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segunda-feira, 22 de março de 2010

TAILÂNDIA POLÍTICA

Negociações, ainda são possível, mas com Thaksin de fora.


O governo continuará a explorar formas para uma solução negociada, com o camisas vermelhas, mas as negociações não incluiem na agenda relacionadas com o ex-primeiro Thaksin Shinawatra, secretário-geral do Primeiro-Ministro Korbsak Sabhavasu informou, hoje, terça-feira.

"Os líderes, camisas vermelhas, devem pensar sobre isso na formação de suas reivindicações - se eles pretendem que o Parlamento seja dissolvido, não estará, relacionado, com
Thaksin, ou mesmo depois envolverem-se nas questões do ex-primeiro-ministro Thaksin, o Governo não poderia estar em posição para negociar ", disse ele.

Korbsak expressou optimismo para o início de frescas conversações, apesar de outras, tentativas, falharem.

Fonte: The Nation

AGÊNCIA LUSA E O ACORDO ORTOGRÁFICO

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Clique nas imagens para as ler

NEGÓCIOS SÃO NEGÓCIOS NÃO TÊM COR OU PARTIDO

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MANIFESTAÇÕES DOS CAMISAS VERMELHOS EM BANGUECOQUE
Por Somroutai Sapsomboon
The Nation
Publicado em 23 de março de 2010
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Dúvidas existem se líderes dos camisas vermelhas e os manifestantes lucram com a participação nos comícios contra o governo que ainda não se encontra, claramente, comprovado.
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Mas outros que se juntaram à manifestação na avenida Rajdamnoen, é óbvio que estão lucrando com o protesto se este continuar. São os vendedores ambulantes que oferecem produtos que vão desde a necessidades diárias, tais como alimentos, bebidas, de higiene pessoal, itens necessários para os manifestantes, assim como objectos, mensagens políticas, desde autocolantes a esteiras, estendendo-as no chão e sentarem-se nas mesmas.
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Alguns vendedores são simpatizantes e apoiantes dos camisas vermelhas enquanto outros são apenas pessoas que lutam, para sobreviver, no seu dia a dia.
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Vendedores ambulantes que já o haviam sido de quando os protestos, últimos, dos camisas amarelas (Aliança do Povo para a Democracia) que por ali e noutros lugares, onde os protestos se sitiaram, a oferecer mercadorias. Mas desta vez vestem-se de vermelho, para combinar melhor com a “máfia”.
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Wilaiwan Thien-Ngoen, 58, uma camisa vermelha de Phitsanulok, montou uma loja no local do protesto para vender "Café do Povo Vermelho", cofeccionado na hora.
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A senhora afirmou que teve a idéia de quando se juntou a um protesto dos camisas vermelhas, recentemente, em Khao Yai THIENG em Nakhon Ratchasima (a nordeste de Banguecoque). "Eu desejava beber café fresco naquele dia, mas não consegui encontrar nenhum. Havia apenas café enlatado. Informei, então, meu marido que na próxima vez teremos de vender café fresco nos comícios",
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Seu veículo, uma pequena camioneta, foi transformada num quiosque móvel de venda ambulante Além de servir “ Café do Povo Vermelho”, também oferece produtos, básicos, necessários para os manifestantes, como sabonetes, pasta para dentes, “sprays para afastar os mosquitos e cigarros.
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"Em vez de aderir ao protesto, dos camisas vermelhos e, com tal movimentação não obter nenhum proveito, vamos vendendo umas “coisitas”.
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O mesmo que transformar a crise, política, numa oportunidade. Aderir a um protesto e lucrar algum dinheiro também", disse ela e acrescentando que obtém um rendimento de 500-600 bates (cerca de 13 euros) por dia.
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O marido da senhora Wilaiwan's Natchapoj Kacharitworaroj informou que depois do golpe de 2006, sua empresa estava em dificuldades lutando com uma cordilheira de maus pagamentos, de seus clientes, de créditos concedidos, de que se esqueceram de lhos satisfazer. "Eu não tenho certeza se o facto teria resultado do golpe, mas acho que sim", disse ele.
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Wilaiwan, ex-professora, disse que ela e seu marido admiraravam ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra por causa de suas políticas que ajudou os pobres, como o programa de saúde de 30 baths de admissão e tratamento hospitalar.
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Yasothon Somkiat Chaithaweep de 41 anos é outro camisa vermelha e faz dinheiro a partir do rali. Vende tapetes aos manifestantes para se sentarem, ouvir os discursos e os espectáculos ali exibidos para entretenimento dos manifestantes.
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"Eu sou um camisa vermelha vendo esteiras durante o dia e ouço Thaksin e outros líderes quando falam à noite ", disse Somkiat ao mostrar um cartão de membro da “Aliança Democrática contra a Ditadura”.
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"Normalmente, durante a época baixa pára o cultivo de arroz, eu vendo tapetes em Banguecoque. Aqui, no local do protesto posso fazer um lucro de mais de Bt3, 000 por dia (cerca de 70 euros) comparado com BT500-600 normalmente", disse ele tirando do bolso e mostrando notas.
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Outro vendedor, camisa vermelha, era Anuwat Suwannachai, 24, de Chon Buri, que vende protectores de sol e camisolas. Disse que os artigos mais vendidos foram os com as mensagens: "Tua Daeng Phor" (Papá Vermelho) ", Daeng Tua Mae" (Mamã Vermelha ), e "Tua Daeng Look" (Bebé Vermelho).
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No entanto, alguns vendedores não têm clara preferência por quaisquer cores políticas. "Quando houve um protesto pelas camisas amarelas, eu também vim para vender. Eu não tenho cor política. Eu só quero ganhar a vida", disse Kanyalak Ngamchalee, 26, a partir Phetchaburi.
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Sua loja improvisada vende sandes, frutas e cartões pré-pagos para telefones celulares e oferece serviço de carregamento de telemóveis. "Eu faço um lucro de bt500 para Bt600 (cerca de 13 euros) por dia", disse ela.
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Há um número de lojas que vendem sandes, como almôndegas fritas, mas o negócio não corre pelo melhor. " Não vende bem, ao contrário, da venda durante os protestos dos “camisas amarelas.
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Os manifestantes das províncias trazem as suas próprias comidas e não gostam de petiscos, tanto quanto as pessoas Banguecoque os apreciam. Mas pelo menos é melhor do que não vender nada", disse um vendedor a tempo inteiro de almôndegas fritas.
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A idéia de transformar o local de protesto de rua favor de Thaksnin está a voltar em negócio. Tendas surgiram ao longo da avenida de Rajdamnoen junto ao Ministério dos Transportes e do Hotel Royal.
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Os produtos mais populares incluem camisas vermelhas, boinas, chaveiros e formas de pés para bater palmas durante os discursos e passeios pelas ruas de Banguecoque.

