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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

NEM TUDO QUE RELUZ É OURO E PETRÓLEO EM DUBAI...!!!

David Beckham e uma série de estrelas de grande nome Inglaterra em risco de perder milhões - após a compra de apartamentos mega bucks em Dubai.

Becks e Premier League ases Michael Owen, David James, Joe Cole e Kieron Dyer todos supostamente investidos em moradias de luxo R $ 1 milhão em ilhas em forma de uma incrível palmeira.

Mas agora o desenvolvedor, Nakheel, ficou sem dinheiro dizendo que não pode mais pagar as suas dívidas.

Troubled ... Palm Jumeirah development
Troubled ... Palm Jumeirah desenvolvimento

E teme-se que os construtores não será capaz de terminar o ambicioso projeto de Palm Jumeirah.

Isto poderia significar casas dos jogadores de luxo, então, um vizinho estaleiro feio inacabado - e mergulhar os preços de propriedade de seus apartamentos.

Movie star Casal Brad Pitt e Angelina Jolie também disse ter comprado casas nas ilhas, que projetam-se para o mar do Golfo.

Mas a estrela do Chelsea Joe Cole foi um dos poucos que saíram a tempo.

Towering ... The Burj hotel
Elevando-se ... O hotel Burj
Barcroft Media

Cole vendeu sua casa por cerca de R $ 2.1million verão passado, como bolha de Dubai propriedade abordado o ponto de ruptura.

Aborrecimento

Cerca de 2.000 vivendas e moradias no Palm foi colocado à venda em 2002 e esgotou em um mês com as estrelas da Premier League e celebridades tirando-los.

Mas Nakheel, o braço de varejo do mundo de Dubai, está agora em grandes dificuldades e lutando para cobrir as suas dívidas crescentes.

O skyline de Dubai se transformou, nos últimos anos por vários milhões de libras a evolução como a mola-céus por cima de toda a cidade.

Estes incluem o hotel Burj - O prédio mais alto do mundo feito de construção, distribuídos por 162 andares que está afiando para a sua conclusão.

Risk ... workers on The Burj but the Dubai construction industry is troubled
Risco ... trabalhadores da indústria, mas o Burj Dubai é incomodado contruction
Barcroft Media

Dubai World, propriedade do governo de Dubai, é de R $ 60billion (R $ 35billion) no vermelho.

É pedir credores se podem adiar os seus pagamentos futuros até Maio do próximo ano.

Analista Shakeel Sarwar, de SICO Investment Bank, disse: "É chocante porque, para os últimos meses as notícias que saem nos deu conforto aos investidores que Dubai seria muito provavelmente será capaz de cumprir suas obrigações de dívida".

Extravagant ... view from The Burj
Extravagante ... vista do Burj
Barcroft Media

Bolsas do mundo caíram acentuadamente hoje, como os acionistas desgastados sobre as dívidas da Dubai World.

Parou de trabalhar em vários projectos de grande envergadura em torno da cidade de Dubai e as empresas tiveram de aceitar grandes cortes no valor de seus contratos.

Os relatórios recentes também alegou que as empresas britânicas foram R $ 200 milhões devidos pelo governo de Dubai empresas públicas.

P.S. Tradução automática Google, imperfeita, mas não se pode mexer dado ao sitema de copia e colagem.

ELA VIU OS OLHOS "TERRIVEIS" DE HITLER

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Freya von Moltke


Ela viu os olhos "terríveis" de Hitler
Freya von Moltke, esposa de uma das figuras da resistência contra o nazismo alemão e membro Kreisau Circle, morre aos 98 anos nos E.U.

ANTONIO JACINTO - Barcelona - 05/01/2010
Freya von Moltke não sabia, mas o homem cujos "olhos terríveis", que um dia quedou-se perturbada ao encontrar face a face nas sombras de uma sala de projeção anos depois de Berlim iria enviar para a forca seu marido.
Ela estava relutante de que seu marido fora condenado à morte por tentar assassinar o Führer
Freya Deichmann, nascida em 1911 em Colónia, morreu ontem, em Vermont (E.U.A.), onde morava, era a esposa de uma das grandes figuras da resistência contra o nazismo alemão, o conde Helmuth von Moltke James, junto com Peter Graf von Wartenburg, Kreisau Circle e mais um grupo de fundamentalistas da oposição ao regime de Hitler, foram executados na prisão de Plötzensee, em 23 de Janeiro de 1945, após serem condenados por alta traição.

