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domingo, 12 de setembro de 2010

MEMÓRIAS DE BANGUECOQUE - JUDITE DE SOUSA

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Faltam uns dias para atingir 24 anos que a jornalista Judite de Sousa se deslocou a Banguecoque com a finalidade de produzir um documentário da série "Portugal Sem Fim". Minha mulher estava grávida de minha filha Maria Martins, lusa tailandesa, que viria a nascer um mês depois.
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Foi o seu primeiro trabalho jornalístico que fez no estrangeiro. A Judite era uma jovem de corpo franzino e com 26 anos de idade. Estava a iniciar a sua carreira na RTP. No entanto uma jornalista com o mesmo perfil de hoje e inteligente.

Antes de se deslocar a Banguecoque foi falar com o embaixador Mello Gouveia que se encontrava de férias, anuais, em Lisboa solicitar-lhe assistência e acompanhamento, aos locais aonde os portugueses viveram na Tailândia e indicou-lhe o meu nome.

Durante cerca de duas semanas, corremos tudo, de táxi, do que havia em Banguecoque e em Ayuthaya.

Fizemos um excelente trabalho e único, porque na altura os 3 bairros portugueses de Banguecoque, ainda se encontravam, praticamente, como de quando foram fundados e os cemitérios ainda não tinham sido profanados.

Entrevistou lusos descendentes, já velhos, que hoje já não existem, porque partiram.

Diz-me ao filmar dois irmãos, luso descendentes, no Bairro da Imaculada Conceição: "é impressionante a face destes dois homens são iguais a homens transmontanos".

Terminou o documentário em Banguecoque filmando o segundo livro, original, de assentos de nascimento, casamento e óbitos, da Paróquia da Imaculada Conceição, cujo este viria depois a obter, em cópia e se conservaa nos meus arquivos pessoais.

De Banguecoque partiu para Malaca produzir outro filme. Com ela o operador de câmara, cujo objecto pesava 20 quilos e um ajudante para carregar o gravador de imagem e som. O dinheiro que trazia para a produção era muito limitado...!!!

Há 11 anos a Judite de Sousa acompanhada do marido o Prof. Fernando Seara e do filho de seu primeiro casamento, deslocaram-se a Banguecoque e foi visitar-me à Embaixada de Portugal em Banguecoque.

Demos um abraço e vi os olhos da grande comunicadora, marejados de lágrimas de alegria e o tributo que recebia da Judite de Sousa, pelo trabalho que fizemos juntos e oferecemos, o primeiro, em imagem, ao mundo lusófono que os portugueses também passaram e se fixaram na Tailândia.

À noite ofereci um jantar ao casal Seara na esplanada do Royal Orchid Hotel, junto à margem do rio Chao Prya que 14 anos antes a Judite tinha navegado para o filmar e contar a história dos portugueses na Tailândia.

São estas memórias que me fazem continuar a viver e a escrever, independentemente, a história de Portugal na Tailândia.

Por úlitmo: "os rafeiros ladram por aí mas a minha presença na Tailândia e às minhas deliciosas memórias não as mordem porque me sei defender, à biqueirada, dos cães tinhosos"

Hoje despertou-me a entrevista que a Judite concedeu ao Correio da Manhã e veio à minha lembrança que entre os vários jornalistas que prestei assistência na Tailândia a passagem conta-se a Judite de Sousa. José Martins
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Entrevista de Judite de Sousa à revista Vidas.


