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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sacrificio número,....já lhes perdi a a conta

Mais sacrificios para ficar tudo como sempre, na mesma. As causas que nos obrigam a estes sacrificios continuam lá, a subordinação do poder politico pelo poder económico continua lá, as regras do mercados lá continuam a ser controladas pela ganacia especulativa, a globalização, a China, a União Europeia, o FMI, a NATO, a Palestina e tudo o raio que os parta continua lá. Mais "sacrificios" sabendo desde já que a este se seguirá inevitávelmente outro sacrificio e outro e outro e outro. Seja o Sócrates, o Passos ou outro igual a ele ou ao outro, tanto faz, todos justificarão os novos e "suficientes" sacrificios com a necessidade imperiosa de baixar um défice ou de ultrapassar uma crise.

CRISTIANO RONALDO ORGULHOSO PELO SEU FILHO RONALDINHO

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O bebé do Cristiano Ronaldo, ao "colinho" da vovó Dolores
Pai orgulhoso ... mas a identidade da mãe permanece um mistério

Aos três meses de idade, Cristianinho, dorme em um carrinho, empurrado pela avõ Dolores, 55 anos, em Portugal.
Cristiano Ronaldo de 25 anos não revela a identidade da mãe de seu filho.
The Sun

SOU UM "GAJO" (IMPORTANTE) DESCONHECIDO

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Ora esta manhã e pela frente de mim o televisor ligado para o programa, da RTPi , a Praça da Alegria, retransmitida.
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Num exterior vejo o ex-seminaristas Helder Reis da RTP, na Ribeira e passear junto à margem do rio Douro com o maestro António Vitorino d´Almeida. O maestro numa das mãos um livro " O Porto visto pelos seus olhos", que iria, ontem, pela tarde apresentá-lo, ao público.
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A a RTP deu-lhe uma mãozinha para a venda, porque quem escreve qualquer coisa é com fito de ganhar uns "trocos".
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O que quero referir é que antes do maestro António Vitorino de Almeida, ter visto o Porto, 13 anos antes eu tive a honra (tolerem-me a minha caganeira) de um artigo, meu, ser publicado no Jornal de Notícias, no dia 8 de Janeiro de 1997.
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Depois (já lhe perdoei o plágio) surgiu o tio velho Manoel de Oliveira que realizou a grande metragem o "Porto da Minha Infância" que apesar de o tio Manoel já levar 35 anos e eu 1o, vi o Porto das nossas infâncias, melhor que ele...
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Claro que vi!
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O tio Manoel de Oliveira, nasceu num "berço" de ouro e de família rica e os filhos desta gente não passavam nas ruas Escura, Bainharia, dos Pelames, Corpo da Guarda e Viela da Cadeia, porque eram nogentas...!!!
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Eu caminhei, por elas, de quando marçano, no "Porto da Minha Infância" e ouvi aquelas palavras, da gente da ralé de uma mãe ralhar com o malandro do catraio:
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"Oh filho de uma grande puta quando chegar o corno do teu Pai, vou fazer-lhe queixa de ti!" .
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Este é que foi o Porto da minha infância... O dos outros não foi Porto nenhum.
José Martins
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O PORTO DA MINHA INFÂNCIA
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Por: José Martins
Já não leio o Jornal de Notícias há vários anos. Foi entretanto o jornal que me habituei a ler, diáriamente, nos meus verdes anos, quando comecei a minha profissão de marçano, no então (igualzinho), Porto de Camilo.
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Era o Porto das zorras barulhentas que de S.Pedro da Cova transportavam carvão para alimentar a central térmica de Massarelos.

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A fonte de energia para locomover os amarelos que garbosamente subiam a 31 de Janeiro, os Clérigos, Sá da Bandeira em procura dos arrabaldes do Porto..

