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domingo, 10 de janeiro de 2010

KATE E GERRY: UM CASO QUE ENJOA

Calvário ... Gerry e Kate McCann hoje voam de volta a Portugal em luta de milhões de libras esterlinas de difamação contra o policial demitido Gonçalo Amaral

Um grupo acusa Kate e Gerry McCann de negligência infantil dando-lhes a acusação mais dor - com uma estadia perto da casa onde desapareceu a Madeleine.

Eles colocaram, em tribunal o policia Português que alegou que o casal estava envolvido no desaparecimento de Madeleine.

A "Fundação Madeleine", acusa o casal por ter deixado Maddie sozinha quando ela desapareceu há três anos quando de férias na Praia da Luz, em 2007.

Os McCann angustiados, ambos médicos de 41 anos, hoje voam de volta a Portugal, em uma luta de difamação R $ 1 milhão contra o policial demitido Gonçalo Amaral, 54.

Bennett, advogado dos MacCann disse: "Se eles sairem vitoriosos, haverá uma atmosfera de festa no campo."

Fonte "Sun"

ALBUQUERQUE

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Foi castelo português... Passou para Castela. Em fim foi a nossa sina... Não deixe de clicar na barra a seguir e veja uma maravilha!

UNIÃO EUROPEIA: RODRIGUEZ ZAPATERO PRETENDE RIGOR!

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Rodríguez Zapatero (centro) recebe em La Moncloa Herman Van Rompuy (esquerda) e José Manuel Durão Barroso, na semana pasada, durante a inauguración da presidência espanhola.- Foto BERNARDO PÉREZ


O futuro da Europa
Pulso na UE para os anti-estratégia de crise
Proposta da Espanha, apoiada pelos liberais para punir os países que não cumprem o objectivo de competitividade provocou alarme na Alemanha e no Reino Unido
MISS ANDREU - Bruxelas -- 11/01/2010
Só começou a aplicação do Tratado de Lisboa, com base na entrada de novos encargos, já começou a luta entre os federalistas, que querem mais Europa e os eurocépticos para definir o modelo de crescimento a ser adoptadas pela União para tornar a economia europeia letargia.
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Tomando posições coincide com o início da presidência espanhola. Em palavras muito semelhantes, José Luis Rodríguez Zapatero, presidente em exercício da UE, Herman Van Rompuy, presidente permanente eo líder dos liberais no Parlamento, Guy Verhofstadt, manifestaram a necessidade de maior poder económico para a União, com compromissos vinculativos e sanções por não cumprimento.
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Estas iniciativas já levantou alarme na Alemanha e na Grã-Bretanha, cuja relutância em aumentar se os conservadores chegam ao poder desta Primavera
Fonte El País

HUGO CHAVEZ: LEI DA BALA PARA OS ESPECULADORES...

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Toca que toca a comprar géneros de 1ª. necessidade antes que subam de preço


Venezuelanos apressam-se a comprar após a desvalorização do bolívar
Chávez convida o Exército e as pessoas a evitar o aumento dos preços
MAYE PRIMEIRA - Caracas -- 11/01/2010
Hugo Chávez declarou guerra total, incluindo o fazer uso do "gatilho", ao aumento geral dos preços após a desvalorização do Bolívar em 50% na sexta-feira passada.
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"Eu quero que as pessoas da Guarda Nacional ir para a ruas para combater a especulação e de agir.
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Nós não podemos permitir que alguns burgueses, oligarcas, estão dizendo que as medidas anunciadas sexta-feira eles têm de levantar todos os preços. nenhuma maneira vamos aceitar! ", disse o comandante-presidente, Hugo Chavez, durante seu programa de rádio e televisão domingo Alô Presidente.
Fonte El País

O DESESPERO DOS BARÕES

a star is born

Todos sabem que o PSD é neste momento um saco de gatos e que aquilo já não tem concerto, mas o sistema também sabe que necessita do PSD como partido de alterne, para que sobre a capa da mudança tudo fique na mesma. Aqueles, a quem antigamente se chamava de “Barões”, hoje apelidados por “Notáveis” parece já terem escolhido o cavalo onde pensam apostar para a liderança; Aguiar Branco. Bastou que o “dono” do partido, Pinto Balsemão, tenha saído em sua defesa para que, no desespero do deserto de alternativas em que vivem, tenham vindo mostrar a sua concordância e imediatamente tenham começado a vender a sua imagem. Não se estranha este apoio já que o Balsemão, há dois ou três anos, levou o Aguiar Branco à “catequização” numa passada reunião dos Bilderberg. Falta agora saber é qual vai ser a resposta dos outros “gatos” do saco, mas tenho esperança de ainda me vir a rir muito com as “trapalhadas” que estão para vir.

