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segunda-feira, 1 de março de 2010

ORA;ORA VIVA O LUXO!!!




O senhor engenheiro vai regressar todo inchado!
Portugal reforça ligação económica a Moçambique
Visita
00h30m
É já bem perto da meia-noite de hoje que José Sócrates e uma comitiva composta por mais de cem pessoas pisam solo moçambicano.

À MARGEM: Cem pessoas acompanharem o José Socrates? Vão ver quando ele regressar de Moçambique as balelas que vai botar de muitos negócios à vista.
Deu a Barragem de Cabora Bassa há uns dois anos e agora não sei o que irá dar mais, de mão beijada aos moçambicanos....
Terá José Sócrates a feliz ideia de perguntar ao Guebuza quando o Governo de Moçambique paga as propriedades que foram roubadas aos portugueses depois da descolonização exemplar. levada a cabo pelos donos de Portugal, de então, Mário Soares e Almeida Santos.
Calculo que Sócrates não vai bulir no passado...
E. também não vender os "Magalhães" (nisto nem pio), mas irá vender de volta aos portugueses que a viagem foi um sucesso e em carteira milhões e milhões de contratos efectuados.
Estou mesmo a ver que a coisa vai mesmo ser, sem tirar nem pôr, como os grandes negócios e fanfarronadas que trouxe da Venezuela que haja feito com o camarada Hugo Chaves e com os testemunhos do Manuel Pinho e do Basílio Horta. Esquecia-me de falar no poeta Manuel Alegre e os poemas patrioticos que vai proferir durante sua permanência em Moçambique.
Fantochadas do Sócrates para distrair a atenção dos portugueses em relação ao processo "Face Oculta" e... "mai nada".
José Martins

RELÓGIO CUCO "BUFO" - OU AS INFELICIDADES DE UM PÂNDEGO QUE CHEGA PIELAS A CASA

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Na noite passada, fui convidado para um Jantar com "A MALTA DOS VELHOS
TEMPOS".
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Jurei á minha mulher que estaria de volta pela meia-noite. Ela não
ac
reditou e eu soltei um: "Eu prometo!".
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Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei com a focagem meio às voltas. Por volta de 3 da manhã, bêbado que nem um cacho, fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
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Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, eu fiz "cu-cu" mais 9 vezes. Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um
possível conflito com ela.
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Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas eu tinha chegado e eu disse-lhe que pela meia-noite. Ela não pareceu nem um pouquinho desconfiada. Ufa! Daquela eu já me tinha escapado! Então, ela disse:
- Amor! Nós precisamos de um cuco novo ...
Quando eu perguntei porquê, ela respondeu:
- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse alto "daassssse tou fodido!"...
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Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou "cu-cu" mais 3 vezes e peidou-se, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes...
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Depois bateu com os cornos na porta do corredor que deixei entreaberta e mandou um "Puta que pariu".
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Entrou no quarto tropeçou no gato, disse "Merda!"...
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E só se deitou depois de cair duas vezes ao despir-se....

O RACISMO APLAUDIDO

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Nem sempre estou de acordo, com o que escreve o académico Miguel Castelo Branco, mas não poderia ignorar a peça, escrita por si, abaixo transcrita na íntegra.

Ontem no principio da noite, no Jolly Frog em Kanchanaburi, estive a conversar com o inglês, Keneth Donegan (reformado como eu que optou por esta terra para viver), sobre a ex-Rodésia e o sistema político imposto por um "negrão" tribal, déspota, que desde que assumiu o poder tem perseguido o "homem" branco da Rodésia (Zimbabwe) e aquele que desenvolveu o mais belo país de toda a África.

Neste país em vivi e trabalhei 6 anos e passei os melhores da minha vida. Sinto muito pela perda da nacionalidade dos rodesianos, porque eles não têm outra pátria mas a Rodésia aonde nasceram e passam a apátridas.

