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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

VIDEOS DO DIA - ANIMAIS E HUMANOS

O burro foi espreitar à praia.... Nunca trate mal os animais

"CUM CATANO" QUAL CRISE?





Crise??!!!! mas qual crise!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Contem bem?!!!
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Treze (13) motoristas para o gabinete do primeiro-ministro!
Será que o Sócrates quer montar uma firma de táxis ?!


· Despacho n.º 8346/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à empresa Deloitte & Touche, Lda., António José Oliveira Figueira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8347/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares Rui Manuel Alves Pereira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8348/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita ao Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços Vítor Manuel Gomes Martins Marques Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8349/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Augusto Lopes de Andrade para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
· Despacho n.º 8350/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à empresa Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A.,Arnaldo de Oliveira Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8351/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o assistente operacional Jorge Martins Morais da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8352/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o assistente operacional Jorge Orlando Duarte Vouga do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P., para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8353/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Jorge Henrique dos Santos Teixeira da Cunha para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8354/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa a agente principal da Polícia de Segurança Pública Liliana de Brito para exercer funções de apoio administrativo no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8355/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública José Duarte Barroca Delgado para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8356/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Manuel Benjamim Pereira Martinho para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8357/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Horácio Paulo Pereira Fernandes para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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· Despacho n.º 8358/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Custódio Brissos Pinto para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro

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Grande Médio Pequeno

Nova Zelândia fotógrafo Tom Hutchins passou quatro meses em 1956 viajando pela China em uma atribuição exclusiva para a revista Life. Cinqüenta anos depois, historiador de fotografia John Turner descobriu que este arquivo raro e começou a juntar um conjunto único.

Por Clark DJ

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Uma espécie de Tiririca à portuguesa


O Partido da Nova Democracia (PND) declarou hoje o seu apoio à candidatura de José Manuel Coelho à Presidência da República, sublinhando que o objectivo do deputado regional na ‘corrida’ a Belém é “abanar o sistema”.
Se o Brasil teve um "Tiririca" nas eleições porque não podemos nós ter mais um palhaço.

AS TEORIAS DO INTELIGENTE VITOR

Crise

Constâncio: Fundo de Estabilização ajudaria a resolver o problema dos bancos na Irlanda

15.11.2010 - 13:31 Por PÚBLICO

  • 23 de 43 notícias em Economia

A Irlanda poderia resolver parte do problema dos seus bancos caso opte por recorrer ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira, afirmou hoje Vítor Constâncio, vice-presidente do Banco Central europeu (BCE).

(Rui Gaudêncio)

O ARTISTA RAMOS HORTA O SALVADOR DE PORTUGAL!

O salvador da economia da Pátria Portuguesa



CLARO QUE TEMOS (MAL OU BEM) QUE AGUENTAR O EURO

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Oliveira Martins: "É impensável" Portugal sair do euro
O presidente do Tribunal de Contas e ex-ministro das Finanças, Oliveira Martins, considerou hoje "impensável" a possibilidade de Portugal ter de sair do euro e defendeu que a moeda única constitui o "núcleo fundamental" da União Europeia.

