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terça-feira, 27 de julho de 2010

GUERRA DO IRAQUE: "A HIPOCRESIA DE UM QUARTETO"

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Ex-inspetor de armas da Onu diz que guerra do Iraque 'foi ilegal'


Hans Blix diz não ter encontrado evidências de armas de destruição em massa no país.

27 de julho de 2010 22h 42


O ex-chefe dos inspetores de armas da ONU (Organização das Nações Unidas) Hans Blix disse nesta terça-feira acreditar que a invasão do Iraque em 2003 foi ilegal.

"Tenho uma opinião sólida de que a Guerra do Iraque foi illegal. Existem casos em que, mesmo com uma margem de dúvida, pode ser possível fazer guerra", disse ele

"Mas na minha opinião, o conflito no Iraque não foi um destes casos."

As declarações foram feitas durante depoimento ao inquérito Chilcot, que investiga as decisões tomadas antes e depois do início das operações militares britânicas no Iraque.

Sinceridade

Blix diz que entre o final de 2002 e março de 2003, pouco antes da invasão liderada pelos EUA, sua equipe realizou cerca de 700 inspeções em 500 locais e não encontrou evidências sólidas de armas de destruição em massa.

"Está claro que uma segunda resolução era necessária", diz ele referindo-se a aprovação do conflito pelo Conselho de Segurança da ONU.

Blix diz acreditar que o governo americano de George W. Bush estava determinado a adotar uma solução militar para resolver crises internacionais.

"Eles acreditavam que conseguiriam fazer isso e, portanto, era desejável faze-lo", disse ele.

Ele diz pensar que, na época, tanto o premiê britânico Tony Blair e o presidente americano George W. Bush acreditavam que o Iraque representava uma ameaça.

"Acredito que ele (Blair) era absolutamente sincero nas suas crenças. O que questiono foram seus julgamentos", disse ele.

As conclusões do inquérito devem ser divulgadas até o final do ano. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

LÁ VAMOS GRAMAR O SENHOR SILVA COM MAIS UMA PRESIDÊNCIA...BOA VAI ELA PRÓ CIDADÃO DE BOLIQUEIME

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O Busto da Múmia de Boliqueime

matrix politico

De férias, sem notícias nem uma internet onde possa procurar imagens, tenho de recorrer à minha memoria desta gente que nos encaminha para o descalabro e ao arquivo onde vou guardando imagens que vou encontrando para quando delas necessitar. É o caso deste busto do Sr. Silva, que temo vir a representar o Presidente da Republica nos próximos anos. O PS concorre com um poeta Alegre, o PCP com um derrotado à partida, restando mais um Nobre e algumas candidaturas sem grandes possibilidades. Como tem acontecido a dita esquerda parece preferir ter um Presidente da direita capitalista que dar um passo na procura de consensos e de uma candidatura que defendesse os verdadeiros princípios e valores da esquerda e que fosse uma alternativa de poder.
Há muito que digo que a múmia de Boliqueima é um dos principais responsaveis pelo estado a que chegou este país e, infelizmentte, há muitos que desejam que o continue a fazer.

SALAZAR: QUANTO MAIS A CRISE NOS TOCA MAIS RELEMBRADO É O GRANDE PORTUGUÊS!

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SALAZAR ERA BOM A INVESTIR

A agência noticiosa Bloomberg escrevia,há dias,que o antigo ditador António de Oliveira Salazar poderia ser recordado como o melhor investidor que Portugal já teve,caso o banco central português autorizasse o país a beneficiar das suas reservas de ouro.
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Em proporção com o tamanho da economia,Portugal armazenou,sempre,mais ouro,do que qualquer outro país da Europa,a maior parte do qual acumulado "com astúcia",durante os 36 anos de ditadura,pelo próprio Salazar.
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As reservas são,hoje,de 382,5 toneladas,avaliadas em 147 mil milhões de €,o equivalente a 6.8% do PIB nacional.
Maria Celeste Amado - Miratejo
Política e políticos em Portugal



