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quinta-feira, 20 de maio de 2010

A MINHA RAZÃO EM RELAÇÃO À CATÁSTROFE

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Não foi fácil sentir aquilo que sucedeu em Banguecoque, nos últimos dois meses.

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Não saí de casa nem sequer tive coragem de longe observar o que estava sucedendo na baixa de Banguecoque, a capital do Reino da Tailândia, que me abriga há mais de três décadas.

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Trinta anos são muitos e tempo de se ganhar amor a qualquer cidade, sempre, hospitaleira que haja sido Banguecoque para mim.

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Não apareci na Tailândia pela questão de que amava o Reino que queria saber dele tudo desde que foi fundado em Sukhothai, nos longínquos anos de 1180.

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Tão-pouco sabia que os vagabundos, como eu o eram, os portugueses quinhentistas tinham vivido em Ayuthaya e trazido para o Reio do Sião as técnicas da época usadas na Europa, assim como as armas e os canhões para o Reino defender a sua soberania.

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Sabia sim, parcamente, algo sobre a Tailândia porque tinha visto o filme “O Rei e Eu”, no Cinema Trindade do Porto, quando teria uns 19 anos.

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Vagabundo como eram os portugueses, quinhentistas, embarquei, há 48 anos, num paquete no Tejo, em direcção a Luanda. Depois daqui e, por causa das guerras, eu o vagabundo como o foram os portugueses quinhentistas, tive de mudar de poiso conforme as guerras progrediam: Moçambique, Rodésia e de volta à Pátria depois de 16 anos a vagabundar por África.

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Os vagabundos, nunca chegam a ricos, quando hoje estão aqui e depois em outro lado. Assim foi. Depois de 16 anos em África, cheguei, então a Lisboa com mil dólares, americanos e uma caixa de ferramenta de mecânico.

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Nunca fui retornado, nem abaixei o “traseiro” a uma organização que lhe deram o nome de IARN que davam uns “tostões” aos desgraçados dos vagabundos, como eu, que tinham retornado à Pátria, muitos com a roupa do corpo. Os serranos, como eu, são orgulhosos. Somos descendentes de Viriato.

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Parti eu, vagabundo, outra vez em procura de reconstruir outra vida. Assim foi os vagabundos quando se valem das mãos vencem e assim venci mais uma vez.

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O destino trouxe-me à Tailândia que ainda não sei bem porquê, porque não vim no rasto dos vagabundos dos portugueses quinhentistas, que pelo Sião tinham vivido.

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O conhecimento viria depois e corri os espaços onde os vagabundos dos portugueses quinhentistas, viveram, constituíram família, fizeram filhos, diluíram o sangue luso a outras raças e morreram como heróis vencidos da vida.

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Mas a Tailândia foi o meu primeiro amor o segundo viria passados uns três anos.

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Mais de 30 anos a viver numa cidade o amor vem com o amor dos tailandeses que sempre me hajam tratado. Fomos sempre amigos nos três bairros, junto a eles, vivi.

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No bairro que vivo agora já por cá habito há 20 anos em plena harmonia. Somos todos amigos e falamos pouco. Sorrimo-nos e basta-nos isso. Trocamos as tradicionais prendas do Natal sem lacinhos ou papel de seda.

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Eu oferecia-lhes uma garrafa de vinho português e eles um cabaz de fruta da terra. Agora o vinho português terminou na minha garrafeira e minha mulher arranja outras prendas da terra.

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Foi duro para mim ver a cidade de Banguecoque (por onde andei de noite e dia sem nunca ser disturbado o meu caminhar) vê-la crescer até às alturas do nada e há dois dias, nem queria acreditar que Banguecoque estava arder em muitas partes da cidade.

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Roma também ardeu e foi recostruída. Banguecoque também o será...

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E eu vagabundo, como os portugueses quinhentistas continuarei a apostar na paz e por cá terminar, como os vagabundos quinhentistas, os dias, poucos ou muitos, a continuar a disfrutar a paz que neste Reino nunca me abandonou.

José Martins

TAILÂNDIA OS VÔOS ESTÃO NA NORMALIDADE COMO ANTES



Todos os voos, como de costume, em Suvarnabhumi


Todas as companhias aéreas que utilizam aeroportos Suvarnabhumi retomaram vôos e horários normais, director do aeroporto Niran Theeranartsin nesta sexta-feira.

Algumas companhias aéreas cancelaram vôos durante os últimos dias devido à agitação política contínua.

"Não haverá problemas para os passageiros que precisam viajar a noite, apesar do toque de recolher. Eles podem apenas mostrar seus bilhetes aéreos e passaportes no controlo de segurança," o Sr. Niran disse.

Funcionários do aeroporto de Suvarnabhumi também dará cópias de documentos de viagem aos parentes dos passageiros para mostrar às autoridades, nos postos de controlo em seu caminho para casa ", acrescentou.

O director do aeroporto confirmou que a violência entre as tropas e os manifestantes camisa vermelha tinha reduzido o número de passageiros que utilizam o aeroporto por 50 por cento, a partir de uma média 120 mil por dia para apenas 60.000.

O Centro para a resolução da situação de emergência, ontem informou, que tinha extensão de toque de recolher em Bangkok e 23 outras províncias de camisas vermelhas durante três dias até noite de sábado. As pessoas devem ficar em casa nove da noite às cinco horas da manhã.

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - THAKSIN EM FRANÇA



O FORAGIDO EX-PRIMEIRO MINISTRO

Paris tenta amordaçar Thaksin

Pelas agências, The Nation


França nesta quinta-feira vai tentar impedir que ex-premier tailandês Thaksin Shinawatra de falar sobre a crise política em sua terra natal enquanto ele está no seu território.

Estritamente privado na França, que ele se deveria abster de qualquer manifestação ou declaração pública durante a sua estada em nosso território", porta-voz do ministério Bernard Valero, disse em uma conferência de imprensa.