Um Porto cem por cento tripeiro!
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Na Estação de S. Bento havia carrejões ladinos de capuzes de serapilheira, almofadados, carregando arrobas e mais arrobas, no costelado, para as mercearias do Bonjardim,Flores e Sá da Bandeira.
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Chegava todos os dias a S.Bento gente da Régua, Amarante e sei lá de mais de onde. Trazia com ela cestos de vime colorido. Dentro deles, um presentito do seu lavrado para oferecer a algum amigo ou pessoa de família.
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Encostados às grades, de costas voltadas para a Praça de Almeida Garrett os habituais e inofensivos mãozinha leves, que a espreitavam, seguindo-lhes depois os passos para ensaiarem a venda do vigéssimo premiado, branco como a cal, o anel de ouro falso como Judas ou surripiar-lhe a carteira no meio da barafunda na escalada para o amarelo.
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Juntas de bois jungidos à canga, pintada de várias cores e com arte entalhados desenhos rurais, subiam a S.João puxando ronceiros carros de rodas fabricadas de madeira de freixo,carregando as mercerias,bacalhau e caixas de sabão dos armazéns da Ribeira para as bandas de Ramalde,Areosa e para o concelho de Gaia.
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O Porto do meu tempo era mesmo um Porto a valer!
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Nunca arriámos aos alfacinhas. O tripeiro raramente bebia um galão de café com leite e um bolo de arroz, enquanto uns más língua afirmavam a pés juntos, que em Lisboa a moda corrente do lisboeta, ao almoço, era atestar meio estômago com um bolinho e uma meia de leite na pastelaria da esquina.
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As tascas de Cimo de Vila,dos Congregados, Caldeireiros e da Cordoaria sempre foram centros de cultura. Ali discutia-se de tudo um pouco. Era o último jogo da bola do Porto, as habilidades futebolisticas do falecido Artur de Sousa, o Pinga, mais tarde as defesas do guarda redes Barrigana, do brasileiro Jabaru e do treinador,também brasileiro Yustrich. (Este andava de noite à procura dos jogadores, pelas tascas da Alferes Malheiro e quando os topava já meio pingados do verdinho,meu verdinho, sem cerimónias acertava-lhe dois tabefes na cara).
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Os jogadores, nessa altura,entravam em campo quase por amor à camisola.
Corrupção, ninguém,mesmo ninguém conhecia sequer a palavra!
Presentear um árbitro com uma viagem ao estrangeiro?
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Nunca, tão pouco um lugar na camioneta de carreira, no passeio anual de um grupo de 20 amigos que se quotizaram,durante um ano, a vinte e cinco tostões por semana.
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Um Porto despolitizado!
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Não conhecia politícos bons ou maus!
Quando o General Sem Medo (Humberto Delgado) foi ao Porto houve chanfalhada de criar bicho da Polícia a torto e a direito, fazendo as delícias da miudagem, a correr em direcção às vielas para se livrarem do cassetete do "sô polícia".
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Com os polícias tudo bem... o pior acontecia na esquina da Rua do Heroismo, junto ao Cemitério Prado Repouso, onde os Pides ajustavam contas com os camaradas da época ou com o respeitável democrata que teimavam em desalojar Salazar do "poleiro de São Bento.
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O Porto da minha infância era um burgo girissímo!
Havia verdura,lagos,cisnes nos jardins da Cordoaria, do Marquês, de São Lázaro, da Arca de Àgua e do Palácio de Cristal. Criadas de servir,conhecidas por sopeiras, de faces coradas e aventais broncos, esmeradamente passados a ferro, passeavam aos pares pelas alamedas desses retiros espitituais do Domingo. Magalas dos quarteis arrastavam a asa a essas beldades, ainda puras, decorando as palavras que depois na investida da promessa de amor eterno, conforme a coragem lhes iam dizendo.
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Os jovens eram timidos na procura do amor.... Amor sem luta é comida ensossa.
Amor a granel? Ah, esse era para os lados da Rua Escura, dos Pelames, da Bainharia, no Bem me Queres, junto ao barracão, na altura, da Estação da Trindade.
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Nunca entendi porque o Porto foi sempre tão bairrista... nem os vizinhos poupava. Dizia-se que " valia mais uma rua do Porto do que ca-Gaia-toda".
Gaia que se mirava da margem ribeirinha, que envelhecia nos armazéns na margem do Rio Douro o generoso Vinho do Porto que constantemente os barcos rabelos o traziam pelo Douro abaixo.
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Gaia que ainda tinha a Serra do Pilar virgem e um planalto onde a miudagem ia jogar a bola de trapos. Em baixo a praia do "Borras",junto à Capela do Senhor de Além era a piscina dos miúdos e graúdos onde ao Domingo iam tomar banho.
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O velho Duque, barqueiro estacionado na Ribeira, no outro lado do rio,de quando em quando era solicitado para piedosamente retirar das profundezas do Douro o corpo, sem vida, do incauto que se aventurou nadar mais além da margem.
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Da Vila de Gaia, centenas de operários, ainda o dia não tinha aclarado, desciam vertiginosamente montados em bicicletas a Avenida da República para trabalharem nas obras da cidade.
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Na minha mente ainda se conserva a imagem típica do Machado "aldrabão" a vender a Pomada Santa de Giboia na Cancela Velha, um pouco acima do velho Jornal de Notícias. A Banha de réptil curava todas as mazelas e aliviava as dores.
Bem, não nasci no Porto,sou serrano de origem e do sopé da Serra da Estrêla.
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O Porto da Minha Infância, foi amor à primeira vista e marcou para sempre a minha existência.
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P.S. Artigo publicado na página da Internet "Porta dos Talentos" do Jornal de Notícias e em 8 de Janeiro de 1997 na última página do mesmo diário, do Porto, com a gravura agora,também, inserida. O presente artigo teve nova revisão pelo autor.


