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domingo, 11 de julho de 2010

E PRONTO EM ESPANHA TUDO FOI ESQUECIDO... VIVA A BOLA!

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E pronto em Espanha tudo foi esquecido... O desemprego e a economia em cueca. Os espanhois eufóricos... VIVA A BOLA que entra na BOLA DO POVO.
ARRIBA ESPANHA!

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JOSÉ SAMANA-Johannesburg

O 11 de Julho de 2010 é já um dia histórico para o desporte nacional . A Espanha ganhou a sua primeira Copa do Mundo em agonia , com oportunidades para ambas as equipas que jogaram duro. Quatro minutos antes do final da prorrogação o objectivo chegou e o sonho aconteceu.

PORTUGAL: PAÍS DAS RAIVINHAS E VINGANCINHAS" - CÁ SE DIZEM CÁ SE PAGAM...!!!

Domingo, Julho 11, 2010

“É assim que eu quero e é assim que vai ser"

«A Nova Expressão, agência de meios que tem como cliente a Controlinveste (grupo de comunicação social de Joaquim Oliveira), foi contratada pelo Turismo de Portugal para assessorar na elaboração de um concurso público para uma campanha publicitária, cujo objectivo é divulgar a imagem de Portugal como destino turístico.

A entidade liderada por Luís Patrão, ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro, José Sócrates, vai investir mais de dois milhões de euros a partir de Setembro e já escolheu à partida as publicações onde quer apostar.

De acordo com a cláusula 5ª do caderno de encargos, a que o CM teve acesso, o adjudicatário vencedor "obriga-se a contratar os espaços indicados no plano de meios anexo" (elaborado pela Nova Expressão). Nesse plano estão contempladas, numa primeira vaga, 48 páginas a cores para as publicações da Controlinveste, 32 páginas para as publicações da Impresa (de Pinto Balsemão) e 11 inserções para a Cofina (de Paulo Fernandes, dono do Correio da Manhã, o maior jornal nacional). Numa segunda vaga publicitária, Joaquim Oliveira recebe mais 20 páginas, Balsemão 15 e Paulo Fernandes sete.

O Turismo de Portugal disse ao CM que "entendeu, previamente, seleccionar e contratualizar, com a empresa especializada e com conhecimento do sector (...), a elaboração de um plano que correspondesse aos objectivos que pretendia atingir (...) e, de seguida, pôs a concurso esse plano junto das centrais de meios".

O jornal ‘Sol’, que tem divulgado várias histórias sobre José Sócrates, não foi contemplado com qualquer espaço publicitário pelo Turismo de Portugal .

Mas o desequilíbrio é mais chocante quando se fala de publicações especializadas, como é o caso das revistas de viagens. Neste segmento, a Controlinveste monopoliza praticamente toda a campanha. Entre ‘Volta ao Mundo’ e ‘Evasões’, o Turismo de Portugal distribui 24 páginas de publicidade a cores. A segunda revista mais vendida neste segmento, a ‘Rotas & Destinos’, da Cofina, não é contemplada com um único anúncio. A ‘Rotas & Destinos’ registou, segundo a Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação, vendas de 6903 exemplares de Janeiro a Abril deste ano. A ‘Evasões’ teve vendas de 3 56 exemplares.»

Notas:

1- Este texto foi publicado pelo Correio da Manhã
2 – O título é da responsabilidade do Alto Hama e é a reprodução da afirmação de Afonso Camões, presidente da Lusa e ex-administrador da Controlinveste que, falando na Comissão de Ética, Sociedade e Cultura do Parlamento português, a propósito do encerramento das delegações da agência portuguesa, foi taxativo ao afirmar: "Não fechámos, mas vamos fechar. É assim que eu quero e é assim que vai ser".
3- A ilustração também é da responsabilidade do Alto Hama.

O INCRÍVEL KAOS E SUA GRAFIA POLÍTICA

Turísmo politiqueiro

turismo

Estava e ficou de férias nos Açores quando morreu o único Prémio Nobel da Literatura Portuguesa, andou a passear-se por Cabo Verde e parte brevemente para mais uma visita a Angola. A este a crise não lhe tira, nem a vontade nem a possibilidade de fazer "Turismo Politico". A alguns a crise passa ao lado, mas se eu tivesse disponível um orçamento anual de 20,7 milhões de euros também provavelmente não me queixaria dela. Honestamente não sei se é muito ou pouco dinheiro para um Orçamento de uma Presidência da República, mas até parece que sim quando vemos que em Espanha o orçamento anual para a Casa Real Espanhola não chega aos 9 milhões e que já é muitíssimo. O que chateia mais é que depois não se calem a pedir-nos sacrifícios e paciência. Os sacrifícios, cada vez estão mais difíceis de aguentar e a paciência também já não há muita.