POEMA
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Aos políticos de hoje
todos devemos saudar...!
Não querem deixar o tacho
voltam-se a candidatar!
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Desde o governo à oposição
não há nada para escolher
desde o 25 de abril
tem sido um verbo de encher
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Na Assembleia da república
fazem-se leis vergonhosas.
Insultam-se uns aos outros
e no fim tudo são rosas
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Falando de segurança
é notícia de hora a hora,
os assaltos são constantes
e o juíz manda os assaltantes embora!
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Mas que justiça nós temos
de proteger o ladrão?
Os políticos têm guarda-costas
e quem protege o cidadão?
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Meu querido Portugal
País outrora honroso!
entrou a democracia
passas-te a ser um país vergonhoso
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Ai Salazar, Salazar
se voltasses a viver, não ias acreditar!
São os impostos a surgir
e a corrupção a aumentar!
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Salazar distinto nome
de quem gostamos de honrar!
Dos políticos de hoje
nem deles quero ouvir falar!
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Salazar, Salazar, saudoso nome
dos tempos de antigamente!
Da educação à economia
estavas sempre presente!
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Na segurança de outrora
Salazar estavas atento
tranquilizavas o povo
hoje, morre-se a qualquer momento!
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Aos Portugueses alerto
o estado desta Nação
mas como todos são espertos
fazem-no na abstenção!
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Muitos trabalham a sério
outros nem nisso pensar
pois com tantos subsídios
não é preciso trabalhar!
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As reformas dos mais pobtres
mal dão para conseguir viver!
Os subsídios do rendimento mínimo
servem para muitos nada fazer
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As dos políticos coitados
são feitas de qualquer maneira
com poucos anos de desconto
servem-lhes para a vida inteira!
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Está muita gente mandando
nos Homens de inteligência
que fico quase pensando
que ser burro é que é ciência!
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Poema da autoria da Sr.ª Maria Fernanda (de Aveiro), lido durante a cerimónia de deposição de homenagem ao Estadista, Dr. Oliveira Salazar, no cemitério do Vimieiro, em 24-7-10.
M. Lima

SÓCRATES: "A VERDADE ACABA DE VIR AO DE CIMA"

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Processo Freeport
"A verdade acaba sempre por vir ao de cima"
Ontem

O primeiro-ministro, José Sócrates, mostrou-se hoje satisfeito pela conclusão do processo do caso Freeport, afirmando que ficou assim provada "a enormidade das calúnias, falsidades e injustiças" proferidas contra a sua pessoa ao longo de seis anos.

Em declaração ao País sobre o processo do caso Freeport, realizada esta tarde no Palácio de São Bento, o primeiro-ministro José Sócrates afirmou que o Ministério Público deu por concluída a sua investigação ao caso, revelando não ter havido quaisquer irregularidades no licenciamento ambiental do empreendimento.

"Esta conclusão não constitui para mim qualquer surpresa e creio que os portugueses compreenderão bem a minha satisfação neste momento por ver confirmado aquilo que sempre afirmei", disse José Sócrates.

"A verdade acaba sempre por vir ao de cima e ficou assim provada a enormidade das calúnias, falsidades e injustiças que foram proferidas sobre mim ao longo destes seis anos, disse.







A NOSSA RAPARIGA ELEITA HOJE-BEM MERECE UMA BOLEIA DE AUTOMÓVEL FERRARI DO QUE SEGUIR NUM COMBOIO CANGALHO

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Womens 1_003

OS PORCOS CÁ DOS NOSSOS CORTELHOS A PEDALAREM

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O Stress Bancário e porcos a andar de bicicleta

stress

Os nossos Bancos passaram nos teste de Stress que lhes foi imposto pela União Europeia e todos ficaram muito contentes. Segundo ouvi numa reportagem o teste foi feito considerando um cenário catastrófico, em que a divida publica, o desemprego e todos esses factores de desgraça com que nos costumam encher os ouvidos atingiam números nunca vistos. Poderia ter ficado logo mais descansado não fosse a possibilidade de todas essas desgraças acontecerem ser de 5%. É que menos provável que isso é ver um porco a andar de bicicleta e eu já vi alguns e no estado em que está a economia mundial não me deixa nada descansado.

SALAZAR: A HISTÓRIA NUNCA SE ENGANOU...JUSTIÇA AO GRANDE PORTUGUÊS!

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«SALAZAR NA HISTÓRIA»


Segue-se, editado por mim, o artigo de Rui Ramos publicado no Expresso (suplemento Actual) do passado sábado. Não na versão "lulizada" a que o Expresso agora se entregou (com a excepção de dois ou três articulistas), mas no português original do R. Ramos que, amavelmente, me cedeu o texto a minha instância. As fotos de Salazar datam de 1962 e foram feitas para a revista Life por Paul Schutzer.

SALAZAR NA HISTÓRIA

POR RUI RAMOS

No dia 27 de Julho, passam quarenta anos desde a morte de Salazar: tanto tempo como o que ele esteve no poder (1928-1968). Hoje, é preciso ter mais de 60 anos de idade para ter sido adulto sob o seu governo. Já lhe podemos dar a devida sepultura histórica? E como?

Os quarenta anos de governo de Salazar deixaram um rasto bibliográfico de apenas seis volumes de discursos -- Mário Soares, em apenas uma década de presidência da república, produziu dez. Salazar não falava muito. Nós, em contrapartida, falamos muito de Salazar. Um site livreiro oferece cerca de 60 livros, saídos ou reeditados nos últimos três anos, com o nome de Salazar no título. Salazar “vende”. Dedicamos-lhe mais atenção do que a qualquer outra figura histórica. Mas já é apenas isso que ele é, história?

O atraso.
Salazar foi ditador de um país rural e pobre. E nas características deste país esteve sempre a maneira mais fácil de o despachar historicamente. Eduardo Lourenço, num texto da década de 1960, chamou-lhe “camponês letrado”. De facto, quem melhor do que o filho de “pobres” de Santa Comba Dão, ex-seminarista com sotaque provinciano, que quase não viajou para fora do país, que escrevia como um frade do século XVIII e levava a vida de um pároco rural do século XIX, com governanta, quintal e galinheiro -- quem melhor do que ele para corporizar o “atraso” e carregar a respectiva culpa?

