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terça-feira, 9 de março de 2010

«conivências» e «encobrimentos mil...»

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De: José Saraiva de Carvalho

Na comissão Parlamentar de Ética afirmei que todos os dados disponíveis apontam para que existe actualmente em Portugal não apenas «conivência» mas «encobrimento» do poder político por parte do poder judicial.

E quando digo poder judicial refiro-me à cúpula da Justiça e não aos tribunais, aos juízes ou aos magistrados.

Quais são esses sinais?

Vou enumerá-los um a um, para que não haja dúvidas.

Quando o SOL publicou a primeira notícia sobre o caso Freeport, o procurador-geral da República veio a público, no próprio dia, desmentir o jornal.

O título da notícia, como o leitor se recordará, era Ingleses apontam o dedo a ministro português.

Não dizíamos quem era o ministro e muito menos falávamos em José Sócrates.

Mas o PS tocou a rebate – e Pinto Monteiro veio dizer que não havia qualquer carta das autoridades inglesas, nem qualquer suspeita sobre um membro «deste ou doutro Governo».

Só que a notícia era totalmente verdadeira – e Pinto Monteiro teve depois de dar o dito por não dito.Quando rebentou o caso Face Oculta, Pinto Monteiro disse ao semanário Expresso, em jeito de desabafo, que se fosse preciso punha as escutas cá fora, e assim dissipavam-se de uma vez por todas as suspeitas.

É claro que Pinto Monteiro sabia muito bem que isso não era possível.

E apenas o disse para transmitir a ideia de que, naquelas escutas, não havia nada de menos claro.

Recorde-se que, uns dias depois, Armando Vara viria dizer mais ou menos a mesma coisa – solicitando autorização para divulgar as escutas em que ele intervinha, o que também não era legalmente exequível, como Vara estava farto de saber.

A divulgação das escutas, feita pelo SOL, teve o mérito de fazer cair as máscaras e pôr tudo em pratos limpos.

Ficou claro que as conversas contêm dados muitíssimo comprometedores, não só sobre a existência de um plano para condicionar alguns órgãos de comunicação social mas sobre a enorme promiscuidade entre o Governo e empresas onde o Estado tem interesses.

O negócio com Luís Figo é disso um lamentável exemplo.

Quando se viu desmentido pela publicação das primeiras escutas – que não eram irrelevantes, como afirmara –, Pinto Monteiro mudou de agulha e passou a dizer que não havia nelas indício de «nenhum crime».

Dando de barato que o PGR tenha deliberado sobre isso sozinho, sem mandar abrir um inquérito, a sua opinião era tudo menos consensual.

Ainda na semana passada, Diogo Freitas do Amaral escrevia: «O caso das escutas só é ‘meramente político’, como diz o PGR, porque este optou por uma concepção muito restritiva do conceito de ‘atentado ao Estado de Direito’».

Esta actuação do PGR veio recordar outro caso, que já estava meio esquecido: o problema do diploma.

Também aí foi Pinto Monteiro a concluir, acedendo a uma solicitação de José Sócrates, que não houve qualquer irregularidade no modo como o primeiro-ministro obteve o diploma na Universidade Independente.

Na altura, toda a gente aceitou como boa a conclusão de Pinto Monteiro.

Mas agora, tendo conta a protecção que o PGR tem dado a Sócrates, também isso é passível de dúvidas.

A suspeita mais grave de todas não é, porém, nenhuma destas.

A suspeita mais grave, que é muito difícil o procurador explicar, é a seguinte: ele sabe há muito tempo que os suspeitos foram avisados de que estavam sob escuta – e que, a partir de 24 de Junho de 2009, as conversas não merecem credibilidade.

Pois bem: Pinto Monteiro, no despacho que fez sobre o caso, enfatiza especialmente uma escuta de 25 de Junho que ‘iliba’ o primeiro-ministro no caso da TVI – escuta essa em que se diz, pela boca de um boy (o impagável, embora bem pago, Rui Pedro Soares), que Sócrates não foi avisado do negócio e está contra ele.

Para proteger o primeiro-ministro, o PGR valorizou, pois, uma conversa que sabe não merecer crédito (e que, com toda a probabilidade, foi forjada).

É a história do gato escondido com o rabo de fora.

Como irá Pinto Monteiro explicar isto – que parece constituir a prova definitiva de que agiu conscientemente para encobrir o chefe do Governo?

