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domingo, 30 de maio de 2010

UMA PISCADELA DE OLHOS SOBRE FRANÇA

Uma França para trabalhar mais.

Retraite1

Após semanas de fraude, recusas e fugas, o governo do presidente Sarkozy chegou finalmente à verdade. Ele está planeando o impensável. É ... golo .... com o objetivo de aumentar a idade da reforma dos 60 para os franceses tão alto quanto 63 anos de idade.

Um funcionário do ministério deu a notícia triste nesta manhã e da oposição socialista tem empilhado no sistema do governo no sentido de roubar os trabalhadores franceses de um dos seus direitos mais caros.

É difícil evitar a caricatura aqui, porque todos estão a lidar com o estereótipo. Sarkozy está preocupado - ou fingindo estar preocupado - sobre os distúrbios que tradicionalmente recebe as tentativas de cortar direitos sociais francesas. A revolta contra a reforma previdenciária derrubou o primeiro governo do presidente Chirac, seu antecessor, em 1997. França tem desfrutado de uma idade de reforma no máximo 60 anos, desde que François Mitterrand, socialista, trouxe-a para baixo de 65 em 1981.

Os benefícios são generosos para os padrões da Europa. Os funcionários públicos continuam a receber 75 por cento do seu salário no final de seus dias. O sector privado só recebe cerca de 60 por cento de seu salário médio.

Os sindicatos da oposição declararam guerra para mantê-la dessa maneira. Na quinta-feira, todos, mas um dos principais sindicatos estão a levar um dia de "mobilização" contra a reforma - ou seja, marchas de protesto e greves por alguns trabalhadores do sector público.

Sarkozy tem trilhado com cuidado em explicar aos sindicatos e à opinião pública que, toda a gente vive mais tempo e a França não pode continuar financiando as suas luxuosas pensões. O sistema irá mergulhar 25000000000 € mais um sinal vermelho este ano.

O défice vai chegar a 100 biliões de euros, por ano, até 2050, sem reforma. Sarkozy tem adoçado seu discurso ao aceitar abrir um buraco no escudo fiscal ", o limite máximo de 50 por cento do imposto sobre o pessoal de fora que ele impôs após a sua eleição em 2007. assalariados de renda alta vão ter de desembolsar um montante indefinido mais em "solidariedade".

Quem não satisfaz é a oposição, que vê o escudo fiscal como o símbolo das políticas, supostamente, produzir-pobres-Sarkozy.

Nada disto implica, Deus me perdoe, que a França está embarcando em um plano de austeridade. Os ministros do governo foram ordenados a fim de evitar a palavra-R - la rigueur - A todo custo. Os gastos freados e agora a ser aplicada, para os orçamentos do ministério são apenas, razoável, limpeza.

Sarkozy, na realidade, liderou a oposição e os sindicatos em uma armadilha. Castigada pela tragédia grega e do euro-crise, cerca de 60 por cento da população admite que o aumento da idade da reforma é inevitável, segundo as pesquisas. Eles sabem que a Alemanha, que é mais rica que a França, concordaram no que diz voltar em 2007 para aumentar a idade da reforma 65-67.

Os riscos de bloqueio da oposição se com sua resistência. Martine Aubry, líder socialista, decidiu transformar L'Age de la retraite em um campo de batalha para as eleições presidenciais que ela espera ganhar em 2012. Ela está falando de um "Casus belli"E prometeu trazer a idade de volta para baixo a 60 se for eleita.

O buraco da pensão deve ser pago por mais impostos sobre os ricos e impostos sobre o rendimento do investimento, diz ela.

Aubry, que foi a arquitecta da França de trabalho de 35 horas por semana, está colocando a sua luta na guerra dos reformados. Em contraste, Dominique Strauss-Kahn, seu rival, principal, na corrida à presidência, diz que a França deve dar o "dogma" da aposentadoria aos 60 anos o plano de Aubry, é claro, e não está de acordo com Strauss-Kahn, presidente do Fundo Monetário Internacional, com a imagem de um amigo dos financiadores e o flagelo da classe trabalhadora.