Porém é de bradar aos céus como os dirigentes, africanos, dos países vizinhos têm ficado impávidos e serenos pela abominável acção de seu homólogo Robert Mugade que aos poucos vai dizimando os seus irmãos de raça, com fome e doenças - José Martins


Quem me conhece sabe que não sou racista, que alguns dos meus amigos mais seguros e leais - aqueles a quem recorro em momentos de necessidade - são asiáticos, luso-africanos e luso-indianos, que nunca uma palavra ofensiva por mim proferida ou escrita jamais conspurcou aquilo que orgulhosamente inscrevo como das poucas coisas boas que realizei na vida. Sempre convivi com gente de outras raças, recebi-os em casa, com eles trabalhei, para eles trabalhei, para mim trabalharam. Isto permite-me, ao contrário de muitos falsos anti-racistas, que carregam o fardo de culpas que não sinto, de justificações que nunca procurei, de paternalismo que nunca exercitei, fazer um comentário a esse outro racismo tolerado, exaltado, aplaudido e até fomentado que trata de diabolizar, culpabilizar e imputar ao homem branco todas as arbitrariedades, injustiças e violências do mundo; esse racismo que não tem coragem de se fazer chamar pelo nome que fecha os olhos, vira as costas, desvia o olhar às mais sórdidas perseguições. Que eu saiba, nunca a ONU, o Conselho da Europa, o Parlamento Europeu, os tribunais dos Direitos do Homem, os observatórios contra o racismo, as ligas, movimentos e associações existentes um pouco por todo o mundo civilizado, jamais pediram intervenção da comunidade internacional ou jamais puniram estados e governos que fizeram sua a bandeira do ódio anti-branco. O Zimbabwe, o único país do mundo que inscreve na lei o apartheid e o racismo como doutrina de Estado, comemorou hoje dez anos de destruição da minoria branca com novas leis que só me fazem lembrar as funestas Leis de Nuremberga de 1935. Os brancos do Zimbabwe foram hoje informados que deixarão de ser cidadãos, que perderão o direito à propriedade de empresas, que serão afastados dos poucos cargos administrativos que ainda ocupam. É o nazismo negro, o mais puro, o mais depurado. Para quando a intervenção internacional antes da aplicação da "solução final" ?

PORTUGAL: "INSTALOU-SE NESTE PAÍS A IDEIA QUE NINGUÉM VAI PRESO"

Tristezas e felicidades

De: Miguel Reis

Estou muito triste com o que está a acontecer em Portugal, mas não escondo um imensa felicidade por ter tomado, no dia 5 de Maio de 2005 a decisão de me demitir do Partido Socialista, do qual era militante desde 1975 .


Foram 30 anos em que acreditei que a democracia representativa passava, essencialmente, pelos partidos políticos, crença que fui perdendo progressivamente e cujas paredes desabafaram para mim, de forma irrecuperável, naquele dia.

No mesmo dia tomei uma outra decisão: a de que nem eu nem os meus colegas de escritório prestariam, doravante, quaisquer serviços ao Estado ou quaisquer entidades públicas.


Tenho seis filhos, nunca imaginei poder deixar-lhes uma fortuna, mas sempre ambicionei construir um património ético que os possa orientar na vida. E foi isso que me motivou a sair do único partido político em que militei durante 30 anos e a decidir não prestar, em nenhumas circunstâncias, serviços ao Estado ou a entidades públicas.

Era para mim claro que avançávamos a passos largos para um crise financeira sem precedentes, justificada pela vigarice generalizada relativa ao novos produtos que inundaram os mercados de capitais, pela má gestão dos dinheiros públicos e pelo artificialismo das principais políticas.


Já pressentia isso durante os governos precedentes e tinha alguma esperança de que um governo do PS pudesse mudar alguma coisa. Mas cedo me apercebi de que, tomado o poder, nada mudara para além das moscas, como se, para além dos partidos – ou independentemente dos partidos – existisse (como existe) uma classe política que tem como elemento essencial de coesão a falta de vergonha e a falta de seriedade. A falta de vergonha e a falta de seriedade são os melhores catalisadores da ousadia que talvez seja a mais determinante qualidade para a tomada do poder.

Indivíduos sem nenhuma qualificação para ocupar cargos de direção intermédios podem chegar a ministros se tiverem ousadia e se se associarem a outros indivíduos com idênticas qualidades.

A partir deles gera-se uma cadeia de desvergonha e de falta de seriedade que corrói o país, com a cobertura da comunicação social e de oposições que, pela lógica do próprio sistema, tem pessoas da mesma laia, à espera da sua oportunidade.

