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terça-feira, 15 de junho de 2010

CONHEÇA A MALACA PORTUGUESA

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DECO ARRASA QUEIROZ MAS NÃO TEM LUGAR EM RISCO

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Desabafo

Médio não gostou de ser substituído e no final do jogo criticou opções tácticas do seleccionador. Deve continuar no onze.

Deco não se calou após o encontro de Portugal com a Costa do Marfim (0-0) e criticou duramente o seleccionador Carlos Queiroz. Substituído a meio do segundo tempo, o médio saiu directamente para os balneários, com cara de poucos amigos e nem cumprimentou o treinador. Quando falou aos jornalistas não calou a revolta e demonstrou insatisfação para com as opções do técnico português.

Uma atitude que certamente ninguém estaria à espera, até pelo ambiente que o grupo aparenta sempre que Carlos Queiroz decide abrir o treino ao público. O próprio futebolista, ainda na Covilhã, durante o estágio antes da partida para a África do Sul, demonstrou que o grupo estava unido, mesmo depois de ter anunciado publicamente que esta será a derradeira prova que participará pela selecção nacional.

Resta agora esperar pela atitude que Carlos Queiroz tomará, embora, segundo o DN apurou, o lugar de Deco no onze não esteja em causa. Apesar das duras críticas que lançou ao seleccionador no final da partida e já depois de sair dos balneários rumo ao autocarro que levou toda a comitiva rumo ao aeroporto de Port Elizabeth - a selecção nacional viajou ainda ontem para Magaliesburg.

"A maneira de abordar o jogo depois do intervalo não foi a correcta. Aliás, fui colocado mais no lado direito e toda a gente sabe que não sou extremo, nem nunca fui um extremo. As alterações também não foram as melhores, mas o treinador é que decide", salientou o jogador luso-brasileiro.

Esta temporada no Chelsea também não correu da melhor forma ao internacional português. Esteve muito tempo ausente dos relvados, sobretudo devido a lesão, e era com expectativa que se aguardava a sua actuação neste primeiro encontro do campeonato do mundo. Nas declarações à imprensa o jogador confirmou que denotou alguma ansiedade, mas mostrou-se pronto para continuar a ajudar.

"Estivemos todos muito ansiosos. Uma vitória neste jogo deixava as coisas mais facilitadas, mas ainda dependemos de nós. Vamos agora preparar o jogo da Coreia [dia 21], que temos de ganhar. Está tudo em aberto e vamos trabalhar para passar em frente", referiu.

Aborrecido Após sair do campo Deco cumprimentou Tiago, que o substituiu, e foi para o balneário passando rapidamente pelo seleccionador Carlos Queiroz. O jogador do Chelsea não escondeu o desagrado por ter saído do relvado antes do final do jogo

Fonte DN

A TRAGÉDIA LUSA - TUDO VAI MUITO MAL NESTE PAÍS


PAU PARA TODA A BOLA (12)




"Volta Scolari!", ouvi a dois portugueses de três que foram entrevistados ao intervalo num canal de televisão. Os espectadores estavam desiludidos com a exibição de Portugal. Não sei por quê? O cinzentismo queiroziano era o mesmo. A falta de ambição queiroziana era a mesma. A falta de profundidade de jogo e de remates à baliza do adversário queiroziana era a mesma. Portugal mostrou que não tem treinador. A Costa de Marfim demonstrou precisamente o contrário, sob o lema "Anda cá que és meu!". E foi assim durante todo o jogo, com a Costa do Marfim a dominar no meio-campo, a concluir as jogadas mais perigosas e a terminar o encontro encostando Portugal às cordas de uma forma aflitiva. O 0-0 acabou por ser bom para Portugal.
Como é possível ir-se disputar um Mundial e não rematar uma vez sequer dentro da área. Apenas um remate de Ronaldo de bem longe e que atingiu o poste. E não foi golo porque os marfinenses não mereciam perder. Portugal só perdeu bolas, só lateralizou ou atrasou o esférico e tudo porque o assistente de treinador Queiroz não colocou em campo Simão com Hugo
Almeida. Quando um jogador possante marca dois golos e é afastado, que dizer mais. Mas digo. A presença de Danny é absurda. A saída de Deco incompreensível, a entrada de Ruben Amorim em vez de Hugo Almeida de palmatória e as ordens para que o melhor jogador em campo, o jovem Fábio Coentrão, não passasse a linha de meio-campo é simplesmente o mostruário de quem não faz a mínima idei do que é treinar uma selecção. Fábio Coentrão é um fora-de-série, uma força da natureza, um lutador incansável. Quando tentava empurrar a equipa para o golo ficava a ver os seus colegas a serem desarmados.
Portugal realizou uma exibição ao mesmo nível dos jogos anteriores a que Queiroz habituou os seus apaniguados tais como o comentador Rui Santos. José Mourinho tinha muita razão quando afirmou que nem com Cristiano a mil à hora...
Resta-nos pedir desculpa aos milhares de portugueses residentes na África do Sul que entusiasticamente deslocaram-se ao estádio e viram uma selecção sem ambição a jogar para não perder. Vergonhosamente queiroziana...
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P.S. - O nosso drama, a tragédia de antes de se fazer muita festa e acabou no que se esperava.
Não é desconhecido de quem tem dois olhos de ver que Carlos Queiroz é o homem errado no lugar que deveria ser certo e não o é.
Há muito que Gilberto Madail anda a brincar aos "futebois" e com os portugueses porque a ele se ele a contratatação de Carlos Queiroz.
Milhões de portugueses, em Portugal e no resto do Mundo estiveram de olhos postos nos vidros dos televisores e tiveram uma grande decepção.
Mais ainda decepcionados foram as centenas de milhares de emigrantes lusos que residem na Africa do Sul e o sofrimento, causado, aos que assistiram ao jogo no Estádio Nelson Mandela em Porto Elisabete.
O jogo entre Portugal e a Costa do Marfim foi aquele a que se assistiu onde da parte dos jogadores portugueses não se viu garra que valesse enquanto os seus adversários se mostraram aguerridos em procura da vitória.
Empatamos zero a zero mas bem poderíamos ser humilhados com uma pesada derrota.
Felizmente não aconteceu.
José Martins