O clima na França é certamente diferente do que na Alemanha, Irlanda, Grã-Bretanha e outros países que se inclinaram para a austeridade. Apesar das manchetes, as pessoas não estão muito preocupados com a crise das finanças públicas. Mas há uma consciência de que a França não pode escapar ao que todo mundo está passando. A resistência Socialista parece um erro de cálculo.

A ELEIÇÃO DE MANUEL ALEGRE PARA PRESIDENTE


Estamos perante de um círculo vicioso, implantado, depois do 25 de Abril de 1974 entre o Partido Socialista que voltou em espécie de um grupo “mafioso”.

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Ainda seguem no grupo alguns ossos ruins de roer. Continuam andar por aí e até desconhecem onde a vergonha reside.

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São bem conhecidos pela pessoas da minha idade e outras mais novas uns 10 anos que o nascimento do Partido Socialista para os Portugueses foi trágedia do final do século, passado, onde não se lhe conheceu obra nenhuma a não ser a da oportunismo.

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Nem do Mário Soares, do Sampaio, do Guterres e do José Sócrates, que presentemente governa Portugal ficou obra. Outros que se sigam o resultado será o mesmo.

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Já na última candidatura, à Presidência da República, surge o Manuel Alegre e voltou à carga agora e com o apoio do Primeiro-Ministro José Sócrates.

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O poeta não desarma e gostaria de no final de uma vida, politicamente fracassada, ocupar o Palácio de Belém. Se isso viesse acontecer seria a maior ofensa aos portugueses de bem.

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Ora o poeta (que nunca li um verso que fosse) tem um curriculum, avassalador, com a suspeita de ter traído as tropas portugueses na guerra de Angola passando informações ao inimigos; exilou-se na Argélia e de lá mandou as suas “bocas” revolucionárias para Portugal (o país onde foi parido) e para o inimigo que lutava contra as Forças Armadas Portuguesas. Em suma o Manuel Alegre andou às “sopas” de países de regimes de inspiração comunista e baixou-se a eles para sobreviver.

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Mas evidentemente que Manuel Alegre não virá a ser o presidente de todos os portugueses, por que não tem cariz nem obra feita atrás dele.

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Porém as campanhas eleitorais têm verbas que são doadas aos candidatos, cuja estas vêm de todos nós, contribuintes, portugueses.

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Tanto faz como desfaz ao Manuel Alegre ganhe ou não as eleições o que é necessário é que o montante da verba chegue para grandes almoçaradas e jantaradas de amigos para elogiarem um homem que nunca haja feito de bom a Portugal.

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Mas depois das despesas em “comidelas” há os cartazes a “borrarem” as paredes de Portugal e, claro sempre ficam uns “trocos” que o destino que leva imagino-o, mas não digo.

José Martins

DAI SENHOR AO POETA ALEGRE O ETERNO DESCANSO ENTRE OS ESPLENDORES DA LUZ PERPÉTUA

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Sócrates: "Apoio Manuel Alegre de forma convicta"
por Lusa - Ontem

O secretário geral do PS afirmou hoje desejar "convictamente" a vitória de Manuel Alegre nas próximas eleições presidenciais e adiantou que pessoalmente se empenhará nesse ato eleitoral.

José Sócrates falava aos jornalistas no final da reunião da Comissão Nacional do PS, que decidiu por ampla maioria (dez votos contra e uma abstenção) que este partido apoiará a candidatura presidencial de Manuel Alegre.

O ZÉZITO E SUAS CLÁSSICAS GALGAS

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Aquilo que eles disseram e os ingénuos dos portugueses acreditaram:

«Portugal foi o último país a entrar na crise e foi o primeiro a sair dela. Portugal está em todos os índices económicos acima da média europeia.»
«Portugal teve de antecipar algumas medidas do PEC.»

«Garantidamente, os impostos não vão subir.»

«Tivemos de aumentar os impostos.»

«As grandes obras públicas vão avançar porque elas são vitais para o País. Seria uma irresponsabilidade não o fazer.»

«Vamos repensar as obras públicas que ainda não foram adjudicadas.»

«O TGV Lisboa-Madrid é uma obra imprescindível, por isso vai ser realizada.»

«Só vamos adjudicar a obra do TGV entre Poceirão e Caia.»

«A terceira travessia do Tejo não vai avançar.»