Judite de Sousa: "José Sócrates é um homem interessante" (com fotogaleria)
12-09-2010
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Tem uma carreira fulgurante com mais de 30 anos de dedicação absoluta ao bom jornalismo que sabe fazer e é líder de audiências em televisão. Judite de Sousa é uma mulher bonita, elegante e civilizada.
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Correio da Manhã - Fiz-te a a primeira entrevista quando chegaste a Lisboa, lembras-te?
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Judite de Sousa - É verdade. Almoçámos no restaurante Nobre da Ajuda, onde à hora de almoço tínhamos a elite política
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- Eras uma miúda, e vinhas de certo modo ‘amedrontada' para Lisboa. Tu e o teu filho tiveram muitas dificuldades. Como foi para ti?
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- Foram momentos difíceis de uma decisão que estava tomada na minha cabeça e que tinha fundamentalmente a ver com uma vontade de progredir na carreira. Essa progressão implicava uma mudança do Porto para Lisboa. Mas claro que foram momentos difíceis, porque não tinha família em Lisboa, tinha acabado de me divorciar, tinha um filho com seis anos.
- E o dinheiro não era muito...
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- Não era não. Porque antes de surgir a SIC e depois a TVI, a RTP pagava relativamente bem aos seus profissionais, mas o grande impulso que existiu foi com a abertura de mercado e com a concorrência. E por outro lado as questões profissionais. Eu vinha do Porto a convite do director-geral, que era o José Eduardo Moniz, para fazer o jornal do director, e por isso eu senti à minha volta algum diz que disse.
- Qual foi a pessoa que mais gostaste de entrevistar?
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- Há varias, seria incorrecto da minha parte estar a fazer um ranking das pessoas que mais prazer me terão dado. Gostei muito de entrevistar o Pitanguy, um médico admirável, um ser humano extraordinário com um percurso de vida notável. E gosto imenso de entrevistar pessoas ligadas à cultura, o António Lobo Antunes, que é muito difícil de entrevistar, o José Saramago, quando ele foi galardoado com o Nobel da Literatura, o Pelé. E também pessoas anónimas. O Cristiano Ronaldo em Manchester, um rapaz e um profissional que eu fiquei a admirar.
- Foste das primeiras jornalistas a aparecer quando foram os temporais na Madeira, o que é que sentiste?
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- Foi uma experiência profissional muito intensa que eu quis viver, porque gosto muito de fazer reportagem. Quando percebi que o centro da notícia estava no Funchal, disse para mim mesma: ‘Tenho um programa semanal de entrevistas e o homem que importa ouvir esta semana é o Alberto João Jardim.' Foi o que me levou a partir imediatamente. Cheguei lá e vi tanta coisa, tanta destruição, tantas histórias, que eu pensei: ‘Mas eu vou ficar no hotel fechada a preparar a entrevista daqui por quatro dias? Não. Vou pegar no repórter de imagem e vou para a rua fazer reportagem'.
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- Sentes-te beneficiada pelo reconhecimento público?
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- Sinto, aprecio e fico feliz sempre que as pessoas me reconhecem enquanto profissional e validam o meu trabalho. Não procuro esse reconhecimento, apareço quando tenho de aparecer.
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- O que pensas de José Sócrates enquanto homem?
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- É um homem muito interessante, perguntas como homem, e não como político. Está muito bem conservado.
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"NUNCA SENTI PRESSÃO"
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CM - Alguma vez te sentiste pressionada em termos políticos?
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J.S. - Não. A palavra pressão, no que diz respeito à relação entre o poder político e a comunicação social, permite interpretações muito amplas. Telefonemas de assessores ou até de pessoas com quem nos temos de relacionar profissionalmente, é normal. Pressão no sentido de haver uma ameaça implícita, nunca senti.
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- Esta administração da RTP tem condições para continuar?
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- Acho que sim. Não sei quanto tempo falta para esta administração terminar o mandato, mas o normal em democracia é as administrações levarem os seus mandatos até ao fim. Só aí os accionistas fazem a avaliação do trabalho realizado. Depois, renovam ou não.
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PRETO NO BRANCO
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"NÃO GOSTO QUE ME CHAMEM PRIMEIRA-DAMA DE SINTRA"
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Gostavas de entrevistar o teu marido [Fernando Seara]?
Não, porque o País é demasiado pequeno em termos de mentalidade. Mas se o entrevistasse seria uma entrevista conduzida nos mesmos moldes que conduzo todas as entrevistas.
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Sentes-te primeira-dama de Sintra?
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Não, nem gosto que utilizem essa expressão. Não gosto que me atribuam essa designação porque ela me coloca num terreno que não é meu.
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Como é a tua relação com o teu marido?
Falamos de tudo. De política, da vida, afectos, sentimentos, dos nossos filhos, das nossas dificuldades de percurso, que também existem.
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É verdade que não gostas da imprensa cor-de-rosa?
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Não. Também nisso sou muito aberta. Percebo bem o trabalho dos profissionais que trabalham em todos os órgãos de comunicação social.
PERFIL
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É uma das jornalistas mais respeitadas da TV. Está prestes a completar 50 anos - dia 2 de Dezembro - e é directora-adjunta de Informação da RTP. Judite de Sousa é casada, tem um filho do anterior marido e orgulha-se de ter trocado o Porto por Lisboa em prol da carreira.

