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terça-feira, 24 de agosto de 2010

SUSAN BOYLE - GIRÍSSIMA

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Antes da Susan surgir a cantar e voltar famosa era uma triste.... Feia, gorda, nenhum homem lhe ligava... Ninguém queria, mesmo para a limpeza de casa, a Susan. Ela vingou-se porque dentro dela vivia o talento de uma grande cantora. Hoje a Susan é bonita, cheia de cacau, mantém a modéstia de outrora e homens, como os burros se espojam no chão para ela lhes passar cartão... Não,não passa e não passa. Finalmente o dinheiro até faz gente bonita!

Susan Boyle e a metamorfose
Um pouco de moda
Um novo penteado
E, é claro
Um pouco mais de dinheiro.
Antes ela não era famosa.
Olho sobrancelhas só ....
E agora, o resto dela
Nenhuma mulher é "feia ".....
Apenas ..... a pobre é que a diferença


Antes a Susan era assim

Agora é assim!!! Olhem para a foto da direita... Mas que "caganda" borrachinho" a Susan!!!

TAILÂNDIA – ECONOMIA - MANUTENÇÃO DE AVIÕES NO CAMBODJA

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Tailândia estende o serviço de manutenção aos aeroportos do Camboja
Técnica, tailandesa, da companhia Airways International e do Departamento concessionária Société de l'Aeroport (SCA), o operador aeroportuário do Camboja, assinaram um contrato de prorrogação por quatro anos para os serviços de manutenção de aeronaves no Aeroporto Internacional de Phnom Penh e Siem Reap
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Contrato de quatro anos é uma extensão do acordo anterior feito em 2004 para lidar com as companhias aéreas como a Asiana Airlines, China Airlines, linhas aéreas coreanas, e a Air Silk.
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Nicolas DEVILLER, CEO da SCA, disse que o acordo irá melhorar os serviços dos aeroportos para as transportadoras que servem destinos de médio alcance e, no futuro, as empresas prospectadas com voos de longo curso.
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De manutenção de aeronaves, o que exige elevado nível de especialização, é uma importante força motriz para o desenvolvimento dos aeroportos internacionais do Cambodja