«A terceira travessia do Tejo avança daqui a 6 meses.»

«A terceira travessia do Tejo não se sabe se vai avançar daqui a 6 meses. Depende.»

«O aumento dos impostos vai durar até final de 2011.»

«O aumento dos impostos vai durar até quando for preciso.»

«Os impostos aumentam a partir do início do 2.º semestre deste ano.»

«O aumento do IRS tem efeito retroactivo a 1 de Janeiro.»


«Os impostos aumentam a partir do dia 1 de Junho.»

Todas estas afirmações foram proferidas, no espaço de um mês, por vários membros do Governo, entre eles: pelo primeiro-ministro, pelo ministro das Finanças, pelo ministro dos Transportes e Obras Públicas, pelo ministro do Assuntos Parlamentares e pelo secretário de Estado das Finanças.

Algumas destas afirmações contrárias foram proferidas no período de 24 horas.
Várias destas afirmações contrárias foram proferidas pela mesma pessoa.
Portugal está à deriva.

Agora digam lá, não é pior viver com governo do que sem ele?

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LÍNGUA-A herança da língua portuguesa no oriente por Marco Ramerini

Margarida Castro
para grupo-dialogos

A herança da língua portuguesa no oriente


10 de Maio de 2010

Tradução feita por Márcia Siqueira de Carvalho
a herança da língua portuguesa no oriente
Regiões onde o português e variações deste eram - ou ainda são - exercitados

Regiões do oriente onde o português e variações deste eram - ou ainda são - exercitados

A língua portuguesa foi, nos séculos XVI, XVII e XVII , a língua dos negócios nas costas do Oceanos Índico, em função da expansão colonial e comercial portuguesa. O português foi usado, naquela época, não somente nas cidades asiáticas conquistadas pelos portugueses, mas também por muitos governantes locais nos seus contatos com outros estrangeiros poderosos (holandeses, ingleses, dinamarqueses, etc).

No Ceilão, por exemplo, o português foi usado para todos os contatos entre os europeus e a população nativa; vários reis do Ceilão falavam fluentemente esta língua e nomes portugueses eram comuns na nobreza. Quando os holandeses ocuparam a costa do Ceilão, principalmente sob as ordens de Van Goens, eles tomaram medidas para parar o uso da língua portuguesa. Porém, ele estava tão entranhado entre os habitantes do Ceilão que até mesmo as famílias dos burgueses holandeses começaram a usar a língua portuguesa. Em 1704, o governador Cornelius Jan Simonsz falava que : “se você fala português no Ceilão, você é entendido em todo lugar”. Também na cidade de Batávia, capital da Holanda Oriental (atual Jakarta), o português foi a língua falada nos séculos XVII e XVIII.

As missões religiosas contribuíram para esta grande expansão da língua portuguesa. Isto porque desde que as comunidades se convertiam ao catolicismo, elas adotavam o português como língua materna. Também as missões protestantes (holandeses, dinamarqueses, ingleses …) que trabalharam na Índia foram forçados a usar o português como a língua de evangelização.

A língua portuguesa também influenciou várias línguas orientais. Muitas palavras portuguesas foram incorporadas por vários idiomas orientais, como as da Índia, do suaili, malaio, indonésio, bengali, japonês, os várias do Ceilão, o tetum de Timor, africâner da África do Sul, etc. Além disso, onde a presença portuguesa era preponderante ou mais duradoura, cresceram as comunidades de “casados” e “mestiços” que adotaram uma variedade de língua mãe: uma espécie de Creoule português.

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BIBLIOGRAFIA:


- Abdurachman, Paramita Rahayu "Some portuguese loanwords in the vocabulary of speakers of Ambonese Malay in christian villages of Central Moluccas"
17 pp. LIPI, 1972, Jakarta, Indonesia.
- Clancy, Clements "The genesis of a language: the formation and development of Korlai Portuguese"
XII, 281 pp. maps, Creole language library vol.16, Benjamins, 1996, Amsterdam and Philadelphia.
- Dalgado, S. R. "Estudos sobre os Crioulos Indo-Portugueses"
187 pp. Comissao Nacional para as Comemoraçoes dos Descobrimentos Portugueses 1998 Lisboa, Portugal.
Dialecto Indo-Portugues de Goa; Dialecto Indo-Portugues de Damao; Dialecto Indo-Portugues do Norte; Dialecto Indo-Portugues de Negapatao; Berço duma cantga em Indo-Portugues.
The latest edition of the interesting study of Sebastiao Rodolfo Delgado on the Creole languages of Goa, Damao, Negapatam and the Northern Province of India.
- Dalgado, Sebastião Rudolfo "Dialecto Indo-Português de Ceilão"
301p. (Cadernos Ásia) CNCDP, 1998, Lisboa, Portugal.
- Daus, Ronald "Portuguese Eurasian communities in Southeast Asia"
83 pp. Institute of Southeast Asian, 1989, Singapore.
The Portuguese Eurasian communities in Malacca, Tugu, Larantuka and Singapore.
- Goonatilleka, M.H. "A Portuguese Creole in Sri Lanka: A Brief Socio-Linguistic Survey"
In: SOUZA, Teotónio R. de (ed.) "Indo-Portuguese History. Old Issues, New Questions (3 th ISIPH )"
pp. 147-180 Concept, 1985, New Delhi, India.
- Hettiarachchi, A. S. "Influence of Portuguese on the Sinhalese Language"
JCBRAS Vol. IX, 1965, pp. 229-238
- Jackson, Kenneth David "Sing without a shame:oral traditions in Indo-Portuguese creole verse: with transcription and analysis of a nineteenth-century manuscript of Ceylon Portuguese Creole"
XXVII, 257 pp. Creole Language Library, Benjamins, 1990, Amsterdam and Philadelphia.
- Lopes, David "A Expansão da Língua Portuguesa no Oriente durante os Séculos XVI, XVII e XVIII"
265 pp. Portucalense Editora, 1969, Porto, Portugal.
- Matos, Luís de "O português, língua franca no Oriente"
In: "Colóquios sobre as províncias do Oriente" Vol. 2 Junta de Investigações do Ultramar, 1968, Lisboa. - pp. 11-23
(Estudos de Ciências Políticas e Sociais ; 81)
- Silva Jayasuriya, Shihan de "Indo Portuguese of Ceylon: a contact language"
188 pp. Athena Publications, 2001, London, UK.
- Silva Rego, Padre Antonio da "Dialecto Portugues de Malaca e outros escritos"
304 pp. (Cadernos Ásia) CNCDP, 1998, Lisboa, Portugal.
Dialecto Portugues de Malaca; A Comunidade Luso-Malaia de Malaca e Singapura; A cultura Portuguesa na Malaia e em Singapura.
- Teixeira, Pe. Manuel "The Influence of Portuguese on the Malay Language"
In: "Journal of the Malayan Branch of the Royal Asiatic Society", 1962, vol. XXXV (Pt. 1).
- Theban, Laurentiu "Situaçao e perspectivas do português e dos crioulos de origem portuguesa na India e no Sri-Lanka"
In: "Actas do Congresso sobre a situaçao da lingua Portuguesa no Mundo" vol. 1 pp. 269-285 Imprensa National, 1985, Lisboa, Portugal.

http://www.colonialvoyage.com/pt/asia/lingua/heranca.html

leia este artigo na íntegra no http://opatifundio.com/site/?p=3153

O ZÉZITO ATACADO E... A MAIS (NÃO PRESTA) A GOVERNAR PORTUGAL

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MUITO IMPORTANTE, POIS TRATA-SE DE UM SOCIALISTA COM PESO NOS MEDIA…
E FALTA TUDO O RESTO RELACIONADO COM O SEU CARÁCTER

vicentejorgesilva


Senhor primeiro-ministro,

Depois de ler as suas respostas à comissão de inquérito sobre o caso PT/TVI e o ouvir na entrevista que deu esta semana à RTP, aprofundei uma convicção que já tinha manifestado nestas colunas:

o senhor deixou de ser o chefe de Governo de que Portugalprecisa para enfrentar a maior crise destas três décadas e meia de democracia. E pergunto-_-me mesmo se alguma vez o foi – ou o poderia ter sido –, considerando as características da sua personalidade e do seu estilo de governação.