"Sob o contexto de violência em Tailândia, a França disse Thaksin, a permanência foram as autoridades francesas que a autorizaram, mas dizem que a exposição a alto nível de Thaksin era inadequada como pano de fundo para os seus apoiantes, os "camisas vermelhas" , estavam lutando com as forças nacionais tailandesas de segurança.

Thaksin foi visto fazendo compras em uma loja Louis Vuitton em Paris em 15 de maio e até manifestou a disponibilidade para participar em uma discussão ontem com os jornalistas franceses em 31 de maio.

Thaksin é acreditado para viajar com passaporte Montenegro e sob o novo nome dado que o governo da Tailândia revogou o seu passaporte diplomático.

Uma política pouco conhecida no estrangeiro Thaksin emitiu um convite aos jornalistas para responder na segunda-feira, da próxima semana, em um jantar de imprensa em Paris para discutir os acontecimentos caóticos das últimas semanas.

Os organizadores confirmaram que o evento organizado pelo Centro de Política e das Relações Exteriores ainda era esperada, autorização, para ir em frente, mas acrescentou que o fugitivo ex-líder tailandês tinha deixado, temporariamente, Paris com destino a Londres.

Thaksin foi deposto em um golpe militar em 2006 e vive em auto-exílio, principalmente em Dubai, para evitar uma pena de prisão por corrupção.

Muitos dos "camisas vermelhas", os manifestantes vêm demonstrando, em Bangkok, que pretende o ex-premier de retorno, e o actual governo acusou-o de financiar os protestos e incitar distúrbios do exterior.

Thaksin negou isso em declarações escritas e chamadas telefónicas para as estações de rádio, mas não, recentemente, fez uma aparição pública importante, e os relatórios sugerem que as autoridades tailandesas estariam irritadas se fosse, para desfrutar, de uma plataforma na França.

RENUNCIANDO PARTICIPAÇÃO EM VANDALISMOS

Thaksin apelando para o diálogo político

By The Nation


Ex-premier Thaksin Shinawatra pediu "um novo diálogo político que seja justo e igual perante a lei para todos os cidadãos tailandeses", a fim de mover e fazer passar o rancor e a indignação.

Thaksin emitiu a sua declaração em um comunicado de imprensa do escritório de advocacia Peroff de Amesterdão e distribuído por PRNewswire em Hong Kong na quinta-feira.

"Hoje, a Tailândia está de luto. Associo-me a todos os patriotas tailandeses e apelo de imediato à calma, ordem e não-violência e totalmente condenar as ações de quem agiu com oportunismo e da impunidade para causar danos, imprudente, a Banguecoque, o qual é completamente alheio à causa do movimento de protesto ", disse ele no comunicado.

Ele culpou "o estado de violência e abusos dos direitos humanos" para a perda de vidas.

Ele era crítico ao governo para usar o termo "terrorismo" contra os líderes-shirt vermelha. Ele também expressou preocupação com a perseguição política.

Ele negou seu envolvimento com "qualquer actividade ilegal ou violento no Reino da Tailândia".

"Estou plenamente de rejeitar as alegações de que sublinham o facto de este movimento popular, heróico e inspirador é autónomo e independente de mim", disse ele, pedindo:

"Todos os lados para dar um passo para trás e considerar a possibilidade de soluções políticas e não cair vítima às provocações daqueles que se beneficiam da Tailândia cair em anarquia."

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - ARTIGO DE NUNO CALDEIRA DA SILVA

quinta-feira, 20 de Maio de 2010

M.R. Sukhumbhand Paribatra

É este o nome do Governador de Bangkok.
Mom Rajawongse abreviado M.R. define que o seu pai foi um príncipe da casa real tailandesa.

Sukhumbhand é igualmente Sub Secretário-Geral do partido Democrata e foi há pouco mais de 10 anos Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Era apontado como o mais provável candidato à chefia das relações exteriores mas Abhisit acabou, cedendo a pressões, por escolher o Embaixador Kasit Piromya para o lugar. Desde essa altura as relações do actual governador com o PM nunca foram muito próximas.

Sucedeu no lugar a Apirak Khosayodhin através de eleições antecipadas devido ao facto do anterior governador se ter demitido depois de ter sido incriminado num caso de corrupção que no fim nunca chegou aos tribunais como acontecena maíoria dos casos. Apirak é agora conselheiro privado de Abhisit.

Sukhumbhand durante a presente crise, e com toda a propriedade já que a "sua" cidade estava em causa, tentou mediar o conflito e chegou a ter várias sessões de discussão com Nathawuth Saikua. Nessa altura foi travado por Abhisit e disse que por certo o PM teria boas razões para o obrigar a terminar o trabalho ao mesmo tempo que afirmava ter conseguido algums avanços nas negociações pois, segundo ele, tinham falado das questões que eram possíveis realizar a curto prazo e que facilitariam a vida aos bangkokianos.

Hoje Sukhumbhand mostrou como os habitantes da grande metrópole podem contar com ele.

Sem se intimidar pelo facto de ainda haver alguns incidentes (incêndios provocados e tiros), como em Ding Daeng, Bang Sue e Lumpini, o governador visitou os locais onde ontem houve incêndios e com a sua equipa fez uma primeira vistoria e por certo anotou aquilo que seria necessário para se avançar com a rápida recuperação da cidade.

Uma vendedora de rua na zona de Rajaprasong dizia, segundo citava hoje um jornal: "recuperar a cidade talvez seja rápido, mas o mútuo entendimento entre os tailandeses irá demorar muito"

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - PAZ NAS PROVÍNCIAS FRÁGIL

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TAILÂNDIA em tumulto
Províncias atingidas por violência esporádica

Publicado em: 21/05/2010 às 04:11
Secção do jornal:
Notícia www.bangkokpost.com


A agitação civil continua a atormentar as províncias predominantemente camisa vermelha até que as autoridades deter os líderes dos protestos locais e rádios comunitárias que ded perto incitarem a resistência contra o governo.

