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sábado, 19 de junho de 2010

JOSÉ SARAMAGO ESPETADO NA FORQUILHA DO DIABO

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Não fará falta

Arquivado em: Diversos — filipeabrantes @ 19:23

Apoiante de ditadores e assassinos comunistas, inimigo confesso da liberdade, ateu imoral, saneador exímio do PREC, vendido ao PS no fim da vida por um prato de lentilhas, Saramago é tudo aquilo de que Portugal não precisa. Não fará falta aos amigos da liberdade.


http://nclivros.wordpress.com/2009/11/02/deus-e-%C2%ABfilho-da-puta%C2%BB-saramago-no-conversas-de-escritores-2/

Deus é «Um Filho da Puta» Saramago no conversas de Escritores

http://dn.sapo.pt/Inicio/


http://diario.iol.pt/politica/tvi24-jose-saramago-politica-autarquicas-lisboa/1074887-4072.html

Saramago anuncia apoio à candidatura de António Costa

Elogios mútuos durante assinatura de protocolo para a produção de filme sobre a relação do Nobel com a mulher

http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=4656E926-464B-4804-99A3-33CA41D028A4&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013


Lisboa: Obras de requalificação mais caras do que o previsto

Mais um milhão na Casa dos Bicos

CANAVILHAS CULTURAIS DO NOSSO QUERIDO PORTUGAL...!!!

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Ministra da Cultura vai hoje buscar corpo de José Saramago, funeral realiza-se domingo

Lisboa, 18 jun (Lusa) - A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, parte hoje às 19:45 de Figo Maduro,Lisboa, a bordo de um avião militar C-295, para ir buscar o corpo do escritor José Saramago a Lanzarote, em representação do Governo português.

Gabriela Canavilhas, que será acompanhada por familiares próximos do escritor, incluindo a filha de José Saramago, deverá chegar a Lanzarote, Espanha, às 22:15, disse à Lusa fonte governamental.

O regresso de Lanzarote acontecerá por volta das 10:00 de sábado, estando prevista a chegada a Figo Maduro cerca das 12:45.

JOSÉ SARAMAGO ESPETADO NA FORQUILHA DO DIABO


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O Panteão para um iberista?

Já muito se escreveu, também aqui, no Corta-Fitas, sobre a morte de José Saramago.
Como homem, a sua morte é naturalmente de lamentar.
Como escritor, embora não aprecie o seu estilo literário, dou por adquirida a perda que o seu desaparecimento representa para as letras portuguesas.
Mas, neste tempo em que uma vez mais se demonstra que a morte é tão incontroversa, convém também lembrar alguns factos e declarações do defunto, que abonam muito pouco a favor da sua humanidade, rectidão de carácter e mesmo patriotismo.
Para este efeito, despiciendo é recordar a sua campanha de promoção comercial de um livro, onde não faltou dizer que "a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana". Confio que, nesta hora, o autor de tais atoardas já deve ter sido perdoado…
Mas já o mesmo não se poderá sustentar relativamente aos
saneamentos políticos que Saramago fez no verão quente de 1975, os quais levaram ao despedimento (sem indemnização sequer) de 24 jornalistas do Diário de Notícias, apenas porque estes não se submetiam à disciplina comunista que ele pretendia impor no jornal. Nunca pediu desculpa ou mostrou arrependimento por ter estragado a vida a esses jornalistas.
Também não parecem revelar sentimentos nobres as suas abjectas declarações, sobre uns cegos que criticavam o filme “Ensaio sobre a Cegueira”, de que “as manifestações de protesto vêm de gente que infelizmente não pôde ver o filme” ou sobre “uma associação de cegos que decide ter uma opinião sobre um filme que não viu”.
Igualmente nunca se ouviu de Saramago, comunista impenitente e confesso apoiante da ditadura cubana (que, para ele, "
irradia solidariedade"...) qualquer palavra de condenação dos regimes comunistas, responsáveis pela morte de mais de uma centena de milhões de pessoas em todo o Mundo.
Mas o anti-portuguesismo de Saramago – termo forte, bem sei – não é outra sua característica que deva agora ser ignorada ou desvalorizada.
Pelo contrário: importa realçá-la, ou não tivesse o
Governo já decretado dois dias de luto nacional pelo seu falecimento, como se o de um cidadão exemplar se tratasse, e não tivesse também Mário Soares, pressurosamente, disponibilizado o Panteão Nacional para acolher o cadáver do falecido, erigindo-o desse modo à categoria de Herói de Portugal. Bem sei que, para além de Presidentes e grandes figuras da nossa História, lá repousam escritores como Almeida Garrett, Guerra Junqueiro e, incompreensivelmente, Aquilino Ribeiro. Mas nenhum deles disse o que Saramago afirmou sobre Portugal e a sua própria condição de Português.
Vale por isso a pena recordar:
Há uns anos afirmou que, "Como portugueses estamos cansados de viver. Se calhar, a nossa missão histórica acabou”.
E disse mesmo: "Não sou profeta, mas Portugal acabará por integrar-se na Espanha"
Quando lhe perguntaram se Portugal deveria ser “mais uma província de Espanha?”, respondeu que “Seria isso. Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galiza, Castilla la Mancha e tínhamos Portugal
Certa vez ameaçou mesmo renunciar à cidadania portuguesa!
Para qualquer pessoa de bom carácter, admitir a renúncia à nacionalidade do seu País e defender a integração deste em Estado terceiro são das mais graves deslealdades que se podem ter para com a Pátria.
Pode então quem proferiu as referidas declarações – cuja indignidade só a cegueira mais sectária ignorará ou relativizará – merecer luto nacional e compartilhar o espaço sagrado dos Grandes de Portugal?
Passe a ironia de acabar por ser a Igreja de Santa Engrácia - o Panteão Nacional - a acolher os restos mortais daquele que disse certa vez que “Deus é vingativo e má pessoa”, a resposta é firmemente negativa.


