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terça-feira, 8 de junho de 2010

A VERDADE CHEGA SEMPRE TARDE!

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Portugal, país de homens sem Honra e sem Vergonha. Nunca julgou, nem Rosa Coutinho , nem os outros, seus iguais.

http://jornal.publico.clix.pt/imgCronFull/antonioBarreto.jpg

domingo, 13 de Abril de 2008
Angola é nossa !

Holocausto em Angola' não é um livro de história. É um testemunho. O seu autor viu tudo, soube de tudo.

Só hoje me chegou às mãos um livro editado em 2007, Holocausto em Angola, da autoria de Américo Cardoso Botelho (Edições Vega). O subtítulo diz: 'Memórias de entre o cárcere e o cemitério'. O livro é surpreendente. Chocante. Para mim, foi. E creio que o será para toda a gente, mesmo os que 'já sabiam'. Só o não será para os que sempre souberam tudo. O autor foi funcionário da Diamang, tendo chegado a Angola a 9 de Novembro de 1975, dois dias antes da proclamação da independência pelo MPLA. Passou três anos na cadeia, entre 1977 e 1980. Nunca foi julgado ou condenado. Aproveitou o papel dos maços de tabaco para tomar notas e escrever as memórias, que agora edita. Não é um livro de história, nem de análise política. É um testemunho. Ele viu tudo, soube de tudo. O que ali se lê é repugnante. Os assassínios, as prisões e a tortura que se praticaram até à independência, com a conivência, a cumplicidade, a ajuda e o incitamento das autoridades portuguesas. E os massacres, as torturas, as exacções e os assassinatos que se cometeram após a independência e que antecederam a guerra civil que viria a durar mais de vinte anos, fazendo centenas de milhares de mortos. O livro, de extensas 600 páginas, não pode ser resumido. Mas sobre ele algo se pode dizer.
O horror em Angola começou ainda durante a presença portuguesa. Em 1975, meses antes da independência, já se faziam 'julgamentos populares', perante a passividade das autoridades. Num caso relatado pelo autor, eram milhares os espectadores reunidos num estádio de futebol. Sete pessoas foram acusadas de crimes e traições, sumariamente julgadas, condenadas e executadas a tiro diante de toda a gente. As forças militares portuguesas e os serviços de ordem e segurança estavam ausentes. Ou presentes como espectadores.

A impotência ou a passividade cúmplice são uma coisa. A acção deliberada, outra. O que fizeram as autoridades portuguesas durante a transição foi crime de traição e crime contra a humanidade. O livro revela os actos do Alto-Comissário Almirante Rosa Coutinho, o modo como serviu o MPLA, tudo fez para derrotar os outros movimentos e se aliou explicitamente ao PCP, à União Soviética e a Cuba. Terá sido mesmo um dos autores dos planos de intervenção, em Angola, de dezenas de milhares de militares cubanos e de quantidades imensas de armamento soviético. O livro publica, em fac simile, uma carta do Alto-Comissário (em papel timbrado do antigo gabinete do Governador-geral) dirigida, em Dezembro de 1974, ao então Presidente do MPLA, Agostinho Neto, futuro presidente da República. Diz ele: 'Após a última reunião secreta que tivemos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia Fanon que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, a fim de provocar a sua debandada de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. A FNLA e a UNITA deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e da sua experiência militar. Desenraízem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruíne toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela'.

Estes gestos das autoridades portuguesas deixaram semente. Anos depois, aquando dos golpes e contragolpes de 27 de Maio de 1977 (em que foram assassinados e executados sem julgamento milhares de pessoas, entre os quais os mais conhecidos Nito Alves e a portuguesa e comunista Sita Valles), alguns portugueses encontravam-se ameaçados. Um deles era Manuel Ennes Ferreira, economista e professor. Tendo-lhe sido assegurada, pelas autoridades portuguesas, a protecção de que tanto necessitava, dirigiu-se à Embaixada de Portugal em Luanda. Aqui, foi informado de que o vice-cônsul tinha acabado de falar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros. Estaria assim garantido um contacto com o Presidente da República. Tudo parecia em ordem. Pouco depois, foi conduzido de carro à Presidência da República, de onde transitou directamente para a cadeia, na qual foi interrogado e torturado vezes sem fim. Américo Botelho conheceu-o na prisão e viu o estado em que se encontrava cada vez que era interrogado.

