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domingo, 14 de novembro de 2010

GREVE DOS TRABALHADORES CONSULARES E DAS MISSÕES DIPLOMÁTICAS.


Como tem sido anunciado, na Comunicação Social, vai ter lugar uma greve geral no próximo dia 24 e como óbvio, inseridos os trabalhores que servem Portugal no Estrangeiros.
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Ora eu fiz parte do número desses trabalhadores e experimentei, além de humilhações outra sevícias de ordenandos vergonhosos que prova disso, as cópias de recibos que assinei.
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Salários de “fome” e se fui sobrevivendo, com dignidade, foi porque tinha algo granjeado a poder de sacrifícios, nos desertos árabes, sobre temperaturas escaldantes.
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Os funcionários que servem Portugal nas suas representações diplomáticas continuam a ser uns heróis e vivem com as maiores dificuldades de vivência que se possam imaginar.
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Aderiram à greve geral de 24, mas não penso que sua situação terá melhorias, mas no “Quartel de Abrantes, tudo ficará como dantes”. Sem ovos, não se fritam omeletas e o Governo Português nãos tem galinheiros de galinhas para os por.
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Porém o desajuste dos ordenados entre os diplomatas e os funcioários que os servem é astronómico em que um “maçarico” que entra para a diplomacia e destacado para uma missão, ganha num mês aquilo que muitos funcionários ganham em 12 meses de trabalho.
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Muitos desses diplomatas, já envaidecidos, porque se consideram uma classe de elite, nem sequer servem para limpar o pó ou varrer uma chancelaria.
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Vem me à memória que em 13.03.09, o embaixador Tadeu Soares deu uma entrevista ao jornal Público afirmando que os “diplomatas portugueses não chegam para as necessidades”, que em verdade não cheguei a entender quais eram as necessidades, se seriam para se movimentarem dentro do “Palácio das Necessidades” ou para a necessidade de desenvolver a “Diplomacia Económica” no estrangeiro.
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Para esta também os “novatos” diplomatas não estão vocacionados e humilhante fazer de pracistas e vender aquilo que temos: as castanhas, os vinhos, as conservas, o azeite, as azeitonas, os alhos e outros produtos que ainda temos para colocar.
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As necessidades apontadas pelo embaixador Tadeu Soares (que conheço como a palma das minhas mãos), foi um show off, para impressionar. Os diplomatas que há chegam e sobram, porque gente sem préstimo não vale nada, mas que se melhore a vida com salários decentes os sacrificados funcionários que servem Portugal no estrangeiro.
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Não estamos em tempo de termos, pelo estrangeiro, diplomatas a dormir (alguns que conheci levantavam-se às quatro ou mais da tarde), “encanadinhos”, muito ocupados nas festas, a beber uns copos, nas recepções de outras missões e ocuparem-se com as namoradas/os.
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No meu caso (creio de muitas outras pessoas) envergonhar-me-ia da função de diplomata português no estrangeiro. Mas se o fosse pegava numa pasta e seguia para a rua oferecer aquilo que ainda temos em Portugal para colocar no estrangeiro.
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Não seria, de forma alguma, um “chulo” dos dinheiros públicos, mas produzir algo de proveito e justificar o meu oneroso salário.

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/diplomatas-portugueses-nao-chegam-para-as-necessidades_1368997


Entrevista com o Embaixador de Portugal Na China, José Tadeu Soares
2010/11/01 09:59:26 cri

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ESTE BLOGUE ESTÁ SOLIDÁRIO COM SEUS EX-COLEGAS


SINDICATO DOS TRABALHADORES CONSULARES

E DAS MISSÕES DIPLOMÁTICAS

STCDE - LISBOA

? Rua Dr. António Martins, n.º 30 – 2.º - 1070-094 LISBOA - PORTUGAL

? ( + 351 21 723 78 84 – + 351 21 727 91 33 ? + 351 21 727 55 93 ? + 351 96 505 87 78 – + 351 91 472 43 23 – + 351 93 423 03 38

INTERNET: www.stcde.pt * E-mail: stcde@mail.telepac.pt

NOTA INFORMATIVA 17/2010

12 de Novembro

Serviços do MNE no estrangeiro

Sindicato enviou aviso prévio de greve para o dia 24

Embaixadas, consulados e outros serviços do MNE vão fechar na GREVE GERAL

O sindicato que representa os trabalhadores dos serviços do MNE no estrangeiro, o STCDE, reafirmou hoje a sua adesão à greve geral marcada para 24 de Novembro, com o envio aos responsáveis governamentais o aviso prévio de greve conforme o previsto na lei.