OUTRA CARTA (ABERTA) A ANTÓNIO LOBO ANTUNES

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Carta Aberta a António Lobo Antunes
Ao longo dos anos fomos formando uma ideia do médico, função que exerceu em campanha, depois cidadão escritor António Lobo Antunes.
Mais Memoria de Elefante menos Memória de Elefante mais Cu de Judas menos Cu de Judas, o livro que nos tocou não foi seu, foi de suas filhas e transcreve as cartas que escreveu a sua mulher, algures das terras do fim do Mundo, em Angola, onde uma guerra marcava a sua juventude.
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As cartas são dignas e escritas com honestidade, por um jovem médico que não pelo escritor António Lobo Antunes, de hoje, em que a idade vai pesando, e os factos da juventude vão surgindo menos claros, romanceados e ficcionados.
A leitura daquele livro levou-nos a convidar o reconhecido escritor para proferir a oração que anualmente uma distinta figura do nosso tempo faz na sala do capítulo no Mosteiro da Batalha, no dia do Combatente, a 9 de Abril-
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Após conversa pessoal onde foi possível auscultar a sua admiração por diversos militares que ao longo da sua vida consigo conviveram e transmitida a finalidade da intervenção, o convite foi aceite. O discurso na sala do capítulo em Abril de 2007 foi proferido por António Lobo Antunes.
Foi uma intervenção oral, não escrita, à altura de uma grande figura da literatura portuguesa.
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Depois de lermos afirmações suas, referentes ao comportamento dos portugueses em África, colocámos esta sua frase no site da Liga dos Combatentes: - “na guerra é necessária muita coragem e essa os soldados portugueses tinham”
Fomos entretanto recentemente surpreendidos por envio de e-mails e comentários altamente negativos, por parte de combatentes idóneos, referentes a eventuais declarações suas, proferidas em entrevista publicada, que se não coadunam com a imagem que entretanto fomos formando acerca de como encarou a situação de guerra vivida.
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As reacções de combatentes a essas afirmações são inúmeras, na internet e não só, exigindo -lhe que se retrate.
Conhecedor do ambiente operacional em Angola, o que lemos deixou-nos surpreso e incrédulo.
Terá afirmado segundo o entrevistador:
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“«Eu tinha talento para matar e para morrer. No meu batalhão éramos seiscentos militares e tivemos cento e cinquenta baixas. Era uma violência indescritível para meninos de vinte e um, vinte e dois ou vinte e três anos que matavam e depois choravam pela gente que morrera. Eu estava numa zona onde havia muitos combates e para poder mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos. Uma arma apreendida ao inimigo valia uns pontos, um prisioneiro ou um inimigo morto outros tantos pontos. E para podermos mudar, fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres, homens. Tudo contava, e como quando estavam mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros».
(O sublinhado é nosso)
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A um médico nunca ninguém pediu ou ordenou que tivesse talento matar ou para morrer, Deram-lhe sim a missão que exigia de si, talento para salvar vidas. Dos seus homens ou do inimigo
Afirma que o seu batalhão teve cento e cinquenta baixas. O seu batalhão esteve numa zona operacional mas de confrontos esporádicos com o inimigo, Mesmo em zonas de actividade mais intensa do inimigo, não temos conhecimento que algum batalhão em Angola tivesse tido esse número de baixas, mesmo considerando o significado que tal palavra normalmente encerra: mortos, mais feridos, mais evacuados por doença.
A não ser que por baixas, entenda o número de consultas que deu…
“Matavam e depois choravam a gente que morrera”
Senhor Doutor António Lobo Antunes, o senhor viu algum dos soldados do seu Batalhão matar alguém?
Viu alguém chorar por ter morto alguém?
Um dia escrevi sobre o inimigo: “ O inimigo não se vê, sempre que pode atira”. E nós atirávamos geralmente sobre um inimigo que não se via!...
Em combate morre-se de ambos os lados! A maior parte das vezes. em guerra de guerrilhas,, sem saber bem como.
Choraram certamente os camaradas que caíram a seu lado. Mas felizmente não tantos como o senhor afirma terem caído no seu batalhão.
Seguidamente as afirmações são insultuosas, completamente fora te todo o conceito estratégico e filosofia humanista com que se tentou fazer a guerra, durante os treze anos que durou.
Deixa, para além disso, bem mal colocados os militares que serviram com dedicação e espírito de sacrifício, a missão que lhes foi atribuída, quer no seu Batalhão, quer no resto de Angola, entre eles o seu amigo Melo Antunes.
De facto, afirmar que “ para mudar para uma região mais calma tinha de acumular pontos” e “para mudar fazíamos de tudo, matar crianças, mulheres e homens” ou “ mortos valiam mais pontos, então não fazíamos prisioneiros”, embora use a primeira pessoa do plural, é ter estado sempre, como acontece a qualquer elemento do serviço de saúde, fora da conduta da guerra.
Para quem esteve em Angola, na guerra, estas expressões ofendem
Nunca, em Angola, nenhum Batalhão mudou de situação, quer para situações mais calmas quer para situações mais difíceis, como as de reserva de comandos superiores, com base em tais critérios, nem nunca ninguém matou na guerra em Angola, com essa finalidade.
Afirmar “Matar para fazer mais pontos e por isso não fazer prisioneiros”, é maquiavélico, ficção ou necessidade de apoios de sectores de si afastados, ou de conquista de alguém ou de alguma coisa ainda não conquistada.
O senhor, nos seus livros e entrevistas é forte, real e chocante. Revela humanidade, sensibilidade e espírito profundo.
Não necessita de usar formas deturpadoras de uma realidade que o senhor sabe não ter vivido, agredindo a memória dos mortos em tal guerra e a memória dos vivos que conheceram a guerra certamente melhor que o senhor e reprovam, negam e repudiam afirmações como as que foram apresentadas.
Mesmo a ficção é ridícula e perigosa, quando usa desta forma uma hipotética realidade que acaba por se transformar em realidade histórica face à força de quem a usa. A frontalidade e o chocante acabam por apoiar-se em pés de barro que não conduzem o utilizador de tais formas a bom porto.
Em 21 de Agosto de 2010, vimos com curiosidade anunciadas umas férias em Tomar, por parte de António Lobo Antunes onde abordaria o tema “as minhas memórias de jovem militar”
Ficámos expectantes e pensando que tal entrevista seria um esclarecimento das afirmações acima referidas.
Curiosos, a 22 de Agosto consultámos o site da Lusa e verificámos que a sessão se não tinha realizado por ausência de ALA, alegando falta de condições de segurança.
Em declarações posteriores esclareceu que não teria sido aquela a finalidade da ida a Tomar, nem esta a razão da não presença.
Segundo declarações recentes, as afirmações da entrevista, no livro publicado, terão sido mal interpretadas. Considerando que é no meio dos combatentes que deveria esclarecer o que terá dito ou escrito, venho junto de Vª Exª sugerir duas coisas:
1. Que nos faça chegar a síntese escrita da sua intervenção, no Dia do Combatente, no ano de 2007, na Batalha, conforme prometido.
2. Que utilize o espaço da nossa revista ou do nosso site, para esclarecer, confirmar, negar ou dar a sua interpretação sobre as afirmações que terá produzido na referida entrevista e, se assim o desejar, expressar mesmo as suas “memórias de jovem militar”
Convencidos de que assim contribuímos para o esclarecimento de uma situação que consideramos grave, criada por Vª Ex^, no seio dos combatentes que dela tiveram conhecimento, subscrevemo-nos atenciosamente
http://www.portugalclub.org/
O Presidente da Liga dos Combatentes .Gen Joaquim Chito Rodrigues.