Fonte: www.nationmultimedia.com - Tradução Google com revisão de José Martins.

ZÉ PORTUGUÊS - O EMIGRANTE INCONFUNDÍVEL!

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Pois claro os nossos patrícios em França deram sempre espectáculo.
Mas não é só em França por todos os países onde se acolheram.
Sãos os "gajos" mais castiços de que se pode imaginar.
Gostam de uma suecada; cigarro no canto da boca e um palito entalado nos dentes.
Bebem como uns brutinhos, dão uma "lapada" ao miúdo que o chateia.
Nas almoçaradas com os patrícios cada um procura comer mais do que os outros; enfia meia dúzia de copos do carrascão (não troca o vinho português por outro); para fazer a digestão uma "bagaçada".
E durante a fermentação, do almoço, começa o torneio do peido e batem palmas ao maior tiro do parceiro.
Emigrante Português em França, tá um show!!!!! se compreenderem o Françês ainda melhor, senão, vão se rir na mesma. Cliquem no link em baixo e divirtam-se.
http://www.youtube.com/watch?v=4anS-GuNV5I
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P.S. Não me confundam que estou a segregar a rapaziada dos emigrantes portugueses... É que fui, como eles, emigrante (ainda o sou) e juntei-me a esses meus patrícios em vários países do mundo.

HENRIQUE MONTEIRO E EU ESTAMOS FARTOS DE SALVAR A PÁTRIA


Estou farto de salvar a pátria...