Em comunicado que está a difundir aos associados, o Sin-

dicato fundamenta os motivos da adesão à greve por parte deste pessoal ao serviço do Estado Português no estrangeiro. É desse comunicado que se extrai a transcrição abaixo:

Já aquando do anúncio governamental de diminuição de todos os salários superiores a 1500 euros em 3,5 a 10% (ver comunicado nº 20), nos dirigimos às instâncias parlamentares e governamentais no sentido de ser levada em conta a especificidade económica, social e funcional da nossa situação. Isto mesmo voltámos a fazer agora, nas vésperas de o Senhor Ministro ir apresentar e discutir os propósitos orçamentais ao Parlamento. Aí chamamos

especificamente a atenção para a anunciada intenção de não diminuir os abonos de residência e de educação variável dos diplomatas, o que representa o reconhecimento da necessidade de garantir a sustentabilidade económica da habitação da família e da educação dos filhos, direito que também tem de nos ser reconhecido.

Estamos neste momento a enviar aos governantes competentes o devido aviso prévio de greve, do qual salientamos:

“Os trabalhadores dos serviços externos do MNE e nos centros culturais do ICA:

...

Considerando também que o Governo não quer actualizar os salários destes trabalhadores, como se estivessem sujeitos à inflação portuguesa e não aos efeitos conjugados das inflações locais e das variações cambiais em causa, recusa compensar centenas deles em IRS e mantém mais de 200 abaixo do salário mínimo nacional (!);

...

Considerando finalmente que o Governo tenciona amputar-nos de parte substancial das nossas remunerações, fazendo mais uma vez tábua rasa das condições específicas de custo de vida a que estamos sujeitos.

...

estarão em greve, sob a forma de paralisação total do trabalho, entre as 0 e as 24 horas locais, no dia 24 do corrente mês de Novembro, em luta:

...

1. Por actualizações salariais que respeitem a perda de poder de compra dos trabalhadores nos serviços externos e nos centros culturais do I. Camões, pelas devidas compensações em IRS e pela observância do salário mínimo nacional;

...

SINDICATO DOS TRABALHADORES CONSULARES

E DAS MISSÕES DIPLOMÁTICAS

2. Contra qualquer medida de redução salarial.

...

Mantém-se em vigor a greve ilimitada ao trabalho extraordinário e à prestação de trabalho em dias feriados e de descanso semanal.

Relativamente à segurança e manutenção de instalações e equipamentos, estas serão asseguradas nos mesmos moldes em que o são nos períodos de encerramento.”

Como anunciámos, o STCDE esteve representado na manifestação nacional da função pública do passado dia 6, com cartazes alusivos à nossa situação”.

Entretanto, o STCDE informa da sua presença na “manifestação nacional da função pública do passado dia 6, com cartazes alusivos à nossa situação” e recorda que se mantem em circulação nos locais de trabalho um abaixo-assinado, e recomenda aos trabalhadores que continuema assiná-lo e a enviá-lo aos responsáveis.

Lisboa, 12 de Novembro de 2010

Dep. de Informação do STCDE

informa@stcde.pt - www.stcde.pt

_________________________________________________________________

»» mais informação no site do STCDE em www.stcde.pt

Linha Directa (comunicação social) »» informa@stcde.pt - tel. 217237884

BEIJOS? HÁ MACACOS QUE PERCEBEM DA ARTE...!!!

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LISBOA - O GRANDE SHOW E O TERRORISMO ANUNCIADO...!!!

Somos o que somos e que valemos que os poderosos não nos tiram a "canga" do pescoço. O espectáculo da Cimeira da NATO, está à porta...!