Ao ‘abafar' o caso do diploma, ao desmentir notícias do Freeport que depois se confirmaram, ao arquivar certidões do caso Face Oculta sem abrir inquérito, ao desvalorizar escutas que se provou serem relevantes, ao não encontrar quaisquer indícios de crime onde outros encontram, e sobretudo ao valorizar escutas que ele sabia não serem dignas de crédito, o procurador mostrou completa falta de independência.

Pretendeu esconder, iludir, baralhar, desmentir informações, sempre com o mesmo objectivo: ilibar José Sócrates.

Nestas condições, creio que o Presidente da República não tem já alternativa que não seja retirar a sua confiança ao procurador-geral da República.

Pinto Monteiro deixou de ter junto dos portugueses a imagem de isenção e credibilidade necessárias ao exercício da sua elevada função.

Não quero acabar esta crónica sem uma nota sobre o presidente do Supremo Tribunal de Justiça.

Numa mesma noite – e num acto absolutamente inédito em termos nacionais e talvez mundiais, pelo menos em países democráticos –, Noronha Nascimento deu três entrevistas a três televisões.

No essenciaI, o presidente do Supremo disse que, nas escutas a José Sócrates que ouviu, não havia nada de criminalmente relevante.

Aquelas três entrevistas transmitidas quase em simultâneo, como se algo de muito grave tivesse sucedido em Portugal, tiveram como principal consequência a defesa do primeiro-ministro.

E, dado o momento de tensão que se vivia, assumiram um inquestionável significado político.

Ora, Noronha Nascimento tinha obrigação de ter pensado nisso.

Se o fizesse, evitaria envolver-se na luta político-partidária que se vivia e vive.

O FILHO DO CASEIRO - OU A VINGANÇA GELADA

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"a Linhagem" do actual Sec. Est. da Defesa


Segunda-feira, Novembro 02, 2009

PERESTRELLO, SALAZAR E O PADRE

Vejam lá se gostam desta lição de história que nos foi contada por um ilustre historiador da Marinha.

Nos tempos idos do fascismo, o pai de António Oliveira Salazar era feitor numa grande propriedade do velhote Perestrello, situada lá para os lados de Santa Comba Dão. Perestrello teve dois filhos, um rapaz e uma rapariga.

A menina ainda foi namorada de Salazar e o rapaz, mais conhecido pelo Perestrello Vasconcellos, que cursou engenharia, quando Salazar chegou ao poder colocou-o como administrador da Casa da Moeda e posteriormente, em 1939, assumiu a gestão do Arsenal do Alfeite.

Perestrello Vasconcellos morreu em 1962 e deixou seis ou sete filhos, dos quais um deles foi engenheiro naval, na Lisnave, e outro, sentiu vocação para sacerdote e veio a ser capelão da Marinha. Em 1959, o capelão Perestrello Vasconcellos fez parte da célebre conspiração "Caso da Sé", na qual participaram vários opositores ao regime, como Manuel Serra.

Na eminência do capelão também ser preso, o presidente do governo, Oliveira Salazar, chamou a S. Bento o pai do capelão Perestrello Vasconcellos e aconselhou-o a mandar o filho para o Brasil, para que não tivesse o desgosto de ver um filho na prisão. Tudo em consideração ao velhote Perestrello de quem o pai de Salazar tinha sido feitor.

E foi assim que o padre Perestrello Vasconcellos debandou para o Brasil. Nos anos 70, com a primavera marcelista do primeiro-ministro Marcelo Caetano, o padre Perestrello Vasconcellos regressou a Portugal e foi exercer o sacerdócio na paróquia de Loures.

Num belo dia, o admirado e venerado padre Perestrello Vasconcellos, em plena missa dominical, deixou os paroquianos atónitos e lavados em lágrimas. Anunciou que iria deixar o sacerdócio porque se apaixonara por uma senhora da família Lorena. O padre passou à sua condição de cidadão com matrimónio e dessa união nasceu Marcos Perestrello Vasconcellos, o ex-vereador socialista da Câmara de Oeiras e actual secretário de Estado da Defesa do governo do Partido Socialista.

P.S. - Já agora acrescento mais uma história da família Perestrello e do Dr. Salazar (retirada da biografia escrita pelo Dr Franco Nogueira...)

