Translator

terça-feira, 16 de março de 2010

JORNALISMO, SENSACIONALISMO E TOLERÂNCIA

Em todos os jornais, televisões do mundo (excepção de uns poucos ) chaparam nas primeiras páginas o “banho de sangue”, artificial, junto ao portão da casa onde trabalha o primeiro-ministro que no presente lidera o executivo que governa a Tailândia.
.
Neste blogue e outro fui dando algumas notícias do que os dois matutinos de Banguecoque, em língua inglesa, publicaram. Procurei não dar alardes falsos e, apenas, a realidade dos factos.
.
Na qualidade que fui correspondente da Tribuna de Macau” e da Agência Lusa, por mais de uma dezena de anos, nunca entrei no sensacionalismo de reportagem, mas aquilo que os meus olhos observaram ou, em outro caso, cozinhar o inserido (todos os correspondentes são "copistas") em publicações que mereceram crédito.
.
Certo jornalistas aproveitam de seguir para o lado de reportar um “rafeiro” inofensivo igualando-o a um lobo feroz que mata e devora desde criancinhas a adultos.
.
A cena do sangue (sou alérgico mesmo olhar uma pessoa a sangrar do nariz), arrepiou-me e por ele tenho respeito e sem ele os seres racionais e irracionais não vivem.
.
Não entendo por que carga de ideia os camisas vermelhas, voluntariamente ofereceram o seu sangue, como protesto e finalidade de dissolver o Parlamento e o primeiro-ministro resignar do seu posto.
.
A Tailândia tem uma população de cerca de 67 ou 70 milhões de almas e impossível que 100 mil (tudo indica, esta quantidade, que não esteve a protestar em Banguecoque) pretender depor um PM e dissolver um Parlamento, legalmente, institucional.
.
Evidentemente impossível que suas reivindicação fossem satisfeitas. Não penso numa guerra cível, nem tal coisa pela frente porque, apenas uma minoria está com os “camisas vermelhas”.
.
Os tailandeses, são gente de paz e produtora. Não querem guerras civis nem divergências internas.
.
Os conflitos são políticos e entre os que ambicionam o Poder e se aproveitam dos despolitizados. O mexilhão é o que se lixa, não só, acontece, na Tailândia... mas em todos os países onde crescem os políticos em procura de dinheiro e a seguir Poder.
-
Vem-me à mente, porque segui como correspondente os acontecimentos, sangrentos do chamado “Maio Negro”, em Banguecoque, no ano de 1992, que bem poderia ser evitado o “banho de sangue” real e não cosmético como este, no mesmo lugar dos comícios de agora a avenida Radjmnoen (Avenida da Democracia).
.
O banho de sangue deu-se pelo facto de um autocarro dos serviços públicos, de antes da “barricada” de arame farpado que vedava a avenida, ter sido posto em movimento em direcção aos soldados e estes, talvez prevendo que algo estaria dentro da viatura, tiveram ordem de disparar e a seguir o terror e o banho de sangue real.
-
Poderia ter sido evitado se não tivesse havido a provocação de arruaceiros (que não perdem nada e ganham tudo depois do caos que os leva a actos de pilhagem).
.
Porém depois da carnificina que poderia ter sido evitada, terminou desde logo depois das numerosas baixas entre a população civil que na Avenida Rajadmnoen, acampavam por dias e noites, para destituir o governo ilegal do General Suchinda.
.
A causa era certa, mas não foram justas as provocações dos arruaceiros de incendiarem uma esquadra de polícia, o edifício da “Lotaria da Tailândia” ; destruição de dezenas de carros na via pública e os sinais de trânsito em todas as ruas, da baixa de Banguecoque. Estragos que causaram milhões de bates de prejuízo.
.
Mas nos comícios, de agora, as forças policiais e militares mantiveram todo o limite da paciência de não usarem a força e de louvar a atitude.
.
Penso que as manifestações dos camisas vermelhas chegou ao fim e voltarão, às origens, os manifestantes preparar os seus campos de arroz, porque a proximidade das chuvas está à portas.
Hoje, pela manhã, jã deu o primeiro sinal.
José Martins