Helicópteros nos céus de Lisboa; os F16 a voarem para manter o ar e mar de Portugal limpinhos, da força aérea e da marinha do Bin Laden; cães polícias prontos a esfarraparem a carne a algum prevericador que se atreva aproximar-se dos grandes senhores; GNR montada nos cavalos lusitanos, para carregar no "maralhal" se se atrever protestar contra a presença dos "gentlemen" da Guerra.
O submarino que nos custou uma "pipa de massa" a navegar no Tejo e a vasculhar as águas, não vá por aí o Bin Laden, tecê-las e mandar homens rãs fazer explodir o espaço onde está aquela gente de paz e de que a guerra não é nada com eles.

Em fim somos aquilo que somos que nos invadem o nosso território, tão pequenino e girinho, pelos "galifões" que bem poderiam levar a cabo a Cimeira da NATO na terra deles e que nos deixassem em paz, porque nós, os portugueses, somos pessoas tranquilas e nada temos em desabono do Bin Laden, apesar de já ter morto, pessoas, no Afeganistão, onde aquela guerra não é nossa, mas DELES! O Bin Laden é problema deles e "mai nada". - José Martins

O cartão vermelho à liberdade

O jogo de futebol a contar para a Taça de Portugal que deveria ser jogado no Estádio da Luz no próximo fim-de-semana entre o Benfica e o Braga foi adiado devido à realização da Cimeira da NATO em Lisboa. Não é que pessoalmente me faça nenhuma diferença que haja ou não jogo, mas a vergonha continua com os Lisboetas a verem as suas vidas suspensas para recebermos os Senhores da Guerra.
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Mas, mais prejudicados ainda serão os comerciantes da zona do Parque das Nações que se verão impedidos de fazer comércio durante toda uma semana. Vergonhosa a forma como estão a ser tratados os restaurantes da zona que, ou fecham ou só poderão servir refeições aos participantes da cimeira, com preço fixo e determinado pelas autoridades (penso que cerca de 15 Euros e fiados).
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Segundo parece também a TAP estuda a possibilidade de pedir um indemnização pelos prejuizos que vão sofrer. Esta cimeira já nos está a custar dezenas milhões e se fossem contabilizados todos os prejuizos no comércio e na vida das pessoas atingirá certamente muitas centenas.
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Para esta gente nada de muito importante mesmo que o país esteja endividado até aos cabelose à beira da bancarrota. Não há dinheiro para ajudar quem está na pobreza mas nunca falta para fazer sumptuosas cimeiras, cheias de luxos e mordomias, (assim como nunca falta para fazer guerras que não são nossa,s seja no Afeganistão ou em qualquer outro lugar).
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Vamos todos aproveitar esta cimeira para, nas ruas, afirmarmos o nosso descontentamento e dizermos a esta gente que não as queremos no nosso país. Fora com os Senhores da guerra.

