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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

REPASSE,REPASSE PARA NOS VERMOS LIVRE DESTE PRAGA

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Num congresso internacional de medicina.

O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes dos dedos. Em 4 semanas o paciente está à procura de emprego.

O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro. Em 6 semanas o paciente está à procura de emprego.

O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito. Numa semana o camarada pode procurar
emprego.

O médico grego disse:
Na Grécia fazemos um excelente trabalho de recuperação de bêbados. Em 15 dias o indivíduo pode procurar emprego.

O médico português diz orgulhoso:
Isso não é nada! Em Portugal, nós arranjamos um homem sem cérebro, sem consciência, sem peito, mentiroso, corrupto, e elegêmo-lo primeiro ministro.
Em menos de 5 anos o país inteiro está quase todo à procura de emprego.

IMPORTANTE:
TODO AQUELE QUE RECEBER ESTA PIADA, TEM A OBRIGAÇÃO MORAL DE, EM DEFESA DA ÉTICA E DA DEMOCRACIA, RETRANSMITI-LA A PELO MENOS 10 PESSOAS..

SE ROMPERES A CADEIA, VAIS TER QUE ATURAR O Sócrates POR MAIS 4 ANOS!!!. ODEIO CORRENTES, MAS ESTA É POR UMA BOA CAUSA.

O MAIS DESGRAÇADO, MENTIROSO, DE MOMENTO

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Clique a seguir e ouça o mais desgraçado, sapatilhas, mentiroso.

best of socrates (2009 - 2010)


Durante 2009 e 2010 Sócrates disse que sim, disse que não e disse o contrário.

O 31 da Armada recolheu, compilou e compôs as melhores declarações do deste extraordinário homem.

ACIDENTES; POLÍTICOS, DO DESASTRE ACONTECIDO NO FUNDO DA MINA

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Meus caros recebi hoje, juro que não é da minha autoria!

* Acidente nas minas de Aljustrel*

_Qualquer semelhança.....é pura coincidência!!!!!!!_

UM GRUPO DE 33 MINEIROS PORTUGUESES FICOU ENTERRADO, A 700 METROS DE PROFUNDIDADE, EM PLENA MINA DE ALJUSTREL.

1) Cria-se uma comissão para iniciar as tarefas de resgate, integrada por 20 membros do PS e 19 da oposição. Cada membro contará por sua vez com 5 assessores, dois secretários e um motoris-ta. As tarefas demoram porque não se consegue quórum para reunir e logo não há acordo para
designar o Presidente e os vogais da Comissão.

2) O Primeiro-Ministro inteira-se desde logo da situação, e fala ao País, na RTP, afirmando que o acidente foi provocado pela crise internacional e pelo nervosismo dos mercados. Ao mesmo tem-po, pergunta se não teriam encontrado no fundo da mina o seu certificado de habilitações como Engº Civil, já que ninguém o conseguiu ver até hoje...

3) Uma Informação prestada pelo Ministro Jorge Lacão assegura que a profundidade não é tan-ta, trata-se da imaginação da oposição para criticar o governo, uma vez que pelos cálculos gover-namentais são no máximo 200m.

4) Não há fundos para as tarefas de resgate pelo que será criada uma taxa específica para esta operação. Suspeita-se que a taxa seja cobrada nos próximos quinze anos.

5) Para além desta taxa, solicita-se um fundo patriótico para o restante, proveniente do Fundo de Pensões das Companhias de Seguros.
Para a boa gestão dos fundos e como o túnel é uma Obra Pública é nomeado Mário Lino.

6) OS EUA emprestam a grua de resgate, que desembarca em Vigo, devido às suas dimensões, mas esta não chega a entrar em Portugal porque, na fronteira, a SCUT está com barreiras de utentes em protesto pelo pagamento de portagens.

7) Uma vez libertada a grua pelo Corpo de Intervenção da PSP, a alfândega dá logo ao fim de 120 dias a autorização para a importação da grua mediante o pagamento prévio de umas caixas de robalo ao Dr. Armando Vara, nomeado pelo Governo como Presidente da Fundação para o Au-xílio aos Mineiros.