DIPLOMACIA: TEMPO DE ARREGAÇAR AS MANGAS DA CAMISA

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Diplomacia

Luís Amado: saída da crise vai ser complexa e difícil
04.01.2010 - 17:32 Por Lusa

"A saída da crise económica vai ser complexa e difícil porque a limitação do seu impacto foi conseguida à custa da dívida e vai obrigar à negociação do programa portug
uês no âmbito do Pacto de Estabilidade e Crescimento revisto, afirmou hoje Luís Amado.Daniel Rocha (arquivo)
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Segundo Amado, a crise internacional não atingiu “as proporções dramáticas” que se previam
“A gestão da crise foi complexa, mas a saída da crise vai ser mais complexa e mais difícil”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros português na abertura do Seminário Diplomático, ao falar da crise como um dos “problemas, riscos e ameaças” que vão condicionar a acção externa de Portugal em 2010.
Segundo Amado, a crise internacional não atingiu “as proporções dramáticas” que se previam graças “ao discernimento de alguns decisores internacionais para reagir”, mas “está longe de estar ultrapassada”..." (in Público 5.01.10)
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À MARGEM: Até que enfim que o ministro Luis Amado deu conta dos tempos difíceis. Estes há muito se arrastam...
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Bem será altura de Luis Amado ordene, o terminar as "capelinhas" e os seus embaixadores, acreditados, em países estrangeiros que arregacem as mangas da camisas peguem na pasta e vão vender aquilo que Portugal ainda tem para oferecer.
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Que os embaixadores se deixem de proas do casaco e da gravata...!!!
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Lembro aqui mais uma vez: "quando se deu o colapso económico da Ásia em principio de Julho de 1997 e que a Tailândia foi um dos países atingidos, o ministro dos Negócios Estrangeiros, ordenou aos seus embaixadores e cônsules, acreditados no estrangeiros, que se deslocassem a Banguecoque com a finalidade de receberem instruções.
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O ministro de então recomendou-lhes: "os senhores são os caixeiros viajantes da Tailândia, por isso têm que vender o que nosso país produz. Entretanto, pouco depois o embaixador acreditado em Tóquio (Japão), não acatou as ordens do ministro, recebeu ordem para regressar a Banguecoque e substituído por outro seu homólogo".
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Talvez fosse bom que o ministro usasse o mesmo método e fazer arregaçar as mangas da camisa aos embaixadores de Portugal.
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O tempo dos "galões dourados", dos Capitães da Índia; dos marqueses, barões, condes e viscondes é coisa de outras eras!
José Martins

BANGUECOQUE: MEMÓRIAS DOS TEMPOS IDOS

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Uma das principais artérias de Banguecoque nos dias de hoje. Já o era de quando numa das travessa ali me hospedava no “Honey Hotel”, nos anos de 1977.
Só com uma diferença nessa altura as casas não subiam mais de quatro andares.
O mais alto era “Hotel Embaixador”, que mais tarde viria, alargar-se para as traseiras.


O velho "Honey Hotel" não mudou nada em mais de 35 anos. Memórias da minha idade de quarentão.

A Sukhumvit principiou a ser famosa de quando da Guerra do Vietname e frequentada pelos soldados americanos, que por dias vinham a Tailândia para refrescarem e aliviarem a depressão. Uns poucos bares na avenida e outros nas travessas (os chamados sois). Na Soi Cowbys o bar com o mesmo nome, cujo o proprietário era um soldado negro americano que depois de ter passado do exército à disponibilidade, abriu um bar decorado, a parte da frente, com cornos de búfalo e cordas, texanas e o negócio foi-lhe correndo.


Aqui não se mexe... O conservadorismo existe!

Os soldados americanos regressaram a casa depois da guerra terminada e o negócio do “Bar do Cowboys” continua a florescer com a chegada do “insurra” ´Oil man´, a trabalhar na área da prospecção do petróleo dos países árabes.
Viria, depois, o “Bar do Cowboys” a sofrer a concorrência com a abertura de outros. O cowboy, começou a perder a clientela e as raparigas, bailarinas, passaram-se para outros bares. Enfrasca-se todos os dias, de álcool e acabou por morrer há uma vintena de anos com uma cirrose e o fígado completamente podre.
O bar continua no soi cowbois. Durante um ano de férias em Banguecoque deambulei pela avenida da Sukhumvit e passei por lá grandes “noitadas” de quando uma cerveja custava 20 baht, durante o dia e 30 pela noite adiante.



O canal onde eu vi pescar caramão miúdo. Imagem do lado direito: A "botaria", que ainda está no mesmo sitío que a conheci. Comprei ali umas botas de bico, cano alto texanas. Era a moda! Eu era um homem do petróleo...

