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terça-feira, 11 de maio de 2010

PORTUGAL: O LAMAÇAL

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Locomotivas eram iguais às que ainda hoje circulam na Suíça
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CP demoliu carruagens na sucata de Manuel Godinho que estavam em bom estado
11.05.2010 - 08:02 - Por Carlos Cipriano - Público
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A CP mandou destruir em 2001 trinta carruagens de passageiros - muitas das quais em bom estado -, tendo a empresa de sucatas de Manuel Godinho (arguido no processo Face Oculta) procedido à sua demolição na Estação do Bombarral, onde foi montado um estaleiro provisório para esse efeito.
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A maioria das carruagens era da marca Schindler e tinham sido importadas da Suíça nos anos cinquenta. Circularam em praticamente todo o país e fizeram as suas últimas viagens no Douro e no Minho, antes de a administração da CP, que na altura era presidida por Crisóstomo Teixeira, as ter enviado para demolição.

PORTUGAL UM PAÍS FESTIVO

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O Povo Português adora festas! O Fado, a Nossa Senhora de Fátima e o futebol.
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A festa da Primavera principiou com o delírio do Benfica ganhar a Taça da Liga (o Papa Bento XVI, até gramou, ontem, no Terreiro do Paço a oferta de uma camisola oferecida pelo Nuno Gomes...!!!, há três dias.
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Ontem terça-feira (dizem) 200 mil portugueses, estrangeiros e espanhóis encheram a baixa de Lisboa e o Terreiro do Paço, também, para olhar o Bento XVI, a viajar num carro, branco, blindado à prova de tiro.
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Foi dado o privilégio a Bento XVI de uma segurança de primeira apanha, com helcópteros nos céus de Lisboa, atiradores especiais nos telhados da capital, uma fragata em frente ao Terreiro do Paço e homens rãs em acção, não surgissem, à superfície, sob o leito do Tejo, um grupo de “kamikazes” , esquadrão de morte enviado pelo Bin Laden para limpar o sarampo a sua santidade Bento XVI.
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A nossa televisão aquela que nós os pobres pagamos para sustentar aquela máquina dos diabos, procedeu a um raro trabalho de reportagem, jamais visto em Portugal.
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Havia um jornalista em todos os cantos (menos o João Baião a dar ao rabo) a enviar para as régies, todos e antes, momentos de sua santidade posar o pé em Terras de Santa Maria. Tudo, demasiadamente, alucinante às boas vindas do Papa.
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O casal Silva de Belém, convidou sua santidade para visitar o Palácio e apresentou-lhe as filhas, os genros e a abundância de seus 7 netos.
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Bem no Terreiro do Paço a festa começou temporã e de quando da chegada de sua santidade os católicos, presentes foram ao rubro enquanto os carteiristas, iam-se aproveitando da oportunidade de sacar uns trocos, mesmo magros que fossem, pois a vida não está para flores e a crise afecta a todos.
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Em Banguecoque, ainda, assisti aos discurso do Cardel Patriarca de Lisboa e de Sua Santidade e como passava da meia noite fui para o vale dos lençóis dormir. Levantei-me às cinco da manhã (um reformado não tem horas para se levantar porque se lhe der o sono vai ferrar uma “galhada” depois do almoço) e ligo a televisão e no vidro aparece-me ainda uma comunicadora a dar conta do evento.
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Não tardou, logo que a rapariga desapareceu do vidro, surgisse o “Trio de Ataque”, onde está um “marmelo” da RTP como moderador e três outros tipos (pagos claro está por nós os contribuintes) que iriam falar ainda da vitória do Benfica e dos delírios e a “porrada” que os adeptos do Benfica apanharam, dos portista, na Avenida dos Aliados e em Braga.
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Claro que mudei de canal para a TVE (Espanha) e mal por mal vi umas cenas de um filme em que a mulher seguia a “cornear” o marido.
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Voltei a sintonizar a RTPi e a matéria era a mesma: a visita do Santo Padre; da falecida irmã Lúcia e dos primos o Francisco e a Jacinta. Depois aparece uma freira, quarentona, com um palminho de cara a mostrar a Sala de Jantar onde sua Santidade iria comer as suas refeições, onde certamente na ementa iria entrar uma bacalhoada à “Cova da Iria”.
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Seguidamente surgem uns priores a descrever sua santidade, sua bondade e a visão do mundo actual e a profetizar o que virá a seguir. Mas já passaram mais de vinte horas, do papa chegar a Portugal e no vidro do meu televisor, ainda, o tema, disparado continua a ser o Papa.
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Pronto, páro de escrever em cima do Papa e que esteja a recuperar no seu leito papal (em Portugal 4 da manhã) na Nunciatura em Lisboa.
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Ainda haverá muito a relatar porque ainda há o Porto e a Cova da Iria em cima da viagem de sua santidade. A procissão ainda está no adro de Lisboa.
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Em Junho vamos ter o Mundial2010 na África do Sul. Depois de sua Santidade partir para o Vaticano, vamos ter futebol e evidentemente que a coisa vai dar mesmo brado e até ao final de Julho, mesmo que Portugal não ganhe nada vão ser as conversas dos “portugas”.
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A seguir vêm as merecidas férias dos nossos políticos. Ora voltará, esta nobre gente, cansada das praia do Algarve do Brasil e mais abaixo de outras da América latina.
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A Assembleia da República começa a funcionar, discutem-se uma “merdas” sem interesse que valha para o país e o fim do ano está à porta e as férias do Natal.
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Com tudo isto o nosso PM Sócrates continua na maior, ninguém lhe toca e no ano de 2011, tudo como dantes no quartel de Abrantes.
José Martins