Publicado por Rui Crull Tabosa

TAILÂNDIA POLÍTICA:POPULARIDADE DEPOIS DO "TSUNAMI" VERMELHO

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Nattaawut Saikua (Camisa vermelha)

Os visitantes reunem-se para visitar Natthawut atrás das grades
Por BUDSARAKHAM SINLAPALAVAN
The Nation -
www.nationmultimedia.com
Publicado em 20 de junho de 2010
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A recente crise política criou ídolos em ambos os lados do confronto.
Do lado do Governo, Centro de resolução da situação de emergência, porta-voz, coronel Sansern Kaewkamnerd tem atraído um grande número de seguidores entre os admiradores do sexo feminino. Ele até tem o seu próprio fã-clube.
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Na anti-governamentais lado camisas vermelhas ", Natthawut Saikua provou muito popular entre os líderes do protesto agora em prisão preventiva, em dois presídios separados por acusações de terrorismo.
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Ele recebeu dezenas de visitantes todos os dias desde que entrou na prisão de Klong Prem, na terça-feira, muitas vezes atingindo o limite diário de 50 pessoas por preso.

CARLOS ALBINO + JOSÉ SARAMAGO

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José Saramago, 2010 - ∞, assim mesmo


José Saramago (2010 - ) - assim mesmo com este símbolo matemático, como ele gostaria não propriamente quando deixasse de ser mas quando apenas deixasse de estar.

Foram anos e anos de convivência, desde aquele Bairro Alto - ele no Diário de Lisboa, eu no República. A amizade, que é sempre mero pormenor, sobreviveu a discordâncias profundas, como se imagina, e que não eram propriamente efeitos da diferença de gerações. Quando a literatura o livrou de que fossem as palavras a matá-lo, e por ela se salvou neste complicado universo, ele, já muito antes disso, tinha a ansiedade de descobrir no mesmo universo alguma coisa mais que matéria e força. E quanto maior ia sendo essa sua convicção, mais assim escrevia acreditando que a escrita era a garantia de uma qualquer forma de igualdade e fraternidade que nem a política nem a economia poderiam já concretizar.

REBELO DE SOUSA: "UMA NO CRAVO OUTRA NA FERRADURA"

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O teorizador da Pátria
Cavaco, Rebelo de Sousa, e Saramago: cocó, ranheta, e facada...

“Marcelo Rebelo de Sousa referiu que «o Presidente associou-se, através de uma mensagem, ao sentido nacional desta homenagem, e está presente no luto nacional destes dois dias».

«Ele não está presente fisicamente, mas está presente espiritualmente, representando os portugueses. Eu penso que a mensagem do Presidente é mais importante do que a sua presença», acrescentou o ex-presidente do PSD.”

Palavras à saída dos Paços do Concelho de Lisboa, onde o prosador de serviço das televisões que se diz católico, foi homenagear o “escritor” inimigo da igreja. E disse uma mentira. afirmou que Cavaco representava os Portugueses; a mim, como a muitos outros Católicos, deixou de me representar. Se é que alguma vez se pode dizer que me tenha representado...

Cavaco não devia de facto saber o que fazer. Depois de se ter vergado à lei infame dos casamentos entre anormais, tudo aquilo que faça poderá ser mal interpretado. E bem. Cavaco deixou de merecer a confiança pelo menos dos Portugueses de matriz católica que nele votaram. Dá agora mais uma no cravo, e outra na ferradura: não vem a Lisboa ao funeral, (está de férias nos Açores), mas homenageia o deplorável extinto. Como sempre, "dá para os dois lados"; como os bissexuais. Deita-se com ela, e com ele ao mesmo tempo. Não sabe o que fazer para deixar de ser mal-amado. Só ainda se não apercebeu de que já não tem cura. E como eu, haverá muitos que desejam que ele perca as eleições, ainda que ganhe um macabro esquerdista qualquer. Cavaco não tem valor intelectual, não tem coluna vertebral. Não serve.

Quanto a Marcelo Rebelo de Sousa, o "papagaio de serviço" às ordens de quem mais lhe paga nas TV's, mas que ainda não soube fazer obra, nem vale a pena comentar as suas palavras, e o seu acto, para além de dizer que se meteu onde não era chamado.

