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sábado, 6 de novembro de 2010

BARACK OBAMA E AS DORES DE BARRIGA DE MOMENTO

The "Tea Party" comemora sua vitória, Obama tem uma ressaca
Barack Obama Democrata eleição Republicano.


Encontro de manifestantes em uma festa do chá, em Chicago. (Foto de Fundação de Bloggers)

Depois de perder sua maioria na Câmara dos Deputados, o presidente Barack Obama pediu aos democratas, republicanos e líderes do partido do chá para enterrar o machado de guerra para tentar avançar juntos. Wishful Thinking?

O Tea Party é um movimento de protesto político, conservador, que se opõe ao governo federal, em geral, a Barack Obama e ao aumento de impostos em particular. Alguns líderes republicanos têm apoiado este movimento, convidado surpresa das eleições intercalares de 02 de novembro. E vários candidatos independentes, desde o movimento do "Tea Party", foi eleito com a promessa de desmantelar ou parar as principais medidas lançadas pelo governo Obama. Mas, apesar dessa onda de conservadores, os democratas conseguiram manter uma pequena maioria na câmara alta do Congresso dos Estados Unidos.
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Pedimos aos nossos observadores, se eles acreditam que os democratas e os republicanos são capazes de superar suas diferenças e legislar em conjunto, ou se a surra eleitoral anuncia o fim da era Obama.Contribuintes
Jim Wilkinson

Jim Williams
."Os líderes Tea Party não foram eleitos para trabalhar com a administração de Obama, mas para impedi-lo de destruir este país"
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Jim Wilkinson é um empresário de Mercedes, no Texas. Ele é um membro do partido de chá e fundador da http://www.texasborderfence.com/, um site que defende a construção de um muro entre os EUA eo México, o que impediria a passagem de imigrantes.
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Não tenho nenhum desejo de trabalhar com o presidente Obama e eu acho que falo por muitos membros do partido do chá. Os democratas são os grandes perdedores destas eleições é que eles trabalham connosco e não vice-versa. líderes
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Tea Party não fora eleito para trabalhar com a administração de Obama, mas para impedi-lo de destruir este país e mudar as coisas em Washington. Nós não queremos que eles se misturem com o estabelecimento existente, quer com os republicanos ou democratas.
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Há três coisas que eu quero o Congresso as novas alterações: Primeiro, nós queremos voltar à reforma dos cuidados de saúde que Obama colocou no lugar. Então nós queremos desmantelar o TARP [Medida de compra de ativos tóxicos estabelecido pelo governo em setembro de 2008 para lidar com a crise financeira]. Finalmente, voltamos para o plano de impostos de Bush não aumentar os impostos. "

Os membros do movimento da Tea Party organizou uma série de manifestações no país para protestar contra a administração Obama.


Um cartaz que compara Obama a Hitler. Publicado no site da Fundação Bloggers.

Um cartaz que mostra Obama como um perigoso comunista. Publicado no site Fundador Bloggers.

Um sinal contra os impostos. Postado em: Wikimedia Commons Creative.

Jim Wilkinson
France24

OS "CARAMELOS" E A CAMBALACHADA....

Este "caramelo" cara de Borox deve estar a preparar cambalacho...Se está! Um artista nato.

Estado
Morais Sarmento contra agregação RTP/Lusa
por CARLA BERNARDINO Hoje-DN
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Antigo ministro admite que Lacão pode estar a "perder tempo" se em causa estiver a ideia de fusão entre ambas as empresas

Nuno Morais Sarmento, antigo ministro da Presidência e autor da última reestruturação da RTP, em 2002 e 2003, é contra a fusão ou sobreposição da estação pública e da Lusa. Aliás, só admite a ideia de reflexão sobre a "agregação" dos organismos, proposta na sexta-feira por Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, se fizer apenas referência a cortes. "Esta reflexão será útil no plano dos custos e das poupanças, porque é sempre possível.
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Mas se esta mesma reflexão pretende entrar por modelos de fusões ou sobreposições de ambas as empresas, então o dr. Jorge Lacão pode estar a perder tempo porque a RTP e Lusa são distintas entre si quer na natureza, quer na missão que prosseguem", justifica ao DN.
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O antigo governante do executivo de Durão Barroso adverte: "Uma agência de informação com capitais públicos e privados e uma emissora pública podem fazer contratos entre si, mas sinergias de custos vejo com alguma dificuldade."

Luís Delgado, antigo administrador-delegado da agência Lusa, em 2003 e 2004, sublinha que uma possível solução de "agregação" jamais poderá ter lugar a um nível editorial. "Está completamente fora de hipótese porque uma agência noticiosa tem de ser independente, não pode ter qualquer ligação directa e concreta a um órgão de comunicação social, como é o caso da RTP e RDP.
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Se assim fosse, poderia levantar questões", justifica, alegando que a Lusa envia informação para muitos mais organismos do que apenas os meramente noticiosos. "Tem condições muito específicas porque também envia informação para embaixadas, ministérios, empresas e, por isso, tem de ter toda a independência", avisa.
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O actual comentador da SIC Notícias recorda, ainda, que na ocasião em que ocupou o cargo na agência chegou a sugerir informalmente o assunto ao administrador da estação pública na época, Almerindo Marques [actualmente presidente da Estradas de Portugal]. "Quando a RTP se mudou para o novo edifício, em Março de 2004, tive uma conversa informal com Almerindo Marques e até ponderámos se haveria um piso disponível, por uma questão de sinergia", lembra Delgado, salvaguardando que "nunca foi colocada a possibilidade" de a junção incluir "a um nível editorial".
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Almerindo Marques não se recorda deste episódio e, confrontado pelo DN com a iniciativa de "reflexão" proposta pelo ministro Jorge Lacão tendo em vista a "racionalidade e economia de custos", prefere não comentar. "Não sei o que é hoje a RTP, não sei o que é hoje a Lusa e não estou documentado para as opiniões sobre uma hipotética ligação. Não tenho memória que tenha sido equacionada uma ligação entre ambas."
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Afonso Camões, actual administrador da agência noticiosa, afirmou na edição de ontem do DN que este tipo de "sinergia" já existe em Dili e em Luanda. Esta ligação tem ainda um exemplo mais antigo. "Em 2003, a Lusa já ocupava a cave do edifício da RTP na Madeira", conta Luís Delgado.
Tags: TV & Media, media
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O HITLER E AS SCUTS

