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sábado, 17 de abril de 2010

O "CÃO-CÃO" DE CINCO DOS MAIS PORREIROS DA NOSSA PRAÇA

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video

CIÊNCIA: CAOS AÉREO EUROPEU

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Como um avião pode ser polido com pedra-pomes a 900 kmh
As cinzas cobrem os sensores que fornecem informações ao sistemas de navegação
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LARA OTERO - Madrid - 18/04/2010 -El País
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"Quando o avião passa através de uma núvem de pedra-pomes.
Um piloto, descreve, especialista em segurança que no sentido de um encontro de aeronaves com uma nuvem de cinzas vulcânicas.
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A taxa em que voa o avião (cerca de 900 quilômetros por hora cruzeiro) por vezes, pequenas partículas de “feldspato, quartzo e outros minerais faz polimento intenso nas superfícies das aeronaves.
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As cinzas cobrem os sensores que fornecem informações ao sistemas de aeronaves. Além disso o dióxido de enxofre, absorvido pelo vapor de água da nuvem, torna-se ácido sulfúrico, que corrói as superfícies e cria micro fissuras.
O mais perigoso é o dano causado aos motores. Por um lado, a erosão das lâminas de compressor reduz a eficiência e, por outro as cinzas derretem-se no calor da câmara de combustão, formando uma substância como o vidro, fundidos e sólidos.
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Isto bloqueia o fluxo de ar, o início da combustão do motor e enseada.
Esse risco pode ser evitado apenas com um controlo rigoroso de vulcões activos para alertar o mais rapidamente possível as autoridades de navegação para proibir sobrevoar as áreas atingidas. Os pilotos não podem dar conta que estão a entrar numa nuvem de cinzas que nem sempre é vista a olho nu (e menos à noite) e também a bordo de radares que não detectam partículas tão pequenas.
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Os sinais mais comuns que o avião está em uma pluma vulcânica é a fumaça e poeira na cabine, o cheiro de enxofre, luzes brilhantes nas bordas dos motores ou o aparecimento de sinais nos instrumentos “St. Elmo's Fire” (um brilho de origem eléctrica) contra o vidro
Tradução livre - José Martins

Uma quinta-feira de cinzas na Europa

viagem cavaco republica checa

"Esta conferência de imprensa não é sobre o Tratado de Lisboa." Vaclav Klaus, Presidente da República Checa, não escondeu a sua incomodidade quando ontem, em Praga, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo português, Cavaco Silva, uma jornalista portuguesa lhe perguntou pelo Tratado de Lisboa (que assinou contrariado).

A incomodidade, porém, não o levou a fugir à pergunta. "A minha opinião não mudou." "Pelo contrário", acrescentou. "É um problema aplicar tudo o que foi aprovado." E portanto "o défice democrático não diminuiu na Europa. Pelo contrário". Ao lado, o Presidente português nem pestanejava. Cavaco Silva e Vaclav Klaus conhecem-se há muitos anos, têm muito em comum nos respectivos percursos políticos (ambos economistas, ambos ex- -ministros das Finanças e ambos ex-primeiros-ministros). O Presidente português sabe que o seu homólogo está longe de ser um euroentusiasta: acha o reforço da união política uma miragem. A República Checa não está no euro nem quer estar.

Mas não foi esse o único momento em que Klaus mostrou não ter papas na língua. Questionado sobre os défices excessivos que alguns países da UE exibem - Portugal sendo um deles -, disse o que porventura Cavaco pensa mas não diz.

"Para mim é inimaginável que os países possam admitir um tal défice como aconteceu nos últimos tempos", afirmou o Chefe do Estado checo. "Como ministro das Finanças e como primeiro-ministro, eu nunca admitiria tal défice", acrescentou. Para Klaus, ao "crime" terá de corresponder um "castigo": "Aqueles que aceitaram isso agora terão de suportar as consequências do seu acto."

Cavaco foi, face à mesma pergunta, bastante mais "amável" (expressão do seu homólogo). Manifestou mesmo algum optimismo: "Neste momento surgiram já alguns sinais positivos de recuperação económica na União Europeia, embora essa recuperação seja ainda um pouco tímida." Segundo acrescentou, a sanidade orçamental portuguesa vai depender do "comportamento das economias para as quais exportamos bens e serviços e das quais recebemos os turistas que nos visitam", embora haja que estar alerta face aos riscos de "contágio" provenientes da crise grega. A visita do PR termina hoje.

em "DN Globo"