O PAPA CONSTÂNCIO I

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papa

"A mudança do clima internacional tornou inevitável que o nosso ajustamento tenha que ser agora mais abrupto, mais rápido e mais severo", lê-se numa nota do banco central português assinada por Vítor Constâncio

Para arrumar dois assuntos de uma só vez, a visita do Papa e a despedida do quase ex-governador do Banco de Portugal, em demanda da catedral das finanças europeias, o BCE. Um pede-nos penitencia para a alma e que sejamos mais comedidos com o que fazemos com a pilinha e o outro penitencia nos salários e severidade nos sacrifícios. Ambos nos pedem que acreditemos no que dizem e nas soluções que apresentam pela fé. Graças a Deus que sou ateu.

AS TAXAS CAMARAE DO PAPA LEÃO X


18 de Março de 2010 Escrito por Carlos Esperança Publicado em Catolicismo, Vaticano 24 Comentários
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Um dos pontos culminantes da corrupção humana
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A Taxa Camarae é um tarifário promulgado, em 1517, pelo papa Leão X (1513-1521) destinado a vender indulgências, ou seja, o perdão dos pecados, a todos quantos pudessem pagar umas boas libras ao pontífice. Como veremos na transcrição que se segue, não havia delito, por mais horrível que fosse, que não pudesse ser perdoado a troco de dinheiro. Leão X declarou aberto o céu para todos aqueles, fossem clérigos ou leigos, que tivessem violado crianças e adultos, assassinado uma ou várias pessoas, abortado… desde que se manifestassem generosos com os cofres papais.
Vejamos o seus trinta e cinco artigos:

1. O eclesiástico que cometa o pecado da carne, seja com freiras, seja com primas, sobrinhas ou afilhadas suas, seja, por fim, com outra mulher qualquer, será absolvido, mediante o pagamento de 67 libras, 12 soldos.

2. Se o eclesiástico, além do pecado de fornicação, quiser ser absolvido do pecado contra a natureza ou de bestialidade, deve pagar 219 libras, 15 soldos. Mas se tiver apenas cometido pecado contra a natureza com meninos ou com animais e não com mulheres, somente pagará 131 libras, 15 soldos.