CAVACO SILVA.TABU.BPN! - PASSOS QUER MORDER...!!!


CAVACO. TABU. BPN!

«Pedro Passos Coelho é um ingrato. O que ele quer realmente é denegrir a imagem de Cavaco Silva pois sabe que o seu escolho na vida política é o actual Presidente da República. Pode-se responsabilizar criminalmente o Primeiro-Ministro sem fazer o mesmo a quem tem o poder de o destituir? Por que razões só os partidos das “franjas” se indignam e exigem explicações sobre o poço sem fundo chamado BPN? Por que não dizem toda a verdade? Será porque um governo PSD investiu milhões do Estado nos chamados fundos tóxicos? Será porque conjuntamente com figuras do PSD também do PS há gente que quer recuperar o “seu”? Sabe-se que Cavaco Silva foi avisado e recuperou grande parte do dinheiro. Dinheiro que já era juros de juros, não perdeu nada, só ganhou. Já o seu genro, que não é obrigado a apresentar lista de bens, continua com alguns milhões lá (no BPN) enterrados. O primeiro passo para mudar isto é votar Fernando Nobre.»

PASSOS QUER MORDER

Quando o líder do PSD aparece a defender a responsabilização civil e criminal dos responsáveis pelos maus resultados da economia do País é bom que não brinque e não se conforme à mais banal e habitual inconsequência portuguesa. Vara, Lino, Sócrates, Almeida Santos, Pinto Monteiro, sim, o so called pgr, e tantos outros títeres do desvario socialista, continuam ostensivamente não apenas «a andar de espinha direita, como se não fosse nada com eles», como insistindo no mesmo ranço autoritário, persecutório, incompetente. São eles que rejeitam o debate, desprezam a opinião avalizada e a diferença. São eles que mentem com quantos dentes têm, a qualquer oportunidade. Espero ver processados esses cujas políticas incompetentes e maliciosas ou inacção manhosa, despejam muitos dos meus compatriotas no desalento, na miséria, na emigração. A voz autorizadíssima de Vitalino Canas, essa borboleta bucal socialista, veio abrir-se aos microfones habituais para dizer que não é habitual em democracia a responsabilização criminal dos políticos danosos na economia e incumpridores sistemáticos da palavra dada. Pois deveria passar a ser para que o eleitoralismo nunca se sobreponha ao dever de zelo pelo bem comum.

VISITA A PORTUGAL DO PRESIDENTE DA CHINA HU JINTAO

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Estrangeiros e dos Assuntos Militares
China, Portugal e impulsionar as relações bilaterais
(Xinhua)
Actualização: 2010/11/07 08:55 (China Daily)