Questionado sobre a possível saída de Portugal do euro, Guilherme d'Oliveira Martins disse: "É impensável. O euro constitui o núcleo fundamental da União Europeia. Esse tema não deve estar na ordem do dia".
O ex-ministro das Finanças, que falava à margem da apresentação do relatório de 2009 do Tribunal de Contas Europeu, hoje em Lisboa, defendeu que "temos de fazer tudo para estar dentro do euro" e que Portugal tem de "desempenhar o que de melhor lhe cabe".
Nos últimos dias, a imprensa internacional tem destacado a possibilidade de Portugal estar a encarar a possibilidade de ter de sair do euro.
Numa entrevista publicada sábado no “Expresso”, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado afirmou que "o fracasso em obter uma coligação governamental ampla para enfrentar a crise financeira poderia forçar Portugal a abandonar o euro".
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Nota deste blogue: "Absolutamente claríssimo nós apoiarmos o dr. Martins, Pois se Portugal saisse da zona euro, iria pagar os recibos das massas que deve à UE e se mal estamos pior ficaríamos.
Bem os portuguesas montaram na "cavalada" do euro pela mãozinha do espertinho Tonecas Guterres e trocaram o honroroso escudo pela moeda euro.
Desde logo os portugueses se aperceberem que o euro era uma "merda" e lhe trocou as voltas no encarecimento da vida.
O arredondamento dos preços.
Mas a maior "merda" de Portugal se inserir na ´merda´do euro foi que ficamos escravos dessa moeda e não podemos entrar na competitividade no mercado internacional e bem melhor nos correria para as nossas exportações de vinhos e do mais que, ainda, temos para exportar.
Assim estamos escravizados à "caca" do euro e não podemos governar melhor a nossa vidinha porque estamos sob a pata da "merda" do euro.
E para terminar: "que saudades nós temos das notas de 20 paus...!!!

A VILANAGEM DA GREI SEM LEI



Intolerável ! Não deixem de ler e de difundir
OBS: até custa a crer que possa ser verdade tanta falta de vergonha e, em especial o valor pago de 300 € por cada reunião, quando vence salário!
FARTAI...VILANAGEM...O "corneteiro" AINDA NÃO TOCOU a "ALTO" AO SAQUE.....
Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração 14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva 12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo 2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros !!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!

A canção do péquesinho


Ah rapariga, rapariga, rapariga
Que só dizes disparates, disparates, disparates
E tanta asneira, tanta asneira, tanta asneira
Que para dizer tanta asneira, não te faltam os tomates
Mas tu não sabes, tu não sabes, tu não sabes
Que isso de dar um péquesinho, já é um costume antigo
Oh quem te disse, quem te disse, quem te disse
Que lá por dares um péquesinho tinhas de governar comigo

Oh chega cá - não vou
Tu és tão linda - pois sou
Dá-me um péquesinho - não dou
Interesseira, convencida, ignorante
Foragida, sua burra
És o líder mais palerma
Camelóide que eu já vi
Mas porque raio é que tu queres
Um governosinho só para ti

Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ah eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um péquesinho

GREVE GERAL - EMBAIXADAS E CONSULADOS ENCERRADOS EM 24 DE NOVEMBRO


No dia 24 de Novembro
Embaixadas e consulados fechados na greve geral
25.10.2010 - 14:14 Por Rita Brandão Guerra
Vários serviços do Estado no estrangeiro - embaixadas, consulados, missões e centros culturais do Instituto Camões - devem fechar no dia 24 de Novembro ou reduzir a sua actividade, dada a previsível adesão à greve geral convocada para esse dia.
Trabalhadores dos serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros têm demonstrado o seu descontentamento contra o encerramento de serviços, estando a circular um abaixo-assinado que conta já com centenas de assinaturas, conforme informou hoje o sindicato do sector, o STCDE.

O "GAROTÃO" DO RAMOS HORTA

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Ramos Horta não passa de um "garotão"! Este oportunista que o conheci quando não era nada e em procura de "tacho" vem agora a "babusar" que está pronto para comprar dívida portuguguesa. Este "garotão" e de golpes, pedia, encarecidamente, a Portugal para não lhe retirarem a GNR de Timor que era para o manter no poder. Este "garotão" um grande "chulo" que aceitava dinheiro de todos, para laurear a "peida", sempre acompanhado de gajas boas, por esse mundo adiante e armar-se em defensor do povo timorense. Timor-leste, não é uma quinta do "garotão" Ramos Horta mas de todos os timorenses. Que arrume a sua casa (Timor) e que não me ofenda, mais, com compras de dívidas ao meu país, porque se continua a dize-lo mando-o à p****** que o p********".