Em Ayutthaya, ontem, uma bomba explodiu numa casa do hipermercado Big C em Bang Pa-no, distrito. Ninguém ficou ferido.

Governador Ayutthaya Witthaya Pewpong disse que a segurança foi reforçada em lojas de departamento e as grandes áreas públicas que são alvos prováveis para o ataque, de acordo com relatórios de inteligência.

Em várias províncias do Nordeste, a segurança tem sido reforçada em agências do estado, câmaras municipais, províncias onde os vermelhos se quedam activos, tais como Khon Kaen, Udon Thani, Ubon Ratchathani e Mukdahan onde os manifestantes praticaram fogos posto.

A Frente Unida para a Democracia contra a Ditadura houve grupos que se amotinaram em partes das zonas do centro das províncias, levando ao envio de forças de segurança para conter a situação.

Em Ubon Ratchathani, cerca de 600 soldados foram destacados para encerrar as duas estações de rádio comunitárias pertencentes aos membros da UDD. Os operadores de estação teriam sido acusados de emissão de propaganda e incitamento à violência.

Pichet Thabudda, um operador de uma das estações, foi preso e apreendido o equipamento de radiodifusão.

A polícia também planeja emitir mandados de prisão de cinco líderes mais local UDD, cujos nomes não foram divulgados, que alegadamente provocado a violência em Ubon Ratchathani.

Ubon Ratchathani comandante da polícia Sompong Veerathongprasert disse que não havia provas fotográficas contra os cinco líderes locais UDD. A polícia estava rastreando os líderes que ordenaram o incêndio às instalações do governo provincial.

Os funcionários do governo estavam visivelmente pesarosos ao ver seus escritórios na câmara municipal ser devastados pelo fogo.

Em Udon Thani, 30 manifestantes camisa vermelha foram presos ontem por cumplicidade em atear fogo à Câmara Municipal.

Segundo o chefe do Exército afirmou que os manifestantes Weewalit Chornsamrit, camisa vermelha, continuaram a causar estragos em várias províncias do nordeste. As autoridades de segurança encontraram dificuldades em conter a situação, porque eles foram informados, apenas, para negociar com os manifestantes e que se abstenham de utilizar medidas mais decisivas.

Na província de Lampang, petróleo e depósitos de gás foram encerrados por razões de segurança.

Em Chiang Mai danos às propriedades do estado, incluindo muitas das residências do governador provincial e seu assistente, foram parcialmente incendiados pelos manifestantes, camisas vermelhas na quarta-feira, os prejuizos estavam sendo avaliados. Tráfego em algumas estradas na região central de Chiang Mai permaneceu fechado.

As escolas estão fechadas durante a semana e a estação de radiodifusão do governo foi parcialmente queimada. Uma bola de fogo gigante foi vista a sair do composto "Chiang Mai Construção". A empresa é detida por Kanan Boonsupa, sogro de Newin Chidchob, o líder de coaligação do Partido Bhumjaithai.

Enquanto isso, o Departamento de Investigações Especiais é descobrir se os deputados ou dirigentes da administração local havia planejado os atentados de incêndio nas províncias. Se assim for, eles seriam acusados de terrorismo.

No Oriente, os bloqueios de segurança foram criados nas estradas principais nos complexos de refinação de petróleo e portos de águas profundas. Tráfego através da área foi sujeita a uma vigilância rigorosa em torno do relógio.


POLÍTICA DA TAILÂNDIA - FERIDAS VÃO DEMORAR MUITO TEMPO PARA CURAR


77 mortes. Mais de 1.400 feridos. Centenas de biliõess de baht em perdas. imagem manchada de sangue e do fumo e chamas o nosso país.

Ninguém sabe quanto tempo vai demorar para fechar as profundas divisões que abriram no seio das famílias e da sociedade tailandesa. Ninguém sabe se é possível curar as feridas profundas sofridas ao longo dos últimos anos. Nos últimos cinco anos mudaram - o país e seu povo - de forma irrevogável.

Mas qualquer que seja o nosso futuro, não há dúvida de que todos os tailandeses - não importa o que as nossas crenças e opiniões pessoais - deve desempenhar um papel na garantia de que nunca um tal estado de coisas triste volte a acontecer. Devemos isso a nós mesmos e nossos filhos para curar as feridas e sentimentos de injustiça e desigualdade generalizada no seio da sociedade.

A Marcha Vermelha - que cresceu rapidamente na crise Vermelho - composta de muitos elementos. Havia aqueles que verdadeiramente apaixonada e achava que por tanto tempo tinham sido abusadas. Eles acreditavam - erroneamente - que Thaksin Shinawatra tinha um elixir mágico que cura-lhes as suas desigualdades e de injustiças, real ou percebida. Assim era a sua paixão aquecida eles estavam preparados para lutar e morrer por ela em nome da "democracia".

Então havia os oportunistas, que egoisticamente e sem os cuidados dos resultados de suas acções, agia em nome de Thaksin. Alguns sentiam que o momento era propício para derrubar a monarquia e inaugurar um novo regime. Outros marcharam devido ao ressentimento persistente do golpe de 2006.

Se existe alguma coisa que devemos aprender com o pesadelo dos últimos cinco anos é que vai levar anos, se não uma geração, a tendência para as feridas, corrigir os erros e reduzir as diferenças que nos tem dividido. Não esqueçamos nunca - por Tais fazer esquecer facilmente.

Mas, assim como não devemos esquecer a tarefa à frente, também não deve perdoar. As acções de alguns entre os camisas vermelhas de nas últimas semanas foram impensadas, as acções tomadas com pleno conhecimento de seus líderes e a aprovação tácita por Thaksin para destruir e desestabilizar o governo, a imagem e a economia do país para os seus próprios objectivos.