Realmente (e tal como se refere no texto acima) o jovem Salazar (que pelos vistos era um mulherengo e não um misógino) gostava da jovem Perestrello e ela retribuía esse amor com paixão.

Até que a mãe se apercebeu e terminou com o namoro, não sem antes dizer de viva voz ao jovem prof. Universitário (imaginem, de Finanças Pùblicas !!!!) que tinha muita consideração pela inteligência dele, mas, sinceramente, namorar com a filha dela, uma Perestrello, era demais. Ele não se podia esquecer, que era e seria sempre o filho do caseiro.

Terminou assim o namoro.

Anos passados, já ele era 1º ministro e a senhora Perestrello telefonou-lhe para lhe pedir um favor. O telefonista passou a chamada e ela anunciou-se : "Daqui fala Perestrello" e Salazar respondeu "Daqui fala o filho da caseiro".

Isto só prova que a vingança não se serve fria, como muita gente pensa, mas gelada.

Carlos Cruz Oliveira

AS FORÇAS ARMADAS E A ÉTICA

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Li , atentamente, várias páginas do semanário Sol sobre as escutas telefónicas que envolvem figuras conhecidas dos meios políticos e de empresas que movimentam grandes somas de capitais. Cheguei ao final com uma verdadeira sensação de nojo. O nojo que se tem perante algo repugnante, porque, de facto, são repugnantes todas as jogadas que se fizeram para conseguir calar opiniões que pouco abonavam a favor do Governo.

Os velhos e eternos valores da verdade, da dignidade, da frontalidade, do serviço público, do sacrifício pessoal, do desinteresse, da coragem não fazem parte das mentes dos intervenientes daquele jogo sujo que o semanário em questão deixa exposto para todos lerem.

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Tudo neles é mesquinho, reles e insignificante. Fica posta a nu a incompetência e a imoralidade dessa gente. E trata-se de gente que já passou por cadeiras da grande sala do Poder. É gente que quis governar este país numa maior ou menor quota-parte, usando o seu quinhão de influência para, afinal, se governarem.

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A sua ideia de serviço não corresponde àquela que aos militares é incutida, é ensinada e é treinada no dia-a-dia da vida da unidade. E note o leitor o sentido ético que se atribui ao aquartelamento onde os militares vivem e se aprontam para o cumprimento das suas obrigações: unidade!

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Unidade, porque é isso que ali se inculca nos homens e mulheres: união que vai para além de todos os interesses pessoais, que vai para além dos egoísmos, união que se plasma no uniforme — outro indício que gera e explica a unidade, pois obriga a uma única forma, a uma única maneira de aparecer perante a sociedade civil.

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Note o leitor o contraste entre o comportamento dos militares e o dos civis que se querem arvorar em gestores da sociedade nacional, que desejam ser uma classe política.

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Os primeiros optam por livremente seguir uma carreira de riscos, mal remunerada — porque, como dizia Mouzinho de Albuquerque, não há remuneração que pague a disposição para o sacrifício da própria vida — socialmente bastante incompreendida em tempo de paz, com uma progressão difícil e sujeita a avaliações constantes e, acima de tudo, exigente em treinos que garantam a eficiência máxima se e quando for necessário; os segundos, jogando com compadrios vários, à revelia de competência efectiva, sem terem de dar maiores provas do que as que passam pela obediência às vontades e jogos de uma clique partidária, propõem-se governar a Nação, ou seja, governar o que é o património material, moral, histórico e cultural de todos nós. Qual é a escola que estes frequentam? Quais os princípios éticos que devem cumprir? Perante que código deontológico respondem quando falham?

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Caros leitores, a distância que separa os militares da canalhada política é imensa, abismal, infindável. Por isso, e cada vez mais, se deve, dentro dos quartéis, cultivar os parâmetros do comportamento castrense, ensinando-os tanto às praças como aos oficiais, exigindo de todos um rigoroso cumprimento das normas deontológicas que pautam a actividade dos militares, porque — e é importante que isto não seja esquecido — as Forças Armadas são o reservatório moral da Nação, pois, quando tudo estiver em ruína na sociedade civil, terá de restar intacto o valor ético das Forças Armadas e delas renascerá, sempre mais forte e mais digno, o vigor desta Pátria velha de séculos, desta Pátria que se não encolhe envergonhada perante o juízo da História que tem condenado e vai condenar os políticos que não souberam preservar e transmitir um património que as Forças Armadas lhes entregaram há mais de trinta anos para gerirem, servindo todos e, em especial, os mais desfavorecidos. Neste momento, as Forças Armadas têm de estar moralmente sãs e preparadas, e isso é incumbência indeclinável dos Chefes militares.

