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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A TAÇA DO MUNDIAL2010 NA TAILÂNDIA

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O Primeiro-Ministro da Tailândia, Abhisit Vejajjiva, levanta o trofeu da FIFA, que será atribuído ao país vencedor do Mundial2010, de futebol, na Africa do Sul.
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O troféu será exibido ao público, desde, ontem, quinta-feira, até próximo Sábado, 23, no super-shopping center Parangon, na parte mais central da cidade.
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O futebol na Tailândia, nestes últimos anos, tem atingido larga popularidade, entre os 65 milhões de habitantes.

O único clube português que actuou na Tailândia, foi o Futebol Clube Porto, em 1997, que viria a vencer um torneio entre o Boca Júniors (Argentina) Inter de Milão (Itália) e a Selecção da Tailândia.
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Luis Figo e Cristiano Ronaldo, são jogadores de futebol, portugueses, com grande popularidade no Reino da Tailândia.

Fonte "The Nation"

AS COISAS PELA EUROPA NÃO CORREM PELO MELHOR

O FEDOR DE UM GIGANTESCO NEGÓCIO-BURLA

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«A tranquibérnia»
Por Henrique Custódio, jornalista
Curiosamente, até ao momento apenas o Correio da Manhã noticiou o escândalo: A campanha mundial contra a «pandemia da gripe A» já rendeu cinco mil milhões de euros aos grandes laboratórios farmacêuticos, com o pormenor de a «pandemia» não ter existido, pelo linear facto de... ter sido inventada.
A acusação surge do próprio presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, o alemão Wolfgang Wodarg, ao afirmar que a campanha da «falsa pandemia da gripe, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e outros institutos em benefício da indústria farmacêutica, é o maior escândalo do século em Medicina».
Este médico alemão é também responsável pela proposta a ser debatida com carácter de urgência no Conselho da Europa no próximo dia 25, alegando o exagero da OMS sobre os perigos da gripe A.
«O Conselho da Europa», acrescentou Wodarg, «vai organizar um debate sobre a influência da indústria farmacêutica na OMS e, posteriormente, serão informados dos resultados 47 parlamentos da Europa».
Os pormenores da tranquibérnia são avassaladores.
António Vaz Carneiro, Professor da Faculdade de Medicina de Lisboa, afirmou ao CM que os organismos científicos internacionais «reagiram de uma forma política, numa situação lamentável».
E pormenoriza: «A OMS avançou com a possibilidade, muito reduzida, de haver 71 milhões de mortos no Mundo [vítimas da gripe A].
A verdade é que até hoje morreram 12 mil no Mundo.
Valor muito abaixo da gripe sazonal, que só em Portugal mata dois mil por ano».
E esta monumental «previsão» da OMS, de que o Inverno faria 71 milhões de mortos no mundo com a gripe A, ainda por cima foi apresentada como uma «possibilidade reduzida», deixando no ar o terror de uma mortandade dantesca.
O que abriu caminho, obviamente, a que a generalidade dos países desenvolvidos (os únicos com dinheiro para gastar) se lançassem numa corrida à vacinação em massa.
As consequências são conhecidas, embora não haja, curiosamente, alarde do caso na comunicação social: as populações começaram a esquivar-se à toma da vacina ao verem os corpos clínicos e de enfermagem a dela também se furtarem; o Inverno, que traria uma mortandade de peste medieval, afinal parece que só «matou» o vírus da gripe A e, de repente, a Alemanha viu-se a braços com 25 milhões de vacinas excedentárias, a França com 50 milhões, a Espanha com 24
milhões, a Holanda com 19 milhões e a Suíça com 4,5 milhões (falando só de alguns casos), o que ao módico preço de 7,5 euros por dose dá uma batelada de milhões de euros deitados à rua, ou, melhor dizendo, lançados nas contas das grandes empresas farmacêuticas, cujos lucros também já estão devidamente contabilizados: Até ao final deste 1.º trimestre de 2010, a Novartis vai embolsar 428 milhões de euros, a Sanofi 786 milhões, a Roche 1200 milhões e a GSK (norte-americana) uns módicos 2642 milhões.
Tudo graças a uma «pandemia» impingida ao Mundo a contra-relógio por entidades tão responsáveis como a Organização Mundial de Saúde e o Centro de Controlo de Doenças dos EUA e que são, nas palavras do Prof. Vaz Carneiro, «os grandes responsáveis por criarem um pânico infundado» com a gripe A.
Aliás, tal como já haviam feito «com as vacas loucas e a gripe das aves»...

OS HOMENS EM BAIXO (INGLESES) SOB FERRO E FOGO

Inquérito sobre a guerra no Iraque: Os jogadores-chave

Tony BlairGordon BrownSir John ChilcotSir Jeremy GreenstockSir David ManningSir Christopher MeyerSir John ScarlettJack Straw

Clique nos nomes acima para obter mais detalhes.

TONY BLAIR

Former prime minister Tony Blair

Papel: Primeiro-ministro de 1997 a 2007. Visto como a testemunha mais importante.