OH GENTE DA MINHA TERRA QUE GRANDE ALEGRIA!

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Bem feito, bem feito os bracarenses derrotaram os espanhois em Sevilha... Pronto oh gente da minha terra... Festejai o futebol, pois vos fará muito bem ao corpo e à alma. Mandai às urtigas as agruras da vida, os incêndios que devastam o país e outras misérias. Segurai, bem a bola porque na bola está tudo que precisai na vida.


A COVA E O UIVO DO LOBO

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Nasci na serra dos lobos e desde miúdo o meu avô contou-me a acção dos lobos e para deles me defender. Os lobos, no inverno, hibernam numa cova da montanha, encavilham os dentes e saiem do seu abrigo no início da Primavera e de quando as ovelha, pela noite, dormem nos bardos para estrumar a terra de cultivo.
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Os homens serranos nunca tiveram uma relação comum com os lobos e procuraram defender-se deles. Os lobos, normalmente, vivem em comunidade e chamada , alcateia.
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Só muito esfomeados atacam o homem ou outro animal da serra, além das ovelhas pachorrentas e dóceis. Porém como em todos os grupos de animais há um que tresmalha do grupo e ataca por sua conta o rebanho e chama-se o lobo solitário.
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Terá que usar todos os expedientes para atacar primeiro uma peça de um rebanho de ovelhas que as fará debandar e ficar à deriva. Faz a primeira vítima e as outras virão depois.
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Os pastores da Serra da Estrela, para se defenderem dos lobos, criam os cães os chamados da serra, peludos, corpulentos, meigos e só atacam, precisamente, os lobos. No pescoço é lhes colocada uma coleira, artesanal, ferrada a pregos, para que se tiver que enfrentar o lobo, porque este, predador, ataca pelo pescoço e não eliminar o cão logo ao primeiro ataque.

Mas na sociedade humana também há lobos, tresmalhados da alcateia e bom predador que é, procura a primeira vítima que irá eliminar no primeira investida. As outras vítimas seguir-se-ão.