Muitos dos responsáveis pelos interrogatórios, pela tortura e pelos massacres angolanos foram, por sua vez, torturados e assassinados. Muitos outros estão hoje vivos e ocupam cargos importantes. Os seus nomes aparecem frequentemente citados, tanto lá como cá. Eles são políticos democráticos aceites pela comunidade internacional. Gestores de grandes empresas com investimentos crescentes em Portugal. Escritores e intelectuais que se passeiam no Chiado e recebem prémios de consagração pelos seus contributos para a cultura lusófona. Este livro é, em certo sentido, desmoralizador. Confirma o que se sabia: que a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome. Que a esquerda é capaz de tudo, da tortura e do assassinato, desde que ao serviço do seu poder. Que a direita perdoa tudo, desde que ganhe alguma coisa com isso. Que a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam. A esquerda e a direita portuguesas têm, em Angola, o seu retrato. Os portugueses, banqueiros e comerciantes, ministros e gestores, comunistas e democratas, correm hoje a Angola, onde aliás se cruzam com a melhor sociedade americana, chinesa ou francesa.

Para os portugueses, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que lá julgavam ser possível a sociedade sem classes e os amanhãs que cantam. Para os que lá estiveram, para os que esperavam lá ir, para os que querem lá fazer negócios e para os que imaginam que lá seja possível salvar a alma e a humanidade.

Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extracção de petróleo e o comércio de tudo, dos diamantes às obras públicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola é nossa! E nós? Somos de quem?

Sociólogo

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ENSINAR CROCODILOS A NADAR

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(Só não se sente quem não é filho de boa gente)

Na vida de cada qual surge um crocodilo que ensinamos a nadar. Depois depois de aprender corta-nos o braço. Os crocodilos, como os humanos choram lágrimas falsas.
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Durante a minha vida, já com um certo peso, na idade, surgiu-me um crocodilo que ensinei a nadar. Não chorou e a sua apresentação, desde então, me saltou-me à vista ser um crocodilo especial, letrado, sabedor e apaixonado pela história.
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Há crocodilos que entram de rompão no lago, mas outros há, são crocodilos sábios, pacientes e aguardam o saber nadar e depois “zas catrapaz” decepam os braços, as pernas, o corpo e alma de quem os acolheu.
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Como é sabido o crocodilo é um réptil, nojento o de quatro patas, mas depois, existem outros humanos (sem humanidade ou princípios que valham) de duas patas. Mestres no “blá-blá”, convencidos, na arte do aliciamento e capazes de ultrapassar as fronteiras do oportunismo para viverem de expedientes.
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Depois do crocodilo de duas patas que ensinei, preliminarmente, a nadar no lago e dar umas braçadas na água seguiu em direcção errada voltando arrogante, ameaçador e não menos chantagista.
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Ocupou, pelas suas habilidades, parte do lago onde lhe permitiram, um espaço voluntário, para nadar e desde logo pensou ser dele, cortar os braços e arrumar definidamente os que se lhe atravessassem no seu rumo traçado .
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A história de um crocodilo de duas patas
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Ora eu durante 24 anos que servi Portugal na Embaixada em Banguecoque, em verdade nunca me surgiram crocodilos, mas sim gente modesta, inteligente, ambiciosa e desejosa de melhorar seus conhecimentos em cima da matéria que estudaram que seriam as relações históricas entre Portugal e a Tailândia.
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Pessoas decentes, agradecidas pelo caminho do conhecimento que lhes ofereci. Duas senhoras, já há vários anos me contactaram e servi-as (embora eu não seja letrado), no meu melhor) e escreveram excelentes teses que lhe serviram para subir em suas carreiras.
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Até aos dias que correm ficamos amigos e me contactam esporadicamente. A história que vou contar, sem nomear o nome do crocodilo de duas patas que lhe ensinei a dar as primeiras braçadas, porque se fosse por este caminho, teria que designar nomes e instituições e isso eu não quero. Foram, como eu, vítimas do crocodilo de duas patas.
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Por não designar o nome do crocodilo de duas patas, não pense por aí o réptil, ameaçador e chantagista que eu tenho receio que depois de me cortar os braços que cortará as pernas.
Isso nunca!
Vamos a ele sem temor e apertar-lhe as mandíbulas deixando-lhas bem seguras para não cortar mais braços ou pernas a outros incautos como eu o fui.
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A história: “Em 22 de Setembro de 2002 apareceu no meu arquivo do computador, um e-mail, com o seguinte teor:


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Bom dia Maria,
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Chamo-me ........................................., sou professor universitário e chefe da Divisão de actividades Cultural e Científica da......................... de Lisboa. Tenho uma grande paixão pela Tailândia e estou a desenvolver grandes esforços para sensibilizar as autoridades governamentais portuguesas para que as celebrações dos 500 anos de relações entre os dois países sejam realizadas com alguma visibilidade e honrem o nosso glorioso passado histórico. Julgo que vamos conseguir lançar mão de uma política de edições, de cooperação cientifica e cultural, de exposições e, se tudo correr bem, de alguns espectáculos em Banguecoque.
Mantenha-se em contacto comigo porque VAMOS PRECISAR DE SI.
Obrigado
................................. (assinatura)


Ora por aqui se pode analisar que o crocodilo de duas patas mostra suas tendências de chefe empreendedor, (sem procuração de um departamento estatal português), por sua conta e risco e como pessoa importante (se julga) pretende que minha filha Maria, que apenas tem o nome no título do website http://www.aquimaria.com/ , que eu desenvolvo, se mantenha em contacto com o crocodilo de duas patas.
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Sem querer alongar-me mais e transcrever a vasta correspondência travada entre mim e o crocodilo de duas patas desde 2002 a 2006, cujo dossier é composto de 16 páginas e, de facto, uma correspondência de certo modo decente, construtiva em que lhe ofereci os meus préstimos, particularmente, porque seus projectos não passavam mais que, no seu imaginário, teria de começar por mim e mais tarde lixar-me.
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È me difícil saber o que o crocodilo de duas patas teria (além de enviar um e-mail meu e lhe revelava certos desconfortos relativos aos serviços) acrescentado a meu respeito à pessoa que era, na altura, meu chefe. Porque o crocodilo de duas patas é de intrigas e delas, aguardava, tirar dividendos.
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Tal coisa viria, completamente, a destabilizar a minha permanência na embaixada e a finalizá-la em 16 de Janeiro de 2008. A infiltração do crocodilo de duas patas (sem credencial, de protecção, do Palácio das Necessidade) já fez história na missão diplomática de Portugal em Banguecoque e viria a criar imensos problemas de eu trazer à luz certas verdades que de todo não estão sanadas.
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Porém de mim o caso está arrumado, enterrei o machado de guerra desde que tive a certeza do que se haja passado e o causador, de tudo, foi o crocodilo de duas patas.
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Depois de tanto dano que me haja feito, ainda se armou meu protector e o elo de ligação para que me fosse concedido o perdão de minha falta...
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Que perdão?
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Não necessito de perdão de ninguém porque o lugar que eu ocupei e servi por 24 anos e conhecido seis anos antes é uma coisa do passado.
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Morreu e deixou de existir para mim. Minha casa, enquanto for vivo, continua a ser a Embaixada de Portugal na Tailândia de Boa Vontade, onde há sempre um lugar, uma informação honesta, para os portugueses que vierem em bem. Há também uma cadeira para se sentar à minha mesa e saborear um caldo verde.
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Ora o crocodilo de duas patas há tempos, depois de me ter traído sem pudor, algum, enviou-me um e-mail (porque não aceita críticas do que escrevinha), arrasador onde me dava como usurpador de bens do Estado, demente, analfabeto, galego e outras ofensas, daquelas de fazer perder a paciência, a um santo e de lhe mandar umas “bengaladas” no lombo. Era mais e não menos que uma chantagem contra a minha pessoa.
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E porque entendi que as acusações eram graves, desde logo enviei uma cópia fiel, para certas pessoas que me conhecem em Banguecoque e ainda a outra que considero com algum valor nestas paragens.
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Claro que nem devo nem temo, do crocodilo de duas patas, mas o certo é que me terei de defender-me porque invadiu a água límpida e cristalina do meu lago onde nascem e crescem flores do lótus de pureza e de factos da verdade.
José Martins
9 de Junho de 2010 – Jolly Frog - Rio Kwai – Kanchanaburi-Tailândia