GREVE DOS FUNCIONÁRIOS DA EMBAIXADA DE BRUXELAS

Comunidades: Funcionários da Embaixada de Bruxelas fazem greve ao trabalho a partir das 16:30



Número de Documento: 11500216

Lisboa, Portugal 10/09/2010 15:25 (LUSA)
Temas: Greve, Sindicatos

Lisboa, 10 set (Lusa) - Os funcionários da embaixada de Portugal em Bruxelas vão fazer uma greve ao trabalho depois das 16:30 a partir de quarta feira, anunciou o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).

Na base desta decisão está a “imposição de um horário rígido” pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), lê-se num comunicado do sindicato.

O STCDE acusa ainda o MNE de “em muitos postos” não consultar os trabalhadores antes de fazer alterações aos horários de trabalho, tal como a lei prevê.

“Os colegas da Secção Consular em Bruxelas, a quem foi fixado, contra sua vontade um horário (semi-)rígido - há um dia com horário diferente -, fartos de maus tratos, querem recorrer à greve”, lê-se no comunicado.

Assim, aqueles funcionários vão estar em “greve ilimitada, sob a forma de paralisação total do trabalho, a partir do próximo dia 15 de setembro, relativamente a qualquer prestação de serviço para além das 16:30”.

O STCDE indica também que está a preparar uma ação em tribunal para reconhecimento da legitimidade das diversas modalidades de horário consagradas no Estatuto Profissional e no Regulamento Consular.

MCL.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Lusa/fim

CASINOS EM PORTUGAL SÃO COMO OS CHAPÉUS....HÁ MUITOS!

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PORTUGAL: UM IMENSO CASINO!

O Presidente da República Brasileira, proibiu a existência de jogos de azar no Brasil, no já distante ano de 1946. Isto sem embargo, até, de ter sido acabado de construir um luxuoso casino na cidade de Petrópolis. A situação mantém-se até hoje, e devia servir-nos de exemplo.

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Durante o Estado Novo, a regulamentação sobre casinos e jogos de azar foi muito cuidadosa e algo restritiva. Existia a lotaria nacional e mais tarde foi criado o totobola que acompanhava o desporto mais popular entre os portugueses, mas os intuitos tinham sobretudo a ver com preocupações de ordem social e de assistência, para onde deveriam ser canalizada a maioria dos lucros.

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Com os casinos era mais complicado, já que o jogo não era tido como uma virtude em termos de moral pública. A excepção em todo o território português foi Macau por particularidades próprias com as tradições e vizinhanças locais.

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Deste modo Portugal era parco em casinos: o do Estoril, por via da concentração de personalidades e aristocracia, sobretudo a partir dos anos 30 e durante a II GM; três no Algarve,já nos anos 60, por razões relacionadas com o turismo e que tinham contrapartida a norte, com os casinos da Figueira da Foz e na Póvoa de Varzim.


Havia ainda restrições: o jogo estava proibido ao funcionalismo público, a magistrados, militares e diplomatas, e havia alguma escolha na clientela. E tudo estava muito longe da massificação actual que a divulgação das “slot machines” e a moderna tecnologia potencia.

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Com o 25 de Abril, também a comporta que segurava “estas águas”, veio abaixo. De modo que, tem sido um “vê se te avias”...Os casinos multiplicaram-se e “democratizaram-se”; criaram-se as salas de Bingo, que logo pulularam; inventou-se o totoloto com várias variedades; apareceram as raspadinhas, os lotos e agora joga-se na Internet. Isto para não falar nos “casinos” ilegais que são de sempre, antros de vício onde chefes de família se perdem e gente acaba mal os seus dias.

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Com a economia a não carborar; sem se investir em mais valias que nos sustentem o futuro, antes apostando na especulação financeira e imobiliária; com a balança de pagamentos a derrapar constantemente; sem ideia séria e consequente do que queremos continuar a ser como Nação; pondo a esmagadora maioria das pessoas a viver acima das suas possibilidades com o acesso indiscriminado ao “dinheiro de plástico”; a criminosa doutrinação que sobrepõe os direitos aos deveres e a propaganda à informação séria, é natural que governantes e governados, optem por dinâmicas de “negócio” menos apropriado para sustentar,uns, os réditos públicos e os cofres partidários, a fim de se manterem no Poder; os outros para sobreviverem e manterem expectativas que lhes criaram, mas que estão longe de serem realistas ou sérias.

E assim se resvala para a corrupção.