Quando comecei a trabalhar, a pátria precisava de ser salva dos desvarios do PREC e por isso pagámos mais impostos. Depois, nos anos 80, houve um choque petrolífero, salvo erro, e tivemos de voltar a salvar a pátria.
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Veio o FMI, ficámos sem um mês de salário e pagámos mais impostos. Mais tarde, nos anos 90, houve mais uns problemas e lá voltámos a pagar mais, para a pátria não se afundar.
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Por alturas do Governo de Guterres fui declarado 'rico' e perdi benefícios fiscais que eram, até então, universais, como o abono de família. Nessa altura, escrevi uma crónica a dizer que estava a ficar pobre de ser 'rico'...
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Depois, veio o Governo de Durão Barroso, com a drª Manuela Ferreira Leite, e lembraram-se de algo novo para salvar a pátria: aumentar os impostos! Seguiu-se o engº Sócrates, também depois de uma bem-sucedida campanha (como a do dr. Barroso) a dizer que não aumentaria os impostos. Mas, compungido e triste e, claro, para salvar a pátria, aumentou-os!
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Depois de uma grande vitória que os ministros todos comemoraram, por conseguirem reequilibrar o défice do Estado, o engº Sócrates vê-se obrigado a salvar a pátria e eu volto a ser requisitado para abrir mão de mais benefícios (reforma, prestações sociais, etc.), e - de uma forma inovadora - pagando mais impostos.
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Enquanto a pátria era salva, taxando 'ricos' como eu (e muitos outros, inclusive verdadeiros pobres), os governantes decidiram gastar dinheiro.
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Por exemplo, dar aos jovens subsídios de renda... por serem jovens; ou rendimento mínimo a uma pessoa, pelo facto de ela existir (ainda que seja proprietária de imóveis); ou obrigar uma escola pública a aguentar meliantes; ou a ajudar agricultores que se recusam a fazer seguros, quando há mau tempo; ou a pedir pareceres para o Estado, pagos a peso de ouro, a consultores, em vez de os pedir aos serviços; ou a dar benefícios a empresas que depois se mudam para a Bulgária; ou a fazer propaganda e marketing do Governo; ou a permitir que a Justiça seja catastrófica; ou a duplicar serviços do Estado em fundações e institutos onde os dirigentes (boys) ganham mais do que alguma vez pensaram.
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E nós lá vamos salvar o Estado, pagando mais. Embora todos percebamos que salvar o Estado é acabar com o desperdício, o despesismo, a inutilidade que grassa no Estado. Numa palavra, cortar despesa e não - como mais uma vez é feito - aumentar as receitas à nossa custa.
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Neste aspecto, Sócrates fez o caminho mais simples. Fez exactamente o contrário do que disse, mas também a isso já nos habituámos. Exigiu-nos que pagássemos o défice que ele, e outros antes dele, nunca tiveram a coragem de resolver.
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Henrique Monteiro - Lisboa

O TÍPICO PORTUGA: "O BESTIAL!"

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Perfil de um Português Típico


- NOME: Carlos Manuel (Camané para os amigos )
- PROFISSÃO : Ás vezes
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IDADE: 43 anos
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ALTURA: 1,62 m (sem sapatos, porque com sapatos, que é o que interessa,1,66 m)
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PESO: 83,4 Kg
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OLHOS: Castanhos (verdes no verão)
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SINAIS PARTICULARES: Bigode
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NOME DA MULHER: " A minha esposa chama-se Ivone e é uma senhora que se dá ao respeito, por isso nada de porcarias ao pé dela..."
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SINAIS PARTICULARES DA MULHER: 123-96-148 ("mas era cá um avião quando era nova...!)
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FILHOS: 1,5 (1 legitimo, mais 0,5 a dividir com o marido da amante)
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CLUBE: Benfica
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ÍDOLO: Luis Filipe Vieira. ("se o homem fosse desonesto, já o tinham prendido...vocês é que têm dôr de corno !!!!!")
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ÓDIO: Panascas, Pretos e monhés
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DESPORTO PREFERIDO: Morfar e dar uns peidos.
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PRATO FAVORITO: Feijoada e mousse de chocolate.
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RECORD PESSOAL: Cuspidela a 4 m (vento regular)
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SITUAÇÃO IDEAL PARA FAZER AMOR: Estar com os copos ( é porrada que ferve )
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FRASE PREFERIDA PARA A COMPANHEIRA: "Olha lá... a conversa já chegou à cozinha?!"
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PERFORMANCE SEXUAL: 3,24 minutos no acto ("record alcançado duas vezes, a primeira em 3-07-1975
e a segunda no dia 4-05-1996, e não precisei para nada dessa porcaria do Viagra!....")
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DIMINUTIVO DA SOGRA: Cabrona ( Bem disposto ) e P..... da Vaca ( com a bezana nos cornos )
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PENSAMENTO SOBRE O SOGRO: "Até que era um cabrão porreiro..."
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PENSAMENTO SOBRE A VIDA: "Desde que haja comidinha na mesa e que o Benfica não perca , estou-me a cagar para o resto.... "
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POSIÇÃO SOBRE OS BOMBARDEAMENTOS: " Rebentem as fronhas aos monhés e pretos!"
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MUSEU FAVORITO: Das Caldas
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HOBBY preferido: "adoro encontrar-me com uns amigos para podermos conversar sobre gajas e futebol"