O senhor é, indiscutivelmente, um homem de múltiplas qualidades. É determinado, combativo, tem uma forte capacidade de comando, o talento da retórica e até o carisma que são necessários a um chefe de Governo. Mas a todas essas qualidades falta o substrato essencial que lhes dá alma ou, como diria Musil, invertendo os termos do seu famoso romance, são qualidades sem homem.

Por outras palavras, o senhor sofre de um défice crónico que nenhuma metamorfose artificial pode disfarçar: o défice do factor humano.

Quanto muito, o senhor seria um primeiro-ministro para tempos fáceis (ainda que o fossem apenas ilusoriamente), como aconteceu quando o país vivia à sombra das primeiras benesses trazidas pela integração na Europa – e que não soubemos capitalizar para o futuro. Foi esse o caso de Cavaco ou de Guterres que, apesar disso, recorde-se, terminaram os seus mandatos governativos em estado de desencanto.

Mas estes tempos em que vivemos são muito difíceis, os mais difíceis que a actual geração de portugueses já conheceu. E é perante essas dificuldades que o seu comportamento, as suas obsessões, o seu estilo, se mostram completamente desajustados.

O senhor argumentará porventura que tem manifestado uma consciência plena dessas dificuldades, até porque acaba de prescrever aos portugueses uma duríssima cura de austeridade que não poupou ninguém – sobretudo aqueles que não estão em condições de poder suportá-la sem descerem um novo patamar na escada da pobreza. E talvez argumente ainda que foi durante o seu primeiro Governo que se fez um esforço pioneiro para pôr em ordem as contas públicas. Dirá que esses eram também tempos difíceis, e, à primeira vista, o senhor mostrou-se à altura da situação.

Mas a lição desses tempos de pouco serviu para levá-lo a prevenir outros tempos bem piores, como são aqueles que temos pela frente. Por causa da crise mundial e europeia que apanhou todos os governos desprevenidos e à qual só hoje se começa efectivamente a reagir? Sim, sem dúvida. Só que, além desses factores, havia outros, internos e estruturais, que permaneceram como se nada fosse depois da correcção do défice pelo seu Governo anterior.

Foi assim que se regressou à ilusão dos tempos fáceis, até o tecto começar a desabar sobre a nossa cabeça enquanto o Governo insistia em assobiar para o lado, como se essa recusa do confronto com a realidade pudesse ser mascarada pela propaganda e a fantasmagoria estatística oficiais. Aliás, a obsessão de festejar euforicamente toda e qualquer performance económica ou tecnológica do país, mesmo quando o seu carácter passageiro e pontual era mais do que óbvio, constitui uma marca persistente do seu comportamento desde o primeiro dia.

Ainda agora, na entrevista à RTP, o senhor não se poupou à vã glória de Portugal ser o primeiro país da União Europeia a sair da ‘recessão técnica’ – embora a nossa recessão real seja o que é – ou de, coisa ainda mais extraordinária, o líder europeu nesse território de ficção científica que é… o ‘governo tecnológico’. Que grande consolação para os portugueses a quem se prometem horizontes indefinidos de desemprego (mas há sempre uma estatística governamental de última hora para relativizá-lo), de perda do poder de compra e outros sacrifícios cujo efeito redentor já não inspira nenhuma crença…

Sabe-se apenas que estamos condenados a esta sorte e que nada nem ninguém nos garante como nem quando haveremos de sair dela. Logo a começar por si, senhor primeiro-ministro. Só que o senhor parece infinitamente contente consigo mesmo e o sentido patriótico das suas responsabilidades, a vocação épica de cumprir o seu dever – e, por isso, não deve desculpas a ninguém, antes pelo contrário
Um dos seus maiores problemas é a relação com a realidade. Não a realidade que o senhor quer ver e com que pretende convencer os seus concidadãos, mas a realidade que existe independentemente de si e, cada vez mais, contra si mesmo. Ou de fora para dentro, por imposição europeia.

Essa relação com a realidade reflecte também a sua relação com a verdade. O senhor fechou-se tão profundamente na sua concha virtual que se julga incólume a qualquer acidente que possa eventualmente pôr em causa a ordem da sua relação com o mundo exterior. É assim que acaba por acreditar que esse mundo exterior existe exclusivamente em função do que nele quer ver. Vive em auto-_-ilusão permanente: já só é capaz de vislumbrar as imagens que projecta, convencendo-se de que apenas elas são reais.

