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sexta-feira, 19 de março de 2010

TENHO MUITA PENA DO MEU ANTIGO FAMILIAR

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Mão amiga enviou-me um documento em que dá conta que um membro de minha família, Martins (a única existente por séculos na minha aldeia) foi vítima da Santa Inquisição. Foi condenado ao degredo e para as galés. Mas a Santa Inquisição e as suas acusações falsas não terminaram em Portugal... Ela continua a existir, só que a prática é mais sofisticada.

Título Processo de Francisco Martins
Datas 1566-05-04/1567-03-20
Nível de descrição Documento composto
Dimensão e suporte 22 fl.; papel
Âmbito e conteúdo
Estatuto social: cristão-velho
Idade: 60 anos
Crime/Acusação: poligamia
Cargos, funções, actividades: trabalhador e depois tendeiro, comerciante
Naturalidade: Arcozelo, Serra da Estrela
Pai: Pêro Martins ou Pedro Martins, barqueiro
Mãe: Maria Afonso
Estado civil: casado
Cônjuge: Maria Gonçalves, primeira mulher
Data da prisão: 04/05/1566
Sentença: 16/07/1566, auto-de-fé de 09/03/1567, ir a auto-de-fé, abjuração de veemente, ser açoitado publicamente, degredo perpétuo para as galés, instruído na fé católica, fazer vida com a primeira mulher.
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Ver os instrumentos de tortura usados para eliminar ou sacrificar as vítimas clicar a seguir: http://portalcot.com/reporter/fotos-de-instrumentos-de-tortura-de-cristaos-da-idade-media/

PROMESSAS DE AMOR

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carteirista

Da primeira vez que apareceu por aí, todo ele sorriso e simpatias, prometeu que ia baixar os impostos. Deram-lhe uma maioria absoluta e a primeira coisa que fez com ela foi aumentar os impostos justificando-se no estado lastimoso que o Santana tinha deixado o país. Nós pagámos e pagámos bem por isso. Desta segunda vez prometeu solenemente que não haveria aumento de impostos. Só lhe deram uma maioria relativa na assembleia, mas como o partido de alterne não mostra capacidade de ser governo, imediatamente nos sobrecarrega com mais impostos e menos direitos. Desta vez a justificação é a Crise Internacional, crise que já existia na altura da promessa e que todos conheciam, afinal são cúmplices com as politicas que a criaram. Talvez por isso tenta convencer-nos que não está a aumentar impostos mesmo quando todos vêm que está. Mente porque é mentiroso, porque acredita que uma mentira repetida muitas vezes se torna uma verdade, mente compulsivamente refugiando-se em desculpas troca-tintas, ultimo reduto dos mentirosos. A nós, vai-nos metendo a mão no bolso e fazendo o nosso fim do mês algo cada vez mais difícil de chegar

É TÃO BOM SER-SE BOY

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boys

Só o presidente executivo da operadora, Zeinal Bava, teve direito a 546 mil euros de salário fixo em 2009. Já o chairman, Henrique Granadeiro, somou 485.423 euros. Os restantes gestores executivos, Luís Pacheco de Melo, Carlos Alves Duarte, Manuel Rosa da Silva, Shakhaf Wine e os dois arguidos no caso Face Oculta Rui Pedro Soares e Fernando Soares Carneiro - auferiram 364 mil euros cada um. Face à conjuntura económica, todos tiveram um corte de 10% nos seus rendimentos nesse ano.

Além dos salários, os gestores que já exerciam funções no anterior triénio (2006 a 2008), acrescem prémios de 3,8 milhões de euros. A Henrique Granadeiro e Zeinal Bava coube mais de um milhão de euros (1.019.271 euros) a cada. Menor foi o bónus individual - 587 mil euros - de Rui Pedro Soares, Luís Pacheco de Melo e António Caria.