P.S. – E sem eu ter descoberto que o crocodilo de duas patas me tinha traído, ainda o servi com material histórico, dos meus arquivos, convidei-o vir a minha casa e ofereci-lhe um almocinho, Mal eu sabia que tinha sentado, junto a mim e minha mulher, um crocodilo de duas patas, feroz, do rio Nilo.

PASSE AS FÉRIAS POR CÁ...



Não se pode ir de férias



Arquivado em: Política,Portugal — Nuno Branco @ 10:51

Uma pessoa já não pode ir de férias descansada. Tira-se um pequeno dia para descansar e de repente a Hungria proclama estar à beira da falência (e tu BCP, quanto lá tens metido desta vez?), o Euro quebra suportes fazendo novos mínimos relativos, os tribunais alemães ameaçam vetar o bailout europeu por este ser anticonstitucional e, como cereja em cima do bolo, o presidente da república portuguesa pede-me para passar férias no Algarve a bem da economia e contra o endividamento externo. Alega em tom solene que sabe muito bem do que fala, não fosse ele economista.

Não é, no entanto, de espantar. Se é verdade (como diria Edward Murrow) que uma nação de ovelhas origina um governo de lobos também não é menos verdade que um país de trampa pede um presidente da mesma qualidade. Cavaco termina o seu primeiro mandato (quem sabe o último) caracterizado pelo silêncio em temas de somenos importância envolvendo o Governo e a comunicação social mas demonstrando-se sempre pronto a falar de assuntos de interesse nacional como o meu destino de férias ou sobre se a maricagem pode ou não entregar o IRS junto se tiverem um anel no dedo.

Eu que sou um bocado “poucochinho” gostaria que o Sr. Presidente me explicasse melhor esta história. Como é que eu, com 1000€ no bolso para gastar estou a endividar a nação por decidir passar as minhas férias na Riviera Maya? E o que acontece se um português pedir um empréstimo ao estrangeiro para passar uns dias na Madeira (que fica mais caro que a Riviera Maya) ?


Eu compreenderia que o nosso presidente viesse dizer que os portugueses não se devem endividar para passar férias, algo que é do senso comum. Já dizia a minha mãezinha que “quem não tem dinheiro não tem vícios” (excepto se for o Estado e poder gastar o dinheiro dos outros) mas não foi isso que o presidente me pediu, fiquei aliás com a sensação que desde que seja para passar férias em Portugal não faz mal nenhum ir à banca – até pode ser um banco de estrangeiro.


Ou seja, a preocupação do Sr. Presidente não tem nada a ver com a dívida (como é fácil de ver, senão estaria mais preocupado com o que o Governo anda a fazer do que como vou gastar os meus trocos das férias) mas sim com o proteccionismo do turismo local, nada mais do que isso. Não é preciso ser economista para falar destas coisas, basta ter vontade de mandar na vida dos outros.


Mas se o Sr. Presidente sabe tanto do que fala e está tão convencido da sua razão porque não convoca Sócrates e pede para que legisle no sentido de proibir férias no estrangeiro? Poderá ser anti-constitucional mas justificado pelos tempos de crise em que vivemos, aliás é uma medida muito menos radical do que, por exemplo, subir os impostos com efeitos retroactivos. Se o Tribunal Constitucional pode fechar os olhos a isso devido à crise também pode fechar fronteiras.

E porquê ficar por aqui Sr. Presidente? Isto é algo que só resolve o problema durante os meses de verão, uma preocupação destas com as nossas importações não se pode limitar a um quarto do ano, a crise é profunda e a lógica tem de ser seguida com convicção se queremos salvar a nação. Porque não propor medidas como estas:

1) Proibir os portugueses de andarem de carro mais que 10 mil Km por ano. As importações de petróleo são muito más.
2) Obrigar os portugueses a tomar banho de água fria. As importações de gás são muito más.
3) Decretar uma refeição por dia como o máximo permitido por lei. As importações de comida são muito más.