SOCORRO! A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA ESTÁ VOLTAR NUM MANICÓMIO!

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SOCORRO: Tirem-me daqui...

De: Deputado José Pacheco Pereira

O Parlamento tornou-se um ecossistema de todas as bizarrias da vida política port
uguesa. Ele há dias em que de facto apetece dizer "tirem-me daqui".
Quando o "daqui" é o Parlamento, um lugar a que pertenço, onde sou parte com gosto e interesse, um lugar que, contrariamente à opinião corrente, prezo exactamente por ser uma emanação do que de mais fundo existe na vida política democrática: a diferença de opiniões, os "partidos" em que nos dividimos, a representação imperfeita que seja, da turbulência que é a vida política em liberdade.
É exactamente a imperfeição do Parlamento, que emana do seu carácter democrático, que sempre me interessou, porque só brilharia de perfeições se fosse totalitário ou apenas demagógico.
A Assembleia Nacional salazarista era isso mesmo, tudo tão educado, tudo tão respeitador, tudo tão "vossas excelências" e "excelentíssimo senhor Presidente do Conselho", tudo sábios e doutores e comendadores e digníssimos representantes da nação, e nada de democracia.
De todas as instituições políticas, mais nas suas fraquezas que nas suas forças, o Parlamento é o que é o Portugal político, não o Portugal dos políticos, mas o Portugal político que existe, tão próximo do comum dos cidadãos que estes o maltratam com a proximidade de uma coisa sua, de uma zanga de vizinhos, de uma querela conjugal, de uma valente discussão de café.
Este aspecto igualitário que faz com o que o homem comum olhe de cima para o Parlamento torna muito árdua a função parlamentar, mas é, no fundo, normal. Há lá virtudes, mas o homem comum prefere vê-lo como o retrato dos seus vícios, e nas suas críticas demagógicas ao Parlamento presta-lhe a homenagem de o sentir mais seu do que alguma vez o admitirá.
Mas há dias em que o Parlamento falha completamente, quando se torna uma pequena côterie de iluminados que querem contra tudo e contra todos, com uma superficialidade gritante, aceitando uma retórica tão inflamada como vazia, decidindo quase a brincar coisas cujas consequências não são pensadas a sério, em grande parte por modismo e por subserviência ao politicamente correcto. Ontem, o Parlamento tornou-se um ecossistema de todas as bizarrias da vida política portuguesa, um lugar puramente superstrutural, fora do país, sem laços com qualquer realidade, vivendo de uma ficção entre a festa radical chic e os movimentos da extrema-esquerda tardia, que descobriu com o atraso de trinta anos as "causas fracturantes".
Ontem, o Parlamento afastou-se de qualquer fundação democrática real e tornou-se apenas o espelho formal de "causas" ultra minoritárias, próprias de uma cultura alternativa, minoritária mesmo entre os homossexuais e lésbicas, a maioria dos quais ainda estão dentro do "armário", num contexto social e etário muito diferente dos jovens que comemoravam nas escadas da Assembleia o seu dia de glória mediática.
Essa maioria invisível, essa sim é que vive mal e infeliz, e estes folclores não a ajudam porque contribuem para reforçar a homofobia e não a combatê-la.
O que mais me assusta é a irresponsabilidade de toda esta "festa".
Os jornais e as televisões ardem de falsa indignação quando um deputado chama palhaço a outro ou o manda a qualquer lugar feio, mas não é isso que ajuda a estragar o Parlamento: é o momento em que este, sem sequer parar para pensar, se desvia do país para navegar causas absurdas com as quais gasta as melhores das suas palavras.
Quando ouvia interiormente o "tirem-me daqui", foi quando assistia aos discursos grandiloquentes sobre o dia da "decência", o momento de "grande dignidade", a "reparação dos direitos ofendidos", a dádiva da "maior felicidade", com hipérbole sobre hipérbole, desde o primeiro-ministro aos Verdes, do Bloco de Esquerda ao discurso de puro insulto inflamado de um deputado da JS.