LISBOA - Visita do presidente chinês Hu Jintao e o seu homólogo Português, Aníbal Cavaco Silva, concordaram no sábado em aprofundar a parceria estratégica global entre seus países.
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Tanto a China e Portugal possuem civilizações antigas e têm feito grandes contribuições para o progresso humano, disse Hu durante um encontro com o Silva, salientando que a resolução harmoniosa da questão de Macau deu um exemplo para outras nações para resolver litígios pendentes histórico.
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Os dois países sofrem nenhum conflito de interesses fundamentais, seus povos acalentar sentimentos amistosos para com o outro, e as suas relações têm vindo a crescer de forma constante, acrescentou.
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Desenvolvimento das relações bilaterais desde que Pequim e Lisboa estabeleceram relações diplomáticas há 31 anos tem demonstrado que as duas partes devem tratar as suas relações a partir de uma perspectiva estratégica e de longo prazo e manter firmemente o rumo certo para o seu maior avanço, disse Hu.
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Ambos os países também devem compreender e apoiar uns aos outros de grandes preocupações e aumentar a confiança política mútua, enquanto ampliando ainda mais a cooperação prática em diversos campos, com base no benefício mútuo e win-win andamento para consolidar as bases de suas relações ", acrescentou.
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O lado chinês, Hu sublinhou, aprecia a adesão de Portugal à China uma política e seus esforços para promover as relações entre a China ea União Europeia (UE).
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Silva, por sua vez, saudou a visita de Hu, e elogiou os laços honrado entre Portugal ea China, que segundo ele foram baseadas no respeito mútuo.
A resolução satisfatória da questão de Macau criou ambiente favorável para o desenvolvimento social e económico de Macau, disse ele.
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Macau tem servido desde então como uma ponte entre a China e Portugal, bem como outros países que falam Português e, a terceira conferência ministerial próximo do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Português em Macau, é uma prova de que, , disse Silva.
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Olhando para o futuro, Hu disse que no contexto de uma situação complexa e volátil internacional, a China e Portugal têm de fazer esforços concertados para impulsionar ainda mais seus cinco anos de parceria estratégica global para melhor benefício dos seus povos.
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Em uma proposta de quatro pontos, em primeiro lugar, Hu espera que os dois lados para reforçar a confiança política mútua e da cooperação estratégica, reforçando o intercâmbio de alto nível e ampliar a comunicação entre os governos, parlamentos e partidos políticos dos dois países.
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Entretanto, a China está confiante de que Portugal continuará a desempenhar um papel activo e importante para garantir um desenvolvimento saudável e estável das relações China-UE, disse ele.
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Em segundo lugar, ele chamou os dois lados para reforçar a cooperação económica e tentar dobrar o comércio bilateral até 2015. Ele disse que a China está disposta a explorar maneiras de Lisboa para melhorar a cooperação económica e comercial da China com outros países de língua Português.
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Avançar na lista de prioridades de Hu é que os dois lados devem intensificar as pessoas-a-pessoa intercâmbios e aprofundar a amizade entre os povos chinês e Português.
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Os dois lados devem fazer pleno uso dos seus ricos recursos culturais para realizar diversos programas de intercâmbio cultural, de modo a trazer a amizade Portugal-China mais perto dos públicos dos dois países, disse ele.
O presidente chinês também propôs que Pequim e Lisboa reforçar a cooperação em assuntos internacionais e contribuir conjuntamente para a construção de um mundo harmonioso.
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China valores influência importante de Portugal sobre questões regionais e globais, e está pronto para realizar uma melhor comunicação e coordenação com Portugal sobre a recuperação econômica, a reforma da ONU, mudança climática e outras questões, a fim de promover conjuntamente a paz mundial eo desenvolvimento, disse Hu.
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Silva concordou com as propostas de Hu, apelando ao estabelecimento da parceria estratégica global entre os dois países em 2005, um marco nas relações Portugal-China.
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Atualmente, a confiança estratégica mútua entre os dois países tem vindo a aprofundar, e seu comércio e de cooperação econômica estão se desenvolvendo bem, disse Silva, acrescentando que ele deseja ambos os lados para atingir o potencial de aumentar o comércio eo investimento entre si, e expandir a pragmática cooperação em vários domínios.
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Portugal está disposto a realizar uma cooperação mutuamente benéfica com a China, bem como com quaisquer terceiros, disse Silva.
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Silva elogiou o desenvolvimento vigoroso da economia chinesa e sua exploração bem sucedida da Expo Xangai 2010.
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Ele também falou muito bem do papel crucial da China na promoção da paz mundial e do desenvolvimento, e sua contribuição no combate à crise financeira global e promover a recuperação da economia mundial.
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Portugal espera que a China desempenhe um papel mais importante em questões como a reforma do sistema monetário internacional ea mudança climática, disse ele.
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Portugal, tirando partido da sua recente eleição como membro não-permanente do Conselho de Segurança, está disposta a reforçar a cooperação e coordenação com a China em lidar com desafios globais, disse Silva, que também se comprometeram os esforços de seu país para reforçar as relações entre a Europa e China.
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Portugal ganhou um assento do Conselho de Segurança da ONU no mês passado, e irá juntar-se a Colômbia, Alemanha, Índia e África do Sul para um mandato de dois anos sobre o corpo mais poderoso das Nações Unidas a partir 01 de janeiro.
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O líder do Português disse que a visita do presidente Hu curso é de grande importância, e certamente irá avançar a cooperação entre os dois países em uma variedade de campos e virar uma nova página das relações bilaterais.
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Hu chegou neste sábado depois de uma visita oficial de três dias à França.
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Ele também é esperado para dialogar com o Primeiro-Ministro Português José Sócrates e outros altos funcionários.
Hu está programado para voltar para a China no domingo.
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Tradução Google com alguma revisão

....OU MELHOR MORRER DE PÉ DO QUE IMBECIL DE PALERMAS...!!

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"É melhor morrer de pé do que viver ajoelhado" - Slogan da Revolução Espanhola.

A NOSSA MAIS PODRE FRUTA - INSERIDA NO "GUINESS BOOK" - ORGULHO DA ESTRUMEIRA

A Nossa Pior Equipa de Semper

O Europeu Olimpo

ASSIM VÃO OS REGABOFES NO NOSSO PORTUGAL


ASSIM VAI O NOSSO PAÍS
Vejam o vídeo! É uma notícia da SIC.
Andam a descontar-nos no vencimento e a roubar o abono de familia a quem precisa, quando podiam acabar com estas festividades.
O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa disse na TVI, no dia 10/10/10, que não divulga informações que lhe têm feito chegar porque "iria incendiar o país".
As pessoas estão a denunciar os casos, e alguns aparecem no Diário da República.
Fazem de nós parvos!
Vejam acedendo ao vídeo em:
http://www.youtube.com/watch?v=RovOqX71IJM