APRENDA UMA LIÇÃO DE ECONOMIA

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ECONOMIA AULAS *

1. Se em janeiro de 2007 tinha investido US $ 1.000 em ações da Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, hoje teria 29 €!

2. Se em janeiro de 2007 tinha investido US $ 1.000 em ações da Fortis, outro gigante bancário, hoje teria 39 €!

3. Agora, se em janeiro de 2007'd gastou US $ 1.000 em Cruzcampo (em cerveja, e não ações) e você tivesse bebido tudo e vendido somente as latas, hoje teria 46 €!

Conclusão: o cenário econômico atual, você perde menos dinheiro sentado esperando e bebendo cerveja.

E lembre-se que quem bebe,

* LIVE

• Menos triste.
• Menos deprimido.
• Menos tenso.
• Menos lutou com a vida.

Pense nisso, y. .. Se for dirigir não beba ..... .. Mas se você bebe ,..... Ligue para mim!

A GRANDE BARRACADA DO JOSÉ SÓCRATES!

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Sabias que o sôr Zé tem um MBA do Lisbon University Institute?
ESPETÁCULO!!!!
E a fonte é do Gabinete do PM. Sabias que os gajos já tentaram que a
Universidade da Columbia retirasse este curriculum da Internet?
É que esses gajos não imaginavam que a UC publicasse o CV do Zé na internet.

CARAS E COROAS - REPÚBLICA E MONARQUIA



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Hoje dou com uma peça escrita pelo embaixador Sexas da Costa que inseriu no seu blogue http://duas-ou-tres.blogspot.com/ onde refere que alguns, seus comentadores, teriam chamado a atenção que a nossa RTP, nos últimos tempos e no ano da comemoração do centenário da República, estar a dedicar particular atenção a alguns reis portugueses.
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E continuam que os presidentes da República têm sido ignorados.
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Vamos lá ser razoáveis e não andarem por aí os vozeadores gritando viva a República e ignorarem os Reis de Portugal e aqueles, mal ou bem, foram dando vida e o seguimente da Pátria Portuguesa, por 888 anos.
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Ora as “raivinhas” políticas, contra a monarquia, dos que implantaram a República em 1910, já a terra as comeu e os que andam, ao de cimo da terra, tanto devem celebrar a implantação da República como a caída da monarquia que deu a vida ao Portugal de hoje.
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Mas, sim, sim os políticos que andam por aí, bem sabem que a monarquia tem o direito a ser homenageada e se não é, porque nós os portugueses temos sido governados por “rafeirotes” que ignoram as valias, históricas e seguem para outra margem sob os desígnios do oportunismo e uma forma de agradar à sua classe e pisando a história da nação onde hajam sido paridos.
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Só me resta (apesar de não simpatizar pelo serviço público) dar os parabéns ao autor dos programas da RTP, que referem os Reis de Portugal, porque eles foram nossos e devem ser colocados no pedestal merecido.
José Martins

RTP - A "BARBUDA" POR LÁ EM TEMPO DE CRISE,ECONÓMICA; AGUDA

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É assim que o país vai recuperar da crise …….