P.S. - Porra,porra, uma chatice para os Senhor Silva de Belém apanhar umas machadadas do "caraças" em Praga. Maldita praga, entre outras, antes, lhe cairam em cima da cabeça. Daqui um conselho ao Senhor Silva de Belém: "não vá mais a Praga, já lhe chegam e sobram as pragas que o têm feito, cada vez mais, enfermo, em Portugal. José Martins

DESTRUÍDAS AS ESCUTAS

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Destrói-se a história como se a história fosse coisa deles. Que se ordenasse guardar (a bom recato) os 80 CD e nunca a sua destruição, por que, no conteúdo dos mesmo, há conversas entre duas figuras públicas e estas são factos históricos que os vindouros deveriam ter conhecimento. Tudo se destrói neste país quando há interesses, ocultos, a preservar.
José Martins

Correio da Manhã
"Os cerca de 80 CD que continham os registos áudio das conversas que envolvem o primeiro-ministro foram destruídos", anunciou ontem ao final da manhã o juiz--presidente do Tribunal de Aveiro. Paulo Brandão revelou que a operação começou pouco antes das 09h00 e terminou por volta das 11h00, tendo sido presenciada pelo juiz do processo, António da Costa Gomes.
À hora do anúncio, Paulo Brandão disse que faltava apenas destruir poucos elementos processuais referentes a certidões que estavam em Lisboa e que terão chegado mais tarde a Aveiro.
Sobre o pedido de avaliação feito quinta-feira pelo juiz de instrução de Aveiro ao presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Paulo Brandão esclareceu que se tratava apenas dos requerimentos da defesa de outros arguidos que contestam a destruição das escutas. Terá sido este o motivo que gerou um impasse e um manto de silêncio sobre a confirmação da data prevista (ontem) para a operação de trituração de discos e documentos”.