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O QUE MAIS GOSTA EM PORTUGAL: Amália (sempre), Salazar ("se o homem cá tivesse andavam todos na linha"), Bárbara Guimarães (A gaja é boa cumó milho daaaaa-se....)
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O QUE MENOS GOSTA EM PORTUGAL: "Esta merda 'tá a ficar cheia de pretos, pá... deviam mas'é mandar os gajos p'a terra deles..."
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JORNAL PREFERIDO: A Bola ("Ao Sábado, na casa de banho... enquanto cago)
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LOCAL DE FÉRIAS IDEAL: "O Correia foi a Cuba de férias, sem a patroa e diz que aquilo é à fartazana.."
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LOCAL DE FÉRIAS: " Havias de ver a roulote que tenho no parque da Costa da Caparica, aquilo é um luxo, e no Verão com o adiantado para as sardinhadas fica um mimo!...":
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GRANDES ASPIRAÇÕES NA VIDA :"Benfica campeão ( que saudades! ) , mudar de carro , uma mota-de-água, uma televisão de Plasmas e um telemóvel dos que tiram fotografias "

POLVO: SÓ DE OUVIR E LER O NOME FICO ENJOADO


Subject: Fwd: Opinocratas devem fazer declaração de interesses!
To:
O polvo é tão grande e tão indegesto que não resisti e tive de vomitar ao ler este texto...
Isto já começa a ficar nauseabundo !
Escasseia ar puro, estou com dificuldade de respirar !

Caro Mário Crespo,
Estou farto de ouvir opinocratas de serviço, nomeadamente no seu "Frente-a-Frente" (que em geral aprecio), mas que mais não são do que vendedores de sonhos em causa própria. O caso de Ângelo Correia —a quem mais de uma vez ouvi mensagens pró Pedro Passos Coelho— deve ser ponderado, tendo nomeadamente presente os factos, agora publicitados, das relações de interesses entre ambos e entre ambos e o Estado Cliente que o Bloco Central construiu ao longo dos últimos 30 anos.
Está na hora de exigir transparência a todos! Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino, Ângelo Correia, José Miguel Júdice, etc., têm que se deixar de ambiguidades de uma vez por todas. Quando aparecem nos jornais e nas televisões tem que ficar claro em que condição aparecem. Se são políticos no activo, ou advogados com interesses atrelados ao Estado e respectivos apêndices públicos e semi-públicos, isso deve ficar claro para todos antes de falarem, para que as suas argumentações interessadas não sejam confundidam com opinião crítica independente. Os cantos de sereia desta gente obedece sempre a agendas políticas escondidas —o que não deixa de ser uma maneira de ludibriar o direito à informação e a própria liberdade de imprensa. A liberdade implica deontologia!
Basta pois de INSIDE TRADING!
O problema da liberdade de imprensa deve ser pegado pelos cornos, e não pela rama.