Os papagaios são normalmente atrevidos, e ordinários. O que esperar afinal de um divorciado que se diz católico, que tem uma "namorada" há longo tempo, mas que se não define em termos de casar ou não? Gostará certamente de a passear pelos jardins de Lisboa, enquanto ensaia a sua cansativa verbe... Parece ser um homem muito católico, mas pouco valente. O teorizador da Pátria, não consegue assumir o pecado. Porque lhe convém. Como lhe conveio ir à Câmara de Lisboa homenagear o Estalinista anti-português, e anticatólico.

Rebelo de Sousa, e Cavaco: a fome, e a vontade de comer! Com o defunto Saramago, são pouco menos que cocó, ranheta, e facada!

António de Oliveira Martins - Lisboa www.aloportugal.org

JOSÉ SARAMAGO - A PEÇA ESCRITA POR SEIXAS DA COSTA E OS COMENTÁRIOS





"José Saramago (1922-2010)"

8 Comentários -

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[Image]O segundo prémio Nobel português (o cientista Egas Moniz recebeu, "a meias", um Nobel da Medicina, em 1949), ontem falecido, foi sempre um homem polémico. Por razões políticas, muitos não o apreciavam e alguns terão tido motivos pessoais para tal. Na literatura, algumas das suas ousadias estilísticas nunca foram bem aceites em certos meios. No plano pessoal, atitudes suas chocavam algumas pessoas e não ajudaram a consensualizar a sua imagem. Nunca se preocupou muito com isso. Por essa razão, o coro de loas que, na hora da sua morte surge por aí, cheira a muita hipocrisia.
Tive o ensejo pessoal de me cruzar com José Saramago, em diversas circunstâncias e em vários lugares do mundo. Tinha com ele uma relação pessoal de simpatia, extensiva a sua mulher, Pilar del Rio. Com ambos tinha combinado, ainda em 2008, no Rio de Janeiro, o projeto de o levar a Paris, para uma "Marathon de la lecture", ideia que a fragilidade da sua saúde não permitiu concretizar.
Faço parte de quantos gostam muito de algumas das obras de Saramago e, mesmo não gostando tanto de outras, o têm por um dos raros génios da nossa literatura. Alguns dão-se ao luxo lusitano de não concordar com isso, no que estão no seu pleníssimo direito. A esses, porém, convém lembrar que a sua opinião é indiferente ao mundo, que consagrou já José Saramago como um dos nomes portugueses mais prestigiados de sempre.
postado por Francisco Seixas da Costa às 0:23 em 19/Jun/2010

José Martins disse...

Este pobre leitor, que sou eu, nunca conseguiu ler mais do que meia dúzia páginas dos livros de José Saramago.
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Tenho porém na minha biblioteca uma boa dose dos mesmos, traduzidos em várias línguas, que cresceram de uma exposição, realizada em Banguecoque, pouco depois de José Saramago ser laureado com o Prémio Nobel.
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Prosa chatíssima de ler e não entendível e penetrante na alma do leitor como a do nosso imortal Eça.
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Respeito José Saramago e o seu exílio na ilha vulcânica de Lanzarote, menos de acordo com a integração de Portugal como província espanhola.
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No entanto foi um escritor, arrogante, com mais defeitos que virtudes, cuja irreverência viveu com ele desde a miséria que experimentou de tenra idade e o marcou.
De Banguecoque
José Martins

19 de junho de 2010 05:14

Anônimo Anônimo disse...

Com todo o meu respeito essencialmente Admiração

Ao Mestre "José Saramago"

Concordo plenamente com a genialidade
corroborada pela diferença de propostas de paradigma nos seus livros,face ao seu percurso pessoal claro que foi bafejado pelo tempo do ciclo vital manteve-se igual a si próprio e adotou esse seu património como linha de conduta, para mim um bom ensaio sobre a lucidez, eu admiro-o e vou continuar...

Isabel Seixas

19 de junho de 2010 10:36

Helena Sacadura Cabral disse...

Com esta minha memória de elefante guardo de Saramago três lembranças. Uma positiva: a leitura dos seus primeiros livros. A partir do "Todos os Nomes"tornei-me incapaz de o apreciar devidamente. Aceito que tenha sido eu a piorar.
As duas negativas são profundas. Uma, a eliminação das dedicatórias de alguns dos seus livros a Isabel da Nobrega. Desta já lhe falei e não me alongo...
A outra, a limpeza que sob a sua batuta foi feita no Diário de Notícias, a que se chamou de saneamento político.
Mas, confesso, pessoalmente o homem sempre me atraíu pela sua história de vida. E creio que muito da segunda metade da sua existência se deve a Pilar del Rio.
Logo, creio não ser injusta ao afirmar que foi bafejado pelo destino, que lhe permitiu ter três mulheres especiais. Nem todos têm essa sorte e, sobretudo, quando a têm não deveriam jamais renegá-las ou esquecê-las. É dessa tempera que se faz a gente grande!

19 de junho de 2010 12:23

Anônimo disse...

Era inegavelmente um grande escritor a quem, pela genialidade da prosa, se perdoam do pecadilhos como os saneamentos no DN.
Antonio Mascarenhas

19 de junho de 2010 13:11

T D disse...