TAILÂNDIA E JAPÃO: ECONOMIA DE INVESTIMENTOS

“Japan External Trade Organization” (Jetro) promete continuar a trabalhar para aumentar a competitividade da Tailândia
"The Nation"
Publi
cado em 17 de março de 2010
Japan External Trade Organization (Jetro) está se concentrando em reforçar as indústrias da tailandesas para o país entrar num sector mais alargado de competitividade e o futuro centro, industrial, da região do Grande Mekong dentro do contexto dos países ASEAN, e com isto fortalecer suas operações que este ano marcam o 50 º aniversário de investimento do Japão na Tailândia.
.
O presidente da Jetro, Yasuo Hayashi, disse no recente seminário, em Banguecoque. intitulado "O Futuro da Tailândia-Japão Ties " que marca a data de 50 anos de "o apoio contínuo da JETRO e sido possível graças à cooperação dos dois governos e de unidades empresariais entre a Tailândia e Japão "
.
A Jetro incidirá em duas coisas para o avanço da Tailândia, disse Yasuo: O primeiro é aumentar a competitividade do sector industrial tailandês, explorando a vantagem geográfica, como base de exportação e o maior produtor, na ASEAN, bem como agregar mais modernidade às indústrias tailandeses na sequência de uma "Economia Criativa", idéia iniciada pelo primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva.
.
"A segunda é destacar o papel de liderança da Tailândia como o centro do Grande Mekong Sub-região da ASEAN, onde a Jetro ajudará a melhorar a infra-estrutura logística, bem como continuar a canalizar o investimento do Japão na Tailândia, e o comércio no Camboja, Laos, Myanmar [Birmânia] e Vietname ", disse Hayashi.
.
O seminário contou com a presença do primeiro-ministroi Abhisit Vejjajiva, vários ministros, incluindo: Economia, Finanças Korn Chatikavanij , Energia Wannarat Charnnukul e Indústria Charnchai Chairungrueng.
.
Outros convidados, presentes: representantes do Comércio da Tailândia Vachara Phanchet; Kyoji Komachi, o embaixador do Japão na Tailândia; Ministro dos Negócios Estrangeiros Kasit Piromya; e Yo Jitsukata, presidente da Câmara japonês do Comércio, em Banguecoque

SEIXAS DA COSTA:LÍNGUA LUSA

.
Língua: Melhor caminho para promoção do português é articulação forte entre Brasil e Portugal - embaixador Seixas da Costa

Lisboa, Portugal 16/03/2010 17:38 (LUSA)

Lisboa, 16 m
ar (Lusa) - Uma articulação forte entre Brasil e Portugal é o melhor caminho para a promoção da Língua Portuguesa, disse hoje o embaixador português em Paris, Francisco Seixas da Costa.

“O melhor caminho é a articulação forte entre Portugal e Brasil para a promoção da língua portuguesa nos espaços multilaterais e internacionais e isto vai puxar por tudo”, declarou à Lusa o embaixador, à margem da comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas em que foi ouvido sobre as relações bilaterais.

Para Seixas da Costa, “sem uma relação frutuosa entre Portugal e Brasil e sem uma política de articulação entre os dois países, o português não tem futuro”.

“O português tem futuro se for apoiado por todos os espaços, Portugal e Brasil, mas também os países africanos, com sua influência quer nos países vizinho, quer no espaço das instituições multilaterais”, salientou, acrescentando que “é uma ação conjunta em que todos nós temos que nos empenhar para a projeção do português”.

Sobre o Acordo Ortográfico (AO), disse que serve para “diminuir as diferenças para uma ação conjunta e do empenhamento conjunto dos dois países”.

Sobre a participação dos portugueses nas eleições regionais em França, disse que “é preciso perceber que nestas eleições regionais francesas, os cidadãos de origem portuguesa puderam participar desde que tivessem nacionalidade francesa”.

“Portanto é uma situação diferente das outras eleições, isto é, há eleições em que cidadãos portugueses e que só tenham nacionalidade portuguesa podem participar”, salientou o embaixador em Paris.

“De qualquer maneira, já há umas dezenas de candidatos, mas temos de perceber que estamos a falar de eleições com cerca de 20 mil candidatos franceses e mais de 80 de origem portuguesa. É um caminho que está no início, vai demorar um tempo”, referiu.

Vinte e cinco candidatos de origem portuguesa poderão passar à segunda volta das eleições regionais francesas, afirmou à Lusa o presidente da Associação de Autarcas de Origem Portuguesa em França (Civica), Paulo Marques.

“A mensagem que procurei deixar aqui nesta comissão (parlamentar) e que deixo sistematicamente em França é da necessidade dos portugueses em França inscreverem-se nos cadernos eleitorais e inscreverem-se para votar nas eleições, mas muitas vezes não é isso que acontece”, indicou Seixas da Costa.

O diplomata português disse ainda que isso “faz com que os partidos políticos franceses não se sintam motivados a ir buscar candidatos de origem portuguesa. É esta mensagem que eu passo, que é a necessidade deles (portugueses) em participar da vida política francesa”.

CSR/MCL.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico****

Lusa/Fim

IGREJA DO VATICANO: " A PRAGA DA PEDOFILIA"

Monsenhor Luiz surpreendido em flagrante

Por AFP – Diário de Notícias – 16 Março 2010

Novos escândalos de pedofilia envolvendo a Igreja surgiram no Brasil, o maior país católico do mundo, onde o Vaticano reconheceu a existência de acusações de abusos sexuais feitas contra padres.

Os casos foram revelados na semana passada, através de imagens captadas por uma vítima de abuso sexual, que recorreu a uma câmara oculta para filmar o padre Luiz Marques Barbosa, de 82 anos, a praticar sexo oral com um menino de coro diante de um altar.

