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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

GRAÇAS AO SENHOR QUE FOI ENCONTRADO UM CONSENSO...!!!

Ministério e professores finalmente de acordo

01h22m

ALEXANDRA INÁCIO

Ministra elogiou compreensão dos sindicatos que permitiu ultrapassar impasse de quatro anos.

foto vasco neves/dn

Ministério e professores finalmente de acordo

Mário Nogueira e Isabel Alçada assinam acordo

Fumo branco: ao fim de 14 horas de intensas negociações, Isabel Alçada conseguiu chegar a acordo com oito dos 14 sindicatos de professores. Este entendimento aprova uma nova estrututura da carreira docente, avaliação de desempenho e regime transitório.

Foi tal e qual uma maratona: demorada, esgotante e com episódios atribulados. As mais de 14 horas de reuniões, com a ministra e o secretário de Estado Ajunto da Educação a subirem e descerem escadas e elevadores para participarem nas quatro mesas negociais que decorreram, durante todo o dia e noite de ontem na 5 de Outubro, revelavam que havia vontade de ambas as partes para que o dia não terminasse sem acordo. O anúncio foi feito já de madrugada, com seis sindicatos a demarcarem-se do entendimento, entre eles a ASPL, a Pró-Ordem, o SEPLEU e o SINPOS.

As duas maiores federações sindicais - a FENPROP que representa mais de 65% dos professores e a a FNE que representa mais de 20% - chegaram a acordo com a ministra da Educação. Já perto da uma da manhã, em conferência de imprensa, Isabel Alçada considerou que o acordo é "uma melhoria muito importante" para o ambiente e o trabalho nas escolas. "Eu acreditei sempre que um bom acordo era possível e nunca desisti. E julgo que a persistência compensou", disse, referindo o "esforço de aproximação do ministério" e elogiando a "compreensão dos sindicatos". "Sabiamos que um acordo só seria possível se houvesse de parte a parte um verdadeiro espírito de compromisso e foi isso que aconteceu", elogiou.

"Neste momento abrimos uma nova página", disse Isabel Alçada, explicando que o acordo mantém a avaliação e a existência de quotas para a atribuição das notas máximas "Muito Bom" e "exelente" . De acordo com as explicações da ministra, haverá contingentação de vagas em dois momentos: na passagem do 4º para o 5º escalão e do 6º para o 7º.

Durante a tarde, por volta das 17 horas, o gabinete de imprensa do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE) chegou a anunciar à Imprensa que o sindicato iria assinar, com reservas, o "acordo de princípios" proposto pelo Ministério da Educação (ME). No entanto, mais de três horas depois, o dirigente Nóbrega Ascenso dirigiu-se ao átrio da 5 de Outubro para dizer aos jornalistas que tinha havido um equívoco. As negociações continuavam.

A bloquear o acordo faltava a garantia taxativa de que todos os professores classificados com "Bom" podiam atingir o topo da carreira. Com a existência de vagas seria criada uma lista graduada para a progressão dos docentes.

Nóbrega Ascenso queria que no documento final ficasse escrito, de forma inequívoca, que após três anos, no máximo, os professores passariam de escalão. O topo da carreira seria assim alcançado, no máximo, em 40 anos (mais seis do que verifica na estrutura proposta pelo Governo). Isabel Alçada abdicou da contingentação para o 3º escalão - onde actualmente, se encontram mais docentes - e a prova de ingresso só passará a ser feita pelos professores que ainda não tenham ingressado na carreira