Eu fui atacado por um desses lobos “predadores” que criou a maior intriga, até hoje surgida na Embaixada de Portugal em Banguecoque e que eu serviu, repito, com toda a dignidade e respeito.
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Este caso não me tem feito parar um momento desde há quase 3 anos e tenho procurado tudo ao meu alcance para desvendar um caso de grande conspiraria de que fui vítima e outras pessoas viriam ser atingidas.
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Há dias enviei um e-mail, longo, ao embaixador Lima Pimentel, em Oslo, e pedia-lhe o favor que me enviasse um documento, que eu escrevi e que o lobo lhe teria enviado para produzir a intriga.
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Acontece que eu, durante o tempo, que servi o embaixador Lima Pimentel, cumpri com as minhas obrigações; nunca me meti na sua vida particular e, durante o seu consulado, fizemos coisas bonitas. Uma delas é a abaixo inserida.
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P.S. – Não pararei até que a novela fique esclarecida, completamente, para que lobos que andam por aí, capazes de tudo e mais alguma coisa manobrarem pessoas, lhes seja desvendado o nome.
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Há certos lobos que invocam o patriotismo cego, como desculpa, para lixarem os outros. Os lobos não têm pátria, nasceram sem ela. A pátria deles á a sobrevivência e difícil quando tresmalhados da alcateia.
José Martins
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Portugal esteve representado no passado dia 11 Outubro no torneio de golfe, ”BMW Golf Cup International” organizado pela filial, em Banguecoque, da conhecida marca de automóveis, alemã, BMW com a participação de sessenta golfistas, de nacionalidade tailandesa.

O evento teve lugar a 200 quilómetros, ao oeste, da capital da Tailândia no “Imperial Lake View Hotel & Golf Club”, a uma dezena de quilómetros das estâncias balneares de Cha Am e Hua Hin.

Portugal não estava presente com nacionais praticantes da modalidade mas patrocinou, em parte, a festa final do torneio; a entrega dos prémios aos vencedores, com decoração de amostra das belezas de Portugal; larga quantidade de vinho ( incluindo o mundialmente famoso Matéus Rosé); um Porto de Honra da casa Burmester, sardinhas com o finissimo azeite, extra, dos olivais do Alentejo.
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O torneio foi realizado sob o desígnio de que os os três primeiros vencedores, tailandeses, do torneio da “BMW (Thailand) Co. Ltd” irão participar de 3 a 8 de Novembro no “Caesar Park Penha Longa Golf Club” nos arredores de Lisboa, na “Grande Final da BMW “ e onde será coroado o vencedor, internacional, do ano 2003. Foi este o motivo para a concessão do patrocínio português.

O Embaixador de Portugal João de Lima Pimentel, a chefiar a Missão Diplomática Portuguesa, em Banguecoque, esteve presente enquanto convidado de honra do Presidende da BMW da Tailândia, Dr. Frank Roesler.

A festa final do torneio incluíu um “cocktail”, para cerca de uma centenas de pessoas.Como cenário de fundo, para o beberete, foi escolhido um espaço com coqueiros e outras árvores exóticas, circundando a monumental piscina e, mais para além, o relvado do magnífico campo de golfe, abraçado por altas e onduladas cordilheiras que circundam todo o espaço desportivo e de lazer.

Entre este maravilhoso cenário, tropical, destacavam- se as cores dos trajes minhotos vestidos por quatro jovens tailandesas que bem se conjugam, como no verde Minho, com o espaço coberto de relva, verdinha e viçosa.


Pelas 7:30 da tarde deu-se o início ao jantar, numa sala totalmente decorada com motivos portugueses, com as jovens vestidas à minhota à porta a transmitir as boas vindas aos convidados e aperitivos portuguese. No interior, estavam pendurados nas paredes laterais “posters” alusivos a Portugal, bandeirinhas das quinas e toalhas dobradas alternadamente ao comprido das mesas de cores verde e vermelha.
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Depois dos convidados estarem sentados às mesas e, antes do repasto, falou Julia Esterer, vice-Directora do “marketing” da BMW na Tailândia que saudou e deu as boas vindas a todos os presentes e convidou, em seguida, o Embaixador Lima Pimentel para que usasse da palavra.

Lima Pimentel num improviso, depois dos cumprimentos de saudação aos presentes e as felicitações aos vencedores do torneio, referiu-se aos campos de golfe de Portugal e conhecidos como os melhores da Europa e os preferidos pelos grandes campeões mundiais e entusiastas deste desporto de elite. Enalteceu a gastronomia e o vinho portugueses. Recordou o mar da costa Atlântica e os monumentos que definem Portugal como um país de descobridores, de que viria a transformar o mundo e a unir os povos dos cinco continentes.