justiça

O Tribunal da Relação do Porto (TRP) ordenou ontem a repetição do julgamento do processo relacionado com fraudes na massa falida de dezenas de empresas do Norte do país, cuja insolvência foi decretada nos anos 1990 do século passado, num julgamento que só acabaria por se iniciar em 2007 e que se arrastou-se dois anos.
Os desembargadores reenviaram os autos à procedência, o que implica novo julgamento de 34 arguidos, sobre os quais recaem acusações de associação criminosa, peculato e participação económica em negócio. O regresso à estaca zero do julgamento terá sido motivado, entre outras razões, pelo facto de os desembargadores corroborarem a tese da defesa quanto à perda da eficácia da prova, por eventualmente ter sido ultrapassado o prazo máximo de 30 dias entre cada uma das sessões.
O principal arguido do processo, recorde-se, é o liquidatário José Oliveira da Silva, que foi condenado a 18 anos de prisão efectiva e a ressarcir o Estado em 743.714 euros. Foram, ainda, condenados a penas de prisão efectiva outros arguidos, com realce para o leiloeiro Pedro Pinto, e sua mulher, a professora universitária Aurora Pinto, ambos punidos com 17 e 14 anos de prisão. O acórdão ontem anulado determinou ainda que 14 dos arguidos pagassem ao Estado uma indemnização que atinge um valor global de 5,5 milhões de euros.

20 Anos após a realização dos crimes tudo volta à estaca zero e, conhecendo-se a lentidão da justiça em Portugal, prevendo que não vão faltar recursos e mais recursos em todas as instancias possíveis e imaginárias, não é difícil prever que tudo isto ainda vai acabar por prescrever. Muito possivelmente ainda vai ser o estado a acabar processado e condenado a pagar indemnizações a esta gente. Poupam os milhões que deviam pagar e ainda recebem mais alguns como compensação. Mentirosos foram aqueles que, quando eu era criança, me ensinaram que o crime não compensa.

vaca gorda

O Durão Barroso veio a Portugal acusar os países europeus de não terem aproveitado o tempo das vacas gordas para resolverem os seus problemas com o défice. Não me lembro bem em que altura não esteve Portugal em crise, mas ele esqueceu-se que também ele foi primeiro-ministro e o país não resolveu problema nenhum, nem de défice, de justiça, de educação, ou seja lá do que for. Quem realmente aproveitou para se tornar numa "vaca gorda" foi ele, quando fugiu para aceitar ser a marioneta dos poderosos da Europa como Presidente da Comissão Europeia.

PAMPLONA 2010 - 5ª CORRIDA À FRENTE DOS CORNOS

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AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 11.07.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Gasolina em incêndio
Encontrada morta na praia do Canavial
Lisboa: Corpo na linha do comboio
Pastelaria assaltada
Simão Sabrosa: Fica no Atl. Madrid

Capa do Público Público

Mais de 115 mil pessoas passaram pelo quarto festival Optimus Alive
Sorteio do Totoloto (28º/2010)
Incêndios que deflagraram ao final da tarde na Quinta do Conde já estão controlados
Louçã acusa Bruxelas de “desagregar a segurança económica” de um país
Portugal vence a Turquia por 3-0 na Liga Europeia

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

43 mil homens criam filhos sozinhos
Portas diz 'jamé' a Sócrates
Crise causa corrida de empresários às consultas de psicólogos
Comandante Alpoim Calvão já tem "única medalha" que faltava
PSP perseguiu traficantes na auto-estrada A12

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Cuba: 17 presos políticos começaram a ser libertados
Totalista arrecadou mais de 1,8 milhões de euros no Totoloto
Todos pelos Pearl Jam no adeus ao Optimus Alive
Padroeiro da Europa ajuda-nos a vencer a crise
CDS-PP fala em saque fiscal "inaceitável"

Capa do i i

Universidade. O futuro é dos que estão preparados para tocar os sete instrumentos
Novos inspectores. Porque decidem juntar-se à PJ
Sair à noite. Liberdade condicional ou recolher obrigatório?
Aprender pouco é o segredo das boas notas a Matemática

Ministério Público desiste de acusar líder dos Hammerskins por associação criminosa

Capa do A Bola A Bola

Rodrigo: «Sou um felizardo por ser disputado pelo Benfica»
Walter mais perto do FC Porto
«Estamos claramente no caminho certo» - Bettencourt
Queiroz elogia estrutura da FPF
«Jara e Gaitán têm muito para evoluir» - Jesus

Capa do Record Record

Alvaro Pereira é visto como uma peça inegociável
A cartilha de Villas-Boas
Gaitán: «Não sou substituto»
Addy para Coimbra
Interesse em Drenthe motiva esforço financeiro