O Estado ganhou uma opacidade que o torna, a ele próprio, suspeito. E por isso mesmo, não trabalhar para o Estado ou para entidades ou empresas públicas é, para quem o possa fazer, uma medida de higiene elementar. Estou feliz por ter tido a coragem de fugir dessa engrenagem. Morreria de vergonha se o meu nome andasse nos jornais como anda o de alguns colegas, acusados de coisas horríveis na praça pública, alguns deles pela simples razão de que se encostaram a entidades onde a teia das máfias e a falta de verticalidade das pessoas geram situações inaceitáveis.

Instalou-se neste país a ideia de que ninguém vai preso.


Houve a exceção do Abílio Curto, é certo, talvez mas tentar mostrar que há justiça. Houve a exceção do Oliveira Costa, com aquele sabor a bode expiatório, que resulta do simples facto de ser membro de um órgão coletivo e de todos os outros terem ficado à solta. Mas a ideia geral é a de que se vive no país um ambiente de completa impunidade e de uma absoluta falta de transparência que a protege por sistema, só abalada de vez em quando por uma qualquer luta tribal como aquela a que estamos a assistir.

Não tenho grande consideração por José Sócrates, a respeito de quem já escrevi coisas bem desagradáveis. Nunca votei nele, porque não votei nas duas últimas eleições.

Em 30 de Dezembro de 2005 escrevia eu neste blog:


«Parece que foi ontem a virada do século e já passaram cinco anos. Os meu filhos cresceram e eu amadureci.

Portugal continua a ser o país mais corrupto da Europa e eu sinto-me um marginal feliz, um conservador relapso, que insiste em não embarcar nessas modernices que sangram esta desgraçada nação.

Este ano perdi vários amigos da minha geração, essencialmente por isso: porque não suportam o que eles qualificam como a minha «malvada língua». Não importa: como amigos destes não vale a pena ter inimigos. Finaram-se alguns dos mais velhos, de quem guardo gratas recordações, como é o caso de Emídio Guerreiro. Ganhei outros, de quem não deixo o nome, para os não os marginalizarem, também.

Outros passaram a olhar-me de soslaio, como seu eu fosse um polícia ou um inspector de uma coisa qualquer, quando me limito a ser um crítico.

Ainda num dia destes um desses se mostrou agastado quando, numa roda de amigos e conhecidos, questionei a política de comunicação da PT, a propósito dos negócios do sector de media e venda da participação na UOL.

A PT fez passar para os jornais a ideia de que foram fabulosos negócios, nomeadamente o da UOL, que lhe terá permitido realizar um lucro de 165 milhões de euros. Já ninguém se lembra que a participação da PT na UOL resulta da integração da ZipNet na companhia e que a ZipNet custou a módica quantia de 400 milhões de dólares, dos quais 50 milhões para pagamento a advogados e consultores.

Já ninguém se lembra, tampouco, de quanto custou a Lusomundo e é importa que tudo isso seja esquecido, para que os otários não voltem para a rua questioner a competência dos gestures e a limpeza dos negócios. Um dos dramas deste país está em que a sua riqueza se esvai de um lado na corrupção e de outro na especulação e no engano dos investidores, sem que aconteça o que quer que seja.

Foi uma surpresa para mim a qualidade de José Sócrates como primeiro ministro. Mas todo o terreno está minado à sua volta. Por mais que ele queira é quase impossível dar a volta a isto.

E se Cavaco ganhar vai ser o fim: é o bloco central de interesses na sua melhor forma e o fim da ética como referencial na política, a benefício de um economicismo que apenas permitirá o enriquecimento dos grandes e de uma teia de oportunistas sem ética e sem escrúpulos que aproveita os benefícios do «centro».

É que a corrupção de que falo não tem nada de ilegal, bem pelo contrário. Pagar 1.000 pelo que vale apenas 500 só se justifica por via de uma actividade corrupta; mas é de uma dificuldade extrema provar onde esta corrupção existe, porque ela respeita, de um ponto de vista formal, todos os requisitos legais.
Vimos o que aconteceu com a formação profissional, área em que se gastaram milhões sem nenhum resultado.

Ouvimos agora falar de negócios milionários, também eles absolutamente regulares, mas em que é impossível deixar de pensar que alguém está a ganhar muito dinheiro de forma legal mas eticamente reprovável.