Saudações
António Maria

## Segue: transcrição do texto da revista Sábado sobre os interesses de Pedro Passos Coelho no presente e cada vez mais fétido status quo.
JORNAL DA MADEIRA (s/ o artigo da revista SÁBADO)
Os negócios de Pedro Passos Coelho
A Sábado traz na sua última edição um extenso trabalho onde revela a actividade empresarial de Pedro Passos Coelho, candidato à liderança do PSD nacional.
No extenso artigo da revista que titula “Os interesses de Passos”, podemos ler que as empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos Coelho tem responsabilidades de gestão, tiveram como sócios (e num caso ainda têm) figuras envolvidas em escândalos financeiros: os construtores irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN, foram sócios em sociedades do universo Fomentinvest até Dezembro de 2009; e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção activa e branqueamento de capitais, ainda é sócio da sub-holding Tejo Ambiente.
Recorda a publicalção semanal que quando, em Novembro de 2003, Passos Coelho entrou para o grupo, liderado pelo histórico do PSD Ângelo Correia, Horácio Luís de Carvalho já era administrador e sócio da Tejo Ambiente, a sub-holding da Fomentinvest que controla as empresas de resíduos Ribtejo e HLC Tejo.
Ligações
Diz a propósito que, depois de ter vendido a HLC Tejo do grupo de Ângelo Correia, Horácio de Carvalho passou então a deter 20% da Tejo Ambiente através da sua empresa HLC EGP - Engenharia e Gestão de Projectos. Contudo, refere que, nos últimos anos, Horácio de Carvalho delegou a sua representação na administração da Tejo Ambiente no seu sócio Jorge Raposo de Magalhães. Recorda que o empresário está a ser julgado desde Outubro de 2009, no processo de adjudicação do aterro sanitário da Cova da Beira, que remonta à segunda metade dos anos 90, onnde é acusado de ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o “célebre” professor de José Sócrates na Universidade Independente, que trabalhou com Armando Vara no Ministério da Administração Intema. Refere que, segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora, a ASM, que prestava assessoria no concurso para o aterro. O valor do contrato em causa ascendia a 13 milhões de euros.
O concurso teve lugar quando José Sócrates ainda era secretário de Estado do Ambiente - e o actual primeiro-ministro chegou a ser investigado, mas no que lhe dizia respeito o processo foi arquivado em 2007. Lembra ainda que, em finais de 1997, Horácio de Carvalho tinha vencido 10 concursos para aterros como o da Cova da Beira num total de 37, escreveu o Público em 2009.
Contactado pela Sábado, Pedro Passos Coelho não quis pronunciar-se sobre estes casos nem sobre assuntos que digam respeito às empresas. Ângelo Correia diz que a Fomentinvest “nada tem a ver” com Horácio de Carvalho: “Não temos qualquer relação com ele, nem está nos órgãos sociais.”
Outros envolvidos
Os outros sócios da Fomentinvest envolvidos em escândalos são os empresários de Santa Maria da Feira António e Manuel Cavaco. São os donos da construtora Irmãos Cavaco, que detinha 1% da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), proprietária do Bancc Português de Negócios, e 1,5% da SLN Valor. Mais adianta que estão envolvidos no processo do BPN acusados de cumplicidade com Oliveira Costa numa burla qualificada para iludir a supervisão do Banco de Portugal. Estes construtores e outros cinco accionistas do grupo SLN/BPN terão comprado a SLN Imobiliária à SLN, através de uma empresa offshore, mas corn dinheiro do próprio BPN, simulando uma mudança de propriedade apenas formal. A empresa ficava assim fora da alçada do Banco de Portugal.
Ligações ao crédito
Na Fomentinvest, os irmãos Cavaco foram sócios da empresa de recolha de lixo Ecoambiente entre 2005 e 2009, onde detinham 30% do capital, e pertenciam a um agrupamento de empresas para recolha de lixos em Albufeira. A Fomentinvest comprou-lhes a participação em Dezembro passado quando os irmãos Cavaco manifestaram intenção de vender. A construtora ainda é parceira noutra empresa do grupo: detém 37% da SDEL (construção e exploração de mini-hídricas). “Nunca houve ligação ao BPN no financiamento dessa empresa”, diz Ângelo Correia.
Pedro Passos Coelho é o administrador do grupo Fomentinvest. Tem o pelouro financeiro, com uma boa parte das operações de crédito bancário do grupo e as relações com a banca a passarem por ele. De resto, diz a Sábado, os seus créditos como gestor especializado estão ligados aos resíduos.
Além disso, a publicação acentrua que o candidato a líder do PSD é presidente do conselho de administração da HLC Tejo e da Ribtejo - dois aterros de resíduos situados no Ecoparque da Chamusca.
Segundo a Sábado, a sede da Fomentinvest é no 10º andar da Torre 3 das Amoreiras, em Lisboa, onde Passos Coelho ocupa um gabinete espartano a três metros do de Ângelo Correia, com uma vista avassaladora sobre Lisboa. A Fomentinvest controla mais de 30 empresas com muitas relações com o Estado, distribuídas por três sectores: ambiente, energia e carbono.
Formado com 18 valores em Economia pela Universidade Lusíada (quando já tinha 38 anos), o social-democrata de 45 anos gere empresas que estão sujeitas a imprevistos como os da Chamusca.
Contra-ordenações
Recorda que em 2008, a Ribtejo foi alvo de uma contra-ordenação ambiental muito grave “por descarregar efluentes contaminados na ribeira de Lamas”, escreveu o jornal Público em Outubro de 2008. Realça que as análises notavam que a concentração de sulfitos era 34 vezes superior aos máximos legais e que os sulfuretos os ultrapassavam 27 vezes.
A IGAOT aplicou a Ribtejo uma coima de 60 mil euros por incumprimento das normas de qualidade das águas, decisão da qual a empresa recorreu para tribunal, por entender que a entidade fiscalizadora se tinha enganado na verificação de parâmetros.
As três empresas ambientais da Fomentinvest terão sido alvo de 12 processos por infracções nos útiltimos anos.