ESCANDALOSO!!! RTP - EMPRESA PÚBLICA PAGA SALÁRIOS OFENSIVOS

AJUDEM A DIVULGAR

SALÁRIOS COMO ESTES É QUE O GOVERNO DEVE CORTAR TANTO NO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL, COMO BAIXÁ-LOS EM 50% E NÃO APENAS EM 5% !!! RAPIDAMENTE O PAÍS SAIRIA DA RECESSÃO E AÍ SIM, SERIA O "CAMPEÃO DO CRESCIMENTO" COMO AFIRMOU SÓCRATES HÁ UNS TEMPOS ATRAS NUM JORNAL DIÁRIO.

E ainda se pensa que os Professores e os F.Públicos é que ganham bem...

Tratando-se a RTP de uma empresa pública, sustentada pelos nossos impostos, interessante era comparar tais salários com os praticados na SIC e TVI, empresas privadas.

Judite de Sousa (14.720 euros),
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José Alberto de Carvalho (15.999euros) e
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José Rodrigues dos Santos (14.644 euros), o dobro do que recebe o primeiro-ministro José Sócrates e muito mais que o Presidenteda República.
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José Alberto Carvalho tem como vencimento ilíquido e sem contar com as ajudas de custos a quantia de 15.999 euros por mês, como director de informação.
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A directora-adjunta. Judite de Sousa, 14.720 euros.
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José Rodrigues dos Santos recebe como pivôt 14.644 euros por mês.
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O director-adjunto do Porto, Carlos Daniel aufere 10.188 euros brutos, remunerações estas que não contemplam ajudas de custos, viaturas Audi de serviço e mais o cartão de combustíveis Frota Galp.
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De salientar que o Presidente da República recebe mensalmente o salário ilíquido de 10.381 euros e o primeiro-ministro José Sócrates recebe 7.786 euros

Outros escândalos:-

Director de Programas, José Fragoso: 12.836 euros-
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Directora de Produção, Maria José Nunes: 10.594-
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Pivôt João Adelino Faria: 9.736-
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Director Financeiro, Teixeira de Bastos: 8.500-
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Director de Compras, Pedro Reis: 5.200-
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Director do Gabinete Institucional (?), Afonso Rato: 4..000-
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Paulo Dentinho, jornalista: 5.330-
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Rosa Veloso, jornalista: 3..984-
Ana Gaivotas, relações públicas: 3.984-
Rui Lagartinho, repórter: 2.530-
Rui Lopes da Silva, jornalista: 1900-
Isabel Damásio, jornalista: 2.450-
Patrícia Galo, jornalista: 2.846-
Maria João Gama, RTP Memória: 2.350-
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Ana Fischer, ex-directora do pessoal: 5.800-
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Margarida Neves de Sousa, jornalista: 2.393-
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Helder Conduto, jornalista: 4.000-
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Ana Ribeiro, jornalista: 2.950-
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Marisa Garrido, directora de pessoal: 7.300-
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Jacinto Godinho, jornalista: 4.100-
Patrícia Lucas, jornalista: 2.100-
Anabela Saint-Maurice: 2.800-
Jaime Fernandes, assessor da direcção: 6.162-
João Tomé de Carvalho, pivôt: 3.550-
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António Simas, director de meios: 6.200-
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Alexandre Simas, jornalista nos Açores: 4.800-
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António Esteves Martins, jornalista em Bruxelas: 2.986 (sem ajudas) - Este até aufere pouco (comparativamente) e está deslocado do país……
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Margarida Metelo, jornalista: 3.200

ISTO É UM ESCÂNDALO!!!

Vencimentos justos: Directores: 5.000 euros sem ajudas de custos
Pivôt: 3.500 sem ajudas de custos
Jornalistas:Três escalões -
Escalão A: 3.000
Escalão B: 2.400
Escalão C: 1.900

MORREU TONY CURTIS

Hollywood legend ... Tony Curtis
Lendário de Hollywood ... Tony Curtis

lendário de Hollywood Tony Curtis morreu aos 85 anos de idade.

A morte do ator indicado ao Oscar, que apareceu em mais de 140 filmes foi confirmada por um porta-voz da família hoje.





O ator - que teve a cirurgia do desvio do coração em 1994 - morreu ontem à noite em sua casa em Las Vegas a partir de uma parada cardíaca.

Sir Roger Moore levou homenagens a ele, dizendo Sky News: "Ele era um bom ator".