Por que ele está envolvido? Ele é o homem que levou o Reino Unido para a guerra no Iraque depois de convencer os deputados de que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa e era uma ameaça para a Grã-Bretanha.

Ele é susceptível de ser questionado se a invasão era necessária e legal. Ele provavelmente vai se apresentar ao grupo no início de 2010.

GORDON BROWN

Prime Minister Gordon Brown

Papel: Chanceler 1997-2007 e atual primeiro-ministro.

Por que ele está envolvido? Ele era um membro importante do governo de Tony Blair e do homem no poder quando o Reino Unido terminou as suas operações de combate no Iraque no início deste ano.

Ele indicou sua disposição de comparecer perante a comissão.

SIR JOHN CHILCOT

Sir John Chilcot

Papel: Iraque presidente Inquérito, Conselheiro Privado e alto funcionário público aposentado.

Por que ele está envolvido? Foi convidado a olhar para as decisões tomadas sobre a invasão do Iraque e determinar "as lições que podem ser aprendidas".

Ele era um membro do Butler 2004 Inquérito informações recolhidas pelo governo a levar-te para a guerra.

Jeremy Greenstock

Sir Jeremy Greenstock

Papel: Reino Unido representante permanente junto das Nações Unidas de 1998 a 2003.

Por que ele está envolvido? Ele foi uma figura-chave como o Reino Unido e E.U. tentou em vão pressionar por uma segunda resolução da ONU autorizando explicitamente a ação militar contra o Iraque se não cumprir as exigências de controlo de armas da ONU.

Sir David Manning

Sir David Manning

Papel: Conselheiro de Tony Blair, ex-chefe da política externa.

Por que ele está envolvido? Ele era visto como uma figura importante no desenvolvimento da decisão do governo de ir à guerra.

Ele vai esperar para dar informações para o funcionamento interno e os processos de pensamento em Downing Street.

Sir Christopher Meyer

Sir Christopher Meyer

Papel: Embaixador britânico para Washington a partir de 1997 a 2003.

Por que ele está envolvido? É provável que enfrentam questionamento sobre EUA-Reino Unido discussões relativas aos créditos, feitas antes da guerra, que o regime de Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa.

Sir John Scarlett

Sir John Scarlett

Papel: Presidente do Joint Intelligence Committee, que supervisiona o MI5, MI6 e GCHQ, de 2001 a 2004.

Por que ele está envolvido? Sua comissão elaborou o dossiê polêmico sobre a suposta ameaça representada pelo Iraque e suas armas de destruição em massa no período que antecedeu a guerra.

Jack Straw

Justice Secretary Jack Straw

Papel: Secretário de Relações Exteriores de 2001 a 2006.

Por que ele está envolvido? Ele foi uma figura importante como o Reino Unido e E.U. empurrou a ONU para trás uma invasão do Iraque. Ele esteve igualmente envolvido na tentativa de convencer outros países a apoiá-la.

Ele é susceptível de ser questionado sobre relações com o regime iraquiano, que assumiu o poder após a derrota de Saddam Hussein.

Fonte: BBC

MANHÃ SEM SOL

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22 de Janeiro de 2010 o dia apresentou-se sem sol.
Já ontem assim aconteceu.
Talvez venha pela tarde.
Um dia sem sol tem mesmo graça que val
ha.
Um reformado como sou não tem, assim,assim, muita coisa para contar no espaço onde vive.
Voltei “caseirinho” e cá me vou arranjando conforme posso.
Na solidão não vivo, mesmo não tendo vizinhos portugueses, na “retrete” e juntos trocarmos dois dedos de conversa ou até jogar (mesmo não entendendo nada deste mister) uma biscada ou uma partida de dominó.
Cá vou “ruminando” o dia-a-dia vasculhando na internet e a par daquilo que se vai passando na arena internacional e na nossa casa Portugal.
Continuo a não ser adepto dos lençóis e continuo a dormir, umas 5 horas por noite, mais ou menos com a ex-PM, do Reino Unido, Margareth Thacher e o Marcelo Rebelo de Sousa.
Sou um velho ocupado e mantenho (pela graça do Bordalo Pinheiro) o humor constante dentro de mim.
Ajuda a viver!
E até, minha mulher, já deu por mim, sentado à minha mesa de trabalho, a rir-me, só, às gargalhadas!
Claro que ela não pensa: “pobre do velho está a ficar doidinho”.
Nada disso ela bem sabe que o rir faz desopilar o fígado e da figadeira não sofrer.
Hoje, ao calha, ripei a publicação “Camões – Revista de Letras e Cultura Lusófonas”, publicada em Janeiro de 1999, pelo Instituto Camões e de quando o Dr. Jorge Couto assumia a presidência.
Nessa altura, estava-se no tempo das “vacas gordos” e ainda, graças ao senhor, havia uns dinheirinhos, para publicar coisas bonitas.
Respiguei a brochura, trimestral (Janeiro a Março/1999) e maravilhei-lhe pelo conteúdo e pelas imagens inseridas.
A “Camões” é dedica, na sua totalidade, a Almeida Garrett, com artigos de várias personalidades ligadas à cultura.
Pouco li do excelente conteúdo literário (o farei com tempo), mas não resisti de copiar e publicar a litografia, satírica, de D.Maria II apertar o nariz ao Duke de Wellington.
Uma delícia!
Passem todos por aí um bom dia que eu por aqui vou arranjando-me mesmo dando uma gargalhadas só!
José Martins

EM PORTUGAL O FADO E O FUTEBOL É QUE "INDUCA"

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Ontem, os portugueses, tiveram notícias para os distrair: pancadaria de criar "bicho" no balneário do Sporting; as escutas que vieram a público do Pinto da Costa e de seus amigos e o livro, político, de Passos Coelho.