Senhor Embaixador,

Só duas palavras para dizer que o original da fotografia é de Lia Costa Carvalho - http://www.flickr.com/photos/liacostacarvalho/1859269643/

Bom fim de semana.

19 de junho de 2010 13:59

José Barros disse...

Muita gente da praxe pensou que José Saramago, ao receber o Nobel em 1998, deixaria de ser Saramago. Ora aquele prémio, além de um maior conforto material, não veio influenciar a sua forma de estar e pensar. Veio sim consolidar a sua autoridade, dentro e fora do país, e dar-lhe mais visibilidade e eco às suas posições que nunca deixou de afirmar e, com a mesma firmeza continuou a dizer aquilo que pensava sem se importar se agradava ou não. Aliás, sabia que desagradava, e muitas vezes desagradou, aos poderes instalados mas nunca ficou com papas na língua. Homens assim, raros em Portugal, são por si só autênticas instituições e são precisos para não perdermos o sentido das realidades. Como interveniente vai sentir-se a sua falta. Como escritor ficará entre os grandes da literatura portuguesa ainda que ultrajado por certos governantes que não quiseram, ou souberam, ver a projecção da nossa literatura para além mesmo das fronteiras da lusofonia.

19 de junho de 2010 17:43

Carlos Albino disse...

Saramago teve, sem dúvida, muito de criticável, mais que uns, menos que outros. Mas se repugna a hipocrisia das loas, também repugna quem se arma em juiz final sem autoridade moral.

19 de junho de 2010 19:42

Ernesto disse...

Meu caro,
O seu texto está bem estruturado. O meu amigo mostra-se liberal, aberto e muito provavelmente sincero. Como sabe, sou seu leitor assíduo. Sem embargo, discordo de si em muitos pontos, designadamente quanto à parte final do seu texto.
É evidente que nestas loas post mortem não há muita hipocrisia: há um mar, ou, mesmo, um oceano de hipocrisia. Nesta matéria, concordo a 200% consigo.

Nunca apreciei Saramago como escritor, embora lhe reconhecesse talento, imaginação e criatividade. Sempre considerei o seu estilo detestável, presunçoso e irritante. Estou no meu “pleníssimo direito” como você diz e bem de não gostar. Não gosto e assumo. Teve algumas ideias brilhantes, sem dúvida alguma, mas, em minha opinião, o balanço geral é negativo, independentemente de ter ganho ou não o prémio Nobel (como sabe melhor do que eu, trata-se, hoje, de uma atribuição meramente política e que não tem que ver com méritos objectivos – quantos não mereceriam o galardão e jamais o obtiveram?). Mas, adiante. He’s not definitely my cup o’tea. Conheci o falecido, com quem privei algumas vezes, e nunca simpatizei com o personagem, isto no que toca às suas qualidades humanas e não às respectivas ideias políticas (com as quais estou a 180º de distância). Era uma pessoa arrogante, desnecessariamente controversa, provocadora mesmo, pouco cortês e, para quem provinha do meio humilde da Azinhaga do Ribatejo, patenteava uma exigência absurda em matéria de pequenos luxos verdadeiramente assombrosa (hotéis, restaurantes, aviões, transportes, etc.), como tive mais de uma vez ocasião de testemunhar pessoalmente.
Para além de ser telecomandado pela inefável Pilar que o controlava. Ele sempre se deixou controlar sem contestação. Aliás, ela interrompia-o e corrigia-o a todo o instante, estivesse onde estivesse e independentemente da companhia.
Você manda-me calar – e a muitos outros - com a seguinte asserção: podem pensar mal dele o que quiserem que o mundo já o consagrou, em suma: os cães ladram, mas a caravana passa. Posso apresentar-lhe ao longo da história da literatura, da música, da ciência e das artes, n exemplos de consagrados que o foram sem o merecer e de n elevado a n de outros que nunca subiram ao pódio e que mereciam a distinção. Sabe que isto é inteiramente verdadeiro! Não me vou alongar mais que esta já está quase quilométrica.
Finalmente, meu caro, você que se insurge contra os luso-pessimistas, como classifica Saramago? Sim, como o classifica? Ele que era o expoente máximo do fado lusitano em versão livresca!
Cordiais saudações internautas
Ernesto A. Costa

19 de junho de 2010 20:09

MISÉRIAS E GRANDEZAS DE MÁRIO SOARES

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Uma vez mais, dei por mim a assistir a parte do programa ‘Sociedade Aberta’, em que o jornalista António José Teixeira entrevista Mário Soares.

O ex-presidente da República fez vários comentários (diga-se que, todos eles sem qualquer novidade) à constituição do novo governo. Na medida em que os seus comentários eram parcos de conteúdo, ganhou relevância a forma como Soares se referiu a cada ilustre membro do Partido Socialista. A todos os mencionou pelo primeiro nome ou pelo apelido.

Falou do Tozé (José António Seguro) do Guterres (ex-primeiro-ministro) do Cravinho, Gama, Alegre e até mesmo do João (o seu filho de sangue). Definiu quem eram os ilustres, aqueles que tinha curriculum, os que ainda tinham de dar provas e os que possuíam um radiante futuro pela frente.