Depois conheci minha mulher desde então até hoje passei pela travessa do cowboy uma meia dúzia de vezes.
Raramente vou à avenida da Sukhumvit. A avenida deixou de ter a beleza do meu tempo; os hotéis o carril elevado escureceu a artéria e deixou de ter hortas para além das margens da via e o intenso tráfego, o mercado de passeio acabou com o resto.
Ontem resolvi ir à “Siam Society” pagar a minha quota anual já caducada em 31 do mês passado. Raramente saio de minha casa, aonde ainda vivo, longe da “barafunda” que uma urbe como Banguecoque (outra igual, algures no Mundo, desta dimensão), de sei lá se mais ou menos de 14 milhões de almas no seu quotidiano de labuta.


Velhas casas, mercado de rua, teimam em vencer o correr do tempo
na avenida da Sukhumvit

A “Siam Society” encerrado, assim me informou o guarda e abre hoje dia 5 de Janeiro. Olhei os efeitos que o fogo produziu, há tempos, na loja de vendas de souvenir, livros e onde funcionava a administração do espaço de cultura de excelência na Ásia, fundado em 1905.
Do mal o menos e não atingiu a biblioteca, instalada num edifício de ferro e cimento ao lado do que ardeu de madeira de teca. O caso está resolvido por agora com uma nova construção provisória.
A “Siam Society” está situada a uns escasso metros do local onde conheci a minha mulher Kanda de 30 anos. O Soi Asoke (Sukhumvit 21), na altura que o conheci era uma via mais pequeno, depois seria alargado e o seguimento (que bem se pode chamar) a estrada da circunvalação de Banguecoque que circunda toda a grande cidade.

Contrastes. O velho e o novo

Há uma vintena de anos, rodei por ela e o conta quilómetros marcou 90 quilómetros.
Não podendo satisfazer o pagamento, e porque estou num espaço familiar há 30 e mais anos, vou almoçar ao “Honey Hotel” (que nunca mais lá fui desde 1979). Conheci as caras desse tempo, mais velhas como eu.
Perguntei ao empregado de mesa que me serviu: há quantos anos estava ali e respondeu-me: há mais de 30 anos...!!!
Não me enganei era mesmo a pessoa que eu tinha reconhecido. Na caixa do restaurante a mesma rapariga, sempre de sorriso nos lábios que havia conhecido.
Ainda, agora, se sorria só que não era era igual ao que lhe conheci...
Um sorriso com rugas na face é um sorriso velho e com pouco graça.
As outras raparigas, engordaram, como eu e na casa dos mais 50 anos. Não me identifiquei, nem ninguém me conheceu. Saí e continuei a minha curta romagem para matar as saudades dos tempos idos.
Fui visitar a livraria “Ásia Books” que não mudou uma palha que seja do estilo de construção, alem da pintura, ainda fresca, de verde do exterior do edifício. Vence as leis do progresso e está ali, me parece de pedra cal por mais anos e anos à sua frente.


A velha livraria`...

O “Ásia Books” foi um espaço que sempre visitei, para comprar, parte dos meus livros que hoje tenho (alguns já esgotados) e passei no interior horas a vasculhar o desconhecido. A única livraria, nesse tempo, em Banguecoque. Hoje terá mais de uma centena espalhadas pela cidade onde incluo as grandes superfícies.
Não houve diplomata, professor, gente ligada à cultura e artes, locais ou estrangeiros que não tenha visitado a “Ásia Books”.
Procurei livros dos antigos mas não encontrei um que fosse. Entretanto o sortido é vasto desde o rés-do-chão ao primeiro andar.
Não encontrei nenhum livro que me interessasse, porque sempre comprei obras que me falem da história de Portugal na Tailândia e nos países da Ásia por onde passaram.


Clique nas imagens para as ver melhor e ler

Quase à saída encontrei, apenas um, que me interessou: “Singapura a Biography” (1.150 baht) de Mark Ravinder Frost e Yu-Mey Balasingamchow, prefaciado por Lee Chor Lin, Director do Museu Nacional de Singapura. Desfolhei-o para ver se valeria a pena. Conta de facto toda a história desde as raízes do aparecimento de Singapura; os autores embrenham-se na conquista de Malaca, designam (onde foram beber aos seus escritos) o Grande Afonso de Albuquerque, Stamford Raffles, Dr. Jonh Crawfurd, outras individualidades britânicas e chinesas e não falam do Dr. José D´Almeida, português que realizou uma grande obra em Singapura e onde uma rua com o seu nome existe.
Vou lê-lo e depois fazer os meus comentários.
José Martins

ONDE ESTARÁ O DEFEITO... DO CU OU DAS CALÇAS?

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Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.

Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.

Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.

Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.

Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gá> muito leve que já ganhou prémios internacionais.

Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.

Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.

Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.

Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os toda a EU.

Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.

Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.

Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.

Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.

Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.

Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis.

Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.

Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pelo Mundo.

O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive... PORTUGAL.

Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.

Chamam -se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.


Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo).

É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, gravíssimos problemas no ambiente e na saúde... do que se atrasou em relação à média UE...etc

Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso.
É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.

ÁRABES E JUDEUS: DISTANTE O CAMINHO DA PAZ

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Duas crianças: uma árabe outra judaica caminham de braços ombro-em-ombro

Recebi este email hoje e foi convidado a enviá-lo por diante. leia!

שוב, החדשות מצרפת לא מדווחות כפי שהן באמת
Mais uma vez, a notícia real na França não é conveniente, sendo relatados como deveria.
בצרפת שי 6 מיליון ערבים ו - 600.000 יהודים. כדי להראות את המצב, מצורף הדואל שקבלתי מיהודי שגר בצרפת
Para lhe dar uma idéia do que está acontecendo nesse país, onde hoje existem entre 5 e 6 milhões de muçulmanos e cerca de 600.000 judeus, aqui está um e-mail que veio de um judeu que vivia na França ..

האם העולם ישתוק שוב כפי שקרה בתקופת היטלר ימ"ש? כיהודי אני לא יכול לשבת ולא לעשות דבר לכן אני מעביר את הדואל הזה.
Por favor, leia! "Será que o mundo não vai dizer nada - de novo - como fez no
Tempo de Hitler? "Ele escreve:" Eu sou judeu - portanto estou enviando este para todos em todas as minhas listas de e-mail. Eu não vou sentar e não fazer nada.

יש עכשיו מתקפה אנטישמית בצרפת:
1. ב - ליון מכונית דהרה לתוך בית כנסת
2. ב - מונטפלייר שרפו את המרכז היהודי
3. ב - שטרסבוגר ובמרסיי כנ"ל
4. כך גם בביה"ס היהודי - בקריטיי
5. ב - טולוז נזרק בקבוק תבערה על מועדון ספורט יהודי
6. פסלו של אלפרד דרייפוס בפריז זוהם בכתובת "יהודי מלוכלך"
7. ב - בונדי, 15 אנשים היכו יהודי בנבחרת הכדורגל במקלות ומוטות מתכת.
8. אוטובוס הסעה עם ילדי בי"ס ב - אונריוויי הותקף 3 פעמים ב - 14 החודשים האחרונים.
9. לטענת המשטרה היו רק 10 עד 12 ארועים אנטישמיים ביום ב - 30 הימים האחרונים
10. קירות בשכונות יהודיות כוסו בכתובות "יהודים לתאי הגזים" ו"מ וות ליהודים "
11. קצב יהודי נורה מאקדח בטולוז
12. זוג יהודי צעיר הוכה ע"י 5 אנשים ב - ויירבאן בצרפת (האשה היתה בהריון).
13. ב - סרקסל הושחת בי"ס יהודי. זה קרה בדיוק לפני שבוע
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Em todos os espaços do mundo têm as chamas do anti-semitismo queimado mais
furiosamente do que em França .
1. Em Lyon, um carro foi abalroado em uma sinagoga e incendiada.
2. Em Montpellier, o centro religioso judaico foi bombardeado;
3. assim foram sinagogas em Strasbourgand Marselha;
4. por isso foi uma escola judaica em Creteil - todos recentemente.
5. Um clube esportivo judeu em Toulouse, foi atacado com coquetéis molotov
6. e na estátua de Alfred Dreyfus, em Paris, a expressão 'Dirty judeu "foram pintados.
7. Em Bondy, 15 homens espancar membros de uma equipe de futebol judeu com paus e barras de metal.
8. O ônibus que leva as crianças para a escola judaica em Aubervilliers foi atacado três vezes nos últimos 14 meses.
9. Segundo a Polícia, Paris metropolitana tem visto 10-12 incidentes anti-judeus por dia nos últimos 30 dias.
10. Paredes em bairros judeus, foram pichados com palavras de ordem proclamando "judeus para as câmaras de gás" e "Morte aos judeus".
11. Um homem armado abriu fogo em um açougue kosher (e, claro, o açougueiro inToulouse), França
12. Um casal de judeus em seus anos 20 foram espancados por cinco homens em Villeurbanne, França (a mulher estava grávida).
13. Uma escola judaica foi assaltado e vandalizado em Sarcelles, França. Este foi apenas na semana passada

לכן אני קורה לך, אם אתה יהודי, או חבר של יהודי או סתם בן אדם עם יכולת ורצון להבחין בין הגינות לשחיתות, תעשה לפחות את 3 הדברים הפשוטים הבאים:
Então, eu apelo a você, se você é um judeu, um amigo, ou simplesmente uma pessoa com a capacidade e desejo de distinguir a decência de depravação, de fazer - pelo menos - estas três coisas simples:

ראשית: שיהיה חשוב לך לדעת מה קורה. אל תיגרר למחשבה שזה לא המאבק שלך
Em primeiro lugar, importa o suficiente para se manter informado. Nunca se deixe ser iludido a pensar que esta não é a sua luta.