O problema está em que, se quisermos ser exactos, teremos de admitir que foi precisamente com Salazar que Portugal começou a ser menos pobre, menos analfabeto e mais europeu. É verdade que mesmo alguns salazaristas se mostraram impacientes com a sua obsessão financeira. No entanto, os seus orçamentos equilibrados e inflação baixa, se adiaram gratificações, pouparam os portugueses às crises fiscais e da balança de pagamentos que, antes dele e depois dele, destruíram riqueza e frustraram expectativas. A partir da década de 1950 e até 1974, Portugal conheceu as taxas de crescimento mais altas da sua história. A estrutura da economia portuguesa mudou. E não, Salazar não tratou apenas de conter as reivindicações dos empregados e favorecer alguns empresários. Foram os seus governos que estabeleceram os primeiros sistemas de protecção social efectivos e que conseguiram escolarizar pela primeira vez uma geração inteira.
O Estado Social em Portugal foi salazarista antes de ser democrático. Tal como a integração atlântica e europeia, começada com as adesões à OECE (1948), à NATO (1949) e à EFTA (1960). Sem estes sucessos, Salazar não teria durado. Para muitos, o salazarismo viabilizara uma transformação económica e social que outros regimes tinham proposto, mas falhado. É isso que Salazar significa -- Um instrumento brutal de modernização? Mas é um erro reduzi-lo a um fenómeno sócio-económico.



A ditadura.

Quando comparamos a ditadura salazarista com as suas contemporâneas, quer na década de 1930, quer na década de 1960, a contabilidade repressiva é modesta. Não dispôs do “gulag” de Estaline, nem do “paredón” de fuzilamento de Fidel Castro. Nunca teve mais presos políticos do que a I República (2382 no ano de 1912), e no fim tinha até muito menos (128) do que viria a haver nas prisões do PREC em 1975 (cerca de 1000).

Mas não nos devemos enganar. A ditadura de que Salazar esteve à frente desde 1932, quando assumiu a chefia do Governo, foi mesmo uma ditadura, com censura, tortura nas prisões, penas indefinidas e discriminações políticas. Pareceu “moderada”, porque, como explicou Manuel de Lucena, era meticulosamente “preventiva”. Todos em Portugal estavam à mercê do poder, sem real protecção jurídica. Num país pequeno e pobre, com um Estado centralizado e dirigista e uma sociedade civil fraca, não era difícil fomentar o respeito pelos “poderes constituídos”. Salazar não se propôs fundar, como outros ditadores, uma sociedade racialmente pura ou sem classes. Pôde assim aproveitar o efeito disciplinador das hierarquias estabelecidas. Aos eventuais revolucionários, faltou sempre as habituais massas de manobra: nem grandes populações operárias, nem camponeses sedentos de terras.

O Estado Novo era, como Salazar gostava de dizer, um regime suficientemente “forte” para não precisar de ser violento. Mas nunca houve dúvidas de que podia ser implacável. Deixou morrer três dezenas de anarquistas e comunistas no campo do Tarrafal, em Cabo Verde, entre 1936 e 1945. Perseguiu e exilou o bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes, em 1958-1959. E pelo menos encobriu ou não investigou o assassinato do general Humberto Delgado por agentes da PIDE em 1965. Salazar fazia ideia do que tudo isto significava. Quando o ministro dos negócios estrangeiros, a 27 de Abril de 1965, lhe comunicou a descoberta do cadáver de Delgado em Espanha, Salazar disse-lhe “em tom ciciado, como se alguém na sala nos pudesse ouvir”: “este assassínio é o tipo de coisas que pode desmantelar um regime”. Foi então o salazarismo simplesmente um intervalo ditatorial da história portuguesa? A história é mais complicada.


Um mal menor.

Salazar foi o primeiro chefe de governo, desde 1834, que não era liberal ou republicano. Era um conservador de tipo tradicionalista. Ora, Portugal, antes de Salazar, não parecia um país para conservadores. As instituições tradicionais, da nobreza à igreja, tinham sido liquidadas ou reduzidas. As maiores forças políticas organizadas eram de esquerda. Salazar subiu ao poder graças à Ditadura Militar, estabelecida em 1926, mas essa ditadura só foi possível pelo colapso político das esquerdas na década de 1920, divididas pelo radicalismo jacobino, desacreditadas pelo descontrole financeiro e confundidas pelo advento do comunismo soviético. Os velhos generais republicanos e maçons que dirigiram a Ditadura Militar entre 1926 e 1932 sobreviveram no poder porque encontraram defensores determinados em jovens oficiais direitistas e aliados compreensivos no clero, mas também porque muitos liberais e republicanos acabaram por optar pela neutralidade ou encostar-se à ditadura. O que lhes trouxe Salazar?