Ontem, eu vi Soares, o chefe dos oligarcas, a dar as suas notas, os seus conselhos e a dizer a todos uma coisa muito simples: O poder está nas vossas mãos, mas quem tem a última palavra sou eu. Soares é um democrata. Não haja aqui qualquer dúvida. No entanto, no seu estrito grupo de amigos e influências, ele manda. E dispõe sempre que pode. Fruto da sua perspicácia, pode quase sempre.

André Abrantes Amaral

JOSÉ SARAMAGO ESPETADO NA FORQUILHA DO DIABO



Morreu um homem amargo e mau, incapaz de sorrir
José Saramago: Na morte de um homem mau

Morreu um homem amargo e mau, incapaz de sorrir, que se esforçava por tornar a sua Pátria amarga, como ele.

José Saramago, era de facto um homem mau. Provava-o a sua cara vincada incapaz de exprimir um sorriso, prova-o a sua escrita prenhe de ódio e crítica aos valores mais normais e caros à civilização que o viu nascer, valores esses que ele, com as suas ideias, suas declarações e sua obra, renegou em Lanzarote. Será que no fundo, Saramago, para além do seu marcado azedume e soberba, tinha valores? Nunca o saberemos.

Repito, José Saramago era um homem mau. Que o digam os seus colegas, que em pleno período revolucionário foram vítimas de saneamentos selvagens. O homem, nessa época, tinha o “estribo nos dentes”, e era imparável algoz como sub-director do Diário de Notícias. Tinha por desporto arruinar a vida de quem não era comunista como ele.

Foram 87 anos de infecundidade, travestida de um aparente sucesso, revelado pelos livros que vendeu, e pela matreira estratégia de marketing que o conduziu ao Prémio Nobel, em detrimento de outros escritores Lusos, genuinamente com mais categoria e menos maldade crónica do que ele. Penso, por exemplo, no insuspeito Torga.

Tentei ler dois livros dessa personagem, para com honestidade poder dizer que, para além de não gostar dele como pessoa, o não considerava como um bom escritor, e que ofendia na sua essência a cultura Cristã da nossa Grei. Consegui apenas ler um, e o início de outro. A sua escrita, para além de ser incorrecta, era amarga como as cascas dos limões mais amargos. A sua originalidade era, afinal, o sinistro das suas ideias; o que, convenhamos, é pouco original. É mais fácil ser sinistro, provocador e mau, do que ter categoria, e valor. Saramago optou pelo mau caminho, como sempre, o mais fácil. E teve aparentemente sorte, na Terra, que a eternidade pouco lhe reservará.

Fiquei contente quando ameaçou (apenas ameaçou, porque na realidade a sua vaidade não lho permtia praticar), nunca mais pisar solo Pátrio. Uma figura como ele, é melhor estar longe da Pátria que em má hora o viu nascer. Afinal de que serve a este Portugal destroçado, um Iberistra convicto, ainda para mais, estalinista? Teria ficado bem por essas ilhas perdidas de Espanha, não fosse uma série de lacaios da cultura dominante “chorarem” por ele, por aqui por terras lusas, alimentando-lhe a sua profunda soberba.

Para além da sua obra escrita, de qualidade duvidosa e brilhantemente catapultada por apuradas técnicas comerciais que lhe conseguiram um Prémio Nobel da Literatura, (prémio com cada vez menos prestígio devido à carga política que contém), nada deixou em herança, para além de certamente muito dinheiro, o que é um contrasenso para um qualquer estalinista como ele. Mas a sua existência foi um perfeito logro. Foi uma existência desnecessária.

Saramago afastou-se da Pátria, e estou certo de que a Pátria, no seu todo mais puro, que não no folclore da "inteligentzia", não teve saudades dele. Foi uma bandeira da esquerda ortodoxa, e também da esquerda ambígua, essa do Primeiro-Ministro que nos desgoverna. Dessa mesma esquerda que decidiu usar o nosso dinheiro, para trazer em avião da Força Aérea Portuguesa, os seus restos inanimados para Portugal, a expensas de todos nós, e infamemente coberto com a Bandeira Nacional. Um Iberista, coberto com a Bandeira Nacional, que Saramago ofendeu vezes incontáveis, na essência da sua obra, e no veneno das suas declarações públicas. Era um relapso. Um indesejável.

Um homem que voluntariamente se afastou da sua Pátria, comentando-a de uma forma negativa no Estrangeiro, não é digno de nela entrar cadáver, coberto com a sua Bandeira. A bandeira de Saramago, era a do ódio, da arrogância, e da maldade praticada.

Mas os símbolos Nacionais estão hoje nas mãos de quem estão, e a representação das “vontades” Nacionais, está subordinada a quem está: à esquerda, tão sinistra como foi Saramago. Assim sendo, as homenagens que lhe fazem, incluindo os exagerados e ilegítimos dois dias de Luto Nacional, valem o que valem, e são apenas um acto de pura “camaradagem”, na verdadeira acepção da palavra. Quem nos desgoverna, pode cometer as maiores atrocidades, que ao povo profundo só resta pagar, e calar. Até ver.