POLÍTICA DA NOSSA TERRA - OS CINCO CAVACOS

8:00 Terça feira, 26 de Outubro de 2010
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Os cinco cavacos
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Cavaco Silva apresenta hoje a sua recandidatura. Foi ministro quando eu tinha 11 anos. Pode sair da Presidência quando eu tiver 46. Ele é o maior símbolo de tantos anos perdidos. E aqui se fala das suas cinco encarnações.
Sem contar com a sua breve passagem pela pasta das Finanças, conhecemos cinco cavacos. Mas todos os cavacos vão dar ao mesmo.
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O primeiro Cavaco foi primeiro-ministro. Esbanjou dinheiro como se não houvesse amanhã. Desperdiçou uma das maiores oportunidades de deste País no século passado. Escolheu e determinou um modelo de desenvolvimento que deixou obra mas não preparou a nossa economia para a produção e a exportação. O Cavaco dos patos bravos e do dinheiro fácil.
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Dos fundos europeus a desaparecerem e dos cursos de formação fantasmas. O Cavaco do Dias Loureiro e do Oliveira e Costa num governo da Nação. Era também o Cavaco que perante qualquer pergunta complicada escolhia o silêncio do bolo rei. Qualquer debate difícil não estava presente, fosse na televisão, em campanhas, fosse no Parlamento, a governar. Era o Cavaco que perante a contestação de estudantes, trabalhadores, polícias ou utentes da ponte sobre o Tejo respondia com o cassetete.
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O primeiro Cavaco foi autoritário.
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O segundo Cavaco alimentou um tabu: não se sabia se ficava, se partia ou se queria ir para Belém. E não hesitou em deixar o seu partido soçobrar ao seu tabu pessoal. Até só haver Fernando Nogueira para concorrer à sua sucessão e ser humilhado nas urnas. A agenda de Cavaco sempre foi apenas Cavaco. Foi a votos nas presidenciais porque estava lenamente convencido que elas estavam no papo. Perdeu. O País ainda se lembrava bem dos últimos e deprimentes nos do seu governo, recheados de escândalos de corrupção. É que este ambiente de suspeita que vivemos comSócrates é apenas um remake de um filme que conhecemos.
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O segundo Cavaco foi egoísta.
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O terceiro Cavaco regressou vindo do silêncio. Concorreu de novo às presidenciais. Quase não falou na campanha. Psseou-se sempre protegido dos imprevistos. Porque Cavaco sabe que Cavaco é um bluff. Não tem pensamento político, tem apenas um repertório de frases feitas muito consensuais. Esse Cavaco paira sobre a política, como se a política não fosse o seu ofício de quase sempre. Porque tem nojo da política. Não do pior que ela tem: os amigos nos negócios, as redes de interesses, da demagogia vazia, os truques palacianos. Mas do mais nobre que ela representa: o confronto de ideias, a exposição à critica impiedosa, a coragem de correr riscos, a generosidade de pôr o cargo que ocupa acima dele próprio. Venceu, porque todos estes cavacos representam o nosso atraso. Cavaco é a metáfora viva da periferia cultural, económica e politica que somos na Europa.
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O terceiro Cavaco é vazio.
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O quarto Cavaco foi Presidente. Teve três momentos que escolheu como fundamentais para se dirigir ao País: esse assunto que aquecia tanto a Nação, que era o Estatuto dos Açores; umas escutas que nunca existiram a não ser na sua cabeça sempre cheia de paranóicas perseguições; e a crítica à lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo que, apesar de desfazer por palavras, não teve a coragem de vetar. O quarto Cavaco tem a mesma falta de coragem e a mesma ausência de capacidade de distinguir o que é prioritário de todos os outros.
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Apesar de gostar de pensar em si próprio como um não político, todo ele é cálculo e todo o cálculo tem ele próprio como centro de interesse. Este foi o Cavaco que tentou passar para a imprensa a acusação de que andaria a ser vigiado pelo governo, coisa que numa democracia normal só poderia acabar numa investigação criminal ou numa acção política exemplar.
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Era falso, todos sabemos. Mas Cavaco fechou o assunto com uma comunicação ao País surrealista, onde tudo ficou baralhado para nada se perceber. Este foi o Cavaco que achou que não devia estar nas cerimónias fúnebres do único prémio Nobel da literatura porque tinha um velho diferendo com ele. Porque Cavaco nunca percebeu que os cargos que ocupa estão acima dele próprio e não são um assunto privado. Este foi o Cavaco que protegeu, até ao limite do
imaginável, o seu velho amigo Dias Loureiro, chegando quase a transformar-se em seu porta-voz. Mais uma vez e como sempre, ele próprio acima da instituição que representa.
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O quarto Cavaco não é um estadista.
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E agora cá está o quinto Cavaco. Quando chegou a crise começou a sua campanha. Como sempre, nunca assumida. Até o anúncio da sua candidatura foi feito por interposta pessoa. Em campanha disfarçada, dá conselhos económicos ao País. Por coincidência, quase todos contrários aos que praticou quando foi o primeiro Cavaco. Finge que modera enquanto se dedica a minar o caminho do líder que o seu próprio partido, crime dos crimes, elegeu à sua revelia. Sobre a crise e as ruínas de um governo no qual ninguém acredita, espera garantir a sua reeleição. Mas o quinto Cavaco, ganhe ou perca, já não se livra de uma coisa: foi o Presidente da República que chegou ao fim do seu primeiro mandato com um dos baixos índices de popularidade da nossa democracia e pode ser um dos que será reeleito com menor margem.
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O quinto Cavaco não tem chama.
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Quando Cavaco chegou ao primeiro governo em que participou eu tinha 11 anos. Quando chegou a primeiroministro eu tinha 16. Quando saiu eu já tinha 26. Quando foi eleito Presidente eu tinha 36.
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Se for reeleito, terei 46 quando ele finalmente abandonar a vida política. Que este homem, que foi o politico profissional com mais tempo no activo para a minha geração, continue a fingir que nada tem a ver com o estado em que estamos e se continue a apresentar com alguém que está acima da politica é coisa que não deixa de me espantar.
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Ele é a política em tudo que ela falhou. É o símbolo mais evidente de tantos anos perdidos.
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P.S. - A grafia é de responsabilidade deste blogue.