José Martins

Fonte RTPi

"Ramos-Horta aconselha Portugal a tratar dos detalhes para que Timor-Leste compre dívida portuguesaO presidente de Timor-Leste afirma que o Governo português deve começar já a tratar dos detalhes se quiser que o país invista na dívida pública portuguesa. À chegada a Díli, vindo de Macau, onde esteve com o primeiro-ministro português, Ramos-Horta diz que Portugal ainda não abordou a questão, mas deve avançar antes da visita de José Sócrates a Timor-Leste, prevista para o início do próximo ano."

ENTREVISTA DO EMBAIXADOR SEIXAS DA COSTA AO DIÁRIO DE NOTÍCIA




Pergunta do jornalista do Diário de Notícias

- Ouve-se cada vez mais falar de diplomacia económica. Um conceito que justificou a aproximação polémica a países como a Líbia de Kadhafi ou a Venezuela de Hugo Chávez. Que frutos colhemos disto?
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- Resposta do embaixador Seixas da Costa
Frutos? Veja-se para os números do nosso comércio externo com esses países e logo verá que há todas as razões para justificar a atenção nesses mercados. A economia está na matriz da nossa acção diplomática, desde sempre. Talvez se "ouça" agora mais porque, de facto, a nossa diplomacia tem vindo a ajudar cada vez mais os nossos operadores, um pouco por todo o mundo.
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Da entrevista do embaixador Seixas da Costa apenas nos apraz comentar a pergunta e a resposta:
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“Bem sabe o sr. Embaixador Seixas da Costa que a Diplomacia Económica foi árvore que nunca deu frutos... A invenção partiu do embaixador Martins da Cruz e satisfazer vinganzinhas de quando o PM Durão Barroso o nomeou para Ministro dos Negócios Estrangeiros e eliminar o Instituto do Comércio Externo de Portugal (ICEP) e criar o AICEP que foi o maior “buraco” aberto, sem fundo, que serviu para acomodar e favorecer, determinados “boys” que de comércio externo percebem tanto como eu de lagares de azeite.
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A nossa diplomacia, aparte de embaixadores como Seixas da Costa, nunca esteve vocacionada para desenvolver o comércio de Portugal. A diplomacia, portuguesa, está cheia de vícios que voltou indolente e quando menos acções praticar melhor será.
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Os diplomatas portugueses estão viciados e para justificar serviço, vão aos recortes dos jornais para cozinharem telegramas e enviarem para as Necessidades.
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A nossa diplomacia até ignora que o mundo está na era da internet e quando os telegramas chegam à CIFRA já é matéria conhecida. Cheguei a expedir, alguns, retirados, de páginas da internet.
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Não me venham com lérias ou me queiram atirar com areia para os olhos, pois servi seis embaixadores e conheço as suas especialidades.
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Nem lá vão, nem fazem nada e não deixam fazer.
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O tempo dos capitães da Índia já lá vai há muitos anos... A nossa diplomacia, deve arregaçar as mangas da camisas e fazer algo de bom para o país.
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Já antes o afirmei que se fosse diplomata português, acreditado num país estrangeiro, tinha vergonha, de seguir a cheirar o “rabo” de outros colegas, ricos, devido às críticas que a imprensa internacional publica todos os dias que Portugal é um país falido e... se o é, em parte, a culpa pertence à diplomacia porque é ela que deve, inteligentemente, saber colocar os produtos portugueses no país onde foram enviados.
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De tretas não vamos a lado nenhum, mas vamos ficando na rabuja.
José Martins

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 15.11.10

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Hugo M.: Saída com lágrimas
Sporting: Hildebrand assaltado
Professor Marcelo: Não saiam da ADSE
Alberto João Jardim: "Morte do moribundo"
Regula: Fractura perónio

Capa do Público Público

Toda a informação do Público na palma da sua mão.
Grécia pode adiar pagamentos
Mais crimes contra as pessoas no distrito judicial de Lisboa
Biblioteca Nacional oferece apoio mas investigadores acham insuficiente
Advogado dos clientes do BPP contestam João Rendeiro