אני רוצה להזכיר את מה שאמר פאסטור ניימולר במלחמת העולם ה - II:
Gostaria de lembrar do que disse o Pastor Neimoller na II Guerra Mundial: '

"בתחילה הם יצאו נגד הקומוניזם ואני שתקתי כי לא הייתי קומוניסט
Primeiro eles vieram pelos comunistas, e eu não protestei, porque eu não era comunista

אח"כ הם יצאו נגד היהודים, ואני שתקתי כי לא הייתי יהודי
Então eles vieram pelos judeus, e eu não protestei, porque eu não era judeu.

אח"כ הם יצאו נגד הקתולים ואני שתקתי כי הייתי פרוטסטנטי
Então eles vieram para os católicos, e eu não protestei, porque eu era protestante.

אח"כ הם יצאו נגדי, אבל באותו זמן כבר לא נותר משהו שידבר למעני ".
Então eles vieram por mim, e naquele tempo não havia ninguém para falar por mim. "

שנית: החרם את צרפת ואת התוצרים של צרפת. רק מדינות ערב יותר אנטישמיות מצרפת ומייצאות אף הן נוסף לנפט גם שנאה.

לכן החרם את היין שלהם ואת הבשמים

החרם את הבגדים והמזון שלהם

החרם את הסרטים שלהם

כמובן החרם את החופים שלהם

אם נהיה נחושים בדעתנו נוכל להפעיל לחץ חזק, כי כידוע הצרפתים הם כמו קורי עכביש בסופת הוריקן כשהם נתונ

ללחץ ממוקד.
Em segundo lugar, boicotar produtos franceses. Só os países árabes são mais toxicamente anti-semitas e, ao contrário deles, as exportações para França não são mais do que apenas do petróleo e o ódio.
Assim boicotar os seus vinhos e seus perfumes.
Boicote suas roupas e alimentos.
Boicotar os seus filmes.
Definitivamente boicote suas costas.
Se estamos decididos que possamos exercer uma pressão incrível e, o que mais podemos saber sobre o francês, que certamente sabem que eles são como uma teia de aranha em um furacão em face da pressão bem dirigida.
שלישית: שילחו דואל זה לכל מי שאתם יכולים ...
Em terceiro lugar, enviar esta juntamente com sua família, seus amigos e seus colegas de trabalho. Pense em todas as pessoas de boa consciência que você conhece e que eles saibam que você - e as pessoas que você se importa - sobre a necessidade de sua ajuda.

ספר רב המכר בצרפת הוא: "11 בספטמבר: הונאת ההפחדה" שטוען שאף מטוס לא פגע בפנ גון ...
O número um best-seller na França é .... "11 de setembro: A Luta assustadora", que argumenta que nenhum avião atingiu o Pentágono nunca!

אנא העבירו זאת כדי שההסטוריה לא תחזור על עצמה.
Passe esta mensagem, não vamos deixar a história se repetir, agradecer-lhe pelo seu tempo e consideração
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P.S. Transcrito tal qual como foi recebido.

O ADVOGADO JOSÉ MARIA MARTINS: UM FERREIRO A MALHAR EM FERRO FRIO

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José Maria Martins


Um Bom Ano 2010.

AÍ, VALENTE!!!...
(do advogado José Maria Martins)
Acção de Nulidade da Licenciatura de José Sócrates
Como todos sabem fui eu que entreguei uma queixa-crime para se
averiguar da veracidade ou falsidade da licenciatura de José Sócrates,
depois da investigação do Prof. António Caldeira, do blogue do "Portugal Profundo"
Apesar de o Ministério Público ter arquivado o processo
(como vem sendo hábito quando se trata de Sócrates), com
argumentos que não nos convencem, decidi intentar acção judicial de
nulidade da licenciatura de José Sócrates.
Entendo que não é verdadeira, nem válida, face a todos os elementos disponíveis.
Desde logo a Universidade Independente não possuía o órgão legalmente
estabelecido para aprovar as equivalências, pelo que o processo está
viciado. Para além de vários outros dados que não posso aqui revelar.
Depois, não se pode dar equivalência a cadeiras que ainda não estavam feitas.
Por fim, a UNI não reunia os requisitos legais necessários.
Assim, logo que o Tribunal de Instrução Criminal me entregue a certidão que já
pedi - na semana passada - será intentada a competente acção de nulidade da
licenciatura em engenharia civil do actual Primeiro Ministro.
Os portugueses necessitam de saber a verdade!