3. O sacerdote que desflorar uma virgem, pagará 2 libras, 8 soldos.

4. A religiosa que quiser alcançar a dignidade de abadessa depois de se ter entregue a um ou mais homens simultânea ou sucessivamente, quer dentro, quer fora do seu convento, pagará 131 libras, 15 soldos.
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5. Os sacerdotes que quiserem viver maritalmente com parentes, pagarão 76 libras e 1 soldo.
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6. Para todos os pecados de luxúria cometido por um leigo, a absolvição custará 27 libras e 1 soldo; no caso de incesto, acrescentar-se-ão em consciência 4 libras.
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7. A mulher adúltera que queira ser absolvida para estar livre de todo e qualquer processo e obter uma ampla dispensa para prosseguir as suas relações ilícitas, pagará ao Papa 87 libras e 3 soldos. Em idêntica situação, o marido pagará a mesma soma; se tiverem cometido incesto com os seus filhos acrescentarão em consciência 6 libras.
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8. A absolvição e a certeza de não serem perseguidos por crimes de rapina, roubo ou incêndio, custará aos culpados 131 libras e 7 soldos.
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9. A absolvição de um simples assassínio cometido na pessoa de um leigo é fixada em 15 libras, 4 soldos e 3 dinheiros.
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10. Se o assassino tiver morto a dois ou mais homens no mesmo dia, pagará como se tivesse apenas assassinado um.
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11. O marido que tiver dado maus tratos à sua mulher, pagará aos cofres da chancelaria 3 libras e 4 soldos; se a tiver morto, pagará 17 libras, 15 soldos; se o tiver feito com a intenção de casar com outra, pagará um suplemento de 32 libras e 9 soldos. Se o marido tiver tido ajuda para cometer o crime, cada um dos seus ajudantes será absolvido mediante o pagamento de 2 libras.
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12. Quem afogar o seu próprio filho pagará 17 libras e 15 soldos [ou seja, mais duas libras do que por matar um desconhecido (observação do autor do livro)]; caso matem o próprio filho, por mútuo consentimento, o pai e a mãe pagarão 27 libras e 1 soldo pela absolvição.
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13. A mulher que destruir o filho que traz nas entranhas, assim como o pai que tiver contribuído para a perpetração do crime, pagarão cada um 17 libras e 15 soldos. Quem facilitar o aborto de uma criatura que não seja seu filho pagará menos 1 libra.
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14. Pelo assassinato de um irmão, de uma irmã, de uma mãe ou de um pai, pagar-se-á 17 libras e 5 soldos.
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15. Quem matar um bispo ou um prelado de hierarquia superior terá de pagar 131 libras, 14 soldos e 6 dinheiros.
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16. O assassino que tiver morto mais de um sacerdote, sem ser de uma só vez, pagará 137 libras e 6 soldos pelo primeiro, e metade pelos restantes.
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17. O bispo ou abade que cometa homicídio põe emboscada, por acidente ou por necessidade, terá de pagar, para obter a absolvição, 179 libras e 14 soldos.
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18. Quem quiser comprar antecipadamente a absolvição, por todo e qualquer homicídio acidental que venha a cometer no futuro, terá de pagar 168 libras, 15 soldos.
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19. O herege que se converta pagará pela sua absolvição 269 libras. O filho de um herege queimado, enforcado ou de qualquer outro modo justiçado, só poderá reabilitar-se mediante o pagamento de 218 libras, 16 soldos, 9 dinheiros.
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20. O eclesiástico que, não podendo saldar as suas dívidas, não quiser ver-se processado pelos seus credores, entregará ao pontífice 17 libras, 8 soldos e 6 dinheiros, e a dívida ser-lhe-á perdoada.
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21. A licença para instalar pontos de venda de vários géneros, sob o pórtico das igrejas, será concedida mediante o pagamento de 45 libras, 19 soldos e 3 dinheiros.
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22. O delito de contrabando e as fraudes relativas aos direitos do príncipe contarão 87 libras e 3 dinheiros.
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23. A cidade que quiser obter para os seus habitantes ou para os seus sacerdotes, frades ou monjas autorização de comer carne e lacticínios nas épocas em que está vedado fazê-lo, pagará 781 libras e 10 soldos.
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24. O convento que quiser mudar de regra e viver com menos abstinência do que a que estava prescrita, pagará 146 libras e 5 soldos.
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25. O frade que para sua maior conveniência, ou gosto, quiser passar a vida numa ermida com uma mulher, entregará ao tesouro pontifício 45 libras e 19 soldos.
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26. O apóstata vagabundo que quiser viver sem travas pagará o mesmo montante pela absolvição.
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27. O mesmo montante terá de pagar o religioso, regular ou secular, que pretenda viajar vestido de leigo.
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28. O filho bastardo de um prior que queira herdar a cura de seu pai, terá de pagar 27 libras e 1 soldo.
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29. O bastardo que pretenda receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagará 15 libras, 18 soldos e 6 dinheiros.
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30. O filho de pais incógnitos que pretenda entrar nas ordens pagará ao tesouro pontifício 27 libras e 1 soldo.
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31. Os leigos com defeitos físicos ou disformes, que pretendam receber ordens sacras e usufruir de benefícios pagarão à chancelaria apostólica 58 libras e 2 soldos.
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32. Igual soma pagará o cego da vista direita, mas o cego da vista esquerda pagará ao Papa 10 libras e 7 soldos. Os vesgos pagarão 45 libras e 3 soldos.
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33. Os eunucos que quiserem entrar nas ordens, pagarão a quantia de 310 libras e 15 soldos.
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34. Quem por simonia quiser adquirir um ou mais benefícios deve dirigir-se aos tesoureiros do Papa que lhos venderão por um preço moderado.
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35. Quem por ter quebrado um juramento quiser evitar qualquer perseguição e ver-se livre de qualquer marca de infâmia, pagará ao Papa 131 librase15 soldos. Pagará ainda por cada um dos seus fiadores a quantia de 3 libras.
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No entanto, para a historiografia católica, o Papa Leão X, autor de um exemplo de corrupção tão grande como o que acabamos de ler, passa por ser o protagonista da «história do pontificado mais brilhante e talvez o mais perigoso da história da Igreja».