Sublinha ainda que, da mesma maneira que são fiscalizadas pelo Estado, muitas das empresas sob alçada do candidato a líder do PSD têm entidades estatais como clientes. A HLC Tejo, por exemplo, tinha o Estado como única cliente, pois geria o aterro de resíduos urbanos da Chamusca (uma concessão atribuída por 10 anos pela Associação de Municípios da Lezíria), mas as autarquias não renovaram o contrato com a Fomentinvest em Maio de 2009. Desde o ano passado, as autarquias tomaram conta da gestão do aterro, onde agora a Fomentinvest está a desenvolver um projecto de biogás através da CEBC - Produção de Energia.
Trabalhos com Câmaras
Uma grande parte da facturação de outra empresa do grupo, a Ecoambiente, também provém do Estado. Trata-se da segunda maior do País e trabalha para muitas câmaras municipais. Entre os grandes contratos com autarquias, conta-se a Câmara de Matosinhos (PS), onde a Ecoambiente criou uma empresa para recolha de lixo e limpeza de ruas, ao ganhar um concurso internacional de valor superior a 20 milhões de euros, em 10 anos.
Outro grande cliente da Ecoambiente é a Câmara de Albufeira (PSD), cuja prestação de serviços vale 27,8 milhões de euros entre 2005 e 2013 (era em sociedade com a Irmãos Cavaco). Também são clientes da Ecoambiente as câmaras do Seixal e Almada (CDU), as de Olhão, Loures, Marinha Grande, Azambuja e Montijo (PS), e da Maia, Valongo e Mafra (PSD).
Por outro lado, aponta a revista que, no concelho de Sintra, onde Ângelo Correia é o presidente da Assembleia Municipal e Fernando Seara preside à Câmara (PSD), a Ecoambiente mantém um contrato com uma empresa municipal para o aluguer de viaturas para recolha de lixos e limpeza de ruas que ultrapassa os 2,5 milhões de euros por ano. Isto apesar da revista recordar que o estatuto dos eleitos locais dizer que os autarcas não podem celebrar contratos com as câmaras por onde foram eleitos.
Ligações ao Estado
Ângelo Correia explica à Sábado que o contrato é anterior à sua ida para a Assembleia Municipal e afirma que se demitiu, nesse momento, de presidente da Ecoambiente.
Outra empresa que pertence à Fomentinvest Ambiente é a ISBS, uma consultora adquirida em 2008 à Société Générale de Surveillance (SGS), que dá aconselhamento em “projectos inovadores para submeter ao QREN [Quadro de Referência Estratégico Nacional – de fundos comunitários]”, segundo o relatótrio e contas do grupo. No portfólio de clientes publicado na página da empresa na Internet constam 18 entidades estatais, entre as quais câmaras, portos, institutos e empresas estatais, como CP e Metro de Lisboa, ou ligadas ao Estado como a EDP.
Mas há mais sociedades do grupo Fomentinvest que têm relações directas com ministérios. É o caso da Ecoprogresso, que faz consultoria e opera no mercado de compra e venda de licenças de emissões de carbono. Segundo o relatório e contas da Fomentinvest, a Ecoprogresso colabora com o Ministério do Ambiente (o mesmo que fiscaliza as empresas de resíduos do grupo) e com a Agência Portuguesa do Ambiente.
No caso das mini-hídricas da SDEL (subsidiária da Fomentinvest Energia SGPS) em Cabeda, Parada de Pinhão; Armamar, Tabuaço e Fafe, o arranque dos projectos está pendente de decisões de entidades da administração pública e das autarquias. A Fomentinvest também ganhou concursos do Ministério da Economia para a construção e exploração de centrais de biomassa em Portalegre, na Covilhã e na Sertã (embora tenha participado em mais), mas os projectos estão parados.
Reorganização perdida
Um dos concursos mais importantes em que a Fomentinvest esteve envolvida foi a reorganização da Galp, cujo modelo caiu quando o Govemo socialista de José Sócrates tomou posse. O grupo gerido por Ângelo Correia concorria em consórcio com os norte-americanos do grupo Carlyle para entrar na petrolífera.
Numa entrevista à Sábado, em 2008, como candidato à liderança do PSD, Passos Coelho não reconhecia a existência de um conflito de interesses entre os seus cargos como administrador e apresidência do maior partido da oposição. “Não tenciono deixar a minha vida profissional para me dedicar a 100% à política, a não ser que haja uma incompatibilidade prática evidente: se vier a ser primeiro-ministro. (...) Mas se puder trabalhar enquanto for presidente do PSD, procurarei conciliar as questões.” E acrescentou: “Quando as pessoas estão na política, não podem estar desligadas da sociedade. Caso contrário, só os reformados, desempregados ou funcionários públicos poderiam estar na política (...). Se me aperceber de que não é possível [conciliar], farei a a opção que se impõe.
Em 23 de Janeiro deste ano, numa entrevista ao Expresso, a sua posição evoluiu: "Há dois anos fui mal interpretado e agora não quero deixar dúvidas: se for eleito presidente do PSD, profissionalmente não vou deixar de ter as responsabilidades que tenho; mas não poderei exercer funções executivas na empresa e não poderei ficar na administração, é evidente.”
Esta semana, em declarações à Sábado, Passos Coelho esclarece melhor as suas palavras: “Faço parte da empresa; não faz sentido agora despedir-me. Mas suspenderei as minhas funções na Fomentinvest, o mais natural é que me demita da administração, mas não vou rescindir o contrato.”
Horário Roque é membro do conselho estratégico da Fomentinvest e um dos principais accionistas. O banqueiro tem uma posição cautelosa: “Penso que pode ser um pouco desconfortável para ele. A empresa vive bem com isso, mas nunca é muito bom misturar política com negócios. Não consideramos aconselhável.”
Em Janeiro deste ano, com Ângelo Correia ao lado, José Sócrates e o ministro da Economia, Vieira da Silva, participaram na inauguração. O primeiro-ministro disse que era “necessária uma concertação entre o Estado e o sector empresarial” para Portugal depender menos do petróleo e elogiou a Fomentinvest: “Isto é que é um trabalho bem feito!”
Ângelo Correia também participou em comitivas empresariais que acompanharam o primeiro-ministro ao estrangeiro.
JORNAL DA MADEIRA (s/ o artigo da revista SÁBADO)