No meio disto tudo, o discurso de Vale de Almeida parecia um exemplo de moderação, apesar do seu tom de oração evangélica aos "irmãos e irmãs", que fazia chorar as pedras da calçada.
E mesmo Assis, que é bem melhor do que a sua bancada, colocava entre parêntesis o seu pessimismo antropológico para saudar o "progresso" daquele dia, em que o Sol rasgava as trevas ignaras da Reacção.
Parecia o Congresso a aprovar a Declaração da Independência.
Só o PCP, embora votando junto com a esquerda, mantinha uma reserva e discrição envergonhada, eles que ainda mantêm o fio da corrente ligado à terra e sabem bem que tudo aquilo é mais folclore do que qualquer emancipação de um direito.
E era tudo, no fundo, tão ridículo, que eu me perguntava: será que "eles" não dão por ela?
Se calhar não.
As principais vítimas de tudo isto serão aqueles que amam ou desejam alguém do mesmo sexo, homossexuais e lésbicas, mais os primeiros do que as segundas, que sitiados por uma sociedade que efectivamente os hostiliza e maltrata, serão vítimas de ver o seu amor ou o seu desejo ainda mais marginalizado pela exibição mais ou menos folclórica e "fracturante" de meia dúzia de intelectuais, pequenos e médios criadores e artistas, gente do mundo da comunicação social, das indústrias culturais, da moda, urbana, jovem, bem arranjada e chique, que em conjunto com alguns políticos, deram origem a uma pseudocausa, de um pseudodireito, o do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O Partido Socialista frágil nas suas convicções e sem uma ideia consistente para o país, que cada vez menos conhece, abriu a brecha por onde o Bloco de Esquerda entrou.
E não o fez só agora, já com a legislação sobre o divórcio se andam a meter nas andanças da engenharia social "fracturante", gerando uma sociedade mais fragilizada e menos justa para os fracos, como as mulheres divorciadas por carta e os homossexuais que não pertencem à beautiful people.
A ilusão de que o acesso ao casamento quebra uma barreira simbólica que ajuda a terminar com a homofobia efectivamente existente, o argumento mais hábil de Vale de Almeida, repousa numa ambiguidade e numa hipocrisia.
Porque Vale de Almeida sabe perfeitamente que ele e muitos outros a última coisa que pretendem é casar-se, ou sequer imaginam no casamento qualquer virtude especial.
Eles sabem bem que o casamento é algo dos "outros", não por causa da lei que os exclui, mas porque o que vem virtualmente no pacote do casamento, a instituição familiar convencional, os "deveres conjugais", não correspondem ao mesmo mundo cultural e emocional do seu entendimento da "causa" dos homossexuais e lésbicas.
Para eles o que conta é a "causa", não o mérito da instituição a cujas portas pretendem aceder e por isso a questão é outra, bem longe da luta por um direito, é um ataque a uma determinada forma de viver em sociedade, que abominam e desprezam e tem pouco a ver com a sua cultura e a sua mundo visão.
Sabem que ao romper na lei a relação do casamento com a família nuclear, que implica possibilidade real da procriação, erodem para outros um valor que não desejam.
É por isso que se trata de uma "luta", não por direitos, mas contra uma determinada forma de sociedade.
E é também por isso que por todo o debate mostrou uma enorme intolerância num só sentido. "Fanáticos", "intolerantes", "retrógrados", "reaccionários", "aberrantes", foram palavras comuns, ecoando o que era o tom de muita comunicação social que tomou a causa como sua.
"Tacanhos" eram todos os que se opunham ao casamento de pessoas do mesmo sexo.
Não é "luta de classes", mas é kulturkampf.
O que irá acontecer nos próximos dias é previsível.
Os primeiros casamentos de pessoas do mesmo sexo serão eventos "mediáticos". Vão lá estar todas as televisões.
Haverá muita festa e depois, pouco a pouco, haverá cada vez menos casamentos e cada vez menos novidade.
Apenas meia dúzia de pessoas se casará, o que mostrará como era vazia a força do direito ofendido.
Mas será o folclore que "passará", uma espécie de travestismo perverso e o seu efeito será aumentar a intolerância homofóbica.
Historiador