(Fonte: Rodríguez, Pepe (1997). Mentiras fundamentais da Igreja católica.
Terramar – Editores, Distribuidores e Livreiros -
(1.ª edição portuguesa, Terramar, Outubro de 2001 – Anexo, pp. 345-348

NOTA: Esta é a primeiravez que a Taxa Camarae do papa Leão X aparece na NET em português.

CAPELA SISTINA, BULAS E PECADOS DO VATICANO

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O "festival" de nus pintados na capela Sistina



A "Capela Sistina"

Não há dúvida de que a Capela Sistina tem obras, pintadas, de incomparável valor inestimável de arte. Mas, serão teológicas e / ou de valores éticos?

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Será que algum clero, católico, que professa crer que a Bíblia representa a Palavra de Deus e "colocar as duas juntas", para assim dizer, e perguntar: "Como é que a nossa igreja foi capaz de afirmar de um fôlego que a Bíblia é" a Palavra de Deus ", segundo seus mandamentos, mais famosos, proíbe a representação artística de Deus (Êxodo, 20:04) para promoção, de pinturas, fabulosas, de Deus criador do homem? "

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A interpretação católica, romana, nas palavras de Jesus a Pedro exige que os fiéis acreditam que quando cada papa sucede a Pedro, as promessas de Jesus devem ser cumpridas pelo novo Papa. Assim, quando Sisto IV foi um dos sucessores de Pedro, as palavras devem ler-se:
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"Tu, Sisto, és o supremo da minha igreja a qual edifiquei , e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te dou as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus ".

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Peter De Rosa, um professor, jesuíta, na prestigiosa Universidade Gregoriana, em Roma, escreveu em sua história, do papado, descrevendo os papas como vigários de Cristo:

"No século XV, não houve uma só voz levantar-se em defesa do papado. Com homens como Francesco de la Rovere no trono, não é difícil perceber porquê." Francesco tornou-se Sisto IV em 1471. Ele teve vários filhos, chamados de acordo com o costume da época "sobrinhos do papa”. Sisto foi pai de três sobrinhos e seis outros, parentes de chapéu Vermelho (tornando-os cardeais).

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Entre os beneficiários foi Giuliano de la Rovere, o futuro Julius II. O sobrinho favorito de Sisto foi Pietro Riario, a quem o historiador Theodore Griesinger acreditava ser filho de sua própria irmã. Certamente, o novo papa tinha um carinho, alarmante, para o menino. Ele nomeou-o Bispo de Treviso, cardeal arcebispo de Sevilha, o Patriarca de Constantinopla, Arcebispo de Valencia e arcebispo de Florença.

Sisto IV construiu a capela (Sistina) a que lhe deu seu próprio nome e onde todos os papas são eleitos até agora. Foi palco de pompa e ignomínia. . . Sisto foi o primeiro papa a conceder licenças de bordéis em Roma, que lhe trouxe um rendimento anual de trinta mil ducados. Também, ganhou, consideravelmente, a partir de um imposto que incidia sobre os padres que mantivessem uma amante. Outra fonte de renda era a concessão de privilégios a ricos que lhes permitam consolar matronas em certas ausências de seus maridos.
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Foi na área das indulgências que Sisto mostrou um toque de gênio. Ele foi o primeiro pontífice a decidir que as indulgências poderiam ser aplicadas aos mortos. Mesmo que este em vida fosse esmagado pela sua popularidade. Aqui era uma fonte infinita de receita que até mesmo seus antecessores nunca, tivessem, sequer sonhado. Foi o de tirar o fôlego em suas implicações: o papa, a criatura, de carne e sangue, tinha poder sobre as regiões dos mortos.