A VERGONHA: PARA ESTES NÃO MORA EM LADO NENHUM...!!!

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Prémio «Não ter vergonha não é mau, mau é saber-se disso»

Na semana passada, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, mostrou-se visivelmente alterado nas suas críticas a Filipe Botton, por este ter revelado que a REN (onde o Estado, ou melhor, os socialistas são maioritários) se preparava para pagar 160 mil euros de bónus a José Penedos, administrador demitido, arguido do processo Face Oculta, pela sua actuação no passado ano. O referido bónus - de que não teríamos sabido sem as críticas de Botton - parece que, afinal, não avança. Quanto à irritação de Teixeira dos Santos, resta-nos imaginar de onde virá. Talvez o incomodasse o que pensariam os agregados com 500 euros mensais que passam a pagar ainda mais impostos.

Três eleitos.

DE REGRESSO DO ALGARVE: NUNCA UMA DESGRAÇA CHEGA SÓ!

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Um triste, adepto do Porto, depois do seu clube perder no algarve, para afagar as tristezas meteu-se nos copos... Bem nunca uma derrota chega só... Outra o espera ao chegar a casa. A risadas dos gajos que se ouvem são adeptos do Benfica. Filhos da mãe... A rirem-se da desgraças do pobri-homem.

video

Paparazzis parlamentares

paparazzi


José Lello mostrou-se irritado com a possibilidade de os jornalistas na AR poderem fotografar aquilo que os deputados fazem com os computadores que têm na bancada, afirmando ser uma intromissão na sua privacidade. Não sei que sites andará ela a visitar nem me interessa, mas ele está num sitio publico, a utilizar um computador publico e, supostamente a representar os cidadãos. Quer privacidade, que vá para casa que não lhe íamos sentir a falta.