MÁRIO CRESPO: PALAVRAS COM CABEÇA TRONCO E MEMBROS

Primeiro o PS depois o PR
Mário Crespo

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Portugal tem tido muita gente esquisita a governá-lo mas, com Cavaco Silva e José Sócrates, atingimos um elevado grau de desconforto.
O semipresidencialismo destes dois homens produziu um regime híbrido que não executa nem deixa executar.
Semi-governante e semi-presidente ao fim de quatro anos de semi-vida institucional aparecem embrulhados numa luta por afirmação confusa e desagradável de seguir.
O embaraço público que foram os cumprimentos de Natal adensou a sensação de incómodo.
O regime poderia funcionar se os actores se quisessem complementar. Mas estes actores, por formação e deformação, não têm valências associáveis.
O voluntarismo de que os dois vão dando testemunho não chega para disfarçar as suas limitações.
Com eles a circular a alta velocidade nos topos de gama à prova de bala e nos jactos executivos do Estado, o futuro de Portugal fica hipotecado ao patético despique da escolha de impropérios numa inconsequente zaragata de raquíticos. Até que alguém de fora venha pôr ordem na casa.
A menos que venha alguém de dentro.
Semi-governante e semi-presidente tornaram-se descartáveis e, dada a urgência, é preciso começar pelo Partido Socialista.
A crise no PS com a ausência de resultados desta direcção é muito mais séria para Portugal do que o tumulto no PSD.
Porque o PS governa e o PSD não.
O PSD morreu.
Ressuscitará ao terceiro dia para um mundo diferente.
Um mundo em que homens casam com homens e mulheres com mulheres e onde se morre, ou se mata, por uma questão de vontade, requerimento ou decreto.
Um mundo cheio de coisas difíceis de descrever.
Coisas que precisam de muitas palavras para serem narradas e, mesmo assim, não fazem sentido.
Como por exemplo a "activista-transexual-espanhola" que é alguém que frequenta o Parlamento de Portugal pela mão deste PS segundo José Sócrates.
Um PSD ressuscitado vai ter que incorporar estas invenções na matriz de costumes de Sá Carneiro, inovadora à época, monástica hoje, ainda que, provavelmente, adequada para o futuro.
Até lá é aos Socialistas a quem compete definir alguém para governar.
Alguém que quando falar de educação não nos faça recordar a Independente. Alguém que quando discutir grandes investimentos não nos faça associar tudo ao Freeport.
Alguém que definitivamente não seja relacionável com nada que tenha faces ocultas e que quando se falar de Parlamento não tenha nada a ver com as misteriosas ambiguidades de Carla Antonelli "a activista transexual espanhola" que, com Sócrates, agora deambula pelos Passos Perdidos em busca do seu "direito à felicidade".
O governo não pode estar entregue a um PS imprevisível e imprevidente, menor em qualidades executivas e em ética, capturado nos seus aparelhos por operadores desalmados e oportunistas.
Recuperar a majestade das construções ideológicas e políticas de Salgado Zenha, Sottomayor Cardia e Mário Soares é fundamental nesta fase da vida, ou da morte, do país.
No Partido Socialista há gente seguramente preparada governar e começar a recuperar o clima de confiança e respeito pelos executivos nacionais que Sócrates e Cavaco arruinaram.
Substituir Sócrates é já um dever.
Na hierarquia de urgências o problema Cavaco Silva vem depois mas, também aqui, Portugal tem que ter na Presidência alguém que não possa ser nem vagamente relacionável com nada onde subsistam incógnitas.
E há muitas incógnitas no BPN.
Mas cada coisa a seu tempo.
Primeiro o PS, depois o PR.

ABRENÚNCIO, SANTA BÁRBARA BENDITA... NEM A JUSTICA ESCAPA!!!

