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domingo, 20 de junho de 2010

AÍ VAI... DOS "CALHORDAS" QUE NOS GOVERNAM.

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Oh homem, ao menos não faça previsões!...

Ministro das Finanças garantiu que Portugal engrenou numa "trajetória de forte confiança" que levará o país a ser bem sucedido na "obtenção de um défice não superior a 7,3% do PIB no final de 2010".
Mas que garantia e confiança podem dar as previsões de um Ministro que, para 2009:
a)previu um défice de de 2,2% e o défice foi de 9,3%

b) previu um aumento do consumo público de 0,2% e o consumo público aumentou 2,6%.

c) previu um acréscimo de investimento de 1,5% e o investimento decresceu -11,8%.
d) previu um acréscimo da procura interna dos 0,9% e e a procura interna diminuiu -2,9%
e) previu um acréscimo das exportações de 1,2% e elas decresceram
-12%
f) previu um aumento de emprego de 0,4% e o emprego diminuiu
-2,9%
g) previu uma taxa de desemprego de 7,6% e ela foi de 9,5%.
Nestas circunstâncias, é mesmo preciso grande lata para garantir o que quer que seja.
Não garantiu ele também já este ano que não havia aumento de impostos?
E que haveria cortes drásticos nos grandes investimentos?
Que credibilidade, pois, que confiança, tais garantias podem merecer?
Pelo menos, não faça previsões, que o tempo não está para galhofas!...
posted by Pinho Cardão

SARAMAGO ESPETADO NA FORQUILHA DO DIABO


Assunto: Testemunho directo, de quem se cruzou com Saramago.

Recebi este mail em Outubro do ano passado ( não eu mas quem mo repassou) . Testemunho directo, de quem se cruzou com Saramago.Hoje que Portugal está de luto, convém perceber quem morreu. Ontem disseram-me que na sua terra - ali para a Azinhaga - ninguém gostava dele. Ao que parece, apesar de na altura já ter uns cobres, deixou os pais morrer na miséria.

Acho que vale a pena ter-se uma visão mais abrangente das pessoas e das coisas. Ainda que possa ser um escritor muito bom ( pessoalmente não gosto da escrita dele, mas isso vale o que vale) Saramago era muito mais do que polémico, um homem agressivo, cheio de complexos, parecendo sempre de mal com a vida. Na minha opinião, que vale o que vale, longe de ser um exemplo como ser humano!

Lembram-se da Fernanda Leitão?? Directora, nos tempos do PREC, do jornal o Templário (de Tomar), tribuna livre e corajosa contra os soviéticos, onde, entre outros, escrevia o Jorge Moita, com uma coluna intitulada “Aqui e Agora”…??

Há que tempos que não ouvia falar dela: grande regresso…!!!!!

CARTA DO CANADÁ

Fernnanda Leitão

SEM COMPLEXOS NEM PRECONCEITOS

Seguramente, foi em 1959 que assentei arraiais na Brasileira do Chiado, no grupo pontificado por Tomaz de Figueiredo, Jorge Barradas, Abel Manta e Almada-Negreiros, onde fui dar pela mão de artistas plásticos cujo vasto atelier passou a ser, também, meu poiso habitual. Meu de muitas outras pessoas.

Em tardes de inverno, com a lareira acesa e tomando chá, por ali passava a dizer poemas Vasco Lima Couto e, a inundar o espaço com a sua voz inesquecível, Eunice Muñoz. Gente do teatro, do cinema, da música, das artes plásticas, do jornalismo, das letras, ali conviviam com serenidade e gosto.

A escritora Isabel da Nóbrega começou a ser habitual e depressa se tornou uma amiga dos donos do atelier. Senhora de bom berço e fino trato, inteligente e culta, bem instalada na vida, caíu numa cilada do demónio. Apaixonou-se por um zé ninguém, nem sequer bonito, muito menos simpático e bem educado, que olhava tudo e todos de nariz empinado, numa pseudo-superioridade de quem tem contas a ajustar com a vida, quezilento e muito chato. Falava como um pregador de feira e era intragável. Mas, em atenção à Isabel, lá íamos aturando o José Saramago.