ABRINDO O BAÚ DOS TRAPOS VELHOS

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Para ver os portugueses os mais felizes do planete é oferecer-lhe: "fado e guitarradas", telenovelas; ir uma vez na vida, a pé ou de bicicleta a Fátima; uns/umas "palermas" quaisquer de comunicadores à frente das câmaras de televisão; do saber emocioná-los até às lágrimas; ganhar o seu clube (nem que seja o do bairro), e o maior a Taça da Liga; comer um valente cozido à portuguesa e depois da almoçarada, entre os amigos, mandar um valente peido; comer "meidoins e tramoços" quando bebe uma imperial; dizer aos amigos (para lhes fazer ciúmes) que tem um caso com uma gaja "bué" como-ó-milho. E pronto um feliz à "maneiral" enquanto uns tipos (políticos) lhe comem a carne, roem-lhe os ossos e chupam-lhe a medula. É ler abaixo os actos da "malandragem"... Um pouco velha, mas malandro que nasceu isto vai sê-lo até que desapareça do planeta terra.
José Martins (conhecedor deste maralhal de gingeira)
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*Mário Soares* GOVERNANDO-SE.

Contos Proibidos - Memórias de um PS desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.

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O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial veio a público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos poderes da
República
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Em síntese, que diz Mateus ?

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Que, após ganhar as primeiras presidenciais, 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista) e procurava uma dócil alternativa a essa liderança.

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Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era para financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências particulares.

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Que, no exercício do seu "magistério de influência" (palavras suas noutro contexto), convocou alguns magnatas internacionais - Rupert Murdoch, Sílvio Berlusconi, Robert Maxwell e Stanley Ho - para o visitarem na Presidência da República e se associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus investimentos em Portugal.

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Note-se que o "Presidente de todos os portugueses" não convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar dos contribuintes suportarem despesas de estada. Que moral tem um país para criticar Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações ? E que foi feito dos negócios do Presidente Soares ? Pela relevância do tema, ficará para próximo desenvolvimento.

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.Publicado a 10 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 244.


A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio, agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos eterna ponte entre política e vida económica, Carlos Melancia seu ex-ministro, e o próprio filho, João.

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A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança), as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência em Belém, relata Mateus em Contos Proibidos. Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.

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Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo) visitar Belém.Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto, mas tudo se gorou por divergências no investimento.

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Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um memorando interno sobre a associação a "amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares", com vista a "garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares e, assumimos, apoiar a sua reeleição".

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Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em Belém credenciais socialistas. Soares daria ordem para se fazer o negócio com este.O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu "mensalão".

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Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.

Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais, episódio a merecer análise própria.

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.Publicado a 17 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 245.

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A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava "com muitas dezenas de milhares de contos "oferecidos" por (Robert) Maxwell (...) consideráveis valores oriundos do "ex-MASP" e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos." Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar no território administração pública e negócios privados.

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Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas receitas publicitárias. Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como "um dos grandes vigaristas internacionais", recua.

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O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é depositário e permitem controlar a empresa.

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O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado - tal como há semanas sucedeu noutro contexto a Manuel Alegre.Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.

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E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros) pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.O Governador cala-se. Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala.

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Então Mateus dá o documento a 'O Independente, daqui nascendo o escândalo do fax de Macau".Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a sede da Emaudio,

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O Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua comitiva) para minimizar os estragos. Mas o processo é inevitável.Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.

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Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de dádiva pública") não se destinou de facto a Melancia mas "à Emaudio ou a quem o Presidente da República decidisse".

Quem afinal devia ser réu ? Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais fácil, mais confortável, ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida e as dúvidas, os boatos, os rumores, a 'fama persistem.

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E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruindo de vez a confiança dos portugueses nas instituições.por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até... da própria sombra.

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N.A. Como adenda, e perdoem-me o sarcasmo que é preciso por as coisas no seu devido lugar, talvez conviesse meditar no generoso silêncio dedicado ao conteúdo destes artigos de Vieira, e ao livro de Mateus, por parte de alguns dos e (ste) ticistas do regime quando comparado com a, também ela generosa, campanha em curso contra alguns 'antros' anónimos de pensamento livre e desalinhado...

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Ou, será que as coisas já evoluíram tanto, tanto, que agora só existem depois de serem tratadas em blog ? É que a Grande Reportagem tem uma tiragem superior a 100.000 exemplares e nós ainda não...Entretanto, por essas e por outras, do Brasil até gozam...Como adenda suplementar convém frisar que o problema não é novo, ou sequer isolado, antes é estrutural e crónico.

Atente-se na GALP e nas maravilhas que por lá se passa (ra) m.

No mínimo, os factos - 'estranhos - mereceriam uma investigação apurada, judicial e jornalística, no entanto...