Luís Alves de Fraga – Heróis do Mar

CLASSE MÉDIA:PRENSADA ATÉ AO ÍNFIMO

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F.C.P. : HUMILHADO EM LONDRES

Arsenal põe F.C. Porto fora da Liga dos Campeões

Arsenal goleia (5-0) um dragão perdido, que disse adeus ao sonho europeu

Ontem

Nuno A. Amaral, em Londres - Jornal de Notícias

O F. C. Porto sofreu uma derrota humilhante em Londres e confirmou o fim de um ciclo. Sem agressividade, a equipa azul e branca é uma sombra do que foi num passado recente e não teve hipóteses de lutar pelo apuramento, diante de um Arsenal muito forte.

foto Ricardo Junior/Global Imagens

Arsenal põe F.C. Porto fora da Liga dos Campeões

Bendtner festeja o segundo golo do Arsenal

EM PRIMEIRA MÃO - HINO PORTUGUÊS DO MUNDIAL 2010

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Vale a pena ver e reencaminhar.

De 5 estrelas



Pelo menos o hino da Selecção Portuguesa não seria cantado noutra língua, ...




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MUSEU DE CERA DE LONDRES

Bem nos honra estar lá o Mourinho

"Museu_de_Cera_(Londres)

Vejam o Mourinho.... real !

Já o Elvis está um pouco disfarçado....

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NUNCA UMA DESGRAÇA CHEGA SÓ....

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E DEUS DÁ AS NOZES A QUEM NÃO TEM DENTES



Uuups!!! Esqueci-me de ler o manual de Instruções!!!

Este espectacular Airbus 340-600, novinho em folha, está estacionado à porta do hangar em Toulouse, Frnça, sem uma horinha de voo que seja.

Chega a tripulação árabe da ADAT (Abu Dhabi Aircraft Technologies) para realizar testes preliminares no solo, tais como ligações dos motores, antes da entrega da aeronave à "Etihad Airways", de Abu Dhabi. A tripulação da ADAT conduz o A340-600 pelo 'taxi-way' (circulações periféricas) até à zona de descolagem.

De seguida, elevaram todos os quatro motores para a potência de descolagem, com um avião practicamente vazio. Sem terem lido os manuais de operação, não têm ideia da peso exacto de um A340-600 vazio e como é leve.

O alarme de descolagem disparou no cockpit devido a todos os 4 propulsores se encontrarem à potência máxima.Os computadores de aviónica assumiram que estavam a tentar descolar, mas as configurações necessárias (flaps/slats, etc.) não se encontravam feitas devidamente.

Um dos tripulantes da ADAT decidiu desligar o Sensor de Proximidade do Solo para silenciar o alarme. Este procedimento "engana" o avião, fazendo-o "pensar" que está no ar.

Os computadores libertaram automaticamente todos os travões e dispararam o avião.

A tripulação da ADAT não fazia a menor ideia de que tudo isto é um sistema de segurança para impedir que os pilotos aterrem o avião com os travões a funcionar.

Nem um único dos sete homens da tripulação árabe teve a inteligência de inverter a potência dos reactores da sua configuração máxima, e por isso a aeronave novinha em folha, no valor de 200 milhões de dólares, chocou em cheio numa barreira de disparo, ficando destruída.

Desconhece-se a extensão dos ferimentos sofridos pela tripulação, devido ao blackout noticioso sobre o assunto, quer em França quer nos outros países.

A cobertura mediática do caso foi considerada como sendo insultuosa para os árabes muçulmanos.

Só agora as fotos começam a ser divulgadas, meio em segredo.

Um Airbus: 200 milhões de dólares

Tripulação árabe sem treino: salários de 300 mil dólares por ano

Manual de operações não lido: 300 dólares

Choque do avião contra muro de retenção, com vitória do muro: sem preço.

Por isso é que a Natureza lhes deu camelos...