Amanhã, Sarmago mergulhará pela terceira vez nas chamas. A primeira, terá sido quando nasceu, e ao longo de toda a sua vida, retrato que foi de ódio e maldade pela sua imagem espelhados e espalhados; a segunda, terá sido quando o seu corpo ficou irremediavelmente inanimado, e estou certo de que entrou no Inferno, a confraternizar com o seu amigo Satanás; a terceira, amanhã, será quando o seu corpo inerte e sem alma, entrar para ser definitivamente destruído, no Crematório do Alto de S. João.

Será um maravilhoso e completo Auto de Fé. O Homem e a sua obra venenosa, serão queimados definitivamente nas chamas da terra, que nas da eternidade já o foram no dia em que morreu.

De Saramago recordaremos um homem que não sabia rir, que gostava certamente muito de dinheiro, e que o terá ganho, que era mau e vaidoso, e que o provou ao longo da sua vida, que quis viver longe da sua Pátria por a ela não saber ter amor, e que foi homenageado por meia dúzia de palhaços esquerdistas, “compagnons de route” coniventes com um dos últimos fósseis estalinistas, que ilustrava uma forma de estar na vida e na política sem alma, amoral, e que globalmente contribuiu para a destruição de toda uma Pátria, e suas tradições.

Ocorreu ontem, quando soube que este cavalheiro de triste figura tinha morrido, que estaria por certo no inferno, sentado com Rosa Coutinho, também lá entrado há poucos dias, à espera de Mário Soares e Almeida Santos, para os quatro juntos jogarem uma animada e bem “quente” partida de sueca...

O País está mais limpo. Um dos maiores expoentes do ódio e da maldade, desapareceu da superfície da Terra. Espero que a Casa dos Bicos, um dia possa ter melhor função, do que albergar a memória de tão pérfida personagem. As suas letras, estou certo de que cairão no esquecimento, ao contrário das de Camões, Torga ou Pessoa, entre muitos outros.

Apesar de tudo, e porque sou Católico (e porque a raiva não é pecado), que Deus tenha compaixão de tão grande pobreza, mas que se lembre fundamentalmente de nós , de todos os Portugueses íntegros que tentamos sobreviver com dificulade, neste Portugal governado pelos amigalhaços do extinto, que apesar do luto em que fingem estar, mas que na verdade não sabem viver, continuam a todo o custo a viver o enorme bacanal que arruina Portugal...

No fundo, no fundo, e porque as palavras as leva o vento, que Deus tenha piedade de tão grande pobreza! Cabe-nos perdoar. Mas não temos que esquecer!

António de Oliveira Martins - Lisboa

PEQUENO-ALMOÇO COM FIGO E MUITA SIMPATIA

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Pequeno-almoço com Figo

Processo-crime ao PS por financiamento ilícito

A Entidade das Contas considerou que o pagamento do Tagus park a Luís Figo para apoiar José Sócrates foi uma forma ilícita de financiar a campanha eleitoral do PS. E apresentou queixa-crime na Procuradoria, avança a edição do SOL desta sexta-feira

O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa abriu um inquérito-crime às suspeitas de financiamento ilícito da campanha do PS nas eleições legislativas de 2009. No centro do novo inquérito volta a estar a forma como Rui Pedro Soares, ex-administrador da PT e do Taguspark, garantiu o apoio de Luís Figo à candidatura de José Sócrates a primeiro-ministro – um caso em que o DIAP já deduziu acusação por corrupção.

O inquérito foi aberto na sequência de uma queixa formal da Entidade das Contas e dos Financiamentos Políticos, que funciona junto do Tribunal Constitucional (TC). Fonte oficial do TC confirmou ao SOL que a Entidade das Contas, liderada por Margarida Salema, apresentou a referida participação na Procuradoria-Geral da República (PGR).

A PGR recusou fazer qualquer comentário, mas, segundo o Código de Processo Penal, a comunicação da Entidade das Contas obriga à abertura do respectivo inquérito criminal.

luis.rosa@servidor.pt
www.aloportugal.org

JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA: "COBRAS,SAPOS E LAGARTOS A PINTO DA COSTA





«Pinto da Costa»


Pinto da Costa, o presidente do FC Porto, é um dos homens mais polémicos do país. Há quem o deteste e quem o endeuse. Raramente alguém tem sobre ele uma posição desapaixonada. Quer se trate de homens ou de mulheres. E aqui reside o problema: é muito raro encontrar hoje uma pessoa que fale de modo equilibrado e isento sobre o homem que dominou o futebol português nas últimas três décadas.

A diferença começa logo na forma como o nomeiam. Os que o detestam dizem simplesmente «Pinto da Costa». Os que o endeusam dizem respeitosamente «Jorge Nuno Pinto da Costa».

E a partir daí seguem-se a mais completa bajulação ou os mais descabelados ataques.

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A carreira de Jorge Pinto da Costa (chamo-lhe assim para ficar a meio caminho entre os bajuladores e os detractores…) à frente do FC Porto não pode merecer contestação.