A RTPi está a "lixar" os potugueses com programas constantes a falar do futebol. O mesmo a impingir uma mercadoria que poucos a querem, comprar (mesmo de borla) ver e ouvir.

Esta manhã surge o programa, "Pontapé de Saída" com quatro "marmelos" a discutir o caso da ´pancadaria´ do balneário, assim,assim em termos de acontecimento de relevo.

Mas o mais estranho que possa parecer é que naquela reunião a quatro surgem autênticos "assassinatos" à língua portuguesa onde predomina o (X) na pronúncia.

O meu ex-chefe (ICEP) o professor Guilherme Costa, presidente da RTP, deve receber instruções lá do alto para que "bata" nos programas de coisas do futebol, como forma de distrair os portugueses e não se envolverem em assuntos politiqueiros.

Está visto que em Portugal o que "induca" é o fado e o futebol e.......´mai nada!´

PASSOS COELHO: É "BONITO" E APRESENTA-SE BEM

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Ora, ora aqui temos mais um "crack" na política portuguesa.
Passos Coelho procura singrar na política de Portugal, economicamente, em ceroulas.
A capa do livro está "giríssima" e sugestiva.
Agora não sei qual é o miolo, nem penso, vir a ler a prosa.
Não faço idea o que o Passos Coelho quer mudar aos portugueses, além de mudar a sua vidinha.
É sabido e compreendido que a imagem de um político também conta...
Deve ser ser um "tipo" bem parecido, melhor encadernado porque no "marketing" político isso ajuda e muito.
Que seja muito muito feliz o Passos Coelho e cada qual que coma o coelho guisado, estofado ou de outras (não sei) quantas mais maneiras de o cozinhar.
Os livros, de momento, em Portugal estão na moda e até servem para "baralhar", a leitura, os portugueses que não sabem em qual político devem confiar.
José Martins

AS TECLAS DE PRATA DE BERTA BRÁS

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“É comprar, Senhores...”
«Os jornais deram há dias reportagem primorosa sobre a integração lusitana no bloco peninsular.
Andamos baixos de escudos de forças de homens de crenças queremos ajuda alheia seja qual for o seu preço dai-nos vossa mão Senhores.
Já não temos que comer nem solas p’ra pôr de molho o gageiro sobe ao mastro e não topa terra firme nas areias portuguesas Sebastião não virá na manhã de nevoeiro as barras de ouro herdadas dos tempos da ditadura estão erm vias de extinção nada temos p’ra deixar aos filhos do nosso amor dai-nos vossa mão Senhores não nos deixeis liquidar.
Os Espanhóis são mais ricos bem nos podem ajudar pelo prato de lentilhas como Jacob deu ao irmão damos-lhes a governança da nossa nau naufragada dai-nos lentilhas Senhores em troca da nossa barca.
Não era a primeira vez que Espanhóis nos governavam somos ineptos Senhores isso está mais que provado arriscai Senhores em nós valemos pouco dinheiro arriscai Senhores em nós o nosso preço é barato.
Temos desejo de ordem e de governos de força oito séculos de História é lirismo p’ra esquecer arriscai Senhores em nós bem nos podeis apoiar.
A vida é curta gozemo-la tendes as vossas pesetas ficar-vos-emos mui gratos se nos quiserdes comprar valemos pouco dinheiro o nosso escudo é barato dai-nos vossa mão senhores queremos continuar seja qual for vosso preço.
Ninguém nos quer?
Oh! horror!
Não nos quereis nem de graça?
Seremos nós pobres párias de toda a parte excluídos?
Arriscai Senhores em nós prometemos ser fiéis dai-nos depressa as lentilhas não nos deixeis afundar.
Dai-nos vossa mão Senhores...»
É então a hora agora?
Berta Brás


Nau Catrineta
Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora, senhores,
Uma história de pasmar.

Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.

Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.

Deitaram sortes à ventura
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão general.

- "Sobe, sobe, marujinho,
Àquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal!"

- "Não vejo terras de Espanha,
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar."

- "Acima, acima, gageiro,
Acima ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal!"

- "Alvíssaras, capitão,
Meu capitão general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal!"
Mais enxergo três meninas,
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar."

- "Todas três são minhas filhas,
Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-se casar."

- "A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar."
- "Dar-te-ei tanto dinheiro
Que o não possas contar."

- "Não quero o vosso dinheiro
Pois vos custou a ganhar."
- "Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual."

- "Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar."
- "Dar-te-ei a Catrineta,
Para nela navegar."