POLÌTICA DA TAILÂNDIA - ARTIGO DE OPINIÃO

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Senhoras e senhores, façam suas apostas
• Publicado em: 18/04/2010 às 12:00
• seção do jornal: Notícia - http://www.bangkokpost.com/
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Actual clima político na Tailândia não é uma coisa fácil de compreender. Você pode ficar actualizado com as notícias, você pode conversar com várias fontes, e você pode construir cenários diferentes - mas a verdade da questão é a decisão e direcção deste país vai ser feita nos bastidores, atrás das cortinas, por trás das cenas .
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É a chamada telefônica, a intermediária, os fabricantes de lidar movimentado-se entre campo Thaksin Shinawatra, campo de Abhisit Vejjajiva, o acampamento, o exército, o acampamento, o estabelecimento das elites e qualquer outro campo que pode estar envolvido.
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Quando os compromissos são feitos, as ofertas são marteladas e benefícios mútuos são tranquilos, depois da Tailândia voltará a estabilidade - se apenas - momentaneamente, enquanto o perdedor recua para lamber suas feridas e se prepara para lutar outro dia.
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A notícia mais recente é que o vice-primeiro-ministro Suthep Thuagsuban foi substituído pelo chefe do Exército, general Anupong Paojinda como chefe do Centro para a Resolução de Situações de Emergência (pelo menos as suas operações militares), após a tentativa fracassada de sexta-feira para prender líderes de camisa vermelha em um hotel da cidade.
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Isso é visto como uma medida para forçar o chefe do exército de procrastinar, que se irá aposentar dentro de alguns meses, para tomar medidas. Mas haverá acção? Isso não é palpite de ninguém.
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Mas, se os actos passados são qualquer indicação, se é o fiasco da repressão na noite de 10 de Maio ou o fracasso na tentativa de prender os líderes UDD, na manhã de 16 de maio, então talvez a acção não é a melhor acção.
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Afinal, se as falhas nos disser alguma coisa, é que - dado todas as facções no seio da polícia e do exército - as forças de segurança como um todo ainda não são certeza de que lado está. Sem mencionar o facto de que os coronéis e generais podem querer uma coisa, mas o que acontece com as bases?
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Jatuporn Prompan, em seguida, anunciou que os 24 líderes de núcleo da Frente Unida para a Democracia contra o regime ditatorial (UDD) se entrega às autoridades em 15 de maio.
Mas e daí?
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Era uma vez, a Aliança do Povo para a Democracia (PAD), com os líderes Chamlong Srimuang e Sondhi Limthongkul que seriam apagados. Se eu fosse um homem de apostas sobre os 24 líderes principais da UDD sofrerão o mesmo destino que os líderes do PAD e tudo fica em nada.
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Não há um padrão duplo em lei tailandesa. É só tudo sobre incompetência pura e simples. A razão pela qual a lei é incompetente a ponto de impotência é que os benefícios mútuos têm ainda de ser acordadas, isso é tudo. As facções rivais ainda estão disputando nos bastidores, os telefones ainda estão zumbindo - enquanto todas as facções nos alimenta com notícias no vazio para manter o público entretido.
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Embora no final do dia, quem representa o vencedor, o status quo permanecer. As palavras de zumbido do mês'',''luta de classes, ainda estará vazia, e os duplos padrões''''permanecerá.
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No sábado passado, eu tive uma conversa, interessante, com uma motorista de táxi, desde a zona do Lat Phrao ao centro da cidade.
-Eu: Irmã, de onde você é?
-Ela: Isan.
-Eu: Irmã, o que você acha sobre os negócios da supostas luta de classes?
-Ela: Luta para quê? Nada disso não vai acabar por mudar a vida dos pobres. O que as pessoas, comuns, sabem sobre a luta de classes? Nada.
-Eu: Bem, irmã, Thaksin deu a um milhão bates pelas aldeias pobres. Talvez ele seja um amigo dos pobres?
-Ela: E todos saíram para comprar telefones celulares, TVs e jogar o resto fora. Como isso aliviar o nível de vida dos pobres? Ele nem sequer deu o seu próprio dinheiro. Ele usou o dinheiro do povo para dar ao povo. E que o amava por isso. Tudo o que sei é que, Thaksin nos dá dinheiro, Abhisit não dá isso. É por isso que Abhisit foi tentar dar esmolas para muitas pessoas desde que se tornou primeiro-ministro.
-Eu: Se houver uma eleição geral, irmã, você acha que o partido Puea tailandês vai ganhar? Quem serão as pessoas do Isan que votam?
-Ela: Eu não sei quem vai ganhar, mas o povo vai votar em quem o nai (Chefe ou mestre nas províncias) lhes indicar.
-Eu: Mas, espere um segundo a irmã, se esta é uma luta de classes, por que o povo vota cegamente com os comandos nai? Eles não deveriam estar lutando contra a nai? Eles não deveriam protestar contra a nai em suas províncias?
-Ela: Você acha que as pessoas querem ser mortas? Além disso, é o nai que os trouxe a Banguecoque para protestar.
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Isso é muito bonito o status quo da Tailândia feudal. O amataya (A nobreza, ou o estabelecimento de idade) obter todas as manchetes, mas é o nai, o fundamental para manter o status quo feudal.
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Então, se é o amataya ou nai que acabam por dominar como senhor deste Reino, a dualidade de critérios, neste país permanecerá. Não com duplos padrões da lei, você mente. A lei é apenas palavras no papel, mas é a interpretação e a execução da lei, que é reflexo da atitude da sociedade, a atitude que tem moldado Tailândia moderna.
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Esta sempre foi uma nação dividida. Está na varanda do seu condomínio do arranha-céus e olhar para o bairro pobre abaixo. Olha pela janela a cor de seu carro de luxo europeu e ver a pobreza nas ruas. Além do mais, os Banguecoquianos, privilegiados, a maioria do resto da Tailândia até fala em um dialeto que dificilmente se pode compreender - é uma nação dividida.
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Eles parecem diferentes. Eles agem diferente. Eles falam diferente.
Naturalmente, há sempre os ricos e os pobres em qualquer sociedade, especialmente um que segue o modelo da democracia capitalista, contudo, bem ou mal no entanto.
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Mas é a cultura de bajulação, o nai e o prai (camponês) e a distribuição de renda bruta desproporcional quer fazer o dobro''normas''da Tailândia inaceitáveis, pelo menos para alguém como eu que está em busca do ideal ilusório de 'igualdade´.
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Volto para a conversa com a taxista.
-Eu: Irmã, o que você acha que vai mudar a vida dos pobres para o melhor?
-Ela: Educação. Todo mundo sabe disso. Converse com todos e eles dizem que é a educação. Mesmo as pessoas sabendo que não muda.
-Eu irmã: Bem, o Thaksin não deu escolas rurais computadores gratuitamente?
-Ela: Muitas das escolas nem sequer têm eletricidade, e ele deu-nos computadores? As crianças nem sequer têm livros próprios, roupas. Mas Abhisit nos deu educação gratuita.
-Eu: Mas a irmã, livre ou não, é a mesma educação que temos recebido desde sempre. Como isso muda alguma coisa?
-Ela: Eu não sei. E você? Alguém?
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Não existe solução perfeita no mundo real. Talvez nós devemos chegar a um acordo com o passado e concentrar-nos, no bom, no mau e no mais, no futuro, com esta pergunta: Thaksin Shinawatra entre as novas elites - e Abhisit Vejjajiva com as velhas elites - num acampamento que acreditamos possa conduzir melhor a Tailândia para a futuro, lutando e desastradamente ao longo do caminho como nós certamente será?
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Acampamento que é a nossa melhor aposta?
Ou talvez um primeiro ministro de terceiros será nomeado?
Afinal, os telefones ainda estão zumbindo no bastidores.
Mas no final do dia, a questão mais interessante é: Como podemos tomar a decisão e direcção deste país fora da bastidores e em aberto no processo democrático?
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Isso não pode ser respondida a não ser que o primeiro-ministro aprenda como fazer a ponte entre as duas Tailândia.
Email: voranaiv@bangkokpost.co.th
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Tradução livre por José Martins