Ainda recentemente o Tribunal de Contas publicou um relatório sobre a reforma consular que indicia, de forma espantosa, comportamentos deste tipo. Mas não acontece nada, porque a fronteira entre a má gestão e a corrupção é difusa e a má gestão não é punida. O Plano Tecnológico promete ser fonte da nova onda de práticas corruptas.

São milhões de euros e ninguém parece interessado em que se implemente um sistema de auditoria rigoroso que anule esta sangria de recursos.

Há negócios que se situam no plano da burla pura e simples, mas não há sensibilidade para os censurar, em boa parte por ignorância das tecnologias que envolvem as realidades.

Campo fértil dessas realidades é o da informática, onde, de vez em quando, constatamos que se gastaram milhões em operações que não valem sequer centenas.

Nuns casos tudo terá acontecido por mero desconhecimento dos responsáveis. Mas noutros estamos perante vigarices no seu estado mais puro.

Nem se diga que o know-how justifica tudo. Hoje o know how é muito aberto e é determinável, com rigor, o tempo útil que um programa demora a construir, sendo, por essa via determinável o seu custo razoável.

Parece, porém, que essa e outras transparências não interessam. Como não interessa nem a transparência e a facilidade dos concursos, que continuam bloqueados com mecanismos indutores de concorrência desleal. Uma empresa nova mas sem histórico pode ter a melhor tecnologia e o melhor pessoal, mas não conseguirá fazer nada perante a burocracia do Estado se não tiver «histórico» ou não tiver uma grande cunha. Há vícios que não são apenas estruturais. São estruturantes…

Muitos passam, infelizmente, pelos escritórios dos advogados, a coberto de um conceito ultrapassado de segredo profissional.

Há quem sustente (e é política oficial da Ordem dos Advogados) que o segredo abrange a lista dos clientes de cada advogado, nomeadamente porque a respectiva divulgação prejudicaria os profissionais colocados em pior posição, servindo de instrumento de propaganda dos que estão melhor no mercado.

É um argumento absolutamente falacioso. O que é importante, na sociedade dos nossos dias, é que o público possa verificar ele próprio a existência de conflitos de interesses, por via de um registo que deveria incluir não só o nome dos clientes como os assuntos tratados quando eles, de algum modo, impliquem uma relação com o Estado ou com uma entidade pública.
Ainda recentemente uma conhecida advogada dizia numa entrevista a um jornal que a sua sociedade tem relações privilegiadas com um conjunto de câmaras municipais e que isso a qualifica, de forma especial, para assistir os particulares que tenham relações jurídicas com tais câmaras. É, obviamente, um raciocínio perverso e completamente viciado. Como é possível sugerir que alguém que tenha um litígio com uma câmara possa confiar no advogado que presta serviços à própria câmara?

Os contratos de advogados com entidades públicas deveriam ser mesmo públicos, para que todos os possamos auditar.

Porque foram celebrados com aqueles advogados e não com outros?

Se se invoca experiência e qualidade na prestação de serviços, onde está ela?

Todos temos o direito de saber, ou este país continuará a ser um país de compadres.

É uma vergonha o que se está a passar, com escândalos escarrapachados todos os dias nos jornais, envolvendo gente que passou ou está na política.

Não faz nenhum, mesmo nenhum sentido, que um advogado que queira dedicar-se à política possa continuar a advogar enquanto é deputado. Mas, sobretudo, é chocante que dele não haja um registo público de interesses que permita aos cidadãos saber que relações têm que possam ser beneficiadas pela sua actividade política.

Ou José Sócrates tem a coragem de mexer destas coisas ou acabará por ser sufocado por esta pouca vergonha.

O perigo está no bloco central de interesses que se consolidará, de modo fortíssimo, se Cavaco Silva ganhar as eleições. Por isso até há pessoas no PS a quem incomoda a ideia de Mário Soares vir a vencer.

O objectivo principal de 2006 deveria ser o de tirar Portugal do topo dos países corruptos na Europa.»
Passaram quase cinco anos e o texto continua absolutamente atual, com a única diferença de que hoje escrevo no português moderno e antes escrevia no português antigo.

Lastimavelmente, há texto que, lidos depois, como lemos este, têm o sabor de profecias.

