos também rir da tristeza. Não sei quanto tempo mais vai durar este blog, mas é a força das boas amizades que aqui fiz, da simpatia e animo que tantos que me visitam me têm dado que me vai fazendo continuar. Hoje, fui consultar o contador de visitas do blog e reparei que já ultrapassaram um milhão. Para alguns pode não ser nada de espectacular, mas para mim, na solidão que é estar sentado sozinho em frente de um computador é algo que nunca tinha imaginado possível. Obrigado a todos pela vossa simpatia e apoio, mas mais que tudo, nunca deixem que calem a vossa voz, nunca deixem que o medo os impeça de dizerem o que pensam. Um país mais justo e solidário só com a voz e a determinação de todos se pode construir e felizmente a blogosfera ainda é um bastião e um espaço dessa liberdade que não podemos perder.

A CLARA FERREIRA ALVES - ESCREVE COM CLARIDADE...!!!

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Quem escreve assim não é... gago!
Sem papas na... caneta... Clara Ferreira Alves. Vá lá que ela ainda chama democracia a esta bandalheira corrupta e devassa e a esta merda de politicagem que temos...
" Vemos, ouvimos e lemos...
Não podemos ignorar ..."
CLARA FERREIRA ALVES
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
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Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" (Olá! Batista Bastos... ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
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Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial.
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Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
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Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
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Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
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Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
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Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
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Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
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Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
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E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
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Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
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Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
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Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
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Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
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Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
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As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
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E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
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E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
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E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
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E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
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O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
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E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
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Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
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Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
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Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves

NÃO FUI EU QUE DISSE....MAS UM JURISTA!

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31 Dezembro 2009 - 00h30
Heresias
Em 2010
Em 2010 os políticos, todos, vão repisar promessas que nunca tencionaram cumprir. Em 2010 vai aumentar o desemprego embora Sócrates e seus cúmplices jurem que não.
Em 2010 duplicará a nossa dependência de um Estado cada vez mais inchado. Em 2010 subirão os impostos com o pretexto da crise que passou e da que está para vir. Em 2010 o País ficará mais endividado. Em 2010 vamos ser superados por outra mão-cheia de países do ex-Leste europeu. Em 2010 a podridão dos homens públicos já não abalará quase ninguém. Em 2010, falar-se de corrupção passará a ser uma grave falha de etiqueta. Em 2010 a liberdade de expressão ocorrerá só às vezes. Em 2010 nenhum dos crónicos problemas que este regime retém será resolvido. Em 2010 ficaremos ainda mais iguais ao que éramos em 1910.
Carlos de Abreu Amorim, Jurista

ARMANDO VARA: "O BOM FILHO A CASA TORNA..."

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Armando Vara regressa ao BCP na próxima semana
Hoje Diário de Notícias

Armando Vara regressa segunda-feira ao BCP embora continue arguido no processo Face Oculta.

Vara volta para o maior banco privado português mas sem funções de administrador. Vai ser consultor sem função especifica.

Segundo a RTP Armando Vara manterá a remuneração e irá trabalhar em projectos pontuais na área do imobiliário
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AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 01.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Eurojust: Silva Miguel substitui Lopes da Mota
Réveillon: Figueira da Foz cancela concertos

Accionistas da Marvel aprovam venda à Disney

Sérvia acusa Croácia de genocídio
Crónica do Dakar: Descontrair em Buenos Aires

Capa do PúblicoPúblico

Mourinho nega intenção de deixar o Inter e lamenta má interpretação das suas declarações
Estradas cortadas em vários distritos devido a inundações, neve e deslizamentos de terra

Jesualdo Ferreira quer voltar a ganhar Taça de Portugal

Jesualdo Ferreira admite reforços
Tiger Woods perde o patrocínio da AAT&T

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Armando Vara regressa ao BCP na próxima semana
Guia de estilo urbano on-line promove votação para escolher os locais mais interessantes da cidade
Café cumpre tradição de Ano Novo e dá comida e bebida de borla

2009: Um ano para recordar

Governo cancela regime processual civil experimental

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Operação Ano Novo: Dois mortos, 14 feridos graves e 194 feridos ligeiros nos primeiros dois dias
Ano Novo: Dois milhões de cariocas e turistas festejaram em Copacabana
EUA: Os atentados futuros serão ainda mais difíceis de neutralizar - Serviços Secretos
Lituânia: Única central nuclear do país encerrada - Oficial

Paquistão: Dois mortos num disparo de um drone norte-americano (responsáveis)


Capa do ii

Paulo Rangel: “Sócrates está a comportar-se como um adolescente”
PSD admite pedir estado de calamidade, após conhecer estragos no Oeste
Casamento gay: não há referendo para ninguém
Sócrates, a crise, a esperança e o espírito do Natal passado - vídeo
Bispos lamentam chumbo do referendo


Capa do Diário EconómicoDiário Económico

PGR já indicou substituto para Lopes da Mota
Um brinde ao champanhe
PSI 20 entre os maiores vencedores na Europa
Complemento solidário para idosos sobe para 418,5 euros
EDP conclui compra de activos da Gas Natural

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Wall Street a caminho do maior ganho dos últimos seis anos
Cimpor sobe 85% em ano de OPA
BCP foi o pior do PSI-20 em 2009
Impresa e Cofina fecham o ano com ganhos superiores a 100%
Bolsa regista maior ganho dos últimos 12 anos

Capa do OjeOje

OJE reforça liderança
Finibanco vende 50% do Vida à Mapfre com encaixe inicial de 10 milhões
Reditus compra distribuidora de software Partblack por 7,5 milhões
Sanhá desvaloriza regresso de Bubo Na Tchuto ao país
Bolsa de Lisboa fecha a ganhar 0,25% em contraciclo com a Europa

Capa do DestakDestak


U2 foram os mais lucrativos ao vivo em 2009
Águas do Douro atingem 4,70 metros e galgam as margens
Sexto cadáver encontrado em Helsínquia pertence ao atirador
2009 foi um ano muito proveitoso para as curtas portuguesas
Quadro de Degas roubado de Museu em Marselha

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A Bola
A Bola

Balanço do ano: cronologia de Dezembro
Balanço do ano, Dezembro: Pepe lesiona-se com gravidade
Balanço do ano, Novembro:Portugal assegura Mundial
Balanço do ano, Novembro: Paulo Bento deixa Sporting
Balanço do ano: cronologia de Novembro

Capa do RecordRecord


Record Online deseja a todos uma boa passagem de ano e um Feliz 2010

Classificações
Resultados
E se o reforço for... Belluschi?
Apple anuncia "tablet" em janeiro

Capa do O JogoO Jogo

Ricardo Leal dos Santos pronto para o Dakar 2010

“Queiroz é muito bom treinador”
Giggs eleito o melhor da década do Manchester United
Africa Eco Race: Elisabete Jacinto em 2º lugar
Tiger Woods perde o patrocínio da AAT&T