A última impressão que deixou, a do velho de 1968, faz esquecer a primeira impressão, que explica o seu sucesso: a do jovem de 1928, o professor universitário de 39 anos, disciplinado, trabalhador, realista, que não se parecia com ninguém na classe política. Muito magro, com uma voz ciciada, o ministro das finanças não era uma figura imponente, mas fez embasbacar toda a gente com o orçamento sem défice e a moeda estável. Os portugueses votaram com o dinheiro: na década de 1930, voltaram a pô-lo no país, donde o estavam a tirar desde 1910.
Salazar propôs-se “baixar a febre politica”, ensinar os portugueses a “viver habitualmente”. O seu poder assentou na garantia que, com ele, o governo nunca tomaria opções que compelissem todo um sector dos que apoiavam a ditadura a passar à oposição. O cepticismo que o impedia de acreditar nas piedades progressistas, também o coibia de fantasiar a possibilidade de restaurações de qualquer passado. Não haveria domínio da esquerda, nem da direita, mas um equilíbrio flutuante. Teve assim geralmente a seu favor, o presidente da república, o general Carmona, isto é, a hierarquia das forças armadas. Com a guerra civil de Espanha ao lado e depois a II Guerra Mundial em todo o continente, muitos portugueses apreciaram esta paz salazarista

As linhas de confronto nunca foram tão simples como em Espanha, onde a ditadura de Franco emergiu de três anos de guerra civil. Sobre o ministro Duarte Pacheco, o próprio Salazar comentava na década de 1960: “Bastante das esquerdas, mas como tinha grande ambição de poder, adaptou-se com facilidade”. Não por acaso, o Estado Novo proporcionou pessoal a todos os partidos da nova democracia depois de 1974. E isso foi possível porque Salazar teve em seu redor católicos e monárquicos, mas também republicanos e maçons. Até o V Governo Provisório de Vasco Gonçalves, em Agosto de 1975, teve direito a um representante do Estado Novo, na pessoa do professor José Joaquim Teixeira Ribeiro, vice-primeiro ministro.

E a liberdade? Não havia saudade de partidos, de eleições, de imprensa sem censura? Acontece que como Salazar explicou num discurso de 18 de Maio de 1945, “antes de nós e por dezenas de anos --- reconhecemo-lo com tristeza – as ditaduras foram a forma corrente da vida política e vimo-las alternar-se ou suceder-se quase ininterruptamente, sob formas diversas”. Em 1945, Salazar podia confiar em que os seus ouvintes se lembrassem do tempo em que, embora houvesse vários partidos, a rotação no poder só podia ser efectuada pelo Chefe de Estado (como no tempo da monarquia constitucional, antes de 1910) ou em que as oposições eram violentamente perseguidas (como durante o domínio do Partido Republicano, depois de 1910). Nunca, antes de 1926, as eleições, envolvendo apenas eleitorados restritos e tutelados, haviam sido consideradas genuínas ou livres. Ou seja, a separação entre o Estado Novo e os regimes seus antecessores não tinha a clareza da separação entre o Estado Novo e a actual democracia.

Durante a maior parte do regime salazarista também não foi claro que uma democracia como a de hoje fosse a alternativa. Numa exposição de 30 de Maio de 1944, o líder do PCP Álvaro Cunhal reconheceu que as oposições, se vencessem, não estavam em condições de garantir mais liberdade aos seus adversários. O salazarismo não existiu no mundo “pós-histórico” de Francis Fukuyama. Mesmo no ano da morte de Salazar, em 1970, a maior parte do mundo vivia sujeita a autocracias mais ou menos violentas, a começar pela vizinha Espanha.

E havia, para a elite portuguesa, coisas mais importantes do que a liberdade. Ezequiel de Campos, deputado republicano e colaborador da Seara Nova, foi outro dos que se juntou a Salazar. Um dia, confessou ao seu amigo João Sarmento Pimentel, exilado, que sacrificara a sua “ideia de liberdade” para realizar os seus projectos de desenvolvimento. Salazar insistiu em apelar a “todos os homens, independentemente da sua origem e categoria, do seu credo religioso, de suas preferências de regime, de suas antigas filiações partidárias, para um trabalho de conjunto a bem da Nação”. Para dar cobertura a essa colaboração, o regime dispensou outras profissões de fé que não o “repúdio do comunismo” e apropriou-se eficazmente da cultura do patriotismo moderno desenvolvida por liberais e republicanos no século XIX. Utilizou a prioridade que todos atribuíam à tarefa de inverter o processo de suposta “decadência” nacional para pedir que o julgassem pelos resultados, não pelos meios. A cultura política das elites portuguesas, para quem a liberdade se tornara secundária em relação ao desenvolvimento, estava desarmada de argumentos, tanto à direita como à esquerda, perante uma ditadura bem sucedida. Significativamente, os momentos de maior contestação e incerteza do regime coincidiram com dificuldades financeiras, quando pareceu incapaz de proporcionar a prosperidade que prometia (em 1945-1949, por exemplo).



