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Refiro-me aos embaixadores acreditados no Reino da Tailândia.
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Seria um rosário de contas se aqui as fosse desfiar, sobre suas actividades de permanência de uns quatro anos e escassos meses, onde contra a minha pessoa foram dirigidas, por um mensageiros do “diabo” calúnias, ameaças com chantagens à mistura.
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Que bom vento os leve e embora possa perdoar, esquecer nunca!
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Só desejo ao novo embaixador, creio brevemente em Banguecoque, que não abra a porta e os braços a qualquer “badameco” que lhe surja pois pode estar perante um especialista de esquemas, semeador de intrigas, dizer-se um nato conhecedor de assuntos históricos, entre Portugal e a Tailândia, porque sem contar, mais tarde, ser apunhalado pelas costas.
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E, ainda, que procure, transparentemente, como e onde foram gastos centenas de milhares de euros (não orçamentados, para o funcionamento da missão, pelo Ministério das Finanças) e provenientes da renda de uma parcela de terreno adjacente aos serviços de Chancelaria e a Residência que vai habitar durante sua comissão de serviço.
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Desejo muitas felicidades, ao novo Embaixador e eu por aqui, em Banguecoque, lhe venha a escrever o elogio, merecido, que foi o Homem certo colocado no lugar certo.
Banguecoque, 20 de Dezembro de 2010
José Martins