8) A grua não pode chegar à mina porque o condutor pertence ao sindicato dos operadores por-tuários e a grua tendo 4 rodas deve ser conduzida por um motorista de pesados e sob a super-visão dos inspectores do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT). No entanto, como este Instituto está em reestruturação, não pode nomear os inspectores pois ainda não fazem parte do seu quadro.

9) Entretanto, o Prós e Contras da RTP dá instruções para trazerem um mineiro para o progra-ma, mas a TVI oferece mais para o ter na Casa dos Segredos. Em consequência, gera-se um grande problema entre a Prisa, o
Governo e a PT.

10) Finalmente consegue-se fazer chegar uma mini câmara de TV ao fundo da mina mas não se conseguem ver os mineiros. A Câmara só transmite Manuel Luís Goucha e Futebol.

11) A grua consegue chegar ao fim de mais dois meses à mina porque a IMTT teve de solicitar vários pareceres externos para definir o procedimento de atribuição da matrícula para a grua poder circular. A GNR-BT tinha-a apreendido por circular sem a documentação necessária, mas entretanto o Governo interpôs uma providência cautelar para libertar a grua em tempo útil.

12) Jerónimo de Sousa anuncia que os mineiros pertencem ao PCP e por isso o governo está a pro-telar o seu salvamento para não participarem nas eleições para a Presidência da República.

13) O Bloco de Esquerda repudia a grua por ser de fabrico americano, não se podendo tolerar a sua utilização enquanto continuar o massacre americano em Bagdad e Kabul.

14) Finalmente chega a Grua e começa a fazer descer a cápsula mas o cabo parte-se.
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O DIAP investiga irregularidades na compra do material mas não consegue ouvir os responsáveis. O Tribunal de Contas descobre que se comprou o cabo de pior qualidade mas que se pagou o preço dum modelo revestido a ouro. O dossier chega ao PGR que ordena o urgente arquivamento de todo o processo. O Conselho de Magistratura pede a revisão do arquivamento para o Supremo Tribunal solicitando a destituição do Ministro da Justiça.

15) Chega uma ordem para que se detenha o resgate até que cheguem ao local os gorros e casacos que os mineiros terão de vestir antes de chegar à superfície. Tem escrito a legenda: "Viva José Sócrates!".

16) Finalmente ao fim de dois anos e meio resgatam-se os mineiros. Afinal eram só 3 porque os restantes estavam de baixa quando se deu o acidente.

17) O mineiro resgatado lê o jornal com as notícias sobre o OE e no final pede que o devolvam aos 700 metros de profundidade.

Afirma que a vida lá em baixo é bastante mais tranquila.

O GRANDE "MERDAS" DE MENTIROSO

O melhor de Sócrates (2009 - 2010)




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Durante 2009 e 2010 Sócrates disse que sim, disse que não e disse o contrário. O 31 da Armada recolheu, compilou e compôs as melhores declarações do deste extraordinário homem.

VERDADEIRAMENTE CRUEL E ACTUALMENTE....REALISTA!!!



Nova letra do Hino Nacional

Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria
Cala-lhe a voz
Dessa corja tão atroz
Que há-de levar-te à miséria
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar
!

MACAU: "DE VOLTA À PRAIA GRANDE"

Parte 9ª - Museu do Vinho 2ª e última parte


A minha visita a Macau foi efectuada, praticamente, no anonimato. Não fui fazer frete nenhum de promover Macau. Fez-me o "frete" de me aturar e hospedar o meu amigo António Cambeta, um velho residente em Macau (46 anos) que depois de prestar bons ofícios, em importante posições, ao Governo de Macau, optou por ali passar a sua reforma e consequentemente a velhice. Vive excelentemente bem!

Queria, eu, saber aquilo do que se passaria, em Macau, depois de a administração portuguesa ser entregue à República Popular da China?
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Macau como já o afirmei, antes, é parte de minhas andanças pela Ásia. A oferta (em 2002 em Banguecoque) que me haja feito o Director do Turismo de Macau, o eng. João Manuel Costa Antunes, de viajar de "borla" e hospedagem, já esquecida, mas lembrada agora porque há homens maus pagadores de promessas e, para eles não passa nada. O eng. Antunes ainda segue por lá e se mantenha por muitos anos e eu, igualmente, pela Tailândia.