A QUERIDA EUROPA JÁ NÃO É AQUELA MÁQUINA!

Domingo, Novembro 14, 2010

A querida Europa já não é tão querida

Há muito que aqui defendo que um dos maiores problemas de Portugal é a Europa onde está presa. É verdade que temos muitas culpas no pela situação em que nos encontramos, mas também o é que temos sido lentamente empurrados para nos transformarmos no INATEL da Europa. Agora, que muitos já parecem não crer que haja saída para a situação em que nos encontramos, até muitos Europaistas ferranhos e muita gente de direita aparece a defender a necessidade de mudar as politicas desta união cada vez mais esfrangalhada. Muitos criticam a Alemanha por estar a matar os países periféricos com a sua egocentrica politica económica e financeira (depois da Irlanda, Espanha, Grécia, Itália e Portugal chegou agora a vez da Bélgica também sentir o peso dos mercados. Outros estão já em fila de espera). A verdade é que tudo isto era previsivel e custa a acreditar que os nossos "génios" económicos e os nossos "inteligentissos" comentadores o não tenham visto. A verdade é que enquanto a mama dava para todos aceitaram calar-se e defender aquilo em que não acreditavam, (em linguagem popular, mentiram). Será agora possivel começar a discutir-se a Europa que queremos e a que temos? Não está muita gente arrependida se ter ajudado a esconder o verdadeiro significado do Tratado de Lisboa?

O ALEMÃO SEBASTIAN VETTEL É CAMPEÃO DE MUNDO DE FÓRMULA 1


Vettel é o novo campeão mundial depois de vencer uma carreira que levou quase inteiramente

M. BUSH / MADRID

Dia 14/11/2010 - 03:53 p.m.
EFE
Vettel, na frente de Alonso

A entrada do "safety car" na primeira volta do Grande Prémio de Abu Dhabi, terminou por condicionar a corrida e permitiu ao alemão Sebastian Vettel, piloto da Red Bull, ganhar o título de campeão de Fórmula 1 de 2010 e o mais jovem piloto, consegui-lo.
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Apenas algumas voltas depois do "safety car" sair da pista, após um acidente entre Schumacher e Liuzzi, o australiano Mark Webber, em princípio, o maior rival Fernando Alonso, entrou na linha do pit para trocar os pneus.
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O espanhol, depois de quatro voltas mais tarde, viria a imitá-lo. Uma decisão que em breve será revelado como o piloto da Ferrari entrou em erro e foi muito longe (mas à frente de Webber), de acordo com vários pilotos que já tinha feito sua parada com o "safety car", em pista e que se tornou um verdadeiro obstáculo, no momento, de ganhar posições para a abordagem de Vettel.
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O espanhol, indefeso, não conseguiu superar o russo Vitaly Petrov, que se tornou um aliado próximo de Vettel para manter fora Alonso em sétimo lugar.
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Enquanto o alemão da Red Bull não teve problemas para liderar a corrida, com confiança, para finalmente obter o título de campeão mundial de Fórmula 1.

RAMOS HORTA - O HOMEM ESPECTÁCULO!

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Esta nem ao diabo lembraria!
Acabo de ouvir o noticiário da RTPi e Ramos Horta a oferecer-se para comprar títulos da dívida pública portuguesa.
Pelos vistos, Timor-leste de um momento para outro salta da miséria para a riqueza.
Daqui vai um conselho a Ramos Horta (que conhecemos de gingeira) que o dinheiro disponível para comprar títulos da dívida, pública, portuguesa que seja aplicado para melhorar a vida dos timorenses!
Será a costela, judaica, de Ramos Horta que lhe estará a dar para o caminho de "agiota"?
Este homem é um grande actor de palco e de circo. José Martins
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Subject: Carregamento do telemóvel

ESTA SIM...MERECE A PENA MANDAR PARA OS AMIGOS...IREMOS TODOS BENEFICIAR COM ISSO...