Por isso, quando lemos as suas respostas à comissão de inquérito sobre o caso PT/TVI, o que mais impressiona é a insustentável ligeireza com que lida com a inverosimilhança, cultivando um ‘estado de negação’ sobre as evidências mais singelas, nomeadamente as suas relações com algumas personagens intervenientes no enredo (como Granadeiro, Vara, Pina Moura ou Rui Pedro Soares).
Mesmo que este caso fosse destituído de gravidade política – e não é –, a construção da sua narrativa revela uma resistência quase psicótica às leis elementares da credibilidade. Porque ninguém pode acreditar que uma pessoa como o senhor, sabendo embora ‘informalmente’ o que sabia, não o fizesse saber mais ou menos ‘formalmente’ aos vários intérpretes da peça antes de se chegar ao último acto. A não ser que a peça tivesse sido encenada por si – e o senhor tivesse perdido (ou fingido perder) a noção disso.

ECONOMIA DA TAILÂNDIA - EXCELENTES PREVISÕES


Primeiro-Ministro : o PIB cresça entre 3,5-4,5% em 2010


O produto interno bruto da Tailândia, doméstico, cresceu 12 por cento no primeiro trimestre de 2010 - um dos maiores crescimentos no mundo -, enquanto as exportações subiram acima dos 30 por cento, o primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva, disse, hoje, domingo.

Sr. Abhisit, disse, durante seu programa semanal que o investimento e o turismo melhorou nos três primeiros meses deste ano, indicando que a economia se recuperou da crise econômica mundial.

No entanto, segundo ele, a violência política desde abril havia atingido o sector do turismo e a confiança das pessoas.

"O PIB de 2010 deve crescer entre 3,5 e 4,5 por cento. Projecção do governo de crescimento económico anterior foi entre seis e sete por cento", disse ele.

O governo vai continuar a reavivar a economia, disse.

O primeiro-ministro disse que 17 por cento dos 2,07 trilhões de baht ($ 64,7 bilhões) do orçamento para o próximo ano fiscal serão alocados para o investimento.

"No início, o governo queria que a dotação para investimento em mais de 20 por cento, mas a situação está voltando ao normal.

"O orçamento do próximo ano visa reduzir a disparidade social e as de rendimento, enquanto a dívida pública não será mais de 50 por cento do PIB," o Sr. Abhisit disse.

Quando comparado com alguns países europeus que têm enormes dívidas públicas, o governo tailandês consegue administrar sua dívida pública, acrescentou.

Sobre a Tailândia clique a seguir
http://www.theodora.com/wfbcurrent/thailand/index.html

Mais um Passeio pela Avenida

cgtp

E pronto, lá fui eu passear-me pela Avenida, chamada de Liberdade, para lutar contra a injustiça social que se vive no país e pelo infame ataque aos mais fracos e desprotegidos que está a ser feito em nome da crise. Ingenuamente quis acreditar que hoje pudesse ser diferente, que fosse uma manifestação de todos contra estas políticas, e não mais um desfile da CGTP que acabou em lindos discursos arrematados pelo obrigatório Hino Nacional. Fui e não gostei porque se gritou mais CGTP, CGTP que palavras contra o governo. A palavra capitalismo parece que se tornou tabu, a participação dos não alinhados, dos que dizem coisas diferentes, como a palavra "capitalismo", são rodeados pelos "stuarts" da manifestação e forçados a desfilar no passeio. De Greve Geral não se falou e ficou em aberto a possibilidade de todas as formas de luta permitidas pela Constituição (como se na véspera da Manifestação já não o fossem). Não se sabe para quando, como se não fosse agora a hora de as fazer. Não se sabe quais, como se não fosse a hora de serem todas começando pela Greve Geral. Uma jornada que devia ter sido de luta e foi simplesmente mais uma de propaganda. Fui, porque todos nunca seremos demais para acabar com a injustiça e a miséria, voltarei a ir porque pouco é melhor que nada, mas acredito que é preciso fazer muito mais. Aliás, passeios destes já acontecem à muitos anos e os trabalhadores continuam a ver os seus direitos e poder de compra cada vez mais reduzidos.