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Ex-Ministro da Justiça Alberto Costa

Inspecção
Justiça pagou 800 mil euros em cheques falsificados
Por Licínio Lima, Hoje - 10.01.2010 (Diário de Notícias)
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Ministério tem 850 milhões de euros em 12 contas bancárias ilegais na Caixa Geral de Depósitos. Há milhões de euros por explicar nas contas. Ministro nomeou novos gestores
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As burlas também acontecem na Justiça. O Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça (IGFIJ), que gere os dinheiros daquele ministério, passou nove cheques para pagamentos de serviços que não chegaram aos destinatários. Alguém os interceptou, falsificou, aumentando-lhes o valor, e levantou na Caixa Geral de Depósitos (CGD), sendo a entidade pública burlada no montante de 744 424, 84 euros.
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Mas há mais. Quase 90% dos saldos bancários do IGFIJ, na ordem dos 850 milhões de euros, estão depositados em 12 contas ilegais abertas naquele banco público. Nalgumas delas, o instituto nem sequer sabe o montante que lá se encontra, tendo realizado, inclusive, pagamentos sem que agora exista documentação de suporte e muitos outros movimentos bancários para os quais não há explicação. São milhões de euros ao deus-dará que não se sabe donde vêm nem para onde vão.
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Tudo isto consta de uma auditoria da Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ), cujo relatório o DN teve acesso, que arrasa a contabilidade daquele organismo. Os gestores já foram mudados pelo ministro da tutela, Alberto Martins, que impôs 60 dias aos novos para apresentarem propostas de rectificação. O Tribunal de Contas, por seu lado, já iniciou ali uma nova auditoria.
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O relatório IGSJ foi apresentado ao anterior titular da pasta, Alberto Costa, que o meteu na gaveta. O ministro seguinte, Alberto Martins, recuperou-o e mudou de imediato a equipa do IGFIJ.
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A primeira grande chamada de atenção da IGSJ é para o facto de o IGFIJ manter na CGD, de forma ilegal, 12 contas bancárias, cujos saldos ascendem a 850 milhões de euros. Segundo o relatório, tal prática viola o princípio da Unidade de Tesouraria do Estado consagrado no Decreto-Lei n.º 191/99, de 6 de Junho, esclarecendo que as contas deveriam estar no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público. Assim, o IGFIJ entendeu que os juros auferidos na CGD constituíam receitas próprias. Por isso, " nunca efectuou a respectiva entrega ao Estado", violando igualmente a lei, refere ainda o relatório. Por exemplo, os juros auferidos em 2007 ascenderam a 24 milhões de euros.
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Também grave, para o IGSJ, é facto de o instituto não saber, sequer, quanto dinheiro tem disperso na CGD relativo a depósitos obrigatórios dos utentes da Justiça, quando pagam taxas, por exemplo. A Lei Orçamento do Estado para 2009 impôs que esses depósitos fossem transferidos no prazo de 30 dias para a conta do instituto. Mas a entidade bancária ainda não o fez alegando não ter os montantes apurados.
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Mas há mais. Nas contas 625939330 625939330 e 601445530 601445530 surgem movimentados 7,2 milhões de euros sem explicação. "Tanto poderá tratar-se de pagamentos sem o correspondente registo contabilístico como de recebimentos registados contabilisticamente cuja entrada na conta não se efectuou", diz o relatório.
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Há ainda outros exemplos. Em pelo menos quatro contas não foram efectuados os respectivos registos contabilísticos relativos a toda a receita extra-orçamental cobrada pelos instituto nos meses de Maio a Setembro de 2008. Só no mês de Setembro daquele ano tais receitas ascenderam a 43 milhões de euros.
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"Ninguém supervisiona as reconciliações bancárias", diz a IGSJ. Em várias contas há diferenças nas reconciliações por explicar que rondam os 11 milhões de euros. No caso dos nove cheques falsificados, o IGFIJ nem tinha noção do que se estava a passar. Foi a polícia que alertou.
Alberto Martins homologou este relatório a 21 de Dezembro.