O abuso sexual deu-se no pequeno estado de Alagoas, uma região pobre no Nordeste do Brasil.

A difusão deste vídeo, na semana passada, no programa “Conexão Repórter” do canal de televisão da cadeia SBT, provocou um escândalo no Brasil, país em que 74% dos mais de 190 milhões de habitantes são católicos.

Depois das imagens da relação sexual, o vídeo mostra um grande plano da cara do padre que, ao aperceber-se de que está a ser observado, pergunta “quem está aí?”.

A reportagem contém igualmente declarações de três antigos rapazes de coro, que contam abusos que sofreram da parte de três padres – entre os quais o sacerdote que aparece no vídeo - da cidade de Arapiraca, a 120km de Maceió, capital de Alagoas.

Um dos jovens que fala na reportagem, agora com 20 anos, tinha 12 anos na altura dos abusos e sublinhou ter sido obrigado a ter relações sexuais com o padre Marques Barbosa “inúmeras vezes”.

O porta-voz do Vaticano Federico Lombardi reconheceu hoje a existência de acusações de abusos sexuais por padres católicos no Brasil. Um dos padres "foi retirado da sua paróquia e está a ser acusado pela justiça civil", disse Lombardi. As acusações contra os outros padres, suspensos das suas funções, "estão a ser analisadas", acrescentou.

VER VÍDEO
.

JOSÉ MOURINHO: UM HEROI LUSO EM TERRAS DE SUA MAJESTADE A RAINHA ISABEL DE INGLATERRA

.
Primeira Classe ... José Mourinho festeja a vitória

José Mourinho do Chelsea jogou contra o seu ex-amado fora da Europa e se vangloriou: Nós estávamos muito superior.

O Inter Milão chefe viu o golo tardio de Samuel Eto'o segurou a passagem de seu club para os quartos-de-final da Liga dos Campeões.

E ele foi rápido a cantar seus próprios elogios após a vitória por 3-1 sobre o seu ex-clube.

Mourinho disse: "Eu acho que tudo esta noite foi superior - tudo em campo, foi superior.

"O Chelsea estava muito frustrada desde o início e sua frustração era que eles sentiram que seu adversário era mais forte.

"Viemos aqui sabendo muito bem a maneira como eles jogam - mas tínhamos o controle da bola.

"A maneira como eles imprensa e ataque e as bolas paradas que eles têm, se você não controla o jogo torna muito difícil ganhar. Mas nós tínhamos a bola.

"A minha equipa merecia isso e eles foram os melhores jogadores em campo.

"Acho que cada jogador realizou um jogo ao mais alto nível e era quase o desempenho perfeito.

"Merecemos esta vitória muito. Fomos a melhor equipa.

"Eu aprendi esta noite que podemos vencer qualquer um, porque o Chelsea é um dos melhores.

"Fiquei assustado quando perdemos tantas chances mas, quando marcou o golo que estava tudo certo.

"Comemorei a vitória, muito, no baneário, quando a competição tinha terminado."

O treinador do Chelsea, Carlo Ancelotti, admitiu que seu lado não tinha resposta às táticas do Inter.

Ele disse: "Eu acho que não jogamos como queríamos. Inter colocou alguma pressão sobre o nosso meio-campo e tivemos muita dificuldade de jogar.

"O Inter teve um jogo muito bom, forte na defesa, bem no contra-ataque, e não jogamos como queríamos".

Fonte: Com a devida vénia da "pilhagem": "The Sun" - Com tradução(mais ou menos com calinadas) livre de José Martins

TIMOR-LESTE: O FIO DA NAVALHA DE ANTÓNIO VERÍSSIMO

.

Por ANTÓNIO VERÍSSIMO

QUEM JULGA QUE O LIXO DO SISTEMA JUDICIÁRIO SE TAPA COM O TÉTUM?

É o costume, quase sempre que publicamos compilação sobre a igreja católica timorense ou de outra nacionalidade, sobre declarações dos bispos de Timor-Leste ou até do papa, a referência à pedofilia salta como uma mola. Estranho é que a vaticanal profissão de fé propagada por Roma nem sequer se envergonhe e resolva este flagelo de uma vez por todas. Já é demais. Sacerdotes sabujos, criminosos, continuam a ser encobertos pelo Estado do Vaticano. Também em Timor-Leste os bispos procuram pôr uma pedra sobre o assunto, a dar crédito ao que um leitor deixou em comentário que publicamos a seguir, antes há considerações a fazer constar a propósito desse tema, da “santa” pedofilia, e também, já agora, sobre a razão do título que reporta as palavras do bispo de Baucau, Basílio Nascimento. Julgamentos, justiça, tratada em tétum, não em português.

Mas só agora essa sanha contra o português nos tribunais surge porque razão? Haverá uma razão. Até um autista perceberá porquê. Querem com o tétum tapar o circo de como funciona a justiça em Timor-Leste. Está bem de ver. Taur Matan Ruak está a ficar incomodado? O bispo Basílio também? Outrso mais estão e encomendaram-lhes o “sermão” de partirem para a animosidade ao idioma português? Mas estão incomodados porque o circo da justiça no TDD se torna mais facilmente perceptível sendo falado e escrito em português?