Para mim, que sou péssima, foi ponto assente: aquele não a ia fazer limpa, era um depósito de ódio recalcado. Foi por isso que não me admirei nada quando o vi director do Diário de Notícias, a mando do Partido Comunista, onde, da noite para o dia, lançou ao desemprego 24 jornalistas, dos da velha escola, dos que escrevem com pontos e vírgulas, deixando-os, e às famílias, sem pão.

Tambem não fiquei minimamente surpreendida quando soube que abandonou Isabel da Nóbrega, que tanto fez por ele, para alvoroçadamente casar com uma espanhola que foi freira e tem vastos conhecimentos no mundo da política e das letras. Para mim, estava tudo a condizer com a figura.

Cá de longe soube que publicava livros e vendia muito. Não me aqueceu nem arrefeceu, porque nunca li nada escrito por ele nem tenciono perder tempo com isso. Não me apetece, e está tudo dito. Nem o Nobel que lhe deram me impressionou, porque já vi o Nobel ser dado sem critério algumas vezes. Acho mesmo que o prémio está a ficar muito por baixo.

E agora, o homenzinho da Golegã a chamar nomes a Deus, a insultar a Bíblia nuns raciocínios primários de operário em roda de tasca. Dizem que o fez por golpe publicitário. Talvez. Acho que é capaz disso e de muito mais. No entanto, creio que, no meio do aranzel, apenas houve uma pessoa que lhe fez o diagnóstico certo: António Lobo Antunes, numa magistral entrevista dada à RTP, há dias, respondeu a Judite de Sousa, que o interrogava sobre as tiradas de Saramago, que essas vociferações contra Deus lhe tinham feito medo. E adiantou: “tenho medo de chegar à idade dele assim, sem senso crítico”. Está tudo dito. É mais um como há tantos anciãos de tino perdido em Portugal. É deixá-lo andar. A mim tanto se me dá.



EUROPA DAS NAÇÕES

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Charles de Gaulle preconizou há muitos anos que nunca haveria Estados Unidos da Europa, mas sim "Europa das Nações".
As décadas de paz e prosperidade que a Europa atravessou fizeram com que aparecessem a seguir os "mais velhos demónios europeus".