NA ROTA DA SAGRES

AS SUAS NOTÍCIAS DE HOJE 22.03.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Holanda: Jóias valiosas roubadas
Açores: Aviso de chuva forte
Aeronave cai e faz 2 mortos
Fernando Nobre: PEC afecta milhões
Jerónimo de Sousa: Governo “é cínico”

Capa do Público Público

"Hat-trick" de Messi no triunfo do Barcelona
Aprovada reforma da Saúde nos Estados Unidos
FC Porto com quatro pontos de vantagem para a segunda fase
Jorge Jesus: "O Benfica venceu com todo o mérito"
Esquerda vence regionais e força Sarkozy a remodelar Governo

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Castanheira Barros diz faltar autoridade a primeiro-ministro
De Camarate a Belmiro de Azevedo às oito da manhã
Críticas de Alegre reabrem tensão com José Sócrates
Corruptos arrependidos perdoados
CDS acusa ministro: "Pinóquio social"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

RTP2 estreia "Emma", uma produção da BBC
Frango de Nuno foi pitéu para a águia
Benfica: "Vitória justa contra rival de valor, um digno vencido"
F. C. Porto: "Momentos dos golos foram decisivos"
M. United vence Liverpool

Capa do i i

Militares da GNR livres de acusação por atropelarem assaltante na A1
João Palma: "PGR não se tem libertado da teia política"
Pelicano Branco apreende cinco milhões em jóias falsas
Buscas da PJ na sua própria casa. Conspiração nasce nos corredores
Quem canta seus males espanta

Capa do Diário Económico Diário Económico

Um país doente
“Portugal tem de olhar para as suas fragilidades”
PSD recusa apoiar resolução do PEC com propaganda
PT já tem plano para comprar controlo da Vivo
Portugueses tomam dois remédios por dia

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Europa ou EUA? Quem vai dar mais a ganhar?
Electricidade já vale 200 milhões nas receitas da indústria papeleira
"Empresas como a EDP deviam dar o exemplo"
Segurança Social acelera cobrança de dívidas a "recibos verde"
Investimento directo do exterior em Portugal cai 35%

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O GENRAL PREM TINSUNALONDA NÃO MERECIA ISTO...

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Cheguei à Tailândia e fiquei preso ao Reino a partir de 1978. Por aqui tenho andado, feliz da vida, até hoje.
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De facto nunca me enfronhei, em demasia, na política do Reino, mas fui tendo conhecimento, pelos jornais diários os factos do dia a dia.
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O destino levou-me (sem contar) a servir a diplomacia portuguesa na Tailândia. Não me arrastei (ou o pó me sujou) aos pés do poder para entrar na Embaixada de Portugal.
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Fiz tudo dentro dela: motorista (para levar portugueses visitar o “Ban Portuguete”), pintor de paredes; assentador de blocos de cimento; mecânico; operador de telexe; dactilógrafo; representante do comércio de Portugal, para o Sudeste Asiático e até motorista do embaixador, quando foi necessário.
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Porém nunca me dei pelo nome de “Narciso” e fui seguindo, modestamente, durante 24 anos que por lá andei, aos caídos e poucas vezes bem.
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Não estou por aqui cheio de penas, porque pena já não dá, para estar “fulo”, a um homem de 75 anos e 3 meses de minha idade.
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Adiante. Durante a minha permanência na Embaixada de Portugal em Portugal (embora, por aí, a pretendam apagar), muitas coisas boas por ali se hajam passado e entre elas, amiudadamente era a presença dos Generais Prem Tinsunalonda e Savestila e o ex.ministros dos Estrangeiros, Dr. Tanaka Koman, sempre ao lado de Portugal, nas Nações Unidas, em épocas, politicamente, no exterior, conturbadas.
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Outras figuras proeminentes, da época, tailandesa passararm pela Representação de Portugal em Banguecoque.
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O General Prem Tinsunalonda, foi uma figura que me cativou, não só como harmonizador da sociedade tailandesa como a sua tolerância.
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Uma altura o General Prem, de quando primeiro-ministro, visitou uma universidade em Banguecoque, um estudante com deficiência mental, dirigiu-se ao General Prem e deu-lhe uma bofetada na cara.
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O agressor foi preso pela polícia e nada lhe viria acontecer porque o General Prem perdoou-lhe.
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Tive a felicidade de quando Sua Majestade a Rainha Sirikit, visitou a Embaixada de Portugal, em Maio de 1994, de fotografar o General Prem, a entoar uma canção a S.Majestade a Rainha.
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Hoje General Prem, com 90 anos, não merecia tantos ataques, pelos líderes dos camisas vermelhas.
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Ele dedicou sua vida ao serviço do Reino da Tailândia.
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O General Prem não mereccia isto.
José Martins