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Refer paga 132 mil euros... em táxis
Pai procura ladrão seguindo descrição dada pelo filho
Bancos são responsáveis por roubos na Net
Bolsa social só angariou 250 mil euros num ano
Origem do cancro da próstata descoberta

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Homem quis viajar com 2 mil milhões numa mala
Plano de emergência já tinha sinalizado prédio que ardeu
Movimento contra curva da circular de Braga
Relação de Guimarães não tem juízes para o "caso Felgueiras"
Filha de empresário galego desaparecido apela a suspeitos de rapto

Capa do i i

Enfermeiros no estrangeiro triplicam em apenas um ano
Vida de urso. Três animais estão há cinco anos numa jaula à espera de casa
Petição pública. Ideia de polícia única cresce em Portugal
Baixa por doença é o que mais afecta a produtividade de um país
PS rejeita coligações "legitimadas pela pressão dos mercados"

Capa do Diário Económico Diário Económico

Auditoria detectou "erros e problemas" financeiros e de gestão
Renováveis assina contrato para venda de energia nos EUA
Estado gasta 177 euros por cada funcionário
Irlanda está em conversações com a UE
Conselho nacional extraordinário do PSD debate hoje apoio a Cavaco

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

As notícias em foco na edição de hoje, dia 15 de Novembro, no Negócios
Quebra da concessão de crédito leva Asia a perdas
Sem despedimento colectivo "a viabilidade futura" da Groundforce fica em causa
Transportadores querem excepções às metas do Governo para despedir
CP Carga reduziu pessoal em 10% já este ano

Capa do Oje Oje

ONI entra em Espanha e Angola
Berlim pressiona Irlanda a pedir ajuda
Starbucks quer abrir 500 lojas num ano
Walt Disney lucra menos 6,7% no ano
Zona Euro desacelera no trimestre

Capa do Destak Destak

Segunda linha portista arranca vitória importante
Mourinho e Benfica
Explosão num hotel faz 6 mortos e duas dezenas de feridos
A cabeça nas nuvens
Alain Juppé é ministro da Defesa num Governo com várias novas figuras

Capa do A Bola A Bola

Alerta vermelho
Izmailov: despedimento com justa causa em cima da mesa
«Traçámos meta ambiciosa» - Armindo Araújo
Sétimo aniversário do Dragão dá direito a treino aberto terça-feira
Fluminense empate e perde liderança

Capa do Record Record

Lesão muscular atirou Varela para o "banco"
Salvio: «Nunca iremos baixar os braços»
Gaitán: «Estivemos todos em nível elevado»
Javi ?adiado? para Israel
Pontaria a melhorar

Capa do O Jogo O Jogo

Karanka: "Era um jogo importante para somar os três pontos"
Castêlo da Maia derrota Sp. Espinho
Sapunaru ausente em jogo com Itália
Ivo Pinto lesiona-se na clavícula
Suíça: João Paiva marca e dá liderança ao Lucerna