MUDA-SE A TRAMPA MAS O CHEIRO É MESMO

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DEBOCHE




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Pensava que o novo líder do PSD, Pedro Passos Coelho, tinha escolhido uma nova equipa que pretendesse ser diferente e exemplar, segundo a teoria que defendeu no congresso da coroação. Mas afinal, a sua entourage mais parece uma equipa de futebol de salão do Casal Ventoso.
Quem diria que um dos principais conselheiros de Coelho, Nogueira Leite, saisse da cartola e dissesse isto: "Passos está apostado em acabar com o Portugal dos últimos 30 anos, gerido pelos tios, as tias, onde as pessoas têm um discurso de rigor e uma prática de deboche"...

COM A CARIDADE TAMBÉM SE FAZEM UNS DINHEIRINHOS

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NÃO SEI DE DESMENTIDOS
A ANACOM diz que vem nas páginas da Administração Pública mas não encontro.
Assim que circule como veio
Recebi tal como vos envio. Não são necessários comentários.
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O Governo do Estado português ao melhor nível! Vergonhoso!!!!
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada.
A promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA.
São 0,72 € no total. O que de má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €.
Assim oferecemos 0,50 € a quem carece, mas cobram-nos 0,72 € , mais 0,22 € ou seja 30 %. Quem fica com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 € (17 %) isto é a diferença dos 60 para os 50.
2º - o Estado 0,12 € (20 %) referente ao IVA sobre 0,60.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixeza moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou com expressa satisfação que o montante doado já atingiu os 2.000.000 de euros. Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44 % ou seja mais 880.000 euros divididos entre a PT (400.000 € para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000 € para ajuda ao reequilíbrio das contas públicas e a todos os trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de 20 % num acto de solidariedade.
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade.
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA!!!!
ISTO É UM ASQUEROSO ESBULHO!!!
Em Portugal, miseravelmente, ser solidário é ser sinónimo de parvo e estúpido!

O "PORREIRINHO" QUE NOS CAIU DO CÉU

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Ontem como hoje está actual !
Está muito bem escrito e... contundente!
Jornalista lúcida neste país apático e moribundo...
Para avivar a memória!...Daqui a uns meses quando houver eleições...
Público, quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Nunca se deve dar poder a um tipo porreiro
O porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país
No in
ício, ninguém dá nada por eles. Mas, pouco a pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são porreiros.
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Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras. Note-se que, na política, os tipos porreiros muitofrequentemente não têm qualquer opinião sobre as matérias em causa mas porreiramente percebem o que está a dar e por aí vão com vista à consolidação da sua imagem como os mais porreiros entre os porreiros.
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Ser considerado porreiro é uma espécie de plebiscito de popularidade. Por isso não há coisa mais perigosa que um tipo porreiro com poder. E Portugal tem o azar de ter neste momento como primeiro-ministro um tipo porreiro. Ou seja, alguém que não vê diferença institucionalentre si mesmo e o cargo que ocupa.
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Alguém que não percebe que a defesa da sua honra não pode ser feita à custa do desprestígio das instituições do Estado e do próprio partido que lidera. O PS é neste momento um partido cujas melhores cabeças tentam explicar ao povo português por palavras politicamente correctas e polidas o que Avelino Ferreira Torres assume com boçalidade: quem não é condenado está inocente e quem acusa conspira.
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Nesta forma de estar não há diferença entre responsabilidade política e responsabilidade criminal. Logo, se os processos forem arquivados, o assunto é dado por encerrado. Isto é o porreirismo em todo o seu esplendor.