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Perante este cenário é fácil a virtude dar lugar ao vício; o negócio a qualquer preço,preferir o trabalho sério e continuado; a Verdade o Belo, o Bem, a Fé, a Caridade, a Esperança, o Patriotismo, o Respeito, o Carácter, a Integridade, etc., que são as verdadeiras molas reais com séculos de apuro, que têm feito a Humanidade progredir, deram lugar ao relativismo moral numa inominável cedência ao voto individual e ao interesse de cada um.

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E para as almas que se perdem, não se pede castigo, responsabilização ou consequências: desculpabiliza-se; exige-se mais direitos e mais oportunidades. Os que têm o azar de se manter equilibrados, pagam!

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Aliàs,apreceram recentemente nos “media”uns filantropos a denunciar que já haveria cerca de 100000 jogadores patológicos(!),e deveria existir apoio estatal para os doentinhos.Ora aqui está mais um belo negócio em perspectiva...

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Não espanta pois que os portugueses tenham aderido em massa ao nóvel euromilhões e estejam todos à espera que lhes saia o jackpot ! Temos sido o país da Europa, aliás, onde mais se joga e onde saem mais prémios …

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O jogo a dinheiro, é perigoso porque pode criar habituação e esta leva ao vício. Tudo o que é vicioso deve ser combatido e contido. Porque é uma referência errada e negativa para a sociedade; porque cria chagas sociais e porque auto limita a liberdade. Um viciado (seja no que for), nunca pode afirmar que é um Homem livre.

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Aproveitando a recente notícia vinda da Rússia, em que esta vai reprimir o jogo, devíamos segui-la.

Mas não, o Estado, alienou a patacos a Sociedade Estoril Sol,por ex., sobre cujos contornos se fez, de repente, silêncio.E,até,já põe o dinheiro dos contribuintes a render em “Off Shores”sem dizer nada aos cidadãos.

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Um dia destes acaba a explorar bordeis.

João José Brandão Ferreira/Portugal Clube


TCor Pilav (Ref)

OS NOVOS ASSOBIADORES E HISTORIADORES DA ÁSIA

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São malandros, oportunistas, intriguistas e falsos como o Judas Iscariotes.
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Marcam as pessoas que devem ser atingidas e na altura exacta atacam-nas, traiçoeiramente, pelas costas. .
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Dentro delas não existe, ponta que seja de amor à história, mas sim uma questão de estar no mundo, como o “chulo” que explora a sua prostituta.
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Infiltram-se em espaços onde vêem que podem facturar dividendos. Inventam patriotismo, como sejam eles os únicos portugueses a amar Portugal. Os outros são os “bastardos” da Pátria.
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Cozinham plágios, elogiam-se a eles e os seus heróis (porque dependem deles), para dar ao dente.
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Esta Ásia que foi bem portuguesa, nunca foi inexistente, esteve sempre viva, por aqueles, poucos e bons portugueses que optaram para nela viverem e a divulgar ao mundo lusófono.
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Ficam banhados de suor de tanto trabalho divulgam-no sem ponta de modéstia que salta desde logo à vista na procura de promoção pessoal que nunca a atingem porque são “aldrabas”, sem escrúpulos que atingem e ferem a dignidade dos que os abraçaram e acolheram.
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São “malandros”, ameaçadores e chantagistas que suas manobras além de ferirem a dignidade de homens sérios, causam-lhe prejuízos materiais de várias centenas de milhares bates. Maldosamente desviaram-lhe o curso de uma vida de honestidade, impar e de ajudar o próximo.
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Eu fui uma das vítimas de um desses “malandros” que esporadicamente aparecem na Ásia.
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Mas a vida continuou como dantes e não irá estagnar, porque os “malandros” por mais manobras que façam dia menos dia a sua cara ficará descoberta na praça pública.
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Então, depois, ficar-se-à a conhecer a “escumalha” e vendedores de banha de cobra rançosa.
José Martins

VINHO DO PORTO: OUÇA A LINDA CANÇÃO E APRECIE AS IMAGENS

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Vinho do Porto "Três Velhotes" não é generoso, mas corajoso! História é outra e ainda não contada...!!!

