Translator

domingo, 3 de janeiro de 2010

O INTERNET COMEÇA A INCOMODAR O FIDEL E CARLOS CASTRO

.

Claudia Cadel, autora do bloggue "Octavo Cerco", exibe a citação dos cubanos no Ministério do Interior (MINT).

-
Cuba vive outra revolução na Web
.
A geração mais jovem de 'blogueiros' coloca o regime de Fidel Castro na defensiva
-
MAITE RICO 03/01/2010 (El País)
-
Uma nova revolução está a fazer progressos em Cuba. Discreto mas imparável. Calmo e irreverente.
.
É chamada a blogosfera alternativa está deixando nervosos os irmãos Castro, que reuniram, na passada sexta-feira, para assinalar os 51 anos no poder.
.
Os seus protagonistas são centenas de jovens (e alguns, outros, veteranos) que estão propostos a romper o cerco da censura e ventilar uma ilha que foi fechada de meio século.
-
Suas armas são o computador e os "memory sticks".
.
Apesar de todos os obstáculos, estão a gerir e a tecer uma rede de rebelião começando mover-se no espaço cibernético para as ruas.

O MEU ALBUM PESSOAL

.

.
Foi assim! Em 1981 Embaixador Mello Mello foi acreditado no Reino da Tailânda.
-
A residência encontrava-se em mísero estado de conservação, quer na parte interior como no exterior. Em seu redor igual: arbustos, casas do pessoal e armazéns, que antes alugados, vazios e degragados.
-
Com pouco dinheiro o milagre surgiu com uma lindíssima casa, secular, junto à margem do Rio Chao Praiá.
-
Mello Gouveia era vaidoso em tudo que levava a cabo... E não tardou a convidar pessoas ligada às artes, cultura,do Governo, de então, a vistar a "Nobre Casa".
-
A cidade de Banguecoque, era de facto enorme e despertava para a modernidade.
-
De casas baixas, muitas velhinhas e contruídas em madeira de teca. A cidade começa a estender-se desde a zona ribeirinha para o este.
-
A partir de 1988 as casas Sino Portugesas que muitas existiam ainda na Sathorn Road foram destruídas e viriam a dar lugar aos arranha-céus dos dias de hoje.
José Martins

O FORROBODÓ DO NOSSO JARDIM

Ricardo Rodrigues vice-presidente da bancada socialista
-
Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime
-
Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal) Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo.
-
No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
-
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.
Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
-
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes». Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»...
-
(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.
-
Denunciado em acareação
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
-
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
-
Autor da proposta (recusada) da criação da figura de um procurador especial junto da Assembleia da República
-
É também apelidado por deputado da Vírgula
-
Relacionado com o n.º3 do artigo 30 do Código Penal (CP), referente ao crime continuado.
-
Contestações
«Pela primeira vez em texto de lei, o legislador diz que é possível aplicar este artigo a crimes pessoais, quando se trata da mesma vítima de, por exemplo, abuso sexual, violência doméstica ou pedofilia, quando até aqui este artigo apenas se aplicava a crimes contra o património».
-
No entender da Associação, este artigo «têm de ser abolido». «Vem a arrepio da boa doutrina e jurisprudência, colocando mesmo em causa os direitos humanos dos cidadãos, já que se alguém foi abusado sexualmente 50 vezes pela mesma pessoa, o arguido só pode ser condenado ao máximo de oito anos, quando no anterior Código poderia chegar à pena máxima (25 anos)», referiu
-
BENS PATRIMONIAIS E PESSOAS
O antigo Código Penal só admitia a figura do crime continuado nos casos dos crimes contra bens patrimoniais. Agora os bens pessoais também são abrangidos, mas o procurador João Palma considera “inadmissível” o mesmo nível de protecção.
-
ALTERAÇÃO ‘A POSTERIOR
Os magistrados garantem que no projecto de alteração ao Código Penal não constava, na terceira alínea, a frase "salvo tratando-se da mesma vítima", e quer saber quem propôs a alteração e em que altura foi Introduzida
-
ACTAS E PROJECTOS
O desembargador António Martins desafia os políticos a divulgarem os projectos das leis penais e as actas das audições na Assembleia da República dos diversos operadores judiciários, para que sejam clarificadas as alterações introduzidas. Os magistrados garantem não ter tido acesso a parte da alteração da 3.ª alínea e António Martins sugere que sejam divulgados os trabalhos preparatórios e actas.
-
CONSEQUENCIAS NO PROCESSO CASA PIA
Vários arguidos do processo de pedofilia da Casa Pia podem vir a beneficiar da alteração ao artigo 30, uma vez que em alguns casos são acusados de vários crimes sobre a mesma vítima.
.
Ricardo Rodrigues é o deputado que mais defende a posição do Governo contra o Projecto Lei que visa a criminalização do enriquecimento ilícito.
-
De que tem medo o PS?