*O Polvo,

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Publicado a 24 de Setembro de 2005, na Grande Reportagem nº 246. por Joaquim Vieira.

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Ao investigar o caso de corrupção na base do "fax de Macau", o Ministério Público entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o próprio Soares.

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Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República, Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD - há quase uma década repartindo os governos entre si.

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A previsão era catastrófica: operação "mãos limpas" à italiana, colapso do regime, república dos Juízes. Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o governador de Macau, Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.

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Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares, explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica "após consulta ao Presidente da República, que ele sintomaticamente apelida de boss.

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Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante uma "presidência aberta" que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam previstos lucros de milhões de contos".

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Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil ?

Nada foi desmentido pelos envolvidos, nem nunca será.

*O Polvo, conclusão*

Publicado a 1 de Outubro de 2005, na Grande Reportagem nº 247 Por Joaquim Vieira.

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As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos, tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela "traição" a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação social que sempre o tratou com indulgência.)

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Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um frente-a-frente com Mateus - todos recusaram. A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i) moral da III República, e o próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre os grandes problemas da Nação.

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Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis, viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ilídio Pinho, que o Presidente fizera aliar a Maxwell.

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Dos notáveis próximos da candidatura do "pai da pátria", há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino, conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com os dinheiros de Stanley Ho.

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Outros ex-"macaenses" influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau.

Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração ?

E depois, Macau, sempre Macau...

2005-10-27 - 02:45:00 Joaquim Vieira, despedido Joaquim Vieira, director da 'Grande Reportagem', detida pelo grupo Controlinveste, foi despedido. O jornalista foi igualmente informado de que a revista será fechada. As razões de tais medidas são desconhecidas. Recorde-se que Vieira tem vindo a escrever sobre o polémico livro de Rui Mateus, onde se aludia a ligações do PS de Soares ao caso Emáudio

DE VOLTA A EULÁLIA MORENO

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Cesário fala, fala, fala...
Lamentável mas previsível pelas políticas praticadas pelo Partido Socialista no que diz respeito a Emigração. De que adiantariam netos e mais netos com a nacionalidade portuguesa desconhecedores da cultura portuguesa? Cortando as verbas para as Associações portuguesas , mantendo a falta de apoio a Comunicação Social nos países de Emigração, essa gente quer que a gente faça o que com um monte de netos nacionais portugueses??? Deixa prá lá. O interesse dessa gente é garantir o tacho no Reino e o resto que se exploda.

O Cesário fala, fala, fala... enquanto foi secretario de Estado das Comunidades, nada fez a não ser passear-se pelo mundo sempre bem acompanhado.
Me poupem!!
Abraço Eulalia Moreno - São Paulo
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P.S. - Pois foi o Cesário adorava nas suas viagens, passeando, deitar-se num colchão de folhas. J.Martins

HENRIQUE RAPOSO:PS ENTERROU PORTUGAL

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Henrique Raposo, A Tempo e a Desmodo
O PS enterrou Portugal « Henrique Raposo,
A Tempo e a Desmodo O PS enterrou Portugal
Herança de 15 anos de governação socialista está aí: em 1996, tínhamos uma dívida de externa de -10% do PIB. Em 2009, essa dívida era de -117%.
Obrigado, PS.
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
10:14 Sexta-feira, 19 de Mar de 2010
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I. Dos três candidatos à liderança do PSD, José Pedro Aguiar Branco é o candidato mais fraco. Porém, Aguiar Branco é autor da melhor frase, da melhor ideia de toda a campanha interna do PSD: "O PS deixou Portugal deixou nas mãos dos credores internacionais". E os factos não deixam dúvidas a este respeito. O "i" de hoje publica dados do Banco de Portugal que são assustadores: em 1996, a nossa dívida externa representava 10% do PIB. Em 2009, essa dívida representava 111%.
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II. Como é que isto aconteceu? Durante 15 anos, o PS só governou de uma certa maneira: vender dívida para fazer obras públicas, para alargar o raio de acção do Estado dentro da sociedade, através, claro, dos grandes projectos estatistas. É o evangelho socialista: arranjar dinheiro que não existe através da dívida, para depois torrar esse dinheiro em projectos megalómanos. O resultado desta política económica está aí: dívida enorme, défice gigante, reduzido crescimento.
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III. E, agora, perante o caos que provocaram, muitos socialistas estão contra o PEC e contra Teixeira dos Santos. Ao que parece, a ala esquerda do PS (Vieira da Silva, Alberto Martins, Ana Jorge, etc.) está muito zangada com o PEC. Estas pessoas não aprendem, nem querem aprender. Só sabem fazer política com o dinheiro dos outros (impostos altos) e com o dinheiro-inventado (dívida). Para esta pessoas, fazer política é atirar dinheiro para cima dos problemas (obras públicas para criar emprego temporário; subsídios que não resolvem o problema da pobreza, etc.). Pior: não percebem que este tipo de socialismo baseado - paradoxalmente - no capitalismo global já não tem futuro.
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IV. O futuro próximo de Portugal depende da vitória da responsabilidade de Teixeira dos Santos perante a irresponsabilidade da "ala esquerda" do PS.