- "Não quero a Nau Catrineta,
Que a não sei governar."
- "Que queres tu, meu gageiro,
Que alvíssaras te hei-de dar?"

- "Capitão, quero a tua alma,
Para comigo a levar!"
- "Renego de ti, demónio,
Que me estavas a tentar!
A minha alma é só de Deus;
O corpo dou eu ao mar."

Tomou-o um anjo nos braços,
Não no deixou afogar.
Deu um estouro o demónio,
Acalmaram vento e mar;
E à noite a Nau Catrineta
Estava em terra a varar.
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Almeida Garrett, Romanceiro
Porto de Abrigo

SE A MODA PEGA.... A ADOPÇÃO DE UM TERRORISTA

Eis a tradução da resposta que o ministro canadiano da Defesa dirigiu a uma boa alma que a ele se lamentava da sorte reservada aos «combatentes» afegãos, prisioneiros nos centros de detenção no Afeganistão.

http://1.bp.blogspot.com/_0NPi3ytP2u0/Sz6EwiV2IOI/AAAAAAAAAPU/2-Gd_y1R1-E/s320/Gordon+O%27Connor.jpg

National Defence Headquarters
MGen George R. Pearkes Bldg, 15 NT

101 Colonel By Drive

Ottawa , ON K1A 0K2
Canada

Cara cidadã inquieta,

Obrigado pela sua recente carta exprimindo a sua profunda preocupação a propósito da sorte dos terroristas da Al Qaida capturados pelas forças canadianas, transferidos de seguida para o governo afegão e presentemente detidos pelos seus oficiais nos centros nacionais de reagrupamento de prisioneiros no Afeganistão.

A nossa administração toma este assunto muito a sério e a sua mensagem é recebida com muita atenção aqui em Ottawa.

Ficará feliz de saber que, graças à preocupação de cidadãs como a senhora, criámos um novo departamento na Defesa Nacional, que se chamará P.L.A.R.A., isto é, «Programa dos Liberais que Assumem a Responsabilidade pelos Assassinos».

http://3.bp.blogspot.com/_0NPi3ytP2u0/Sz6CER5xAqI/AAAAAAAAAPM/AjSFQYMHHf0/s320/turras+image001.jpg

De acordo com as directrizes deste novo programa, decidimos eleger um terrorista e colocá-lo sob a vigilância pessoal da senhora.

O seu detido particular foi seleccionado e será conduzido sob escolta fortemente armada até ao domicilio da senhora em Toronto a partir da próxima segunda-feira.

Ali Mohammed Ahmed bin Mahmud (poderá chamar-lhe simplesmente Ahmed) será tratado segundo as normas que a senhora pessoalmente exigiu na carta de reclamação.

Provavelmente será necessário que a senhora recorra a assistentes. Nós faremos inspecções semanais a fim de nos certificarmos, com a mesma firmeza da sua carta, de que Ahmed beneficia realmente dos cuidados e de todas as atenções que nos recomenda.

Apesar de Ahmed ser um sociopata extremamente violento, esperamos que a sensibilidade da senhora ao que descreve como o seu «problema comportamental» o ajudará a ultrapassar as suas perturbações de carácter.

Talvez a senhora tenha razão quando descreve estes problemas como simples diferenças culturais.

Compreendemos que tenha a intenção de lhe proporcionar conselhos e educação ao domicílio.

O seu terrorista adoptado é temivelmente eficaz nas disciplinas de close-combat e pode dar fim a uma vida com objectos simples, tais como um lápis ou um corta-unhas.

Aconselhamo-la a não lhe pedir para fazer uma demonstração durante a próxima sessão do seu grupo de yoga.

Ele é igualmente especialista em explosivos e pode fabricá-los a partir de produtos domésticos. Talvez seja melhor que a senhora os guarde fechados à chave, salvo se considerar (segundo a opinião que exprime) que isso o possa ofender.

Ahmed não desejará manter relações com a senhora ou com as suas filhas (excepto sexuais), na medida em que considera que as mulheres são uma espécie de mercadoria sub-humana.

É um assunto particularmente sensível para ele, que é conhecido por manifestar reacções violentas em relação a mulheres que não se submetem aos critérios de vestuário que ele recomenda como mais próprios.

Estou convencido de que, com o tempo, virá a apreciar o anonimato que oferece a burkha. Recorde que isso faz parte do «respeito pelas crenças religiosas», como escreve na sua carta.

Mais uma vez, obrigado pelos seus cuidados. Apreciamos bastante que cidadãos nos indiquem como fazer bem o nosso trabalho e ocupar-nos dos nossos congéneres.

Tome bem conta de Ahmed e lembre-se de que a observaremos.

Boa sorte e que Deus a abençoe.