A PRINCESA CAROLINA DE MONACO E O PRÍNCIPE ERNESTO DE CANDEIAS TROCADAS

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Carolina com os filhos na Suiça
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Ernesto de Hannover fotografado com uma desconhecida em uma praia da Tailândia. Enquanto a princesa Carolina a esquiar com os filhos na Suíça.
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O príncipe tem negado a separação, mas estão a surgir casos que viria aumentar a crise, noticiado há meses nas revistas de coração, que o casamento de Carolina de Mônaco e Ernesto de Hannover estava a chegar ao fim.
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Este é o primeiro ano em que eles decidiram comemorar os feriados, de Natal e Ano Novo, em separado.
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Carolina optou por uma estância de esqui suíça com seus filhos.
Ernesto de Hannover não teve conhecimento do local escolhido pela esposa.
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A publicação alemã "Bunte" encontrou o Ernesto numa praia, situada na estância balneário de Phuket, na Tailândia, acompanhado de uma jovem, tailandesa, morena. Ainda não é conhecida a sua identidade.
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Em Setembro passado, quando houve rumores que o casal seguia "malíssimo" de amores; Carolina voltou ao Principado com a sua filha mais nova, a Princesa Alexandra, onde retomou o seu papel como primeira-dama de Mônaco, enquanto Ernesto estava na casa da família em Fontainebleau (perto de Paris).
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O Ernesto de amores na Tailândia?
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A ausência do marido da princesa, no Dia Nacional de Mónaco em Novembro aumentou o "falatório" de uma crise, conjugal, depois de dez anos de vida juntos.
Da nossa Avença "Holla"

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 10.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

Selecção do Togo decide jogar na CAN
EUA: Preso ‘homem do beijo’

PSD: Teixeira vence em Viana

Agente da PSP baleado por segurança
Grécia: Bomba no Parlamento

Capa do PúblicoPúblico

Jesus elogia vitória fora de casa, Brito lamenta desorganização
Jacinto Serrão sucede a Gouveia na liderança do PS na Madeira
Saviola soube acender a fogueira

Nikolay Davydenko continua a ser melhor que Roger Federer e Rafael Nadal
Frio continua nos próximos dias

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

Cinema Nun'Álvares atrai os vizinhos
Família de jovem encontrado morto exige explicações
Estrangeiros esgotam hotéis em Fátima para ver o Papa

Justiça pagou 800 mil euros em cheques falsificados

Explicar o casamento 'gay' às crianças

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Espanha: Guardia Civil interceptou carrinha carregada de explosivos em Zamora - El Mundo
China: Um morto e 5.500 deslocados devido à neve no Xinjiang
Argélia: Dez islamitas armados mortos pelas forças de segurança - fonte da segurança
México: Guerra dos cartéis provocou 22 mortos entre sexta-feira e sábado

Espanha: Interpelação em França de dois membros presumíveis da ETA - media

Capa do ii

Juiz admite dúvidas processuais sobre destruição de escutas
Orçamento: Todos querem conversar. Ninguém garante acordo
Fecho de serviços de oncologia até final do ano
Maioria absoluta de Bons: Fenprof acusa ministra de falta de rigor e manipulação

Corte de água paralisa Évora


Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Fernando na grande cruzada
Lokomotiv dá 5,5 milhões por Izmailov
Togo abandona competição
River Plate prepara o regresso de Farías

Morreu Acúrsio

Capa do RecordRecord

Fucile para a história
Tonel: «É perfeitamente justo»
Javi García: «Saviola está bem e há que felicitá-lo»
Saídas bloqueadas à espera de reforços

Rota de inverno fora da Argentina


Capa do O JogoO Jogo

Togo vai decretar três dias de luto nacional
Jorge Jesus: "Fomos uma equipa super-inteligente"
Governo do Gana condena ataque contra selecção do Togo
Morreu ex-guarda-redes internacional português Acúrsio
Benfica vence Rio Ave e mantém pressão sobre Sporting de Braga

PARA OS INTERESSADOS LHES SIRVA...A REPÚBLICA NÃO ME DEU NADINHA.... EM 75 ANOS DE IDADE QUE TENHO!

Destaque

  • 22.12.2009
    a cidade

    A Cidade.

    Uma Co-Produção SLTM e Teatro da Cornucópia. Apoio institucional da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

  • 11.12.2009
    O fim

    O Fim
    de António Patrício

    Iniciativa e Produção CENDREV. Apoio institucional da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

  • 16.10.2009
    cnccr+ic_smal

    A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e o Instituto Camões lançam no início de 2010 a 1ª edição do curso de ensino à distância dedicado à literatura portuguesa na primeira metade do século XX.