Com o fim das guerras e a procura de um bem-estar surgiu como consequência a convergência das economias nacionais. Não nos poderemos esquecer que a hoje Comunidade Europeia começou sendo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, integrada pela França, Itália, Alemanha Ocidental e os Países do Benelux que levaram a um dos maiores êxitos económicos da sua história , êxitos esses que atraíram como mel para as moscas os restantes Países europeus e imigrantes das mais variadas partes do Mundo.
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Porém essa união económica que alcançou o seu apogeu com a introdução de uma moeda única, não se traduziu numa união política como aconteceu com as treze colónias inglesas que mais tarde formaram o núcleo dos Estados Unidos, ou como os principados que constituiram hoje a presente Alemanha moderna.
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O sentimento nacional prevaleceu e o que efectivamente temos hoje em dia, muito mais do que os Estados Unidos da Europa, a pesar das inúmeras tentativas de harmonização, Tratados de Roma, Maastrich, Niza e Lisboa, é o que De Gaulle preconizou a Europa das Nações. Primeiro a seis, depois a doze, quinze e hoje a vinte e sete, cada vez mais diferentes e muito diversas no nível de desenvolvimento. Foi pois uma experência muito arriscada tendo em conta que não se estabeleceram mecanismos adequados de controle e supervisão, que abriu as portas a toda a espécie de fraudes e subterfúgios, que a Grécia amplamente exemplificou.
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Porém sucedeu algo que não poderia acabar bem e que a crise acabou por pôr em evidência, com o perigo que aí advém. Existe contudo uma situação muito pior: são as tendências do movimento pan europeista. A ânsia de liberdade dos europeus não se limitou a encontrar um marco de convivência democrática.
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Desejam mais do que tudo, a recuperação das suas comunidades originárias, tendo como consequência a ameaça da fragmentação dos estados originias. Nenhum deles se livra deste processo desintegrador incluindo a França, a Espanha e pasme-se a Bélgica com a sua capital Bruxelas, a capital europeia que já não sabe onde se encontra se em Flandres ou na Valónia, ou em nenhuma delas... Era só o que faltava à Europa que necessita de uma união e não uma desintegração como a Bélgica exemplifica.
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As crises tem um efeito duplo: ou se saem delas mais fortes do que se entrou ou então levam a um descalabro total. A solução é a correcção dos defeitos que a provocaram, ou então o vírus que se instalou acaba cojm a destruição total. No momento actual só poderemos dizer que alguns Países com a China à cabeça saem reforçados e os Estados Unidos por via do enorme dinamismo da sua sociedade também o farão, mas neste caso terão que compartilhar com as novas super potências asiàticas.
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Na Europa actual há já quem diga "Salve-se quem puder". Os Países da Europa Central mostram desconfiança e mau humor para os três Países socialistas do Sul.
Entretanto estamos com dúvidas constantes, com uma classe política desprestigiada, mas que ninguém já se lembra que fomos nós que a elegemos, e uma economia administrada pelos Governos que a levarão a um desatre total.
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Um povo educado elege sempre dirigentes honestos e competentes. Um povo inculto faz exactamente o contrário. Um povo educado sabe muito bem distiguir entre um discurso sério e uma verborreia demagógica a que estamos infelizmente habituados com este Primeiri Ministro.
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Infelizmente o povo português continua a vaguear nas trevas alimentando-se do futebol, chafurdando na ignorância suína perante esta classe política de uma mediocridade petulante, nestes filhos de judas, netos de toda a espécie de leviandade e corrupção, indo desfolhando o seu bem me quer mal me quer ideológico neste limbo do purgatório sem saber para que lado vão cair, mas que nos arrastam para um empobrecimento colectivo, com consequências imprevisíveis.
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Pode ser que vamos assistir a uma recuperação da ave "Fenix" que nos permita renascer das cinzas como tantas vezes sucedeu ao longo da nossa história, ou então vamo-nos situar à margem da mesma, tal como sucedeu com a Pérsia, Egipto ou Roma. Não é preciso ser economista para ver que entre o crescimento económico de 1,8 e os juros do dinheiro que vem do exterior a 5, ou 6% há sempre um défice de pelo menos 3%. Isso traduz-se no momento de 3.5 milhões de euros de dívida externa por hora...
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Faltam líderes na Europa, faltam mentes claras e profundas que analisem a situação e proponham ideias imaginativas para se sair do pântano em que já estamos a viver.
Eis pois o retrato fiel da presente Europa. Concluindo citaremos John Keynes com três idias:
1ª- O futuro é impossível de prever e sobretudo as tempestades económicas.
2ª- Ax economias atingidas por estes choques podem manter-se em depressão por muito tempo.
3ª- É uma crítica moral das sociedades que veneram a obtenção do dinheiro por qualquer preço. A longo prazo todo estaremos mortos.....
Artur Santos Dias

SARAMAGO ESPETADO NA FORQUILHA DO DIABO


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Saramago era um homem mau. Fez mal a colegas. Fez mal à Pátria, fez mal à língua portuguesa, de mal que escrevia. Não auguro nada de promissor para a sua alma. Mas só Deus sabe.
Ex-Padre Leonardo Boff