Dois alambiques, antigos, caseiros. O da imagem da esquerda é para trasformar as borras do vinho em aguardente. O da direita, para o mesmo fim, mas para o bagaço das uvas depois de seco e sofrer a segunda fermentação.
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De quando das negociações da entrega da administração de Macau à China e acordada a data, que seria em fim de Dezembro de 1999, poucos residentes acreditavam na seriedade da China.
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Muitos começaram aviar as malas para partir para Portugal ou acolherem-se em outros países. Houveram acertos nas negociações, para que o sistema, implementado pelos portugueses, se mantivessem por 50 anos.
Duas máquinas trazidas de Portugal, antigas, para engarrafamento de vinho.
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Poucos houvera a pensar que a China tinha interesse que o sistema se mantivesse por meio século e tudo indica que seguirá depois da data acordada e, mesmo, a língua de Camões viver para sempre. Daqui a 50 anos, o Mundo Lusófono deverá ter 500 milhões a falar a língua portuguesa, embora deturpada as raízes dado ao Acordo Ortográfico, recentemente ratificado.
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A China tem olhos postos nesses mercados. Macau, já era o elo de ligação de quando do regime da linha dura do comunismo, com esses países, mesmo sob a administração portuguesa. Era normal a venda de roupas em Angola e Moçambique: "Made in Macau".
Uma garrafeira de vinhos antigos: Bucelas, Dão e Açores. Lado direito tipo de garrafas usadas para engarrafamento de vinhos portugueses.
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Macau surpreende qualquer visitante porque de Portugal ficou lá tudo, depois de Dezembro de 1999. Depois dessa data foi inserido mais.
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O Museu do Vinho é um espaço e mais outros dois que visitei o da Marinha e o de Macau que se recomendam O do vinho, embora tenham algo relativo ao vinho da China, é dedicado a Portugal e bem divulga seus excelentes vinhos e como eles são produzidos.
Os trajes de várias confrarias do vinho que existem em Portugal. Na estante do lado direito as canecas e os copos de barro de porcelana e de vidro que são uma componente do vinho
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Deveria servir de exemplo o Museu do Vinho de Macau, aos representantes de Portugal acreditados na Ásia e aqueles que tivessem instalações, próprias, organizar uns pequenos museus, onde de quando em quando procedessem a provas.
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O vinho de mesa, do Porto, os moscateis, da Madeira e dos Açores, são uma riqueza e do que ainda possuímos para exportar e entrar na competitividade do mercado internacional.
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Por exemplo, a Embaixada de Portugal em Banguecoque, com largo espaço, para instalar um museu, com sala de provas de vinhos, para avivar o mercado de vinhos na Tailândia, tem-se mantido como um "mostrengo" onde nada se tem feito desde há quatro anos.
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Uma representação diplomática, indolente, onde não fez, ou deixou fazer, de quando as importação de vinho português começou a ter significado na Tailândia
Figuras com os trajes regionais portugueses expostos no Museu do Vinho
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A Embaixada de Portugal em Banguecoque tem tido rendimentos de centenas de milhares de euros (em 11 anos calculo mais de 1,5 milhões de euros) que foram recebidos, por três embaixadores e não sei como foi usado, esse montante, menos na promoção de Portugal.
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Penso seguir, para prazeres de vida, viagens turísticas ou para outros destinos errados. Pelo menos, eu duvido, até gastos com cartões de plástico emitidos pela instituição bancária onde reside a conta em nome do "Jardim de Portugal", têm sido desviados para lugares que não são em benefício do país que representam, mas para outros particulares.
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E, bom seria quem de direito, fosse investigar o que se passou com os dinheiros, de que não deveria ser a Inspecção Consular e Diplomática a faze-lo mas (eu penso) um departamento ligado à Justiça Portuguesa.
Mais quatro trajes portugueses bonitos e dignos de figurarem no Museu do Vinho em Macau
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O Museu do Vinho de Macau, desde a sua inauguração, em 1995, diáriamente é visitado por centenas de turístas do Oriente, incluindo-se da China, Taiwan, Coreia, Japão, Hong Kong e de mais outros. Ficam a saber que o vinho exposto é português e além do mais, podem comprar garrafas e prová-lo.
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Nos pequenos estabelecimentos comerciais, hoteis e largas superfícies, tive a ocasião de ver dezenas de variedades de vinhos portugueses expostas. Creio que mesmo no meio de tantos vinhos, ainda faltarão algumas marcas. Em Macau, como é óbvio bebe-se vinho e vai aumentar, em futuro próximo, porque o turismo não vai estagnar.
Por falta de tempo não tomei nota das províncias de Portugal a que pertencem todos os trajes regionais que figuram no Museu do Vinho.
O amigo e meu cicerone António Cambeta, ao lado de um figurino, que penso ser um seu "compadre" alentejano de que é de alma, coração e dos quatro costado do Alentejo. Considera-se e porque fala escreve e lê o chinês, o inglês, tailandês e sei lá mais outras língua, um "polibolota" como a lembrar o produto, ambiental, das azinheiras e apreciado pelas varas dos porcos alentejanos.
Os trajes regionais da Madeira, dos Açores e da Nazaré, entre outros expostos, no Museu do Vinho, não foram esquecidos.
O espaço da prova de vinhos e três trajes finíssimos de confrades do vinho
A "Senhora do Vinho" o amigo e cicerone Cambeta, na prova e enviou um "piropo" à "Senhora do Vinho" . Malandrice...!!!
Mais uma mesa com várias variedades de vinhos portugueses para provar e comprar. Um casal asiático, prova tranquilamente, vinho português.
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E para terminar: "VIVA O VINHO PORTUGUÊS".
Continua
José Martins