Cordialmente,

Gordon O'Connor

Ministro da Defesa Nacional

ESCUTAS DO APITO DOURADO

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Jorge Nuno Pinto da Costa foi ao rubro de quando teve conhecimento que as escutas chegaram à praça pública.
Aprontou-se, de imediato, apresentar queixa a quem de direito pela violação. Assim de momento não se sabe quem tenha sido o figurão.
Talvez nunca se saiba.
O que acontece, sem estarmos ao lado de Pinto da Costa nem dos que falam nas conversas que se entendem com claramente, saltaram para o "tribunal" do Povo.
Dura Lex Sed Lex, mas este caso das escutas é tão "velhinho" que alguém sabedor do recato, das gravações, (transformadas em videos do Youtube) atirou com o material secreto para a população portuguesa que de momento soube julgar os artistas: "os maus e os feios da fita".

José Martins
Clique e ouça as escutas:
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=EBC7EDDD-0DEA-48B8-BA07-174C2827CDAE&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&h=11



DITADURA IMPLEMENTADA EM ANGOLA

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A democracia morreu em Angola

Com a aprovação da nova “Constituição”, morreu em Angola a Democracia, ou se quisermos ser perfeccionistas a esperança de que um dia haveria Democracia em Angola.

Para existir democracia, não basta haver partidos de oposição (Salazar também os admitiu a certa altura), não basta haver comunicação social independente (Salazar também a suportava), em particular se esta está tão condicionada pelo poder que não pode ser ouvida ou lida pelo Povo.


Para haver Democracia é preciso que o poder não seja exercido por uma só pessoa. A isso chama-se ditadura. Para haver Democracia é preciso que o poder legislativo seja eleito. Para haver Democracia é preciso que o poder executivo seja eleito, ou que emane do poder legislativo eleito.

Para haver Democracia é preciso que o poder judicial seja independente. Para haver Democracia é preciso que o Povo saiba quem elege ou quem não elege. A partir de hoje nada disso é possível em Angola.

Pela nova “Constituição” de Angola, o Presidente da República é o “cabeça de lista” (ou seja o deputado colocado no primeiro lugar da lista), eleito pelo do circulo nacional nas eleições para a Assembleia Nacional. Não é uma eleição indirecta, feita pelo parlamento (como acontece por exemplo na República da África do Sul).

Não. É o primeiro deputado da lista do partido mais votado. Mesmo que esse partido só tenho, por exemplo, 25% dos votos expressos. Por outras palavras o sr. engº José Eduardo dos Santos, com medo de perder as eleições presidenciais, acaba com elas.

E por via das dúvidas, na hipótese de o partido a que preside não conseguir mais do que uma maioria relativa (por exemplo se não conseguirem fazer uma nova fraude eleitoral), ele será sempre o Presidente do País.

Pela nova “Constituição” o Presidente de Angola nomeia o Vice-Presidente, todos os juízes do Tribunal Constitucional, todos os juízes do Supremo Tribunal, todos os juízes do Tribunal de Contas, o Procurador-Geral da Republica, o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, os Chefes do Estado Maior dos diversos ramos destas.

Sem indicações da Assembleia Nacional ou sem qualquer proporcionalidade em relação aos votos dos eleitores. Portanto, entre familiares, amigalhaços e clientes ele arranjará gente para todos os cargos. Nem Salazar nomeava todos os poderes.

Na verdade o sr. engº dos Santos já fazia tudo isto, ilegalmente é verdade, como Bokassa, Idi Amin ou Mobutu, mas agora colocou-o na lei fundamental do País e vai poder fazê-lo “legalmente”.

Assim os amigos como Sócrates, Cavaco ou Obama vão felicitá-lo por esta nova “Democracia”. Assim os velhos lutadores pela liberdade do seu próprio partido, poderão continuar a receber as prebendas e as gasosas e disfarçar a sua cobardia. É por isto que hoje é um dia triste para Angola. Morreu a esperança na Democracia ou morreu a Democracia.

Emanuel Lopes in Notícias Lusófonas
http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=25184&catogory=Opini%E3o

INTERESSANTE E PEDAGÓGICO

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Não perca de ver e guarde nos favoritos
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Depois de abrir o Link abaixo, passem o rato por cima de cada país.
Em rodapé, para além de indicar quantos nascem e morrem no mundo a cada instante, indica a população de cada país e as emissões de CO2, colocando o cursor em cima.
É impressionante o movimento na China e na Índia.
Se verificarem bem, constatarão que a população da Europa não se consegue substituir.
Em contrapartida, a África e a Ásia não param de aumentar.
Clicar no link abaixo:
http://www.breathingearth.net
/