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ESTÁ DITADO...VAMOS GRAMAR O ZÉZITO MAIS QUATRO ANOS

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Lá temos que gramar mais 4 anos o Zézito. O paulinho, kidozito, sem pedalada, só adora o centro da cama e cobre-se com a mesma manta à espera de uma oportunidade de ministro de qualquer coisa. O Coelho já levou umas cacetadas na "tola", deixou-o atordoado que lhe fez perder o equilíbrio político. Assim temos o Zézito (mais conhecido pelo sapatilhas) a governarmo-nos futuramente e deixar-nos na constante e futura miséria. José Martins

Foi-se a "Erecção de urina"


O Paulo Portas deve adorar o centrão. Os dois partidos que o constituem e que vivem no alterne do poder, por isso "incoligáveis", ambos seguem no mesmo sentido que ele. Pode variar a forma ou o ritmo, mas todos caminham para a liberalização e defendem o capitalismo global. Os dois partidos mais à esquerda, embora ambos se alimentem do sistema e nele vivam perfeitamente confortáveis, apontam num outro sentido (infelizmente só apontam). Isso faz com que qualquer coligação de governo só possa ser feita com ele, o Paulinho das feiras.
Há já algum tempo que estou convencido que o Passos Coelho na sua ânsia de poder nunca lá chegará. Começa-lhe a faltar a "erecção da urina" com que apareceu por aí. As últimas sondagens, onde já foi ultrapassado pelo Engenheiro, parecem confirmá-lo. Quanto ao dito Engenheiro, condenado a ser Primeiro-ministro de um governo minoritário, já começa a sorrir para o lado que lhe resta, o Paulinho.

A GUERRA DOS SAPATOS IMPLANTADA NA GRÉCIA.... QUANDO CHEGARÁ A PORTUGAL?

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Video .. Homem atira sapato contra o primeiro-ministro gregoSalónica : Grécia 11 set 2010 Por ibrahem ibrahem Alves Buray 3
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Um homem atirou um sapato no primeiro-ministro George Papandreou
Foi um exótico novo
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Um homem atirou um sapato ao primeiro-ministro George Papandreou quando visitou uma feira internacional, no sábado, 11 de setembro em Thessaloniki, mas o homem foi preso pelos guardas de segurança.
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O homem, de 60 anos, foi colocado em um carro da polícia e detido .
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Testemunhas no local disseram que o homem era parte de um grupo de protesto e a acção foi planeada.
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Papandreou, rodeado de segurança e meios de comunicação, abriu a feira internacional, onde ele profereria uma palestra pela noite sobre o estado da economia.
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Também foram presos, bem como a filha, de um médico, com a idade de quinze anos.
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Além de um fazendeiro chamado Stavros Vitalis, foram acompanhados, no momento, mas posteriormente eles anunciaram a liberação de três detentos.
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Em uma declaração à imprensa grega, ele disse Bravazeres Ele é um membro de uma nova organização denominada "Frente Nacional"
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Bravazeres descreveu o que ele tinha feito " era um acto político contra a política de austeridade do Governo"
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Ele advertiu que "muitos seguirão o mesmo caminho", se recusou a revelar o número que recrutou na frente para fazê-lo.


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FPF: UM POLVO DE OITO TENTÁCULOS!

Pascal Lauener/Reuters

Ordenado de Scolari era pago por patrocinadores e FPF, e o de Queiroz apenas pela Federação

Andre figueiredo

Hoje, 2h26m
Selecção: Brasileiro ficava mais em conta à Federação do que o sucessor Queiroz custava dobro de Scolari
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Carlos Queiroz custava aos cofres da Federação Portuguesa de Futebol uma verba a rondar os 104 mil euros por mês, cerca do dobro do que recebia Luiz Felipe Scolari no desempenho do mesmo cargo, na folha de remunerações da FPF, apurou o Correio da Manhã junto de fontes bem colocadas no processo.

Por:Nuno Miguel Simas

O ordenado de Luiz Felipe Scolari era pago em três partes, ficando a Federação apenas com um terço do encargo: 57 mil euros.

O treinador brasileiro auferia 2,3 milhões por ano, mas outras empresas suportavam direitos de imagem – o BPN pagava 1,7 milhões, como o CM noticiou em primeira mão a 3 de Junho de 2009.

Já o português Carlos Queiroz recebia um milhão e 350 mil euros por ano, o que fazia dele o sétimo mais bem pago entre os 32 seleccionadores dos países finalistas no Campeonato do Mundo.

Uma vez que a rescisão de contrato foi unilateral, Queiroz vai pedir para ser ressarcido do que lhe faltava cumprir do vínculo com a Federação, valor ao qual acrescem prejuízos à honra e dignidade do treinador.

A indemnização pode rondar os três milhões de euros [verba referente aos dois anos de contrato ainda vigentes]. A FPF recusa pagar esse valor e acusa o seleccionador de desestabilizar a equipa com declarações polémicas e de ter interferido na convocatória para os jogos com o Chipre (empate, 4-4), em Guimarães, e com a Noruega (derrota por 1-0), quando cumpria a suspensão de seis meses pela Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP).