Acontece, porém, que o porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país. Fomos porreiros e fizemos de conta que a sua licenciatura era tipo porreira, exames por fax, notas ao domingo. Enfim tudo "profes" porreiros.
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A seguir, fomos ainda mais porreiros e rimos por existir gente com tão mau gosto para querer umas casas daquelas como se o que estivesse em causa fosse o padrão dos azulejos e não o funcionamento daquele esquema de licenciamento. E depois fomos porreiríssimos quando pensámos que só um gajo nada porreiro é que estranha as movimentações profissionais de todos aqueles gajos porreiros que trataram do licenciamento do aterro sanitário da Cova da Beira e do Freeport.
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E como ficámos com cara de genuínos porreiros quando percebemos que o procurador Lopes da Mota representava Portugal no Eurojust, uma agência europeia de cooperação judicial? É preciso um procurador ter uma sorte porreira para acabar em tal instância após ter sido investigado pela PGR por ter fornecido informações a Fátima Felgueiras.
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Pouco a pouco, o porreirismo tornou-se a nossa ideologia. Só quem não é porreiro é que não vê que os tempos agora são assim: o primeiro-ministro faz pantomina a vender computadores numa cimeira ibero-americana? Porreiro. Teve graça não teve? Vendeu ou não vendeu?
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Mais graça do que isso e mais porreiro ainda foi o processo de escolha da empresa que faz o computador Magalhães. É tão porreiro que ninguém o percebeu mas a vantagem do porreirismo é que é um estado de espírito: és cá dos nossos, logo, és porreiro.
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E foi assim que, de porreirismo em porreirismo, caímos neste atoleiro cheio de gajos porreiros. O primeiro-ministro faz comunicações ao país para dizer que é vítima de uma campanha negra não se percebe se organizada pelo ministério público, pela polícia inglesa e pela comunicação social cujos directores e patrões não são porreiros.
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Os investigadores do ministério público dizem-se pressionados. O procurador-geral da República, as procuradoras Cândida Almeida e Maria José Morgado falam com displicência como se só por falta de discernimento alguém pudesse pensar que a investigação não está no melhor dos mundos...
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Toda esta gente é paga com o nosso dinheiro. Não lhes pedimos que façam muito. Nem sequer lhes pedimos que façam bem. Mas acho que temos o direito de lhes exigir que se portem com o mínimo de dignidade. Um titular de cargos políticos ou públicos pode ter cometido actos menos transparentes.
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Pode ser incompetente. Pode até ser ignorante e parcial. De tudo isto já tivemos. Aquilo para que não estávamos preparados era para esta espécie de falta de escala. Como se esta gente não conseguisse perceber que o país é muito mais importante que o seu egozinho. Infelizmente para nós, os gajos porreiros nunca despegam.

O "PORREIRISMO" DO NOSSO JARDIM

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Ontem como hoje está actual !
Está muito bem escrito e... contundente!
Jornalista lúcida neste país apático e moribundo...


Para avivar a memória!...Daqui a uns meses quando houver eleições...

Público, quinta-feira, 2 de Abril de 2009
Nunca se deve dar poder a um tipo porreiro
O porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país

No início, ninguém dá nada por eles. Mas, pouco a pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são porreiros. Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras. Note-se que, na política, os tipos porreiros muitofrequentemente não têm qualquer opinião sobre as matérias em causa mas porreiramente percebem o que está a dar e por aí vão com vista à consolidação da sua imagem como os mais porreiros entre os porreiros. Ser considerado porreiro é uma espécie de plebiscito de popularidade. Por isso não há coisa mais perigosa que um tipo porreiro com poder. E Portugal tem o azar de ter neste momento como primeiro-ministro um tipo porreiro. Ou seja, alguém que não vê diferença institucionalentre si mesmo e o cargo que ocupa. Alguém que não percebe que a defesa da sua honra não pode ser feita à custa do desprestígio das instituições do Estado e do próprio partido que lidera. O PS é neste momento um partido cujas melhores cabeças tentam explicar ao povo português por palavras politicamente correctas e polidas o que Avelino Ferreira Torres assume com boçalidade: quem não é condenado está inocente e quem acusa conspira. Nesta forma de estar não há diferença entre responsabilidade política e responsabilidade criminal. Logo, se os processos forem arquivados, o assunto é dado por encerrado. Isto é o porreirismo em todo o seu esplendor.