O DESLUMBRAMENTO PROVINCIANO DE DOIS E OUTROS RAPAZES E RAPARIGAS

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Tanta fizeram que mais dia menos dia vão acabar na MERDA
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O PROCESSO chamado 'Face Oculta'
José António Saraiva
O PROCESSO chamado 'Face Oculta' tem as suas raízes longínquas num fenómeno que podemos designar por 'deslumbramento'.
Muitos dos envolvidos no caso, a começar por Armando Vara, são pessoas nascidas na Província que vieram para Lisboa, ascenderam a cargos políticos de relevo e se deslumbraram.
Deslumbraram-se, para começar, com o poder em si próprio. Com o facto de mandarem, com os cargos que podiam distribuir pelos amigos, com a subserviência de muitos subordinados, com as mordomias, com os carros pretos de luxo, com os chauffeurs, com os salões, com os novos conhecimentos.
Deslumbraram-se, depois, com a cidade. Com a dimensão da cidade, com o luxo da cidade, com as luzes da cidade, com os divertimentos da cidade, com as mulheres da cidade.
ORA, para homens que até aí tinham vivido sempre na Província, que até aí tinham uma existência obscura, limitada, ligados às estruturas partidárias locais, este salto simultâneo para o poder político e para a cidade representou um cocktail explosivo.
As suas vidas mudaram por completo.
Para eles, tudo era novo - tudo era deslumbrante.
Era verdadeiramente um conto de fadas - só que aqui o príncipe encantado não era um jovem vestido de cetim mas o poder e aquilo que ele proporcionava.
Não é difícil perceber que quem viveu esse sonho se tenha deixado perturbar.
CURIOSAMENTE, várias pessoas ligadas a este processo 'Face Oculta' (e também ao 'caso Freeport') entraram na política pela mão de António Guterres, integrando os seus Governos.
Armando Vara começou por ser secretário de Estado da Administração Interna, José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, José Penedos foi secretário de Estado da Defesa e da Energia, Rui Gonçalves foi secretário de Estado do Ambiente.
Todos eles tiveram um percurso idêntico.
E alguns, como Vara e Sócrates, pareciam irmãos siameses: Naturais de Trás-os-Montes, vieram para o poder em Lisboa, inscreveram-se na universidade, licenciaram-se, frequentaram mestrados.
Sentindo-se talvez estranhos na capital, procuraram o reconhecimento da instituição universitária como uma forma de afirmação pessoal e de legitimação do estatuto.
A QUESTÃO que agora se põe é a seguinte: por que razão estas pessoas apareceram todas na política ao mais alto nível pela mão de António Guterres?
A explicação pode estar na mudança de agulha que Guterres levou a cabo no Partido Socialista.
Guterres queria um PS menos ideológico, um PS mais pragmático, mais terra-a-terra.
Ora estes homens tinham essas qualidades: eram despachados, pragmáticos, activos, desenrascados.
E isso proporcionou-lhes uma ascensão constante nos meandros do poder.
Só que, a par dessas inegáveis qualidades, tinham também defeitos.
Alguns eram atrevidos em excesso.
E esse atrevimento foi potenciado pelo tal deslumbramento da cidade e pela ascensão meteórica.
QUANDO o PS perdeu o poder, estes homens ficaram momentaneamente desocupados.
Mas, quando o recuperaram, quiseram ocupá-lo a sério.
Montaram uma rede para tomar o Estado.
José Sócrates ficou no topo, como primeiro-ministro, Armando Vara tornou-se o homem forte do banco do Estado - a CGD -, com ligação directa ao primeiro-ministro, José Penedos tornou-se presidente da Rede Eléctrica Nacional, etc.
Ou seja, alguns secretários de Estado do tempo de Guterres, aqueles homens vindos da Província e deslumbrados com Lisboa, eram agora senhores do país.
MAS, para isso ser efectivo, perceberam que havia uma questão decisiva: o controlo da comunicação social.
Obstinaram-se, assim, nessa cruzada.
A RTP não constituía preocupação, pois sendo dependente do Governo nunca se portaria muito mal.
Os privados acabaram por ser as primeiras vítimas.
O Diário Económico, que estava fora de controlo e era consumido pelas elites, mudou de mãos e foi domesticado.
O SOL foi objecto de chantagem e de uma tentativa de estrangulamento através do BCP (liderado em boa parte por Armando Vara).
A TVI, depois de uma tentativa falhada de compra por parte da PT, foi objecto de uma 'OPA', que determinou a saída de José Eduardo Moniz e o afastamento dos ecrãs de Manuela Moura Guedes.
O director do Público foi atacado em público por Sócrates - e, apesar da tão propalada independência do patrão Belmiro de Azevedo, acabou por ser substituído.
A Controlinvest, de Joaquim Oliveira (que detém o JN, o DN, o 24 Horas, a TSF) está financeiramente dependente do BCP, que por sua vez depende do Governo.
SUCEDE que, na sua ascensão política, social e económica, no seu deslumbramento, algumas destas pessoas de quem temos vindo a falar foram deixando rabos de palha.
É quase inevitável que assim aconteça.
O caso da Universidade Independente, o Freeport, agora o 'Face Oculta', são exemplos disso - e exemplos importantes da rede de interesses que foi sendo montada para preservar o poder, obter financiamentos partidários e promover a ascensão social e o enriquecimento de alguns dos seus membros.
É isso que agora a Justiça está a tentar desmontar: essa rede de interesses criada por esse grupo em que se incluem vários "boys" de Guterres.
Consegui-lo-á?
Não deixa de ser triste, entretanto, ver como está a acabar esta história para alguns senhores que um dia se deslumbraram com a grande cidade.
Esta é a forma mais eloquente de definir um parolo provinciano com tiques de malandro ,,,mas sempre de mão estendida ,,pior que os arrumadores que uma vez na vida se revelam minimamente úteis independentemente do ar miserável como se apresentam e se comportam quando não se lhes dá a famigerada moedinha .
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PS: Que rico texto para ser reencaminhado a Portugal inteiro.
A menos que toque a alguns que estão a comer do mesmo prato pago por nós,mas não vai ser por muito mais tempo..