A LOUCURA ÁRABE OU O PETRÓLEO FAZ DESTAS COISAS...

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O Phoenix Phallic: Burj Dubai, o mais alto edifício do Mundo foi inaugurado.

Image via BBC News

Imagem via BBC News

Construção de edifícios altos sempre tem sido cenário como uma tentativa não tão velada de se tornar o maior garoto sobre o bloco. Os edifícios altos, ao lado de um militar robusta e um avançado programa espacial são simbólicos de dominação econômica e importância mundial do nosso planeta, ocupado superlotadas. Na segunda-feira, Burj Dubai, o mais recente concorrente neste concurso em andamento, se abre. Elevando-se em mais de 2600 metros de altura (embora, Emaar Properties, desenvolvedora do edifício, não divulgará a altura real), Burj Dubai é mais de 1000 metros mais alto do que seu concorrente mais próximo, o Tapei 101 (1667 metros de altura).

Segundo a BBC News, Quatro dos cinco mais recentemente construídos edifícios mais altos do mundo foram construídos no Oriente, mais do que no Ocidente. Depois de Burj Dubai e Tapei 101, os edifícios mais altos são Xangai World Financial Centre e Petronas Towers 1 e 2, em Kuala Lumpur. Entrando em número cinco é Willis Tower, em Chicago, com uma altura de 1451 metros.

Mas a abertura do Burj Dubai é uma celebração não sem controvérsia. Em novembro, o xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, de 60 anos de idade, governante da cidade-estado, declarou que uma das maiores estatais empresa não poderia pagar sua dívida. O anúncio causou um mundo de slide larga em bolsas de valores, e isso significava que uma economia que havia crescido de outra forma imprudente foi realmente vulneráveis. Especialistas questionaram a cidade-modelo econômico do estado de empréstimo para construir. No final, vizinho de Dubai, Abu Dhabi, veio para o resgate, Oferecendo US $ 10 bilhões para ajudar a pagar as dívidas.

Os eventos que celebram a abertura do Burj Dubai olhar para ser sobre a parte superior: performances cuidadosamente coreografada, mais de 10.000 fogos de artifício, e forte esquema de segurança. Pense Pequim 2008, mas um pouco menor.

É difícil imaginar que um mesmo edifício mais alto do Burj Dubai poderá ser construído, mas novamente o tempo de construção entre os créditos edifício alto para a fama tem encolhido nos últimos 30 anos. O Empire State Building, concluído em 1931 na Grande Depressão, foi o edifício mais alto até 1972, quando o World Trade Center foi concluída. Mas quatro dos cinco actuais edifícios mais altos no mundo foram todas construídas nos últimos 15 anos. Tapei 101 foi concluída em 2004; Xangai World Financial Centre foi concluída em 2008; Petronas Towers 1 e 2 foram concluídas em 1998, e Willis Tower, o mais velho do grupo, foi concluída em 1973. Assim, dar-lhe dez anos, e eu aposto que vamos ver um edifício mais alto do que o Burj Dubai. A economia certamente não parece lento estes gigantes de chegar ao céu. A questão é: que país será o próximo a erguer a sua falo econômica?

Fontes: Várias. Tradução automática Google não revisada.

VACINAS EM SALDO

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França vende seu excedente de vacinas para a gripe A
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ANA TERUEL - Paris -- 04/01/2010
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Ao início do verão, quando se esperava uma pandemia de influenza no inverno e especialistas, apontaran para a probabilidade de que precisaríam de duas doses de vacina por pessoa.
França encomendou 94 milhões de doses a quatro laboratórios.
Desde então, confirmou que uma única injeção é suficiente.
Além disso, o número de vacinadas foi de apenas cinco milhões de pessoas desde que lançou a campanha de vacinação no final de outubro.
A França está agora à procura de um grande excedente e reembolsar os 869 milhões de euros desembolsados pela revenda para os países necessitados, como foi revelado ontem pelo jornal Le Parisien.

LUIS AMADO: "REFORÇO DA COMPETITIVIDADE DA ECONOMIA PORTUGUESA

Luís Amado: Portugal será agora na Europa o que conseguir ser fora dela

03.01.2010 - 08:33 Por Teresa de Sousa (Público)

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros entende que se encerrou um ciclo da integração europeia e que se abre outro em que a nova realidade internacional obriga o país a olhar para fora.