Líderes dos camisas vermelhas, repetidamente e convenientemente, disseram que não tinham controlo sobre os elementos desordeiros. Mas, como líderes, eles não podem negar a responsabilidade para os manifestantes - o que a facção a que pertencem.

Embora se possa argumentar que alguns dos incidentes violentos podem ser atribuídos a paixões inflamadas sobre os princípios e crenças - o incêndio de edifícios, os tiros para impedir as operações de resgate e uso de armas de guerra são actos hediondos que estão previstos - uma pessoa organizada, alguém financiados e que alguém a apoiaram. E eles devem ser punidos

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - RESCALDO DO VANDALISMO

Mais de 300 imóveis públicos vandalizados

Mais de 300 incidentes, de vandalismo, provocados por desordeiros foram registados em propriedades públicas, desde quarta-feira, Administração Metropolitana de Bangkok (BMA), porta-voz Thanom Ornkedpol disse na noite de quinta-feira.

Estes incluíram a destruição de cabines de telefone público, ramos comerciais, sinais de paragem de autocarros na Rama IV, Sukhumvit, Din Daeng Silom, Ratchaprarop, Phetburi, estradas e áreas vizinhas, o Sr. Thanom disse.

Trinta e seis edifícios, incluindo CentralWorld complexo comercial e Teatro Siam foram incendiados nos últimos dois dias, disse ele.

Há muitas pessoas que expressam a sua vontade de ajudar o BMA para limpar as propriedades públicas na capital, disse ele.

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - A CONTAS COM A JUSTIÇA

Polícia detém 63 suspeitos

A polícia prendeu 63 suspeitos que estavam envolvidos em motins, entre a multidão, na noite de 19 de maio de acordo com o website tailandês Rath.

Eles foram temporariamente detidos na "Border Patrol Polícia Região", sede distrital em Khlong Luang, província de Phathum Thani.

Nenhum visitante é permitidos contactar com os presos e serão enviados para o tribunal criminal, na segunda-feira, dado que amanhã o órgão ainda está fechada devido ao governo, declarao feriados para os departamentos estatais.

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - O REINO CHORA

  1. A nação chora

    Como o antigo World Trade Centre (CentralWorld) caiu, o governo admite que subestimou o potencial de violência em sua campanha contra os líderes da camisa vermelha. (Foto por Ampriwan Natthiti)

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POLÍTICA DA TAILÂNDIA - EM MEIO A DISCÓRDIA....

Em meio a discórdia, vamos juntos redescobrir nota de harmonia



Tudo parece irreparável o CentralWorld eviscerado, que foram deixado o esqueleto carbonizados como o de Siam Theatre, Centro One, entre outros.

A vida perdida não pode voltar. A imagem do país está em ruínas. E justamente quando nós pensamos que os sentimentos de ódio, inacreditável, não se poderia espalhar ainda mais, ele foi aprofundado e ameaçou continuar a aprofundar.

Muitos incêndios ainda fumegam e não é prático falar, agora, sobre a reconstrução . A "guerra" não acabou, ainda longe disso, eles dizem. As chamas em torno da Cidade dos Anjos podem estar morrendo, mas as chamas fresca de ódio têm sido inflamados nos corações de pessoas de ambos os lados e eles parecem quase certo que o ódio se manterá por muito tempo.

As cenas foram comparados com o rescaldo do 11 de Setembro. As fotos podem parecer muito semelhantes, mas há uma diferença enorme. Os pedregulhos gigantes do World Trade Centre aconteceu com os americanos unidos, mas aqui, olhando para o cadáver a fumegar do CentralWorld, as opiniões são separadas, pela forma como as pessoas se sentem. Os ricos e os pobres abraçaram-se perante cemitério maciço do WTC e derramou lágrimas coletivas por aqueles que morreram, mas aqui pouca gente chorou pelo CentralWorld incendiado e os mortos camisas vermelhas ao mesmo tempo.

Como é que podemos começar a reconstrução? Como nós vamos a partir daqui? Reconciliação já estava dura mesmo quando CentralWorld ainda estava de pé e os manifestantes camisa vermelha ainda estavam cantando e dançando na Rajprasong. Quem poderia tentar reunir osThais, nestas circunstâncias? Com todos, mais ou menos, responsáveis pela quebra do vidro, que deverá ser corrigido?

Talvez seja demasiada ideologia, que tem infestado todos nós e nos desviaram. Talvez as soluções encontraram-se nos instintos básicos dos bombeiros que tentaram controlar o inferno CentralWorld e jornalistas ou curiosos ordinários a tentar salvar vidas de pessoas atingidas por balas, não importa quem eles eram.

Deve haver algo de bom para nós que vivemos juntos esse tempo todo como uma nação.

Seja lá o que é uma coisa, devemos redescobrir e ressuscitá-la. É normal que a cabeça e o coração para ir em direções diferentes, por vezes, mas quando o corpo está alastrando para baixo, não há escolha, mas para ambas as entidades para contá-la a levantar-se.

Tradução livre de José Martins

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - O CENTRAL WORLD ARDE...

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OBRA DE VÂNDALOS À SOLTA

No lugar, onde esta magnifica obra foi destruída, pelas mãos de vândalos, na tarde de 19 de Maio de 2010, conheci-o em 1978 e de quando por ali havia umas lojas, pequenas que vendiam souvenirs, sedas tailandesas e outros artigos da terra.

A área, conhecida como hoje ainda o é Pratuname. Em frente deste colosso, moderno, havia o pequeno e popular "shopping" Daimaru com uma cave, rés do chão e dois andares acima.

O lugar popular entre os tailandeses e meu também de quando viajava por duas semanas a Banguecoque por cada seis de trabalho dos desertos da Arábia Saudita.

Ainda não conhecia minha mulher seria mais tarde.