.

Como estão enganados, as palhaçadas são uma coisa universal. Um palhaço não precisa de falar idiomas para ser entendido, pode ser mudo. Basta mimar. Aliás, o juiz Basmeri seus pares fizeram tábua rasa do que aconteceu e foi provado em tribunal durante sete meses e decidiu contra-prova. Por isso aquele apalhaçado Acórdão. Foi um mimo tão flagrante. Até seria entendido se fosse expresso em chinamarquês.

O que não vimos foi o general Taur Matam Ruak ou o bispo Basílio do Nascimento condenarem o circo do TDD, e da Procuradoria-Ministério Público. Afinal, como as mulheres badalhocas, querem varrer a trampa para debaixo do tapete, para desse modo parecer que está tudo bem limpo… Vai daí consideram que a podridão vergonhosa para que conduzem o sector da justiça, que a comunidade internacional está a pagar, deve ser expressamente “tapada” em tétum. Até parece que o português não é uma língua oficial de Timor-Leste, como está consignado na Constituição da RDTL.

É evidente que querem fazer crer que a culpa do sector da justiça timorense andar a chafurdar na lama é devido ao idioma português. Pois, quando não se sabe dançar diz-se que a sala está torta… O general está a mudar bastante. Nem é caso para admirar, depois de tudo que de triste a que já assistimos em Timor-Leste. Claro que é livre de ter a sua opinião e expressá-la, mas também passível de ser avaliado e eventualmente criticado.

Adiante. Voltando à pedofilia. Apela o leitor cujo comentário se encontra a seguir publicado: “Vamos lá a destapar a Caixa de Pandora da pedofilia em Timor! Este TLN também tem essa obrigação. Não sabem de nada? Ganhem coragem.”

Lamentamos que o leitor não se tenha apercebido que o TLN tem abordado o possível sobre o tema e que se mais não o fazemos é por não termos garantias sobre a segurança de fontes que nos contactam sobre o tema e que podem correr risco de vida, mais não dizemos. Acreditamos que a seu tempo reuniremos todas as condições para sermos mais explícitos, contudo, percebemos que o repulsivo assunto já nem faz tabu na própria igreja timorense nem sequer no Vaticano, muito menos publicamente. Há muito que a nuvem do escândalo foi libertada e paira nos céus…

Em seguida, o comentário do leitor em
"ADVOGADOS INTERNACIONAIS DEVEM FALAR TETUM DURANTE O PROCESSO DE JULGAMENTO"

E a pedofilia praticada pelos senhores seus colegas e subordinados? Quando é que isso acaba? E as queixas que a PGR tem e que nem faz avançar?

E porque razão o senhor Bispo prefere pagar às vitimas estudos no estrangeiro em vez de os processos andarem na justiça que agora querem que fale exclusivamente em tetum?

Ai senhor Bispo. Assim ainda vai parar ao Inferno junto com os pedofilos seus "irmãos" de práticas religiosas.

A pedra que estão a pôr sobre o assunto não está a ser suficiente. Um dia vai cair e tudo virá a público. Depois será muito pior. Maior o escândalo. Não será? Porque não admitem que estão a errar e que há criminosos pedófilos entre vós? E porque não puni-los? E porque não ressarcir as vítimas? Ser pedófilo é uma questão cultural em Timor? Questão cultural? Um crime é sempre um crime e exercido contra crianças é imperdoável.

Vamos lá a destapar a Caixa de Pandora da pedofilia em Timor! Este TLN também tem essa obrigação. Não sabem de nada? Ganhem coragem.


Publicada por Fábrica dos Blogs em TIMOR LOROSAE NAÇÃO a 3/17/2010 04:21:00 AM

COMEÇA A SER DIFÍCIL ESTAR NA VIDA...!!!

.

Vidas dificeis pela frente...
.
"A vida de Jesualdo Ferreira não está fácil, é um facto. A de José Sócrates também não. Enquanto no nosso país a Imprensa vai tentando tomar o poder, um astrónomo russo, Vadim Bobylev, aproveitou para rever a posição das 156 estrelas mais próximas do Sol e, por consequência, das nossas cabeças. Os astrónomos têm muito interesse nestes astros pois, em tempos que já lá vão, ainda Mário Crespo não tinha espiões espalhados pelos restaurantes, o Sol esteve mais próximo deles e existe ainda a hipótese de uma dessas estrelas nos vir visitar, e com isto quero dizer aproximar-se mais do Sol que muitos militantes do PSD de Ferreira Leite."

E....QUE SE COMECEM A CUIDAR OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS...!!!