O Embaixador Lima Pimentel fez a entrega dos prémios aos vencedores: Torpong Pongsivapai e Yukol Yigyong Yigyongij (classe Flight A; Plakorn Wanglee, Somchai Ngampimol e Wichai Thanatchasai (classe Flight B) e na classe de senhoras (Flight C) Sawangwong Sattabusya,Ekdarun Srisanit, Weechadchada Yongsuvankun.

Terminou com um brinde desejando a continuação dos quase 500 anos de salutar e amistoso relacionamento entre Portugal e a Tailândia.

A festa decorreu animadamente, as iguarias, servidas, foram de sabor, genuinamente, português, graças ao livro de culinária, editado na língua inglesa, de Maria Lourdes Modesto e facultado ao chefe de cosinha Thana Boonmawe.

Para a sobremesa os doces foram de paladar, também português com destaque o para fio de ovos, em cascata (Foi Tong) uma especialidade da Tailândia, introduzida neste Reino pela lusa/descendente Maria de Pina de Guiomar, há cerca de 300 anos, no “Ban portuguete” (aldeia dos portugueses) na antiga capital do Reino do Sião.
José Martins - 2003


MISS MUNDO.... ELA ATÉ MERECIA MUITO MAIS!!!

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Miss México, a mais bonita do universo
O representante asteca é a coroa do concurso de beleza realizado em Las Vegas


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SÓCRATES: O NOSSO VIGAS CASEIRINHO

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MÁRIO SOARES E AS MÁFIAS EUROPEIAS.... ESQUECEU-SE DE MENCIONAR AS DE CÁ DE CASA

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"A Alemanha é, ao que diz L'Express, o país europeu onde as máfias estão há mais tempo e mais bem instaladas na Europa. E onde as suas actividades parecem ser mais discretas. Daí circularem por todo o lado, com relativa impunidade.
Se juntarmos a este fenómeno das máfias o aumento exponencial da corrupção - que hoje atinge as altas esferas de vários Estados nacionais europeus - como é o caso da França de Sarkozy e da milionária da L'Oréal Liliane Bettencourt, temos de reconhecer que a deriva ética e a complexidade europeia são cada vez mais preocupantes"

P.S. - Se tiverem paciência de ler o resto clique http://dn.sapo.pt e depois de abrir cliquem em OPINIÃO

LULA DA SILVA ATÉ A CUECA SERVE PARA GUARDAR ALGUM!

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Montanhas de dinheiro: em pacotes,
Malas, carros-fortes e até em cuecas .
Em baixo trecho do livro "O Chefe"
"Da mesma forma que não se pode deixar de reconhecer os avanços das políticas sociais responsáveis por tirar milhões de brasileiros da pobreza nos dois governos do presidente Lula, não há como minimizar o expressivo crescimento econômico e o incremento da inserção do Brasil no cenário mundial, também registrados no período.
A era Lula significou, contudo, a continuidade do jeito criminoso de se fazer política no Brasil. Com a ressalva das honrosas exceções, o grande objetivo das ações dos representantes do povo manteve-se o mesmo: usar cargos públicos para participar de esquemas cuja finalidade primordial era desviar o dinheiro dos contribuintes. Obter comissões e caixinhas. Propinas. Para boa parte dos políticos brasileiros, independentemente da coloração partidária, a atividade política ainda é o caminho fácil do enriquecimento.
A notícia em destaque nas primeiras páginas dos jornais, no auge do escândalo do mensalão, chocou o País: uma bolada de R$ 200 mil, acondicionada numa maleta, e outros US$ 100 mil escondidos na cueca, tudo transportado pelo assessor de um deputado do PT (Partido dos Trabalhadores, a legenda fundada pelo presidente Lula), preso no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

LULA DA SILVA E A VUVUZELA CHAMADA "O CHEFE"

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O LIVRO PROIBIDO... O jornalista Ivo Patarra levou 'O Chefe' a duas editoras, que recusaram a publicação do livro.