Nas suas 29 épocas à frente do clube conseguiu 17 títulos de Campeão Nacional, 11 Taças de Portugal, 2 Taças dos Campeões Europeus (hoje Champions League) e uma Taça UEFA.

Nas 29 épocas anteriores o FC Porto tinha ganho 4 títulos de Campeão, 4 Taças de Portugal, e nenhum troféu europeu.

É esmagador e não deixa lugar a dúvidas. Nenhum outro dirigente do futebol português tem este palmarés. Pinto da Costa revolucionou o FC Porto, levou-o a desafiar o poder de Lisboa, venceu o desafio – e, finalmente, impôs o clube na Europa.

Quantos portugueses – e não falo só no dirigismo desportivo – podem apresentar este currículo?

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E não se minimizem os seus êxitos falando do ‘sistema’ ou da compra dos árbitros. É certo que isso existiu. Um dia destes vi um jogo do FC Porto na RTP Memória e fiquei estupefacto com a complacência do árbitro perante as entradas violentas de alguns jogadores portistas. Visto agora, à distância, aquilo chegava a ser chocante.

E o processo Apito Dourado não foi uma invenção. Sejam quais forem as decisões dos tribunais, há factos que falam por si.

Mas é pura demagogia querer explicar tudo com isso.

Primeiro, porque nas últimas décadas o FC Porto foi sempre a equipa mais forte em campo – mais personalizada, mais bem estruturada e mais regular.

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Segundo, porque o FC Porto não ganhou só em Portugal – ganhou também no estrangeiro. E aí o ‘sistema’ já não funcionava. Além de que teve de competir com clubes muitíssimo mais fortes do ponto de vista financeiro, mais influentes, com outro gabarito. Só a estabilidade e a consistência que Pinto da Costa conseguiu dar ao FC Porto é que permitiram equilibrar os pratos da balança e levar o clube a lutar de igual para igual contra gigantes mundiais.

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Esta é a ‘face luminosa’ de Jorge Pinto da Costa, que ninguém pode nem deve minimizar. Os adeptos do FC Porto por razões de gratidão, os adversários por razões de justiça.

Vamos agora à sua ‘face obscura’.

No plano da ética, já dissemos alguma coisa: o Apito Dourado não foi todo inventado. E há depois as relações com outros dirigentes: o que terá ele dito a Hermínio Loureiro, que o próprio considerou «impublicável»? E que dizer dos apartes que ele introduz nos discursos, a propósito e a despropósito, contra os responsáveis de outros clubes?

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O mesmo se observa nas histórias envolvendo mulheres que têm sido do domínio público. Não é o facto de ter tido várias – mas sim o que se vai sabendo sobre elas próprias e o tipo de relação.

Carolina Salgado, pelo que se viu, não era flor que se cheirasse. Parece que antes de viver com o presidente do FC Porto trabalhou em bares, o que não sendo nenhum crime também não é um grande cartão de visita para uma ‘primeira dama’.

E a troca de acusações entre ela e Pinto da Costa (e alguns dos seus amigos) foi um episódio lamentável. Os homens públicos devem procurar ter um comportamento exemplar – até porque são tomados como referências. Ora o mínimo que se pode dizer é que Pinto da Costa, neste caso, foi um péssimo exemplo.

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E aquilo que veio a seguir ainda foi pior.

Pinto da Costa deu ideia de se querer regenerar – e, num gesto inesperado, decidiu casar pela segunda vez com Filomena Morais. Recomendou-se à Senhora de Fátima e convidou o casal Eanes para apadrinhar o enlace – o que parecia não deixar dúvidas sobre as boas intenções do passo que decidira dar. Só depois se percebeu que tudo aquilo fora uma encenação, e que Manuela e Ramalho Eanes tinham sido convidados para padrinhos de uma farsa. Da parte de Pinto da Costa tratou-se de um lastimável atrevimento.

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E o posterior namoro com uma jovem brasileira de 23 anos também tem que se lhe diga. Não está já em causa a enorme diferença de idades, que arrasta necessariamente maneiras diversas de ver o mundo. O que choca sobretudo é o ‘tipo de relação’, a propósito do qual apetece contar a conhecida anedota de uma jovem que ia casar em breve. Quando lhe perguntaram se casava por amor ou por interesse, a jovem respondeu: «Deve ser por amor, porque interesse não lhe vejo nenhum».

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Deixo para o fim um dos últimos episódios que o envolveram a ele e ao seu FC Porto. Falo da contratação de André Villas Boas – depois de ter despedido Jesualdo Ferreira de uma forma pouco correcta.

A decisão de contratar Villas Boas é desconcertante pela simples razão de que, até seis meses antes, ele nunca treinara uma equipa. E desde aí, no comando da Académica de Coimbra, ganhou 11 jogos, empatou 9 e perdeu 11, o que não é propriamente um currículo brilhante…

Mas antes disso o que fizera o jovem treinador? Fora seleccionador das Ilhas Virgens, para as quais enviou o currículo; meteu na caixa do correio de Bobby Robson análises aos jogos do FC Porto, quando o inglês era o técnico portista; frequentou um curso de treinadores na UEFA, ainda com o apoio de Robson; e fez para Mourinho relatórios sobre as equipas que este ia defrontar.