Carregamento Telemóvel

O PIOR É QUE O GOVERNO SABE E...NADA FAZ...ONDE É QUE ANDA O MINISTRO DAS FINANÇAS ?

CARREGAM
ENTO DO TELEMÓVEL POR MULTIBANCO

Desta não sabia eu, mas a partir de agora é sempre com nº de contribuinte!

Cada vez que carregamos o telemóvel no multibanco e não pedimos factura com o número de contribuinte, as operadoras de telemóveis não pagam impostos.

Nós pagamos as chamadas aos preços mais caros da Europa.

Guardem uma cópia do cartão de contribuinte no bolso ou decorem o número - são só nove dígitos. Quando pagarem o telemóvel por Multibanco... peçam sempre recibo com o vosso nº de contribuinte (menos uma fuga aos impostos).

Sensibilize toda a família e amigos .... ponha-os ao corrente disto !!!

Quantos mais tubarões destes pagarem impostos, talvez os "outros" tenham menos necessidade de nos virem anual e religiosamente aos bolsos!...

É FAVOR PASSAR ESTE EMAIL AOS VOSSOS AMIGOS...E DAR A DICA AOS NOSSOS VIZINHOS E CONHECIDOS

TVE (ESPANHOLA) EM DIRECTO

Clique em baixo

Harakiri Portugal


O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, considera que Portugal precisa imediatamente de uma coligação política. «Estou disposto a ceder o lugar para uma solução de estabilidade».
Somos mesmo um país de heróis, este assume o ónus da responsabilidade de gente como o Sócrates, o Teixeira dos Santos, o Augusto Santos Silva e toda aquela catrefada de gente que se governa enquanto desgoverna este país. Todos sabem que não é ele o primeiro e principal responsável pelo estado a que esta terra chegou, embora culpas também não lhe falte, e que a sua demissão não traria nenhuma alteração ou melhoria. Aliás não entendo como um governo PS/PSD, mesmo com o discurso catrastófico dos mercados e do FMI, viesse a melhorar seja o que for. Por mim pode ir que falta não faz muita para não dizer nenhuma. Pode é aproveitar e levar todo o resto da canalha com ele.

E O FORROBODÓ CONTINUA...!!! EM TEMPO DE VACAS MAGRAS.

Ministérios

Em tempo de cortes, Governo fez 270 nomeações num mês e meio

por RUI PEDRO ANTUNES, com C.D.S., J.C.B., R.M.S. e S.S.Hoje

Desde que anunciou o pacote de medidas de austeridade do PEC III, o Executivo liderado por José Sócrates tem contratado uma média de 45 novos funcionários por semana, para assumirem cargos no Governo e na administração directa e indirecta do Estado.

Desde que foram anunciadas as medidas de austeridade, o Governo já fez 270 nomeações para cargos no Governo e na administração directa e indirecta do Estado. O anúncio do PEC III - que apela à contenção da despesa pública - foi há cerca de mês e meio, o que dá uma média de 180 nomeações/mês, um valor muito superior aos primeiros anos de José Sócrates à frente do País, período em que foram nomeados mensalmente cerca de 100 funcionários.

Apesar de, entre 2005 e 2007, a situação económica não ter sido tão complicada como neste último mês e meio, o Executivo tem feito, em termos proporcionais, mais nomeações desde 29 de Setembro do que no início do seu primeiro mandato. Na altura, 2373 pessoas foram contratadas em 24 meses. Além de ultrapassar a média do seu primeiro Governo, Sócrates fica também à frente dos seus antecessores (ver texto secundário).

A causa deste elevado "bolo" de nomeações, publicadas em Diário da República desde que foram anunciadas as medidas de austeridade, são contratações para os mais variados organismos públicos tutelados pelos 15 ministérios. Desde inspecções e direcções-gerais, passando por institutos públicos, não há um único ministério que nestes últimos tempos não tenha feito pelo menos uma nomeação.