O livro sobre as falcatruas do Lula, que foi proibido, está disponível para leitura na Internet.

DIVULGUEM ESTE LIVRO SEM RESTRIÇÃO PARA A LISTA DE E-MAILS... O livro que compila todos os escândalos do desastroso governo Lula, não conseguiu ser publicado!!! Todos se negaram a publicá-lo.

Assim sendo, seu autor resolveu colocá-lo na Internet à nossa disposição, para ler on-line ou baixar.


Não deixe mesmo de ver esse site, nem que seja só para confirmar que ele existe.
Divulguem!

TRATA-SE SE UM DOCUMENTO HISTÓRICO.

LÁ COMO CÁ ESTAS ESPECIALIDADES SÃO SEMELHANTES

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Em Toledo - Espanha

Pode, igualmente, aplicar-se a Portugal

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TAILÂNDIA-ECONOMIA DE VENTO EM POPA

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Não nos surpreendeu em nada a notícia metida na linha noticiosa da Agência Lusa e publicada no jornal Hoje em cima da economia da Tailândia.
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Aliás este blogue e outro que temos tem publicado os sucessos, económicos da Tailândia, alcançados, mesmo em tempo de crise global.
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Conhecemos este Reino e as potencialidades, agrícolas do seu solo onde o verde é preponderante e a seguir a cor amarela da espiga do arroz madura que torna o país maior produtor deste cereal do Mundo.
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Mas desde há 11 anos os representantes de Portugal, despachados para Banguecoque, têm ignorado o comércio entre os dois países e tomado, o facto, a sério ou não querem que a sua ociosidade, quotidiana, seja perturbada.
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Houveram grandes chances, mesmo depois de 2002 de novamente o comércio voltar a ser reactivado, mas não foi ou por vontade diplomática de Banguecoque, ou pelo sono profundo do Palácio das Necessidades com a apregoada “Diplomacia Económica”.
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Desde, que os embaixadores de Portugal (presentes ainda) em Banguecoque, assumiram a gerência da Missão, em 2006, nunca importaram largas quantidades de produtos (que ainda temos) e se podem vender na Tailândia: o azeite, as azeitonas, vinho, sardinhas em lata do mar dos açores, para ser vendidas nos bazares da Cruz Vermelha Internacional, ao que a Embaixada de Portugal ofereceu à instituição aos serviço da caridade largos montantes em dinheiro.
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Quando cheguei à Tailândia, pela primeira vez, em 1977 neste país não havia padarias, a população bebia pouco leite, longe de surgirem as pizas italianas, as comidas rápidas (importadas) e o gelado, industrial não tinha chegado, mas havia o artesanal/caseiro, que ainda o vendem, os ambulantes, por toda a Tailândia.
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A partir de 1980 a Tailândia desenvolve-se, estrondosamente e com ela toda a Ásia. A Espanha, a Itália e outros países da Europa não descuraram o despertar das economias dos países da Ásia e instalaram-se para vender o que tinham e venderam.
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Vinho o tradicional, francês, importado, desde que a comunidade estrangeira se instalou em Banguecoque em meados do século XIX.
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Portugal foi vendendo vinho (pouco ou muito) fizeram-se provas e colocado nas prateleiras das secções de bebidas alcoólicas nos supermercados da Tailândia.
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Quem não é visto não é lembrado e, antes, a embaixada de Portugal mostrava-se nas exposições e muitas são realizadas durante o ano.
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Depois da causa perdida ainda lá poderemos chegar, se houver vontade diplomática, novamente e se o novo representante de Portugal (creio a chegar a Banguecoque) pretender activar o que se não fez e deveria ter sido feito.
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Tempo para regenerar o perdido.
José Martins

TAILÂNDIA-ECONOMIA DE VENTO EM POPA

Tailândia cresce 9,1%, impulsionada pelas exportações
Economia
23/08/10, 16:47
HOJE/Lusa

A economia tailandesa cresceu 9,1% no segundo trimestre deste ano, graças à recuperação da procura externa, que impulsionou as exportações, aliviando os efeitos da violência política que atingiu a capital do país em Abril e Maio.