Capa do O Jogo O Jogo

Ronaldo congratulou Klose pelos 14 golos em fases finais de mundiais
Yousef el Kalai sagra-se campeão nacional de 10 000 metros
Fucile: "Mostrei ao Mundo quem é o Jorge Fucile e por isso vou satisfeito"
Espanha eliminada pela França
Muller: “Ganhar o título de melhor jogador

TAILÂNDIA: COZIDO À PORTUGUESA COM TODOS

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A vivenda do casal, Campos, luso/tailandês onde ao lado da bandeira tailandesa está uma portuguesa (o ângulo da lente da máquina não a focou, por lapso meu).
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Ontem, sábado, realizou mais uma almoraçada, tipica entre os "patrícios" lusos residentes em Banguecoque. A ementa foi constituída por um cozido à portuguesa com todos.
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O cozinheiro, como sempre o patrício Manuel Campos, ajudado pela a esposa Pornpaná, na sua elegante residência para os lados de Samut Songkran onde chega a maresia do Golfo do Sião e bem perto a lota de pescado e marisco e onde o nosso "patrício" se abastece e outros portugueses quando lhe pedem o favor para comprar uns quilos de camarão, lagostins ou umas garopas para grilhar em suas casas.
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Manuel Campos é bem o tipo de português, franco e lhe agrada, não só cozinhar como, assim, ter´os portugueses, junto a si e mulher aconchegar-lhes o estômago de comidas da nossa terra.
Faltou ao cozinho, para completar o "todos", a chouriça farinheira que o patrício Campos deixou squecida em casa de uma sobrinha em Lisboa. Mas não foi por essa falta que foi atacado... E bem!
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O almoço de ontem estava programado há mais de um mês e dada a notícia aos, aos habituais patrícios de outras reuniões gastronómicas. Isto antes do "patrício" Manuel Campos, mas a esposa Pornpaná seguirem para Portugual em gozo de féria, visitar sua família e de trazer de lá todos os condimentos, genuinos, para o Cozido à Portuguesa com todos.
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Seríamos, em princípio, uns dez ao todo, porém Manuel Campos "põe e Deus dispõe", por motivos imprevistos só apenas, com bastante mágua, eu e o engenheiro Rui Belo chegamos a casa do Patrício Campos, para o ataque, de estômagos vazios, ao cozido luso. Uns "patrícios" de férias outros fora de Banguecoque e ainda outro numa missão, caricativa e especialíssma a efectuar, neste fim de semana, nas "Terras Altas" da Tailândia.
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Sentados à mesa e preparados para o ataque os "patrícios" engenheiro Rui Belo (que nos honrou vestindo a camisola da cinco quinas) e Manuel Campos

Comeu-se, conversou-se (não falamos na desgraça que aconteceu à equipa lusa na África do Sul, muito menos em política e não se lavou uma única (local) peça de roupa suja, mas lavamos os dentes com vinho tinto estrangeiro, porque em Banguecoque raramente se encontra à venda o português.


Patrício Manuel Campos, fala ao engenheiro Rui Belo sobre a sua viagem, mais a esposa Pornpná, recente, a Portugal durante duas semanas, vagueou por: Madrid, Alentejo, Lisboa, Trás-os-Montes, Porto e outros lugares de Portugal.

Em casa do casal luso/tailandês, Campos, há espalhado pela casa um pouco de Portugal. Os portugueses são isto seja aonde se acomodem pelo Mundo
Duas fotografias que não necessitam comentários. A ternura do casal luso/tailandês Campos

A porta de entrada de casa do Casal Campos, sempre aberta aos "patrícios" e onde há sempre uma "mastiga" e um copo de vinho para beber. Engenheiro Rui Belo com Manuel Campos na hora da despedida.

Mapa que indica a localização de minha casa, também, como não poderia deixar de ser cento por cento lusa. (Clique em cima do mapa para o visionar)

Mapa de minha casa, acima, onde vai ser o próximo almoço (a designar data e tudo indica para o fim do mês corrente), gastronómico português.

O cozinheiro (como não poderia de deixar de ser), o patrício Manuel Campos. A ementa será garopa fresquinha, assada no forno adubada com batatinhas, cebolas e outros condimentos à mercê dos desejos do cozinheiro.

Para a entrada uma "punheta" de bacalhau bem desfiado, com rodelas, fininhas, de cebola crua e azeitonas. Regado com azeite italiano porque o português que sempre houve, por anos e anos, na minha dispensa terminou há um ano.

O almoço está aberto a todos os portugueses e lusos/descendentes (os com nata e os desnatados) sem segregação, Não é necessário trazer nada porque em casa há tudo, mas apenas trazer o estômago vazio para o adubar de boa comida. Cá se espera a gente que vier por bem.

José Martins