O MAY-BE-MAN, DE MIA COUTO

O May-be-man, de Mia Couto
Não é só em Moçambique ! Também Portugal está infestado de May-be-men... Pululam desde o seu principal covil de S. Bento até à mais recôndita das autarquias passando por todos os ministérios, institutos, fundações, empresas públicas...
MIA COUTO (escritor-jornalista Moçambicano com letra grande)
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O May be man
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Segunda, 01 Novembro 2010 13:04 MIA COUTO
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Existe o “Yes man”. Todos sabem quem é e o mal que causa. Mas existe o May be man. E poucos sabem quem é. Menos ainda sabem o impacto desta espécie na vida nacional. Apresento aqui essa criatura que todos, no final, reconhecerão como familiar.
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O May be man vive do “talvez”. Em português, dever-se-ia chamar de “talvezeiro”. Devia tomar decisões. Não toma. Sim­plesmente, toma indecisões. A decisão é um risco. E obriga a agir. Um “talvez” não tem implicação nenhuma, é um híbrido entre o nada e o vazio.
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A diferença entre o Yes man e o May be man não está apenas no “yes”. É que o “may be” é, ao mesmo tempo, um “may be not”. Enquanto o Yes man aposta na bajulação de um chefe, o May be man não aposta em nada nem em ninguém. Enquanto o primeiro suja a língua numa bota, o outro engraxa tudo que seja bota superior.
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Sem chegar a ser chave para nada, o May be man ocupa lugares chave no Estado. Foi-lhe dito para ser do partido. Ele aceitou por conveniên­cia. Mas o May be man não é exactamente do partido no Poder. O seu partido é o Poder. Assim, ele veste e despe cores políticas conforme as marés. Porque o que ele é não vem da alma. Vem da aparência.
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A mesma mão que hoje levanta uma bandeira, levantará outra amanhã. E venderá as duas bandeiras, depois de amanhã. Afinal, a sua ideolo­gia tem um só nome: o negócio. Como não tem muito para negociar, como já se vendeu terra e ar, ele vende-se a si mesmo. E vende-se em parcelas. Cada parcela chama-se “comissão”. Há quem lhe chame de “luvas”. Os mais pequenos chamam-lhe de “gasosa”. Vivemos uma na­ção muito gaseificada.
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Governar não é, como muitos pensam, tomar conta dos interesses de uma nação. Governar é, para o May be Man, uma oportunidade de negócios. De “business”, como convém hoje, dizer. Curiosamente, o “talvezeiro” é um veemente crítico da corrupção. Mas apenas, quando beneficia outros. A que lhe cai no colo é legítima, patriótica e enqua­dra-se no combate contra a pobreza.
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Mas a corrupção, em Moçambique, tem uma dificuldade: o corrup­tor não sabe exactamente a quem subornar. Devia haver um manual, com organograma orientador. Ou como se diz em workshopês: os guidelines. Para evitar que o suborno seja improdutivo. Afinal, o May be man é mais cauteloso que o andar do camaleão: aguarda pela opi­nião do chefe, mais ainda pela opinião do chefe do chefe. Sem luz verde vinda dos céus, não há luz nem verde para ninguém.
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O May be man entendeu mal a máxima cristã de “amar o próximo”. Porque ele ama o seguinte. Isto é, ama o governo e o governante que vêm a seguir. Na senda de comércio de oportunidades, ele já vendeu a mesma oportunidade ao sul-africano. Depois, vendeu-a ao portu­guês, ao indiano. E está agora a vender ao chinês, que ele imagina ser o “próximo”. É por isso que, para a lógica do “talvezeiro” é trágico que surjam decisões. Porque elas matam o terreno do eterno adiamento onde prospera o nosso indecidido personagem.
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O May be man descobriu uma área mais rentável que a especulação financeira: a área do não deixar fazer. Ou numa parábola mais recen­te: o não deixar. Há investimento à vista? Ele complica até deixar de haver. Há projecto no fundo do túnel? Ele escurece o final do túnel. Um pedido de uso de terra, ele argumenta que se perdeu a papelada. Numa palavra, o May be man actua como polícia de trânsito corrup­to: em nome da lei, assalta o cidadão.
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Eis a sua filosofia: a melhor maneira de fazer política é estar fora da política. Melhor ainda: é ser político sem política nenhuma. Nessa fluidez se afirma a sua competência: ele e sai dos princípios, esquece o que disse ontem, rasga o juramento do passado. E a lei e o plano servem, quando confirmam os seus interesses. E os do chefe. E, à cau­tela, os do chefe do chefe.
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O May be man aprendeu a prudência de não dizer nada, não pensar nada e, sobretudo, não contrariar os poderosos. Agradar ao dirigen­te: esse é o principal currículo. Afinal, o May be man não tem ideia sobre nada: ele pensa com a cabeça do chefe, fala por via do discurso do chefe. E assim o nosso amigo se acha apto para tudo. Podem no­meá-lo para qualquer área: agricultura, pescas, exército, saúde. Ele está à vontade em tudo, com esse conforto que apenas a ignorância absoluta pode conferir.
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Apresentei, sem necessidade o May be man. Porque todos já sabíamos quem era. O nosso Estado está cheio deles, do topo à base. Podíamos falar de uma elevada densidade humana. Na realidade, porém, essa densidade não existe. Porque dentro do May be man não há ninguém. O que significa que estamos pagando salários a fantasmas. Uma for­tuna bem real paga mensalmente a fantasmas. Nenhum país, mesmo rico, deitaria assim tanto dinheiro para o vazio.
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O May be Man é utilíssimo no país do talvez e na economia do faz-de-conta. Para um país a sério não serve.

http://www.opais.co.mz/index.php/opiniao/126-mia-couto/10549-o-may-be-man.html


O VERDADEIRO "REI DA SUCATA"....