O MEU ALBUM PESSOAL

O tempo passa numa fona!
Quase não damos pela nossa passagem no tempo.
Em Agosto do corrente ano faz 29 anos que conheci o Embaixador Mello Gouveia de quando a chancelaria funcionava num salão do rés-do-chão da residência dos embaixadores.
Foi-me apresentado pelo Vice Cônsul José de Souza.
Mas quem seria eu, vestido de calças de ganga, T-Shirt e de chinelos calçados para um embaixador de Portugal para me falar amigavelmente?
Desde essa data, quando vinha da Arábia Saudita descansar duas semanas a Banguecoque, junto a minha mulher, nunca mais deixei de visitar a Embaixada.
Passei tempos felizes naquela casa e entrei, dentro dela, a pintar paredes. Demorei nesse trabalho 27 dias.
Depois, acompanhei toda a Obra que produziu em Banguecoque Embaixador Mello Gouveia, até à sua partida para assumir a gerência da Missão de Tóquio.
Criamos uma amizade até hoje.
Nunca deixou de me contactar até agora.
Poucos dos seus colegas, depois de ter partido, falaram da sua obra e procuraram esconde-la.
É sempre assim o último que partiu foi sempre o melhor dos seus predecessores.
Dos outros, que partiram, já não reza a história.
Fui isto que sempre achei.
José Martins

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 03.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Quatro amigos ficam feridos em acidente
Amarante: Encontrado cadáver
David Cameron: Campanha em marcha
Paulo Teixeira Pinto: Processo a Louçã
Gaia: Incêndio faz vítima

Capa do PúblicoPúblico

Espectadora argentina do Dakar é a 55.ª vítima mortal da história da prova
A ressaca existe, mas não afectou Raul Meireles
Sorteio do Totoloto (1º/2010)
Queixa de Paulo Teixeira Pinto contra Louçã é "ameaça inaceitável"
Atropelamento provoca vários feridos, um com gravidade

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Queixa de Teixeira Pinto contra Louçã é ameaça "inaceitável"
A evasão que fragilizou Salazar e devolveu a liderança ao PCP
Chovem cavacas para pagar promessas
Pontos fortes
Maria Eugénia Cunhal

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Peru: Supremo Tribunal confirmou pena de 25 anos para o ex-presidente Fujimori
Médio Oriente: Lieberman questionou representatividade de Mahmoud Abbas
Operação Ano Novo: Cinco mortos, 26 feridos graves e 317 feridos ligeiros em quatro dias
Terrorismo: Ataques contra Al-Qaïda no Iémen efectuados pelos Estados Unidos - CBS
Jogos: Um totalista arrecadou primeiro prémio de um milhão de euros no Totoloto


Capa do ii

Paulo Rangel: “Sócrates está a comportar-se como um adolescente”
Sócrates, a crise, a esperança e o espírito do Natal passado - vídeo
Bispos lamentam chumbo do referendo
Mau tempo: 30 milhões de euros de prejuízos em estufas só em Torres Vedras
Portugal é dos países que menos investem na família

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Fiorentina prepara ataque a Veloso
Helton, Rodriguez e Fucile também estão em apuros
At. Madrid garante vitória nos descontos
«Espero fazer muitos golos» - Éder Luís

«Foram sete meses muito difíceis» – Orlando Sá

Capa do RecordRecord

Há vida sem Liedson
Meireles e Fucile pegaram-se durante o jogo
Vão chegar mais craques
Primeiro jogo do ano costuma dar em vitória
Fernando em risco para o Leixões

Capa do O JogoO Jogo

Espectadora argentina é já a 55.ª vítima mortal
At. Madrid vence no último minuto e afasta-se dos lugares de despromoção
Orlando Sá: “Foi pena não ter conseguido o golo”
Treinador da Oliveirense considerou que o FC Porto conseguiu uma vitória "normal"
Jesualdo Ferreira: “Cumprimos o objectivo”