POLVO É METÁFORA DA FPF

A expressão "polvo" proferida por Queiroz em entrevista ao ‘Expresso’ fez com que toda a estrutura da direcção da Federação se sentisse atingida, uma vez que o polvo tem oito tentáculos, tantos quantos os membros da estrutura federativa, e que são:
Gilberto Madaíl (presidente do organismo) e os ‘vices’ Amândio Carvalho, Lamas Pacheco, Vítor Peralta, Cerqueira Alves, José Cavaco, José Manuel Portugal e Fernando Gomes.

Fontes da FPF contactadas pelo CM dizem que a expressão utilizada por Queiroz, além de remeter para a máfia, engloba todos os elementos da direcção, referindo que não foi coincidência o recurso ao molusco marinho, que tem oito tentáculos. Daí que o chamado processo Amândio de Carvalho seja movido por toda a direcção federativa, apurou o CM.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 12.09.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

EUA: Homem mata a tiro cinco pessoas
Juan Carlos: Foto do rei queimada
Paulo Portas: Recados no Governo
Vladimir Putin: Quer viver 120 anos
Mata marido à facada e martelada

Capa do Público Público

Instituições apostam na formação de adultos
Domingos: "Não estava à espera de perder"
Ensino superior recebe 45.592 novos alunos, maioria colocada nas opções preferidas
Madeira SAD sem argumentos para contrariar o FC Porto
Villas-Boas: "Jogo de grande intensidade emocional"

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Amado apela a cooperação entre as forças partidárias
PGR desconhece pedido de demissão de Cândida Almeida
Terrorismo e o caso ETA
Faltam 24 dias: Jornada feliz encerra a Feira da Luz
Programa combate suicídio nas cadeias

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Homem mata cinco pessoas a tiro nos EUA
Buçaco e Douro entre os derrotados
Três das sete maravilhas são património insular
Ambientalistas preocupados com fusão da Valorsul
Milhares exigem requalificação do Cabo Espichel

Capa do i i

Alegre abre campanha já "confortado" pelo PS oficial
Francisco Lopes: Cavaco Silva é "responsável" pela crise do país
Casa Pia. Problema informático obriga a apoio da Microsoft
João Paulo Peixoto. "Penso mais nas vítimas do que na minha sorte"
Fernando Nobre vai dar volta ao país em 97 dias

Capa do A Bola A Bola

Águia sobreviveu ao inferno, leão escorregou mesmo
«Fomos incompetentes na finalização» - Paulo Sérgio
«Não vamos desistir!» - Rui Costa
«A nossa equipa quis vencer» - Vandinho
US Open: Djokovic elimina Federer

Capa do Record Record

À espera de Salvio
Vieira em "família" para dar confiança
Irritação com Olegário tem seis anos
Ainda há margem
Magali reforça claque do Benfica

Capa do O Jogo O Jogo

Hulk: “Foi um grande jogo, frente a um grande adversário”
Vandinho: "A nossa equipa está de parabéns"
Rudi Garcia: " Vamos descansar e preparar-nos para o jogo frente ao Sporting”
Sergio Aguero lesiona-se em campo
Domingos Paciência

AS MINHAS PREVISÕES SE O MANUEL ALEGRE VIESSE A SER O PAI DE TODOS OS “BURROS” PORTUGUESES

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Manuel Alegre que tire o “burro” da chuva que se molha. Mas “burros” já nós temos tido, a mandar, há muitos anos que gostam de boa mangedoura e melhor feno para dar ao dente.
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Nenhum “burro” português conhece obra do Manuel Alegre a não ser o blá,blá e “mai nada”.
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Assim penso que os “burros” portugueses já não são assim “burros” que venham a ser mais uma vez “burros” e votarem num “burro” que ronca por aí à multidão de “burros”.
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Este “burro” (eu) que haja sido por algumas vezes, tem sido enganado e votado em “burros” errados em eleições anteriores.
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Mas este “burro” não aconselha os patrícios “burros/as” a votar no “burro” certo e para que seja o pai dos “burros” portugueses, porque não temos o “burro” exacto para votarmos.
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Mal por mal e porque não há o “burro” certo, melhor votarmos no “burro” velho que mais nos vale ficar com ele do que com outro, “burro” novo, que nos irá mandar, depois, coices.
O burro
José Martins