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O verdadeiro “rei da sucata”…
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Embora tal já fosse minha convicção, a verdade é que todos os dados vindos a público nos últimos tempos demonstraram quanto muitos portugueses estavam ou foram enganados sobre o verdadeiro “rei da sucata”, pois que nada mais que sucata é a realidade económica, financeira e social em que Portugal se encontra, de tal modo que para se tentar uma muito difícil recuperação de parte da sucata – muita da qual talvez que só uma substituição por materiais novos resolva a situação – há que recorrer a especialistas estrangeiros, já que por aqui os técnicos de manutenção, principalmente no que diz respeito ao material mais sensível, falharam rotundamente, talvez porque as suas habilitações deixassem muito a desejar, à semelhança, aliás, do engenheiro chefe…
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E, conforme artigo de Maria de Lurdes Vale transcrito no DN, haverá melhor imagem para ilustrar o estado em que o país se encontra do que o que se passou no 2º Juízo Criminal de Vila Franca de Xira, com a chuva a destruir parcialmente vários processos e maquinaria a ficar sem funcionar?
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É a sucata em que a justiça se transformou, bem acompanhada pela sucata da nossa economia que, nos últimos 10 anos foi a que, praticamente, menos cresceu no mundo; atrás de nós só o Haiti e a Itália.
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E porque uma desgraça nunca vem só, a perspectiva é que, nos próximos 5 anos, Portugal, Grécia e a Venezuela serão os países do mundo que menos crescerão; quer dizer que cada vez teremos, se tudo continuar como actualmente, mais sucata.
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Ao menos que estaremos extraordinariamente bem acompanhados, neste negócio da sucata, por um profissional da Venezuela, que, aliás, já começou a comprar-nos algum material.
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Felizmente que, segundo as últimas notícias – com origem em más línguas, certamente - há possibilidades de a gerência da “ Sucataria de S. Bento ” ser em breve substituída, bem como a das diversas filiais (e lá se vai o sucateiro mor do reino) esperando-se que a actual ainda deixe algum material que possa ser aproveitado, do que duvidamos, pois que o melhor já foi vendido a alguns sócios privilegiados da firma, proprietários, aliás, de empresas de grande dimensão, nos diversos âmbitos da actividade económico – financeira. E parece que em muito boas condições, para ambas as partes…
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E como muita gente relaciona o negócio da sucata à “Face Oculta”, que há muito deixou de o ser, devo dizer que, na minha opinião, muito mais danosa para o país são as “forças ocultas””, que talvez até possam ser facilmente identificadas, que, desde há anos, controlam e apoiam a gerência da “ Sucataria de S. Bento”.
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E só não faço um concurso para adivinhar o nome do gerente principal porque todos adivinhariam, incluindo o próprio e não quero gastar dinheiro em prémios com tal personagem; até porque a “sucataria” atrás referida já me sugou e muito…
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Mas por que razão, de repente, a propósito de prémios, me veio à lembrança o nome de Sócrates, mas o grego que, segundo a história, morreu envenenado ?
Campos de Barros

PRESIDENTE DA CHINA EM FRANÇA E PORTUGAL




Os parceiros estratégicos
(China Daily)
Actualização: 2010/11/06 07:05

Visitas do presidente Hu Jintao a França e Portugal vai empurrar as relações entre a China e os dois estados da União Europeia (UE) a novos níveis.
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Irá fortalecer a cooperação entre a China e a UE em domínio económico e multilateral.
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França e China têm escolhido caminhos independentes diplomáticos e colaborou para um crescimento constante nos domínios económico e comercial.
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Hu Jintao e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, oficializaram as assinaturas de um projecto comercial recorde, que inclui a venda de mais de 100 aviões Airbus, promoções em projectos de energia nuclear, em Paris, na quinta-feira e informaram o volume de grande potencial do comércio bilateral.

Depois da França, Hu Jintao visitará Portugal. Acompanhado por uma delegação empresarial de grande porte, que vai oficializar a assinatura de uma série de acordos comerciais entre a China e Portugal, que seria um apoio atempado de economia, estagnada, do país do sul da europa.
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Os laços de próspero comércio entre a China e França e Portugal irá beneficiar não só os três países, mas também contribuir para a recuperação econômica do bloco europeu inteiro.
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Dada a sua importância no cenário regional e internacional, a China e a UE tem de assumir grandes responsabilidades na cena mundial. Eles têm que ajudar a economia mundial a recuperar-se, combater as alterações climáticas e facilitar a reforma da governação global.
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Agora que a situação internacional está passando por mudanças drásticas, é necessário que os dois lados para coordenar e pressionar por soluções eficazes para estes problemas complicados.
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Frequentemente, de alto nível de intercâmbio e comunicação entre os líderes dos dois lados irão auxiliar na compreensão mútua e cimentar a confiança de aprofundar, e abrir caminho para uma cooperação eficaz e pragmática sobre a bilateral, bem como nível multilateral.
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Desde que a França assuma a presidência, rotativa, do G20, em meados de Novembro, e Portugal na Organização das Nações Unidas como presidente não-permanente do Conselho de Segurança, a visita de Hu Jintao também irá beneficiar a cooperação sino-UE sobre estas plataformas internacionais importantes.
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China precisa do apoio da UE para fazer avançar a reforma da governanação global, de modo que melhor reflete a realidade das coisas do mundo de hoje e serve melhor os países em desenvolvimento.
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China espera que os Estados membros da UE venham a ter uma visão mais equilibrada e objectiva da sua crescente presença nos campos mundial econômico e político. China continua comprometida com o caminho do desenvolvimento pacífico e está disposta a assumir mais responsabilidades internacionais dentro de sua capacidade.
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China, encontra-se como um parceiro e amigo, ao contrário de um concorrente ou ameaça, servirá melhor os interesses da UE.
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Portanto, os dois lados têm que se respeitar uns aos outros, sem grandes preocupações e os interesses fundamentais, pois isto será importante para o crescimento constante de uma parceria estratégica global entre a China e os Estados membros da UE.
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(2010/11/06 page5 China Daily

P.S. Tradução Google e revisada com algumas falhas. Para bom entendedor meia palavra basta.