As exportações da segunda maior economia do sudeste asiático cresceram quase 42% no segundo trimestre, sobretudo através do sector de componentes para a indústria automóvel e aparelhos eléctricos, anunciou o Departamento de Desenvolvimento Económico e Social da Tailândia.
A agência governamental acrescentou que o crescimento de 10,6% observado no primeiro semestre do ano foi o maior registado desde 1997.
O consumo das famílias também aumentou no segundo trimestre, com os tailandeses a comprarem mais carros e electrodomésticos, devido às medidas de incentivo económico promovidas pelo governo e aos maiores rendimentos provenientes da agricultura.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 24.08.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

R. D. Congo: 200 mulheres violadas
‘Ladrão mudo’ preso após sete assaltos
Agentes da PSP agredidos
Carlos Matos Gomes: Contra Lobo Antunes
Maylson: Empresário na Europa

Capa do Público Público

Halliche quatro épocas no Fulham
V. Guimarães e Rio Ave encerram a jornada com um nulo
Sorteio do Loto 2 (34º/2010)
Sorteio da Lotaria Clássica (34º/2010)
Liverpool perde frente ao Manchester City por 3-0

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Dia trágico na A25: seis mortos e 89 feridos
Polícia não pode obrigar Duarte Lima a ir ao Brasil responder
Adultos já são um terço dos alunos do secundário
Domingos Sá investiga Freeport
Morreram na estrada a caminho do trabalho depois da festa

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Protestos podem voltar à Arrábida
Defensores de padre criam grupo cívico
Avarias no hospital de Mirandela poderão ter sido intencionais
Pescadores contra excesso de lixo na ria
Protesto contra fecho de caminho em terra batida

Capa do i i

Freeport. Inquérito irá analisar forma como surgiu investigação
Ano escolar de alunos com necessidades especiais em risco
Espiões militares. PCP e CDS criticam declarações de Santos Silva
Choque em cadeia cria "cenário de guerra" na A25 e faz seis mortos
Calvão da Silva: PS transmite falsidades sobre propostas do PSD

Capa do Diário Económico Diário Económico

Sete distritos sob aviso de risco máximo de incêndios
BCE volta a comprar dívida pública
Administração pública corta 6% dos recibos verdes
Dez maiores marcas investem 1,5 mil milhões no semestre
Grandes negócios inspiram filmes em Hollywood

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Bolsa de Tóquio acumula perdas de 20% desde máximos
As notícias em foco na edição de hoje, dia 24 de Agosto, no Negócios
12º - Henrique Granadeiro
Carro eléctrico ficará mais barato na hora de ir à oficina
Construtoras portuguesas ganharam 79 mil milhões de euros no estrangeiro

Capa do Oje Oje

PSI 20 fecha a subir 0,07% com ganhos do BES e PT
Tailândia cresce 9,1%, impulsionada pelas exportações
Reino Unido aperta segurança para a visita de Bento XVI
Negociações entre sindicatos e Delphi recomeçam na terça-feira
Wall Street negoceia em alta, animada por notícias de fusões e aquisições

Capa do Destak Destak

Trânsito restabelecido nas duas vias desde as 2h
Carvalhas foi o comunista com melhor resultado, Abreu o pior
João Pereira fora de perigo e volta a treinar esta semana
FC Porto confirma Otamendi por quatro milhões de euros
Chuvisco e nevoeiro no local obrigam a manobras lentas

Capa do A Bola A Bola

Vieira e Bettencourt em cimeira de alto nível
Gutierrez ficou quase inacessível
Resposta por Maylson até ao final da semana
Contrato de cinco anos para Otamendi
Luís Feiteira sai do Maratona

Capa do Record Record

Benfica ataca Wendel
Procura-se experiência
Tonel vai aguardar até ao último dia
Nas mãos de Jesus
Vieira e Bettencourt almoçaram juntos

Capa do O Jogo O Jogo

Brasil-Argentina a 17 de Novembro
Uefa Futsal Cup: KMF Zelezarec Skopje juntam-se ao grupo do Sporting
Lyon oficializa princípio de acordo por Gourcuff
Tonel na mira do Rubin Kazan
Man. City bate