Senhor ex-Padre Leonardo Boff,
Tanta benevolência de um ex-padre com companheira e tudo, só podia vir de si, famoso como é. A sua cegueira, não a do Ensaio de Saramago, o seu real afastamento da Igreja Católica Apostólica Romana, permitem-lhe imaginar futuro no Céu para uma alma torturada que apenas conhecia e semeava infernos. Só que o "seu" Céu, já não será por certo o mesmo de quando com boa intenção terá entrado para o Seminário, optando por um celibato que pelas suas palavras vejo haver abandonado...
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Como escrevi, Saramago era um homem mau. Fez mal a colegas. Fez mal à Pátria, fez mal à língua portuguesa, de mal que escrevia. Não auguro nada de promissor para a sua alma. Mas só Deus sabe.
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Ao contrário do que ex-padres marxistas como o senhor, e outros comunistas pensarão, Deus é de facto misericordioso. Mas misericordioso para com os bons. Na medida em que a liberdade que Ele nos dá é incomensurável, uns optam por ser Seus Amigos, outros decidem ser Seus adversários. Na Terra, como na Eternidade. Por isso o Diabo existe, e nos interpela a todos constantemente. Felizmente, na maior parte das vezes com maus resultados para ele...
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Aos inimigos, com legitimidade, Deus castiga. Não por gosto, não por ser "castigador" ou vingativo, mas sim porque foram eles próprios que se autoexcluíram da Sua convivência, hostilizando-O deliberadamente, e espalhando ideologias de mal. Enfim, tornando-se Seus inimigos.
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Não sei se eu próprio irei para o Céu, almejo isso, e por isso procuro com os meus inúmeros defeitos santificar-me na vida corrente e na oração, e respeitar os representantes de Deus e dos Apóstolos na Terra, obedecendo-lhes, ajudando-os, e fertilizando a minha Fé através de um Apostolado que procuro seja são, e claro.
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Outros, pelo contrário, na sua soberba, politizam a religião, são "anti-cristos", e estou certo de que eles, sim, serão preferidos por Satanás, que representam ou terão representado por opção própria na Terra. Não existe "Teologia da Libertação", Senhor Leonardo Boff. Existe Teologia. Ponto final. E o senhor, no fundo, sabe-o. Porque escolheu um caminho divergente da Igreja, havendo-se afastado das práticas que lhe são comuns.
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De facto, essa tal de "Teologia da Libertação", não é mais que tentativa de estalinizar a religião. E isso é muito feio, e desagrada e entristece por certo a Deus, na medida em que engrandece os seus inimigos de sempre.
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Desejo, sem qualquer espírito de vingança, que os amigos de Saramago se juntem todos a ele, esteja onde estiver. Assim, não se confundirão com aqueles que no dia-a-dia procuram a palavra de Cristo, procuram pôr em prática os Seus ensinamentos, e aspiram a coerência da vida Cristã nas três grandes virtudes: Fé, Esperança e Caridade.
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Rezo por todos quantos se afastaram da Igreja, quasi mais do que por aqueles que nunca tiveram a luz de a ela se saberem juntar. É pois nesse sentido que pode contar com as minhas orações. Quantas conversões e "reconversões" se deram no leito de morte...
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Rezo acima de tudo por que todos os Homens no Mundo sigam o Papa, e o respeitem, assim como pelo crescimento da Fé nos Homens, e pelo crescimento da Igreja no Mundo, espalhando a Verdade, a Caridade, e o bem.
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Quem pela soberba humana, que não pela ignorância, não comunga da Fé em Cristo, é digno de dó. E eu tenho dó dessas pessoas. Mas não é por issso que deixo de rezar porque deixem de ser Inimigos do Altíssimo. Se Deus me ouvir, pode ser que a maldade diminua neste Mundo tão torturado e desorientado, devido ao espalhar do Marxismo e do ateísmo amargurado e militante, como era o do seu amigo Saramago.
Cumprimenta, António de Oliveira Martins Comente esta matéria no site www.portugalclub.org

ORA AÍ VAI UMA "ROCADA" DE SARAMAGOS AMARGOS

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DA CONVERSA DE CHACHA

Pretenderam fazer da ausência física do chefe de Estado no funeral de Saramago um assunto de Estado. Com Louçã à dar o mote, os jornalistas de serviço encarregaram-se do resto. Enquanto PR, Cavaco fez-se representar junto do féretro e da família do escritor pelos seus chefes das casas civil e militar e, assim, honrou o que havia a honrar. Mais do que isso seria hipocrisia de Cavaco Silva que os fartos viúvos e viúvas de Saramago não deixariam de anotar, como anotaram, o contrário. Todavia, alguém que, na opinião do falecido, «não tem ideia nenhuma do que é a literatura ou a arte», que era tido como «génio da banalidade» e a quem Saramago não tencionava conceder o "privilégio" da sua presença se o outro fosse eleito PR, ia lá fazer o quê?