T.Gen Leonel de Carvalho : PORTUGAL ESTÁ A TORNAR-SE UM PARAISO PARA CRIMINOSOS

(Enviado por amigo nosso que publicamos com todo o gosto)
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Comentário a propósito deste artigo do T.Gen. Leonel de Carvalho no DN, que mantém toda a actualidade...
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... em face da insignificância das penas efectivas está praticamente afastada a razão para o aparecimento da figura do "arrependido", como existe em Itália, onde as condenações podem chegar até até prisão perpétua. Como é sabido, o combate à Mafia tem obtido grandes resultados através das confissões e denúncias dos chamados "pentitos"que para verem reduzidas as suas longas penas têm que pôr em cheque os seus "poderosos chefões" .
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Assim têm sido apanhados na rede várias figuras importantes , incluindo ex Primeiros Ministros ( vide Betino Craxi e Andreotti , que apesar de tudo ainda conseguiram escapar,um foragido na Tunísia e outro mercê de uma oportuna alteração de prazos de prescrição na Lei Anti-Mafia), Senadores ( Dell'Utri ), Banqueiros, grandes empresários, autarcas, Etc, Etc..
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Ora por cá os nossos legisladores e governantes mostram-se bem mais competentes e humanistas que os seus colegas italianos, e essa incómoda figura do "arrependido "está excluida à partida : a lei penal já de si é branda e ainda por cima há uma espécie de perdão implícito de 3/4 da condenação!!!
Para quê então colaborar com a Justiça se a pena efectiva já foi reduzida?
Aliás nem cá temos Mafia, não é verdade?
Curiosamente entre nós,num caso muito recente, um acusado com um comportamento que configurava a figura do "arrependido" levou com uma condenação invulgarmente pesada...
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TGen Leonel Carvalho DN.
Portugal está a transformar-se num paraíso para criminosos
10-Abr-2010
Entrevista com Leonel Carvalho, general, ex-secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança: «Ser um director-geral administrativamente a decidir em cima de uma decisão de um juiz transforma as penas num embuste. Não são 20 ou 25 anos, mas cinco ou seis».
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Que apreciação faz do novo Código de Execução de Penas, que permite a um condenado ser posto em regime aberto, sem vigilância, cumprido um quarto da pena?
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Péssimo. É o mínimo que consigo dizer. Não percebo como é que alguém pode sequer admitir uma hipótese destas. Quem comete um crime tem de ser punido, ou então não vale a pena sequer falar da prevenção da criminalidade. A maior das dissuasões para um criminoso é saber que se cometer um determinado crime vai preso. Se cometer um crime violento, vai preso muito tempo.
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Que consequências pode ter na prática?
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Agora se começarem a saber que, ao fim de um quarto da pena, podem, tranquilamente, vir cá para fora, sem nenhum controlo, a dissuasão é inútil. Já as reformas dos códigos Penal e de Processo Penal levaram à libertação de 300 criminosos que estavam em prisão preventiva, e não tenho qualquer dúvida de que foram os grandes causadores do aumento da criminalidade em 2008. Agora este código. Portugal está a tornar-se um paraíso para os criminosos, estamos a incentivar até a importação de criminosos profissionais de outros países que vão passar a escolher Portugal para vir cometer crimes. E já nem vai ser preciso fazer túneis ou pedir helicópteros para fugir.
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Para as polícias, que sinal dá esta lei?
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Ainda de mais desmotivação. Comandei a GNR vários anos e senti bem o desespero dos homens, já com as leis em vigor, para conseguir prender os criminosos. Na minha opinião, mesmo a concessão de saídas precárias ou a liberdade condicional eram por si sós suficientemente desmotivantes. No fundo, este regime aberto é uma espécie de liberdade condicional, e todos sabemos que na liberdade condicional ou nas saídas precárias não há qualquer controlo. Há muitos que praticam crimes e as reincidências acontecem em 50% dos casos. Mas o mais grave para mim é o sofrimento que esta situação provoca no cidadão comum. As pessoas não percebem como isto é possível.
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O que pensa da questão de ser o director-geral das Prisões a decidir a concessão do regime aberto a um preso?
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Bem, deixe-me dizer que, logo à partida, não percebo como é possível um preso que cometeu um crime violento e grave, que matou, que violou, ter o direito sequer de pedir para vir para a rua só porque cumpriu um quarto da pena e se portou bem na prisão (um dos pressupostos para a concessão do regime aberto). Ser um director--geral administrativamente a decidir em cima de uma decisão de um juiz transforma as penas num embuste. Não são 20 ou 25 anos, mas cinco ou seis.