Acontece, porém, que o porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao país. Fomos porreiros e fizemos de conta que a sua licenciatura era tipo porreira, exames por fax, notas ao domingo. Enfim tudo "profes" porreiros. A seguir, fomos ainda mais porreiros e rimos por existir gente com tão mau gosto para querer umas casas daquelas como se o que estivesse em causa fosse o padrão dos azulejos e não o funcionamento daquele esquema de licenciamento. E depois fomos porreiríssimos quando pensámos que só um gajo nada porreiro é que estranha as movimentações profissionais de todos aqueles gajos porreiros que trataram do licenciamento do aterro sanitário da Cova da Beira e do Freeport. E como ficámos com cara de genuínos porreiros quando percebemos que o procurador Lopes da Mota representava Portugal no Eurojust, uma agência europeia de cooperação judicial? É preciso um procurador ter uma sorte porreira para acabar em tal instância após ter sido investigado pela PGR por ter fornecido informações a Fátima Felgueiras.
Pouco a pouco, o porreirismo tornou-se a nossa ideologia. Só quem não é porreiro é que não vê que os tempos agora são assim: o primeiro-ministro faz pantomina a vender computadores numa cimeira ibero-americana? Porreiro. Teve graça não teve? Vendeu ou não vendeu? Mais graça do que isso e mais porreiro ainda foi o processo de escolha da empresa que faz o computador Magalhães. É tão porreiro que ninguém o percebeu mas a vantagem do porreirismo é que é um estado de espírito: és cá dos nossos, logo, és porreiro.
E foi assim que, de porreirismo em porreirismo, caímos neste atoleiro cheio de gajos porreiros. O primeiro-ministro faz comunicações ao país para dizer que é vítima de uma campanha negra não se percebe se organizada pelo ministério público, pela polícia inglesa e pela comunicação social cujos directores e patrões não são porreiros. Os investigadores do ministério público dizem-se pressionados. O procurador-geral da República, as procuradoras Cândida Almeida e Maria José Morgado falam com displicência como se só por falta de discernimento alguém pudesse pensar que a investigação não está no melhor dos mundos...
Toda esta gente é paga com o nosso dinheiro. Não lhes pedimos que façam muito. Nem sequer lhes pedimos que façam bem. Mas acho que temos o direito de lhes exigir que se portem com o mínimo de dignidade. Um titular de cargos políticos ou públicos pode ter cometido actos menos transparentes. Pode ser incompetente. Pode até ser ignorante e parcial. De tudo isto já tivemos. Aquilo para que não estávamos preparados era para esta espécie de falta de escala. Como se esta gente não conseguisse perceber que o país é muito mais importante que o seu egozinho. Infelizmente para nós, os gajos porreiros nunca despegam.


A INÊS MEDEIROS E O LELO (VIDEIROLAS) IRRITADO

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Carta a Inês de Medeiros (de A. Borges de Carvalho)
SÁBADO, 20 DE MARÇO DE 2010
INÊS DE MEDEIROS II – Socialisme oblige
Excelentíssima Senhora Deputada Dona Inês de Medeiros,
Chère Madame
O IRRITADO teve, aqui há umas semanas, o topete de es
crever uma carta a Vossa Excelência sobre a importante matéria das viagens semanais de Vossa Excelência, em classe executiva, a Paris, luminosa quão merecida cidade de residência de Vossa Excelência.
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Permite-se agora o cullot de voltar à augusta presença de Vossa Excelência. Antes de mais, portanto (como diria o camarada Jerónimo), as mais humildes desculpas pelo atrevimento deste seu servo e amigo.
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Tem o IRRITADO seguido, com a admiração e a estima que, no fundo da alma, nutre por Vossa Excelência, as vicissitudes por que tem passadoa história do ingente problema que a aflige: quem paga as viagens de Vossa Excelência a Paris? Sim, Quem?
Parece que ninguém!
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Anda meio mundo preocupado com o assunto, sendo o mais aflito de todos Sua Excelência o Senhor Deputado José Lelo [i], mui Ilustre Presidente do Conselho de Administração da Assembleia da República, entidade a quem, sem sombra de dúvida, caberá mandar pagar as viagens de Vossa Excelência.
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Ora, como é sabido, o insigne cidadão tem várias dificuldades do tipo mental, coisa de que não terá culpa, uma vez que já nasceu assim. Daí que, por mais voltas que dê ao limitado bestunto com que foi brindado pela criação, não consegue encontrar o competente penduricalho orçamental onde caibam os 1.200 euros que custa cada viagem/semanal em executiva (luxo!) de Vossa Excelência.
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Em que triste miserabilismo vive a Pátria do Senhor Dom João V!
Se Vossa Excelência andar por cá uns 10 meses por ano, teremos umas 45 viagens, o que, contas feitas, se cifrará nuns meros 54.000 euros, ou seja, em moeda antiga, uns míseros 10.826.028.000 réis. Em 4 anos de mandato, a coisa não passará, como é evidente, de 43.304.112.000 réis, ou, em moeda republicana, 43.304 contos mais uns pós.
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Tem Vossa Excelência toda a razão quando, solene e superiormente, declara "não sei quem paga nem quanto custa". Era o que faltava, Vossa Excelência preocupar-se com problemas destes, coisa para lelos e quejandos, gente de somenos. Vossa Excelência não sabe, nem tem que saber, o valor em jogo. "Nada disso passa por mim", declarou. Mais. Vossa Excelência, como é de timbre entre os socialistas, não se preocupa com o assunto. "Escolhi uma (agência de viagens), e passei a marcar por essa: telefono e recebo os bilhetes". É assim mesmo!
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A altíssima dignidade de Vossa Excelência não permite, sequer, que erga o mimoso cul da poltrona para tratar de coisas menores. Como é óbvio, alguém traz o bilhete, alguém há-de pagar, Vossa Excelência não desce a problemas de lelos. Viaja, e acabou-se. Muito bem!
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Teve o IRRITADO a desfaçatez, na sua anterior missiva, de suscitar a curiosidade de Vossa Excelência para o facto de haver cidadãos – ainda que, como é lógico, gente de qualidade inferior à sua – que fazem Lisboa/Paris/Lisboa por uns 150 [ii] euros, no mesmo avião que VossaExcelência utiliza, mas lá para trás, com o cul não tão à larga e sem champanhe nem refeição quente.
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É certo que Vossa Excelência não tem que descer ao ponto de aceitar sugestões do IRRITADO. Não pode este, porém, deixar de, com todo orespeito, dizer que, se Vossa Excelência o fizesse, o Lelo gastaria 14,5 vezes menos do que vai acabar por gastar com as viagens de VossaExcelência.
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Tudo isto não passa, como é evidente, de fruto da mentalidade capitalista do IRRITADO, coisa incompatível com a majestática dignidade socialista de Vossa Excelência.
20.3.10
António Borges de Carvalho
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[i] Lelo – doido, vaidoso (Dicionário Universal da Língua Portuguesa, Texto Editora).
[ii] Algo me diz que Vossa Excelência, antes de subir ao altar doirado em que se encontra, viajava por 150 euros, como a plebe. Agora, já nem quer saber quanto custa, ou custava, a sandocha e o assento apertadinho. Pois faz Vossa Excelência muito bem! Socialisme oblige.