Debatiam-se nas chamas do inferno, em tormento constante, pelos seus delitos na vida terrena que poderiam ser liberados, pelas suas palavras, desde que seus parentes, piedosamente, desatassem os cordões da bolsa. Viúvas e viúvos, pais enlutados passaram todos a tentar retirar os seus entes queridos do purgatório, pintado na Capela Sistina em cores escabrosas.
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Rezar pelos mortos era uma coisa, pagando ao Papa seria outra. A tradição, simples. foi levada, a crença que o Papa, para os que viviam em cidades, vilas e aldeias, comprar, para os seus defundos o perdão ao papa, garantindo, assim, que os seus mortos iriam para o céu voando nas asas da bondade papal.
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Foi um abuso, potencial, considerável, a venda de relíquias no século X tinha sido, um negócio suficiente, ruim. . . Ossos dos mártires, não era mercadoria renovável, mas as indulgências eram ilimitadas e poderiam ser fixadas a um preço adequado e ao alcance de todas as bolsas.

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Nada foi exigido ao doador ou ao receptor o amor pela compaixão ou oração de arrependimento - só dinheiro. A prática foi cada vez mais irreligiosos do que isso. O papa ficou rico na medida em que os pobres foram enganados. O purgatório não tinha justificação, quer nas escrituras ou na lógica. A base real foi avareza papal. Um inglês, Fish Simon, em um suplicação para os mendigos, escrito no ano de 1529, foi o ponto que fora irrefutável:

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"Não há uma palavra escrita em todas as Sagradas Escrituras se o Papa com o seu perdão, por dinheiro, pode absolver uma alma e, aqueles que não tinham o montante para pagar a libertação dos seus mortos iriam parar à prisão mante-los na dor até que fosse conseguido o montante para que fosse tirado das labaredas do inferno os seus ente-queridos. "
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Em 1478, Sisto publicou uma Bula que viria a provocar mais danos para a igreja. Ele sancionou a Inquisição em Castela. Espalhou-se, literalmente, como o fogo. Em 1482, dois mil hereges foram queimados em Andaluzia de uma só vez. O Papa Sisto foi dito que encarna a máxima concentração possível de maldade humana. Nas palavras de Bishop Creighton," ele baixou o tom moral de (todos), na Europa '. "(pp. 100-102)




OS CRIMES DA IGREJA CATÓLICA



Poucas instituições no mundo, ao longo da história, são responsáveis por tantos crimes, encobertos, como os da Santa Igreja Católica. O farto cardápio inclui desde mortes na fogueira a pedofilia. Para o imaginário popular, a Igreja é imaculada e se situa num patamar de santidade, portanto, imune aos pecados temporais.

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Isso se deve, em parte à imagem que a instituição forjou ao longo dos tempos, algumas vezes cobrando o preço de sangue e traumas irrecuperáveis. Vamos aos factos. Com a invenção das famigeradas cruzadas, os cavaleiros da fé saquearam, torturaram e mataram milhares de seres humanos. Eliminaram os homens do mau para impor a Santa Verdade.
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Em 1099, por exemplo, ao entrar em Jerusalém para expulsar os muçulmanos, os líderes da cruzada, massacraram 70 mil pessoas. O rei Luiz, da França, tido como um santo católico tinha uma prática mais subtil: levava os blasfemadores a pelourinhos e os matava com ferros em brasas, que transpassavam suas línguas. Segundo ele, para os desgraçados voltar a blasfemar.
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Em 1231, a Igreja fundou a sua máquina de extermínio: a Santa Inquisição. Por ela passaram quase 1 milhão de pessoas, essencialmente hereges, judeus, muçulmanos e “bruxos”. Precursor de Hitler, o religioso Diego Rodrigues Lucero, queimou vivos 107 judeus convertidos ao cristianismo.