Wednesday, October 27, 2010

MACAU: "DE VOLTA À PRAIA GRANDE"

Parte 8ª Museu do Vinho-primeira parte


Ao entrar no "Museu do Vinho" em Macau, acompanhado do meu cicerone e amigo Cambeta, somos recebidos e acompanhados pela simpática, funcionária chinesa Yolanda que falava português absolutamente entendível.
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Do muito que vi em Macau, em 8 dias sem estagnar, o que mais me fascinou foi a visita ao Museu do Vinho de Macau. Fascinou-me o ter entrado naquele mundo do vinho. Uma grande herança de Portugal deixada em Macau!
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Fascina-me o vinho porque eu nasci entre vinhas, ramadas e corrimões de videiras.
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A casa de meus pais, lavradores e pastores da média classe sempre se governaram nas terras herdadas vindas dos meus trisavôs e hoje, parte dessas terras, são minhas e a outra parte de minha irmã.
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Adoro o vinho porque faz parte da cultura, rural, dos portugueses.
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O vinho que embriaga e alimenta a alma.
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Vinho que no Portugal, rural, antigo se comia embebido em fatias de pão negro (migas de cavalo cansado) de centeio,criado nos alqueives, ensarilhados,entre o penedio da Serra da Estrela. O vinho que dava força aos homens, rudes de mãos calejadas, quando a malhar o centeio nas lages da serra ou a cavar sob o sol ardente...
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Lá vinha o proprietário com o palhinhas de 5 litros, a botelha ou até mesmo o "odre" dizendo: "bebei uma pinga, oh rapazes, para vos dar força". Limpavam a boca, depois de beber pelo mesmo gargalo, esses herois da terra com a cota da mão e depois, vinha a eles, outro rosto mais sadio.
Logo à entrada topa-se com um "poster" "trilingual a designação das zonas demarcadas dos vinhos de Portugal.
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O Museu ocupa um largo espaço de uma cave e vamos fazer a descrição de um panfleto ali distribuído aos visitantes, cuja entrada naquele santuário do vinho, depois da idade de 60 anos, é gratuíta:
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" O Museu do Vinho de Macau, inaugurado em 15 de Dezembro de 1995, é um espaço de características culturais, lúdicas e didáticas, onde o visitante marca o encontro com a História do Vinho e da Vinha, com o mundo de utensílios ligados à viticultura e elaboração do vinho e com uma completa exposição de vinhos antigos e de vinhos de produção recente, poendo estes ser saboreados na prova de vinhos, que constitui um dos momentos da visita.
Um painel de azulejos retrata a vindima.
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O espaço do Museu possibilita ao visitante diferentes oportunidades de visionamento, exposição leitura e prova que o motivam para o mundo do Vinho, como componente de expressão sócio-cultural de grande significado na tradição portuguesa e que o sensibilizam para a apreciação de vinho, como modo de convívio social, em ritos do quotidiano de celebração.
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Ao longo do percurso, distribuído em três áreas da Adega-Museu, Área de Exposição de Vinhos - o visitante poderá obter informação diferenciada, através de textos, mapas, fotografias, utensílios, reconstituições de diferentes momentos de viticultura, azulejos portugueses, vinhos antigos e recentes, apresentados em suportes apelativos que permitem imaginar ambiências relacionadas como o Vinho, a elaboração e apreciação.