EÇA E A GUERRA DO AFEGANISTÃO

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*Assunto:* EÇA E A GUERRA DO AFEGANISTÃO, em 1880
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Eça de Queiroz foi um observador arguto da guerra do Afeganistão, não a do Obama, mas a dos ingleses im
periais do sec. XIX, e sobre ela escreveu páginas implacáveis que talvez os nossos governantes, já que os estrangeiros não sabem português, tivessem interesse e proveito em ler e meditar. Aí vão elas (escritas em 1880). Extracto do livro *“CARTAS DE INGLATERRA”*.
*A guerra do Afeganistão vista por Eça de Queiroz*
"Os ingleses estão experimentando, no seu atribulado império da Índia, a verdade desse humorístico lugar comum do sec. XVIII: 'A História é uma velhota que se repete sem cessar'.
O Fado e a Providência, ou a Entidade qualquer que lá de cima dirigiu os episódios da campanha do Afeganistão em 1847, está fazendo simplesmente uma cópia servil, revelando assim uma imaginação exausta.
Em 1847 os ingleses, "por uma Razão de Estado, uma necessidade de fronteiras científicas, a segurança do império, uma barreira ao domínio russo da Ásia..." e outras coisas vagas que os políticos da Índia rosnam sombriamente, retorcendo os bigodes - invadem o Afeganistão, e aí vão
aniquilando tribos seculares, desmantelando vilas, assolando searas e vinhas: apossam-se, por fim, da santa cidade de Cabul; sacodem do serralho um velho emir apavorado; colocam lá outro de raça mais submissa, que já trazem preparado nas bagagens, com escravas e tapetes; e, logo que os correspondentes dos jornais têm telegrafado a vitória, o exército, acampado à beira dos arroios e nos vergéis de Cabul, desaperta o correame, e fuma o cachimbo da paz...
Assim é exactamente em 1880.
No nosso tempo, precisamente como em 1847, chefes enérgicos, Messias indígenas, vão percorrendo o território, e com os grandes nomes de "Pátria" e de "Religião", pregam a guerra santa: as tribos reúnem-se, as famílias feudais correm com os seus troços de cavalaria, príncipes rivais juntam-se no ódio hereditário contra o estrangeiro, o "homem vermelho", e em pouco tempo é tudo um rebrilhar de fogos de acampamento nos altos das serranias, dominando os desfiladeiros que são o caminho, a estrada da Índia...
E quando por ali aparecer, enfim, o grosso do exército inglês, à volta de Cabul, atravancado de artilharia, escoando-se espessamente, por entre as gargantas das serras, no leito seco das torrentes, com as suas longas caravanas de camelos, aquela massa bárbara rola-lhe em cima e aniquila-o. Foi assim em 1847, é assim em 1880.
Então os restos debandados do exército refugiam-se nalguma das cidades da fronteira, que ora é Ghasnat ora Kandahar: os afegãos correm, põem o cerco, cerco lento, cerco de vagares orientais: o general sitiado, que nessas guerras asiáticas pode sempre comunicar, telegrafa para o viso-rei da Índia, reclamando com furor "reforços, chá e açúcar"!
(Isto é textual; foi o general Roberts que soltou há dias este grito de gulodice britânica; o inglês, sem chá, bate-se frouxamente). Então o governo da Índia, gastando milhões de libras, como quem gasta água, manda a toda a pressa fardos disformes de chá reparador, brancas colinas de açúcar, e dez ou quinze mil homens. De Inglaterra partem esses negros e monstruosos transportes de guerra, arcas de Noé a vapor, levando acampamentos, rebanhos de cavalos, parques de artilharia, toda uma invasão temerosa...
Foi assim em 1847, assim é em 1880.
Esta hoste desembarca no Industão, junta-se a outras colunas de tropa índia, e é dirigida dia e noite sobre a fronteira em expressos a quarenta milhas por hora; daí começa uma marcha assoladora, com cinquenta mil camelos de bagagens, telégrafos, máquinas hidráulicas, e uma cavalgada eloquente de correspondentes de jornais. Uma manhã avista-se Kandahar ou Ghasnat;- e num momento, é aniquilado, disperso no pó da planície o pobre exército afegão com as suas cimitarras de melodrama e as suas veneráveis colubrinas do modelo das que outrora fizeram fogo em Diu. Ghasnat está livre! Kandahar está livre!