O GUME DA NAVALHA DE MÁRIO CRESPO

Outra vez não

Outra vez não

2010-01-18

A compra da TVI e agora o caso de Marcelo Rebelo de Sousa mostram que afinal Manuela Ferreira tinha toda a razão. Quando a líder do PSD o denunciou, estávamos de facto a viver um processo de "asfixia democrática" com este socialismo que José Sócrates reinventa constantemente. Hoje o garrote apertou-se muito mais. Ridicularizámos Ferreira Leite pelos avisos desconfortáveis e inconvenientes. No estado de torpor em que caímos provavelmente reagiríamos com idêntica abulia ao discurso da Cortina de Ferro de Winston Churchill quando o mundo foi alertado para a ameaça do totalitarismo soviético que ninguém queria ver. Hoje, quando se compram estações para silenciar noticiários e se afastam comentadores influentes e incómodos da TV do Estado, chegou a altura de constatar que isto já nem sequer é o princípio do fim da liberdade. É mesmo o fim da liberdade que foi desfigurada e exige que se lute por ela. O regime já não sente necessidade de ter tacto nas suas práticas censórias. Não se preocupa sequer em assegurar uma margem de recuo nos absurdos que pratica com a sua gestão directa de conteúdos mediáticos. Actua com a brutalidade de qualquer Pavlovitch Beria, Joseff Goebbels ou António Ferro. Se este regime não tem o SNI ou o Secretariado Nacional de Propaganda, criou a ERC e continua com a RTP, dominadas por pessoas capazes de ler os mais subtis desejos do poder e a aplicá-los do modo mais servil. Sejam eles deixar que as delongas processuais nas investigações dos comportamentos da TVI e da ONGOING se espraiem pelos oceanos sufocantes do torpor burocrático, seja a lavrar doutrina pioneira sobre a significância semiótica do "gestalt" de jornalistas de televisão que se atrevam a ser críticos do regime, seja a criar todas as condições para a prática de censura no comentário político, como é o caso Marcelo Rebelo de Sousa. Desta vez, foi muito mais grave do que o que lhe aconteceu na TVI com Pais do Amaral. Na altura o Professor Marcelo saiu pelo seu pé quando achou intolerável um reparo sobre os conteúdos dos seus comentários. Agora, com o característico voluntarismo do regime de Sócrates, foi despedido pelo conteúdo desses comentários. Nesta fase já não é exagerado falar-se da "deriva totalitária" que Manuela Ferreira Leite detectou. É um dever denunciá-la e lutar contra ela. O regime de Sócrates, incapaz de lidar com as realidades que criou, vai continuar a tentar manipulá-las com as suas "novilínguas" e esmagando todo o "duplipensar" como Orwell descreve no "1984". Está já entre nós a asfixia democrática e a deriva totalitária. Na DREN, na RTP, na ERC, na TVI e noutros sítios. Como disse Sir Winston no discurso da Cortina de Ferro: "We surely, ladies and gentlemen, I put it to you, surely, we must not let it happen again", o que quer apenas dizer: outra vez não. .

NOVAS "SCANERS" DOS AEROPORTO

NEW AIRPORT SCANNER



http://ruefrontenac.com/images/stories/caricatures/5janv2010.jpg
Enviado pelo João Severino http://pauparatodaaobra.blogspot.com


BEM O EÇA TINHA CARRADAS DE RAZÃO...

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FMI defende pacto "alargado" para relançar economia
O Fundo Monetário Internacional (FMI) veio ontem introduzir mais um factor de pressão sobre as intensas negociações políticas entre o PS e os dois partidos de Direita com vista à aprovação do Orçamento do Estado para 2010 e possível
adopção de uma política de médio prazo de relançamento da economia.
Rui Peres Jorge
rpjorge@negocios.pt
António Larguesa
alarguesa@negocios.pt
O Fundo Monetário Internacional (FMI) veio ontem introduzir mais um factor de pressão sobre as intensas negociações políticas entre o PS e os dois partidos de Direita com vista à aprovação do Orçamento do Estado para 2010 e possível adopção de uma política de médio prazo de relançamento da economia.
Na avaliação anual à economia portuguesa, a instituição com sede em Washington defende a adopção do conjunto de reformas estruturais, que diz imprescindíveis ao relançamento da economia, mas salienta que o seu sucesso
depende de "um apoio político alargado e uma liderança determinada por vários anos".
O FMI sinaliza assim as vantagens de um entendimento político de médio prazo e o mais abrangente possível, na linha do proposto por social-democratas e democratas-cristãos.

Para cumprir esse caminho, as delegações destas forças partidárias vão prosseguir as conversas com o ministro das Finanças sobre o Orçamento, que será entregue na próxima terça-feira no Parlamento e cuja votação final só acontecerá a 12 de Março, após um intenso mês de negociações na especialidade.
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P.S. - Relançamento da economia aonde? Se a economia de um país baseia-se nas exportações e Portugal pouco tem que exportar e vender; liderança alargada determinada por vários anos... aonde temos os líderes à altura?
Se nunca os tivemos em 36 anos!