JOSÉ LELO: APANHOU PARA TABACO DE JAIME GAMA

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Lello critica liberdade de movimentos dos fotojornalistas no Parlamento
13h09m
Alexandra Inácio
José Lello insurgiu-se hoje, sexta-feira, contra a circulação nas galerias do hemiciclo dos repórteres de imagem. O deputado do PS criticou os jornalistas que se debruçam para fotografar, podendo captar imagens dos écrans dos computadores dos parlamentares.
Imagem dos ecrãs captada das galerias
O presidente da Assembleia da República recordou, então, a José Lello, também presidente do Conselho de Administração da Assembleia, que o Parlamento "é um espaço público" e que as regras regimentais foram aprovadas pelos deputados, que as podem alterar "quando o entenderem".
Jaime Gama defendeu, ainda, que os computadores no hemiciclo não são pessoais mas da Assembleia da República. Os socialistas não gostaram desse reparo e em protesto foram vários os que fecharam com força os portáteis, fazendo o estrondo ecoar pelo plenário.
O episódio - protagonizado no final do debate sobre violência escolar - aconteceu momentos depois de Gama ter repreendido severamente o secretário de Estado da Educação, e até ameaçado não lhe conceder a palavra, por João Trocado da Mata não ter usado "exactamente" a forma regimental para se dirigir ao plenário. Trocado da Mata acabou por ser o governante mais aplaudido pela bancada do PS, no final da sua intervenção.

EULÁLIA MORENO: E SUAS TECLAS DOURADAS

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Começa bem este 2010...
Ola Amigas(os) do PortugalClub

o só a piscina, as(os) amantes... a nababesca residencia oficial do Consul Geral de Portugal aqui em São Paulo é alugada por uma fortuna e possui no seu interior ( pelo menos possuía, no tempo do famigerado Barreira de Sousa, o sem berço que veio para cá dar uma de menino bem nascido) tapeçarias, obras de arte, piano de cauda, pratarias, jogos de jantar Vista Alegre, mobília de século, lustres soberbos. Confisque-se tudo para pagar as dívidas!!
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A sede do Consulado, também alugada, com os seus jardins onde se realizam eventos sociais ( cuja receita não de sabe para onde ou para quem vai), não deve ter muito para ser penhorado além de certas figurinhas carimbadas que exercem as funções de funcionários depois de terem entrado pela porta do cavalo.
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Mas essas figurinhas não prestam para nada, nem para penhor pelo pouco valor que tem. De resto, essa sede já apresenta sinais da má conservação, com goteiras e encanamentos dando problemas e com a falta de dinheiro qualquer dia o povo é despejado por má conservação do imóvel. Mais vergonha!!
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A Casa de Portugal, a mãe de todas as Associações luso -brasileiras, para a cabeça doente do tal Barreira de Sousa não era digna de alojar a sede do Consulado Geral de Portugal em São Paulo. Mudou-se para zona chique, para uma mansão que custa uma fortuna ao contribuinte portugues , o Consul passou a ter residencia digna de um Embaixador. As receitas do Consulado diminuíram, o atendimento também mas o número de funcionários foi aumentando e com eles os custos.
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Que vergonha!!! Uma vergonha para todos aqueles que tem decência, vergonha na cara e que vivem de acordo com as suas condições sem ter ninguém para lhes pagar as contas extraordinárias no final do mes. Legal viver na mordomia e mandar a conta para nós contribuintes pagarmos!!! Uma vergonha!! Começa bem este 2010.. muito bem MESMO! !!
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Abraço Eulalia Moreno - São Paulo