Hurrah!
Faz-se imediatamente disto uma canção patriótica; e a façanha é por toda a Inglaterra popularizada numa estampa, em que se vê o general libertador e o general sitiado apertando-se a mão com veemência, no primeiro plano, entre cavalos empinados e granadeiros belos como Apolos, que expiram em atitude nobre! Foi assim em 1847; há-de ser assim em 1880.
No entanto, em desfiladeiro e monte, milhares de homens que, ou defendiam a pátria ou morriam pela "fronteira científica", lá ficam, pasto de corvos - o que não é, no Afeganistão, uma respeitável imagem de retórica: aí, são os corvos que nas cidades fazem a limpeza das ruas, comendo as imundices, e em campos de batalha purificam o ar, devorando os restos das derrotas.
E de tanto sangue, tanta agonia, tanto luto, que resta por fim? Uma canção patriótica, uma estampa idiota nas salas de jantar, mais tarde uma linha de prosa numa página de crónica...
Consoladora filosofia das guerras!
No entanto, a Inglaterra goza por algum tempo a "grande vitória do Afeganistão" - com a certeza de ter de recomeçar, daqui a dez anos ou quinze anos; porque nem pode conquistar e anexar um vasto reino, que é grande como a França, nem pode consentir, colados à sua ilharga, uns poucos de milhões de homens fanáticos, batalhadores e hostis.
A "política" portanto é debilitá-los periodicamente, com uma invasão arruinadora. São as fortes necessidades dum grande império.
Antes possuir apenas um quintalejo, com uma vaca para o leite e dois pés de alface para as merendas de verão..."
*Foi assim em 1847, foi assim em 1880. É assim em 2009. Alguém será capaz de traduzir estas páginas para Obama? O problema é outro: será que ele ou qualquer americano "controlado", entenderá o texto?*

QUERER É PODER
António d'Almeida

O MUNDO CHEIO DE BURACOS ERRADOS

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Meti-o no buraco errado
Um dos vídeos mais vistos actualmente com legendas em espanhol
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Clique e divirta-se

A LUSA NO BRASIL: ENCERRA SERVIÇO


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Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo, mas a agência portuguesa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação.
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Brasília - A agência de notícias portuguesa Lusa encerrou o seu serviço no Brasil. O site do serviço brasileiro da agência estatal mantinha-se até esta quarta-feira (6) na Web com notícias do dia 31 de dezembro de 2009, sem qualquer explicação aos internautas.

Os conteúdos da Lusa no Brasil eram tratados pela empresa Primapagina, de São Paulo. De acordo com fonte da empresa, responsável pelo site, a Lusa decidiu não renovar o contrato, sem qualquer explicação. "Deve ter sido uma decisão estratégica", disse fonte da Primapagina contatada pelo Portugal Digital.

Segundo informação obtida pelo Portugal Digital, os parceiros da Lusa no Brasil, a estatal Agência Brasil e o portal UOL, participado da Portugal Telecom, não foram informados da decisão.

A agência mantém no Brasil dois jornalistas brasileiros, como correspondentes em São Paulo e Brasíla.

O encerramento do serviço brasileiro acontece quase em simultâneo com declarações do ministro português dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que, em recente entrevista ao jornal "Público", de Lisboa, defendeu a necessidade de Portugal "valorizar cada vez mais a relação com o Brasil" (ver notícia do Portugal Digital de 3 de janeiro 2010).

"Temos de valorizar cada vez mais, no eixo do Atlântico Sul, a relação com o Brasil e a relação com Angola. O futuro passa por valorizar muito o eixo Lisboa-Brasil, o eixo Lisboa-Washington e o eixo Lisboa-Luanda", afirmou o ministro na referida entrevista ao "Público".

O serviço brasileiro da Lusa foi inaugurado há dez anos com a abertura de uma Delegação em Brasília, chefiada por um jornalista português e integrada por uma equipe de jornalistas brasileiros, com o objetivo de desenvolver a circulação de informação entre os dois países e, simultaneamente, procurar viabilizar financeiramente a agência.

Dificuldades da administração da empresa e da sua diretoria de Informação, nomeadamente na definição de uma estratégia informativa adequada às realidades brasileiras, a par de interesses políticos, comerciais e pessoais, alheios ao projeto inicial, levaram ao encerramento da empresa na capital federal e à sua transferência para São Paulo.

Posteriormente, por iniciativa diplomática, foram feitas algumas tentativas para dar maior expressão ao serviço da Lusa no Brasil, que conduziram à sua terceirização, com entrega da gestão do site à empresa Primapagina, ao estabelecimento de um acordo de parceria com o provedor UOL e à revitalização de um acordo de cooperação, que já havia sido assinado por duas vezes, em anos anteriores, durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso, com a agência estatal Brasil.

A entrega, há quatro anos, da gestão do site brasileiro da Lusa - que veiculava publicidade e significativo número de matérias noticiosas relativas a instituições do governo chinês - foi acompanhada pela “migração" para a Primapagina do site Macauhub, ligado ao governo da região administrativa chinesa de Macau e dirigido, na altura, por um jornalista da Lusa.