O Estado deve despedir funcionários
A regra "saem 3, entra 1" é uma medida burocrática que não resolve o problema. Não se percebe por que razão o Estado não pode despedir os funcionários que estão a mais.
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:00 Terça-feira, 16 de Mar de 2010
.
I. O governo prepara-se para impor a regra do "saem 3, entra 1" no funcionalismo público. Esta medida é um acto burocrático que foge à necessidade de repensarmos a relação que temos com o Estado. Cortar a despesa do Estado não pode ser apenas este acto burocrático. Cortar as despesas do Estado tem de ser a consequência de um refundação política desse mesmo Estado.
.
II. A ver se nos entendemos: existem sectores do Estado onde a regra deveria ser "saem 7, e não entra nenhum". É desesperante entrar nas juntas de freguesia e nas câmaras municipais. Vemos sempre ali funcionários sem nada para fazer. Esta gente passa literalmente o tempo a olhar para as moscas. Depois, existem institutos públicos onde isto também se passa. Aliás, nestes institutos, boa parte dos funcionários são apenas "servos" ou "mordomos" das chefias. Não se percebe, por exemplo, por que razão uma directora financeira de um instituto público tem direito a motorista. Não se percebe por que razão existem departamentos apenas com chefias e sem funcionários (isso só quer dizer que esses departamentos não servem para nada e deviam ser extintos).
.
III. Mas, atenção, existem áreas do Estado onde a regra deveria ser "sai 1, entram 3". É evidente que as polícias têm poucos homens. Quer a PSP, quer a PJ. A PJ demora anos a dar resposta aos magistrados ao nível de perícias (como dizia alguém, há dias, no parlamento). É evidente que os tribunais têm falta de pessoal. Portanto, essa regra "saem 3, entra 1" pode debilitar ainda mais estes sectores-chave do Estado. E este dado é fundamental para percebermos uma coisa: na refundação que temos de fazer, convém perceber que existem áreas vitais que são exclusivas do Estado (segurança, justiça), mas, depois, existem áreas que não são exclusivas do Estado (ensino, saúde). Neste sentido, um magistrado deve ser funcionário público vitalício (não pode ser despedido), mas um enfermeiro já não deve ser funcionário público vitalício (pode ser despedido). É por isso que um enfermeiro pode ter um sindicato. É por isso que um magistrado não devia ter um sindicato. Na ordem das coisas, "Magistrado" e "Enfermeiro" não estão no mesmo nível. O nosso Estado falha quando não faz esta distinção, quando coloca toda a gente no mesmo saco. E, claro, esta confusão torna as coisas mais confusas e difíceis na hora de cortar despesas de forma coerente.
.
IV. E, acima de tudo, esta refundação do Estado tem de acabar com um mito. Em Portugal, ser funcionário público é sinónimo de "nunca serei despedido, faça o que fizer, seja útil ou não à sociedade". Isso tem de acabar. Tirando nas áreas vitais da soberania e do estado de direito (magistrados, polícias e militares, e talvez funcionários dos impostos e da segurança social), o Estado deve ter o direito de despedir funcionários, tal como sucede em qualquer empresa.

MINHA LÍNGUA...MINHA PÁTRIA POR ANDAS TU!!!

Exposição reúne erros mais comuns do português

A exposição não diz que a língua está solta, sem regras, sem normas. Elas existem e precisam ser seguidas.

Segundo os linguistas, cada uma no seu momento, convivendo pacificamente com as outras.
.
Uma exposição aberta nesta segunda-feira no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, reúne os erros mais comuns que os brasileiros costumam cometer quando falam.
.
Certo, errado, ou mais ou menas? Livre, na boca do povo, a língua ganha sabores diferentes. Será certo isso?
.
Eu vi ela na festa, está certo? “Eu a vi. Viela é rua”.
.
O português que falamos no Brasil virou provocação na exposição, com seus erros e acertos. Tudo com licença dos professores. Mas se a gente fala menas, ou probrema, é um grande problema?
.
“Se você fala menas, probrema, você está demonstrando que domina mais um dialeto do português brasileiro e você vai usar mais esse dialeto na situação que se encontra”, explicou o curador da exposição Ataliba Castilho.
.
A mensagem é: no emaranhado de palavras, tudo é questão de ponto de vista.
.
Vamos falar português claro: a exposição não esta dizendo que a língua está solta por aí, sem regras, sem normas. Elas existem e precisam ser seguidas. Segundo os linguistas, cada uma no seu momento, convivendo pacificamente com as outras.
.
Para não haver mal entendido, as próprias normas ganharam corpo e rosto e foram convidadas a ir à exposição para explicar a ideia de viva voz. Na pele das normas, uma atriz discute o certo e o errado. E a conclusão é difícil julgar!
.
“Da mesma forma que a gente não usa uma linguagem muito formal no bar conversando com amigos, a gente não usa uma linguagem muito popular em uma entrevista de emprego”, afirmou o curador da exposição Eduardo Calbucci.
.
Não há o risco de alguém entender errado e sair da exposição falando menas achando que está tudo bem? “Eu acho que a gente conseguiu deixar bem claro que a exposição convida o falante à reflexão.
.
O que a gente espera é que ele saia daqui disposto a não estigmatizar o erro, mas só recorrer a eles nas situações mais informais”, ressaltou Eduardo.

video

O RUI PEDRO SACOU UM BALÚRDIO!