OLHA,OLHA O FIGURÃO!

MAIS UM ESCÂNDALO SÓCRATES


EXCLUSIVO


> O primeiro-ministro José Sócrates requisitou o avião "Falcon" do Estado português, a fim de voar no próximo fim-de-semana para a Ilha Terceira, nos Açores, para poder estar presente no encerramento do Congresso Regional do PS/Açores, apurou o PPTAO junto de uma fonte ligada à requisição da aeronave estatal. Esta viagem num avião oficial para fins meramente privados ao serviço de um partido político é ilegal e imoral. Um péssimo exemplo de como se esbanja o dinheiro do erário público, num momento em que o próprio primeiro-ministro apela aos sacrifício dos portugueses.

DE VOLTA AO "BAN PORTUGUET" - ALDEIA DOS PORTUGUESES EM AYUTHAYA

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Estou ligado há 26 anos ao "Ban Portuguet" (Aldeia dos Portugueses) em Ayuthaya. Conheci o Campo de S.Domingos (Paróquia dos Missionários Dominicanos), em 1984. Ainda ali era matagal cerrado e com umas casas de madeira, junto à margem do Rio Chao Prya. Depois iniciaram-se as escavações, pelo "Fine Arts Department da Tailândia" e misturei-me com os estudantes, em arqueologia da Universidade de Chulalongkorn. Conheço a larga parcela, doado por um Rei de Ayuthaya aos portugueses para ali se instalarem e formaram uma comunidade luso/tailandesa. Viveram no "Ban Portuguet" por cerca de 250 anos, até que a capital caiu em 1767, que viria a dar lugar a nova capital Banguecoque.


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Muito história já correu ao longo de 24 anos. E tudo fui relatando. Não me lembro das pessoas, portuguesas e até algumas estrangeiras, que lá transportei (não como motorista como já alguém me atirou com isso à cara) e contei-lhes a história de um passado e da presença, no "Ban Portuguet", dos portugueses. Ministros, pessoas ilustres ligadas à cultura, embaixadores, jornalistas e outros, curiosos, que me pediram para os levar ao "Ban Portuguet". Chamem-me motorista, analfabeto ou aquilo que lhes apetecerem, porque nódoa alguma me cai na minha farpela. O meu perfil de vida foi sempre de humildade e continuarei a ser isso. Não tenho rabos de palha nem estes me serviram de leme para me guiar pelo correr de minha vida já longa. Hoje acompanhado de minha mulher e filha Maria, fomos ao "Ban Portuguet". Desde Janeiro de 2008 raramente lá tenho ido. Talvez desencantado pelos homens que por cá passam a representar Portugal no Reino da Tailândia. Estou, agora, a pensar de outra forma. Eles vêm, ficam por cá uns tempos partem e nas "tintas" pelo que da história de Portugal existe na Tailândia.
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Minha mulher, sem eu ter conhecimento, tem seguido a tratar da compra de uma courela, vizinha da Paróquia de S.Domingos. Deu-me a novidade ontem e hoje para lá nos dirigirmos, ver o terreno e ajustar-se a compra. Ora o "Ban Portuguet" já se encontra urbanizado, inserido num concelho administrativo da cidade de Ayuthaya. A courela agradou-me, demarcada e preenche uma área de um rai e 4o metros quadrados. A entrada parte da estrada, alonga-se até à margem do rio Chao Prya. Mas tudo terá que partir da estaca zero. Gosto de desafios e levá-los à realidade.