Entre 1928 e 1968, o poder de Salazar não foi sempre o mesmo, nem o pessoal que o rodeou. Mas o salazarismo conseguiu parecer, em vários épocas, simplesmente a organização das elites sociais e intelectuais portuguesas – baseadas numa administração autocrática e centralizada, secundada pela Igreja e pelas Forças Armadas, e na subalternização política da população, já praticada por todos os regimes anteriores – para administrar e desenvolver o país. É verdade que a decisão do regime se manter pela força fazia dele a via única para quem queria exercer influência ou fazer carreira. Mas contou também a habilidade de Salazar. Soube usar as máximas da Antiguidade clássica: o tirano podia ser suportável se desse ideia de que não dominava para interesse pessoal. O “bom tirano” era, em primeiro lugar, um tirano sobre si próprio. E foi assim que Salazar se apresentou – sacrificado ao bem público, privado de ócios, de prazeres, de liberdade ... Nunca ninguém contestou a sua honestidade pessoal. Ouvia muita gente. Fez do “equilíbrio de correntes” um princípio fundamental. Evitou sempre definir-se claramente em relação às questões que sabia serem fracturantes (por exemplo, a forma do regime).

Para muitos, neste contexto, o Estado Novo foi o que Marcelo Caetano disse francamente a Salazar em 1948: “um mal menor que se suporta, mas a que não se adere”. O salazarismo gerou mais colaboração agnóstica do que adesão entusiasmada ou oposição intransigente. Só que, para desespero de Caetano, Salazar comportava-se como se isso lhe bastasse.


Um equívoco.

Alguns dos líderes democráticos europeus ou americanos desculpavam Salazar, admitindo que talvez Portugal não pudesse produzir, em democracia, uma maioria anti-comunista, como os outros países da Europa ocidental. Era mesmo assim? A verdade é que, em 1975, nas primeiras eleições livres e com sufrágio universal, o país começou a provar o contrário. Mas Salazar nunca pensou recorrer à população em pé de igualdade com os seus adversários. Por um lado, como explicou em Fevereiro de 1946, a exigência de liberdade pela oposição de esquerda parecia-lhe um truque de guerra: “sabemos bem que a exigem para vencer e a dispensam para governar”. Por outro, descreu doutrinariamente das vantagens de submeter o poder à competição entre partidos num mercado eleitoral. Os interesses podiam ser representados por corporações e o bem comum melhor defendido por uma autoridade executiva independente. Anunciou ter descoberto uma fórmula política original, salvaguardando em simultâneo a direcção do Estado e a autonomia da sociedade. A verdade, porém, é que nunca acabou de instalar este regime, supostamente alternativo tanto ao comunismo russo, como à democracia liberal de tipo inglês e francês.

O salazarismo viveu de durar. Mas para durar, num século de grandes sobressaltos e deslocações súbitas e num país em mudança, nunca pôde definir-se e estabilizar-se. O tempo foi de transições rápidas. A constituição de 1933 poderia ter servido para vários regimes. E, de facto, foi servindo. Ao longo da década de 1930, perante os triunfos de Hitler e de Mussolini, Salazar fez o Estado Novo lembrar o regime fascista italiano, com milícias, saudações romanas e uma retórica “revolucionária”, embora rejeitando sempre o modelo do “Estado Totalitário” e mantendo-se aliado da Inglaterra. Durante a II Guerra Mundial, aproveitou o facto de os beligerantes terem deixado a península fora da guerra e procurou servir ambos os lados, com lucro. Em 1945, com a vitória das democracias ocidentais, aliadas à União Soviética, enalteceu o seu auxílio à causa anglo-americana, reviu leis, fez logo novas eleições, e começou a falar de “democracia”, embora “orgânica”. Conservou-se, porém, intransigente com a renascida oposição de esquerda.



Enquanto regime, o Estado Novo nunca perdeu o ar de algo inacabado e impreciso, próximo do “começo” – e, portanto, também de um possível fim. Ao longo de décadas, foi mais uma “situação” (como aliás se dizia), um governo, do que propriamente um regime. O corporativismo, por exemplo, nunca saiu completamente do papel. Tudo, de facto, se resumia à “chefia personalizada” de Salazar, que fundamentalmente conservou a estrutura de poder inicial: uma ditadura militar com um chefe de Governo civil que dirigia directamente a censura e a polícia política. Ao passar pela direcção da União Nacional na década de 1950, Marcelo Caetano descobriu que o Governo era “a única realidade política activa, apoiado no aparelho administrativo e nas polícias” (a administração expandir-se-ia de 30-40 mil funcionários na década de 1930 para cerca de 200 mil na de 1960). Adriano Moreira viu o Estado Novo como um edifício de presidências, conselhos, assembleias e outros “órgãos que não tinham funcionado nunca com responsabilidade própria, e apenas estavam apontados na Constituição”. Em 1951, no congresso de Coimbra da União Nacional, Caetano perguntou abertamente: “O Estado Novo será verdadeiramente um regime, ou não será mais do que o conjunto das condições adequadas ao exercício do Poder por um homem de excepcional capacidade governativa?”