FRANCISCO MOITA FLORES: A NOBREZA DE UM HOMEM

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MOITA FLORES PRESIDENTE DA CAMARA DE SANTARÉM
A ser verdade, honra lhe seja feita
Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser
encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome.
Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui
confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete.
Era a véspera de Natal.

Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolos-rei cheirou-me a esturro.
Também chegaram coisas menores.
E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de
solidariedade social, com excepção das flores.
No segundo Natal a coisa repetiu-se.
E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco.
O segundo, menos provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem.
O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável.
Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o.
Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem.
Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome.
Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora
têm um destino merecido.
E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao
Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público.
Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros,
ainda se compreendia e seria razoável.
Em vários países do mundo é assim.
Aqui não.
Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar.
E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Francisco Moita Flores, Professor Universitário

ELEFANTES VOADORES



DIÁRIO DE BORDO: elefantes voadores

Ao fazer um voo Lisboa–Londres a semana passada ao fim da tarde, não pude deixar de comparar o quase vazio da Portela com a agitação de Gatwick 2,5 horas mais tarde e dei comigo a pensar com os botões o absurdo de pretender destruir uma infra-estrutura onde nos últimos quase 70 anos se enterraram a preços actuais milhares de milhões de euros. Lembrei então o post que publiquei há mais de 2 anos a este propósito comparando a Portela com Heathrow:

Alguém pode fazer o favor de explicar porque pode o aeroporto de Heathrow suportar um voo em média em cada 45 segundos e a Portela rebenta pelas costuras (defendem os otários) com um voo em média em cada 4 minutos? Se o número de voos aumentasse 5% por ano a Portela precisaria de 33 anos para atingir a frequência de voos de Heathrow.

Note-se que Heathrow já teve 6 pistas e actualmente tem apenas 2, pondo em causa o argumento da falta de espaço para mais pistas para abandonar a Portela. Voltando a Gatwick, este aeroporto com uma única pista principal (a segunda só funciona na indisponibilidade da primeira) movimentou mais de 32 milhões de passageiros em 2009 em mais de 250 mil voos, isto é mais do dobro do aeroporto da Portela, que tem duas pistas. No caso de Gatwick, se o número de voos aumentasse 5% por ano a Portela precisaria de 15 anos para atingir a frequência de voos de Gatwick.


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A VINGAÇA DOS POBRES FALIDOS

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Publicado Terça-feira, Junho 15, 2010 por O Pertinente

A vingança dos pobres falidos

Segundo as estimativas de Jacques Cailloux do Royal Bank of Scotland, a dívida portuguesa total, pública e privada, atinge o número astronómico de 333 mil milhões de euros ou seja dois PIB. A maior parte desta dívida é detida pelos sistemas financeiros francês e alemão, resta-nos a consolação que com a nossa eventual falência arrastaremos vários bancos e seguradoras para a bancarrota. Seria (será?) a vingança dos pobres falidos.

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