Rui Gaudêncio - Foto


Para o Brasil, para Angola, para os Estados Unidos - um novo "triangulo virtuoso" por onde tem de passar o futuro económico e político de Portugal. Luís Amado reflecte também sobre outras prioridades da política externa portuguesa - do Afeganistão à cimeira da NATO. Mas adverte para que "a prioridade das prioridades" está no reforço da competitividade da economia portuguesa.

Terminamos uma década que não foi das melhores. Começou com o 11 de Setembro. Terminou numa crise global. Levou-nos a outro mundo, com a ascensão de novas potências emergentes e com perda de influência do Ocidente. Como é que entende que Portugal se deve posicionar neste novo quadro internacional?

Como sublinhou, a década foi marcada pelo 11 de Setembro, com a queda das Torres Gémeas, e terminou, ainda mais significativamente, com a queda do Lehman Brothers e a crise que varreu o sistema financeiro e a economia mundial nos últimos dois anos. Esta não é uma crise cíclica do capitalismo, não é uma crise como foram outras ainda recentes. É uma crise de mudança de estrutura na ordem económica e na ordem política mundiais. As mudanças profundas que estão a ocorrer exigem a nossa preparação para esse enquadramento novo. Os principais desafios que se nos colocam prendem-se com a capacidade do país para interpretar estas mudanças e agir, do ponto de vista da acção política interna e externa, no sentido de garantir um lugar favorável no novo sistema em gestação.

No seu primeiro mandato, teve a preocupação, para além das questões europeias, de desenvolver as relações com o Magrebe e também com os mercados dos quais importamos energia. Hoje, estamos confrontados com a emergência da China, da Índia, do Brasil. Quais são as novas prioridades?

Portugal tem, em primeiro lugar, um problema económico sério, e esse é um problema que também diz respeito à política externa. Sem ser capaz de resolver o problema da competitividade da economia portuguesa, todo o esforço para manter o país com uma identidade política forte no sistema das nações será inconsequente. Isso significa que, no contexto de uma economia global, a acção política externa deve contribuir para o reforço da internacionalização da economia do país. Promover os nossos produtos, apoiar as empresas exportadoras, captar investimento externo, gerar fluxos turísticos, deve ser a prioridade das prioridades da acção política e diplomática. Por isso, a acção que desenvolvemos tem sido orientada por essa preocupação.

Depois, o país tem de perceber que há um ciclo da sua história contemporânea que se está a encerrar. Tivemos um ciclo em que a política externa foi dominada, no anterior regime, pela preservação do império contra a comunidade internacional. Abrimos outro, com o 25 de Abril, orientando o país para a integração europeia, com objectivos bem definidos e assumidos por todos os governos. Este ciclo, podemos agora encerrá-lo simbolicamente com a adopção do Tratado de Lisboa. Mas hoje, se o país quiser valorizar a sua participação no processo europeu, tem de ser capaz de usar todo o potencial acumulado no relacionamento com essas novas regiões e nações que estão a desenhar o novo sistema internacional que está a emergir.

Isso quer dizer o quê, em termos da nossa política externa?

Que temos de aceitar que, na próxima década, o país se tem de empenhar num esforço de internacionalização para fora da Europa, restabelecendo relações com regiões a que nos ligaram laços históricos, mas também com outras que estão a emergir na nova economia global e onde se concentra enorme potencial de recursos financeiros e económicos. Podemos valorizar significativamente a nossa posição no contexto europeu se formos capazes de dar expressão e densidade à relação privilegiada que temos com o Brasil e a América Latina, com a África de expressão portuguesa e as regiões em que se insere, designadamente a África Austral e Ocidental. Mas temos também de fazer um esforço grande para desenvolver as nossas relações com o continente asiático. Estão aí dois terços da população mundial, o centro de gravidade da economia mundial e, apesar dos laços históricos que nos ligam à região, temos relações muito frágeis.

Mas o nosso destino também dependerá do destino europeu. Tivemos agora a experiência directa de como funciona esse mundo novo de que fala, quando a Europa quase desapareceu na cimeira de Copenhaga. O Tratado pode ajudar a melhorar as coisas?

As mudanças institucionais que o Tratado prevê vão ter um impacto muito significativo na acção externa da UE. Não tenho a mínima dúvida. Vai demorar tempo, não será para amanhã, mas a consolidação de uma prática institucional totalmente nova em torno da figura do novo presidente do Conselho Europeu e da nova alta-representante vai criar uma dinâmica inovadora do ponto de vista da afirmação da UE na sua relação com o mundo.

Os resultados de Copenhaga não me surpreenderam. Sempre achei a posição europeia um tanto ingénua, na sua vontade de liderar num domínio em que internamente conseguiu um consenso relativamente pacífico, mas sem ter entendido os limites dos principais parceiros internacionais com quem tem de negociar.