Classic role ... in Some Like It Hot with Monroe and Lemmon
papel clássico ... em Some Like It Hot, com Monroe e Jack Lemmon
O ator James Bond, que estrelou ao lado de Curtis em TV de sucesso The Persuaders, acrescentou: ". Vou sentir falta dele"

Curtis apareceu no clássico de Billy Wilder Some Like It Hot, com Marilyn Monroe e Jack Lemmon.

E recebeu uma indicação ao Oscar em 1959 para os desafiantes no qual ele atuou com Sidney Poitier.

A estrela arrojado fez uma pausa de agir como ele lutou contra abuso de drogas e álcool.

Mas depois ele voltou para a tela como um ator de personagem.

Curtis também se tornou um pintor cuja telas vendidas por até US $ 20.000.

Aos 60 anos, ele disse: "Eu não estou pronta para se estabelecer como um senhor idoso judeu, sentado em um banco e se apoiando em uma bengala que eu tenho um inferno lote de vida para fazer.".

Curtis foi casado cinco vezes.

Sua primeira esposa era a estrela Psycho Janet Leigh. Eles se casaram em 1951, quando ambos eram actores sobe-e-vem de Hollywood e teve duas filhas, incluindo a atriz Jamie Leigh Curtis antes de se divorciar em 1963.

Ele tinha mais duas filhas com sua segunda esposa, Christine Kaufmann, e os dois filhos com sua terceira esposa, Leslie Allen.

Casou-se pela quarta vez em 1993, mas divorciou Lisa Deutsch um ano depois e então se casou com Jill Vandenberg em 1998.

Sua jornada ao estrelato de Hollywood começou no Bronx, um bairro pobre de Nova York, onde ele nasceu Bernard Schwartz.

Seus pais eram judeus húngaros que haviam emigrado para os Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial.

Curtis se juntou a Marinha e serviu no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial, onde foi ferido em ação, antes de retornar a Nova York para estudar teatro.

Ele fez sua grande estréia em 1948, quando ele se inscreveu com um estúdio de Hollywood e logo começou a alisar seu arestas.

O primeiro a sair foi o nome dele e ele se tornou o primeiro Anthony Curtis, Tony, em seguida, claro, mas se livrar de seu sotaque de Nova York mostrou uma dura tarefa.

Mas isso não impediu que sua carreira vai de vento em popa e em 1960 ele apareceu em Spartacus de Stanley Kubrick épico.

Oito anos mais tarde, ele foi aplaudido depois que ele foi lançado de encontro ao tipo do Estrangulador de Boston como um louco assassino.

Curtis nasceu Bernard Schwartz, em Nova York, em 3 de junho de 1925.

Ele cresceu como o filho de um alfaiate na área da cidade Bronx.