TIMOR LOROSAE NAÇÃO] TIMORENSES DA COOPERAÇÃO PORTUGUESA EM GREVE,



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Por Agência Lusa, Publicado em 09 de Março de 2010, em online

Mais de uma centena de colaboradores timorenses da Coperação Portuguesa paralisou hoje a actividade, exigindo um seguro e a formalização dos contratos de trabalho. O protesto surgiu após um dos motoristas ao serviço da cooperação portuguesa ter tido um acidente rodoviário e alegadamente o obrigarem a pagar a reparação da viatura.

Na sequência disso, outros motoristas decidiram comparecer hoje junto à Embaixada de Portugal, sem fazerem os serviços que lhes estavam destinados, enquanto não obtivessem garantias de que as suas reivindicações serão satisfeitas.

O exemplo dos motoristas fez juntar outros colaboradores timorenses ao protesto, nomeadamente dos sectores administrativo, de logística e limpeza, solidários com os primeiros e reclamando também a formalização de contratos de trabalho e aumentos salariais.

Natalino de Jesus dos Reis Araújo, um dos trabalhadores que aderiu ao protesto, disse à Lusa estarem na disposição de não retomar o serviço enquanto não houver uma resposta da tutela portuguesa, tendo-lhes sido transmitido que seria dada na próxima sexta feira.

“Todos nós, funcionários da Cooperação, temos uma exigência: a de um seguro de vida que proteja as nossas famílias se tivermos um desastre e nos acontecer alguma coisa”, referiu Natalino Araújo.

“Além disso queremos um contrato de serviço, porque já trabalhamos aqui há 10 anos, sem nenhum contrato e de um momento para o outro dizem que nos podem mandar embora”, explicou.

Os trabalhadores, oriundos de vários distritos, concentrarem-se em Díli para apresentar as suas reivindicações. A maior parte são motoristas que transportam os professores portugueses colocados em Timor-Leste, mas também colaboradores dos serviços gerais, da limpeza e jardineiros.

“Sem haver um seguro de vida, andamos a fazer serviços e se nos acontecer um desastre e morrermos, as nossas famílias não têm nada. Já aconteceu um dos nossos colegas que saiu com o carro e teve um acidente, e ele é que teve de arranjar do carro”, relatou à Lusa Natalino Araújo.

A dispensa de um antigo companheiro, alegadamente sem qualquer compensação salarial, faz temer os restantes da precaridade dos empregos, reivindicando por isso que lhes seja feito contrato de trabalho.

“Uma empresa tem de ter um contrato para o funcionário e, se for despedido, tem de lhe dar uma indemnização, mas nós aqui não temos contrato nenhum”, disse outro dos participantes no protesto.

“Sentimos falta de consideração, e, por isso, escrevemos uma carta que enviámos ao Governo de Timor, aqui à Embaixada e ao Ministério dos Negócios Estrangeiros em Portugal”, disse.

Brígida Soares de Carvalho é auxiliar de limpeza e foi uma das que se juntou ao protesto desencadeado pelos motoristas.

“Hoje não vou trabalhar para defender os nossos direitos. Desde o início de 2000 até 2010 que ganho o mesmo, 147 dólares por mês, e não tenho nenhum contrato. Precisamos de garantias e que aumentem o nosso salário”, disse à Lusa.

A Lusa contactou a Embaixada de Portugal, mas o embaixador não se mostrou disponível para comentar a situação.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

POLÍTICA TAILÂNDIA: THAKSIN UM HOMEM COM MAU PERDER

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Pró-Thaksin comícios
Thaksin e camisas vermelhas apontando para a insurreição: PAD
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A
Aliança do Povo para a Democracia na terça-feira divulgou um comunicado acusando a ex-premier Thaksin Shinawatra e seu exército de camisolas vermelhas de tentar incitar à insurreição.
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"O próximo comício, mobilizado por Thaksin, os líderes camisolas vermelha e, o Partido Pheu tailandês violam a Lei consagrada no artigo 68 da Constituição, porque os protestos são projectados para agarrar o poder através de meios não-constitucionais ", o PAD disse em seu comunicado.
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Thaksin e a camisolas vermelhas não estão apenas tentando derrubar o governo, mas com a intenção, de agarrar o poder e mudar o sistema político, segundo o comunicado.
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O PAD alertou sobre possíveis confrontos, de rua, entre os moradores e os camisolas vermelhas.
Os camisolas vermelhas têm planos para causar a paralisia de tráfego Banguecoque e, também, como alvo atacar instalações governamentais chaves localizadas na capital. Isso vai causar transtornos enormes e os ânimos podem incendiar-se para desencadear tumultos.
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O PAD apelou ao governo para fazer cumprir rigorosamente a lei, a fim de impedir a violência. Ele instou os membros do público para não ser vítima da guerra de propaganda. Ele disse também que cidadãos cumpridores da lei devem cooperar com as autoridades na defesa da paz.
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Os camisolas amarelas se comprometeram a suspender as suas actividades que possam inflamar a situação.
The Nation

MANUELA; MANUELA TANTO MAL TE DESEJARAM...!!!