A resposta era óbvia. Ao longo do tempo, desenvolveu-se à volta de Salazar uma espécie de vida de corte, cujas intrigas ele próprio alimentava, com o sangue frio que lhe dava a convicção da sua própria superioridade. Em Setembro de 1966, observou a Franco Nogueira que em Espanha “o Franco está fazendo uma experiência, criando um princípio de caos, para depois ter fundamento para fazer regressar tudo ao começo e à sua autoridade”. E quanto a ele próprio, “não se me dava de um bocado de caos e confusão cá dentro, acho divertido”. O poder pessoal, exercido com tanta dureza como malícia, começou a parecer a muitos o motivo egoísta da ditadura. Significativamente, nenhum dos possíveis sucessores – e portanto, potenciais rivais -- do “chefe” alguma vez escapou ao saneamento. Em 1965, numa carta particular, Caetano, uma das vítimas, concluiu: “o Dr. Salazar não queria instaurar um regime, mas sustentar um equívoco que lhe permitisse governar, dividindo”. Isto tinha uma implicação: a aglomeração de facções divididas poderia não sobreviver ao seu manipulador-em-chefe.

E o tempo começava a não lhe perdoar. A 12 de Junho de 1968, “muito pálido, esmorecido”, Salazar repetiu num conselho de ministros a exposição que fizera no do dia anterior. Nenhum dos ministros lhe chamou a atenção. Tinha então 79 anos de vida e 40 de poder. Queixava-se já muitas vezes. Em Abril de 1966, desabafara com Franco Nogueira: “Estou perdendo faculdades. Não posso trabalhar como dantes. Já não acompanho os ministérios, e os ministros fazem o que querem”. No país, a transformação económica e social, de que o regime precisou para se legitimar, fazia desaparecer a velha sociedade rural e hierarquizada. Uma população escolar em expansão (o número de estudantes universitários duplicou então) protagonizou uma ruptura geracional de valores. O Vaticano II minou o clero mais conservador. Em 1970, 75% da população tinha nascido depois da subida de Salazar ao poder: a comparação que para essa gente tinha sentido não era com os regimes anteriores, mas com outros regimes europeus. O crescimento da inflação, depois de 1965, prenunciou desequilíbrios. Tudo começava a precisar de ser refundado, como Marcelo Caetano tentou fazer depois de 1968.

Mas Salazar na década de 1960 não estava preparado para sair de cena. Inventou mesmo, com a opção de manter a administração portuguesa em África, uma última razão para o seu poder. O colonialismo não começou com Salazar. O que ele fez, aliás, foi até acabar com os seus aspectos mais bárbaros. Liberais e republicanos tinham viabilizado as colónias submetendo as populações ao trabalho forçado administrado pelo Estado. Em 1961, Salazar consentiu que Adriano Moreira pusesse fim à sujeição dos “pretitos”, como dizia. Mas decidiu que Portugal seria a excepção entre as potências coloniais europeias. Muitos opositores republicanos fizeram questão, pela primeira vez em trinta anos, de aplaudir o regime. Salazar tomou o partido da resistência à descolonização porque no caso português, com colónias pouco povoadas e subdesenvolvidas, era possível fazê-lo (foi sempre um realista). Mas acima de tudo, porque terá calculado que a “defesa do ultramar” cancelaria a perspectiva de uma “normalização” à maneira ocidental que, em 1961, perante a pressão anticolonial dos EUA, seduziu a hierarquia do exército.

O homem creditado com ter poupado o país à II Guerra Mundial envolveu-o agora no maior esforço militar de uma nação ocidental desde 1945. Salazar explorou então uma mística histórica, assente na presumida actualidade da expansão ultramarina, que levou Eduardo Lourenço a admitir que “o Portugal de Salazar foi o último que se assumiu e viveu como um destino”. Mas era o destino de um beco sem saída, que reduziu de vez o regime a um enorme castelo no ar. A guerra pôde ser feita, mas acabou por tornar-se insuportável. Por isso, o salazarismo, se bem que tivesse sido capaz de organizar uma sucessão interna em 1968, já não conseguiu, ao contrário do franquismo em Espanha, enquadrar uma transição democrática. Terminou num enorme fracasso, como acontecera aos regimes anteriores.

Numa quinta-feira de céu cinzento, a 25 de Abril de 1974, tudo foi derrubado como um cenário de papelão. Nenhum movimento político importante reivindicou, desde então, as ideias de Salazar. Em 2007, a sua vitória num concurso televisivo foi mais um sinal de iconoclastia, contra o velho antifascismo oficial, do que de saudosismo. Valem-lhe os antifascistas para o conservar ameaçadoramente “vivo”. Terá ele imaginado este fiasco final? Nos seus últimos anos de vida, entre 1968 e 1970, não lhe disseram que fora substituído no governo, mas, como notou Adriano Moreira, ele também não perguntou. Nunca quis saber o resto da história.