VALENTINA MARCELINO DIÁRIO DE NOTÍCIAS 10.04.2010


OS CAMBALACHOS SOMAM-SE E SEGUEM-SE

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A Agência Lusa foi chão que nunca deu uvas. Como é sabido é uma agência noticiosa do Estado e é para este que trabalha na sua máquina de propaganda. O Sócrates sabe que mais dia menos dia vai levar a "biqueirada" no traseiro por indecenete e má figura, mas antes que isso aconteça pretende favorecer os amigos, em lugar de chefias, que na Lusa se encontram a polir o fundo das cadeiras. Além de pretender inserir a Lusa na RTP, não tarda que comecem a sair nomeações, no Diário da República, deste e de outros amigos (com contratos de três e mais anos com ordenados chorudos) para os colocar no estrangeiro num departamento estatal. Já o mesmo aconteceu de quando o António Guterres, deixou o Governo...!!! Tudo isto funciona sicronizado e disto dão conta os que têm dois olhos de ver e conhecem o esquema, as artimanhas e os cambalachos desta gente. José Martins

Media

Governo pondera fusão de RTP e Lusa. PSD contesta proposta

por Adriano Nobre, Publicado em 06 de Novembro de 2010 Actualizado há 14 horas

PSD acusa governo de "recuos consecutivos por não ter um modelo para o serviço público" e garante que insistirá na privatização da RTP
A necessidade de racionalizar os custos da participação do Estado no sector da comunicação social levou o ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, a anunciar ontem a disponibilidade do governo para "reflectir" sobre eventuais "soluções de agregação" entre a RTP e a agência Lusa. O objectivo é alcançar uma maior "racionalidade e economia de custos" nas duas empresas. Ou seja, o governo não descarta a fusão de operações entre o grupo RTP, detido a 100% pelo Estado, e a agência noticiosa, onde detém 51,14% do capital social. O cenário leva o PSD a criticar a "total ausência de estratégia ou modelo de serviço público" por parte deste governo.

"O PSD não discorda da necessidade de cortes nas despesas do Estado, mas discorda totalmente de um governo que insiste em dizer que defende o serviço público de rádio e televisão, mas que depois recua desta forma, confirmando que não tem um modelo para aquilo que diz defender", acusou o deputado social--democrata Fernando Negrão, em declarações ao i.

À saída de uma audição parlamentar para a discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2011, Jorge Lacão explicou aos jornalistas que a proposta não era "a apresentação de um novo modelo", mas sim um apelo à discussão do tema. "Não escondo que poderá haver sinergias entre a rede de actividades da Lusa e da RTP, que eventualmente poderiam compensar numa maior qualificação da actividade noticiosa no nosso país", argumentou o ministro com a tutela da comunicação social.

Mas para o PSD esta inflexão no rumo até agora traçado pelo governo poderá provocar uma "degradação ainda maior" num modelo de serviço público que os sociais-democratas já consideram pouco viável. Por isso o objectivo de privatizar a RTP continua na agenda do PSD e será retomado "na discussão da Lei da Televisão", garante Negrão. O pressuposto foi já assumido pelo presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, quando criticou os "gastos de 400 milhões de euros anuais" por parte do governo na estação pública. Desde o início do acordo de reestruturação financeira da RTP, em 2003, o Estado já investiu 1,9 mil milhões de euros no canal público, através de indemnizações compensatórias, aumentos de capital e taxa audiovisual. Desde esse ano, as indemnizações compensatórias atribuídas à Lusa ascenderam a 95,5 milhões de euros.

A eventual fusão entre a RTP e a Lusa suscita ainda outra questão: a agência noticiosa tem capitais privados, fruto das participações de 23,35% e de 22,35% que a Controlinveste e a Impresa detêm, respectivamente, no seu capital social. A situação forçaria um de dois cenários caso a operação fosse avante: ou o governo compra as participações das empresas de Joaquim Oliveira e Pinto Balsemão na agência ou abre o serviço público a capitais privados. A dúvida, diz Negrão, força a "necessidade óbvia de discutir o serviço público em Portugal e a privatização da RTP". "Este tema não pode ser tabu", defende.


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SOMOS POBRES EM TUDO...ATÉ DE MIOLOS!


Um outdoor para o Sr. Silva


O Sr. Silva afirmou no seu discurso de candidatura que não iria gastar dinheiro em Outdoors. É pena, que este era um que gostava de ver espalhado por todo o país. Era bom para a memória deste povo.

CÁ A GENTE QUEDOU-SE NO TEMPO


Gastamos 139 anos e, se este texto fosse publicado hoje, não o estranharíamos. A nossa evolução como Povo, como Nação, é simplesmente lamentável.
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“O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce, cresce, cresce… O comércio definha, a indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.” Eça de Queirós

ORA TOMEM LÁ.... PORTUGAL E O NEGÓCIO DA CHINA!

Financiamento

China está disponível para dar a mão a Portugal

por Paula CordeiroHoje

Bagão Félix, Mira Amaral e Rudolfo Lavrador coincidem na análise de que a nacionalidade dos credores de Portugal é irrelevante e os capitais da China são bem-vindos

A visita do Presidente chinês, Hu Jintao, a Portugal, que hoje se inicia, surgenum

altura em que a segunda economia mundial, em produção interna, aparece aos olhos da Europa como um dos "salvadores" da crise financeira.Especialmente dos países periféricos europeus, a braços com uma grave crise de liquidez, que precisam urgentemente de quem os financie, comprando as suas emissões de dívida pública.