No fundo, a UE tendo vivido durante décadas na dependência estratégica dos Estados Unidos, vive ainda nessa dependência, e encontrou na questão climática uma oportunidade de afirmação que manifestamente fracassou. O que aconteceu é revelador das limitações que a UE tem enquanto actor global, decorrentes também da sua própria matriz política totalmente singular.

Mas confia que o novo Tratado vai levar as lideranças europeias - refiro-me sobretudo às dos grandes países europeus - a reconhecer que a Europa tem de ser mais do que Sarkozy, Merkel e Brown?

Repare que a existência de um presidente do Conselho Europeu a full-time, concentrado na agenda europeia e designadamente na agenda que a pode projectar externamente, é em si mesma uma profunda alteração relativamente ao que era o exercício de uma presidência por um primeiro-ministro rotativo, sobretudo preocupado com a situação do seu país, com a sua opinião pública interna. A sua existência na liderança do Conselho a cinco anos será completamente diferente.

Como é que Portugal vai jogar neste novo quadro institucional, que é bastante mais exigente?

O Tratado não introduz apenas mudanças significativas na adaptação da política externa dos Estados à política externa da UE. A mudança dos processos de decisão, bem como a redistribuição dos poderes pelas instituições, com o reforço do Parlamento Europeu e o alargamento do processo de co-decisão, só por si geram uma dinâmica política diferente.

O que estamos a fazer é identificar sector a sector, ministério a ministério, as implicações que a entrada em vigor do Tratado vai ter em toda a vida do país, acautelando as adaptações de política interna que são exigidas pelo no novo quadro político.

E há ainda a questão do novo serviço diplomático europeu...

Na área externa, teremos essa inovação política que é o Serviço Europeu de Acção Externa (SEAE), que vai integrar o Conselho, a Comissão e os Estados membros. Teremos de ter em consideração a sua complementaridade em relação aos interesses de política externa do Estado português. Esse exercício está a ser feito aqui, nos serviços do ministério. Antes de o relatório da senhora Ashton [a nova chefe da diplomacia europeia] ser apresentado em Abril aos governos, teremos oportunidade de identificar a nossas opções e os nossos critérios e prioridades relativamente ao serviço, seja em Bruxelas, seja nas missões externas.

Não vemos o serviço europeu como uma diminuição da acção dos Estados nacionais, mas como um complemento que pode reforçar essa acção. Para um país com as dimensões de Portugal é possível encontrar formas de expressão dos seus interesses através dele em muitas regiões do mundo. É certo que os Estados de grande dimensão terão sempre uma maior relevância na projecção dos seus interesses, mas essa é a realidade.

AÍ ESTÁ O DIÁLOGO DE UM LINDO!

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Árvore Genealógica
É crónica do Luis Fernando Verissimo, filho do Erico Verissimo, que publica semanalmente na folha de S. Paulo, a não perder...
Árvore Genealógica

- Luiz Fernando Veríssimo
- Mãe, vou casar!
- Jura, meu filho ?! Estou tão feliz ! Quem é a moça ?
- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.
- Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
- Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
- Nada, não.. Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...
- Problema ? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.
- Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea...

- E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo ?
- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
- Tá ! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui ?
- Por quê ?
- Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
- Você acha que o Papai não vai aceitar ?
- Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade... E olha que espetáculo: as duas metade com bigode.
- Mãe, que besteira ... Hoje em dia ... Praticamente todos os meus amigos são gays.
- Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder apresentar pra tua irmã.
- A Bel já tá namorando.
- A Bel? Namorando ?! Ela não me falou nada... Quem é?
- Uma tal de Veruska.
- Como ?
- Veruska...
- Ah !, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.
- Mãe !!!...
- Tá..., tá..., tudo bem... Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto...
- Por que não ? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
- Quando ele era hétero... A Veruska.
- Que Veruska ?
- Namorada da Bel...
- "Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado... E a atual namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...
- É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
- De quem ?
- Da Bel.
- Mas . Logo da Bel ?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska...
- Isso.
- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
- Em termos...
- A criança vai ter duas mães : você e o Biscoito.E dois pais: a Veruska e a Bel.
- Por aí...
- Por outro lado, a Bel...,além de mãe, é tia... Ou tio.... Porque é tua irmã.
- Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
- Só trocar, né ? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.
- Exacto!
- Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...
- Entendeu o quê?
- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
- Que swing, mãe?!!....
- É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...
- Mas..
- Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio...
- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
- Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos...
- Nós ajudamos.
- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que...
- Que.. ?
- Fazer árvore genealógica daqui pra frente... vai ser f...

(Luiz Fernando Veríssimo )
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