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Clique abaixo para ler a interessante peça
Excerto do artigo
06 MAR 10 A investigação do Ministério Público (MP) e da Polícia Judiciária de Aveiro sobre o empresário Manuel Godinho revela uma teia de influências ao mais alto nível. Nesta, emerge como figura central Armando Vara, com acesso directo ao primeiro-ministro e a membros do GovernoLer Mais
‘O Sócrates tem de dar uma sticada na gaja’

ESPEREM O FUTURO... VÃO SACAR-NOS MAIS UNS TROCOS


Classe média paga défice do Estado
Mais IRS para famílias que ganham acima de 7250 € anuais
por Rudolfo RebêloHoje

Corte nas deduções de saúde e educação agravam imposto para 3,5 milhões de portugueses

Cerca de 3,5 milhões de portugueses, assalariados e pensionistas da classe média e média alta, terão, nos próximos anos, aumentos efectivos no IRS - o imposto sobre salários, rendas e juros bancários - entre os cem euros e os 700 euros anuais. A explicação é simples: as deduções ao imposto com as facturas relativa à conta da farmácia e educação, por exemplo vão passar a ter um tecto máximo. O mesmo acontecerá com as deduções de juros de habitação, Planos Poupança Reforma (PPR) e prémios de seguros de saúde.

Também os reformados, pensionistas serão o alvo do fisco. As deduções específicas vão diminuir, em convergência com os "descontos" dos trabalhadores, o que aumentará a pensão sujeita à taxa de imposto.

O Governo só poupa os agregados familiares com rendimentos até aos 7250 euros anuais. A partir deste rendimento e até aos 17 979 euros de ganhos anuais sujeitos a imposto (IRS), os contribuintes pagam uma média de cem euros. Neste caso, são mais de 900 mil contribuintes o alvo deste aumento de imposto.

Sob fogo cerrado do fisco estarão cerca de dois milhões de contribuintes, o "núcleo duro" da classe média portuguesa, com rendimentos entre os 18 mil euros e os 41,3 mil euros. Em média mensal, boa parte destes contribuintes vai ficar sem 13 euros, 180 euros anuais. A classe média alta - cerca de 400 mil contribuintes - é também chamada a "pagar a crise", ao liquidar, em média, entre os 390 euros e os 700 euros.

O ataque do fisco à carteira dos portugueses está calendarizado para 2011, com o Orçamento do Estado a apresentar em Outubro próximo. Será sob os rendimentos do próximo ano que os contribuintes vão sentir a falta de dinheiro, cujo encontro de contas (época dos reembolsos) está marcado para Março de 2012.

O argumento para estas alterações é o de sempre. Em 2009, as despesas do Estado superaram em 15,4 mil milhões de euros as receitas (boa parte em impostos). Ou seja, o défice foi de 9,3% da PIB e é preciso um esforço para levar o défice até 2,8% em 2013. para isso, o Governo pretende cortar 0,5 pontos percentuais do PIB às despesas sociais, enquanto pretende aumentar as receitas em 0,8 pontos percentuais. Em 2013, os impostos arrecadados pelo Estado significarão 43,6% do

VAMOS SALVAR A VIDA AO AFONSO

Save Afonso

save afonso
Porto, 19 fev (lusa) - Afonso Couto, de seis anos, sofre desde outubro de leucemia linfoblástica aguda e necessita urgentemente de um transplante de medula para sobreviver. A criança é, no entanto, apenas uma das várias crianças portuguesas, algumas bebés, que precisam de um dador compatível. "Infelizmente, tal como o Afonso temos outros meninos que não têm no seio da família um dador compatível e que contam, por isso, com a solidariedade de outros cidadãos para sobreviver", disse hoje à Lusa Sofia Cardoso, da Associação Portuguesa Contra a Leucemia.
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ACTO DE CONTRIÇÃO DE SAPATERO DE ESPANHA

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Zapatero
“Sinto-me responsável por todas as pessoas que perderam emprego”
Mafalda Aguilar
09/03/10 08:40

Collapse Comunidade
Partilhe: O primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero, admitiu que demorou a perceber a gravidade da recessão e lamentou o drama do desemprego.