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A trajectória do homem mostra uma pessoa atrevida. Mas é pouco para lhe ser confiada uma grande equipa.

Qual terá sido, então, a ideia do presidente do FC Porto?

Para mim, isso é claro: ele quer provar que, consigo na presidência, qualquer treinador pode ser campeão. Jorge Pinto da Costa quer provar que o factor de sucesso no FC Porto é ele. Que pode pegar em qualquer pessoa, investi-la num cargo e torná-la um herói.

Numa altura difícil da sua vida, ele tem necessidade de fazer essa afirmação de força. Veremos se se sairá bem. É que, se Pinto da Costa já somou grandes êxitos, também já cometeu graves erros na contratação de treinadores. Lembremo-_-nos de Quinito, de Octávio, de Del Neri, de Victor Fernandez, de José Couceiro.

O tiro que agora dá é um tiro no escuro. Veremos se não se transformará num tiro pela culatra. José António Saraiva

RESTOS MORTAIS DE JOSÉ SARAMAGO CHEGAM A LISBOA

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Interessante cobertura jornalista chegada do Brasil


19/06/2010 07h37 - Atualizado em 19/06/2010 10h31

Portugal prepara-se para o velório do escritor José Saramago
Corpo do Nobel, morto na véspera aos 87, será velado em Lisboa.
Romancista Nélida Piñon vai representar a Academia Brasileira de Letras.
Vitor Sorano
Especial para o G1, em Lisboa (*)


Clique a seguir
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http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/06/portugal-prepara-se-para-o-velorio-do-escritor-jose-saramago.html

DOIS SÓCRATES...TREMENDAS DIFERENÇAS

Em defesa do verdadeiro...

Socrates (????????), c. 469 aC-399 aC

Sócrates (Pinto de Sousa)

Sobre o Conhecimento

Buscava o Conhecimento.

O seu método para alcançá-lo era o diálogo e a humildade em formular todas as perguntas.

Cultiva e promove o Desconhecimento.

O seu método para alcançá-lo é o monólogo e a arrogância de calar todas as perguntas.

Lema

Só sei que nada sei.

Eu é que sei.

Rupturas

Provocou uma ruptura sem precedentes na Filosofia grega.

Provocou uma ruptura sem precedentes na auto-estima dos portugueses.

Sobre si próprio

Intitulava-se "um homem pacífico"

Intitula-se "um animal feroz".

Pensamento sobre Juízes e Justiça

Quatro características deve ter um juiz: ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente.

Quatro características deve ter um juiz: não ouvir escutas, responder obedientemente, ponderar nos riscos que corre e decidir se quer continuar a ter emprego.

Condenações

Podia ter evitado sua condenação se tivesse desistido da procura da vida justa. Mesmo depois de sua condenação, podia ter evitado a morte se aproveitasse a ajuda de amigos para fugir.

Acreditava que o melhor modo para as pessoas viverem era através do próprio desenvolvimento, ao invés de buscar a riqueza material; e que ao relacionar-se com os membros de um parlamento (nunca aderiu à democracia Aristotélica) a própria pessoa estaria sendo hipócrita.

Foi condenado à morte por cicuta.

Usa os amigos a seu bel-prazer e proveito, atribuindo-lhes cargos e (i)responsabilidades com ordenados milionários.

A sua única fidelização reconhecida é a da procura da riqueza material, o que faz sem olhar a meios.

Está envolvido em escutas, Freeport, Licenciatura fraudulenta, negócios obscuros, tráfico de influências.

Nunca foi condenado...

Legado

Deixou-nos incontáveis dádivas.

Deixa-nos incontáveis dívidas.


É ESTA A NOSSA INCULTURA....DEPOIS DIGAM QUE SÓ DIGO MAL DE TUDO...!!!

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Para um Povo destes, não acham que já tem muito mais do que merecem?

Cambada de ignorantes cretinos…


----- ANDO EU DESDE OS 14 ANOS DE IDADE A PAGAR ESTA FACTURA, E A ATURAR ESTES GAJOS IGNORANTES E CORRUPTOS E O POVO NÃO SABE PORQUÊ!

HOJE FAÇO 50 ANOS E AINDA ME PERGUNTO PARA QUE RAIO FOI AQUELA M....PARECE QUE NÃO SOU A ÚNICA!

POBRE PAÍS QUE JÁ FOSTE O MAIOR, E AGORA ANDAS A VER SE AGUENTAS O SCORE DA TURQUIA!

ESCUMALHA! APENAS COM O MÉRITO DA DESTRUÇÃO! AO QUE ESTAMOS REDUZIDOS!

video

O PEDRITO: "O TERRÍVEL"!!!

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Rui Pedro Soares processa Pacheco Pereira
Rui Pedro Soares vai processar Pacheco Pereira por difamação. “Os tribunais decidirão se é um homem íntegro ou se não passa de um difamador e de um tunante”, disse.
Correio da Manhã

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