NÃO TARDA DO PORÃO FUGIREM OS RATOS




E do porão saem ratos…
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Com alguma frequência, directamente ou através de simbologia fácil de decifrar, afirmo a minha certeza -certamente que não será só minha – de ser José Sócrates o problema e nunca a solução, nem sequer parte dela, para situação de pré ruptura, económica, financeira e social com que o país se debate e parece que, finalmente, esta realidade começou a ser sentida dentro do aparelho partidário, incluindo mesmo proeminentes figuras, algumas das quais já se perfilam para lhe suceder.
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E, antes de mais, desejo registar que nada me move contra o partido que sustenta o actual governo, em cujas algumas linhas ideológicas até me revejo, do mesmo modo que, sem grande esforço, referencio no mesmo personalidades com capacidade e honestidade intelectual – o que tem feito imensa falta – para se candidatarem à liderança de um partido que não merecia, pela sua história, ter uma chefia como a actual, no respeitante ao nº 1 e não só.
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E António Vitorino, Jaime Gama, António José Seguro, Francisco Assis e alguns outros poderiam transmitir ao país uma esperança e uma imagem de credibilidade de que este tanto necessita. E como teria sido tão benéfico para o país se o actual primeiro (?) ministro tivesse estado orgulhosamente só…
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Mas se não esteve, corre o risco de o vir a estar, bastando atentar nos ratos que, dia a dia, vão abandonando o porão. E até a saída do mesmo não é difícil, dado nº e a dimensão dos buracos que o barco já apresenta, com tendência para, dia a dia, aumentar. Ao menos que o seu comandante honre a tradição e se afunde com o barco, contribuindo assim para ajudar a salvar Portugal.
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Para que não haja mal entendidos registo que, como católico que sou, a morte aqui desejada é puramente simbólica e com significado meramente político.
E para que se não pense que, na minha visão, estou isolado, apenas duas referências:
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- Disse o notável socialista Henrique Neto, em entrevista ao “Diário Económico”: Sócrates é um vendedor de automóveis que está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto”. Dizer mais, para quê? Mas eu digo: mesmo que se tratasse de uma viatura apresentada como nova, eu nunca a compraria, com medo que o certificado estivesse viciado…
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- Destaque de um artigo de Urbano Tavares Rodrigues: “Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro Ministro José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o País perante o Mundo?”
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Assino por baixo e apenas a formulação de um desejo: que o próximo comandante do barco seja competente, transparente e recuse a demagogia barata, actuando com o mais profundo sentido de Ética e, acima de tudo, com um patriótico espírito de “SERVIR”.
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E que tenha o maior cuidado com a escolha da nova tripulação, que poderá mesmo incorporar alguns elementos da actual e que elimine, à partida e sem qualquer receio, alguns candidatos que desde já parecem perfilar-se, e que em pouco ou nada diferem de certos elementos ainda no efectivo.
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E, se necessário, que recorra a elementos estranhos à equipa que actualmente dirija, desde que se revelem autênticas mais valias. Porque todos serão poucos para tentar salvar Portugal.
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Campos de Barros

EMBAIXADOR SEIXAS DA COSTA - ENTREVISTA OPORTUNA



ENTREVISTA: Francisco Seixas da Costa

"E se fossem criadas embaixadas ibéricas em Madrid?"

por HUGO FILIPE COELHOHoje

No dia em que Luís Amado vai ao Parlamento discutir o Orçamento de austeridade e apontar o sentido da reforma da rede diplomática, Francisco Seixas da Costa, o embaixador português em Paris, avisa contra os riscos de se encerrar embaixadas e justifica o investimento na diplomacia. E mostra-se muito atento ao desenvolvimento da crise.


O Governo está a ultimar uma reforma da rede diplomática. Considera-a oportuna?

Como diplomata, considero essencial uma atenção constante ao equilíbrio entre os interesses que Portugal tem a defender na área externa e a dimensão e a qualidade da nossa rede. Todos percebemos bem que, num contexto restritivo, há que ter um ainda maior rigor no dispêndio que é feito nesse domínio. Não é por acaso que outros Estados têm também em curso processos de redimensionamento das suas redes diplomáticas.

A que questões deve responder?

O essencial é que a rede diplomática possa ter a densidade necessária para garantir, com eficácia, a defesa dos nossos interesses (políticos, comunidades, económicos, culturais), que assegure uma participação activa na política europeia, nos compromissos em matéria de segurança e defesa, no espaço de expressão portuguesa e conjunturalmente, nas responsabilidades decorrentes da nossa presença no Conselho de Segurança da ONU.

Teme uma mudança precipitada pela exigência de apertar o cinto?

Estou certo que, embora tendo como pano de fundo esse inevitável cenário, as decisões que vierem a ser tomadas tenderão a preservar os instrumentos necessários para garantir os nossos interesses e o prestígio de Portugal na ordem externa.

Como é que um embaixador explicaria a um cidadão comum o sentido de Portugal ter 77 embaixadas pelo mundo - pagar casa e sustentar a família de 264 diplomatas - na era da informação instantânea?