O Ministério do Trabalho e da Segurança Social lidera as nomeações, havendo 59 pessoas que ocuparam cargos em organismos tutelados por Helena André. Segue-se a Presidência do Conselho de Ministros, que, impulsionada pela realização dos Censos de 2011, atinge a segunda posição no ranking das nomeações (48). O último lugar do pódio pertence ao Ministério da Administração Interna, (21 nomeações), seguido de perto pelo da Justiça, com 23.

Por sua vez, para os organismos que dependem do Ministério da Economia foi nomeada apenas uma pessoa e duas para a Ciência. Nesta contabilização, o DN teve em conta todas as nomeações publicadas em Diário da República, com excepção das nomeações internas das escolas, uma vez que estas são uma formalidade administrativa pouco relevante para a análise global das contratações ministeriais.

Das 270 nomeações, 19 delas foram mesmo para gabinetes do Governo. No entanto, contactados pelo DN, os ministérios em causa justificaram a maioria destas contratações (que incluem assessores, adjuntos e até um motorista) com a saída dos quadros que antes ocupavam os cargos.

Há, porém, casos que significam mesmo um aumento do encargo com pessoal dos gabinetes. Exemplo disso é uma das explicações dadas por fonte oficial do Ministério das Obras Públicas, que justificou a contratação de mais um trabalhador para o gabinete do secretário de Estado dos Transportes com a "necessidade de reforçar a equipa de assessores face ao volume e complexidade do trabalho específico a desenvolver". Os resultados desta contagem feita pelo DN parecem contrariar o emagrecimento do Estado: nos últimos 30 dias úteis, foram nomeadas nove pessoas por dia. Ou seja: 45 por semana.

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 14.11.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Montemor-o-Velho: Deslizamento
Espinho: Carro atropela jovem
Braga: Casal detido pela GNR
Paulo Rangel: "Excelente sugestão"
José Miguel Júdice: Processa inspectores

Capa do Público Público

Toda a informação do Público na palma da sua mão.
Paulo Portas lança “apelo patriótico” ao PS e PSD pela agricultura
Chefe dos bombeiros Sapadores morre no Porto a combater chamas
Sporting marcou dois e não permitiu a reviravolta
Presidente do Sp. Braga critica arbitragem “vergonhosa e sem coragem”

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

"Diz não à iluminação de Natal em tempos de crise!"
Lanchas voadoras apreendidas são usadas pelas polícias
Famosos assinam petição para esterilizar animais
Falta de famílias para acolher idosos obriga a nova campanha
Português no estrangeiro custa 35 milhões de euros

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

F. C. Porto vai estrear Walter a titular na Liga
Hortas urbanas aliviam a crise
Falta capacidade para aplicar legislação para punir políticos
Uma em cada cinco espécies vegetais em risco de extinção
Homem furta carro com duas crianças lá dentro

Capa do i i

RTP pode pagar 7 a 8 milhões para comprar Lusa a privados
Animais proibidos. SEPNA já apreendeu mais de 300 este ano
Portugal há dez anos na ESA."O momento é crítico: levantamos voo ou paramos"
Transplante do futuro. Fígado de porco recheado de células humanas
Participação portuguesa no programa científico da ESA está em risco

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Cavaco Silva fala da necessidade de haver acordos partidários
Crescimento é positivo mas Portugal "ainda tem muito trabalho pela frente"
Relação económica com China e lusofonia "decisiva" para empresas portuguesas
Sócrates compreende Luís Amado sobre necessidade de governo de coligação
Europa pressiona Irlanda a pedir ajuda

Capa do A Bola A Bola

Regresso à fórmula original
O jogo de todos os assistentes
Funes Mori e Fernandéz são os alvos na Argentina
Inter e Milan fazem a festa
Ventura aposta em tolerância zero a golos do FC Porto

Capa do Record Record

Pressão sobre Rolando aperta já em janeiro
Contestação visou Bettencourt
Plantel partiu para dois dias de folga
Abel: «Começámos a ganhar logo na terça-feira»
Costinha sentou-se no banco

Capa do O Jogo O Jogo

Lille goleia Caen por 5-2 com “hat-trick” de Sow
Messi e Villa despacham Villareal
Jorge Costa reitera que a sua equipa merecia "mais qualquer coisa"
Paulo Sérgio: "O que dá confiança são as vitórias"
Domingos Paciência :”não foi de maneira nenhuma uma boa arbitragem”