É para mim inequívoco que José Sócrates está a ser alvo de uma campanha demolidora que o ataca, essencialmente, no plano do caráter. O que, verdadeiramente, caracteriza essa campanha é que ela é uma campanha ad hominem, assente em suspeitas que não ataca nada de essencial das políticas, mas o procura destruir a ele (nem sequer ao governo) a golpes de bisturi, como se pretendesse não a instauração de uma nova ordem, mas apenas a substituição de alguns atores nesse teatro mafioso a que pacificamente nos habituamos.

Tudo indica que estamos a assistir apenas a uma espécie de reorganização da companhia, quando a crise potencia uma maior «unidade» dos partidos do arco do poder (o bloco central alargado) e justifica uma redistribuição dos lugares dos boys & girls das diversas cores.

José Sócrates, muito provavelmente, não vai resistir até porque tem anticorpos no seu próprio partido, desejosos de que ele parta. Mas nenhum indício há de que, se isso acontecer, alguma coisa mudará.

Tudo continuará na mesma… Porque convém.

Não imaginam o prazer enorme que é poder dizer que nada temos a ver com essa canalha.

Miguel Reis - Lisboa

EM INGLÊS... NÃO HOUVE TEMPO PARA TRADUÇÃO...

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Dorothy and Edna, two 'senior' widows, are talking.



Dorothy: ''That nice George Johnson asked me out for a date. I know you went out with him last week, and I wanted to talk with you about him before I give him my answer.''

Edna: ''Well, I'll tell you. He shows up at my apartment punctually at 7 P.M., dressed like such a gentleman in a fine suit, and he brings me such beautiful flowers! Then he takes me downstairs, and what's there but a luxury car...A limousine, uniformed chauffeur and all.
Then he takes me out for dinner... A marvelous dinner.... Lobster, champagne, dessert, and after-dinner drinks. Then we go see a show. Let me tell you, Dorothy, I enjoyed it so much I could have just died from pleasure! So then we are coming back to my apartment and he turns into an ANIMAL. Completely crazy, he tears off my expensive new dress and has his way With me two times!''

Dorothy: ''Goodness gracious!... So you are telling me I shouldn't go out with him?''

Edna: ''No, no, no.... I'm just saying, wear an old dress.''






NA ROTA DA SAGRES

ÀS VEZES ATÉ UMA CATÁSTROFEZINHA DÁ MUITO JEITO

 senhor das tempestades

Chuva, vento e até uns terremotos às vezes dão muito jeito para distrair a comunicação social e este povinho. Será que não haverá por aí uma escuta que prove que ele também é culpado pelo mau tempo?

MALA DE CARTÃO...LOUIS VUITTON

 Mala de Cartão

Inês de Medeiros requer ao Parlamento é o pagamento de uma viagem semanal a Paris em classe executiva e ajudas de custo relativas aos 25 quilómetros de distância entre a sua casa e o aeroporto. Todos os deputados beneficiam de ajudas de custo referentes às viagens que fazem entre o Parlamento e a sua residência. O valor do quilómetro é o que está em vigor para todos os trabalhadores da função pública: 40 cêntimos.
Pois é, só que a Inês Medeiros foi eleita pelo círculo de Lisboa e assim não tem direito a viagem nenhuma. Até podíamos tentar ser compreensivos, pois sabemos que tem os filhos em Paris, local onde realmente vivia, mas que exija viajar em classe executiva e querer “mamar” as ajudas de custo já é um exagero. Pior ainda quando ouvimos o socialista José Lello argumentar que inviabilizar a deslocação semanal a Paris de Inês de Medeiros põe em causa a livre circulação dos cidadãos europeus. Se assim fosse, também que não tenho dinheiro para andar a viajar pela Europa, podia argumentar o meu direito á livre circulação e exigir que me pagassem os passeios. Sem falar do “forrobodó” que seria ver, a partir de agora, todos os deputados a darem moradas em Londres, Nova York, Rio de Janeiro ou Pequim.