.
Em salários e prémios de gestão
Rui Pedro Soares recebeu 1,5 milhões da PT em 2009
Por Lusa Hoje
Rui Pedro
Soares, o antigo administrador da PT, envolvido na polémica tentativa de compra da TVI, recebeu em 2009, 1,533 milhões de euros de salários, dos quais 1,035 milhões são relativos a remuneração variável e prémios de gestão, anunciou a empresa.
Segundo o relatório e contas de 2009, divulgados na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o administrador que se demitiu das suas funções este ano, recebeu 586.863 euros, relativo ao triénio de 2006 a 2008, 448.685 euros de remuneração variável e o restante de remuneração fixa.
Fernando Soares Carneiro, também envolvido na questão TVI, e que só entrou para a comissão executiva da operadora em Março de 2009, recebeu um salário fixo de 364.100 euros, acrescentando 21.200 euros recebidos nos três meses antes, quando era apenas não executivo

As engrenagens do desemprego

tempos modernos

O Governo vai rever as condições para a atribuição de subsídio de desemprego, com o objectivo de os desempregados poderem "com maior rapidez regressar à vida activa", anunciou ontem o ministro das Finanças, no final do Conselho de Ministros extraordinário destinado a aprovar a versão final do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC). Para um regresso mais rápido, o Governo prepara duas medidas: menor tolerância à rejeição de propostas de trabalho e redução do valor do subsídio.
A relação entre o valor do subsídio de desemprego e o salário que o trabalhador auferia antes de perder o seu emprego vai ser revista, no sentido de a tornar mais reduzida. Sem explicações, o ministro acrescenta que passa a ser exigido "um pouco mais de esforço".
A tributação das mais-valias, outra das medidas emblemáticas do programa, só será aplicada quando o quadro financeiro estiver estabilizado, adiantou o governante. "Só serão aplicadas quando a confiança voltar ao mercado", explicou. Sobre as tão aguardadas medidas para estimular a economia e o emprego, nada disse. Quando o mesmo PEC prevê que o desemprego se deva vir a manter acima dos 10% nos próximos anos, propõe o Ministro reduzir o valor do subsídio de desemprego, para que os desempregados possam "com maior rapidez regressar à vida activa". A quem já está numa situação de total desespero, vai-lhe ser pedido “um pouco mais de esforço”.
E que esforço tem feito o Sr. Ministro?
Mas, as mais valias sobre a especulação bolsista, lá colocada para fingirem que a crise custa a todos, fica adiada para melhores dias. Imagina o Sr. Ministro o desespero de quem fica sem trabalho e tem uma casa, filhos, compromissos, créditos para pagar? Nunca passou por isso nem nunca soube o que é viver com ordenados mínimos para poder imaginar seja o que for. Pensa em números e esquece-se de que representam pessoas. Esquece-se ou está-se nas tintas que ainda é pior.

TAILÂNDIA: O RALI DOS CAMISAS VERMELHAS NÃO CAUSOU IMPACTO NA ECONOMIA

.
Rali Vermelho teve pouco impacto na economia
Publicado em: 16/03/2010 às 04:25
Notícias On-line: Economia
O rali, em massa, dos camisas vermelhos não
causou danos significativos à economia do país, o governador do Banco da Tailândia Tarisa Watanagase disse, hoje, terça-feira.
.
"Não houve transacções extraordinárias através de bancos comerciais e o mercado de acções continua a aumentar na mesma direção do baht tailandês pouco depreciado.

"Isso mostra que os investidores não estão preocupados com a manifestação, anti-governo, pois, até agora não se registou violência", disse Tarisa .
,
O rali teve pouco impacto no turismo e os gastos no país.
.
"O impacto sobre a economia global vai depender se o rali é prolongada e se há, qualquer, tipo de violência.
,
"Se o rali terminar rapidamente a confiança das pessoas não será afectada e tudo vai certamente voltar ao normal", disse ela.
.
Presidente do “Stock Exchange of Thailand” (SET), Patareeya Benjapolchai disse que os investidores estrangeiros ainda tinham confiança na economia tailandesa e continaram a comprar acções na bolsa.

"Os investidores estrangeiros não estão muito preocupados com a situação política, mas estão dando a atenção ao progresso da recuperação económica.

"Desde o ano passado, no quarto trimestre, o produto interno bruto e outros indicadores econômicos melhoraram consideravelmente", disse a senhora Patareeya.

Informou ainda que Morgan Stanley Capital International, recentemente levantou acções, na bolsa, tailandesa por excesso de peso.

Essa actualização foi considerada um bom sinal de como poderia ser uma referência para os investidores estrangeiros, disse ela.