É aqui que se cruzam as necessidades de financiamento portuguesas, com a disponibilidade já publicamente demonstrada pelos chineses de investirem em títulos de dívida europeia, concretamente portuguesa. Neste momento, é bem provável que os chineses estejam já a investir em força em obrigações nacionais, com os analistas a diagnosticarem a fuga de muitos bancos estrangeiros dos títulos portugueses, a braços com a aplicação especulativa de fundos de investimento, fundos de pensões e outros veículos de investimento, que fizeram disparar os juros da dívida para os 6,655% (ver texto ao lado).

É neste enquadramento de crise e no contexto de disponibilidade demonstrado pelos chineses, que a compra de dívida pública por parte de bancos chineses, controlados pelo seu Governo, surge como uma realidade dos últimos dias, aplaudida por economistas e analistas portugueses, ouvidos pelo DN.

"Os chineses estão com uma enorme disponibilidade de fundos, com uma grande capacidade para comprar dívida, e é natural que procurem esses títulos onde eles existem", disse ao DN Bagão Félix. Para o economista e antigo ministro, este investimento financeiro em títulos portugueses "é uma gota de água" nos muitos milhões de milhões que a China investe actualmente em todo o mundo. "Para nós, é indiferente que sejam chineses ou de qualquer outra nacionalidade", afirma, acrescentando que "o capital não tem cor".

E Portugal tem de facto grande necessidade destes investimentos financeiros, refere o economista, lembrando que só no próximo ano as nossas necessidades brutas de financiamento são de 45 mil milhões de euros. "Haver mais investidores disponíveis é sempre positivo, porque alivia a pressão sobre a taxa de juro", salienta ainda Bagão Félix, que não vê qualquer inconveniente na aposta deste país na nossa dívida pública.

Também para Mira Amaral, esta preferência já manifestada pelos chineses "é útil e simpática". O ex-ministro da Indústria lembra o facto de a China estar neste momento num forte movimento de diversificação da sua carteira de títulos de dívida pública, fortemente concentrada em obrigações do Tesouro norte-americano, virando-se também para aplicações em euros.

"Trata-se de uma boa notícia. Se nós temos boas e fortes relações comerciais com a China, não vejo porque não havemos de contar com as suas aplicações na nossa dívida pública", considera.


No mesmo sentido alinha Rudolfo Lavrador, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa e igualmente administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Também para este responsável, a nacionalidade dos credores das obrigações portuguesas é irrelevante. "Todos os credores são bons para a nossa dívida, pelo simples facto que acreditam no nosso risco e estão dispostos a comprar", refere, lembrando que estamos em mercados abertos, onde todos compram títulos em todo o mundo.

"Se houver procura e poupança líquida para investir, haverá tendência para corrigir os juros", recorda Rudolfo Lavrador. E acrescenta que este investimento é desejável, para que possa haver desenvolvimento.

MAS ENTÃO NÃO É ESTE "CARAMELO" QUE TEM PROCURAR MERCADOS?

Mesmo sem ser bruxo deve estar advinhar a "biqueirada"....!!!


Basílio Horta: Economia esquecida
O presidente do AICEP – Portugal Global considerou ontem que se tem abordado “demais a dívida pública e o Orçamento”, mas que se tem discutido “de menos a economia global”.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 06.11.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

GNR recupera bebé levada do hospital
Rei Carlos Gustavo: Contratava prostitutas
Francisco Louçã: Acusação à Banca
Basílio Horta: Economia esquecida
Setúbal: Líder de gang preso

Capa do Público Público

Empate com muitos golos entre V. Setúbal e Rio Ave
Lou Reed: Fotografar é como fazer música
Al-Qaeda reivindicou envio de pacotes com explosivos
Casa Pia: Defesas invocam “vícios formais” para tentar impugnar condenações
Sorteio do Euromilhões (45.º/2010)

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

China está disponível para dar a mão a Portugal
Uma acalmia necessária
Reformas para fugir às penalizações
Obras na PJ adjudicadas a arguido da 'Operação Furacão'
"Não é permitido envelhecer"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Vídeo denuncia agressão a casal na Baixa do Porto
Clientes da Guarda compreendem a escuridão
Avó detida por tentar vender neto de três meses
Novo líder quer o Dão no pelotão da frente
Universidade vai ter laboratório de eficiência energética

Capa do i i

Ameaça. Quando o tempo verbal faz toda a diferença
Apadrinhamento civil. O Simplex da adopção?
Governo pondera fusão de RTP e Lusa. PSD contesta proposta
Acordo para o orçamento cria atrasos nos novos hospitais
Estágios de advogados passam a ser remunerados

Capa do Diário Económico Diário Económico

Passos quer responsabilização civil e criminal pelo resvalar da despesa
Governo abre as portas à fusão da agência Lusa com a RTP
Guarda-redes do Benfica em campanha da Liga
Villas-Boas ainda procura ajustar contas com Jesus
Ferrari apostada em oferecer o título a Fernando Alonso

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Miguel Relvas espera que Sócrates governe com rigor e "menos fanfarronice"
S&P 500 está a subir há cinco semanas
Vídeo: Carlos Costa diz que estabilidade do sistema financeiro "é um bem público"
Ouro imparável atinge máximo perto dos 1.400 dólares
Louçã culpa bancos nacionais pela subida dos juros da dívida portuguesa

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Roberto: «Início serviu para aprender»
33 países representados na Maratona do Porto
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Capa do Record Record

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