TAILÂNDIA: AUMENTO NAS EXPORTAÇÕES

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Exportações da Tailândia registaram um acréscimo de 23,1 por cento em Fevereiro, último.
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Exportações da Tailândia, em Fevereiro de 2010, ascenderam a USD14.40 biliões, registando um aumento de 23,1 por cento, em relação ao mesmo mês, de 2009, o Ministério do Comércio anunciou, hoje, sexta-feira.
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As importações tiveram um aumento de 71,2 por cento cifrando-se em USD13.96 billiões, resultando um saldo, na balança de pagamentos, a favor da Tailândia de USD439 milhões.
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O Ministério do Comércio da Tailândia projecta no incremento das exportações tailandesas, durante o ano corrento de 14 por cento.
Fonte : The Nation

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 19.03.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Izmailov de fora por castigo de Costinha (ACTUALIZADA)
Rangel desafia Sócrates a depor presencialmente
‘Lei da rolha’: A prova de Santana Lopes (COM VÍDEO)
Christiane Amanpour troca CNN por ABC NEWS
Sporting eliminado

Capa do Público Público

Google.pt já faz pesquisa em tempo real
Médico do Sporting diz que foi Izmailov que não quis jogar
O "caso Izmailov" e a transferência de Aguero

Gestor nomeado por Sócrates beneficiou grupo Lena
Sporting foi superior ao Atlético de Madrid mas inferior a Aguero

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Gabinete de Segurança Interna corrige director da Judiciária
As cidades que mais querem Limpar Portugal
Agricultor morre debaixo de tractor
"Comissão de Inquérito deve decorrer à porta aberta"
PS ainda não chama ninguém à Comissão de Inquérito

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

"É normal que a Polícia Judiciária se auto-investigue"
Supremo investiga juízes do Porto
Juiz procura na PJ pistas sobre fuga para Vara
Estado angolano retirou queixa contra portugueses
Confrontos entre adeptos do Sporting e Atlético

Capa do i i

Bispos portugueses dizem desconhecer casos de abusos na Igreja
Caso Figo. Administrador do Taguspark soube do negócio mas esqueceu-se
Médicos rejeitam proposta de excepção para reformados
PJ investiga PJ. Violação de segredo no caso Banif
PEC causa fractura no governo socialista de José Sócrates


Capa do Diário Económico Diário Económico

Riqueza em Portugal já não chega para pagar dívidas ao estrangeiro
TAP e pilotos ainda sem acordo sobre os serviços mínimos
Benfica apura-se e Sporting não
Parceiros sociais rejeitam parecer comum sobre o PEC
FMI também dá voto de confiança à estratégia portuguesa


Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Mulher de João Rendeiro vai aderir ao fundo para clientes do BPP
Grupo SPAL vendido à companhia "Cup & Saucer"
Brasileiros escolhem seis administradores da Cimpor
TAP pode aumentar partilha de ganhos com pilotos
Divisões emperram reforma da supervisão

Capa do Destak Destak

Conheça os clubes apurados para os quartos de final
Rangel desafia Sócrates a depor presencialmente na comissão de inquérito
Cinco boas notícias para o Dia do Pai
A segunda pele
Jorge Jesus "sonha" com a final

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Boas notícias, professor
«Eu é que dispensei Izmailov»
Portugal na ‘via-sacra’ dos Mundiais
Gomes Pereira explica situação em torno de Izmailov
Treinador do Valência diz que nunca viveu jogo «tão louco»

Capa do Record Record

Confrontos em Alvalade causaram quatro detenções e vários polícias feridos
Moutinho: «Vamos dignificar a camisola»
Costinha: «Decisão foi minha»
Adriano cometeu 19 infrações de trânsito em 11 meses
Moto GP: Rossi foi o mais rápido no Qatar

Capa do O Jogo O Jogo

Gomes Pereira afirma que Izmailov estava clinicamente apto para jogar
Ljubicic vence Monaco e qualifica-se para meias-finais de Indian Wells
Unai Emery: “Sabíamos que nem com o 0-2, nem com o 1-3 do intervalo, estávamos classificados”
"Vamos dignificar a camisola", João Moutinho
Costinha sobre exclusão de Izmailov: "A decisão foi minha”