A FESTA DE REPÚBLICA ESTÀ À PORTA

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Pois claro o dia 5 de Outubro está aí e o centenário da implantação de um sistema que nada diz ao Povo Português e nas “urtigas” para essa celebração.
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Para já o Povo pagou para a festa (de alguns) 10 milhões de euros com a língua de um metro.
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Quando eu nasci em 1935 a República Portuguesa era ainda uma jovem gaja, com 25 anos, mas já muito “foleira” e batida como as “prostitutas” que vendiam seu corpo nas casa de porta aberta, existentes, no Bairro da Sé, Caldeireiros, rua Bojardim e terminavam no 515.
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Na minha adolescência a República estava muito mal vista pela “arraia-miúda”, pois por tudo e por nada se dizia: “aquilo é uma república...!!!” e nos transmitia ser a “casa da malta” sem rei nem roque.
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Ora eu um miúdo, educado numa escola de Salazar (onde havia a menina de 5 olhos e uma varinha de marmeleiro), o meu mestre, que era um homem de virtudes, não ensinava seus alunos em cima da implantação da República, porque esta não lhe dizia nada, nem nada pedagógico para a “canalha” escolar do meu tempo.
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Já ouvi por aí falar que a implantação da República teria sido a primeira tentativa de instituir o sistema democrático em Portugal e dar ao povo mais liberdade, que nunca me acreditei em nada disso, porque não havia liberdade nenhuma, mas “coronhada” no lombo pelos cabos da Guarda Nacional Republicana (rural) se algum aldeão levantasse a grimpa no mercado semanal ou quinzenal.
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Depois haviam aquela gente vaidosa que a cada passo vociferavam: “você sabe com quem está a falar?” e se o “patego” falasse um pouco mais estaria sujeito a levar um arraial de porrada, de criar bicho, no posto da guarda.
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Mas entenda-se por aí, que este sistema ainda não era o da PIDE de Salazar, já residia em Portugal há séculos.
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Era isso porque em Portugal sempre existiu a Nobreza o Clero e o Povo. Este último era o desgraçado que pagava as “favas” à nobreza latifundiária e oligárquica a tenção, anual, porque eles era donos de Portugal no seu todo.
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O clero, ensinava o povo a rezar, a confessar-lhe os seus pecados e pagava, aos padres, a côngrua, pela Páscoa, as missas das festas e as de por alma do ente-querido que tinha partido e livrá-lo, primeiro do fogo do inferno, para depois passar para o purgatória e com mais uma dezena de missas, passaria então para o céu e por ali ficaria, eternamente, entre os esplendores da luz perpétua amém.
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Ora o Povo Português, o humilde (até porque não é má gente) viveu sempre sob as palavras de uns “gajos” espertos que lhes foram sugando o sangue com palavreado.
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A República foi vivendo e caminhando apoiado em muletas sem ninguém se importar por ela e já uma desgraçadinha, absolutamente, que ninguém gritava: “Viva a República! E, como resposta da plateia: “Muito bem,muito bem...!!!”
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Os portugueses foram vivendo, como puderam, entre as guerras: A Civil de Espanha, a II Mundial e as forças ocultas, comunistas do Álvaro Cunhal e outros, que queriam atulhar o país na “trampa” e entregá-lo à União Soviética do Estaline, Lenine e companhia limitada.
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Depois, sim depois chegou o dia da Liberdade e o tal chamado o 25 de Abril que veio apenas a favorecer uns “gajos” que seguiam à malta pelos países de expressão comunista a viverem à grande e à francesa, denegrindo o paí onde foram paridos.
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Depois desses “gajos” tomarem conta do Poder, inserirem Portugal na União Europeia, são passados mais de 36 anos anos e o Povo de Portugal está como todos sabem, economicamente, na miséria.
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Ora a efeméride do centenário da implantação da República não diz nada ao Povo e, apenas, para aqueles que estão a “chupar” os 10 milhões para a festa que foram roubados, ao contribuinte, o desgraçado Zé Português.
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E para finalizar em Portugal nada haja mudado num século e por tal a TRAMPA é a mesma, só que o cheiro da TRAMPA é outro.
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Com isto daqui vai o meu grito: VIVA O REI que foi a monarquia a implantada de quando Portugal nasceu.
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Mal, por mal, repito: VIVA O REI!
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José Martins

ESTA "MERDA" DE UNS GAJOS SE TRATAR POR TU...TRÁS ÁGUA NO BICO!

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Polícia

Notário da Câmara do Porto contraria Nuno Cardoso
00h43m
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Carlos Pinto, notário da Câmara do Porto que, em 2000, conduziu uma escritura de permuta da autarquia com o F.C. Porto apresenta uma diferente versão da de Nuno Cardoso. Em causa está o modo como o autarca soube que o clube passou a ser dono dos terrenos.

O negócio de troca dos terrenos nas Antas com lotes da frente urbana do Parque da Cidade - que, segundo o Ministério Público terá beneficiado os azuis-e-brancos em 2,5 milhões de euros à custa do erário público - estava acordado entre família Ramalho e Câmara e havia "urgência" na sua concretização formal.

Carlos Pinto foi a pessoa indicada por Nuno Cardoso como tendo sido a fonte da informação sobre a mudança de propriedade dos terrenos e também quem dialogou com o FC Porto, ao ponto de saber do interesse do clube em manter o negócio.

Mas, ontem, no julgamento que decorre nos Juízos Criminais do Porto, o notário foi evasivo: soube dos factos pelo "processo", registos prediais e pelo gabinete da presidência. Só mais tarde, após insistência da juíza Fátima Ferreira e dos advogados, acabou por reconhecer a hipótese de ter tido informações através do vice-presidente do F.C. Porto e advogado, João Castro Neves, de quem é "amigo" e trata por "tu".

"É natural que tenha falado", disse. Assumiu ainda ter sugerido a elaboração de um despacho a ditar a "urgência" do negócio e a atestar a legalidade de uma ratificação posterior pela Câmara.