"É verdade que não pude prever a magnitude da crise. Sinto-me responsável por todas as pessoas que perderam o seu emprego", afirmou ontem Zapatero numa entrevista à televisão TVE, centrada na crise económica.

Na mesma ocasião, o primeiro-ministro espanhol afirmou ainda que o momento da recuperação económica não chegará até que se comecem a criar postos de trabalho, algo que não deve acontecer "até o final do ano ou início de 2011".

O desemprego em Espanha atinge mais de 4 milhões de pessoas. É o valor mais elevado desde 1996.

O BARÃO E O PUTO

 gerações

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 09.03.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

“Ninguém tem respostas”
Somália: Português sequestrado
Lula da Silva: Critica imprensa
Itália: Morto por recusar máfia
Aveiro: Fogo destrói embarcação

Capa do Público Público

Moody's diz que a notação dos bancos portugueses está em risco
Investidores do Dubai ofereceram ao BPN mais de cem milhões pelos quadros de Joan Miró
Governo dá mais 500 milhões de euros às autarquias
Eurolândia estuda criação de FMI europeu e reforço das exigências aos indisciplinados
Tóquio encerra a perder

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Biodiversidade em debate no DN
Cadastrados aproveitavam saídas precárias para roubos
Campanha contra a violência no namoro chega a alunos de seis anos
Casal condenado por abuso da filha
Câmara analisa ponte na Bela Vista

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Primeiro debate a quatro mobilizou centenas no Porto
"É uma caixinha pequenina mas faz-nos cá tanto jeito"
Tarifa da água vai ficar mais cara
Sobe-e-desce do Tejo mantém inundações
Petição contra quatro barragens no Tâmega

Capa do i i

A segunda volta de Pedro Santana Lopes no PSD
Vacina gratuita contra meningite decidida este ano
PEC. Sócrates discutiu com Durão Barroso antes de falar com os partidos políticos
Classes médias vão pagar a maior factura do défice
Cavaco tem “mau hálito político”, diz Morais Sarmento

Capa do Diário Económico Diário Económico

“Sinto-me responsável por todas as pessoas que perderam emprego”
Dólar e gasolina pressionam petróleo
Grupo Pestana constrói hotel de luxo no Uruguai
Saiba quanto vai pagar a mais nos impostos por causa do PEC
30 estradas cortadas em todo o país devido a inundações

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Horário Roque continua internado com prognóstico reservado
As notícias em foco na edição de hoje, dia 9 de Março, no Negócios
Estado assume diálogo para chegar a solução na Galp
Queda dos metais leva mineiras a liderar as perdas nas praças asiáticas
Emergentes continuam no topo das apostas para 2010

Capa do Oje Oje

Mestrados do Piaget formam educadores e professores do básico
Católica Porto cria pós-graduação em Cultura e Ciência do Vinho
Universidade de Aveiro debate investigação em turismo
Futurália divulga oportunidades de emprego e formação
FEP debate telecomunicações

Capa do Destak Destak

Jesualdo Ferreira promete discutir jogo com Arsenal com golos
Conclusão do TGV Lisboa-Madrid vai "resvalar um pouco"
Sacrifícios em tempo de chuva
Andam todos a brincar!
Associação SERES lança site informativo de apoio à mulher seropositiva

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Matias oferece 30 casas a vítimas do terramoto no Chile
Cardozo é o melhor marcador do século
Sporting TV no ar este ano
Basta um empate, dragão, na tristonha Inglaterra
Indian Wells: Michelle bate Zakopalova

Capa do Record Record

Objetivo 100
Ramires recuperável
Terça-feira, dia 9 de março
Aldair: «Benfica tem de segurar David Luiz»
Evra também foi infiel

Capa do O Jogo O Jogo

Deportivo: Zé Castro regressa aos treinos depois de breve ausência
Paulo Sérgio diz que seria "pecado" Nuno Assis falhar Mundial
Valência empata sem golos na recepção ao Racing Santander
Sindicato dos Jogadores reúne-se com Madail para falar de incumprimento salarial
San Antonio Spurs: Parker não vai precisar de operação