Até ao momento, a Lusa não divulgou qualquer informação sobre a interrupção ou encerramento do serviço Brasil.

A Agência Lusa é controlada a 50,14% pelo Estado português, tendo ainda vários grupos portugueses de mídia como acionistas de referência, entre os quais a Controlinveste, com 23,35%, e a Impresa, com 22,36%. Da Redação Portugal Digital

DUAS PITADAS DE RISO

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NÃO SE RIAM

> Um dos manifestantes (clientes do BPN) que percorrem as ruas de Lisboa a caminho do Palácio de Belém, quando abordado pelos jornalistas sobre o que poderia resultar do protesto, limitou-se a responder que "vamos cantar as janeiras...".

ATÉ DÁ PARA RIR!!!

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Capitalismo socialista

É o que dá colocarem um capitalista a chefiar um Partido Socialista

Um Orçamento com Incenso, Mirra mas sem ouro

Dia de Reis

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 07.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Sharon Stone: Em ‘Lei e Ordem’
Porto: Fuga de gás em aquecedor
P. Ferreira Homem cai em lareira
“Explodiu como uma bomba” (COM VÍDEO)
Dupla em fuga atropela mulher polícia

Capa do PúblicoPúblico

Perdas auditivas e de memória em idosos são aviso para Alzheimer
“O casamento não foi criado num conselho de ministros”, diz Ribeiro e Castro
Lucílio Baptista ainda não foi ouvido sobre os incidentes no túnel da Luz
Gilberto Madail defende conselho de arbitragem "homogéneo"
Uso do véu islâmico integral divide PS francês

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Assis: Liberdade de voto para pelo menos sete deputados
Médicos do Amadora-Sintra ainda são privilegiados nas carreiras
Pescador ferido durante a faina
PJ caça seguranças que extorquiam prostitutas
Portugal elege Maravilhas Naturais

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Petróleo: Barril de Brent sobe 0,52 dólares para 81,37 dólares
Évora/Água: Abastecimento deverá ficar normalizado às 08:30 - Protecção Civil Municipal
Meteo: Temperaturas mínimas descem em Portugal, mas frio é normal para época do ano - IM
EUA: Um em cada cinco detidos de Guantanamo libertados volta a pegar nas armas
Egipto: Sete mortos em ataque no final de celebração do Natal

Capa do ii

Fernando Rosas: "A República falhou no essencial: democratizar o país" - vídeo
Há cinco anos que despesa com remédios não crescia tanto
BCP Jardim Gonçalves recorre à Relação
Farmácias cobram por sms a dizer que serviço está indisponível
Lista negra denuncia adopção de cães para lutas ilegais

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

Vodafone lança novos BlackBerry em Portugal com campanha promocional
António Saraiva vai hoje a votos para presidente da CIP até 2012
Novo ministro das Finanças japonês quer combater valorização do iene
Trabalhistas tentam golpe contra liderança de Gordon Brown
CDS propõe criação de equipas de negociação

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Governo não aumenta impostos sobre mais-valias na bolsa
Administração da Cimpor responde hoje à oferta da CSN
Sector da electrónica contraria subida da banca e do sector mineiro
As notícias em foco na edição de hoje, dia 7 de Janeiro, no Negócios
Fundos de emergentes lideraram ganhos

Capa do OjeOje

Barril de Brent sobe 0,52 dólares para 81,37 dólares
Cimpor pronuncia-se hoje sobre oferta da brasileira CSN
Bolsa de Tóquio encerra a perder 0,46%
Wall Street encerra sem rumo certo, aguardando pelos dados mensais do emprego
Agenda de 7 de Janeiro

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Dez empresas representam 95% do total da dívida das empresas públicas
Vieira da Silva espera travagem do crescimento do desemprego
Gilberto Madail e Hermínio Loureiro voltam a exigir a utilização de novas tecnologias
Petição pede voos a baixo preço para os Açores
Sindicatos entregam prenda simbólica ao governo civil em protesto contra desemprego

Capa do 24 Horas24 Horas


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Hugo Viana coloca-se às ordens de Domingos
«Doping manchou uma época de sucessos» - Artur Lopes
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Diamantino: «Parece-me que temos aqui bons reforços»
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