TULIPAS DO JARDIM DA MADEIRA

MUDAR NÃO MUDANDO

Posted by António Luís Posted in , Posted on 1.3.10


Hoje de manhã, quando regressava do Funchal, o carro presidencial passou por mim, rumo ao aeroporto.
Transportava Alberto João Jardim que, pasme-se, se vai entregar "nos braços" de Sócrates, logo mais, em Lisboa.
Como é que uma relação tão azeda deu lugar a tanta "paz"?
Simples.
Alberto João Jardim precisa de MUITOS milhões para reconstruir a Madeira.
Sócrates precisa de fazer passar a imagem de um Primeiro-Ministro humano e competente, atento e actuante face aos mais desfavorecidos e à desgraça de uma parte (que ele basicamente sempre desprezou - com ou sem razão) do território nacional.
Portanto, postas as coisas nesta nudez - quanto mais não seja aparente e/ou circunstancial - tudo mudou.
No entanto, não me custa imaginar que voltadas as costas entre os dois políticos, no final do encontro de hoje, qualquer deles se continue a detestar como sempre e, ironicamente, pela mesma razão...
Precisam TANTO um do outro!
Desejo-lhes eu: Que sejam muito felizes!

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 01.03.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

S.M. Feira: Colhido por comboio
José Sócrates: Exclusivo à TVI
Colisão entre ligeiros faz sete feridos
Madeira: Homenagem a santa
C. Maior: Incêndio destrói casa

Capa do Público Público

Excepções ao novo regime
Médica alerta em livro para as falhas na detecção e apoio de crianças vítimas de abuso
Sindicatos da função pública fazem greve conjunta pela primeira vez desde 2006
Cortar o défice de forma muito brusca pode ser imprudente
Temporal na Madeira "afectou muito" a procura da ilha por turistas

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Vacina é dada a partir dos dois meses
Casos de tosse convulsa em crianças triplicaram
Casos de sarampo, tétano e meningite C são raros

Ambulâncias podem parar no País 24 horas
Cuidado e aconselhamento

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Cultura: Mais de 5.000 pessoas pousam nuas frente à Ópera Sydney
Petróleo: Barril de Brent sobe 0,15 dólares para 77,74 dólares
Afeganistão: Quatro civis mortos num atentado que visou a NATO - Interior
Geórgia/Rússia: Tbilissi e Moscovo reabriram fronteira terrestre
Chile/Sismo: Nova réplica de magnitude 6,2 no centro do país - Instituto norte-americano

Capa do i i

Turistas não hesitam: "Madeira is still beautiful"
Portugal entre os piores. Educação dos pais limita salário dos filhos
Hospital de Cascais retira 740 partos e 9 milhões ao Amadora-Sintra
Fenilcetonúria. Doença rara e impronunciável
Prevenção da sida falha entre utilizadores de droga

Capa do Diário Económico Diário Económico

Confirmados 711 mortos no Chile
Benfica sofre prejuízo de 13,8 milhões no semestre
Pessimismo continua a aumentar e volta a valores de Maio de 2009
“A Embraer espera ter duas fábricas operacionais até final de 2011”

Somague concorre a estádio no Brasil

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Benfica agrava prejuízos em mais de 4 milhões de euros
As notícias em foco na edição de hoje, dia 1 de Março, no Negócios
Galp interrompe reinado de dois anos da EDP
Tribunal de Contas aceita solução da EP para estradas
Brasileiros vêm a Lisboa negociar gestão e negar concertação na Cimpor

Capa do Oje Oje

Brasil e EUA fazem crescer a Brisa
UE prepara resgate às finanças gregas
REN mantém investimento em 2010
Espanhóis da Font Salem compram Drink In sem passivo
Internet de alta velocidade em todo o País até 2011

Capa do Destak Destak

U2 foram a banda mais rentável de 2009
Actriz de CSI contra lutas de cães
Alberto João Jardim admite repensar decisão de sair do Governo Regional em 2011
Louçã preocupado por Governo não ter apresentado proposta no prazo que prometera
Sócrates diz que prioridade na Madeira passa pela cooperação

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Vagos perdeu na China
Camora não inspira cuidados
Daniel Carriço dispensado dos sub-21
João Moutinho junta-se aos convocados de Queiroz
Marselha vence em Paris e está a três pontos do líder

Capa do Record Record

Vata quer ir à Luz
Yannick levantou-se
É por tudo isto que não o largam
«Manter a atitude»
Segunda-feira, 1 de março de 2010


Capa do O Jogo O Jogo

Euro 2011: Carriço dispensado; Ruben Lima chamado
Bruno Alves: "Não perdemos por falta de dedicação"
João Moutinho chamado por Queiroz
Canadá termina em beleza, com 14.º ouro no hóquei no gelo
Veloso destaca "grupo unido e com personalidade