ELES (DO GOVERNO FAZEM AS ASNEIRAS) O POBRE DO POVO É QUE AS PAGA

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Crise
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Famílias estão a tirar filhos dos colégios privados para pôr no público.
Os colégios privados sentem já «de forma muito evidente» a crise das famílias, que tentam transferir os filhos para escolas públicas, deixam mensalidades por pagar ou cortam nas actividades extra
Famílias estão a tirar filhos dos colégios privados para pôr no público

Esta é a radiografia feita por responsáveis do sector que sublinham o «esforço» das famílias em manter os filhos no particular mas reconhecem que várias crianças têm abandonado os colégios rumo a instituições públicas ou de solidariedade social (IPSS).

Os pedidos de transferência dos privados para IPSS «têm acontecido ao longo do ano», conta Lino Maia, presidente da Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade (CNIS).

O director da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular (AEEP), Rodrigo Queiroz e Melo, corrobora: «As famílias têm feito um esforço para manter os filhos a completar um ciclo de ensino mas, muitas vezes, a opção é mudar para o Estado».

«A crise das famílias reflecte-se de forma já muito evidente no ensino particular, mas traduz-se de modo diferente consoante as zonas do país e tipo de colégio», diz.

Nos privados de menor dimensão e nas áreas menos urbanas, «todas as dificuldades das famílias» são mais evidentes.

Já nos colégios mais conceituados «o primeiro sentimento é de algum desconforto com o facto de famílias com um ou mais filhos terem enormes dificuldades em manter todos na escola». No entanto, continua a haver procura e listas de espera.

«O que se nota de um ano para o outro é a mudança de pessoas, especialmente no final dos ciclos de ensino», explica Rodrigo Melo.

Na Academia de Música de Santa Cecília não há redução de inscrições mas «sente-se um reflexo nas actividades extra-curriculares», diz a directora Filipa Pacheco Carvalho.

Fernando Ribeiro e Castro, da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, considera que as famílias numerosas são obrigadas a cortar em despesas como educação, férias ou tempos livres.

Apesar dos esforços, há mesmo quem não consiga suportar as elevadas facturas dos colégios privados, que ultrapassam os 500 euros mensais.

Natália Nunes, responsável pelo Gabinete de Apoio ao Sobreendividamento da Deco, conhece casos de famílias com mensalidades em atraso que regularizam a situação no final do ano lectivo «com o subsídio de férias ou o IRS».

Diversos colégios confirmam atrasos esporádicos nas mensalidades e criação de planos de pagamentos. A direcção dos colégios Mira Rio, Planalto, Horizonte e Cedros admite «a possibilidade de acordos pontuais para ultrapassar dificuldades momentâneas».

Mesmo nas IPSS, onde se paga consoante o rendimento, nota-se uma preocupação especial com a crise. Exemplo disso é o Centro Sagrada Família, em Algés, que decidiu reduzir «excepcionalmente» a mensalidade de Agosto do próximo ano «atendendo à difícil situação económico-financeira em que a generalidade das famílias se encontra», refere o regulamento da instituição.

Apesar da ajuda das IPSS, Lino Maia diz que várias crianças abandonaram até estas escolas, situação que tenderá a agravar-se: «Com o desemprego, certamente haverá mais famílias a reter os filhos em casa. Estando os pais desempregados, procurarão pelos próprios meios formas de reinserção, educação e acompanhamento».

Lusa / SOL

ALEGREM-SE QUE AMANHÃ É OUTRO DIA



Entre nós, o panteão é mais ou menos um lugar obscuro, simbolicamente irrelevante, que acolhe figuras pátrias pelas mais disparatadas razões consoante o caprichismo dominante. Saramago ficar ou deixar de ficar lá é mais uma questão de lobby político do que outra coisa qualquer. Aquilino está por causa da maçonaria e da política e não por ter sido um extraordinário escritor ou um egrégio patriota. Entre Herculano, Garrett, Junqueiro e João de Deus talvez apenas o primeiro merecesse a "distinção" porque percebeu perfeitamente o que isto sempre foi. Uma choldra que dá vontade de morrer.