TAILÂNDIA: PROTESTO CONTRA A, POSSIVEL; GERÊNCIA PELO CAMBOJA DO TEMPLO PREAH VIHEAR



Protesto contra o templo Preah Vihear templo


  • Publicado em: 27/07/2010 às 05:17
Centenas de activistas liderado pela Aliança do Povo para a Democracia (PAD ), principal líder Chamlong Srimuang entregou uma petição às Nações Unidas para a Educação , Ciência e a Cultura ( Unesco) na delegação em Banguecoque, hoje, na terça-feira contra o anúncio do templo de Preah Vihear vir a ser eleito Património Mundial e continue, no futuro, sob o controlo do Camboja
"Tenho vindo a acompanhar a reunião do Comité do Património Mundial na Tailândia e eu não estou confiante de que o governo tailandês vai ter voz na reunião " disse Major-General Chamlong disse.

Ele disse que os activistas e os membros da PAD não tinham planejado se reunir fora da delegação da Unesco , mas este era um assunto urgente.

"Nós não estamos pressionando a Unesco de qualquer maneira , mas não posso confirmar se vamos passar uma noite aqui, nós vamos ter que acompanhar a situação de agora ", disse ele .

O PAD co-líder disse que não iria resistir se as autoridades viessem prendê-lo por violar o decreto de emergência instituído na capital.

" Depois de analisar a situação, eu decidir tomar um risco, pois trata-se de território da Tailândia ", disse ele .

Maj -Gen Chamlong disse aos repórteres depois que o chefe da Unesco em Banguecoque o alto-funcionário, Edgar Sharuk o ter informado que a petição do PAD tinha sido transmitida ao Comité do Património Mundial da Unesco , que se reúne na Tailândia esta semana.

O ajuntamento fora da delegação da Unesco resultou em congestionamento de tráfego, pesado, na artéria da Sukhumvit .

Na parte da tarde , os líderes do PAD , incluindo Pibhop Thongchai , Puapongpan Panthep e Sitthisaman Kamnoon apresentaram uma carta de protesto ao primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva e Ministro dos Negócios Estrangeiros Kasit Piromya em Baan Phitsanulok .

Funcionários da Polícia Metropolitana de Banguecoque e pessoal do Município foram mobilizados para ajudar as pessoas e garantir a segurança na reunião .

Na reunião anual da UNESCO sobre património esta semana na Tailândia e Camboja este país aguarda ganhar o controle de gestão sobre o templo Preah Vehear e áreas adjacentes e se opõe à proposta da Tailândia .

Em 07 de julho de 2008 , Preah Vihear foi listado como Património Mundial pela UNESCO detido e gerido pelo Camboja . A Tailândia se opôs e pretende que seja gerido, conjuntamente, pelos dois países .

Camboja pensa-se que vai apresentar o seu plano de gestão, preservação e desenvolvimento da área para a confirmação na reunião do Comité do Património Mundial a ser realizada em Bangkok a partir de 27 julho - 3 agosto .

O primeiro-ministro Abhisit Vejjajiva , afirmou recentemente que a Tailândia iria rejeitar o plano de gestão do templo pelo Camboja para a preservação do templo do século 11 durante a reunião.

Sr. Abhisit informou que, embora a Tailândia aceitasse a decisão de 1962 pelo Tribunal Internacional de Justiça de entregar a propriedade do templo ao Camboja, mas manteve o seu direito de reter o reconhecimento do mapa colonial francês em 1904 , em que a decisão foi baseada.

O templo Khmer antigo é sobre um promontório no centro de uma zona de fronteira disputada , onde as tropas dos dois países têm muitas vezes entravam em choque.

Para ver fotos sobre o protesto em frente ao prédio da Unesco na terça-feira , vá para http://www.bangkokpost.com/multimedia/photo/188123/Protest-against-Unesco-temple-listing

Bangkokpost

Para saber mais sobre o templo clique em baixo e leia um artigo escrito por mim, depois de ter efectuado uma visita ao local, em 1992 e pouco depois das tropas do vietnamitas abandonarem o Cambodja

KHAO PHRA VIHÃR - UMA DAS SÉTIMA MARAVILHA DO MUNDO

PORTUGAL: "O CALOTEIRO"

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Tavares Moreira diz que portugal se envidida à razão de ...apenas...1 milhão 940 mil euros à hora, incluíndo domingos, dias santos e feriados

Défice externo não nos larga - até quando?