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Isso sem falar na cobrança de indulgências, loteamento do céu e aplicação de preços monetários para que os fiéis chegassem ao paraíso. Tudo em nome de Deus.
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Na Idade Média, a Igreja havia proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas. Para não ficar sem as necessárias vozes sopranos, os representantes de Deus encon-traram uma solução ungida: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido consideradas belas. Assim, nos corais da Santa Igreja não faltariam nunca os sopranos e contraltos.
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Mas não é só sob o manto do passado que se esconde a ficha criminal da Santa Sé. Adaptada ao presente, o único senão é a proibição de mandar gente para a fogueira. Duas modalidades veneradas por padres atualmente são a pedofilia e o abuso sexual de mulheres.
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Só nos Estados Unidos, recentemente foi constatado que 1200 sacerdotes teriam abusado de mais de 4 mil crianças. O lamaçal que envolveu 161 dioceses, desmoronou algumas delas, que tiveram que ser fechadas para pagar indenizações às vítimas.
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O abuso a mulheres também é comum nas paróquias mundiais. A socióloga da religião, Regina Soares Juskewicz lançou um pouco de luz nas trevas paroquiais. Num aprofun-dado estudo, ela analisou 21 casos de abusos dessa natureza e constatou que a priori-dade da Igreja nesse tipo de crime é acobertá-lo a qualquer custo.
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Há até um decálogo que ensine os líderes a agir em face de abusos sexuais envolvendo padres. Nele inclui subornar a vítima em troca do silêncio, desqualificação pública da vítima e exaltação das qualidades do agressor, como bom prestador de serviços à comunidade.
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No último mandamento, a Igreja se posiciona do lado do agressor e faz todos os esfor-ços para que o crime seja jogado no mar do esquecimento. A Igreja não se importa de conviver com um rosário de pecados. O importante é não gerar escândalo.
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Em outras palavras: peque, mas esconda a sete chaves. O problema é que abuso de mulheres e crianças não é simplesmente pecado contra as leis divinas. É crime, sujeito a punição terrena, que inclui prisão e indemnização à vítima.
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Ainda vivo João Paulo II pediu perdão pelos “erros” da Igreja Católica ao longo dos tempos. Pronto. Num acto, a Santa Sé se redimiu para sempre com os milhões de injustiçados em séculos de história.
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Anderson Alcântara
Publicado no Recanto das Letras em 06/12/2008
Código do texto: T1321257

Traduzido e revisado (com imperfeições naturais) por José Martins

OS LATINOS

OS DEUSES DO NOSSO FADO

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deus

AGUENTAR E CARA ALEGRE!

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Défice orçamental
IVA a 22% e mais imposto no 14º mês podem tapar buraco
PEC 2. Estado precisa de mais 1,6 mil milhões de euros para reduzir o défice em mais um ponto percentual, como prometeu a Bruxelas
Um aumento de dois pontos do IVA - de 20% para 22% - implicaria um encaixe adicional de 600 mil milhões de euros. Ainda não se conhece o plano para o 14º mês. Mas, por hipótese, se o Governo duplicasse o IRS sobre o subsídio, conseguiria arrecadar outros 650 milhões. Os 350 milhões em falta podem vir de reduções nas prestações sociais, do congelamento das obras públicas e do último (e novo) escalão do IRS.

Enquanto o IVA é um imposto cego sobre o consumo, afectando todos por igual, uma taxa sobre o 14º mês pode distribuir o sacrifício de forma proporcional pelos contribuintes. Este imposto - que foi também criado pelo Governo grego - será, ao que tudo indica, aplicado sobre o subsídio de Natal e não sobre o de férias.

P.S. – É preparar-se o pessoal que não tardará que os subsídios de férias e de Natal vão colher urtigas. Resignação e aguentarmos a “malandragem” que nos tem governado.

Fonte Diário de Notícias

BENTO XVI NO JERÓNIMOS







VISITA DE BENTO XVI A PORTUGAL NA HORA

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Sua Santidade chega à Nunciatura, para descansar 30 minutos, comer uma mastiga e beber um copo

A D. Maria Barroso, espera Sua Santidade no Terreiro do Paço. Continua um amor...Ainda não se topou o marido Dr. Mários Soares. A Fátima Campos Ferreira o pivot da RTP no Terreiro do Paço. ( Não se sabe onde arrumaram os sem abrigo que por ali dormem todas as noites ou se os hospedaram no Hotel Tivoli)


O PAPA BENTO XVI CHEGA NESTE MOMENTO A LISBOA



OS NOSSOS ASCENÇOS E O PAPEL QUE NOS CHUPAM

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O Ascenço em grande ascenção