E muitas outras leis no mesmo sentido que estou certo o Sr. Presidente, como especialista que é na matéria, tem já colocadas na manga. Não se esqueça claro de expropriar qualquer macaco com dinheiro no bolso não vão os tipos furar leis tão justas e endividar a nação. Porque todos sabemos que não existem indivíduos, existe apenas a nação e se alguém importa não interessa se pagou ou ficou a dever, é para abater.


Depois de abatidos os macacos e de termos terminado com as importações só queria saber uma coisa que me escapa no seu pensamento: Quem é que vai exportar e para onde?



AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 08.06.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Leonor Furtado: Violência nas escolas
Nicolas Sarkozy: Ligações suspeitas
Orlando Sá: Emprestado ao Nacional
Inspectora da PJ arguida por ajudar Vara
P. Varzim: Explosão destrói casa

Capa do Público Público

Apesar de todas os planos, o euro continua a desvalorizar e as bolsas a cair
Utentes manifestam-se contra degradação dos serviços de saúde
Eurolândia concretiza fundo de estabilização do euro
Compra do grupo da Bertrand pela Porto Editora aprovada pela Autoridade da Concorrência
PJ afasta hipótese de crime na morte de Carina Ferreira

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Daniela Couto, 24 anos, recém-licenciada em Comunicação Social
Para os jovens é mais fácil sair da faculdade do que de casa
Jovens feridos em colisão frontal continuam internados
Maçarico pega fogo e faz 50 desalojados
Ministro da Justiça quer magistrados

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Aplicação da Justiça esbarra nas dificuldades no terreno
Cinco palestinianos mortos por Israel ao largo de Gaza
"Canil de luxo" após obras de ampliação
Jaaz ao Centro: Improvisação só mesmo no palco
Governo paga motores mas não deixa usá-los

Capa do i i

Rosa Coutinho. O almirante vermelho que não mudou a história mas que fica na história
Hiperactivos. Qual é a escola que gosta dos alunos irrequietos?
Bilderberg: Teixeira dos Santos e Paulo Rangel convidados para clube secreto
Teresa e Helena: a partir de hoje, legalmente mulher e mulher - vídeo
Lisboa: incêndio desalojou mais de meia centena de pessoas

Capa do Diário Económico Diário Económico

PS aceita reduzir feriados sem mexer no 5 de Outubro
É proibido pedir "salada grega" nas esplanadas de Budapeste
Euro recupera de mínimos de quatro anos
Zapatero enfrenta hoje greve da função pública
Chrysler recolhe 365 mil Jeep Wranglers

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Declarações de Bernanke e queda do dólar animam preços do petróleo
Acções asiáticas sobem com declarações de Bernanke
Goldman Sachs vê oportunidades nas bolsas da periferia
Investidores fogem das acções para as obrigações com medo de nova recessão
Alemanha abre portas a nova vaga de austeridade na Europa

Capa do Oje Oje

IHG quer criar 160 mil empregos nos próximos 4 anos
Seja Gestor por Conta Própria
TAL lança campanha para estudantes
Profitecla apoia POPH
PricewaterhouseCoopers distinguida

Capa do Destak Destak

Deolinda distribuem dois selos e um carimbo
Dia 8 de Junho
Câmara aprova alienação de dois palácios destinados à hotelaria
Conselhos aos novos órgãos e pedidos de desculpa na despedida de Valentim Loureiro
Bruxelas pede mais reformas a Portugal e Espanha

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

Jogo 500 no último teste
Rui Silva tem presença nos Europeus em risco
Yacob quer Europa
Spurs chamam Falcao
Marco Amelia pode chegar a custo zero

Capa do Record Record

Telemóvel não pára de tocar
Costinha honrado
Leto está referenciado mas não é prioritário
David Luiz recusou fortuna do City
Chelsea enviou uma mensagem

Capa do O Jogo O Jogo

Nacional da Madeira perto de assegurar empréstimo de Orlando Sá
Mundial de Sub-20: FPP assina protocolo em Barcelos
Scholes: "Se tivessem pedido mais cedo teria dito que sim"
Quatro jogadores de saída
Empresário desmente