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Enquanto esperavamos pelo proprietário, da courela, dei uma volta pela Paróquia de S.Domingos. Tudo muito mau. Não vou atribuir a culpa às autoridades do "Fine Arts Department" de Ayuthaya, mas, esta, vai para quem representa Portugal na Tailândia, pelo desinteresse que tem havido em manter, com dignidade, um espaço carregado de história de Portugal na Tailândia. Os portugueses são assim desprezam os pedaços de história do passado, por negligência e esquecidos. Em ruínas há muitos abandonados pela Ásia e Oriente. Que não me considerem um português que digo mal de Portugal, por dar pouco abono a quem o representa, não é de forma alguma dizer mal da Pátria onde nasci e parti para o Mundo honrando-o sempre.
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As fotografias legendadas, tiradas hoje, que aqui seguem inserida, bem razão me dá para o reparo e a negligência que tem havido de quem representa Portugal na Tailândia. Bem, o "Ban Portuguet", conforme hoje se encontra, foi graças a subsídios da "Fundação Calouste Gulbenkian" e a preciosa ajuda, técnica e, até, financeira do "Fine Artes Department" da Tailândia. Mas, depois, devia a Embaixada de Portugal em Banguecoque, através dos seus representantes, acreditados no Reino da Tailândia, que nunca se hajam interessados para que disponibilizassem uma verba, para que ali permanecesse um "homem" a olhar e a conservar o espaço da Paróquia de S.Domingos. Portugal só ganhava com isso e sua identidade elogiada pelos visitantes estrangeiros (hoje vi lá um casal). Não há razão de desculpas porque a Embaixada de Portugal tem verba, extra, suficiente para pagar ao um trabalhador, local permanente, que pouco mais iria além de 80 mil bates, anualmente (cerca de 1700 euros). O espaço arrelvado, que para o manter verde, mesmo na época do calor, há muita água para extrair do Rio Chao Prya. Portugal só ganharia com isso!


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Poderei aqui dar um exemplo o Campo Japonês "Yammada" do lado oposto ao "Ban Portuguet" encontra-se uma "maravilha" e bem cuidado. E ainda mais, como visitante assíduo de Kanchanaburi, os dois cemitérios de guerra que lá existem a presevar a memória dos soldados aliados que ali morreram, são diariamente tratados e suportada a despesa pela Embaixada do Reino Unido em Banguecoque. Não se pode atribuir o cuidado ao "Fine Arts da Tailândia" em Ayuthaya, porque tanto têm para tratar na cidade histórica. O tratamento pertence a Portugal e neste caso à Embaixada de Portugal e a diligência do Embaixador. Também não é das contas do rosário da Igreja do Vaticano (segundo fui informado, lampeiramente, já têm o título do terreno da Paróquia de S.Domingos que teria sido adquirido depois da obra concluída), apesar de todos os anos celebrarem uma missa campal. A Igreja do Vaticano, trata e bem da Paróquia de S.José a uns 3 ou 4 quilómetros ao norte do "Ban Portuguet", porque nela existem escolas e outras actividades paroquiais, inclusivamente um cemitério para enterrarem os mortos católicos. Aqui fica o reparo e esperamos, no futuro, a Embaixada de Portugal em Banguecoque e seus Embaixadores não deixem cair em ruínas o que foi feito na Paróquia de S.Domingos. Ali também é Portugal.
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Espero, acabar os meus dias (que seja tarde) junto à Paróquia de S.Domingos e desde que ali me instale, estou por certo, que a imagem da Paróquia de S.Domingos, mudará e voltar um lugar de prazer para quem o visita. Será o meu orgulho de ser português. O resto, dos que passaram, por Banguecoque, foi fogo de artíficio, que seguiu para o ar na noite, iluminou-a e a seguir tudo voltou à escuridão.
José Martins
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P.S.Comentários a esta peça, o favor de usar o e.mail: josegomes.martins@gmail.com

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