CERIMÓNIAS FÚNEBRES DE JOSÉ SARAMAGO

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Nada tenho, absolutamente, contra o defunto José Saramago nem sequer uma crítica a seus livros porque os encontrei sem interesses que valesse para os ler.

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Pelo que notei no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa a cerimónia foi política de discursos e pouco mais.

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Meteu-me muita pena de ter visto sua mulher espanhola Maria Pilar del Rio, confrangida no meio daquela “palhaçada” fúnebre .

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Coitada da corajosa senhora à espera que todo aquele cerimonial terminasse e se recolhesse em privado. Na praça do Município umas escassas três centenas de pessoas cujos esta, a meu ver, seriam, a maior parte, do Partido Conunista.

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Foi cruel ter ouvido da boca da comunicadora da RTP no Cemitério do Alto de S.Jão, indicando uma coroa de flores que tinha chegado de Cuba e enviada pelos irmãos Fidel e Raul Castro.

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Afinal o José Saramago não era por aí além um humanista, nem um lutador pela causa da liberdade, dado que apoiava o regime daqueles dois velhos, cubanos.

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Durante os discursos no Salão Nobre vi por lá muitas caras velhas e ferrugentas (o cemitério a clamar por eles) talvez com inveja de não terem um funeral, pomposo, como o finado José Saramago.

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O valor dos homens vê-se na morte e em verdade não vi nada!

Paz à sua alma.

José Martins

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P.S. - Notaram-se muitas lágrimas nos olhos de algum de público, na Praça do Município, cujo estas são fáceis de aflorar aos olhos, dos portugueses, dependendo dos discursos que ouvem.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 20.06.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Freitas do Amaral: Apoio a Cavaco
Eduardo: Sp. Braga contrata
Rui Costa: Esperança em Gaítan
Povo apanha e espanca Incendiário
Louçã: Apelo ao Presidente

Capa do Público Público

Paulo Fernandes elogia jogadores, André Lima critica arbitragem
O dia em que Rui Costa não foi discreto
Hércules regressa ao primeiro escalão, com Real Sociedade e Levante
ONU denuncia aumento “alarmante”
da violência no Afeganistão
Sp. Braga anuncia contratação de defesa central Eduardo

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Um salão Nobel para um adeus simples
Lamentava o fim das oliveiras mas bebeu ali um 'ranhoso'
Os herdeiros mais novos do legado de Saramago
Mário Soares, o primeiro a pedir a honra do Panteão
Louçã apela ao PR para esquecer "mesquinhez do passado"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

"Viagra" feminino não autorizado nos EUA
Um adeus português ao escritor universal
Orfeão do Porto levou ranchos à Batalha
Santos Silva: agenda da crise imposta por poderes ocultos
Junta quer metro do Porto a servir Azevedo

Capa do i i

Tribunal reduz multa ao BCP no caso dos créditos a filho de Jardim Gonçalves
Jerónimo de Sousa. "Sair do euro, como medida isolada, não!
Petróleo da Venezuela valeu contratos de 262 milhões a Portugal
Oposição ataca ministra. Há "cortes cegos" na saúde, há "desnorte" nos cuidados médicos
Estudo vence. Eles sabem que a bola não lhes sobe a média

Capa do 24 Horas 24 Horas


Capa do A Bola A Bola

«Como português tenho de acreditar» - Luís Franco-Bastos
Hugo Viana de surpresa para reabertura da oficina leonina
Preço de Kléber pode duplicar...
Substituto para Di María procura-se!
Dossier Di María: «Próximos dias serão fundamentais» - Rui Costa

Capa do Record Record

Domingo, 20 de junho de 2010
Quim no Sp. Braga nas próximas 3 épocas
Tardelli avança brevemente
Toldo poderá emigrar e leões estão atentos
Alan e Jaime Valdés são os extremos prioritários

Capa do O Jogo O Jogo

Paulo Fernandes: "O Sporting foi superior em todos os períodos do jogo"
Portimão International Tournament: Gémeos Marreiros vencem final de pares
Taça de Portugal: Benfica disputa final com a Física
Guardião Vladen Giljen assina por cinco épocas
Faleceu Manute Bol