Hospedado no "Honey Hotel" caminhava a desde a travessa 21 da Sukhumvit, a Pratuname e entretia-me a passear na cave do Daimaru a conversar com as raparigas, vestidas de saias de seda até ao tornozelo, que vendiam souvenires em pequenos balcões/montras.

Ladinas, inteligentes e sequiosas de contactar com os "farangues" e fazer-lhes perguntas, no seu inglês "macarronado" de onde tinham vindo e o que faziam pela cidade de Banguecoque.

Turistas de quando conheci a "Cidade dos Anjos" ainda eram escassos e abundantes os fanfarrões "oil men" de muitas nacionalidades que a Banguecoque chegavam dos desertos das arábias para se saciarem de almudes de cerveja.

Passeavam pela Sukhumvit vestidos à americana e calçavam bota de cano, mexicana, de ponteira afiada. Máquina fotográfica pendurada ao pescoço e nos dedos aneis, esquisitos, enfiados.

Caminhavam por ali, como eu, acompanhados de suas namorada ou a já mulher tailandesa que por ela tinha caído de amores.

Depois, na Pratuname, surgiu uma construção mais ou menos e outras vieram a seguir veio, mais tarde, o "Central World".

O progresso da cidade de Banguecoque nunca mais parou e área da Pratunam mudou a sua face. O "Central World" um dos "shoppings" finos da Ásia, caiu pelas labaredas, na tarde de 19 de Maio de 2010.

Mãos criminosas terminaram com a pujança do "Central World". Sinto pena pois vi erguer aquela magnifica obra e entrei nele por algumas vezes. Mas da cinzas as obras voltarão a renascer, como Roma incendiada se ergueu. O "Central World" voltará, ainda, com maior dimensão.

Nunca as força do mal dos vândalos venceu a do bem.

José Martins

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - ÚLTIMAS FOTOGRAFIAS

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Notícia » O dia do julgamento »Galeria de Fotos

Three red leaders surrender

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 778

Três líderes vermelho entregam-se

Líderes da Frente Unida para a Democracia contra Ditadura (UDD) Veera Musikhapong, Weng Tojirakarn e Korkaew Pikulthong entregam-se à polícia na Divisão de Repressão Crime na tarde de 20 de maio. (Fotos por Jinakul Apichit)

Três líderes vermelho entrega

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 778

Destroços de um Centro

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 2497

Manifestantes posição de volta para casa

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 1112

Destroços de CentralWorld

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 4359

Danos na Rama IV

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 1421

Bangkok fica quieto após toque de recolher

  • Publicado em: 20/05/2010
  • Total de espectadores: 850

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - ESTRANGEIRO AMEAÇOU QUATRO DIAS ANTES....


Farang (estrangeiro na Tailândia) ameaçou (quatro dias antes de ser incendiado) lançar fogo ao "Central World" e tudo roubado.




Comunicador o jornalista Tony Joh - www.thai-faq.com

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - 23, MAIS, LISTADOS EM OPERAÇÕES FINANCEIRAS

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23,mais, proibidos de operações financeiras

Entre, as anteriores, adicionadas, SC Asset Corp, que é ligada à família do fugitivo ex-premier Thaksin Shinawatra, sua irmã Yaowaret Shinawatra, ex-vice-ministro do Interior Sermsak Pongpanit, o ex-senador Wiboon Chamchuen, Pheu tailandês Plodprasop Suraswadee político, o ex-ministro dos Transportes Suriya Juengrungruangkit e o empresário Prayuth Mahakitsiri.

Em dois comunicados anteriores da CRES, 125 indivíduos e suas empresas foram colocados na lista negra. Eles incluem Thaksin, sua ex-esposa, seus filhos e parentes próximos, assim como políticos, líderes camisa vermelha, e as empresas com ligações à família Shinawatra.

The Nation

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - PONTO DE VISTA DE NUNO CALDEIRA DA SILVA

Cinzas


A Tailândia chora as cinzas de Bangkok e de muitas outras cidades país fora.

O impensável aconteceu.

Lutar por causas é justo, é legítimo é mesmo nobre. O que aconteceu ontem, depois da rendição dos líderes da UDD à policia, é a pura barbárie.

Manifestantes, criminosos e toda a escória dos gangs que povoam certas partes da cidade, juntaram-se como uma turba odiosa e passearam a destruição pela cidade dos anjos.

Bangkok perdeu o seu sorriso. Não porque lhe impuseram o recolher obrigatório mas porque os actos dessas hordas vindas das cavernas da civilização lho retiraram da face.

Hoje, um amigo meu que perdeu lojas no Central World, dizia: “Choro pelo meu país, não pelo que perdi pois irei reconstruir ainda melhor e com maior determinação”.

De entre os 35 edifícios postos a arder em Bangkok, alguns ainda ardem e dos outros sai o fumo e a água do choro das suas entranhas. Para além desses há um número elevado de agencias bancárias destruídas de onde foi roubado tudo o que foi possível. A razia selvagem dos criminosos à solta em Bangkok estendeu-se mesmo durante a noite apesar do recolher obrigatório. Uma joalharia foi totalmente destruída durante a noite, e o seu conteúdo roubado, com o recolher obrigatório a favorecer todos esses criminosos ousados e dispostos a afrontar as eventuais forças de segurança que pudessem encontrar pela frente.

Para além de Bangkok fogos foram ateados em muitas cidades na província desde o Norte, Nordeste e Sul do país, e várias sedes de governos regionais foram destruídas pela selvajaria da turba vermelha.

Abaixo imagens da sede do governo provincial de Ubon Ratchathani, na zona sul do Nordeste do país.

O recolher obrigatório vai manter-se em vigor pelo menos até Domingo mas passa a ser entre as 9 da noite e as 5 da manhã.

Hoje todos os bancos estão fechados e um número incomensurável de escritórios e lojas também para alem dos serviços públicos que terão “férias” até amanhã. Para alem disso há muito poucos transportes públicos.