O pormenor sobre como Nuno Cardoso soube do negócio do FC Porto com a família Ramalho é fulcral para a averiguação de um eventual conluio do autarca com o clube. Este, com os negócios em torno da permuta, resolveu um diferendo com a família e ganhou, em menos de um mês, mais de dois milhões de euros, com uma venda posterior.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 30.9,10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

S. Vouga: Despiste vitima três
Sintra: Incêndio em residencial
Importavam carros para crimes graves
Ana Avoila: Culminar em greve
Nobre dos Santos: Perda de rendimento

Capa do Público Público

PT salva défice
Uma consolidação mais focada na despesa
Função pública, pensões e IVA a 23% pagam défice de 2011
Vera Jardim admite que medidas já podiam ter sido tomadas
Francisco Assis diz que todos os investimentos devem ser avaliados

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

"Será uma pena se as gravuras não forem de novo classificadas"
Sociais-democratas exigem contas de 2010
PSD e CDS mantêm reservas para o voto no Orçamento de 2011
Esquerda quer travar medidas no Parlamento
Cavaco dra matiza hipótese de crise

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Notário da Câmara do Porto contraria Nuno Cardoso
Duarte Lima admite não responder a perguntas do Brasil
Corpo carbonizado descoberto em casa incendiada
Recurso liberta "gangue das picaretas"
Al-Qaeda planeia ataques na Europa

Capa do i i

Manuais escolares gratuitos para todos no próximo ano lectivo
Programa MIT Portugal. O poder de atracção da ciência e da tecnologia
Adiamento. Duas semanas extra de medicamentos a preço antigo
Prisões. Estrangeiros com menos crimes violentos que portugueses
Orçamento. PSD abre janela para viabilização

Capa do Diário Económico Diário Económico

Companhias ‘low cost’ puxam por crescimento dos aeroportos
EasyJet escolhe Lisboa para a primeira base em Portugal
Seguro de saúde vitalício aprovado até final do ano
Cortes na justiça param obras nos tribunais e novas contratações
Governo lança ataque à Função Pública para acalmar os mercados

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

As notícias em foco na edição de hoje, dia 30 de Setembro, no Negócios
Bancos irlandeses poderão precisar de mais 14,4 mil milhões de euros
Imprensa alemã considera "drásticas" novas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo
"Estamos prontos para ser a plataforma entre a China, África e Europa"
Moody?s tira "rating" máximo à Espanha

Capa do Oje Oje

Boeing consegue contrato de 12 mil milhões de dólares do Pentágono
Wall Street cai acompanhando Europa
Soluções de equipamentos em sistema de renting para PME
AEP vai realizar 39 acções de internacionalização em 2011
Staples inova com seguro para produtos transportáveis

Capa do Destak Destak

CDS-PP diz que Governo falhou e questiona manutenção do TGV
PSD apela ao Governo para que reconsidere novo aumento de impostos
Resultados da segunda jornada da Liga dos Campeões
BE: “A receita é antiga e acrescenta recessão à recessão”
PCP rejeita medidas "de ofensiva brutal" que "nada vão resolver"

Capa do A Bola A Bola

Cristian Rodriguez no ataque ao CSKA
Festa caseira à espera de Loeb
Matías na nova fórmula do leão
Contador apanhado com doping no Tour
Bettencourt passa a receber 21500 euros brutos por mês

Capa do Record Record

JEB vai ganhar 300 mil
Águia não fala alemão
Luisão iguala históricos
Alarme por Cardozo
Líder admite revés com Pongolle

Capa do O Jogo O Jogo

Luiz Nunes, Hélder Cabral e Éder nos convocados
Jorge Jesus: "Estamos a caminhar para os níveis normais"
Chelsea: Kalou e Benayoun falham Marselha
Webber 1º nos treinos livres do GP Singapura
Tiago regressa aos treinos no At. Madrid