1. Apesar das inúmeras proclamações oficiais, de maior ou menor intensidade dramática, no sentido de que se torna necessário inverter a trajectória de endividamento externo – desde a invocação da medonha insustentabilidade até às habituais promessas do tipo “agora é que vai ser” – constata-se que esse endividamento não desarma.
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2. As contas externas para os primeiros 5 meses do ano, divulgadas na semana passada pelo B deP não deixam grande margem para dúvidas: tudo indica que voltaremos a ter, no corrente ano, um défice externo corrente superior a 10% do PIB...
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3. Não obstante o bom ritmo de crescimentos das exportações de bens até Maio – 14,5% - as importações também subiram bastante, 9,5%, não deixando que o défice comercial diminuísse.
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4. Assim sendo, é caso para perguntar: será que caíram em “saco roto” os sucessivos apelos ao aumento da produtividade e da competitividade? Ou que da catadupa de medidas anunciadas para reforço da competitividade (as mais das vezes não ultrapassando o plano da oratória fácil, é certo) nada resulta?
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5. Na aparência assim será...os desequilíbrios estruturais da economia portuguesa parecem não ter solução, por mais recomendações e medidas que sejam avançadas, tendo como resultado a manutenção de um enorme desequilíbrio externo – e o consequente aumento de endividamento ao exterior ao ritmo de mais ou menos 17 mil milhões de Euros/ano...
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6. Como já aqui tenho repetido vezes sem conta, tenho a percepção de que o nó deste problema está no excesso de despesa pública.
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7. Quando digo isto não me refiro apenas à despesa do Estado-Administração – que aliás parece estar fora de controle como se pode concluir da informação sobre a execução orçamental de Junho – mas também às diversas outras fontes de despesa pública que são as administrações locais e regionais bem como as empresas públicas nacionais, regionais e municipais.
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8. Trata-se de uma imensa floresta de fontes de despesa que tem como contrapartida uma produção de serviços de utilidade muito baixa, tendo por isso um impacto tremendamente negativo nas contas externas de uma economia actualmente muita aberta como é a economia portuguesa.
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9 Se a economia fosse menos aberta, o resultado deste desequilíbrio estrutural seria muito mais inflação, mas como não existem (por agora) restrições à importação de bens, o resultado é um persistente e indestrutível desequilíbrio externo.
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10. Como as medidas até agora tomadas para reduzir o impacto destas múltiplas fontes de despesa pública são pouco mais do que cosmética, teremos de continuar a viver por enquanto com este “insustentável” desequilíbrio externo! A pergunta continua a ser - até quando?
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11. Um bom tema de reflexão para os responsáveis políticos que atacam as suas férias...
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posted by Tavares Moreira

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 27.07.10

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Bebé morre afogado numa mina
Gaia: Jovem dá à luz na sanita
Andrezinho: A caminho do Colónia
João Paulo: Abandona Le Mans
Vila Franca: Acidente mata dois

Capa do Público Público

Sorteio do Loto 2 (30º/2010)
Sorteio da Lotaria Clássica (30º/2010)
Temperaturas põem Braga a vermelho, Porto e Leiria a laranja
David Luiz e Ramires na primeira lista de Mano Menezes
SCUT terão portagens até final do ano

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Padres juntam-se para criticar atitude da população
Tribunal multa todos os partidos
Meios de socorro não funcionam
Nobre diz que Alegre tem cinco anos de avanço
Marinha já abateu 12 navios sem ter os novos patrulhas

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Venezuela envia mil militares para proteger fronteira com a Colômbia
Mais de mil bombeiros mobilizados para 13 fogos activos
EUA e Canadá vão delimitar plataforma continental do Árctico
Aquecimento do clima pode colocar mais 7 milhões de mexicanos nos EUA
Protecção Civil continua a mobilizar reforços para fogo em Alcácer do Sal

Capa do i i

Casas de apoio social dramatizam para defender 600 mil utentes
"Já não há cortes irracionais nos budgets dos anunciantes"
Sindicato do Ministério Público contra "políticos sem escrúpulos"
Pilar del Rio pede nacionalidade portuguesa e muda-se em Setembro
Triplo homicídio. As escavações não revelam corpos, só histórias

Capa do Diário Económico Diário Económico

Risco da banca nacional lidera quedas após testes de stress positivos
Salgado defende que grupo do BES foi prejudicado nos ‘stress test’
“As agências mais premiadas em Portugal têm pouco negócio”
Impresa com lucro de 3,3 milhões de euros
Sines negoceia dois novos terminais de contentores

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

"Grupo BES foi penalizado" pelos critérios dos testes de stress
EDP Renováveis entrega proposta para concurso eólico catalão
Crioestaminal ganha quota na criopreservação em Espanha
Imposto sobre mais-valias entra hoje em vigor
Fundos voltam a apostar nas acções

Capa do Destak Destak

'Noiva do Mundial' assaltada no Rio
Governo não vai avançar de imediato para a privatização
Brittany e Simon mortos por bolor?
PSD vai questionar Governo sobre extensão até à Trofa
A "Silly Season"

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Reunião com Valdano para oficializar Rodrigo
Chelsea: Carvalho pede para o libertarem
Walter é problema
Turcos pressionam Tonel
Bruno Alves no Zenit

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Angelina Jolie sonha ser 007
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Daniela Ruah adota cadelinha
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Felipe Lopes:"Vou dar o meu melhor para dar o salto"
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Selecção: Maradona a um passo da saída
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