A comunidade internacional, Nações Unidas, União Europeia, Estados Unidos e Austrália, entre outros, já condenou a violência e os incidentes ocorridos ontem e apelam, a ambas as partes, que se abstenham do uso de qualquer tipo de violência. Neste momento a UDD não existe como organização, e todos aqueles que ainda podem andar a causar distúrbios andam à solta e portanto são ainda mais perigosos.

Há uma questão cultural que se torna fundamental mudar na Tailândia. A permanente permissividade perante a infracção. O Mai Pen Rai (não tem importância) e o Gren Jai (misto de reverência com vergonha e timidez).

Os tailandeses têm uma forma de olhar para o cumprimento da lei de uma forma muito alargada. A maioria das pessoas não entendem que devem respeitar a lei e não entende o dever de respeitabilidade cívica. Como outra dia referi uma pessoa dizia-me que “não infringia a lei”, apesar de ter uma actividade ilegal, porque pagava à policia 3.000 bath por mês. Este tipo de atitude é comum. Só alguns exemplos simples daquilo a que me refiro.

Andar de cara completamente tapada por “balaclavas“ é a forma normal usada por todos os trabalhadores na construção civil e motoristas das moto-táxis. Ontem via-se na Televisão o ataque de que foi alvo o edifício do Canal 3 da Televisão, posteriormente posto a arder. A acção era levada a cabo por não mais do que uma meia dúzia de energúmenos captados nas câmaras de vigilância mas será impossível fazer a sua identificação visto ou terem a cara tapada e/ou usarem capacetes. No vídeo essa meia dúzia de selvagens fez o que quis enquanto se via próximo um policia “olhando para o lado”.

Se observar-mos o que se passa no Sul do país e, se comparar-mos com semelhantes situações nas Filipinas e na Indonésia, vemos que os actos terroristas acontecem há mais de 7 anos, sempre com a Lei Marcial em vigor, e não há nenhum progresso positivo bem pelo contrario

Nos outros dois países a Lei acabou por prevalecer e os actos terroristas estão sob controlo ou terminados enquanto na Tailândia diariamente morrem quer civis quer militares ou policias em atentados ou incidentes permanentes.

Nos últimos dias passei através de muitos controlos de policia e de militares e em vários deles bastava passar ao lado (exactamente ao lado) sem ser sequer observado. Uma situação muito caricata observei em Saraburi onde havia na estrada (nacional 2) uma barreira feita por militares, que tinham criado duas faixas para os carros abrandarem e passarem pelo meio deles, mas do lado esquerdo tinham deixado um grande espaço livre (na própria estrada) e a maioria dos veículos passavam por ali sem se ver o menor esforço para corrigir este “buraco”. Situação semelhante experimentei em Chon Buri mesmo á entrada da auto-estrada em direcção a Bang Na onde bastava tomar o caminho na faixa lateral e entrar naquela via cerca de 50 metros à frente sem passar por nenhuma barreira.

O mesmo tipo de permissividade se passou em duas situações recentes. Aquando da ocupação do aeroporto pelo PAD e aquando da ocupação de Rajaprasong pela UDD. Em ambos os casos o movimento foi conhecido no dia anterior mas ninguém ousou criar uma barreira para que isso não acontecesse. Mai Pen Rai sempre presente na boca dos tailandeses, é uma expressão fatal em situações quando temos criminosos à solta. Também não há lugar para Gren Jai perante pessoas fora-da-lei.

Ontem num grupo discutia o que aconteceu e uma pergunta normal nestas situações é, quem ganhou com isto? Muito se falou mas só conseguimos ver que todos, sem excepção, saíram derrotados mas o grande perdedor foi o povo tailandês e o país.

Os políticos e os movimentos vêm e vão mas o pais esse é eterno.


PS: A fotografia abaixo, tirada esta manhã por um dos proprietários de uma loja no complexo do Central World confirma que a maíoria dos estragos foram provocados na zona onde se situa o ZEN e contígua.


PORTUGAL E A PODRIDÃO QUE SEGUE POR LÁ

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No ano passado, a poucos meses das eleições, um grupo de poderosos e seus sequazes conspirou para calar os órgãos de comunicação social que se atreviam a ser independentes perante o poder socialista que vem dominando o País.
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Nessa conspiração, segundo o 'Sol' oportunamente noticiou, estaria envolvido o primeiro-ministro e pessoas do seu círculo próximo, tais como Armando Vara e Rui Pedro Soares. O Ministério Público e o Juiz da Comarca do Baixo Vouga, magistrados livres e imunes às conveniências que corrompem a capital política, consideraram que o primeiro-ministro era suspeito da prática de um crime contra o Estado de direito, consubstanciado num plano de condicionamento de órgãos de comunicação social, de que o assalto à TVI era, apenas, a face mais visível.

O golpe foi entretanto consumado: a TVI foi domesticada e só não foi comprada porque, entretanto, o Presidente da República e os partidos da oposição se insurgiram contra as manobras dos boys socialistas e também de empresários e banqueiros a soldo do PS. De resto, o objectivo de calar a voz livre e incómoda de Manuela Moura Guedes tinha já sido também alcançado.

Uns meses depois, o jornal ‘Sol’, num acto que deve ser considerado como verdadeiramente patriótico, divulgou a conspiração criminosa, dando a conhecer aos Portugueses um conjunto de conversas sinistras em que os boys socialistas planeavam despudoradamente a sua investida contra a TVI, não se abstendo sequer de nelas comprometer directamente o próprio primeiro-ministro como seu mandante.

Foi por isso criada uma Comissão de Inquérito Parlamentar que tinha entre os seus objectivos apurar se o Governo e o próprio primeiro-ministro, tentaram ou não condicionar a liberdade de imprensa em Portugal e se este mentiu ou não ao Parlamento quando, a 24 de Junho de 2009, afirmou perante os Deputados nada saber da tentativa de compra da TVI pela PT ou por outra qualquer entidade, como foi, por exemplo, o caso do Taguspark.