Corretores de Relações Exteriores disseram não ter havido qualquer tipo de violência e que o rali iria acabar de forma pacífica.

Entretanto, ela disse, a duração do rali e os factores possam levar à violência afectará a economia a longo prazo.

O banco central informou que as sucursais de sete bancos comerciais localizadas perto dos locais de reunião foram temporariamente encerradas por razões de segurança, hoje,terça-feira.

Banco Krung fechou suas filiais na Casa de Governo, Ministério da Defesa, Parlamento, na avenida Ratchadamnoen Klang, Ministério da Educação, na avenida Banglamphu, e na zona Khao Sarn.

O Banco Militar também encerrou a sua filial Sri Pathum Universidade de Phahon, avenida Yothin.

Banco Thanachart fechou sua filial Ratchadamnoen Klang e abriu uma filial Banglamphu temporariamente para prestar serviços financeiros, até que a situação volte ao normal.

Siam Commercial Bank fechou sua filial Ratchadamnoen Klang e abriu uma filial no próximo ponte Pinkhlao Phra até o rali terminar.

Bangkok Bank fechou sua filial Phan ponte Fa, Banco de Ayutthaya fechou sua filial no complexo edifício do PTT Plc sobre Vibhavadi estrada Rangsit, eo Siam City Bank fechou sua filial Ratchadamnoen.

TAILÂNDIA: SITUAÇÃO POLÍTICA DE MOMENTO

.
Líder dos camisas vermelhas diz que metade de manifestantes retornaram a casa

Surachai Danwattananusorn, líder do grupo dos camisas vermelhas, disse hoje (terça-feira) que cerca de metade de camisas vermelhas voltaram para casa e os restantes, esperando pela a derrota e a fadiga, em um ou dois dias.

"Agora, o governo está deixando os manifestantes perder força, que se aproxima desse ponto em um ou dois dias e depois tudo chegará ao fim", disse Surachai.

Ele disse que estava a preparar-se para voltar para casa em Nakhon Si Thammarat.

The Nation

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 16.03.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Pinhel: GNR procura homem
Álvaro A. Santos: Violência é alarmismo
Henrique Calisto: Recebe Comenda
Bancária espancada e roubada
PEC: Entregue depois das 23h30

Capa do Público Público

Coelho deixou o Paços de Ferreira mais perto da Europa
Sorteio do Loto 2 (11º/2010)
Sorteio da Lotaria Clássica (11º/2010)
Passos Coelho quer mudar “lei da rolha” já no congresso de Abril
Inquérito à morte de MC Snake, um músico de Chelas que não parou ao aviso da polícia

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Feira de pecuária no Alentejo
Família de Simão recordou morte
Escola não pode ser responsabilizada
Depois do congresso, corrida à liderança continua pelo País fora
Câmara passa a recolher mais resíduos orgânicos

Capa do Diário Económico Diário Económico

Vieira ameaça retirar jogos do Benfica à Sport TV
Clubes portugueses entre os mais mal pagos
Primeiros passos para renegociar contrato televisivo
José Mourinho do lado errado
E com a primeira corrida chegam as críticas

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Venda directa do Estado protege acções da Galp
Participações do Estado com desconto de 25%
Lisboa cai na lista de localizações mais caras de imóveis industriais
Libra na mira dos especuladores
Eduardo Rocha vai lançar "private equity" ibérico

Capa do A Bola A Bola

Carvalhal com nota positiva
Cardozo continua o marcador de “penalties”
As mãos de Nuno na final
A Luz para o Mundial
Veja Federer sem parar de rir (em vídeo)

Capa do Record
Record

Alfaces de Domingos
Tendência tardia para o golo
Fundação e SAD a caminho
WTA Indian Wells (EUA): Resultados
ATP Indian Wells (EUA): Resultados

Capa do O Jogo O Jogo

Nadal nos 'oitavos' do Indian Wells
Albufeira Future: Gastão Elias de volta, Pedro Sousa cabeça-de-série
Van der Gaag: "Fomos infelizes mais uma vez"
Ulisses Morais: "Fomos muito felizes"
Djokovic segue em frente no Indian Wells

Histórico Rali em Banguecoque para destituir Governo tailandês falhou

.
Com a devida vénia do website:

.
.
Primeiro-Ministro Abhisit Vejjajiva , como sempre, adaptando uma abordagem equilibrada do que muitos vêem como o "Red Menace".
.
Ao invés de render-se a um ultimato aos camisas vermelhas para ele dissolver a Câmara pelo meio-dia de hoje, ele pede-lhes para considerar os outros membros da sociedade não apenas a si, a erva-raízes manifestantes, dizendo, porém, ele está preparado para ouvir os pontos de vista dos camisolas vermelhas.
.
"Nosso objectivo não é agarrarmo-nos às nossas posições. Nosso objetivo é não ver o movimento em frente dos princípios de justiça, a curto prazo, mas a longo prazo ", disse o primeiro-ministro numa apresentação televisiva.
.
Banguecoque 15 de março de 2010, [PDN]: Como o movimento da maré vermelha faz a sua passagem, implacável, por toda a capital na vanguarda, liderada por Veera Musigapong e atingiu o 11 º Regimento de Infantaria em Bang Khen, totalmente bloqueando o tráfego, à espera que a maioria sinuoso alcançá-los.
.
Apesar da posição firme do primeiro-ministro em não capitular, dizendo que "os partidos da coligação acordam que a demanda não possa ser cumprida", Jatuporn Prompan, um dos principais líderes UDD, pode muito bem cumprir sua promessa, feita ontem, para incentivar seus manifestantes se espalharem sobre uma raio de 20 quilómetros, do seu local atual a Avenida Rajdamnoen, efectivamente, paralisada, uma parte do capital.