Numa vitrine, expostos, canecas, jarras, malgas e outros objectos de servir e beber o Vinho.
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Num espaço museológico de 1.400 metros quadrados, o Museu apresenta um acervo de mais de 1.15 marcas de vinho estando em exposição aproximadamente 756 vinhos comerciais e 359 vinhos de colecção sendo o vinho mais antigo um "Vinho do Porto" de 1815, que é possível encontrar entre outros, na zona da Adega-Museu.
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Dos vinhos de produção recente, cerca de meia centena está disponível para prova, fazendo parte da carta de vinhos que semanalmente coloca, em alternativa, alguns vinhos das regiões demarcadas portuguesas. É possível observar ainda, na zona da exposição de vinhos, exemplos de produção vitivinícola da República Popular da China.
O machado a picareta o gancho e a pá, pequena de corte de cepas, não foram esquecidos
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Do acervo musológico consta ainda um conjunto de cerca de uma centena de utensílios ligados à vitinicultura e à elaboração do vinho assim como um conjunto de azulejos portugueses, alusivos ao Tema do Vinho e da Vinha e que são, ou reproduções exactas de azulejos do séc. XVIII ou combinação de motivos, feitas a partir de originais existentes em Estações de Caminho de Ferro e Mercados Públicos das regiões vinícolas mais importantes.
A máquina antiga de pulverizar a calda de sulfato e cal nas folhas da videira para as proteger da praga do míldío. A máquina de pulverizar o pó de enxofre, com a mesma missão de proteger a videira de doenças.

O Museu do Vinho encontra-se aberto ao público das 10 às 18 horas fecha nas terças-feiras. Entrada livre a menores de 10 anos e adultos depois dos 60 anos.

Localiza-se na Rua Luis Gonzaga.


A velha quarta de chapa de lata ou de cobre que servia para medir o vinho o agricultor de quando vendia o excesso (que não necessitava para consumo de casa) ao taberneiro ou ao negociante. Popular a frase: "Vendi 20,30 ou mais quartas de vinho".
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Ora acontece que em Portugal a medida do almude, depende da região, pode ser de 20 ou 40 litros, na minha referência, acima, é a relativa à minha região a do Dão, onde o almude é de 40 litros. Uma quarta são 10 litros e quatro um almude.
Três tipos de tesouras de poda e duas navalhas para enxertar os garfos, das castas, na videira brava ou também conhecido o "bravio".
Cestos compridos de vime usados nas encostas, vinhateiras, do Rio Douro para ser carregados, às costas de homens robustos, e levar as uvas até ao ponto de estacionamento dos carros de bois ou de outros transportes para o lagar onde seriam espremidas e transformadas em vinho.
Diversos cestos de vime de transporte ou de vindima. Hoje o plástico viria a substituir estas vasilhas.
O odre uma vasilha de pele de cabrito ou de ovelha para transportar vinho ou azeite. Actualmente em desuso.
Prensa antiga (hoje em desuso) para esmagar as uvas e transformá-las em mosto.
Prensa, braçal, para esmagar o bagaço que sai do lagar depois do vinho retirado para as pipas e lhes espremer os resto do liquido para depois seguir para o alambique e produzir aguardente

Um carro puxado por bois para transportar pipas de vinho

Num corredor estão figuras vestidas com trages, tradicionais de várias regiões de Portugal
Um carro puxado por bois para transportar as uvas da vindima para o lagar.