Hoje sabemos que Rui Pedro Soares, o amigo de José Sócrates, esteve por detrás das tentativas do Taguspark e da PT de comprar a TVI. E também sabemos que, não obstante o referido boy ter envolvido inúmeras vezes o primeiro-ministro nesse ilegítimo plano de condicionamento da comunicação social, José Sócrates não o pôs em tribunal, num claro contraste com o seu habitual comportamento de desencadear processos judiciais contra todos aqueles que, em seu entender, o insultam ou comprometem. A inactividade de Sócrates neste caso retira responsabilidade a Rui Pedro Soares e permite mesmo concluir que este não terá sido mais do que um seu pau mandado.

Acontece que, como disseram os magistrados da Comarca do Baixo Vouga, o “caso TVI” apenas pode ser compreendido se os Deputados tiverem acesso e puderem utilizar no âmbito da Comissão de Inquérito - que, recorde-se, “Goza dos poderes de investigação das autoridades judiciais” (cfr. Lei n.º 5/93, de 1 de Março, art.º 13.º, n.º 1) -, os despachos e outros documentos e informações oficiais já emitidos pelas entidades públicas e que, directa ou indirectamente, se relacionem com a operação que houve de condicionamento da comunicação social.

Esta evidência é tanto maior quanto é certo que todos aqueles que têm acompanhado os trabalhos da Comissão de Inquérito já perceberam que os intervenientes na conspiração continuam a agir concertadamente, nuns casos calando-se, como sucedeu com Rui Pedro Soares (é que não ´deve haver nada que este possa dizer que não o comprometa...) e, nos outros, debitando uma cartilha bem ensaiada que lhes terá sido distribuída por ordem do ‘chefe máximo’…

Acontece que as referidas declarações, quase pueris, jurando a inocência do primeiro-ministro, parecem ser verdadeiramente obscenas quando confrontadas com o conteúdo da documentação remetida pela Comarca do Baixo Vouga, a qual, nas palavras de Pacheco Pereira, um dos poucos Deputados que a consultou, é "pura e simplesmente avassaladora" e prova, à saciedade, que o primeiro-ministro estava envolvido no plano de condicionamento da imprensa e que mentiu aos Deputados quando lhes garantiu nada saber do assunto.

Não tendo conseguido comprar os magistrados do Baixo Vouga, os conspiradores tremem como varas verdes perante a simples ideia de aqueles documentos - tão explosivos devem ser... - poderem ser utilizados, mesmo que no âmbito restrito da comissão de Inquérito, e de, desse modo, acabar por ser finalmente revelado aos Portugueses a verdadeira extensão da sua miserável maquinação.

Por isso estão apostados em calar, silenciar, fechar à chave, impedir, enfim, que esses mesmos documentos possam alguma vez ser utilizados para revelar a verdadeira história do assalto socialista à TVI.
Conseguirão alcançar o seu intento?
É bem possível que sim.
A rede de interesses, a mancha de corrupção que o actual poder socialista montou nas mais altas esferas do Estado está a dar os seus frutos, por muita santidade que os Pilatos do nosso tempo farisaicamente se esforcem por aparentar…
Porque temem e lhes custa a Verdade?
Porque fogem dela como o diabo da Cruz?

Pela simples razão de que a Verdade não interessa. A Verdade queima. A Verdade não convive com a podridão que alastra no poder político instalado, que só quer, apenas quer proteger o homem, o mandante, o ‘chefe máximo’!

Oh, Portugueses, como pudemos permitir que o Estado acabasse tão completamente dominado por mafiosos sem escrúpulos e que o próprio regime político esteja a ser perigosamente corrompido pela pusilanimidade de alguns e o descaramento e falta de escrúpulos de outros?

Por mim, basta-me, neste post que já vai longo, porque grande é também a miséria moral dos governantes que apodrecem o País e alquebram a nossa forte gente, conhecer as conspiratórias conversas dos boys socialistas que o ‘Sol’ em tão boa hora e de forma tão corajosa divulgou.

Eles podem safar-se, mas nós sabemos – e eles sabem que nós sabemos – que eles são uma cambada de mafiosos!

Publicado por Rui Crull Tabosa

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - EXPLICAÇÃO SOBRE O TOQUE DE RECOLHER

Tudo que você precisa saber sobre toque de recolher no estado de emergência imposto na Tailândia
Greg fala Lamphear explica para estrangeiros sobre o estado de emergência e toque de recolher na Tailândia

Províncias sob o toque de recolher: Bangkok, Nakhon Pathom, Chon Buri, Nonthaburi, Samut Prakarn, Pathum Thani, Ayutthaya, Khon Kaen, Udon Thani, Chaiyaphum, Nakhon Ratchasima, Si Sa Ket, Chiang Mai, Chiang Rai Nan, Lampang, Nakhon Sawan, Kalasin, Mukdahan, Nong Bua Lumpu, Roi Et, Nakhon Sakhon, Ubon Ratchathani


- 2010/05/20 thaivisa.com

POLÍTICA DA TAILÂNDIA - ÚLTIMOS DESENVOLVIMENTOS

Militares detêm 13 vermelhos em Khon Kaen

Mais camisas vermelhas manifestantes em Khon Kaen foram detidos por, supostamente, ter destruido propriedades públicas, relatórios disse.

Eles foram presos depois de ter queimado pneus nas ruas, danificando dusd filiais Bangkok Bank e pilhagem a lojas 7Eleven.

As prisões foram efectuadas depois de os manifestantes, em torno da cidade, em cerca de 20 motocicletas e camiões destruiram várias propriedades públicas. Eles também lançaram bombas incendiárias em uma esquadra de polícia.

A companhia de soldados foram mobilizados para manter a paz e a ordem.