Em um programa de televisão, o PM denunciou firmemente a propagação de desinformação por líderes Camisa Vermelha que a força é para ser usada contra os camisas vermelhas.

O rebelde estimulando os líderes dos camisas vermelhas foi acusado de criar falsas compilações, de áudio, dando a impressão de que uma violenta repressão foi uma forma a incitar os seus seguidores à violência.

O primeiro-ministro reiterou sua posição de que o governo não tinha planos de usar a força contra os manifestantes e a invocação da Lei de Segurança Interna foi uma medida de segurança, em vez de um de repressão.

Por outro lado, o uso da violência não pode ser descartada pelos camisas vermelhas.

Ainda ontem, a polícia apreendeu 10.000 M79, componentes, do tipo de lançador de granadas em uma fábrica dos arredores de Banguecoque, bem como apreendeu cerca de 100 dispositivos que poderiam ser usadas como lançadores de granadas M79, em Wang Noi, distrito da província de Ayutthaya.

Major violência grave pode ter sido evitada pela ação rápida da polícia, mas sem dúvida o 'Red Menace "pode ter outros recursos de violência.



Camisa Vermelha Rally Histórico e da maior importância

A mobilização em massa de desprivilegiados da Tailândia no final de semana de 12-14 Março, ainda está em andamento, está sendo saudado, como um fenômeno, sem precedentes históricos. As populações rurais pobres finalmente encontrou as suas vozes políticos e a elite de Banguecoque não tem outra opção senão escutar.

Em que se assemelha a uma parada da vitória em massa da entrada dos camisas vermelhas na capital, onde alguns cidadãos de Banguecoque e arredores são forro nas ruas, ao longo do trecho de 65 km do distrito de Ayutthaya Noi Wang, aplaudindo-os.

Que era comemoração, uma reminiscência de uma atmosfera de festa, ao invés de intrinsecamente violenta, é evidente pelo fato de que o misto, rag-tag comboio, todos os veículos que arvoram bandeiras vermelhas da UDD, entrou em Banguecoque com acompanhamento de música.

Este evento é, aparentemente, a primeira vez desde que a Tailândia voltou uma monarquia constitucional em 1932 que muitos dos eleitores rurais do norte e 19 norte-províncias orientais foram mobilizados para um tal grau, com quase 80 por cento dos agricultores.

IPS relatou Thanet Aphornsuvan, um historiador da Universidade Thammasat, ao afirmar que "Este é o maior rali por pessoas rurais, que passaram a fazer exigências em Banguecoque questões políticas nacionais.

Isso mostra a capacidade de mobilização política rural de uma nova espécie. "O que é também de considerável importância que uma grande parte dos manifestantes são do sexo feminino, pela primeira vez, fazendo uma dupla afirmação dos seus direitos - políticos como indivíduos conscientes e as mulheres , tradicionalmente, cidadãs de segunda classe na Tailândia.

Também é significativo que, normalmente, em um país dominado pelo sotaque e dialeto de Banguecoque, um locutor falou exército pacífico no dialeto Esarn que os manifestantes se reuniram em frente ao 11 º Regimento de Infantaria, dizendo: "Vamos ouvir a voz do povo dos camisas vermelhos. Vamos ouvir o som desde as palmas dos pés. "

Assim, parece que, finalmente, os pobres rurais ganharam uma identidade política e que eles não estão mais dispostos a prostrarem-se aos poderes em Banguecoque.

O mais articulado e vociferante entre eles, denunciando a aristocracia política que consideram que detém o poder ao contrário do processo democrático.

Embora aqueles que se opõem à livre circulação dos camisas vermelhos são inclinados a julgá-lo como um culto à personalidade, na sequência de Thaksin Shinawatra, ou destacar o incentivo financeiro entre Bt1-2, 000 por manifestante (que a alegação da UDD, bastante razoável, está sendo paga como despesas de viagem ), deve-se reconhecer o significado mais profundo do movimento.

Certamente é uma resposta - do o espírito dos tempos - isto é, de facto, varrendo o planeta, quando as oligarquias e o poder de reconhecer a igualdade de direitos entre todos os segmentos da sociedade para uma palavra a dizer na distribuição do poder

Tradução automática com ligeira revisão