No Regulador do Mercado Eléctrico

Ex-governante ganha 14 mil euros na ERSE
O ex-secretário de Estado da Administração Interna e da Agricultura no primeiro Governo de José Sócrates vai ganhar um salário mensal bruto de 14 198 euros como vogal da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE. Com a nomeação de Ascenso Simões para este cargo pelo Executivo na passada quinta-feira, este é o segundo socialista próximo de Sócrates a ser colocado num organismo regulador desde Novembro de 2009.
Ascenso Simões era membro do secretariado nacional do PS. O salário de cada vogal da ERSE corresponde, segundo esta entidade reguladora, "a 85 por cento do vencimento do presidente da ERSE, sendo actualmente de 14 198 euros". Já o líder da ERSE, Vítor Santos, secretário de Estado no tempo de António Guterres, ganha 16 704 euros por mês. Em Novembro de 2009, Filipe Baptista, então chefe de gabinete de Sócrates, foi nomeado vogal da ANACOM, com salário de 14 198 euros.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 11.05.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Ex-governante ganha 14 mil euros na ERSE
Ricardo Salgado: Fundos elegem BES
António José Seguro: Exemplo de cima
Correia da Fonseca: Ponte a concurso
Monção: Assalto armado

Capa do Público Público

Tribunal inviabiliza acções de funcionários públicos a contestar a mudança de vínculo
Polícia investiga morte de bióloga no Brasil
Com o euro em risco, BCE quebra a tradição e financia Estados pela primeira vez
Vêm aí mais um programa de simplificação de leis sem que se saiba o resultado do anterior
Mais de 31 mil passageiros retidos nos aeroportos nacionais

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Vidas do avesso com a visita de um papa a Portugal
Jovens enchem missa com 160 mil pessoas
De Portugal para o mundo
Cães pisteiros farejaram ruas perto da Nunciatura
Comitiva papal vigiada por ar, terra e água

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

F.C. Porto: Apanhar o leão também na Taça
"Prevalece o bom senso"
Trio Odemira: "Somos uns lamechas"
Viver a fé na avenida de Espinho
Prazer sexual é determinado por pensamentos e emoções

Capa do i i

"Acho imoral solicitar os salários dos que ganhavam uma côdea"
Portugal entre os melhores países para as mulheres terem filhos
Cardeal Saraiva Martins. "Noutras religiões em que não há celibato há mais pedófilos"
TVI bate RTP e garante jogos da Liga Sagres
Acidentes. Um em cada três peões atropelados tinha álcool no sangue

Capa do Diário Económico Diário Económico

Família Regojo abre centros ‘low cost’ de dieta
Pessimismo sobre mega fundo europeu penaliza euro
Lucro da Cimpor cai 11% até Março
FMI mantém previsão de fraco crescimento para Portugal

Steve Jobs justifica diferenças de preço do ipad na europa

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Receios renovados levam euro a anular ganhos de ontem
Especulação de medidas de combate à inflação na China pressiona Ásia
As notícias em foco na edição de hoje, dia 11 de Maio, no Negócios
Cimpor lucra menos 11% no primeiro trimestre de 2010
PT rejeita oferta de 5,7 mil milhões da Telefónica pela Vivo

Capa do Oje Oje

ISCTE-IUL lança The Energy MBA
Bolsa virtual Universia aposta no empreendedorismo
European Microfinance Network visita Portugal
Comunicação, Transparência e Vinculação
Seis cidades marcam encontro com o marketing


Capa do Destak Destak

Dia mais sangrento do ano com mais de 100 mortos e 350 feridos
Clientes de retorno absoluto vão receber pagamentos
Toni revela "alguma surpresa por dois ou três nomes" na lista de Queiroz
Quim diz que que não ficou surpreendido por ter ficado de fora
'Monopólio' chega às consolas de vídeo a partir do outono

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Oito saídas já confirmadas
Leões avançam para Evaldo
Bruno Alves intocável até à final do Mundial
«Jamais esquecerei a imagem indescritível da festa do título» - Cardozo
Veja as fotos da camisola para a próxima época

Capa do Record Record

Quim: «A minha intenção é continuar»
Mantorras está desaparecido
Menezes pode sair
Sidnei na incerteza
Di María é única venda inevitável

Capa do O Jogo O Jogo

Luís Filipe Vieira: "Conquistar a Europa"
Quim: "Tenho contrato até Junho e ainda ninguém falou comigo"
Jorge Jesus: "Teria feito outra convocatória"
Moreira: "Não me cabe a mim dizer se é justo ou injusto"
Toni: "A partir de agora, a lista é de todos nós e não de Carlos Queiroz"