CARNAVAL É SEMPRE QUE O HOMEM QUISER

brasil

O Primeiro-ministro samba no Brasil, o das Finanças vai ouvir swing para a Bolsa de Nova Iorque com os seus amigos das grandes empresas e deixam o Jorge Lacão sozinho no Parlamento. A crise segue dentro de momentos.

OS MERCENÁRIOS




OS "MERCENÁRIOS" QUE APARECEM POR AQUI.
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Neste Reino, por onde já sigo há mais de três décadas os portugueses que por aqui passaram, viveram e nasceram nunca se hajam enfrentado com mercenários que aparecem à rédea solta.
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Me parece que os “mercenários”, sem estarem dentro dos assuntos da Ásia, pretende endireitar (o que nunca ninguém indireitou) o que não está em linha recta.
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Os mercenários são apátridas, gente reles e de baixo estofo.
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A Pátria deles é a dos “badamecos” que procuram de formas e feitios de “chular” o próximo sem vergar a espinha.

Os mercenários são chantagistas, f......os de p......as (cobardes) que não conhecem ninguém mesmo aqueles que lhe deram guarida.

Os mercenários acabam, sempre, na merda.

Acabam de desaparecer, como os cães que levaram uma biqueirada no cu e fugiram com o rabo entre as pernas.
José Martins

DO MEU AMIGO AÇORIANO ADALINO CABRAL

Arrrrrrriiiiibaaaa... !!!


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Corazón Espinado-Maná-Santana2,998,733 viewsadaltrov

Sempre p'ra frente!

ENVIADO PELO IRREVERENTE, MEU AMIGO, AÇORIANO ADALINO CABRAL

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CRISE!!!

CRISE FINANCEIRA!

A pergunta do dia:

O dolar vai cair ou nao???


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Moral da história:

Em tempos de crise devemos apertar o cu.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 30.05.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Acidente fere seis jovens
Ana Jorge: Melhorar a gestão
Muriqui: Sporting quer médio
Fernando Nobre: Tranquilo com PS
Protesto: Transportadores param

Capa do Público Público

Colombianos começam hoje a escolher o sucessor de Uribe
Paulo Faria muito satisfeito com a conquista “fantástica” do Sporting
Há nomes para a história, um deles é Basso

EUA vencem a Turquia por 2-1
Alemanha ganha na Hungria por 3-0

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Namoro assumido entre a cidade e o velho castelo
Parque de diversões para toda a família
Portugueses não negam ajuda ao Banco Alimentar em tempo de crise
Professores falam em violência e perseguição
Que trunfos usam os relatores para escrever os relatórios

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Portugal em 18º no Festival da Eurovisão
Galas de "Achas que sabes dançar?" começam esta noite
40 mil utentes estão "metidos num buraco"
A música somente como entretenimento
BB King deixou o nome gravado em Sabrosa

Capa do i i

Educadores de infância querem regras iguais às do ensino básico
Creches e lares com aumento zero no ano da crise social
Já há portugueses a fazer testamento vital apesar de não existir lei
Escutas. PSD e procurador-geral trocam críticas sobre despachos
Carlos Cruz. Os responsáveis estão por encontrar. "Procurem-nos"


Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Dragões na corrida por Emana
Valência facilita saída de Viana para Alvalade
Cardozo assume vontade de sair

Villas Boas pode ser apresentado segunda-feira
Portugal garante apuramento para Euro-2011

Capa do Record Record

Saída de Cássio adiada
Garantia de segurança no miolo experiente
Alívio por Guarín

Queiroz: «Mourinho vai estar atento e terá sucesso»
José Gonçalves: «Nuno Gomes teria triunfado no Hearts»

Capa do O Jogo O Jogo

Uruguai: Oscar Tabaréz revela lista definitiva
Alemanha bate Hungria por 3-0 em jogo amigável
Nádia Vieira atinge recorde nacional absoluto nos 200 metros estilos
EUA vencem Turquia por 2-1
Marcha: Susana Feitor na 8ª posição em Cracóvia