Munições encontradas na base do rali

Explosivos, bombas incendiárias e vários armas de assalto M16 e munições foram encontradas no local do comício na base da Ratchaprasong. A busca foi levada a cabo pelas forças de segurança da área. Centro para a resolução da situação de emergência (CRES) difundiu em rede naciona na tarde de hoje, quinta-feira.

O anúncio veio depois de a polícia forense e funcionários se deslocaram ao local para procurar provas que possam apontar as sabotagens dos pistoleiros anónimos trajando de preto.

Director do Instituto Nacional de Ciência Forense a Senhora Khunying Porntip Rojanasunant disse que a inspecção inicial de Wat Pathumwanaram mostrou seis corpos, descobertos, que tinham sido abatidos com tiros disparados à distância.

Foi ainda desconhecidos quem teria disparados os tiros fatais, disse ela.

Khunying Porntip disse que a investigação continuava.

Governo vai avançar com o programa de reconciliação

O governo vai avançar com o plano de reconciliação nacional proposto pelo primeiro-ministro, secretário-geral da PM Korbsak Sabhavasu informou.

"Vai levar cerca de quatro meses para concluí-lo. Após as metas ser alcançados e uma eleição geral será realizada", disse o Sr. Korbsak.

Ele disse que a data da eleição adequada será decidida pelo primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva.

Senador: Conflito na realidade não terminou

Embora a manifestação anti-governo acabou e os líderes camisas vermelhas se renderam à polícia, o conflito político não está realmente resolvido se o governo não conseguir demonstrar ao público que não tem duplas intenções, Senador Direk Thuengfang, pela província de Nonthaburi disse, hoje, quinta-feira .

Senhor Direk, o ex-presidente da Comissão Parlamentar sobre a Reconciliação Nacional e Reforma Política e Emenda Constitucional, disse que o governo seria capaz de manter a situação sob controle apenas por um curto período.

"Se o pedido de justiça não é ouvido, o caos político vai surgir em todas as regiões ao longo do tempo.

"Eu alertei o governo que o uso da força contra os manifestantes camisas vermelhas não acabaria com os confrontos políticos ", disse ele.

O senador sugeriu que o governo reanalisa-se o problema político e chegar a uma solução a longo prazo.

"O governo deve ter uma visão de longo prazo para resolver os problemas prementes do país e não uma resposta a curto prazo", disse ele.

Senhor Direk advertiu que os líderes da Frente Unida da Democracia contra a Ditadura, quando se renderam afirmaram claramente que a luta política continuaria..

Para realmente acabar com o conflito político, o governo deve garantir que um justo processo judicial sirva, apenas, de acusações contra os camisas vermelhas, disse ele.

Gigante estrondo no BigC em Ayutthaya

Uma bola de fogo gigante surgiu no ar depois de explosão numa sala de estar no supermercado Big C em Ayutthaya, distrito de Bang Pa-no, hoje, quinta-feira antes do meio dia, disse a polícia.

A explosão danificou a sala de estar e causou pânico entre os vendedores ao redor da área. Não houve relatos de ferimentos.

Governador de Ayutthaya Witthaya Piewpong disse que ordenou à polícia para reforçar a segurança na província depois das autoridades receberam informações de que existem três edifícios alvejados por desordeiros.

A segurança foi reforçada em torno de centros comerciais, atracções turísticas, bancos, na província, disse ele

Desordeiros cercaram a polícia no Monumento da Vitória

Mais de 100 manifestantes anti-governamentais cercaram uma equipa de policias, destacados, para a área do Monumento da Vitória, na tarde de hoje, quinta-feira, segundo relatos.

Os manifestantes disseram que estavam preocupados com sua segurança, alegando que dois dos policiais estavam armados.

Eles vaiaram e abusaram brutalmente a polícia, e disseram que iria permanecer no Monumento da Vitória, desafiando o toque de recolher imposto pelo governo das nove horas na noite às cinco horas da manhã.

Na área Bon Kai, próximo da avenida da Rama IV , tropas removeram as barricadas de arame farpado criadas pelos manifestantes. Trabalhadores também reparavam os transformadores de eletricidade na área.

Arisman líder vermelho, finalmente, preso

A polícia prendeu, hoje, quinta-feira o membro vermelho de linha dura, Arisman Pongruangrong, divulgou hoje “Post Today” no seu website citando o porta-voz da Polícia Metropolitana Piya Uthayo.

Na quarta-feira, o ex-astro pop Arisman conseguiu esgueirar-se para fora da base do rali dos vermelha no distrito da Ratchaprasong, enquanto outros membros do núcleo da Frente Unida para a Democracia contra Ditadura (UDD) encerravam o protesto de sete semana e se entregaram à polícia.

Maj-Gen Piya afirmou Arisman foi detido, com outros líderes da UDD, nas instalações da polícia de patrulhamento da fronteira , conhecido como Campo Naresuan , na província de Phetchaburi.

Ele disse que 48 pessoas foram presas na noite de quarta-feira acusadas de criar instabilidade e violar o toque de recolher imposto pelo Centro do governo para a resolução da situação de emergência (CRES).

Treze pessoas foram mortas e outras 88 ficaram feridas em confrontos entre manifestantes anti-governo e as tropas. Desde, ontem, quarta-feira registava-se um total de 50 mortes e 384 feridos, entre os dias 14 e 20 Maio

Prejuiso de1.000.000.000 bilião de bates provocado por fogo posto

Os danos causados pelo incêndio no grande supermercado na área do Monumento da Vitória poderia ser tão alta quanto um bilião bates, Rattapol Kraijirachote, o director disse, hoje, quinta-feira.

"Mais de 1.000 funcionários de cerca de 300 lojas no interior do Centro estão, de momento, desempregados por causa da incendiários", disse o Sr. Rattapol.

O centro comercial foi incendiado pelos manifestantes ontem e os bombeiros foram capazes de trazer o fogo sob controlo na manhã de hoje.