NOTICIAS RELES CÁ DO NOSSO JARDIM

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ENVIADO POR UM CORRESPONDENTE DESTE BLOGUE

Vergonhoso!!! Qual quê??!!!
Viva o Pinto da Costa & Cia!!!
Afinal o crime compensa. Ao ataque!!!
Compreende-se agora como está a "justiça"(?) em Portugal e, fácilmente poder-se adivinhar, o tipo veredicto que irá ser lavrado pelos Doutos Juízes dos casos CASA PIA, FREEPORT, FACE OCULTA e outros seus derivados.




Dá uma picada neste sítio aqui em cima, da responsabilidade do CORREIO DA MANHÃ, e ouve de viva voz os "anjinhos" que quiseram crucificar. Convém ser rápido pois, amanhã(?) já pode ser tarde.
Enfim ... o último que apague a luz do aeroporto.

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 21.01.10

Capa do Correio da ManhãCorreio da Manhã

E-Mail faz apelo a greve às multas
Gondomar: Detidos por roubo
Monção: Esmagado por máquina
Apúlia: Atropelamento fatal
Droga: Doze em preventiva

Capa do PúblicoPúblico

Bolsa de Tóquio fechou sessão de hoje em alta
Trinta penáltis e a vitória do FC Porto
Zhang gostava de jogar no Sporting
A noite do chinês Zhang só não teve final feliz para o Mafra
Rio Ave foi mais frio e segue em frente

Capa do Diário de NotíciasDiário de Notícias

"Só crescemos graças à imigração"
Cozinha já todos temos. E ar condicionado?
Parlamento defende penas mais leves para corruptores 'bufos'
Centristas 'limitam' gastos com inserção social
Estado perdeu 4,9 mil milhões em impostos no ano passado

Capa do Jornal de NotíciasJornal de Notícias

Terrorismo: Iémen suspendeu a concessão de vistos aos estrangeiros nos seus aeroportos
Sismo/Haiti: Militares norte-americanos dificultam voos de aviões russos
Paquistão: Grã-Bretanha reduz o seu programa antiterrorista
Hong Kong: Chefe do Executivo exorta Governos asiáticos a coordenarem estratégias para superar a crise
Haiti/Sismo: Brasil deverá multiplicar por dois os seus efectivos no país

Capa do ii

Ministério Público pondera abrir inquérito a acidente que envolveu superpolícia
Negociações com CDS continuam; PSD não exclui entrar na "coligação"
Falta tempo aos professores. E acordo
OE 2010: Teixeira dos Santos espera que PSD viabilize diploma
Luís Mergulhão. "O investimento publicitário vai crescer 3% a 5%"

Capa do Diário EconómicoDiário Económico

China conduz petróleo aos ganhos
Condutores podem trocar carta de condução nas estações de correios
Aerosoles chama trabalhadores em lay-off para lançar a Move On
Família Cadbury protesta contra fusão com a Kraft Foods
Saiba quais são os desafios que os televisores 3D têm que ultrapassar

Capa do Jornal NegóciosJornal Negócios

Crescimento chinês impulsiona petróleo antes de divulgação das reservas dos EUA
Crescimento chinês impulsiona índices da China e Japão
Banco Mundial prevê crescimento global de 2,7% para este ano
Crescimento da China acelera para o ritmo mais rápido desde 2007
As notícias em foco na edição de hoje, dia 21 de Janeiro, no Negócios

Capa do OjeOje

Nikkei termina a valorizar 1,22%
Wall Street encerra no vermelho, influenciada por notícias da China
Agenda de 21 de Janeiro
BPN pode ser privatizado e CGD está fora
Défice a 3% até 2013 é "crítico", diz FMI

Capa do DestakDestak

Socorristas tentam encontrar possíveis sobreviventes oito dias depois
Alvaldade ainda engoliu em seco mas não se chegou 'a fazer' Taça
Sp. Braga e Rio Ave seguem em prova
Lotaria dos penáltis saiu ao campeão em título
Teixeira dos Santos espera que PSD "aja em conformidade" com preocupações e viabilize diploma

Capa do 24 Horas24 Horas


Capa do A BolaA Bola

Hugo Gomes rende 100 mil
André Marques já está em Salónica
«Espero não ter perdido o jeito» - Figo
Shaq, 28 mil pontos de pé descalço (com vídeo)
A Europa ao virar da esquina

Capa do RecordRecord

Abel Campos acredita em Job
Singulares
Mãos de ferro
Miguel Vítor por dias
Come on!

Capa do O JogoO Jogo

Dirigentes do Lusitânia com uma semana para conseguir acordo com credores
Lima: “Estamos frustrados…”
Beto: “Sinto-me muito feliz por ter dado o meu contributo a esta vitória”
Jesualdo: “Não esperava vencer nas grandes penalidades e sim durante os 90 minutos”
Toni: “O Belenenses foi uma grande equipa”