Sabia que o número de diplomatas portugueses tem vindo a baixar drasticamente ao longo dos últimos anos? As nossas embaixadas têm estruturas já muito leves, os nossos serviços centrais estão mesmo descapitalizados em termos de recursos humanos. Por que razão Portugal foi eleito para o CS da ONU? Teria isso sido possível se tivéssemos uma minúscula rede diplomática? Portugal é um dos mais antigos países do mundo, temos uma história e um património de relações internacionais que faz parte da nossa própria identidade como país. Temos muito interesses externos a defender, materiais e não só, e os diplomatas são os "advogados" externos desses nossos interesses.

Manuel Maria Carrilho, ex-embaixador junto da UNESCO, desafiou José Sócrates fechar uma embaixada em cada cinco pela fusão de que estão num mesmo país e pelo recurso a embaixadores itinerantes. São propostas viáveis?

O número de missões diplomáticas ou consulares de um país depende exclusivamente daquilo que disse no início: da manutenção da capacidade para defender os nossos interesses. A ideia da fusão de postos é teoricamente apelativa, mas é preciso avaliar se isso é exequível sem perda de eficácia. Quanto aos "embaixadores regionais", que diria Portugal se alguns tentassem criar "embaixadores ibéricos", sediados em Madrid?

Outra proposta de Carrilho é que os diplomatas passem a pagar impostos sobre os abonos "representação" que recebem no estrangeiro, para além do seu salário de Lisboa?

Não vejo qualquer inconveniente, desde que, naturalmente, e tal como se fez quando todos os funcionários públicos começaram a pagar IRS, isso seja antecedido de uma actualização. É que convém não esquecer que esses abonos de representação (onde estão as despesas para a habitação, para as escolas estrangeiras dos filhos e os seguros de saúde que a lei prevê e que, na prática, o Estado não dá), não são revistos há 16 anos! Mas mais: não vejo porque não poderíamos começar a descontar também para a Caixa Geral de Aposentações, com base nesse abono de representação.

O ministro Luís Amado anunciou o encerramento de embaixadas na Europa e a abertura de outras em outras regiões do mundo. Que sentido tem fecharmos uma missão num país do Báltico, como a Estónia, e abrirmos uma embaixada num país do Golfo, a Jordânia ou o Líbano, por exemplo?

A relação com o mundo árabe é hoje um dos eixos importantes da nossa acção externa, pelo que se compreenderá o seu reforço, se tal for economicamente viável, mesmo em detrimento de outras dimensões. Ninguém mais do que um funcionário diplomático lamenta o fecho de postos externos, mas, da mesma forma, também somos as pessoas mais bem colocadas para interpretar essas opções do poder político.

Ouve-se cada vez mais falar de diplomacia económica. Um conceito que justificou a aproximação polémica a países como a Líbia de Kadhafi ou a Venezuela de Hugo Chávez. Que frutos colhemos disto?

Frutos? Veja-se para os números do nosso comércio externo com esses países e logo verá que há todas as razões para justificar a atenção nesses mercados. A economia está na matriz da nossa acção diplomática, desde sempre. Talvez se "ouça" agora mais porque, de facto, a nossa diplomacia tem vindo a ajudar cada vez mais os nossos operadores, um pouco por todo o mundo.

O corpo diplomático é muitas vezes visto como uma corporação no seio do Estado intocável e cheia de privilégios. É um preconceito? Com um fundo de verdade?

Costumo dizer que a psicologia do despeito ajuda a explicar muito desse preconceito. O diplomata é um funcionário público expatriado, às vezes para muito longe, com impactos negativos para a profissão dos cônjuges, questões escolares dos filhos, separação das famílias, etc. Eu vivo actualmente em Paris (mas também já vivi em Luanda, com guerra e recolher obrigatório...), mas muitos dos meus colegas residem em cidades com insegurança, com climas insalubres, com dificuldades de assistência