A UNIÃO EUROPEIA DE CEROULAS ROTAS NO TRASEIRO

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Manifestantes saem às ruas de Barcelona, Atenas e Bruxelas
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Dezenas de milhares de pessoas de toda a Europa têm marchado em Bruxelas, num protesto contra os cortes de gastos por parte de alguns governos da UE.
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Altos e baixos da zona euro-aumentos dos preços dos alimentos são uma preocupação crescente
O trabalho de intervenção da moeda?
A Espanha realizou uma greve geral, com manifestantes em Barcelona confronto com a polícia e incendiaram um carro da polícia.
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Outros protestos contra medidas de austeridade foram realizados na Grécia, Itália, a República da Irlanda e Letónia.
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Os sindicatos dizem que os trabalhadores da UE pode tornar-se as maiores vítimas de uma crise financeira provocada por banqueiros e comerciantes.
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Muitos governos em todo o bloco de 27 países impuseram punir os cortes nos salários, pensões e emprego para lidar com a espiral de dívidas.
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Na noite de quarta-feira, o governo de Portugal anunciou minoria propostas de corte de pagamento dos funcionários públicos e os gastos do Estado, enquanto o aumento de impostos, na tentativa de reduzir os níveis da dívida do país.
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Na Grécia e República da Irlanda, os números do desemprego estão em seu nível mais alto em 10 anos, enquanto o desemprego da Espanha dobrou em apenas três anos.
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Na Grã-Bretanha, o governo planeja para reduzir os gastos em até 25% em algumas áreas, enquanto a França viu protestos violentos contra um aumento esperado da idade mínima para aposentadoria.

Bombinhas

A polícia isolou a sede dos bancos da UE e barricadas e lojas de frente do protesto, em Bruxelas. Ele foi descrito pelos sindicatos, como um dia de acção sob o lema "Não à austeridade, a prioridade para o crescimento eo emprego".

Dezenas de milhares de manifestantes, muitos carregando grandes balões vermelhos e verdes e banners, dirigida para os edifícios das instituições da UE na capital belga.
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Nós não causamos esta crise. O projeto de lei tem de ser pago pelos bancos, não pelos trabalhadores "
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Eles fizeram ouvir suas vozes, apitos, cornetas e tudo o mais que puderam encontrar, diz o correspondente da BBC Nick Childs na cidade, em meio ao som de fogos de artifício e fumaça.
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Falando durante a marcha, Jean-Claude Mailly, chefe do sindicato francês da Força Operária, disse que ainda há tempo de repensar as medidas de austeridade. .
"Nunca é tarde demais, pois as medidas de austeridade estão em processo de ser criada agora", disse ele à BBC.

"Então estamos em um período em que movimentos sociais de natureza diferente terá um grande valor nas próximas semanas e meses que virão. Existe uma forte tensão social."
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Os sindicatos na Espanha começou a primeira greve geral do país em oito anos de marchar pela capital, Madrid, em um esforço para fechar a cidade.
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Também na capital, houve protestos em massa fora das estações de autocarro e metro, e alguns ônibus estavam rodando. Muitos trens de alta velocidade foram cancelados e apenas cerca de um quarto dos trens estavam funcionando.
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Grupos de grevistas entraram em lojas e bancos tentando forçá-los a fechar.
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A companhia aérea Iberia afirmou que espera para operar apenas 35% dos vôos programados.

'Bancos de culpa'

Na República da Irlanda, um homem dirigiu um misturador de cimento coberto com slogans anti-bancárias para as portas do Parlamento, em Dublin, em um aparente protesto no banco cara do país bail-out.

Os grevistas realizaram um protesto no centro de Madrid, o que levou algumas lojas a fechar A Confederação Europeia de Sindicatos (CES), disse que os manifestantes estavam marchando a voz de sua raiva em relação ao orçamento, cortando os planos e cortes que "poderia levar a Europa para uma recessão".

O sindicato avisa que a crise financeira - que ele descreve como o pior da Europa desde 1930 - já fez 23 milhões de pessoas em toda a UE desempregados. Ele teme que as medidas de austeridade sendo implementadas pelos governos da UE diversas poderia "resultar em ainda mais desemprego".

"Nós não causou esta crise. O projeto de lei tem de ser pago pelos bancos, não pelos trabalhadores," disse CES.

Em vez disso, a organização apela aos governos para garantir às trabalhadoras, empregos estáveis, a protecção social fortes e melhores pensões.

Trabalhadores em muitos países da UE estão frustrados que estão pagando pelos erros dos bancos e do setor financeiro, da BBC, Christian Fraser, em relatórios de Bruxelas.

A recuperação ainda é frágil. Em alguns países, ainda não começou, e muitos temem que os cortes poderiam provocar mais problemas, nosso correspondente diz.

Ele acrescenta que, em suma, é um debate sobre a austeridade versus estímulo, ou cortes de gastos, e as opiniões são profunda e amargamente divididos.